Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
domingo, 12 de maio de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
Apetite das minhocas: alternativa ecológica ao lixo orgânico - lombricomposteur
Na composteira, centenas de minhocas digerem os rejeitos, reduzindo seu volume, e produzem um fertilizante de qualidade para as plantas
©afp.com / Frank Perry
Josselin, França - Quase nada escapa à sua presença: elas se movem
sutilmente em meio a cascas de batata e revelam uma silhueta rosada
entre restos de verduras. No entanto, na lixeira orgânica, centenas de
minhocas digerem os rejeitos, reduzindo seu volume, e produzem um
fertilizante de qualidade para as plantas.
"É incrível o que comem, são hiper-vorazes!", diz Patricia Dreano,
surpresa com o apetite de 400 minhocas da espécie "Eisenia Foetida" que
colonizaram uma composteira feita especialmente para elas, instalado no
subsolo da sua casa, situada perto de Josselin (Morbihan, oeste da
França), debaixo da mesa onde prepara suas sopas.
Importada da Austrália e dos Estados Unidos, a composteira de minhocas
permite "reciclar naturalmente até 30% do conteúdo da nossa lixeira"
mais rápido e facilmente do que a composteira clássica colocada em um
canto do jardim, conta Gwénola Picard, de 42 anos.
Ao lado do marido, criador de perus, ele fundou a fazenda de minhocas
de Pays de Josselin, um criadouro de milhões de minhocas, que se nutrem
de excrementos de cavalos, vacas, aves de criação e restos de comida
recuperados dos restaurantes.
Usado por particulares, o princípio é simples: cada minhoca devora
diariamente entre a metade e uma vez o seu peso em resíduos orgânicos
(cascas, pó de café...), materiais carbonados (papelão, jornais) e até a
poeira varrida com a vassoura.
À medida que o volume dos dejetos se reduz, acumula-se o de excrementos
de lombrigas na composteira de minhocas, uma espécie de torre composta
de bandeiras sobrepostas e buracos, para permitir o deslocamento das
minhocas.
Só falta recolher a composteira de minhocas, um fertilizante com a
consistência da terra, destinado a nutrir o solo e revitalizar as
plantas. "Depois de dois meses, de cada 10 quilos de dejetos, são
recuperados cinco quilos", diz Gwénola Picard.
Sem odores, sem moscas e sem possibilidade de que as minhocas escapem. O
único problema é recolher regularmente o "chá de minhoca", um adubo
líquido procedente da água da matéria em decomposição, para evitar que
as minhocas se afoguem.
"Abrir a composteira na minha casa já é uma prova", admite, sorridente,
Patricia Ros-Chilias, diretora do centro de lazer de Josselin. O que
não a impede de receber, encantada, uma composteira de minhocas
cor-de-rosa nova em folha no refeitório das crianças. "É muito prática
porque não precisa ir à rua" nos dias de chuva ou frio.
"Estão ali do lado, sabemos que temos que alimentar nossas minhocas", explica. "É um gesto automático: comemos e, em vez de jogarmos fora os restos, antes perguntamos se é possível reciclá-los", disse.
Embora o método seduza quase todos, "a demanda aumenta nas comunidades", constata Frédéric Raveaud, da empresa Collavet-Plastiques, e criador do Eco-Worms, único modelo de composteira de minhocas francês, muito colorido. "Há quatro anos, quando começamos, era um produto para engajados", mas agora vendemos entre "3.000 e 3.500".
No município de Saint-Jean-Brévelay, perto de Vannes, onde são vendidos a partir de 40 euros a peça, vinte particulares já estão em filas de espera.
"Os dejetos orgânicos que deveriam ir para as composteiras representam entre 15% e 20% do conteúdo das lixeiras", diz Maxime Lohézic, do serviço ambiental desta comunidade.
"O potencial (destas minhocas) é enorme", pois estes animais são menores e mais discretos do que as tradicionais, que vão se tornar os "novos bichos de estimação", após o pedido das autoridades competentes para reciclar os dejetos de consumo privado.
"Estão ali do lado, sabemos que temos que alimentar nossas minhocas", explica. "É um gesto automático: comemos e, em vez de jogarmos fora os restos, antes perguntamos se é possível reciclá-los", disse.
Embora o método seduza quase todos, "a demanda aumenta nas comunidades", constata Frédéric Raveaud, da empresa Collavet-Plastiques, e criador do Eco-Worms, único modelo de composteira de minhocas francês, muito colorido. "Há quatro anos, quando começamos, era um produto para engajados", mas agora vendemos entre "3.000 e 3.500".
No município de Saint-Jean-Brévelay, perto de Vannes, onde são vendidos a partir de 40 euros a peça, vinte particulares já estão em filas de espera.
"Os dejetos orgânicos que deveriam ir para as composteiras representam entre 15% e 20% do conteúdo das lixeiras", diz Maxime Lohézic, do serviço ambiental desta comunidade.
"O potencial (destas minhocas) é enorme", pois estes animais são menores e mais discretos do que as tradicionais, que vão se tornar os "novos bichos de estimação", após o pedido das autoridades competentes para reciclar os dejetos de consumo privado.
fonte http://exame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/apetite-das-minhocas-alternativa-ecologica-ao-lixo-organico
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Produção de ovos coloniais é tema do Dia de Campo na TV
Produção de ovos coloniais é tema do Dia de Campo na TV: Galinha colonial Embrapa 051
Créditos: EmbrapaEsta edição do Dia de Campo na TV vai ao ar no dia 10 de maio de 2013, pelo Canal Rural (Net/Sky e internet), a partir das 9 horas. E no dia 12 de maio, às 7 horas, pela TV NBR (canal do Governo Federal, captada por cabo, parabólica e internet), com reprises aos domingos, às 17 horas; às terças-feiras, às 11h30; às quintas-feiras, às 15 horas; e aos sábados, às 7 horas.
A diversificação ou integração de atividades é uma das formas de buscar sustentabilidade da pequena e média propriedade rural, melhorando a renda e a qualidade de vida da família e do produtor. Uma das alternativas propostas pela Embrapa é a produção de ovos coloniais que tem condições de aumentar a renda dentro das propriedades. E apresenta a galinha Embrapa 051, uma ave rústica, que produz ovos de casca marrom, também conhecidos como ovos vermelhos. Ela é uma galinha colonial híbrida, resultado do cruzamento de linhas - neste caso foram escolhidas a Rhode Island Red e a Plymouth Rock Branca.
A galinha Embrapa 051 pode ser criada em qualquer parte do país, solta ou em piquetes. Elas iniciam a postura de ovos quando atingem o peso de um quilo e 900 gramas, o que acontece na vigésima primeira semana de idade.
A proposta de criação desenvolvida pela Embrapa requer pequeno investimento inicial e garante as conquistas da avicultura moderna. A galinha Embrapa 051 oferece uma produção bem superior às aves coloniais rústicas. Uma galinha colonial comum põe cerca de 80 ovos durante o período de produção. Já a 051 atinge de 280 a 300 ovos. Outra característica da poedeira é que ela também é uma galinha híbrida, considerada de duplo propósito, isto é, com capacidade para produção de ovos pelas fêmeas e de carne pelos machos abatidos com 120 dias.
O Dia de Campo na TV sobre Galinha Embrapa 051 opção para agricultura familiar foi produzido pela Embrapa Suínos e Aves (Concórdia/SC) e pela Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF), unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Créditos: EmbrapaEsta edição do Dia de Campo na TV vai ao ar no dia 10 de maio de 2013, pelo Canal Rural (Net/Sky e internet), a partir das 9 horas. E no dia 12 de maio, às 7 horas, pela TV NBR (canal do Governo Federal, captada por cabo, parabólica e internet), com reprises aos domingos, às 17 horas; às terças-feiras, às 11h30; às quintas-feiras, às 15 horas; e aos sábados, às 7 horas.
A diversificação ou integração de atividades é uma das formas de buscar sustentabilidade da pequena e média propriedade rural, melhorando a renda e a qualidade de vida da família e do produtor. Uma das alternativas propostas pela Embrapa é a produção de ovos coloniais que tem condições de aumentar a renda dentro das propriedades. E apresenta a galinha Embrapa 051, uma ave rústica, que produz ovos de casca marrom, também conhecidos como ovos vermelhos. Ela é uma galinha colonial híbrida, resultado do cruzamento de linhas - neste caso foram escolhidas a Rhode Island Red e a Plymouth Rock Branca.
A galinha Embrapa 051 pode ser criada em qualquer parte do país, solta ou em piquetes. Elas iniciam a postura de ovos quando atingem o peso de um quilo e 900 gramas, o que acontece na vigésima primeira semana de idade.
A proposta de criação desenvolvida pela Embrapa requer pequeno investimento inicial e garante as conquistas da avicultura moderna. A galinha Embrapa 051 oferece uma produção bem superior às aves coloniais rústicas. Uma galinha colonial comum põe cerca de 80 ovos durante o período de produção. Já a 051 atinge de 280 a 300 ovos. Outra característica da poedeira é que ela também é uma galinha híbrida, considerada de duplo propósito, isto é, com capacidade para produção de ovos pelas fêmeas e de carne pelos machos abatidos com 120 dias.
O Dia de Campo na TV sobre Galinha Embrapa 051 opção para agricultura familiar foi produzido pela Embrapa Suínos e Aves (Concórdia/SC) e pela Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF), unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
E se você quiser assistir às reportagens do Dia de Campo na TV visite a página: www.embrapa.br/diacampo.
Também queremos ouvir sua opinião sobre o programa. Entre em contato para falar com a gente pelo telefone 0800 646-1160, a ligação é gratuita.
Outras emissoras que transmitem o Dia de Campo na TV
TV Andradas - Andradas/MG - sábado, às 10h
TV Agromix - Campo Grande/MS
TV Coop - Fecoagro/SC
TV Feevale - Rio Grande do Sul
TV Educativa de São Carlos (canal 48) - quinta-feira, às 18h
TV Itararé - Campina Grande/PB - sábado, às 8h
TV Rio Preto - Unaí/MG - sábado, às 10h e domingo às 13h
TV Sete Lagoas - MG (canal 13) - quinta-feira, às 20h e sábado, às 11h
Saiba mais sobre a programação no site www.embrapa.br/diacampo e confira as reportagens na Videoteca Embrapa em www.youtube.com/user/VideotecaEmbrapa.
A Embrapa Informação Tecnológica também comercializa os DVDs com o programa completo pela Livraria Embrapa, telefones (61) 3448-4236 e 3340-9999 ou www.embrapa.br/liv.
FONTE
Embrapa Suínos e Aves
Lucas Scherer Cardoso - Jornalista
Telefone: (49) 3341 0454
Embrapa Informação Tecnológica
Maria Luiza Brochado e Cirlene Elias - Jornalistas
Telefone: (61) 3448-4807
Links referenciados
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimentowww.agricultura.gov.br
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
www.embrapa.br
www.youtube.com/user/VideotecaEmbrapa
www.youtube.com/user/VideotecaEmbrapa
Embrapa Informação Tecnológica
www.sct.embrapa.br
TV Educativa de São Carlos
tve.saocarlos.sp.gov.br
www.embrapa.br/diacampo
www.embrapa.br/diacampo
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Resposta da alface à aplicação de biofertilizante
A utilização de biofertilizantes é interessante para a agricultura, pois além de ser uma alternativa econômica e ambiental favorável, aproveita resíduos orgânicos e reduz a aplicação de fertilizantes minerais.
Objetivou-se com este trabalho, avaliar o efeito de doses de biofertilizante de origem bovina (efluente de biodigestor) aplicadas no solo e de dois níveis de irrigação na cultura da alface. O experimento foi conduzido em ambiente protegido, em vasos, aplicando-se ao solo diferentes doses de biofertilizante de origem bovina obtido de reator anaeróbio (10, 20, 40 e 60 m3 ha e adubação mineral como testemunha em dois níveis de irrigação calculados com base em 50 e 100% deevapotranspiração de referência.
As plantas de alface foram analisadas em: altura, número de folhas, diâmetro de copa, massa de matéria fresca e massa de matéria seca da parte aérea. Os tratamentos com biofertilizante apresentam melhores resultados que a adubação mineral, e tem aumento com a elevação das doses de biofertilizante; a maior dose (60 m3 ha-1) apresentou os melhores resultados em todas as variáveis analisadas. Para a massa seca, a adubação mineral apresentou maiores valores. Os níveis de irrigação não influenciaram no crescimento das plantas.
artigo completo em http://www.seer.ufu.br/index.php/biosciencejournal/article/view/14077/12277
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Como cuidar das árvores frutíferas no inverno
Eduardo M. de C.
Nogueira
Josiane T. Ferrari
Josiane T. Ferrari
Como todas as plantas cultivadas, as
fruteiras de clima temperado são suscetíveis a inúmeros
micro-organismos que atacam brotações, ramos, troncos flores e
frutos, levando a perdas na cultura e a enormes prejuízos aos
produtores. Esses micro-organismos permanecem no pomar de um ano
para o outro e constituem uma fonte de inóculo para o próximo ciclo
produtivo.
Tratamento de inverno é o conjunto de
medidas utilizadas para reduzir a fonte de inóculo no campo,
diminuindo, assim, a possibilidade de infecção pelo patógeno
remanescente e preparar as plantas para a brotação, florescimento e
frutificação, além de reduzir os micro-organismos por métodos
simples e menos agressivos ao homem e ao meio ambiente.
Esse controle deve ser iniciado nos
meses de maio/junho e início de julho, fase em que as plantas entram
em repouso vegetativo e pode ser subdividida.
Primeira fase:
• Podar os ramos secos, ladrões,
fracos e doentes, até encontrar a parte sadia, de forma a permitir
melhor arejamento e insolação das árvores;
• Retirar os frutos mumificados,
doentes e caídos ao solo, juntamente com os ramos podados e as
folhas velhas. Todos esses materiais devem ser amontoados e
retirados do pomar;
• Tratar o corte resultante da poda,
pincelando-se pasta bordalesa ou cúprica (produto à base de cobre
diluido em água), que tem como função a vedação do corte, impedindo
a entrada de patógenos ou ainda pode-se utilizar tinta plástica que
possui maior durabilidade, pois é mais difícil de ser lavada pela
água da chuva ou irrigação por aspersão.
Segunda fase:
• Após a limpeza das árvores e do
pomar, antes do início do florescimento, pulverizar as plantas com
calda sulfocálcica ou calda bordalesa, que servem para proteção da
planta contra patógenos e pragas, além de antecipar ou regularizar
floradas, proporcionando um talhão mais homogêneo e o escalonamento
da colheita;
• Esta pulverização deve atingir
uniformemente todos os troncos e ramos, para eliminação dos esporos
remanescentes que não foram eliminados com a poda, além de eliminar
alguns insetos, preparando a planta para a próxima frutificação.
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Resultado final de um pomar de pêssego bem tratado.
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Parreral bem cuidado.
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Origem: Instituto Biológico -
www.biologico.sp.gov.br
Eduardo Monteiro de Campos
Nogueira é Pesquisador Científico do
Centro de P&D de Sanidade Vegetal do Instituto Biológico.
Contato: nogueira@biologico.sp.gov.br
Contato: nogueira@biologico.sp.gov.br
Josiane Takassaki Ferrari
é Pesquisador Científico do
Centro de P&D de Sanidade Vegetal do Instituto Biológico.
Contato: takasaski@biologico.sp.gov.br
Contato: takasaski@biologico.sp.gov.br
Reprodução autorizada desde que citado a autoria e a fonte
Dados para citação
bibliográfica(ABNT):
NOGUEIRA, E.M.C.; FERRARI, J.T.
Como cuidar das
árvores frutíferas no inverno.
2009. Artigo em Hypertexto. Disponível em: <http://www.infobibos.com/Artigos/2009_3/frutiferas/index.htm>.
Acesso em:
7/5/2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
A adubação foliar é um processo de nutrição complementar à adubação via solo
Este tipo de adubação é mais comumente utilizado na agricultura, em
produções como as de arroz, café, soja, laranja, entre outros. Já para
as plantas ornamentais, aquelas que se utilizam em paisagismo, o uso se
restringe a algumas espécies de bromélias e orquídeas.
De qualquer maneira, é imprescindível que seja feita uma consulta
detalhada com profissional especializado, o qual poderá indicar a melhor
solução para cada caso. As principais vantagens da adubação foliar são:
- Os nutrientes aplicados via foliar são rapidamente absorvidos pelas folhas das plantas, corrigindo as deficiências ou evitando que as mesmas se manifestem – as plantas absorvem cerca de 90% do adubo, sendo que uns elementos são mais assimiláveis que outros, enquanto isso, o adubo colocado no substrato perde cerca de 50% de sua eficiência – minutos após a aplicação do adubo, ele completa uma primeira fase de absorção e no fim de algumas horas chega às raízes.
- Aumenta o aproveitamento dos adubos colocados no solo, principalmente os NPK, pois as plantas terão maior capacidade de absorção.
- Pode-se aplicar o nutriente específico na fase em que a planta apresentar maior demanda deste, isto é, nos momentos mais críticos.
- Estimula o metabolismo vegetal devido à rápida absorção e utilização dos nutrientes, o que proporciona estímulo na formação de aminoácidos, proteínas, clorofila, etc.
Como é o mecanismo de absorção? Os estômatos (as estruturas que
compõe a camada superficial das folhas) são os responsáveis pela maior
parte da absorção dos nutrientes, mas a própria cutícula que recobre as
folhas, quando hidratada, permite a passagem dos nutrientes; ela é
permeável à água e às soluções de adubo.
Para melhorar as condições de absorção das folhas, costuma-se
adicionar às soluções nutritivas substâncias denominadas agentes
umectantes, que pela sua ação adesiva, impedem que a solução escorra por
ação da gravidade, e por sua ação umectante dificultam a evaporação da
água, mantendo os nutrientes mais tempo em contato com a superfície
foliar. A concentração da solução depende da tolerância de cada planta, e
não devem ser aplicadas nas horas mais quentes do dia (entre 9 e 16
horas).
Algumas pessoas argumentam que a adubação foliar é muito cara, no
entanto, deve-se lembrar que ela deve ser complementar, sendo que as
quantidades utilizadas são pequenas. E mais, observe que a escolha do
adubo é muito importante, pois alguns elementos utilizados de maneira
errada podem queimar as plantas. Fique atento!
Texto: Patrícia Siqueira Cosignanihttp://www.jardineiro.net/adubacao-foliar.html
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Começou a safra 2013 de bergamota no sítio em Montenegro

Feriado do dia do trabalho é para trabalhar. Melhor se o trabalho for no paraíso da natureza!
Estivemos no sítio, colhemos algumas bergamotas pokan e umas deliciosas laranjas do céu. Para chegar nas laranjas foi dureza, pois primeiro atravessar a famosa ponte que será reformada em 2013 (por enquanto em projeto), depois enfrentar capins e maricás brotando. Dificuldades superadas com paciência e vestimenta adequada (botas).No meio do brejo quem encontramos? Vistosas manchas do amendoim forrageiro, mudas plantadas em 2011 e 2012.
Outra supresa agradável foi colhermos tomates cerejas, cujos tomateiros estavam pelo chão. Tarefa seguinte, fixar os tomateiros com taquaras para futuras colheitas.
Com pequenas ações conseguimos um sítio produtivo, já temos aipim (mandioca) e batata doce para colher, sem contar o pé de pimenta que parece ter chegado ao fim do ciclo produtivo. Também desde setembro produzindo pimenta.
Executamos a melhoria da iluminação externa, pois projetamos colher mel do apiário no final do mes.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Semente é diamante!! "Passado Semente Futuro"
O que importa mais num alimento a quantidade ou a qualidade?
Quanto vale uma semente rara que é cultivada melhorada há mais de 1.000 anos? Comecei a tratar o assunto em 2010, produzindo o documentário "Passado Semente Futuro".
"Semente é Diamante" é a continuação dessa pesquisa. Gravado em 2011, em Botucatu, durante a 2ª Feira de trocas de Sementes Tradicionais e Crioulas de São Paulo e também em Itapevi, no Sítio Vida de Clara Luz. Entrevistados: Denilza Santos, Lin Chau Ming, Ademar do Nascimento, Pedro Jovchelevich, Marcelo Laurino, Peter Webb, Edmar Costa e Ivete de Almeida.
Produção:Resgate Cultura
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Compostagem diminui a emissão de metano
Uma atitude simples e rica em nutrientes: ao invés de jogar os restos de alimentos diretamente no lixo, por que não transformá-los em adubo?A quantidade produzida de lixo é reduzida e, com ela, a liberação de metano, um gás altamente tóxico. Além de ajudar o planeta, você pode adubar sua horta e evitar o uso de agrotóxicos, prejudiciais à saúde. Saiba mais sobre compostagem e seus benefícios, na 10ª edição do Almanaque, com a pesquisadora do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) Adriana Charoux.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
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