terça-feira, 26 de julho de 2016

Vegetação espontânea considerada como "plantas indicadoras” da qualidade do solo



EspécieIndicadora de:
Amendoim bravo ou leiteira (Euphorbia heterophylla)Desequilíbrio entre N e micronutrientes, sobretudo Mo e Cu.
Azedinha (Oxalis oxyptera)Terra argilosa, pH baixo, deficiência de Ca e de Mo.
Barba-de-bode (Aristida pallens)Solos de baixa fertilidade
Beldroega (Portulaca oleracea)Solo fértil, não prejudica as lavouras, protege o solo e é planta alimentícia com elevado teor de proteína.
Cabelo-de-porco (Carex sp.)Compactação e pouco cálcio.
Capim-amargoso ou capim-açu (Digitaria insularis)Aparece em lavouras abandonadas ou em pastagens úmidas, onde a água fica estagnada após as chuvas. Indica solos de baixa fertilidade.
Capim-caninha ou capim-colorado (Andropogon laterallis)Solos temporariamente encharcados, periodicamente queimados e com deficiência de fósforo.
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)Indica solos muito decaídos, erodidos e compactados. Desaparece com a recuperação do solo.
Capim-marmelada ou papuã (Brachiaria plantaginea)Típico de solos constantemente arados, gradeados e com deficiência de Zn; desaparece com o plantio de centeio, aveia preta e ervilhaca; diminui com a permanência da própria palhada sobre a superfície do solo; regride com a adubação corretiva de P e Ca e com a reestruturação do solo.
Capim rabo-de-burro (Andropogon sp.)Típico de terras abandonadas e gastas - indica solos ácidos com baixo teor de Ca, impermeável entre 60 e 120 cm de profundidade.
Capim amoroso ou carrapicho (Cenchrus spp.)Solo empobrecido e muito duro, deficiência de Ca.
Caraguatá (Erygium ciliatum)Húmus ácido, desaparece com a calagem e rotação de culturas; freqüente em solos onde se praticam queimadas.
Carqueja (Bacharis articulata)Pobreza do solo, compactação superficial, prefere solos com água estagnada na estação chuvosa.
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)Deficiência de Ca.
Cavalinha (Equisetum sp.)Indica solo com nível de acidez de médio a elevado.
Chirca (Eupatorium bunifolium)Aparece nos solos ricos em Mo.
Dente-de-leão (Taraxacum officinale)Indica solo fértil.
Grama-seda (Cynodon dactylon)Indica solo muito compactado.
Guanxuma (Sida sp.)Solo compactado ou superficialmente erodido. Em solo fértil fica viçosa; em solo pobre fica pequena.
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius)Solos compactados e úmidos. Ocorre freqüentemente após lavouras mecanizadas e em solos muito expostos ao pisoteio do gado.
Maria-mole (Senecio brasiliensis)Solo adensado (40 a 120 cm). Regride com a aplicação de K e em áreas subsoladas.
Mio-mio (Baccharis coridifolia)Ocorre em solos rasos e firmes, indica deficiência de Mo.
Nabo (Raphanus raphanistrum)Deficiência de B e Mn.
Picão preto (Galinsoga parviflora)Solo com excesso de N e deficiente em micronutrientes, principalmente Cu.
Samambaia (Pteridium aquilinium)Alto teor de alumínio. Sua presença reduz com a calagem. As queimadas fazem voltar o alumínio ao solo e proporcionam em retorno vigoroso da samambaia.
Sapé (Imperata exaltata)Indica solos ácidos, adensados e temporariamente encharcados. Ocorre também em solos deficientes em Mg.
Tanchagem (Plantago maior)Solos com pouca aeração, compactados ou adensados.
Tiririca (Cyperus rotundus)Solos ácidos, adensados, anaeróbicos, com carência de Mg.
Urtiga (Urtica urens)Excesso de N (matéria orgânica). Deficiência de Cu.
FONTE: http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Cafe/CafeOrganico_2ed/anexo10.htm

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Manhã de Campo Mirtilo e Amora Preta - Morro Redondo

A Embrapa Clima Temperado, Emater/RS-Ascar, UFPel e Produtores de Morro Redondo, se reúnem em uma debater assuntos que envolvem desde manejo até possíveis mercados para as pequenas frutas.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Cultive sua própria bucha vegetal, esta é biodegradável!


Demora cerca de um ano para você colher e poder usar o objeto

A bucha vegetal ou Luffa cylindrica possui diversos benefícios para saúde, higiene pessoal, incluindo aí a lavagem de louça. Ela possui esse nome científico porque é o fruto de uma trepadeira chamada Luffa.
Quando cultivada, as folhas, frutos e sementes são usadas para prevenção de doenças como anemia, bronquite, asma, hemorragias entre outras. No banho, ela limpa com mais eficiência, é considerada um ótimo esfoliante por retirar as células mortas da pele e ainda estimula a circulação sanguínea.
Na lavagem de louça é mais barata, não risca e é bem mais difícil de ser contaminada do que uma esponja sintética tradicional, de plástico poliuretano. É um produto biodegradável e, por isso, é a opção mais sustentável a ser utilizada no dia-a-dia. Na sua decomposição, não deixa nenhum resíduo e pode ser compostada, desde que na composteira seca (veja mais aqui).
Se você gostou dessas informações e pensa em levar as buchas para o seu cotidiano, saiba que ela pode ser cultivada em sua própria casa. Confira abaixo a receita de como criar a bucha vegetal no seu quintal, varanda ou terraço:
Materiais necessários
- 1 jardineira quadrada grande de, medida 50 cm x 50 cm x 50 cm
- terra preta
- 3 sementes de
Luffa cylindrica- 1 tesoura para podar. 

Procedimento
Antes de tudo, recomenda-se que o plantio seja feito no início da primavera. Separados os materiais, cave um buraco de 2 cm a 3 cm no centro da jardineira, coloque as três sementes de bucha vegetal e cubra-as com um pouco de terra preta. Feito isso, regue-as com água. Depois, deixe a jardineira em um local em que bata sol diretamente na planta. Quando chegar o verão, coloque um suporte perto da trepadeira porque os caules vão se expandir com muita rapidez.

A quantidade de água deve ser moderada, pois caso você venha encharcar a planta, o excesso de umidade fará com que ocorra proliferação de fungos. Mas não deixe de colocar água. Toda planta precisa ser hidratada. Acontece que algumas gostam mais de água do que outras.
A melhor época para colheita é no verão, mas você deverá esperar um ano e, no verão seguinte ao que você colocou o suporte, as buchas estarão prontas para a colheita. Nessa hora, você deve pegar a tesoura para cortar o cabinho no qual ela se prende. Não arranque a bucha com a mão, você poderá danifica-lá. Para saber qual é a hora de colher, você deve reparar na casca. Caso ela esteja com um tom amarelo-castanho, significa que está pronta para colheita.


Após retirar a bucha, coloque-a em um lugar fresco e seco sobre uma folha de jornal. Em poucos dias, as sementes se soltarão. Outra possibilidade é você mesmo arrancar a casca e depois bater na bucha até que as sementes se soltem. Guarde-as se quiser repetir o processo.
Enquanto sua bucha não fica pronta, compre os modelos de bucha vegetal disponíveis no mercado para não degradar o ambiente com esponjas sintéticas.

fonte equipe eCycle
http://www.ecycle.com.br/component/content/article/35-atitude/1332-cultive-sua-propria-bucha-vegetal-.html


quinta-feira, 21 de julho de 2016

procuro sementes orgânicas ou crioulas de milho


Amigos estou auxiliando um produtor rural e precisamos de Sementes de milho orgânico ou crioulo. 
Com a finalidade de desenvolver a atividade de avicultura orgânica.
Precisamos de 20 quilos de sementes.
Podem indicar de quem ele pode comprar??


obrigado




alexandre panerai 
agropanerai@gmail.com

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Agroflorestas se espalham pelo país: cultivo sem desmatamento. Agricultura Sintrópica

O agricultor Adeílson Ataliba mostra um cafeeiro do seu terreno em Silva Jardim: “A terra era seca e o solo, rachado, quase pedra. Depois que comecei a agrofloresta, mudou tudo. Você cava com o pé, de tão macio”. Foto: Hermes de Paula


À primeira vista, pode parecer uma mata crescendo sem interferência humana, tal a quantidade de árvores. Mas, caminhando pela área, o visitante identifica a grande variedade de alimentos brotando de arbustos e das próprias árvores. Limão, açaí, manga, acerola, caju, banana, laranja e muito mais. Nada está ali por acaso. As espécies que geram esses frutos foram cuidadosamente plantadas neste terreno em Silva Jardim, no interior do estado. Trata-se de uma agrofloresta.

— Quando me falaram, achei que era coisa de maluco. ‘Plantar sem desmatar a floresta? Vai semear como? Vai ter que fazer casa em árvore e morar que nem índio’ — conta a agricultora Marlene Assunção, de 52 anos, dona da propriedade. — Hoje eu entendo. As coisas vão estar aqui para nossos netos. É menos egoísta.

As agroflorestas, também chamadas de sistemas agroflorestais (SAF), vêm ganhando relevância no país como uma alternativa que alia a produção de alimentos, necessária num mundo de população crescente (seremos 8,5 bilhões de Homo sapiens em 2030, segundo estimativas da ONU), com a preservação de florestas, não menos importante num planeta que precisa manter seus recursos naturais e, assim, frear as mudanças climáticas. O conceito preconiza que a agricultura pode se beneficiar, e muito, de áreas intensamente arborizadas.

A prática agroflorestal já existe há décadas, mas agora começa a receber a devida atenção, disseminando-se pelo país. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), órgão ligado ao Ministério da Agricultura, está dando início a um projeto para identificar, mapear e estimular agroflorestas nas regiões Sul e Sudeste. No Estado do Rio, há exemplos de SAFs concentrados, principalmente, em Paraty, no Maciço da Pedra Branca (Zona Oeste do Rio) e na região de Casimiro de Abreu, onde uma oficina do Projeto Agenda Gotsch está capacitando 60 agricultores para adotar essas práticas em suas terras.

Marlene Assunção corta palmito em sua fazenda em Silva Jardim, interior do Estado do Rio. Foto: Agência O Globo

Agricultura sintrópica

A oficina é ministrada pelo pesquisador suíço Ernst Götsch, um dos pioneiros desse método de cultivo no país. O agricultor veio para o Brasil na década de 1980, estabelecendo-se numa fazenda no Sul da Bahia. Desde então, desenvolve técnicas de recuperação de solo com métodos de plantio que mimetizam a regeneração natural de florestas.

— Queremos trabalhar para criar agroecossistemas, que promovem essa integração. Em vez de estabelecer áreas de proteção permanente, constituir sistemas de integração permanente, que permitam ao agricultor produzir melhorando o solo e criando um ecossistema mais próspero — afirma Götsch, que está gravando uma série de vídeos para divulgar suas técnicas na internet.

O europeu usa a expressão “agricultura sintrópica” para definir o conceito que busca divulgar. Trata-se do uso de dinâmicas naturais para enriquecer ou recuperar o solo, que se torna apto para a produção agrícola sem a necessidade de fertilizantes químicos, apenas usando os recursos naturais. E sem devastação da mata.

Mas, para aproveitar ao máximo o que a natureza oferece para o cultivo, o manejo da floresta é fundamental. Quem explica é o técnico ambiental Nelson Barbosa, coordenador do Programa de Extensão Ambiental da Associação Mico-Leão-Dourado, em Silva Jardim. Segundo ele, a cada cinco anos, é preciso podar árvores, até mesmo derrubar algumas delas, e deixar os resíduos no solo. São estes resíduos (galhos e folhagens, por exemplo) que espalham na superfície os nutrientes absorvidos, anteriormente, pelas raízes das árvores nas camadas profundas da terra.

— É importante ter áreas de luz direta e sombras na plantação. É aí que ajudamos, levando equipamentos adequados para o manejo e mostrando onde fazer — explica Barbosa.

Cortar árvores da tão degradada Mata Atlântica pode parecer negativo, mas órgãos e ONGs ambientais dão força à prática feita de forma consciente. O Ministério do Meio Ambiente apoia agroflorestas em diferentes regiões. Em setembro de 2015, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) publicou uma resolução que regulamenta o manejo sustentável da floresta, para apoiar os SAFs em território fluminense.

— A agrofloresta é uma alternativa de proteção ambiental, mas também uma reserva de segurança alimentar — diz o pesquisador Eduardo Campello, da Embrapa Agrobiologia, que trabalha no mapeamento das SAFs. — Já temos um questionário pronto e espero ter resultados desse projeto em breve.

Fonte: O Globo

Agrotóxicos: ANVISA divulga lista dos alimentos com maior nível de contaminação


Se você acha que frutas e legumes eram saudáveis, é melhor rever seus conceitos. Ao invés de nutrientes, você pode estar ingerindo produtos tóxicos que fazem muito mal para sua saúde
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou uma lista com alimentos considerados saudáveis por todos, mas que em testes exibiram alto nível de contaminação por agrotóxicos. Para fazer o levantamento, a Anvisa levou em consideração dois pontos fundamentais:
1) Teores de resíduos de agrotóxicos acima do permitido;
2) Presença de agrotóxicos não autorizados para o tipo de alimento.
O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos de Alimentos analisou quase 2.500 amostras de 18 tipos de alimentos nos estados brasileiros. O resultado das análises é preocupante: cerca de 1/3 dos vegetais que o brasileiro mais consome apresentaram resíduos de agrotóxicos acima dos níveis aceitáveis.
Se você acha que frutas e legumes eram saudáveis, é melhor rever seus conceitos. Ao invés de nutrientes, você pode estar ingerindo produtos tóxicos que fazem muito mal para sua saúde. Os agrotóxicos são amplamente utilizados no campo para proteger as plantações de pragas. Um levantamento de 2010 indica que só naquele ano foram usadas 1 milhão de toneladas de agrotóxicos em plantações no país. Isso dá cerca de 5 kg para cada brasileiro. Na lista, quase todas as amostras coletadas de pimentão apresentavam contaminação acima do aceitável. Só a batata se salvou, não apresentando nenhum lote contaminado.
Consumo de alimentos contaminados pode causar câncer
A Anvisa alerta os consumidores para os riscos de se ingerir agrotóxicos. Segundo o órgão, o consumo prolongado e em quantidades acima dos limites aceitáveis pode acarretar vários problemas de saúde. Uma menor exposição pode causar dores de cabeça, alergias e coceiras, enquanto uma exposição maior pode causar distúrbios do sistema nervoso central, mal formação fetal e câncer.
A Academia Americana de Pediatria conduziu um estudo com mais de mil crianças, onde 119 apresentaram transtorno de déficit de atenção. Essas 119 crianças passaram por exames mais detalhados e constatou-se que seus organismos tinham organofosforado (molécula usada em agrotóxicos) acima da média.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Aprenda a fazer compostagem 100% vegetal e gere seu próprio adubo orgânico





Obs: Se você já está produzindo o Composto 100 % Vegetal, mesmo com alguma alteração no processo e nos materiais, ou se pretende iniciar a produção, pode entrar em contato conosco para compartilhar essa experiência pelo e-mail cnpab.monitoramento@embrapa.br

A Compostagem 100% vegetal utiliza matérias-primas renováveis e abundantes para obtenção de fertilizantes e substratos orgânicos, também conhecidos como adubos naturais. Aproveita resíduos e subprodutos de origem vegetal, que são isentos ou apresentam reduzida carga de contaminação química e biológica. É uma técnica muito simples, que pode ser utilizada com baixo custo e com reduzido emprego de mão-de-obra.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Aprenda a fazer uma horta em apenas um metro quadrado

Extraído do site: ciclo vivo


Aprenda a fazer uma horta em apenas um metro quadrado
Muitas pessoas que têm pouco espaço em casa acham que não é possível cultivar seus próprios alimentos. Mas, paisagistas ensinam que mesmo em pequenos ambientes é possível fazer hortas caseiras.
Em 2011, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mostrou que 28% dos vegetais consumidos no Brasil  possuem resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis. A alternativa então é cultivar seus próprios orgânicos, mesmo que o espaço seja pequeno.
Hoje, o CicloVivo separou o sistema do SERPAR (Serviço de Parques de Lima, no Peru) que ensina a cultivar uma horta quase completa ocupando apenas um metro quadrado.
Ideal para pequenos espaços, esta horta é cada vez mais popular entre os jardineiros urbanos. Ela é suficiente para o abastecimento diário de legumes de uma pessoa por um mês.
Por ocupar um pequeno espaço, a horta permite que o cultivador alcance toda ela para plantar, regar e colher, sem que precise de muito esforço. Além disso, é possível trabalhar na horta ao nível da cintura, o que facilita o cultivo por deficientes físicos.
Este sistema de cultivo é dividido entre quadrados e retângulos menores. Cada espaço tem um legume ou erva diferente.
Veja quais alimentos você pode cultivar e suas categorias:
Plantas pequenas: Rabanete, cenoura, cebola, espinafre, beterraba, alface e salsa.
Plantas grandes: Repolho, brócolis, couve-flor, berinjela e pimentas.
Plantas verticais: Tomate, pepino, vagem, ervilha e feijão.
Imagem: SERPAR (Serviço de Parques de Lima, Peru)
Na construção da estrutura podem ser usados tubos de ferro ou de PVC utilizados em alambrados ou também é possível adaptar e reutilizar algum outro material, como pedaços de madeira.
As plantas maiores ficam nas fileiras de trás e as menores, na frente, para que todas recebam a luz do sol. As plantas verticais, como os tomates, devem ser penduradas na estrutura. Amarre-as bem para que suportem o peso e o vento.
A rotação de cultivos é automática. Por exemplo, um cultivo que leva mais tempo, como o do tomate, pode ser plantado entre outros cultivos de colheita rápida e que seriam colhidas antes que a planta precise de mais espaço.
Redação CicloVivo

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Consultório agrícola: laranjas manchadas


Como tratar manchas pretas que estão cobrindo as folhas de mudas de laranjeiras?


por João Mathias
 Shutterstock
Fungo se desenvolve na substância açucarada expelida por inseto sugador (Foto: Shutterstock)
Como tratar as manchas pretas que estão cobrindo as folhas das mudas de laranjeiras que plantei em minha chácara? Arnaldo Rangel Costa 
Bragança Paulista, SP 

Em geral, mancha preta que cobre folhas de citros é denominada fumagina. Ela é resultado do ataque de inseto sugador, como cochonilha, pulgão, entre outros. A praga expele uma substância açucarada resultante de sua sucção e um fungo aproveita desse substrato para se desenvolver. O controle deve ser feito sobre o inseto sugador. Use inseticida nas doses indicadas pelo fabricante do defensivo associado a óleo mineral diluído em água. O produto tem de ser comprado com uma receita agronômica, muitas vezes conseguida na própria revenda. A fumagina desaparece quando o inseto for eliminado.

Consultor: José Dagoberto De Negri, engenheiro agrônomo e pesquisador do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Rod. Anhanguera, km 158, Caixa Postal 04, CEP 13490-970, Cordeirópolis, SP, tel. (19) 3546-1399,faleconosco@centrodecitricultura.br

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JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO?   ...

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