quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Técnica israelense pode dobrar produtividade!









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Técnica israelense pode dobrar produtividade 

O cultivo protegido tem agradado produtores, que relatam safras mais fartas e com maior qualidade 
Canal Rural - Leia mais no link http://www.canalrural.com.br/noticias/rural-noticias/tecnica-israelense-pode-dobrar-produtividade-60861 

COCHONILHA - PRAGA DE JARDIM: COMO RECONHECER E COMBATER

fonte site:https://www.greenme.com.br/

cochonilha-capa
A cochonilha (Dactylopius coccus) está entre as pragas de jardim que mais estragos fazem ao lado dos pulgões e caramujos.
Aqui recolhi algumas receitas antigas, da vovó, que dão muito certo e outras mais modernas, mas nenhuma usa agrotóxicos. Experimente e combata suas cochonilhas sem medo de se intoxicar.
Esse é um inseto pequeno, tem 3 a 5 milímetros de comprimento, marrom ou amarelo, e que se alimenta parasitando a seiva de plantas.
Este inseto não gosta de chuva mas adora calor.
Então, no tempo seco e quente é quase certo que você vai encontrar cochonilhas em suas plantas, seja em vasos ou nos canteiros.

Como saber que tem cochonilha na sua horta?

Você saberá que sua planta está infetada por cochonilhas quando encontrar, nos caules, brotos, ramos ou folhas, no veio, uns amontoadinhos esbranquiçados parecendo bolinhas de algodão. Esse inseto, quando se sente atacado, secreta um pigmento de cor carmim (ácido carmínico), muito usado na indústria alimentar e bastante questionado por causar alergias e ser produto animal, portanto, não do agrado de veganos e vegetarianos. Mas, é isso aí, tudo que é cor vermelha dos alimentos industrializados pode conter, sim, esse subproduto orgânico da cochonilha.
A ocorrência de cochonilha nas plantas faz com que essas apresentem as folhas lustrosas, enceradas, resultado de um óleo que o inseto expele, e que as torna especialmente suscetíveis do ataque de fungos diversos. Observe então, suas plantas, com lupa, se preciso for e, se tiver cochonilha, atue rápido antes que a infestação dê cabo do vaso, ou mesmo, do jardim todo.

Alguns dos remédios naturais para eliminar a cochonilha

Os tratamentos antigos, e eficazes, contra a cochonilha são à base de sabão, óleo mineral e fumo de tabaco macerado. Estes são os jeitos mais efetivos pois, ao serem pulverizados nas plantas doentes, entopem os poros dos insetos causando-lhes a morte. Porém, é indispensável que você retire as partes infetadas das plantas caso já esteja ocorrendo ataques de fungos ou vírus.

1) Sabão em barra

Rale um sabão em barra em 2 ou mais litros de água, misture bem até formar uma pasta fluída e cremosa. Essa água de sabão você deverá pulverizar, à noite, na planta atacada, fartamente. O sabão diluído não fará mal à planta mas exterminará as cochonilhas.

2) Calda de fumo

Um pedaço de fumo de rolo, ralado e macerado em um litro de água é um remédio muito antigo e que apresenta bons resultados. O fumo é antifúngico e bactericida. Mas, para que a água de fumo permaneça sobre os insetos, junte um pouco da calda de sabão que ensinei no item anterior ou rale um pedaço de sabão dentro do macerado de fumo. Outro jeito é juntar ao macerado de fumo um tanto de óleo mineral. O óleo mineral, assim como o sabão diluído têm por objetivo criar uma película sobre o corpo do inseto, levando-o à morte. O fumo tem como efeito sanar a planta de qualquer “infecção secundária” e ajudar na cicatrização das feridas causadas pelos insetos sugadores.

3) Cerco de alho

Plantar alho em volta dos canteiros, nos vasos, em todo lado, é um excelente método para controlar biologicamente as pragas de jardim já que, este é repelente contra insetos. Pegue uma cabeça de alho e plante, dente a dente, em volta das plantas mais suscetíveis. Você também pode fazer uma decoção de alho (ferva 1 litro de água com 3 dentes grandes de alho até dissolvê-los, bata essa mistura, junte mais 1 litro de água e, quando estiver fria, pulverize na planta doente lavando-lhe as folhas e ramos). O alho é bactericida, antibiótico e inseticida.

4) Própolis

Você também poderá tentar o seguinte: 1 a 2 colheres de chá de própolis diluídas em 1 litro de água, agite bem e ponha tudo em um pulverizador manual. Pulverize as plantas infestadas de cochonilha.

5) Óleo de Neem

Uma solução com óleo de neem também é muito adequada para o combate à cochonilha.

6) Poda de plantas infestadas

Pode as partes danificadas pela cochonilha e remova tudo do seu jardim - não deixe para trás nem folha, nem frutos, nem ramos. O ideal será queimar esses resíduos mas, se não for possível, picote ao máximo e junte uma porção de cal. Ponha num saco plástico e mande para o lixo, sem medo de aumentar a infestação, em sua casa ou em outro lugar.

7) O álcool desnaturado

Álcool desnaturado é álcool de limpeza e não serve para beber pois está composto por outros ingredientes desinfetantes. Enfim, você pode lavar as partes afetadas de sua planta com um algodão embebido em álcool de limpeza. Está técnica é mais agressiva para a planta mas, é bem melhor para você do que lançar mão de algum inseticida químico.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Macadâmia, rica em antioxidantes e em calorias



Ganhei umas nozes do amigo Claudio e resolvi pesquisar. Olhem só:


Macadâmia é rica em antioxidantes e em calorias


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RACHEL BOTELHO
da Folha de S.Paulo
Único alimento nativo da Austrália conhecido internacionalmente, a noz macadâmia é empregada na fabricação de sorvetes, barras de chocolate e biscoitos e para dar um toque especial a sobremesas e a pratos salgados, como risotos e saladas. Também costuma ser servida como aperitivo, torrada, salgada ou caramelizada.
Assim como outras amêndoas, é rica em ácidos graxos, antioxidantes que retardam o envelhecimento e protegem o sistema cardiovascular. Também como elas, ajuda a reduzir os níveis de colesterol no sangue. "Isso ocorre devido às altas concentrações do ácido palmitoléico, responsável pela assistência ao corpo no metabolismo dos lipídeos, equilibrando os níveis de colesterol HDL ('bom') e LDL ('mau')", explica o produtor Pedro Toledo Piza, diretor técnico da ABM (Associação Brasileira de Noz Macadâmia) e diretor da QueenNut Macadâmia, empresa que beneficia e exporta 35% da produção brasileira.
Maria do Carmo/Folha Imagem
Salada de folhas com aspargos e vinagrete de óleo de macadâmia do bufê Fred Frank
Salada de folhas com aspargos e vinagrete de óleo de macadâmia do bufê Fred Frank
Só vale prestar atenção à quantidade ingerida, já que 100 g da noz torrada e salgada possuem 647 calorias.
Descoberta somente na segunda metade do século 19, a macadâmia é cultivada hoje principalmente na Austrália e no Havaí, mas também na África do Sul e em outros países. O Brasil, que iniciou o plantio comercial durante a década de 1970, figura em sétimo lugar do ranking, embora possua a quarta maior área plantada, concentrada nos Estados de São Paulo e do Espírito Santo. "Só que nossos pomares ainda são jovens, em fase de crescimento", afirma Piza.
Em 2007, segundo dados da ABM, cerca de 85% da produção nacional será exportada, in natura, e o restante consumido no mercado interno.

Óleo
Da macadâmia, é extraído também um óleo utilizado pelas indústrias cosmética e farmacêutica, mas o mercado para o produto ainda é incipiente. "Somente 4% das amêndoas são destinadas para isso", explica o produtor.
De acordo com ele, trata-se de um produto caro porque o quilo da amêndoa é vendido em atacadistas por valores entre R$ 60 e R$ 100, e são necessários, em média, três quilos para obter um litro de óleo --sem falar nos custos operacionais e de mão-de-obra e na rentabilidade do negócio.

Algumas estratégias para diminuir os custos econômicos da pequena propriedade rural - Economia a partir da capacidade e do que se tem disponível

Diminuindo os custos econômicos da pequena propriedade rural - Economia a partir da capacidade e do que se tem disponível

Antônio Roberto Mendes Pereira

OUTRAS ESTRATÉGIAS DE ECONOMIA LOCAL 

DO PRÓXIMO PARA O LONGE – Tudo mais distante normalmente se gasta mais. O ir, o vir, o levar o trazer, são tarefas que quando realizadas em grandes distâncias aumentam muitos as despesas. Uma boa estratégia que pode ajudar muito na economia local é trazendo a produção para o mais próximo de casa possível. Plantar o que se come o mais perto de casa possível deve ser uma das estratégias. Na Permacultura a zona 01 é a área que deve ser dedicada a se tornar o supermercado da família, onde o alimento do consumo de casa deve ser produzido ao máximo nesta área. Ter as necessidades básicas atendidas sem precisar se comprar faz uma diferença fantástica e muito significativa na economia financeira da família. 

SÓ PLANTAR O QUE DÁ PARA CUIDAR – Normalmente a intenção de plantar transcende a quantidade de mão de obra e de tempo que se tem, gerando perdas e consequentemente baixas na produção e na rentabilidade da atividade. Dimensionar corretamente o que se quer cultivar ou criar levando em consideração a disponibilidade de mão de obra, de insumos e de tempo deve fazer parte do planejamento da produção. É comum encontrarmos atividades super dimensionadas na tentativa de fazer mais lucro, e sempre percebo que normalmente os resultados são negativos, precisamos montar estratégias de diminuir os riscos e não de aumentar.

UTILIZAR AO MÁXIMO O QUE SE TEM- Antes de comprar qualquer insumo verifique primeiro se existe outro elemento que possa atender a demanda sem ter que se comprar. Um dos princípios da permacultura é que cada elemento deve executar várias funções, logo, aplique este princípio e descubra ou identifique outros elementos que possa atender a demanda. Produto similar ou parecido e que desempenhe a função exigida é a estratégia pretendida.

CRIAR MANEJO DE MENOR INTERVENÇÃO – Qualquer intervenção que se faça no nível de cultivo ou criação, normalmente aumenta as despesas. Uma intervenção também na hora errada aumenta vertiginosamente os gastos principalmente com mão de obra. Por exemplo, tem muitos produtores que durante o cultivo do milho de inverno faz duas a três limpas, enquanto outros produtores mais atentos aos processos naturais já perceberam que uma capina em muitos casos é suficiente, não comprometendo o desempenho produtivo do cultivo e muito menos o retorno financeiro. A estratégia é a hora e o momento certo de aplicar o serviço.

AUMENTANDO A MISTURA DE PLANTAS - Quando se mistura as culturas aumenta-se a capacidade de lucratividade, pois dificilmente acontecerão prejuízos onde se perca tudo o que foi plantado. É uma garantia o plantio consorciado, além de economizar mão de obra, pois ao mesmo tempo em que manejo uma cultura estarei manejando todas ao mesmo tempo. 

O aumento da rentabilidade e a diminuição das despesas internas de uma propriedade rural dependem em parte dos fenômenos da natureza e da ação planejada ou não do ser humano. Quando investimos tempo e energia no planejamento diminuímos os riscos. Utilizar os recursos que se tem no local é uma condição necessária para a busca da sustentabilidade das propriedades de modo geral. Trazer de fora não deve ser a postura de quem quer criar um ambiente equilibrado e que não deixe de ter por falta de dinheiro. 

Como montar uma composteira doméstica (minhocário)



Veja este vídeo.

Temos kit e minhocas para compostagem. Enviamos para Porto Alegre e RS.

domingo, 14 de agosto de 2016

Bola de sementes para enriquecimento da capoeira - seed bols





Este vídeo apresenta o trabalho realizado pelo Instituto de Permacultura da Bahia no Projeto Águas do Jacuípe, patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, que vem desenvolvendo ações comunitárias que contribuem para construção coletiva de sustentabilidade socioambiental no semiárido através da Agrofloresta em matas ciliares e quintais na Bacia do Rio Jacuípe, município de Várzea da Roça-BA.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Plantas bioativas motivam reunião técnica estadual - UPF - Passo Fundo RS

Foto: Angelita Rossetto / DM


Encontro será realizado de 22 a 24 de agosto na Universidade de Passo Fundo


De 22 a 24 de agosto de 2016 será realizada a 10ª Reunião Técnica Estadual sobre Plantas Bioativas (RTEPB), em Passo Fundo. A décima edição, que também coincide com os 10 anos de Políticas Públicas das Plantas Medicinais, tem como tema “Plantas Bioativas, unindo saberes do popular ao científico”. O evento acontece no Centro de Eventos da Universidade de Passo Fundo. 

Um grupo de entidades e instituições reuniu-se no intuito de realizar essa reunião, que é itinerante, pelo estado. Trabalhadores e voluntários da saúde, da agricultura, da educação, da extensão rural, da pesquisa, dos movimentos sociais, colaboradores e simpatizantes e todos aqueles que, de uma forma ou outra, lidam com as plantas bioativas, são convidados a participar do evento.

Inscrições - Serão três dias de atividades, incluindo palestras, dinâmicas, oficinas, painéis, apresentação de experiências, exposição e estandes diversos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas antecipadamente pelo site www.upf.br/eventos.

Também serão recebidos resumos de trabalhos e relatos de experiências até o dia 9 de agosto pelo e-mail:nea_agroecologia@upf.br. Inscrições para oficineiros, dentro da temática das plantas bioativas, podem ser feitas até também até o dia 9 de agosto pelo e-mail: muzar@upf.br

Mais informações pelo telefone (54) 3311-5066, WhatsApp (54) 9109-1863, dmiotto@emater.tche.br - com Doriana Miotto
Redação Jornal Correio Riograndense
Viverio: plantas têm características medicinais
Viverio: plantas têm características medicinais 
Foto: Divulgação/CR


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Cultivo do açaí da palmeira juçara no litoral Norte do RS





Na região de Três Cachoeirinhas, no litoral do Rio Grande do Sul, 
produtores apostam na produção de açaí como forma de preservação
 e recuperação da Mata Atlântica.

sábado, 6 de agosto de 2016

Flores comestíveis viram tendência em restaurantes





Rosa, crisântemo, capuchinha – até flores de orquídea podem ir parar no seu prato. A moda das flores comestíveis vem ganhando cada vez mais restaurantes, segundo mostra nossa jardineira Carol Costa. Conheça as espécies mais usadas nesta divertida degustação na TV. Para mais dicas sobre jardinagem e paisagismo, entre no Minhas Plantas (http://www.minhasplantas.com.br).

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Destino energético para as sobras da criação de animais e da agricultura

Extraído do site: ZH Campo e Lavoura


Iniciativa da Consórcio Verde Brasil, parceria da Ecocitrus, Naturovos e Sulgás produz biogás, biometano, e biofertilizante

Por: Fernanda Coiro

Resíduos da produção de alimentos e da criação de animais geram biogás, biometano e biofertilizanteFoto: Carlos Macedo / Agencia RBS
O descarte das sobras da produção de alimentos e criação de animais - esterco animal e excedente da produção de sucos e laticínios, entre outros - abre oportunidade de renda com a transformação em biometano e biogás. E uma lei estadual de incentivo ao setor, que prevê a redução de impostos e a concessão de crédito, deve estimular investimentos. É um ciclo que se fecha, com o agricultor e a indústria produzindo matéria-prima e, ao final do processo, reutilizando as sobras e contribuindo para a redução de gases do efeito estufa.
É o caso da família Kleinschmitt, que produz frutas cítricas, como laranja e bergamota, em Harmonia, no Vale do Caí. Integrantes da Cooperativa dos Citricultores Ecológicos do Vale do Caí (Ecocitrus), o casal Júlio e Adriana está integrado ao processo de produção de biometano, biofertilizantes e gás verde. Conforme Adriana, o uso do biofertilizante ajudou a melhorar a qualidade das frutas e a aumentar em cerca de 20% a produção.
- Agora toda fruta é aproveitada - comemora Adriana.
Durante a safra, são colhidas em média 112 toneladas de frutas. Três vezes por semana, um caminhão da cooperativa recolhe a produção e leva para a agroindústria. Após a elaboração do suco, o bagaço é despejado em caminhões que vão para a usina de compostagem, estruturada a partir de parceria entre a cooperativa, a Naturovos e a Companhia de Gás do Estado (Sulgás), que criaram o Consórcio Verde Brasil, que produz biogás e biometano, além de adubo orgânico.
Processamento dos dejetos resolve problema ambiental e econômicoFoto: Carlos Macedo / Agencia RBS
Na parceria no consórcio, a Naturovos encontrou um destino para as 2,5 mil toneladas de resíduos produzidos mensalmente.
- A ideia era achar um destino mais sustentável e, em breve, quando a chamada pública da Sulgás estiver em vigor, ampliar o projeto - detalha João Carlos Müller, presidente da Naturovos.
Na usina, as sobras da Ecocitrus são misturadas ao esterco de aves oriundo da Naturovos e, após a preparação, são colocadas em biodigestores, onde permanecem por 25 dias para fermentar. A partir daí é gerado o biogás - responsável pela geração de energia elétrica - e o biofertilizante - que retorna para as propriedades - e o GNVerde (biometano) - resultado da purificação do biogás.
GNVerde é referência
O consórcio, com investimento inicial de R$ 4 milhões, é o primeiro no país a produzir e distribuir produtos 100% renováveis e comprovadamente verdes.
- Este é um dos projetos mais avançados e serve de referência em todo o Brasil - diz Alessandro Gardemann, vice-presidente da Associação Brasileira de Biogás e Biometano (ABiogás).
A usina destina 60 toneladas por dia de biomassa para a produção de biogás. Este volume gera 2,4 mil metros cúbicos do produto, que pode ser convertido em 1,2 mil metros cúbicos de biometano veicular ao dia, suficientes para abastecer 80 automóveis. Para se ter uma ideia, o tanque de um veículo leve tem capacidade para 15 metros cúbicos. A Sulgás estima uma economia de cerca de 50% em relação ao combustível tradicional.
- O biometano é um gás em que todos os componentes nocivos foram eliminados - afirma Claudemir Bragagnolo, presidente da Sulgás, empresa responsável pelo monitoramento, certificação e controle de qualidade.
O casal Kleinschmitt, que fornece a matéria-prima, também abastece seu automóvel duas vezes por semana com o GNVerde e elogia a economia de combustível.

Novas iniciativas no Estado
Os resultados obtidos pelo Consórcio Verde Brasil estimularam o surgimento de outras iniciativas, como a Unidade Produtora de Leitões Mundo Novo, em Bom Retiro do Sul.
- O projeto da Ecocitrus é um espelho, uma iniciativa que apresenta resultados - afirma Tiago Feldkircher, engenheiro ambiental da cooperativa Languiru.
A cooperativa firmou parceria com o Sindicato e Organização das Cooperativas do Rio Grande do Sul (Ocergs) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado (Sescoop/RS) e com a Confederação Nacional das Cooperativas de Crédito da Alemanha, que entrou com a expertise e o aporte financeiro.
A partir de 2014, a unidade de 80 hectares passou a utilizar o biogás, produzido a partir dos dejetos suínos, no aquecimento da água dos chuveiros e na cozinha da unidade, substituindo gradativamente o gás de cozinha. Segundo Feldkircher, são produzidos de 400 a 500 metros cúbicos de biogás na unidade - o suficiente para fornecer energia elétrica para 162 residências em um dia. Hoje, a planta consome apenas 10 metros cúbicos.
As prefeituras de Harmonia e Tupandi, ambas no Vale do Caí, também planejam produzir, em parceria, biogás e biometano. Nas duas localidades, os dejetos de suínos são um limitador para ampliar o número de animais. O esterco é misturado com serragem, mas a absorção do produto está no limite.
A prefeitura de Harmonia já doou área de 3,5 hectares para a instalação da indústria, porém depende de investidores para que o projeto saia do papel.
Biometano e o GNVerde
O biometano, que no Rio Grande do Sul recebeu a marca GNVerde, é um combustível alternativo e 100% renovável que já está sendo testado em veículos desde 2013.
É produzido a partir da purificação do biogás gerado na decomposição de resíduos e dejetos orgânicos. Com isso, alcança características semelhantes aquelas do gás natural. Assim, pode ser usado em todas as aplicações como substituto do gás natural.
Biomassa
A biomassa é a principal matéria-prima para o biogás. É considerada um resíduo sólido, sendo encontrada de diversas formas, tais como: restos de alimentos, resíduos de madeira, palha do arroz, bagaço da cana-de-açúcar, esterco de animais e entre outras formas.
A biomassa é a matéria orgânica que pode ser utilizada como recurso energético a partir de diferentes processos, como o biogás por queima, biogás por decomposição e biocombustíveis por extração e transformação.
Passo a Passo da produção do biogás e biometano
1. Todo o tipo de biomassa (bagaço, esterco) pode ser utilizada como substrato para a produção de biogás
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS
2. Na usina de compostagem, os substratos passam por processos de preparação
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS
3. No biodigestor, é gerado o bigás e o biofertilizante
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS
4. O biogás passa por um sistema de purificação para ser transformado em biometano

Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS
5. O biometano (GNVerde) fica armazenado em reservatório

Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS
6. O GNVerde é enviado para dispenser, onde é comprimido e pode realizar o abastecimento
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS
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