Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Semente é diamante!! "Passado Semente Futuro"
O que importa mais num alimento a quantidade ou a qualidade?
Quanto vale uma semente rara que é cultivada melhorada há mais de 1.000 anos? Comecei a tratar o assunto em 2010, produzindo o documentário "Passado Semente Futuro".
"Semente é Diamante" é a continuação dessa pesquisa. Gravado em 2011, em Botucatu, durante a 2ª Feira de trocas de Sementes Tradicionais e Crioulas de São Paulo e também em Itapevi, no Sítio Vida de Clara Luz. Entrevistados: Denilza Santos, Lin Chau Ming, Ademar do Nascimento, Pedro Jovchelevich, Marcelo Laurino, Peter Webb, Edmar Costa e Ivete de Almeida.
Produção:Resgate Cultura
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Compostagem diminui a emissão de metano
Uma atitude simples e rica em nutrientes: ao invés de jogar os restos de alimentos diretamente no lixo, por que não transformá-los em adubo?A quantidade produzida de lixo é reduzida e, com ela, a liberação de metano, um gás altamente tóxico. Além de ajudar o planeta, você pode adubar sua horta e evitar o uso de agrotóxicos, prejudiciais à saúde. Saiba mais sobre compostagem e seus benefícios, na 10ª edição do Almanaque, com a pesquisadora do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) Adriana Charoux.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Compostaje soluciona tus problemas de residuos
El
compost es una excelente forma de aprender el valor de la reducción de
residuos, su descomposición natural y cómo las plantas usan los
nutrientes para crecer.
Fabiola Torres hace 6 meses
Como una forma de contrarrestar las grandes acumulaciones de residuos en los vertederos, la realización de compost es una solución sencilla y económica al alcance de todos.
Toda la basura orgánica que se produce en una casa es capaz de convertirse en un material rico en nutrientes para nuestras plantas o cosechas, además de ayudar en la lucha contra la contaminación. Es por eso que cada día más personas y plantas industriales usan el sistema de compostaje para transformar la basura orgánica en diversas aplicaciones ecológicas. Un simple contenedor, unas cuantas instrucciones y paciencia es lo único que se necesita para comenzar a tener tu propio compost en casa.
¿Por qué compostar?
Con el compostaje se pueden reducir de manera económica la cantidad de residuos orgánicos urbanos, agroforestales y ganaderos. Al igual que en los sistemas de desecho tradicionales, se usa un contenedor para depositar los residuos al que se llama compostador. La diferencia es que la basura no es llevada por un camión recolector a un vertedero, sino que se aprovecha.
Las microorganismos realizar un proceso de descomposición aeróbica (en presencia de oxígeno) que transforma la basura en compost. El proceso, si se realiza de la manera adecuada, no produce malos olores.
El material resultante se puede usar como complemento a los abonos en la agricultura o jardinería, para controlar la erosión y mejorar los suelos o bien destruir organismos patógenos. El compost también sirve para los sistemas de biorremediación, degradar hidrocarburos y otros compuestos tóxicos. El compostaje se puede realizar en activo o caliente, en pasivo o temperatura ambiente, o bien mediante el uso de lombrices rojas o de la familia Lumbricidae.
El compost es una excelente forma de aprender el valor de la reducción de residuos, su descomposición natural y cómo las plantas usan los nutrientes para crecer.
Ver en Vimeo
Fuente: Compostaje para acabar con los residuos (Placc.org)
Toda la basura orgánica que se produce en una casa es capaz de convertirse en un material rico en nutrientes para nuestras plantas o cosechas, además de ayudar en la lucha contra la contaminación. Es por eso que cada día más personas y plantas industriales usan el sistema de compostaje para transformar la basura orgánica en diversas aplicaciones ecológicas. Un simple contenedor, unas cuantas instrucciones y paciencia es lo único que se necesita para comenzar a tener tu propio compost en casa.
¿Por qué compostar?
Con el compostaje se pueden reducir de manera económica la cantidad de residuos orgánicos urbanos, agroforestales y ganaderos. Al igual que en los sistemas de desecho tradicionales, se usa un contenedor para depositar los residuos al que se llama compostador. La diferencia es que la basura no es llevada por un camión recolector a un vertedero, sino que se aprovecha.
Las microorganismos realizar un proceso de descomposición aeróbica (en presencia de oxígeno) que transforma la basura en compost. El proceso, si se realiza de la manera adecuada, no produce malos olores.
El material resultante se puede usar como complemento a los abonos en la agricultura o jardinería, para controlar la erosión y mejorar los suelos o bien destruir organismos patógenos. El compost también sirve para los sistemas de biorremediación, degradar hidrocarburos y otros compuestos tóxicos. El compostaje se puede realizar en activo o caliente, en pasivo o temperatura ambiente, o bien mediante el uso de lombrices rojas o de la familia Lumbricidae.
El compost es una excelente forma de aprender el valor de la reducción de residuos, su descomposición natural y cómo las plantas usan los nutrientes para crecer.
Ver en Vimeo
Fuente: Compostaje para acabar con los residuos (Placc.org)
Fabiola Torres
Fabiola
Torres estudia periodismo en la Universidad de Chile y se traslada por
Santiago en una single speed despues del robo de su anterior bicicleta.
Le gusta todo lo que tenga relacion con el uso de medios alternativos de
transporte y la libertad que estos confieren en una ciduad como
Santiago; ademas adorna su cuerpo con 14 tatuajes y un piercing. Puedes
seguirla en su twitter @fabsy_
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Quase 900 milhões de pessoas vão dormir com fome. Relatório aponta risco de uma catástrofe.
“Temos um problema muito importante. Quase 900 milhões de pessoas vão dormir com fome, o que é um desastre para a humanidade, para a ONU e para os Objetivos do Milênio.
Se as coisas não mudarem, teremos uma catástrofe alimentar. Temos que
intervir, agora, para resolver problemas que serão inevitáveis dentro de
50 anos”. O economista Gonzalo Fanjul foi o encarregado, neste meio dia, de dar voz para “O desafio da fome”, um relatório elaborado por Mãos Unidas, com a colaboração da AECID e que foi apresentado na Universidade Pontifícia Comillas.
A reportagem é de Jesús Bastante, publicada no sítio Religión Digital, 24-04-2013. A tradução é do Cepat.
Entre as propostas deste relatório, Mãos Unidas advoga por uma “mudança de sistema econômico”,
que elimine o consumo desenfreado e que incorpore decisões políticas
que freiem a destruição ambiental. “Urge enfrentar o problema orientando
os sistemas de produção de alimentos, as regras econômicas e as
decisões políticas para garantir o direito à alimentação, acima de
qualquer interesse”, destaca o relatório, que sustenta que “ao menos uma
em cada seis pessoas não tem alimentos suficientes para ser saudável e
levar uma vida ativa. A fome e a desnutrição são consideradas, em nível
mundial, o principal risco para a saúde, mais do que a AIDS, a malária e a tuberculose juntas”.
“Jogamos 30% dos alimentos produzidos, afetando tanto o meio ambiente
como o seu preço”, uma situação que é absolutamente inapresentável,
sustenta o relatório, que acrescenta que três quartas partes dos que
sofrem a fome vivem em áreas rurais, principalmente na Ásia e África, expostos a secas e inundações.
Por isso, Mãos Unidas propõe aplicar reformas
agrárias e outros mecanismos que garantam aos pobres o acesso a terra,
para que possam cultivar seus alimentos e gerar excedentes de maneira
sustentável.
Entre suas recomendações, inclui a de vigiar as novas gerações de
biocombustíveis, de maneira que não afetem a disponibilidade de terra
para os pequenos camponeses, além de limitar a possibilidade de que
investidores privados e governos estrangeiros adquiram grandes extensões
de terras cultiváveis nos países em vias de desenvolvimento.
Segundo o relatório anual da FAO, “O Estado de insegurança alimentar no mundo - 2012”, atualmente há 870 milhões de pessoas com fome.
Péssimas perspectivas
No mundo, há uma população de 7 bilhões de pessoas, sendo que na
metade do século poderá aumentar em outros 2 bilhões. No ano 2025, 1,8
bilhão de pessoas viverão em países ou regiões com escassez absoluta de
água, e dois terços da população poderão estar vivendo em condições de
carência, prenuncia.
Também lembra que, segundo a Agência Internacional de Energia,
os biocombustíveis poderão proporcionar, em 2050, 27% do total de
combustível para o transporte (em comparação aos 2% atual) e reduzir
notavelmente o uso de diesel, querosene e combustível de avião.
O ato foi aberto pela presidente de Mãos Unidas, Soledad Suárez, que defendeu que “somos nós os que temos que mudar o mundo, desafiando a fome, como aquelas mulheres fizeram há 54 anos”.
A apresentação serviu como motivação para que alguns especialistas
dessem sua opinião a respeito do atual estado das coisas. Estas foram
algumas das reflexões mais relevantes:
Imaculada Cubillo, membro da campanha Direito à Alimentação, Cáritas,
opina que “o documento me parece muito completo e expõe com toda
clareza os conceitos básicos para entender a magnitude da situação da
fome, num contexto de mudança climática. É imprescindível sua
compreensão para adotar a atitude solidária e a visão política de sua
solução. Os exemplos ilustram bem esta necessidade”.
Jerônimo Aguado, membro da Via Campesina - Plataforma Rural,
considera que o relatório resulta “muito bem elaborado e um bom
diagnóstico da questão da alimentação e do problema da fome em escala
global”.
Lourdes Benavides, da campanha CRECE, Intermón Oxfam,
destaca que “entre todos e todas, devemos conseguir mudanças urgentes
em políticas públicas, em práticas de empresas, em nosso modo de
consumir, para que todos nós, pessoas que habitamos o planeta, voltemos a
estar no centro de um mundo mais justo, mais equitativo e sustentável. E
Mãos Unidas, com seu relatório, contribui para esse fim”.
Marco Gordillo, coordenador do Departamento de Campanhas da Mãos Unidas,
que é o responsável da elaboração deste relatório e para quem o
documento “insiste que para garantir o direito à alimentação, é
necessário reorientar nossos sistemas de produção agrícola, recuperando
sua função social, ambiental e econômica, priorizando o acesso aos
alimentos para todos, especialmente para os mais pobres e vulneráveis”.
Além disso, através do Skype, houve a participação de Henry Morales, Movimento Tzuk Kim-Pop
(Guatemala), que lembrou como em seu país a maioria da produção
alimentar (80%) está nas mãos de apenas 2% da população, num país onde a
desnutrição infantil é um gravíssimo e secular problema.
Carlos García, do Instituto Socioambiental – ISA (Brasil), denunciou que, nos últimos anos, 100 povos indígenas desapareceram, 1.500 líderes foram assassinados e 700.000 quilômetros quadrados (uma Espanha e meia de superfície) da Amazônia foram desmatados.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Participando do fórum internacional de mudanças climáticas. Pesquisadores tentam salvar o café das mudanças climáticas
Interessantes palestras sobre as mudanças climáticas. O que estamos fazendo para minimizar seus efeitos???Pesquisadores tentam salvar o café das mudanças climáticas: O Brasil é o maior produtor de café do mundo, mas isso pode mudar com as alterações no clima
Créditos: DWO café é a bebida preferida do mundo e a commodity mais requisitada depois do petróleo. Mas ele pode estar ameaçado pelas mudanças climáticas. Com um quarto da produção mundial, o Brasil é o maior produtor e exportador de café do planeta, e o consumo da bebida aumenta cada vez mais. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a estimativa para o ano de 2013 no Brasil é de colher 47,8 milhões de sacas de 60kg de café, mais de 2 milhões de toneladas.
No entanto, pesquisadores afirmam que as alterações no clima podem influenciar na produção do grão. Especialmente o café do tipo arábica, sensível a altas temperaturas, pode ter a produção seriamente prejudicada. Para evitar problemas no futuro, pesquisadores fazem simulações e tentam achar uma maneira de manter o cultivo, mesmo em situações adversas.
Previsões pessimistas
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) estima que as temperaturas ao redor do globo podem subir de 1,8ºC a 4ºC até o final do século 21. O que, segundo especialistas, apresenta sérios desafios para a indústria cafeeira nas próximas décadas.
No Brasil, o tipo café mais ameaçado é o arábica, que representa 73% do grão colhido no país. A temperatura ideal para este tipo de café é de 18ºC a 22ºC. De acordo com o professor Hilton Silveira Pinto, pesquisador e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o aumento de 1ºC na temperatura já implicaria na perda de cerca de 25% da produção.
Isso porque se durante o florescimento das árvores houver um único dia de temperatura acima de 23ºC, a perda de flores é significativa. O professor comenta ainda que, nos últimos anos, em algumas regiões como São Paulo, foram registrados até 10 dias com temperaturas acima de 23ºC no período de setembro a outubro.
Pinto explica que, numa previsão mais pessimista e extrema, em que o aumento da temperatura fosse de 3ºC -- o que aconteceria entre 2030 e 2040 --, a queda na produção de café poderia chegar a 30 milhões de sacas. O que significaria uma quebra de safra de 90%, ou seja, 10,6 milhões de hectares de café a menos.
Atualmente são produzidos cerca de 2 milhões de toneladas de café por ano. Com o aumento de 1ºC, esse número cairia para 1,54 milhão. Com 3ºC a mais, a produção seria de apenas 840 mil toneladas por ano. E num caso crítico, com 5,8ºC de aumento na temperatura, a produção cairia para 160 mil toneladas.
Soluções encontradas
Para fugir das altas temperaturas, a solução encontrada pelos especialistas é ganhar altitude. Pinto diz que já se está perdendo café nas áreas mais baixas de Minas Gerais e São Paulo. No entanto, o Paraná está ganhando áreas para os cafezais, já que, com o aquecimento, em muitas regiões altas praticamente não há mais geadas.
O pesquisador explica que as plantações são feitas agora em áreas acima de 650 metros, com temperaturas mais amenas, o que favorece também a qualidade do café.
De acordo com o professor, em uma situação extrema, a saída seria mudar a região de plantio para Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Mas embora a temperatura venha a ser adequada, no Sul não ocorre o período de seca necessário para a secagem do café.
Projeto piloto
Com o objetivo de capacitar produtores de café, sobretudo de base familiar, para reagir aos impactos das mudanças climáticas, foi criada em 2010 a iniciativa internacional Coffee & Climate (Café e Clima). O projeto está sendo executado em quatro países-chave para a cafeicultura: Brasil, Guatemala, Tanzânia e Vietnã.
O Coffe & Climate criou uma série de práticas que ajudam os produtores rurais a buscar saídas contra a falta de água e o aumento da temperatura. Os produtores locais participam ativamente do projeto.
"Nós desenvolvemos uma metodologia de triangulação de informações entre produtores rurais, extensionistas de campo, pesquisadores e cientistas para analisar os pontos convergentes em relação às alterações climáticas e buscar formas para atenuar ou se adaptar a esta mudança" diz Patrik Avelar Lage, coordenador do projeto no Brasil pela Fundação Hans Neumann.
O Brasil é o primeiro país em que o projeto entrou em execução. De acordo com Lage, foram desenvolvidas no país oito práticas para monitorar e ajudar na adaptação às mudanças no clima. "A ideia é estabelecer unidades demonstrativas para colher informações sobre as novas práticas, como a utilização de mudas de café de um ano, em vez de mudas de seis meses. Assim, as raízes já estão mais profundas e reagem melhor às condições adversas do clima, como em períodos de seca", diz.
Segundo o coordenador, produtores rurais e líderes comunitários estão ajudando a monitorar o clima, ao registrar regularmente temperatura e precipitação local. "As estações de coleta de dados climáticos geralmente têm um nível muito abrangente, então nós identificamos produtores que podem fazer este monitoramento local", diz Lage. Ele comenta que, pelos resultados obtidos, as oito práticas desenvolvidas no projeto podem ser uma boa saída para salvar as plantações das alterações climáticas.
O projeto é desenvolvido em Minas Gerais, nos municípios de Perdões, Santo Antônio do Amparo, Lambari, São Francisco de Paula, Ribeirão Vermelho e Cana Verde.
FONTE
Deutsche Welle
Autoria - Kamila Rutkosky
Edição - Francis França
Links referenciados
Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticaswww.ipcc.ch
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
www.ibge.gov.br
Universidade Estadual de Campinas
www.unicamp.br
Fundação Hans Neumann
www.hrnstiftung.org/projects.html
Coffee & Climate
www.coffeeandclimate.org
Deutsche Welle
www.dw-world.de/dw/0,,607,00.html
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Amigos do planeta
Óleo de fritura vira combustível veicular. Garrafas pet iluminam ambientes. Permacultura dá vida a aldeia em Goiás. Paisagista recria a natureza em Minas.
terça-feira, 23 de abril de 2013
Amendoim forrageiro brotando após 15 dias
| Preparando as mudas em Montenegro |
Observei a brotação das mudas de amendoim forrageiro que havia plantado em 6 de abril,. Estão começando a mostrar as primeiras folhas, como assinalei nas fotos com elipse vermelha. O local é de meia sombra , sendo que de 20 mudas , 12 brotaram.
Em dezembro de 2012 plantei algumas mudas neste mesmo local e não tive sucesso. Agora utilizei mudas com 35 cm de comprimento com o mínimo de folhas, para evitar o ressecamento das mudas.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
RIC Rural mostra propriedade de Toledo que usa o sistema mandala
O RIC Rural mostra um projeto que estuda o desenvolvimento sustentável dentro de pequenas propriedades por meio de um sistema conhecido como mandala. Em Toledo uma propriedade serve como modelo desse método.
Imagens: Darlan de Lima
Reportagem: Kethleen Simony
Exibição em: 04/09/2011
RIC Rural (veiculação estadual/PR)
Apresentação: Sérgio Mendes e Rose Machado
ricrural@ric.com.br
sábado, 20 de abril de 2013
Pequenas propriedades com grandes variedades!
É uma realidade comum nos asseentamentos! Pra não dizer indispensável a diversificação na pequena propriedade!
Bom final de semana!
Hoje vou visitar os sítios que são nossos clientes!
abraço
alexandre panerai
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