domingo, 21 de março de 2021

O que a COBERTURA MORTA faz pelo seu jardim. Conheça o Mulching.



Neste vídeo te explico como usar a cobertura vegetal morta, também chamada de "mulch". A técnica consiste em colocar material orgânico seco ou outros materiais cobrindo o solo, criando várias vantagens. Na realidade, a cobertura vegetal morta é uma das maiores ferramentas que existem em um jardim, principalmente quando falamos de hortas caseiras.

terça-feira, 16 de março de 2021

Pelas ruas de Porto Alegre, encontrei a figueira-de*jardim ou figo turco

 Hoje na rua Manduca Nunes, encontrei esta figueira



Figueira-de-jardim – Ficus auriculata

Originária de florestas subtropicais úmidas do sudeste da Ásia, a figueira-de-jardim é uma árvore muito decorativa, de folhagem perene a semi-decídua. De copa densa, arredondada e larga, ela apresenta tronco curto e porte pequeno, sendo que dificilmente ultrapassa 8 metros de altura. Apresenta folhas alternas, grandes, de formato ovalado a orbicular e textura fina, com pecíolos longos e nervuras bem marcadas. Suas folhas são vermelhas quando jovens e gradualmente tornam-se verdes.

Os frutos pedunculados são como os figos comuns, que surgem de inflorescências do tipo sincônio, só que nesta espécie são maiores e mais duros. Eles despontam o ano todo nos principais ramos e no tronco, desde a base. A polpa interna dos frutos é gelatinosa e comestível, muito apreciada pelos povos da Ásia. Pode ser consumida crua ou cozida, em diversos pratos doces e salgados. Em alguns países ela é também cultivada como forrageira, para aproveitamento das folhas e frutos pelos animais de criação.

Conheça a macadâmia, a rainha das nozes



Quais são as condições para se cultivar a Macadâmia?

Solo

Pouco exigente, a macadâmia pode ser cultivada em todos os tipos de solo desde que bem drenados, com profundidade mínima de 1 m, sem presença de rochas nesta camada.

A drenagem é outro fator muito importante, pois as plantas de macadâmia não suportam solos encharcados, por este fato áreas de várzeas devem ser evitadas.

Em solos argilosos as plantas apresentam boa vegetação e vigor, produzem nozes com ótima qualidade. Em solos arenosos, as plantas crescem mais rapidamente e vegetam com mais frequência. Nestes solos aplicações frequentes de matéria orgânica favorecem em muito as plantas.

Vento

As ocorrências de ventos fortes podem ocasionar tombamento das plantas jovens, pois a mesma possui um sistema radicular superficial, faz-se necessário o uso de tutores que minimizem estes problemas. Em alguns casos é recomendado o plantio em áreas protegidas ou implantação de quebra vento.

Árvores adultas também podem sofrer danos, como quebra de galhos e tombamento de plantas. Para evitar tais problemas é necessária a realização de podas de formação, para que as plantas possuam uma melhor estrutura de sustentação.

Altitude

A altitude ideal está entre 200 e 900 metros, entretanto, o Brasil possui pomares no sul de Minas Gerais com mais de 30 anos de idade plantados acima de 1.200 metros com ótimos resultados.

Temperatura

A temperatura média ideal situa-se em 25°C regiões onde a temperatura média exceda 35C devem ser evitadas.

No inverno requer temperaturas noturnas de 15°C a 18°C para o estímulo do florescimento. Plantas jovens (até 4 anos) não suportam geadas, com possibilidade de morte, podem ser tolerantes quando adultas.

Chuva

Precipitação na faixa de 1.250 a 3.000 mm anuais, bem distribuídos. Áreas com estiagem prolongada entre os meses de Junho a Novembro devem ser irrigadas para minimizar os riscos de perdas de produção.

Como devo plantar?

PLANEJAMENTO DA ÁREA

Este ponto é muito importante, pois dimensiona estrategicamente o pomar, abrangendo o posicionamento das linhas, formação dos talhões, densidade, variedades, conservação de solo e acessibilidade.

TOPOGRAFIA

A topografia é variável de acordo com a região e a localização da propriedade dentro do município / região. A questão é delimitadora para áreas com declives acima de 30%. O importante neste quesito é avaliar a possibilidade da mecanização, com vistas à roçagens, aplicações de herbicidas, pulverizações e até nas questões relacionadas às operações de colheita mecanizada. O processo agrícola, assim como o industrial, tem demandado dos setores produtivos, sejam quais forem, a execução de suas atividades de maneira mais mecanizada possível, pois a mão de obra tem se tornado escassa e onerosa.

DIRECIONAMENTO DAS LINHAS

O direcionamento das linhas deve obedecer alguns critérios, como posicionamento, de preferência no sentido leste-oeste, dimensões adequadas de finais de linha para facilitar a movimentação de maquinários, linhas longas para aumentar a eficiência operacional e em caso de áreas com desníveis, estas deverão ser implantadas em nível, para impedir a possibilidade de ocorrência de problemas erosivos.

DENSIDADE

A determinação da densidade é criteriosa e depende da disponibilidade de área, topografia, forma de manejo, equipamentos disponíveis, tipo de solo e variedades a serem implantadas. É um ponto que deve ser avaliado individualmente, de acordo com cada área.

Os espaçamentos podem ser de:

  • 8,5 x 4 m (294 plantas/ha)
  • 8 x 5 m (250 plantas/ha)
  • 9 x 4 m (277 plantas/ha)

VARIEDADES

A seleção das variedades é de fundamental importância para a formação de um pomar produtivo e serão determinadas de acordo com o tipo de clima, solo, densidade, topografia e forma de manejo. As variedades disponíveis para o plantio são HAES 741, HAES 816, HAES 246 e IAC 4-12B.

QUEBRA-VENTOS

 Devem ser plantados no mínimo a 12 metros da primeira linha de macadâmia de forma a facilitar o trânsito nos carreadores e diminuir a competição por nutrientes e água. A determinação das árvores para a realização do plantio do quebra-vento deve ser criteriosa

IRRIGAÇÃO

 Em regiões onde o déficit hídrico é expressivo durante certos períodos do ano, é necessário a instalação de sistemas de irrigação já a partir do primeiro ano de implantação do pomar, para garantir o vigor das mudas

INVESTIMENTOS NECESSÁRIOS

  • 1 Trator 60 a 75 CV.
  • 1 Roçadeira.
  • 1 Turboatomizador.
  • 1 Carreta.
  • 1 Tanque para aplicação de herbicida (400, 600 e/o 1.000 L).
  • 1 Sistema de Descarpelamento (Descarpelador + Mesa de seleção).
  • 1 Barracão área coberta 150 a 200 m2

Sementes são pacotinhos recheados de energia de vida e informações genéticas

Fonte: blog dever de casa



Sementes são pacotinhos recheados de energia de vida e informações genéticas, e foram sendo aprimoradas ao longo de milhares de anos para perpetuar, da maneira mais eficiente possível, a espécie da qual carregam traços e características.
Quando estão livres na natureza, todo o meio ambiente se encarrega de ajudá-las a exercer sua função: ventos levam para longe as mais leves, pássaros carregam no bico e no sistema digestivo as sementes dos frutos que lhes serviram de alimento, algumas são arremessadas pelo estouro do fruto onde foram formadas, outras são transportadas pelas águas... Assim, cada uma segue seu curso natural e, em solo e condições favoráveis, dá início a uma nova vida.

Mas, e quando somos nós os responsáveis por fazê-las germinar, como lidar com cada tipo? Onde semear? Quanto enterrar?

Uma regra muito útil no preparo de sementeiras ensina que cada semente deve ser enterrada em profunidade equivalente ao seu tamanho "deitada" - ou seja, na posição em que fica naturalmente quando cai no chão. Claro que esse cálculo não é muito fácil quando se trata de sementes bem pequenas, mas no caso das grandes, veja:


A semente da Seringueira (Hevea brasiliensis), que tem 1,7 cm de espessura na sua menor dimensão, deve ser enterrada a 1,7 cm de profunidade.


A semente do Guapuruvú (Schyzolobium parahiba), também chamada de ficheira por ser bem achatadinha, deve ser enterrada sob uma camada fina de terra.


Claro que a natureza não obedece regra nenhuma e muitas sementes germinam sem nem mesmo terem sido cobertas de terra, mas essa é uma boa referência para não correr o risco de enterrar demais uma semente, sob mais peso do que ela poderia suportar na hora da germinação. Afinal, nascer não é tarefa fácil nem para os vegetais, e sempre exige algum esforço:





No caso das sementes bem pequenas, espalhá-las sobre a superfície da sementeira e peneirar uma camadinha fina de terra por cima já é mais do que o suficiente para que todas se mantenham firmes no lugar e não sejam levadas pelo vento e pela água das regas, além de permanecerem úmidas por mais tempo, já que expostas secariam muito rapidamente.

Na hora de regar, chuvinha fina feita com borrifador para as sementes pequenas, e volume um pouco maior de água, com regador ou mangueira, para as sementes maiores e mais enterradas. Diariamente.

E como já falei neste outro post  sobre sementeiras, o tempo de germinação pode variar de quatro dias a vários meses, dependendo da planta, por isso é interessante se informar a respeito do que você está semeando, para não sofrer por antecipação achando que não vai dar certo e nem desistir antes da hora.
Boa sorte!

Frutas contra a doença de Parkinson

Do G1, em São Paulo.
Uma pesquisa divulgada pela Academia de Neurologia Norte-Americana mostra que o consumo de bagas (conhecidas como “berries” em inglês) e frutas como laranjas e maças pode diminuir as chances de uma pessoa desenvolver a doença de Parkinson.

A pesquisa, financiada pelos Institutos de Saúde norte-americanos (NIH, na sigla em inglês), contou com quase 130 mil voluntários, que foram acompanhados durante pelo menos 20 anos.

Os cientistas usaram dados de questionários respondidos pelos participantes sobre o consumo de flavonoides, substâncias presentes nas frutas e indicadas na prevenção do câncer e de doenças cardiovasculares.

Os resultados finais do estudo será apresentado durante o encontro anual da academia, em Honolulu, no Havaí, entre 9 e 16 de abril. Durante o extenso tempo de pesquisa, 805 pessoas desenvolveram a doença, que causa rigidez e tremores involuntários nos portadores.

Segundo os pesquisadores, este é o primeiro estudo a relacionar o consumo de alimentos com flavonoides com a doença de Parkinson. Os flavonoides atuam como antioxidantes e também podem ser encontrados em chocolates e em frutas cítricas como a toronga.

Ana P.
Fonte: g1.globo.com
Foto: LarryB08

sábado, 13 de março de 2021

Faça compostagem doméstica, produza HUMUS de minhoca com seu LIXO!

 A compostagem com minhocas, é conhecida como vermicompostagem, que é o processo de transformar restos de alimentos e demais resíduos orgânicos em adubo com o auxílio da minhoca, resultando no final do processo o composto sólido (húmus de minhoca) e o composto líquido (chorume), que corretamente manuseado não produz cheiro nem atrai insetos indesejáveis.

Mais informações agropanerai@gmail.com



quinta-feira, 4 de março de 2021

Frutas típicas brasileiras são valorizadas no exterior



Feijoa, araçá boi, cambuci e uvaia são frutas nativas do Brasil, pouco conhecidas por aqui, mas muito valorizadas lá fora. De olho nesse mercado, pesquisadores da Unicamp estudaram como fazer o aproveitamento do que sobra dessas frutas. Os resíduos, ricos em nutrientes, podem ser utilizados até para fazer doces. Confira!

domingo, 28 de fevereiro de 2021

Comer frutas secas ou nozes previne ataque cardíaco e derrame cerebral !!

 

por desenvolvimentorural.com

Comer frutas secas ou nozes pelo menos duas vezes por semana está associado a um risco 17% menor de morte por doenças cardiovasculares, de acordo com pesquisa apresentada no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia ESC 2019, realizado em Paris em conjunto com o Congresso Mundial da especialidade.


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