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segunda-feira, 18 de agosto de 2014
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Goji Berry: conheça os benefícios dessa fruta milenar
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Pode ser que você nunca tenha ouvido falar em Goji Berry - alimento tradicional na medicina chinesa ela é conhecida como a fruta da longevidade entre os tibetanos e vem conquistando cada vez mais espaço no cardápio dos brasileiros. Originária do sul da Ásia (China, Tibet e Índia) a fruta, por ter propriedades antioxidantes, ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, inflamatórias e distúrbios do sistema neurológico e imunológico. Porém, seu consumo crescente está mais associado à prevenção e tratamento do envelhecimento precoce - o que torna o Goji Berry a “fruta do momento”.
Qual é a quantidade recomendada?
Com tantos benefícios resta saber como tirar o melhor proveito deste alimento. No Brasil, a fruta é encontrada na forma desidratada e para alcançar seu efeito medicinal a dosagem recomendada pelos nutricionistas é de uma a três colheres por dia.
Emagrece?
Assim como todas as frutas, o consumo regular de Goji Berry pode ajudar no emagrecimento associado a uma alimentação adequada e hábitos de vida saudáveis como a realização de atividade física. “Não podemos esperar que apenas o consumo isolado do Goji Berry seja eficiente no emagrecimento. Já tivemos o óleo de coco, chocolate amargo, quinoa, chia, e agora temos o Goji Berry como o alimento da vez. O que é preciso entender é que não há fórmula mágica para emagrecimento”, explica Julianna Shibao, coordenadora do curso de Nutrição da Universidade Anhanguera de São Paulo - unidade Maria Cândida.
Consumo excessivo
Um mito que envolve a fruta é em relação à celulite, o Goji Berry possui atividade anti-inflamatória, mas seu consumo não está evidenciado nos estudos científicos como tratamento de desordens estéticas. O consumo excessivo de Goji Berry pode ocasionar alergias por alguns compostos presentes na fruta. “O Goji Berry pode dificultar a coagulação sanguínea, principalmente, em pacientes que já tomam anticoagulantes”, alerta Juliana. Por isso, vale ressaltar que seu consumo deve ser orientado por um médico ou nutricionista.
Onde comprar
Nas 280 lojas da Mundo Verde espalhadas pelo Brasil, a fruta Goji Berry pode ser encontrada em forma de cápsulas ou em pó para chá.
Goji Berry - Katigua: A opção em cápsula é uma forma prática para consumo, possui ainda colina, magnésio, selênio, zinco, vitamina B6, ácido fólico e cromo. Deve-se seguir a orientação de consumo presente no rótulo da embalagem do produto.
Goji Berry Instantâneo – Chá Mais: O goji instantâneo é enriquecido com vitaminas, minerais, colágeno, hibisco e é adoçado com estévia. É uma opção prática para consumo, a recomendação é adicionar 10 gramas em 200 ml de água e mexer até completa dissolução.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Ora-pro-nobis - Pereskia aculiata + Pão verde com ora-pro-nobis
Uma planta rica em proteínas que pode ajudar a minimizar o problema da fome não só no Brasil.
Conhecida popularmente como “ora-pro-nobis”, a planta Pereskia aculiata pertence à família dos cactos. É uma cactácea nativa da região que vem desde a Flórida até o Brasil. Trata-se de uma trepadeira que apresenta folhas suculentas e comestíveis, cuja forma lembra a ponta de uma lança. Por apresentar ramos repletos de espinhos e crescimento vigoroso, a planta pode ser usada com sucesso como uma cerca-viva intransponível.
Do ponto de vista ornamental, a “ora-pro-nobis” apresenta uma florada generosa que ocorre entre os meses de janeiro a abril, produzindo um espetáculo surpreendente. O curioso é que poucas pessoas conhecem ou tiveram a oportunidade de presenciar sua floração que, embora seja exuberante, é efêmera, pois dura apenas um dia. Uma outra característica interessante é que suas flores são muito perfumadas e melíferas, tornando o seu cultivo indicado também aos apicultores. Foto abaixo a raríssima flor da ora-pro-nobis
Pão e macarrão verdes
As folhas do ora-pro-nobis, desidratadas, contém 25,4% de proteína; vitaminas A, B e C; minerais como cálcio, fósforo e ferro. É uma planta que merece atenção especial por seu alto valor nutritivo e facilidade de cultivo, inclusive doméstico.
Por apresentarem fácil digestão, as folhas da planta podem ser usadas de diversas formas. Uma boa alternativa é triturá-las com água no liquidificador e juntar à massa do pão, acrescentando ao alimento mais nutrientes e uma atraente cor verde. O mesmo pode ser feito com a massa de macarrão. As folhas podem também enriquecer saladas, refogados, sopas, omeletes, tortas ou mesmo dar mais riqueza ao nosso velho arroz-com-feijão.
O cultivo mecanizado e o processamento industrial do ora-pro-nobis poderiam representar uma revolução nos recursos alimentícios da humanidade. No entanto, essa planta é pouco conhecida. Ela poderia integrar planos de governo na recuperação de áreas degradadas e no combate à fome, mas os políticos são cegos para o que o povo precisa. Assim, enquanto o ora-pro-nobis não desperta interesse no plano governamental, o cultivo doméstico pode representar o primeiro passo para a abertura de uma nova alternativa para as regiões áridas.
Os estudos para o desenvolvimento genético dessa planta poderiam trazer grandes benefícios, mas enquanto isso não acontece, o ora-pro-nobis pode ser cultivado em jardins e quintais, onde suas propriedades nutricionais e ornamentais têm a oportunidade de ser exploradas.
Pão verde com ora-pro-nobis:
Ingredientes
50g. de fermento para pão em tablete
½ copo de água fria
2 colheres (sopa) de margarina
2 ovos inteiros
1 colher (sopa) rasa de açúcar
1 colher (sobremesa) de sal
500g. de farinha de trigo (pode ir um pouco mais ou menos, dependendo do ponto da massa)
100g. de folhas de ora-pro-nobis
Modo de fazer
Dissolver o fermento juntamente com açúcar na água morna. Misturar em seguida os ovos, a margarina e o sal. Reserve. Colocar as folhas de ora-pro-nobis no liquidificador e bater com a água fria. Juntar aos ingredientes reservados, adicionando a farinha até que a massa comece a soltar das mãos.
Sovar bem e deixar descansar até que dobre de volume. Dividir a massa em dois pães e colocar novamente para crescer. Levar para assar em forno já aquecido.
Fonte: http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/A03orapronobis.htm
come-se: Minha chia
come-se: Minha chia: Eu sempre começo um olhar torto para qualquer produto que já chegue se apresentando como milagroso. Mas também sempre lhe dou uma chance, ...
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
terça-feira, 12 de agosto de 2014
A agricultura tem, de muito, sido a âncora econômica
Leitura e Critica
Eleições e o médio produtor rural
Ciro Antonio Rosolem
A agricultura tem, de muito, sido a âncora econômica
Apesar do aborrecimento pela propaganda eleitoral gratuita no rádio e TV, ela traz esperança: chance de trocar pessoas, pensamentos, objetivos, enfim, mudança de políticas públicas. A agricultura brasileira precisa disso. E a urgência vai muito além do problema de logística. A agricultura tem, de muito, sido a âncora econômica. Cresceu embalada por tecnologias, investimentos, por vezes com preços internacionais atrativos. Mas novos tempos se avizinham. Até agora, crises de preços baixos foram vencidas com aumentos na produtividade, mas este elástico está quase no limite. Não deve ser mais esperado crescimento significativo na produtividade.
Grosseiramente, pode se dividir os produtores rurais em três “tamanhos”. Os pequenos (enquadrados como familiares), os médios e os grandes. Os pequenos, bem ou mal, vêm sendo assistidos, muitas vezes subsidiados por programas governamentais. Não quero aqui discutir o uso de recursos públicos em assentamentos que, muitas vezes, se configuram como duvidosos. Os programas existem. Os grandes, por sua capacidade econômica e gerencial, mais sua escala de produção, têm conseguido produzir a custos muito competitivos. E os médios?
Os agricultores médios constituem vasta legião, responsáveis por significativa parte da produção. Vivem, trabalham, se divertem em sua cidade. Compram na revenda da esquina, nas lojas locais, contratam os profissionais do interior. Muito diferente das grandes empresas agrícolas. Assim, em função de sua escala de produção, seu produto é mais caro. Sua competitividade é menor no mercado. Por isso a agricultura de médio porte vem diminuindo de tamanho. Em algumas regiões, as cooperativas têm mantido o médio agricultor. Mas, onde estão os programas e as políticas públicas deste segmento?
Nota-se aumento no número de grandes grupos, inclusive com empresas de capital aberto, atuando na agricultura brasileira. Isso tem trazido competitividade. Enquanto os preços internacionais estiverem altos, há esperança para os médios agricultores, mas isso deve mudar. Então, o que será daqueles que estão sendo expulsos da atividade? É isso que queremos? De um lado grandes empresas agrícolas, muito eficientes e de outro o agricultor familiar muitas vezes subsidiado? No meio de um deserto? Qual a consequência para a economia da maioria dos municípios?
Eleições: tempo de discussão de ideias e de mudar políticas. Quem encampa a defesa do médio produtor rural?
Correio Riograndense 5406
Cultive em casa e economize ; )
Confira 9 vegetais e temperos que você pode comprar uma vez e cultivar. Eles voltam a crescer sempre!
Por Nosso Bem Estar
LA BIO GUIA/ DIVULGAÇÃO/ NBE
Plante uma vez e tenha sempre em casa o alimento
Existem alguns ingredientes de cozinha que usamos com frequência e compramos sempre. Cebola, alho, coentro, cenoura e ervas frescas são fundamentais para muitos pratos e até podem ser baratos, mas quando usamos todos os dias pode fazer uma boa diferença.
Alguns alimentos são realmente fáceis de crescer novamente em casa, e podem até ser cultivados na sua cozinha. Reunimos aqui 9 vegetais e ervas que você pode comprar uma vez e voltarão a crescer sempre!
1. Manjericão. Coloque alguns ramos com talos de 10 centímetros em um copo de água e deixe-os em um local com luz direta. Quando as raízes estiverem com cerca de dois centímetros de comprimento, você pode plantá-las em vasos para ver crescer toda uma planta de manjericão.
2. Alho. Quando o alho começa a brotar, os pequenos brotos verdes são muito amargos para cozinhar. Mas, em vez de jogar no lixo os dentes germinados, você pode colocar em um copo de água e ver crescer brotos de alho. Eles têm sabor muito mais suave que os dentes de alho e são ótimos para saladas, massas e decorações.
3. Alface. Coloque o tronco de uma cabeça de alface ainda intacto em uma tigela com um centímetro e meio de água e deixe perto de uma janela. Em poucas semanas começará a ver novas folhas. Estará totalmente crescido em cerca de 3 ou 4 semanas.
4. Cebolinhas. Em menos de cinco dias você pode ver crescer um ramo inteiro de cebolinhas. Basta deixar três centímetros de brotos unidos com as raízes em um pequeno copo com água.
5. Folhas de cenoura. Geralmente cortadas e jogadas fora, podem voltar a crescer se colocar em uma tigela com um pouco d'água. Coloque o recipiente em uma janela bem iluminada e logo terá novos brotos de cenoura.
6. Gengibre. Pode ser plantado no solo para crescer novamente, mas o processo é um pouco mais longo. Pode levar vários meses para germinar. Você poderá colhê-lo totalmente crescido em 8 ou 10 meses.
7. Champignon. Cogumelos podem ser plantados no solo com um pouco de adubo ou pó de café usado. É preciso mantê-los em um ambiente úmido, de preferência onde será frio à noite. Pode ser difícil de cultivar, já que em poucos dias os talos começam a germinar e as cabeças apodrecem.
8. Coentro. Suas raízes podem crescer se as hastes forem colocadas em um copo de água. Como as raízes são longas, você pode simplesmente plantá-las em uma panela. Em duas semanas começará a brotar e em dois meses você terá uma planta inteira.
9. Cebolas. Plante a raiz que seria descartada em um vaso ou diretamente no solo para ela voltar a crescer. Você poderá cozinhá-la cedo e ter cebolas verdes e frescas ou esperar até que esteja completamente desenvolvida.
Fonte: La Bío Guia - www.labioguia.com
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
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