terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ventos causam queda de árvore no trabalho

Os ventos estão intensos na tarde de hoje em Porto Alegre, causaram a queda de uma árvore no meu atual trabalho. 

Inúmeras vezes solicitamos a secretaria do meio Ambiente de Porto Alegre, para avaliar estas árvores cinquentenárias, olharam e podaram uns galhinhos. Ainda bem que não teve nenhuma vítima.








Rio Grande do Sul tem rajadas de vento de mais de 100km/h.

Estado já sente os efeitos de ciclone extratropical

Rajadas podem chegar a 70 Km/h em alguns pontos de Porto Alegre<br /><b>Crédito: </b> Pedro Revillion / CP
Rajadas podem chegar a 70 Km/h em alguns pontos de Porto Alegre
Crédito: Pedro Revillion / CP
Moradores do Rio Grande do Sul começaram a sentir nesta terça-feira os efeitos do ciclone extratropical vindo do Prata, conforme alertou ontem a MetSul Meteorologia. Em Rio Grande, no Sul do Estado, as rajadas chegaram a 114 km/h na 4ª secção da barra. Às 13h registrou-se 88 km/h em Canguçu e 80,6 km/h no Chuí, também no Sul, 77,4 km/h em Caçapava do Sul, no Sudoeste, e em Mostardas, no Litoral Norte. A previsão é de que as rajadas se intensifiquem da tarde para a noite e a velocidade dos ventos pode chegar a 70 km/h na Capital.

A barra de Rio Grande foi fechada por volta das 11h30min desta terça-feira em razão dos fortes ventos. Assim, a entrada e saída de navios está suspensa por tempo indeterminado.

Antes, um navio que estava ancorado próximo aos cais de São José do Norte foi arrastado pelo vendaval e colidiu na estrutura do local. Dois rebocadores foram utilizados para desencalhar a embarcação e colocá-la na área de atracação.

A balsa que realiza a travessia de veículos de Rio Grande a São José do Norte fez apenas uma viagem no começo da manhã. Após, o serviço foi suspenso em razão do risco oferecido pela ventania.

O ciclone castigou hoje o Uruguai, onde os ventos chegaram a 109 km/h em Punta del Este por volta das 11h. De acordo com a MetSul, a ventania será mais intensa naquele país. A ventania foi destaque nos principais jornais uruguaios, como o El País.
fonte: http://mariscoventania.blogspot.com.br/2012/10/rio-grande-do-sul-tem-rajadas-de-vento.html

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Combatendo a erosão na pequena propriedade rural

Início do plantio novembro 2011
Capim elefante Outubro 2012
Utilizar os recursos disponíveis é uma possibilidade de sucesso sem custos adicionais!
Após a saída do último caseiro do sítio, em agosto de 2011, resolvemos colocar em prática uma determinação que tinhamos acertado com este trabalhador. O plantio de mudas do capim elefante nas margens do arroio que corta o sítio, para atenuar o processo erosivo.

Capim elefante Outubro 2012
O capim-elefante (Pennisetum purpureum, Schumach) é, sem dúvida, uma das gramíneas mais importantes e mais difundidas em todas as regiões tropicais e subtropicais do mundo. É originário da África, onde ocorre naturalmente em vários países, desde a Guiné, no oeste, até Angola e Zimbabwe, no sul, e Moçambique e Quênia, no leste africano (BRUNKEN apud TCACENCO; BOTREL, 1997).
Podemos observar pelas fotos que os primeiros resultados positivos já são visualizados. Continuaremos o plantio do capim elefante nas bordas do arroio. Atrás da linha de capim elfante estamos experimentando outra espécie o amendoim forrageiro. O amendoim forrageiro é indicado para cobertura verde nas entrelinhas de pomares, é um adubo verde pois fixa o nitrogênio da atmosfera. Suas raízes com 30 a 40 cm fazem um belo trabalho na contenção da erosão e recuperação de áreas degradadas.

Capim elefante Outubro 2012


Bergamoteira sofrendo uma erosão é muito forte out 2012


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

PR: estufa de bambu para hortaliças -- Record News Rural

Produtores de hortaliças, verduras e legumes sabem que uma boa estufa é fundamental para evitar perdas na produção. O problema é o custo. Pensando em resolver essa questão, técnicos do governo paranaense desenvolveram uma tecnologia que usa bambu. Além de bem mais em conta, ela é ecologicamente correta.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Produtos orgânicos são destaque no Dia Mundial da Alimentação


Foto: Ivo Gonçalves/PMPA
Feira de Produtos Orgânicos terá espaço na Emater durante a terça-feira
Feira de Produtos Orgânicos terá espaço na Emater durante a terça-feira.
A Associação dos Produtores da Rede Agroecológica Metropolitana (Rama), entidade apoiada pela Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (Smic), realiza nesta terça-feira, 16, a II Feira de Produtos Orgânicos. Dia 16 de outubro é o Dia Mundial da Alimentação, uma data criada pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) com o objetivo de chamar a atenção para o problema da fome no mundo e estimular o combate ao desperdício. Nos últimos anos, produtores rurais e instituições ligadas à produção agrícola têm aproveitado a data para divulgar a segurança alimentar e incentivar o consumo de agroecológicos.

A Smic faz o trabalho de orientação dos agricultores que trabalham com orgânicos, e também regulamenta e fiscaliza essa cadeia, desde a produção até a comercialização. “Nós temos hoje quatro feiras ecológicas em Porto Alegre e cinco pontos de venda desses produtos. Temos mais de 20 produtores com alvará, totalmente regularizados. E estamos avançando mais. Nosso foco é capacitá-los e qualificar as feiras que terão, em breve, regras e padrões, dando segurança alimentar ao consumidor e agregando valor aos produtos da zona rural de Porto Alegre”, diz o secretário da Smic Omar Ferri Júnior.

A Rama reúne cerca de 80 famílias de agricultores que trabalham com produtos ecológicos em Porto Alegre e cidades da Região Metropolitana. Esses produtores estão se organizando para obter a certificação do Ministério da Agricultura para produtos orgânicos.

Para comemorar o Dia Mundial da Alimentação, a Rama promove nesta terça-feira,16, a feira de produtos no estacionamento da Emater (rua Rua Botafogo, 1051, Menino Deus), das 9h às 17h30. Os consumidores poderão adquirir verduras, legumes, frutas, flores, geleias, pastas, cogumelos, ovos, panificados, entre outras novidades, direto dos produtores. A proposta é mostrar o potencial de produção orgânica existente nas áreas rurais de Porto Alegre e Viamão.

/alimentos /feiras
Texto de: Melina Fernandes
Edição de: Paulo Tomás Velho Cardone
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

Fossa Séptica Alternativa - Projeto Rondon 2011

Produção de uma fossa séptica de baixo custo para a cidade de Curionópolis no Pará, trabalho realizado por universitários da Universidade Fumec a partir do Projeto Rondon - Operação Carajás, janeiro 2011.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Produção orgânica de citros na propriedade familiar

Com tecnologias simples e de baixo custo, agricultores do Rio Grande do Sul estão produzindo citros, como laranja, tangerina, lima, limão e bergamota, em um sistema orgânico de produção. No Prosa Rural desta semana, o pesquisador da Embrapa Clima Temperado (Pelotas/RS), Roberto Pedroso de Oliveira, explica que, além das frutas, é possível produzir subprodutos orgânicos, tais como sucos, geleias, doces, sorvertes, óleos essenciais, ração para alimentação animal, dentre outros. Ele fala também sobre as alternativas de manejo adotadas pelos produtores de citros da região.
“ A partir de um pomar orgânico devidamente certificado, todos os subprodutos da fruta no pomar também serão orgânicos, desde que a mesma regras sejam utilizadas na etapa industrial”, ressalta.
De acordo com Pedroso, nesse sistema de produção alternativo, os fertilizantes sintéticos são substituídos por biocompostos produzidos a partir da compostagem de restos da lavoura, estercos e até de resíduos de agroindústrias. As plantas invasoras dos pomares são tratadas como espontâneas e não como daninhas, sendo manejadas de forma a não causarem danos econômicos e a aumentarem a diversidade biológica dos pomares, sem uso de herbicidas.
Quanto ao manejo das pragas e doenças, são utilizadas práticas culturais de controle biológico e de produtos naturais, na forma de caldas, que inibem a proliferação das pragas, em substituição aos acaricidas, inseticidas e nematicidas de origem sintética. Pedroso explica que, nesse sistema, o custo de produção dos citros é menor em relação à produção convencional, mas a produção por hectare também é menor em função do sistema de cultivo adotado.
Dentre as tecnologias adotadas pelos produtores de citros em um sistema orgânico estão: o preparo mínimo do solo; a produção orgânica de mudas; a elaboração de biocompostos a partir de resíduos dos pomares e de agroindústrias; adubação com biocompostos líquido e sólido, ricos em nutrientes disponíveis para as plantas;  técnicas para manejo das plantas espontâneas; uso de árvores de grande porte em sistema agroflorestal; raleio de frutos e técnicas de poda; controle de pragas e doenças com uso de caldas produzidas na propriedade; cuidados na colheita e beneficiamento de citros nos chamados packing house - unidades de recepção, armazenamento, classificação, encaixotamento e expedição das frutas produzidas pelos pomares próprios e adquiridas de produtores terceirizados.
O presidente da Cooperativa dos Citricultores Ecológicos do Vale do Caí, a Ecocitrus, Fábio Èsswein, é outro convidado do Prosa Rural. Fundada em 1994, em Montenegro, no Vale do Caí, a Ecocitrus foi criada por pequenos agricultores como alternativa à agricultura convencional.
“No ano passado, produzimos cerca de 600 toneladas de laranjas orgânicas e 3 mil toneladas de tangerinas e bergamotas. E de dois anos para cá, nossa produção tem se destinado especialmente à fabricação de sucos orgânicos, apenas uma pequena parte vai para a alimentação escolar, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar, o PAA”, destaca.
Saiba mais sobre este assunto ouvindo o Prosa Rural desta semana, o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Texto: Maria Clara Guaraldo (MTb 5027/MG)
2012/08/16
Cristiane Betemps (MTb 7418/RS)
Email: Cristiane.betemps@cpact.embrapa.br
Telefone: (53) 3275 - 8113
Embrapa Clima Temperado

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Húmus de minhoca pode ser um grande parceiro do pequeno produtor rural

Divulgação/Itaipu Binacional
Foto: Divulgação/Itaipu Binacional

Adubo caseiro contém hormônios vegetais que fortalecem as plantações.



Húmus de minhoca melhora a porosidade dos terrenos
Uma alternativa simples e barata para pequenas propriedades rurais adubarem o solo é investir em um minhocário campeiro. Com a produção de húmus de minhoca é possível obter um produto de qualidade para fertilizar hortas, pomares, flores e plantas em geral sem o uso de adubos químicos e industrializados.

Húmus é todo material orgânico degradado no solo. Já o húmus de minhoca é a excreção do próprio anelídeo, que come material orgânico e acaba fertilizando a terra. Este tipo de adubo melhora a porosidade dos terrenos, reduz o risco de erosão e acelera o processo de humificação dos demais resíduos de matéria orgânica presentes no solo. Por não ser tão solúvel quanto os fertilizantes industrializados, o húmus não é levado junto com a água da chuva e possui praticamente todos os nutrientes necessários às plantas, mantendo a planta em boas condições ao longo do cultivo.

– O húmus de minhoca possui praticamente todos os nutrientes que tem o adubo mineral, desses comprados em agropecuárias Nele contém nitrogênio, fósforo, potássio, magnésio, cálcio e uma série de micronutrientes. Quando o húmus é produzido a partir de esterco, ele contém também uma serie de hormônios vegetais que fortalecem as plantações – explica o pesquisador da Embrapa, Gustavo Schiedeck.

A produção de adubo de minhoca também proporciona a sustentabilidade na propriedade rural, especialmente na agricultura familiar. Segundo o pesquisador, o húmus pode ser uma prática integradora de outras atividades, pois pode ser feito a partir de excrementos de animais, como vacas, porcos e aves, quanto de restos de colheita, capina, misturados ou não, da própria propriedade. Sem a necessidade de alta mão de obra, construir e manter um minhocário pode ser uma boa saída para pequenas fazendas.

A espécie de minhoca mais utilizada para a formação de um minhocário é a “Vermelha da Califórnia”. Essas são indicadas para a prática porque comem rápido e em grande quantidade (por dia, ingerem uma quantia de alimento que equivale ao seu peso) e reproduzem-se com facilidade (quando duas minhocas acasalam, por serem hermafroditas, ambas saem fecundadas).


– A cada três dias a minhoca coloca um casulo, onde vão nascer até três minhocas. Em 90 dias, elas estarão adultas, prontas para começar a se reproduzir. Em três ou quatro meses, o número de minhocas pode quintuplicar – assegura Gustavo.

Schiedeck também dá algumas dicas sobre como deve ser a construção e o manejo do minhocário. A primeira camada a ser colocada deve ser de minhoca e, por cima dessa, uma outra camada de aproximadamente 15 cm de esterco. Quando o esterco, ou qualquer material orgânico escolhido, tiver sido transformado em humos é hora de pôr uma nova leva de matéria prima. O húmus estará pronto quando estiver em forma granulada e quando perder o cheiro forte de esterco e ganhar um aroma de terra após a chuva.



Aprenda a fazer um minhocário de baixo custo



CANAL RURAL

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Tecnologias para agricultura orgânica estão disponíveis em site » Notícia » Portal do Agronegócio

Tecnologias para agricultura orgânica estão disponíveis em site » Notícia » Portal do Agronegócio

As pesquisas desenvolvidas pela Embrapa Hortaliças na área de agricultura orgânica e agroecologia, ao longo de dez anos, estão compiladas e disponibilizadas em um site de maneira que todos os resultados possam ajudar extensionistas e agricultores na produção orgânica.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O modelo da Agricultura Natural em solos arenosos.

 por Adriana Otutumi
 Vista geral da área com os canteiros em produção – Marracuene, Moçambique
A Agricultura Natural em solo arenoso é viável. Uma vez que existem muitos solos desta natureza em todo continente africano, a agricultura neste tipo de solo tornou-se um grande desafio, pelo fato de muitas pessoas não acreditarem no potencial deste solo, classificado como Areia Quartzosa, passando a defini-lo como terra improdutiva.
Cientificamente este tipo de solo apresenta baixa capacidade produtiva, pouca retenção de água e uma pobreza natural em nutrientes para as plantas. Por serem muito arenosos, com baixa capacidade de agregação de partículas, condicionada pelos baixos teores de argila e de matéria orgânica, esses solos são muito suscetíveis à erosão e lixiviação dos nutrientes. Ao mesmo tempo, estes solos apresentam a vantagem de apresentar uma alta permeabilidade o qual facilita o trabalho de manejo do solo.
Aproveitamos este potencial do solo e aprofundamos na sua aptidão agrícola, buscando estudar quais as culturas melhor se adaptavam a ele. Assim, iniciamos a implantação de um modelo de Agricultura Natural em Moçambique, buscando aproveitar o máximo do potencial existente neste solo, através de um manejo onde a biodiversidade de culturas, a proteção do solo e o manejo da matéria orgânica fossem levados em consideração para o sucesso da produção agrícola.
O manejo do solo é feito através da incorporação de muita matéria orgânica, composta por restos de folhas, restos de culturas e podas de árvores durante o preparo do solo e na adubação de manutenção das culturas. Outra prática importante, é manter o solo sempre com uma cobertura morta, de forma a permitir a manutenção da umidade do solo, favorecer a economia de água e garantir sua proteção contra os raios solares intensos.
Introdução de adubação verde em alguns canteiros para permitir um equilíbrio do ambiente
Dentre as hortícolas, fazer um consórcio das mesmas, ou seja, plantar mais de uma cultura em um mesmo canteiro, de forma que as mesmas possam se beneficiar mutuamente é uma boa opção. Veja a experiência abaixo:
Consórcio de alface x rúcula e consórico de diversas variedades de alface no solo arenoso
Vale ressaltar, que existem culturas que não se desenvolvem bem quando são plantadas juntas, então é necessário fazer um estudo prévio das culturas que podem ser consorciadas.
Constatamos também o potencial para a produção de alface, amendoim, batata-doce, beterraba, caju, cebola, cenoura, coco, couve, mandioca, milho, entre outras. Verificadas a melhor época de produção de cada cultura, devemos favorecer a biodiversidade de culturas na produção, introduzindo espécies frutíferas, florestais e hortícolas.
FONTE:
http://www.africarte.org/Cases_Ler.aspx?id=2

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Dia de campo na tv - Compostagem: manejo e utilização na agricultura org...

O programa mostra como fazer a compostagem, técnica que permite otimizar o uso dos recursos existentes na propriedade e favorecer o aporte de matéria orgânica e sua manutenção no solo, fundamental para a viabilização de unidades familiares que desejam trabalhar com agricultura orgânica.

Postagem em destaque

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO?   ...

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