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segunda-feira, 17 de março de 2014
Cidade em SC já possui 11 hortas comunitárias e prefeitura quer mais 33.
Prefeitura de porto alegre, poderia copiar esta iniciativa!
bom dia!
12 de Março de 2014 • Atualizado às 13h44
A prefeitura de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, investe na criação de hortas comunitárias como estratégia para utilizar espaços abandonados e melhorar a qualidade de vida da população.
O Projeto Germinar teve início em 2013 e hoje já está presente em 11 bairros da cidade catarinense. O objetivo é ainda maior. A prefeitura local, através da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura (Semag), pretende instalar 44 hortas até o fim do mandato atual.
“Trata-se de uma parceria com a comunidade, na qual a nossa secretaria dá todo o suporte técnico que envolve o preparo do terreno, adubação da terra e fornece, além da orientação técnica, as sementes e mudas, que são de hortaliças em geral. Quanto ao plantio, a manutenção e a colheita ficam por conta dos moradores”, explicou Aricenir Canuto, em declaração oficial no início do projeto.
A expectativa inicial foi correspondida. Após um ano desde o início dos trabalhos, a população parece bastante contente com o resultado. Sérgio Zapella, presidente de uma das associações de moradores locais, disse ao site ANotícia que os terrenos que antes serviam como depósito de lixo ou espaço para o uso de drogas e que incomodavam os moradores, hoje têm uma serventia importante para a comunidade.
As hortas geram interação entre a vizinhança e ainda incentiva o consumo de vegetais orgânicos. Além de fornecer a estrutura, a prefeitura também ofereceu oficinas de capacitação para ensinar os moradores a cuidarem de suas próprias plantações.
Redação CicloVivo
O Projeto Germinar teve início em 2013 e hoje já está presente em 11 bairros da cidade catarinense. O objetivo é ainda maior. A prefeitura local, através da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura (Semag), pretende instalar 44 hortas até o fim do mandato atual.
“Trata-se de uma parceria com a comunidade, na qual a nossa secretaria dá todo o suporte técnico que envolve o preparo do terreno, adubação da terra e fornece, além da orientação técnica, as sementes e mudas, que são de hortaliças em geral. Quanto ao plantio, a manutenção e a colheita ficam por conta dos moradores”, explicou Aricenir Canuto, em declaração oficial no início do projeto.
A expectativa inicial foi correspondida. Após um ano desde o início dos trabalhos, a população parece bastante contente com o resultado. Sérgio Zapella, presidente de uma das associações de moradores locais, disse ao site ANotícia que os terrenos que antes serviam como depósito de lixo ou espaço para o uso de drogas e que incomodavam os moradores, hoje têm uma serventia importante para a comunidade.
As hortas geram interação entre a vizinhança e ainda incentiva o consumo de vegetais orgânicos. Além de fornecer a estrutura, a prefeitura também ofereceu oficinas de capacitação para ensinar os moradores a cuidarem de suas próprias plantações.
Redação CicloVivo
sexta-feira, 14 de março de 2014
Dicas para montar uma horta na laje ou telhado
Ter uma horta na laje de casa traz uma série de vantagens: ajuda a melhorar o clima da casa, deixando o ambiente mais fresco, traz mais plantas para o ambiente urbano e fornece alguns alimentos e ervas naturais para os moradores, melhorando a alimentação.
O jornalista Marcelo Marthe, da Veja, mostra no vídeo como começar a fazer uma horta, os tipos de plantas, ideias para espaços pequenos e cuidados práticos na hora de construir um canteiro no telhado da sua casa:
Por Gisele Eberspacher às 9h41 de 06/02/2012
http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2012/02/06/veja-dicas-para-montar-uma-horta-na-laje/
quinta-feira, 13 de março de 2014
Bioconstrução - Ecovila na Vila Nova em Porto Alegre
)
MAIORES INFORMAÇÕES:
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ESCRITÓRIO CENTRAL
NEX COWORKING - Rua Francisco Rocha, 198 Bairro Batel / Curitiba
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E-mail: contato@ecoovilas.com
Telefones: (41) 9889-0259 e (41) 3272-6380
E-mail: otavio@ecoovilas.com
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(41) 9599-1945 (Tim)
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quarta-feira, 12 de março de 2014
Podemos viver sem diamantes, mas jamais viveríamos sem a água.
A Água, o Lixo e a Vida! artigo de Geraldo Moisés Martins
“LOUVADO SEJAS, MEU SENHOR, PELA IRMÃ ÁGUA QUE É MUITO ÚTIL, PRECIOSA E CASTA!”
(Francisco de Assis, Cântico das Criaturas)
Vinte e dois de março!
Dia do mineral mais precioso do Planeta: A ÁGUA.
Podemos viver sem diamantes, mas jamais viveríamos sem a água.
Cantareira está provando isso para os paulistas da capital. Temos
somente um dia do ano para nos lembrar de que a água doce vem se
tornando cada vez mais escassa e de pior qualidade. Principalmente para a
maior parcela da população mundial, constituída por países e pessoas
pobres. Mas a crise atinge também os ricos. Na verdade, todos os seres
vegetais, animais e humanos estão com as suas vidas ameaçadas.
Lamentavelmente, para uma grande maioria de indivíduos esse problema
não causa preocupação devido ao desconhecimento e à cegueira diante da
realidade. Muitos outros têm consciência, mas por comodismo e omissão,
preferem fechar os olhos e cruzar os braços. Por isso, todos nós,
cristãos ou não, somos desafiados a tomar uma atitude firme e permanente
em defesa da água, desde a sua formação, as suas nascentes, os seus
cursos até o seu encontro com o mar.
Com esse objetivo, a Pastoral da Ecologia da Diocese da Campanha
sugere um tema para reflexão e ação nesse dia: “A ÁGUA, O LIXO E A
VIDA”!
Mas, o que o lixo tem a ver com a água? Muitíssimo, pois esses três
elementos estão entrelaçados. Em especial, nos tempos atuais porque o
modelo econômico em que vivemos tem por base o consumismo desenfreado
que exige uma exploração, em escala avassaladora, dos bens que a
natureza dispõe de forma limpa e harmônica. Esses bens, depois de
utilizados, são devolvidos ao meio ambiente de forma contaminada,
poluída e quase irrecuperável. Demoram dezenas e centenas de anos para a
decomposição necessária ao retorno ao ciclo natural de renovação da
vida. A natureza não produz lixo! Sua alarmante degradação é
consequência desse consumo desenfreado e da quantidade de lixo produzido
pelo atual modo de vida irracional e suicida dos humanos.
Ninguém nega que mais água e menos lixo é igual a mais vida saudável.
Infelizmente, essa equação está invertida. A cada dia, temos mais lixo,
menos água e piores condições de vida.
Será possível reverter esse processo destrutivo? Claro que sim! Mas
não basta ter consciência desse drama! É preciso agir com determinação e
urgência. Mas isso é muito mais difícil do que se possa imaginar. Há
barreiras intransponíveis. Quem estaria, por exemplo, disposto a
renunciar aos padrões apelativos e prazerosos do consumo supérfluo?
A inclusão do lixo nessa questão é necessária por estar na ordem do
dia em todos os municípios que ainda não equacionaram o problema dos
resíduos sólidos. Terão até agosto desse ano para dar uma destinação
correta ao descarte do lixo urbano. Não dá mais para esperar e prorrogar
uma solução que a natureza reclama há dezenas e dezenas de anos.
Existe, obviamente, a má vontade dos governos. Bastaria, por exemplo,
um pequeno percentual do que se esbanjou ou está se esbanjando na farra
das obras para a Copa para resolver as carências de saneamento em todos
municípios em situação precária. O benefício seria patrioticamente
maior que a conquista circense do título de hexacampeão mundial. O País
estaria derrotando a vergonha da poluição dos solos, das águas e da
atmosfera.
Também, muitas administrações municipais preferem priorizar a
recuperação de ruas, praças, monumentos e obras eleitoreiras. Elas até
podem ser importantes, mas não têm a mesma prioridade diante do quadro
de emergência e de penúria medieval em se encontra o tratamento do lixo e
do esgoto em muitas de nossas cidades.
A solução está numa pequena palavra: VONTADE! Basta a população
querer, as lideranças civis, as organizações empresariais e religiosas
apoiarem e os governos municipais cumprirem suas responsabilidades
legais perante o bem comum.
É possível encontrar formas comunitárias e cooperativas de coleta
seletiva, separando-se o lixo orgânico do lixo sólido (papel, vidros,
metais, plásticos e outros). O primeiro para a compostagem e produção de
fertilizantes e o segundo para a triagem do material reciclável. Alguns
municípios mais comprometidos com a sustentabilidade já construíram
boas soluções que geram empregos e trazem algum retorno para as
prefeituras.
Mas o maior bem que essas iniciativas proporcionam é o de garantir
uma vida saudável. Essa é a primeira condição para um viver feliz. Uma
cidade suja e poluída será sempre uma cidade doente, infeliz e amarga.
Vê-se que os elos entre a água, o lixo e a vida são muito fortes.
Tornar essa equação positiva é construir um município sustentável.
Somente uma cidade limpa e saudável é uma “cidade feliz”! É o
reconhecimento que se deseja para todas as cidades brasileiras.
Lambari, março de 2014
Geraldo Moisés Martins
Coordenador Diocesano da Pastoral da Ecologia
Diocese da Campanha
EcoDebate, 12/03/2014
Como cuidar de orquídeas terrestres
Pode esquecer aquela história de que orquídea não gosta de sol: algumas
amam sol e até ficam feias se não tiverem suas merecidas oito horas de
"praia". E o lance de que orquídea precisa de um substrato especial para
crescer? Isso também não vale para as terrestres: essas mocinhas
resistentes preferem ser tratadas como uma planta qualquer, cultivadas
em terra comum bem adubada. A convite do portal Casa.com, nossa
jardineira Carol Costa foi à Casa Cor 2013 para mostrar algumas das
orquídeas terrestres que estão fazendo a cabeça dos paisagistas e
jardineiros de todo país. Confira mais dicas no site Minhas Plantas (http://www.minhasplantas.com.br).
terça-feira, 11 de março de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Visiting Buena Vista Farm - permacultura na Austrália
Perched on green headlands with rich volcanic soil below, mountains behind and the wide blue of the Pacific out front, Buena Vista Farm is a pretty special place.
And as a bonus, it’s peopled by an awesome young farming family producing beyond organic food for their community, and doing it with a smile…
Meet Fiona and Adam. They’re ex-city folk who packed up their lives and moved back to Fiona’s 4th generation family farm in Gerringong (2 hours south of Sydney) a few years ago, to see if they could give this farming thing a crack, with their three little ones.
And they have.
We first met Fiona and Adam properly a year ago, when we were hosting Joel Salatin for a series of seminars in Kiama, just up the road.
Fiona called up out of the blue and said ‘would you like me to show up at DAWN with pastured egg and bacon rolls for all your setup crew on the first day?’ – er, yes. Yes we would like you to do that, Fiona. Wow. Thanks very much.
And it went from there really – we’ve been hanging about, eating whatever we can from Buena Vista Farm when we’re down that way, ever since.
Anyway. The farm.
Buena Vista was originally a dairy farm, like many in this hinterland of lush green hills. But for the last decade or so, as Fiona’s parents got older and the milk prices got lower, the farm has been waiting for the next chapter to emerge.
Enter Fi and Ad-man.
The challenge: make 20 acres of pasture and the old dairying buildings pay for the upbringing of 3 kids and two right livelihoods, through primary production and the stacking of on-farm enterprises . Boom.
So far, Fiona and Adam have focussed on pastured eggs and Fiona’s best-ever biscuits, with seasonal forays into pastured pork and pastured broiler chickens. Oh and there’s a mini coffee plantation too.
They sell their fluro-yolked eggs to a few lucky local cafes, and last I asked they were producing about 60 dozen a week.
The pigs are, as I said, a seasonal enterprise – there’s a couple of sows who get visited by a friendly boar from down the road a few times a year, with very productive results. The pork is sold locally as cuts, hams, bacon and sausages.
The broiler chickens are an enterprise in progress. The chickens are bought in as day-olds and grown out on pasture until they’re about 10-12 weeks old (chicken you buy from the shop is about 7-8 weeks old).
The nearest chicken processing facility is 2 hours away, and sometimes the batches go on to be sold through the fabulous Feather and Bone providores in Sydney. If not, they get sold locally as whole chooks.
Then there’s the biscuits, which supplement the above enterprises and get snapped up at the regular markets throughout the Kiama area. So good. Might i recommend the ‘marry me caramels’.
On top of all that, there’s a market garden in progress, and also the prettiest kitchen garden you ever did see.
Actually the kitchen garden of this stunning place is where we’re holding a Serious Backyard Veggies course in April, taught by Michael Hewins.
So if you want to see this farm for yourself (and eat the biscuits and other goodness) AND you’ve been thinking about doing this particular course with us, I rekon you should. It will be awesome.
Otherwise, go here to see what South Coast markets Buena Vista Farm are at this month. A on-farm shop is forthcoming in the nearish future too, I believe.
Here’s to another couple of generations of land stewards figuring out new ways to create on-farm livelihoods while enhancing their local food system. Hooray for Buena Vista Farm.
http://www.buenavistafarm.com.au/Buena_Vista_Farm/Welcome.html
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