segunda-feira, 17 de março de 2014

Os olhos de Sebastião Salgado



O fotógrafo que veio a Porto Alegre pela programação do 7º FestFotoPOA, inaugurou a exposição Genesis e falou sobre fotografia, suas viagens e o ativismo ecológico. A exposição reúne 245 fotos que oferecem uma síntese de 39 ensaios-reportagens realizados entre 2004 e 2012 em mais de 30 países, distribuídos por África, Ásia, Américas, Oceania e Antártica.

 Visite: http://www.institutoterra.org/

Cidade em SC já possui 11 hortas comunitárias e prefeitura quer mais 33.

Prefeitura de porto alegre, poderia copiar esta iniciativa!
bom dia!

12 de Março de 2014 • Atualizado às 13h44


A prefeitura de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, investe na criação de hortas comunitárias como estratégia para utilizar espaços abandonados e melhorar a qualidade de vida da população.
O Projeto Germinar teve início em 2013 e hoje já está presente em 11 bairros da cidade catarinense. O objetivo é ainda maior. A prefeitura local, através da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura (Semag), pretende instalar 44 hortas até o fim do mandato atual.
“Trata-se de uma parceria com a comunidade, na qual a nossa secretaria dá todo o suporte técnico que envolve o preparo do terreno, adubação da terra e fornece, além da orientação técnica, as sementes e mudas, que são de hortaliças em geral. Quanto ao plantio, a manutenção e a colheita ficam por conta dos moradores”, explicou Aricenir Canuto, em declaração oficial no início do projeto.
A expectativa inicial foi correspondida. Após um ano desde o início dos trabalhos, a população parece bastante contente com o resultado. Sérgio Zapella, presidente de uma das associações de moradores locais, disse ao site ANotícia que os terrenos que antes serviam como depósito de lixo ou espaço para o uso de drogas e que incomodavam os moradores, hoje têm uma serventia importante para a comunidade.
As hortas geram interação entre a vizinhança e ainda incentiva o consumo de vegetais orgânicos. Além de fornecer a estrutura, a prefeitura também ofereceu oficinas de capacitação para ensinar os moradores a cuidarem de suas próprias plantações.
Redação CicloVivo

sexta-feira, 14 de março de 2014

Dicas para montar uma horta na laje ou telhado

Cuidar com a estrutura do local e começar com plantas simples são dicas importantes para começar.
Ter uma horta na laje de casa traz uma série de vantagens: ajuda a melhorar o clima da casa, deixando o ambiente mais fresco, traz mais plantas para o ambiente urbano e fornece alguns alimentos e ervas naturais para os moradores, melhorando a alimentação.



O jornalista Marcelo Marthe, da Veja, mostra no vídeo como começar a fazer uma horta, os tipos de plantas, ideias para espaços pequenos e cuidados práticos na hora de construir um canteiro no telhado da sua casa:



Por Gisele Eberspacher às 9h41 de 06/02/2012


http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2012/02/06/veja-dicas-para-montar-uma-horta-na-laje/

quinta-feira, 13 de março de 2014

Bioconstrução - Ecovila na Vila Nova em Porto Alegre

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MAIORES INFORMAÇÕES:

Novo Campo - 09/03/2014 - Saiba tudo sobre a produção do Mel

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quarta-feira, 12 de março de 2014

Podemos viver sem diamantes, mas jamais viveríamos sem a água.

A Água, o Lixo e a Vida! artigo de Geraldo Moisés Martins


poluição em manancial

“LOUVADO SEJAS, MEU SENHOR, PELA IRMÃ ÁGUA QUE É MUITO ÚTIL, PRECIOSA E CASTA!”
(Francisco de Assis, Cântico das Criaturas)

Vinte e dois de março!
Dia do mineral mais precioso do Planeta: A ÁGUA.

Podemos viver sem diamantes, mas jamais viveríamos sem a água. Cantareira está provando isso para os paulistas da capital. Temos somente um dia do ano para nos lembrar de que a água doce vem se tornando cada vez mais escassa e de pior qualidade. Principalmente para a maior parcela da população mundial, constituída por países e pessoas pobres. Mas a crise atinge também os ricos. Na verdade, todos os seres vegetais, animais e humanos estão com as suas vidas ameaçadas.

Lamentavelmente, para uma grande maioria de indivíduos esse problema não causa preocupação devido ao desconhecimento e à cegueira diante da realidade. Muitos outros têm consciência, mas por comodismo e omissão, preferem fechar os olhos e cruzar os braços. Por isso, todos nós, cristãos ou não, somos desafiados a tomar uma atitude firme e permanente em defesa da água, desde a sua formação, as suas nascentes, os seus cursos até o seu encontro com o mar.
Com esse objetivo, a Pastoral da Ecologia da Diocese da Campanha sugere um tema para reflexão e ação nesse dia: “A ÁGUA, O LIXO E A VIDA”!

Mas, o que o lixo tem a ver com a água? Muitíssimo, pois esses três elementos estão entrelaçados. Em especial, nos tempos atuais porque o modelo econômico em que vivemos tem por base o consumismo desenfreado que exige uma exploração, em escala avassaladora, dos bens que a natureza dispõe de forma limpa e harmônica. Esses bens, depois de utilizados, são devolvidos ao meio ambiente de forma contaminada, poluída e quase irrecuperável. Demoram dezenas e centenas de anos para a decomposição necessária ao retorno ao ciclo natural de renovação da vida. A natureza não produz lixo! Sua alarmante degradação é consequência desse consumo desenfreado e da quantidade de lixo produzido pelo atual modo de vida irracional e suicida dos humanos.

Ninguém nega que mais água e menos lixo é igual a mais vida saudável. Infelizmente, essa equação está invertida. A cada dia, temos mais lixo, menos água e piores condições de vida.
Será possível reverter esse processo destrutivo? Claro que sim! Mas não basta ter consciência desse drama! É preciso agir com determinação e urgência. Mas isso é muito mais difícil do que se possa imaginar. Há barreiras intransponíveis. Quem estaria, por exemplo, disposto a renunciar aos padrões apelativos e prazerosos do consumo supérfluo?

A inclusão do lixo nessa questão é necessária por estar na ordem do dia em todos os municípios que ainda não equacionaram o problema dos resíduos sólidos. Terão até agosto desse ano para dar uma destinação correta ao descarte do lixo urbano. Não dá mais para esperar e prorrogar uma solução que a natureza reclama há dezenas e dezenas de anos.
Existe, obviamente, a má vontade dos governos. Bastaria, por exemplo, um pequeno percentual do que se esbanjou ou está se esbanjando na farra das obras para a Copa para resolver as carências de saneamento em todos municípios em situação precária. O benefício seria patrioticamente maior que a conquista circense do título de hexacampeão mundial. O País estaria derrotando a vergonha da poluição dos solos, das águas e da atmosfera.

Também, muitas administrações municipais preferem priorizar a recuperação de ruas, praças, monumentos e obras eleitoreiras. Elas até podem ser importantes, mas não têm a mesma prioridade diante do quadro de emergência e de penúria medieval em se encontra o tratamento do lixo e do esgoto em muitas de nossas cidades.

A solução está numa pequena palavra: VONTADE! Basta a população querer, as lideranças civis, as organizações empresariais e religiosas apoiarem e os governos municipais cumprirem suas responsabilidades legais perante o bem comum.

É possível encontrar formas comunitárias e cooperativas de coleta seletiva, separando-se o lixo orgânico do lixo sólido (papel, vidros, metais, plásticos e outros). O primeiro para a compostagem e produção de fertilizantes e o segundo para a triagem do material reciclável. Alguns municípios mais comprometidos com a sustentabilidade já construíram boas soluções que geram empregos e trazem algum retorno para as prefeituras.

Mas o maior bem que essas iniciativas proporcionam é o de garantir uma vida saudável. Essa é a primeira condição para um viver feliz. Uma cidade suja e poluída será sempre uma cidade doente, infeliz e amarga.

Vê-se que os elos entre a água, o lixo e a vida são muito fortes. Tornar essa equação positiva é construir um município sustentável. Somente uma cidade limpa e saudável é uma “cidade feliz”! É o reconhecimento que se deseja para todas as cidades brasileiras.

Lambari, março de 2014
Geraldo Moisés Martins
Coordenador Diocesano da Pastoral da Ecologia
Diocese da Campanha
EcoDebate, 12/03/2014

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Como cuidar de orquídeas terrestres



Pode esquecer aquela história de que orquídea não gosta de sol: algumas
amam sol e até ficam feias se não tiverem suas merecidas oito horas de
"praia". E o lance de que orquídea precisa de um substrato especial para
crescer? Isso também não vale para as terrestres: essas mocinhas
resistentes preferem ser tratadas como uma planta qualquer, cultivadas
em terra comum bem adubada. A convite do portal Casa.com, nossa
jardineira Carol Costa foi à Casa Cor 2013 para mostrar algumas das
orquídeas terrestres que estão fazendo a cabeça dos paisagistas e
jardineiros de todo país. Confira mais dicas no site Minhas Plantas (http://www.minhasplantas.com.br).

terça-feira, 11 de março de 2014

Produtores Do Paraná Apostam Cultivo Da Noz Pecã

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Compostera DEDO VERDE

Repelente caseiro para larva minador, vaquinha, e pulgão. Vamos testar?


Receita do Globo Rural de 23-4-06 contra pragas(larva minador, vaquinha, e pulgão entre outras). 

Fazer uma calda que deverá ficar no mínimo 20 dias em repouso, com 2 litros de pinga, 200 gramas de alho,50 gramas de pimenta do reino, 50 gramas de pimenta malagueta e 50 gramas de pimenta cumari: o alho é amassado e vai para o molho com casca e tudo; a malagueta é cortada, a cumari amassada e a pimenta do reino é moída; a pinga é colocada depois: coloca um pouco, mistura bem, coloca mais um pouco e torna a
misturar e vai assim até colocar a pinga toda, deixando só um pouquinho no fundo da garrafa.

Depois de no mínimo 20 dias está na hora de aplicar a calda . Pega o pulverizador e coloca 20 gramas de açúcar mascavo (ajuda a fixar a calda nas plantas), 10 litros de água, 50 ml da calda e 35 ml da vinagre de preferência de arroz(aumenta a eficiência da solução) e faz uma aplicação
por semana em toda a horta. 
TRIPES, PULGÕES, COCHONILHAS E LAGARTAS.
Dissolva 100 gramas de sabão neutro em 1/2 litro de água quente; dissolva esta solução em 9 1/2 litros de água limpa e pulverize.

Misturar 1 quilo de folhas e talos de cravo de defunto em 10 litros de água; ferver por 10 minutos;
deixe esfriar, coar e pulverizar sobre as áreas afetadas.

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