Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
quinta-feira, 9 de abril de 2020
terça-feira, 7 de abril de 2020
segunda-feira, 6 de abril de 2020
sábado, 4 de abril de 2020
sexta-feira, 3 de abril de 2020
Plantas medicinais - Conheça o relógio do corpo humano
Conheça o relógio do corpo humano e os chás mais indicados para tratar
cada órgão no horário certo
quarta-feira, 1 de abril de 2020
Como plantar PEPINO em Vasos da Forma mais fácil que existe!
Hoje ensinaremos como plantar pepino em vasos da forma mais fácil, explicando tudo sobre a cultura e apresentando diversas dicas para o cultivo.
segunda-feira, 30 de março de 2020
Onde encontrar iguarias do Cerrado
Fonte: globo ecologia
Rede Cerrado centraliza produção de 35 organizações comunitárias
saiba mais
O gosto amargo do pequi, a doçura da gariroba, o perfume da curriola, o
mel do araticum, os poderes da cagaita, a energia das castanhas, a
delícia da mangaba, a força do bauru (o viagra do cerrado), o cheiro
forte do jatobá, o óleo santo do buriti são apenas algumas das
maravilhas do Cerrado. Sua variada flora e fauna, bem como suas
paisagens, escondem mistérios para a saúde do corpo e da mente, mas
também surpreendem o paladar. São frutos de gosto marcante, com tons
marrom-avermelhados da terra e laranja-amarelados do Sol. O difícil é
encontrar esses produtos em redes de supermercado ou grandes cidades.Como não há demanda para plantação comercial da maioria dessas espécies regionais, não há volume suficiente para justificar o transporte. "Quando você vai conseguir uma carga de caminhão para produtos que não são cultivados comercialmente. Temos um pé aqui, outro ali. As pessoas querem comer, por uma questão histórica da colonização, frutas européias: maçã, pera, pêssego. Quantas frutas brasileiras você encontra no supermercado?", pergunta Álvaro Juarez, conhecedor prático das plantas do Cerrado.
Um pé para quem pode plantar
(Foto: Divulgação/Álvaro Juarez)
Em busca do tesouro brasileiro
Para quem não pode plantar ou mesmo viajar até a região para comprar essas maravilhas da natureza diretamente da produtor, há organizações trabalhando para fazer a comercialização dessas espécies de maneira sustentável, reunindo a produção de diversos pequenos produtores e centralizando a distribuição. "Com a crescente demanda de mercado por produtos com apelo social e ambiental, muito se tem avançado na estruturação de empreendimentos comunitários com base produtiva a partir dos produtos da biodiversidade nativa", explica Luis Carrazza, secretário executivo da cooperativa Central do Cerrado, em Brasília.
agroindústria artesanal de Pirenópolis
(Foto: Divulgação/Luis Carrazza)
A procura pelas frutas do Cerrado começou com a tendência de alimentos funcionais por um grupo preocupado com saúde. "Os alimentos nutracêuticos, que incrementam saúde na vida das pessoas, entraram na moda. Por exemplo, começamos a ouvir que consumir um alimento rico em fibras pode diminuir doenças do trato digestivos. No Cerrado a biodiversidade é enorme e esses alimentos ricos em saúde ainda são pouquíssimos estudados", explica Luis.
Outro grupo que motivou o interesse pelos sabores do Cerrado foi o da gastronomia contemporânea. Chefs de cozinha, como Alex Atala, apresentaram para o Sudeste e Sul preciosidades do interior do Brasil. "Não deixo de ter na memória outros tantos sabores do Cerrado, como o marolo, a mangaba, a jurubeba, o palmito guariroba, a fruta gabiroba. Acho que o Cerrado tem um dos biomas mais fascinantes quando falamos de sabor. Em sua simplicidade visual, paisagem levemente desértica, seca e monótona, reside um potencial gastronômico gigantesco que não se resume somente a frutas", defende Alex Atala.
produzidas pelo CEPPEC-MS
(Foto: Divulgação/Luis Carrazza)
Hoje, a cooperativa é o principal fornecedor para todo o Brasil, para restaurantes, uma marca de sorvete com proposta sustentável que só trabalha com frutas brasileiras, e grupos de consumidores que compram através do site.
Confira abaixo uma lista de lugares onde se encontra os produtos do Cerrado:
Plantas do Cerrado - mudas Álvaro Juarez
http://plantasdocerrado.wordpress.com
Tel: + 55 (34) 3351-6013
Cel: + 55 (34) 9938-2585
Email: vinicius_btm@hotmail.com
Central do Cerrado – produtos ecossociais
http://www.centraldocerrado.org.br/
Tel: +55 (61) 3327-8489
Email: centraldocerrado@centraldocerrado.org.br
Rede de Sementes do Cerrado
http://rededesementesdocerrado.com.br/
Tel: +55 (61) 3348-0423
Email: redecerrado@finatec.org.br
Frutas do Cerrado
http://www.frutosdobrasil.com.br/
Flor do Cerrado - artesanato
http://flordocerrado.net/
Tel: +55 (61) 3879-9870 | Cel: (61) 9215-9870
atendimentoflordocerrado@gmail.com
Associação Capim Dourado Vila Mumbuca
http://www.centraldocerrado.org.br/
Tel: (63) 3576-1092
domingo, 29 de março de 2020
sexta-feira, 27 de março de 2020
Saúde na horta uma experiência da Atenção Básica no território!!
fonte: site fiocruz
| foto alexandre panerai |
O
projeto da Horta Comunitária iniciou no ano de 2011, com a integração
da comunidade local, instituições públicas e religiosa. O projeto
permeia aspectos ambientais, pedagógicos, de saúde e sociais, com
objetivos de estimular a alimentação saudável, a multiplicação de
conhecimentos, o resgate da história local e a inclusão social. Em 2012,
integraram-se mais setores públicos, e o projeto atendeu basicamente
grupos de crianças e adolescentes de locais que acolhem esta clientela
perto da horta, assim como foram feitas várias parcerias na própria
comunidade e outros órgãos públicos para a contribuição de mudas, adubo,
instalação de água e outros. Em setembro de 2013, devido à baixa adesão
dos adultos no projeto a saúde, insere-se como parceiro da Horta
Comunitária. Inicialmente, os usuários dos posto de saúde da região
foram convidados através de suas equipes dando preferência para pessoas
cadastradas no Programa Bolsa Família e pertencentes aos atendimentos de
saúde mental dos postos. Em dezembro, iniciou-se o grupo da saúde, com
foi chamado inicialmente, ocorrendo semanalmente, mas devido o período
de final de ano e férias e o calor intenso, poucos foram os usuários que
compareceram para conhecer o projeto. Os agentes comunitários de saúde
(ACSs) representando quatro postos de saúde engajaram-se no espaço e no
fazer das capinas, das regas e rodas.
O grupo Amigos da Horta, como atualmente é
chamado, construiu uma coordenação compartilhada onde existem duas
pessoas responsáveis pela horta, sendo um deles um agrônomo e outra uma
líder comunitária que orientam a organização das tarefas a serem
realizadas, e os responsáveis da saúde que auxiliam a comunidade nas
tarefas sugeridas e “puxam” a roda. Os diversos profissionais que
compõem os responsáveis da saúde são os agentes comunitários da saúde, a
terapeuta ocupacional do NASF e os residentes de diversas áreas
profissionais das ESFs e do NASF, esta diversidade de olhares contribui
para a visão integral sobre o grupo e consequentemente para o
participante. Estes ao chegarem no local, recebem orientações com
relação às tarefas que necessitam ser executadas: preparação da terra
para o plantio, semeadura, irrigação, colheita e divisão igualitária das
plantas, manutenção e ampliação do espaço. Esse espaço, além da troca
de saberes, é um local onde há o encontro de diferentes gerações,
filhos, mães/pais, avôs/avós, todos se reúnem em torno de um mesmo
objetivo; onde as diferentes culturas convivem. Ao final das tarefas com
a horta, o grupo se reúne em uma roda para troca de conhecimentos, de
experiências, de receitas e de sentimentos. Esse é um momento em que o
conhecimento científico e popular se misturam, se complementam, se
integram, e onde se valoriza o conhecimento e os saberes de todos. A
horizontalidade nas relações está presente nos diversos momentos dos
encontros. Por fim, é proposta a realização de atividades de práticas
corporais como alongamentos, relaxamento, aromaterapia, onde todos têm a
oportunidade de sugerir algum exercício, se empoderando destas práticas
e sendo estimulados a levarem as idéias de exercícios para o seu
dia-a-dia.
![]() |
| foto ilustrativa alexandre apanerai |
A importância do movimento físico está
constantemente nas falas do grupo, inicialmente pelo próprio fazer que a
horta proporciona e pelas práticas corporais contribuindo para a
melhora das condições físicas dos idosos e trabalhadores, fomentando no
dia –a –dia autonomia e independência na realização de seus desejos e
necessidades. Cada participante sai com uma sacola contendo a verdura,
legume ou tempero disponível no momento, a sacola é montada por alguns
participantes que fazem a colheita e repartem nas sacolas, quando alguém
acha que é demais para si divide com quem tem mais familiares. Assim
todos levam alimentos orgânicos para a refeição do dia. Desde o mês de
março até o momento o grupo vem se desenvolvendo de forma progressiva e
consistente, a maioria dos participantes são idosos que vêem em busca do
convívio social e resgatar suas histórias com a terra e o plantio.
Estima-se a participação em torno de 25 pessoas no
grupo, entre profissionais, pessoas da comunidade, responsáveis pela
horta e em alguns grupos se conta com a participação de um médico
veterinário, professor de instituição universitária, o qual é profundo
conhecedor das plantas e seus efeitos e uma das referências técnicas do
projeto Horta Comunitária. Fala-se da potência deste espaço físico
quanto produção de alimentos sem agrotóxicos, de multiplicação de
conhecimentos, de trocas de idéias e da potência do grupo de pessoas que
ali estão como seres desejantes de saúde, de amizades, de conhecimento,
e de resgates de suas histórias particulares e da história daquela
região chamada Lomba do Pinheiro. Foi através do “cultivo” da formação
de grupo e das relações horizontais que ao longo destes oito meses o
mesmo construiu uma autonomia coletiva para realizar as atividades na
horta e na roda, isto é, algumas pessoas estão apropriadas do andamento
do grupo para auxiliarem os demais a tocarem as tarefas da manhã.
Município:
Porto Alegre, RS
Instituição Responsável:
Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Coordenador da experiência:
Cristiana Lindemayer; Flávio Burg; Lurdes Guiconi
Email da coordenação:
Telefone institucional:
(51) 3336-1622
Categoria da experiência:
Promoção
da saúde da pessoa idosa (práticas corporais e atividades físicas,
alimentação e nutrição, experiências inovadoras de educação em saúde
etc.)
Assinar:
Postagens (Atom)
Postagem em destaque
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO? ...
Mais visitadas no último mês
-
O cultivo do Blackberry ou Amora Americana é recente no Brasil, mas a fruta já era utilizada pelos gregos no Séc. IV a.C., p...
-
Digite sua busca Publicado por Toda Fruta em 8 de fevereiro de 2017 (Pergunta publicada em 06/04/2015 no Globo Rural On-line. ...
-
Quer descobrir projetos rentáveis no campo e aprender como ter renda extra na roça mesmo com pouco investimento? 🌾 Neste vídeo do Confia no...
-
Os chamados “Jardins Filtrantes” têm sido implementados em vários locais do planeta para tratar o esgoto e despoluir a água. O program...
-
FONTE: http://estratificandoafrio.blogspot.com.br/2013/10/como-germiar-e-pantar-sementes-de-pau.html Hoje vou mostrar como fiz p...
-
Extraído do blog saberes do jardim Eu amo cultivar tomates . É uma das minhas plantas preferidas, mas são bem sensíveis e costu...
-
QUARESMEIRA ( Tibouchina granulosa ) é uma árvore brasileira pioneira , da Mata Atlântica ,.Seu nome popular é devido à cor das flo...
