domingo, 8 de fevereiro de 2026

Eugenia multicostata, a Sapiranga ou Araçá-piranga . Conheces???

 

De nome científico
Eugenia multicostata, a Sapiranga ou Araçá-piranga é árvore nativa de médio a grande porte, muito ornamental, seja pela beleza de sua folhagem, como pelo seu tronco vermelho-ferrugíneo-intenso. Sua excelente madeira, resistente à umidade, foi um dos motivos que levou a espécie à quase extinção em seu habitat natural.

É uma árvore muito rara, ameaçada de extinção devido a exploração de sua madeira, que é muito resistente. A fruta é consumida ao natural, ou ainda sob a forma de sucos, geléias e sorvetes. Compre lindas mudas de Sapiranga:

Site: www.safarigarden.com.br Blog: www.plantasexoticas.com.br
Facebook: www.facebook.com/safarigardenplantas

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Cinzas fermentada um potente adubo para suas plantas.

Aprenda a plantar bananeira corretamente!!


 

Como fazer ADUBO CASEIRO de ARROZ: serve para HORTA, ORQUÍDEA e todas as...


Um adubo orgânico, preparado na sua casa e que pode ser usado sem contra indicações em qualquer planta, até as comestíveis. Nossa jardineira Carol Costa mostra o passo a passo pra você preparar, aí na sua casa, essa calda que traz vida pro solo!

O nome técnico é calda de bactérias acidoláticas mas, nossa professora jardineira apelidou de adubo de arroz e que conheceu a receita num curso de adubação orgânica, ministrado pelo agrônomo colombiano Jairo Restrepo. O que essa calda faz é levar uma microbiologia pro substrato e esses serezinhos microscópicos trabalharão junto com a adubação pra que suas plantas produzam mais frutos, flores, folhas e cresçam saudáveis. Você pode usar o adubo de arroz junto com outro tipo de adubação, como o Bokashi ou a calda da composteira, por exemplo.

O principal aqui, é tomar nota de todos os ingredientes e só fazer substituições quando a receita sugerir. Assistir a explicação e a demonstração até o final é primordial pra compreender como é o preparo e a ordem dos ingredientes. Importante: quando o adubo ficar pronto, você usará 100 ml do preparado em cada 5 litros de água. Ingredientes pro adubo de arroz – 1 L de água destilada (você encontra em lojas de autopeças, farmácia ou loja de produtos hospitalares) ou água de chuva – 500 g de arroz integral (de preferência, orgânico e, não pode ser parboilizado) – 50 grs de farelo de arroz integral ou farinha de arroz integral – 500 ml de leite cru de vaca ou, se não tiver na sua cidade, 500 ml de leite tipo A com um tablete de fermento biológico fresco (15g)
  • 50 ml de melaço de cana ou mel (de preferência, orgânico) na primeira etapa
  • 100 ml de melaço de cana ou mel (de preferência, orgânico) na hora de usar o adubo diluído na água

Utensílios
– funil
– medidor
– garrafão plástico de 5 L
– tule ou telinha
– elástico
– coador
– balde de 5 L

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

PLANTAS que CRESCEM RÁPIDO e ENCHEM o JARDIM NO VERÃO


O verão é a estação em que o jardim mais responde aos nossos cuidados 🌞🌱 Neste vídeo, eu te mostro plantas que crescem rápido, ganham volume e enchem o jardim em pouco tempo, aproveitando o calor, a luz e a umidade da estação. São espécies ideais para quem quer resultado visível, seja em canteiros, vasos, bordaduras ou pergolados. 🌸 Plantas floríferas de crescimento rápido • Cosmos (Cosmos bipinnatus) • Zínia (Zinnia elegans) • Canna / Cana-da-índia (Canna indica) • Russélia (Russelia equisetiformis) 🌿 Folhagens que dão volume no verão • Coleus (Plectranthus scutellarioides) • Tostão (Callisia repens) • Manjericão (Ocimum basilicum) • Batata-doce ornamental (Ipomoea batatas – cultivares ornamentais) 🌾 Trepadeiras que crescem rápido e cobrem estruturas • Ipoméia (Ipomoea purpurea e outras espécies do gênero) • Thunbergias (Thunbergia spp.), com destaque para: • Sapatinho-de-judia (Thunbergia mysoriensis) 🌱 Dica importante Plantas de crescimento rápido precisam de: ✔️ solo bem preparado ✔️ regas regulares no verão ✔️ adubação equilibrada ✔️ podas leves para estimular ainda mais o crescimento Assim, o jardim fica mais cheio, saudável e bonito. ⸻ Se você gostou desse conteúdo, curta o vídeo, compartilhe com quem ama plantas e se inscreva no canal Vida no Jardim 🌿 Me conta nos comentários: qual dessas plantas você já tem ou quer plantar no seu jardim? #plantas #verão #jardim •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 📩 Para envio de dúvidas: contato@vidanojardim.com.br 👉 Quer anunciar sua empresa ou produto? Mídia Kit: comercial@vidanojardim.com.br 🔔 Curta e se inscreva no canal, episódios na quarta e domingo: https://goo.gl/ojQ8uW ❤️

Physalis: a pequena notável

 

















Texto: Raquel Marçal, de Curitiba

Essa estrela da amazônia é fonte de vitaminas A e C, além de ser rica também em fósforo, ferro, carotenoides e flavonoides

 Ela começou a aparecer nas feiras e quitandas brasileiras há bem pouco tempo. E muita gente a observou com curiosidade e se perguntou: que frutinha amarela é essa, com formato de acerola, mas que vem embrulhada nas próprias folhas? É a physalis (fisális), uma delícia azedinha típica da região amazônica. Atualmente, a Colômbia é o maior produtor e exportador da fruta – e é de lá que vem a maior parte da physalis vendida por aqui.

No Brasil, até de 2007, o cultivo era bem restrito e voltado a pesquisas. Mas desde 2008, a fruta começou a ser cultivada pra valer no país. É por isso que, agora, ela é vista o ano todo por aí. Ainda bem, já que a physalis é fonte de vitaminas A e C, além de ser rica também em fósforo, ferro, carotenoides e flavonoides (estes últimos, poderosos aliados contra o envelhecimento). “A physalis contém inúmeras substâncias medicinais e seu fruto, extremamente saboroso, tem grande valor nutritivo e terapêutico”, explica a técnica agrônoma Janaína Muniz, que virou especialista na planta durante seu mestrado em Produção Vegetal na Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). Uma dessas substâncias, a fisalina, já provou ser 30 vezes mais potente do que os antiinflamatórios hoje conhecidos. A descoberta, feita na Fundação Oswaldo Cruz de Salvador, foi publicada no European Journal of Pharmacology.

Dá para aproveitar tudo isso que a physalis tem de bom consumindo a fruta in natura, em recheios de bombons, em geleias e sucos (veja receita abaixo). Dá também para usá-la na decoração de bolos e tortas, no lugar das cerejas. E que tal ter essa beleza no jardim, com todos os benefícios bem ao alcance da mão? Segundo Janaína Muniz, o cultivo é simples – dá para plantá-la até em um vaso. E a planta se adapta bem a diversas condições de solo e clima. “Todas as famílias poderiam ter em seu quintal pelo menos uma physalis e consumir o fruto diariamente”, encoraja Janaína. Ficou interessado? Então, anote aí as dicas.

Sementes: o ideal é comprá-las de empresas especializadas que comercializam a espécie peruviana (Physalis peruviana L.) ou angulata (Physalis angulata). Também dá para plantar as sementes retiradas diretamente da fruta. “Mas a planta da espécie peruviana é de tamanho maior e do que da angulata. O fruto da peruviana também é maior e mais doce”, diz a técnica agrônoma Janaína Muniz.


Plantio: no solo a planta cresce mais rápido – pode chegar a três metros de altura –, produz frutos maiores e em maior quantidade. Mas nada impede que ela seja plantada em vasos. Eles devem ser grandes (entre três e cinco litros), pois as raízes são bem ramificadas e profundas (em torno de 50 cm de comprimento).

Adubação: pode-se usar húmus de minhoca ou mesmo esterco de bovinos, suínos e aves. O esterco precisa estar bem curtido (seco) para ser misturado à terra. Também pode ser utilizada a compostagem orgânica, adubo natural obtido a partir de cascas de frutas, legumes, ovos, verduras etc.

Rega: deve ser feita diariamente e duas vezes por dia, no verão.

Pragas: As principais pragas observadas até hoje são a Epitrix (pulga do fumo) nas folhas após o transplante; o Aphys (pulgão verde) nas brotações novas e frutos; e a Heliothis (lagarta da maçã), nos frutos. Na produção orgânica, utiliza-se o Óleo de Neem, um inseticida natural que diminui os ataques das pragas.

Colheita: a partir de 120 dias depois do plantio. Ela dá frutos por seis ou oito meses e cada planta produz até três quilos de frutas.



Receita: Geleia de Physalis

Ingredientes
2 caixinhas de 100 g de physalis
1 xícara de água
1/2 xícara de açúcar

Modo de fazer
Retire a physalis do casulo e corte-a em pedacinhos
Leve a fruta com a água e o açúcar ao fogo, mexendo sempre
Deixe ferver até a calda começar a engrossar e desligue o fogo
Amasse um pouquinho com um garfo ou colher e espere esfriar

http://www.revistaherbarium.com.br/physalis-a-pequena-notavel/
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The Golden Berry - Fisalis- camapu



This Golden Berry is one of the most adaptable and easy growing of fruits and is an exceptional source of nutrition. Its common name is Cape Gooseerry. This is truly, in every sense of the word, the GOLDEN BERRY

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Restaurar florestas vai além de plantar árvores | Pedro Brancalion | TED...


Restaurar florestas exige algo mais profundo: criar as condições para que a própria natureza volte a funcionar.

Nesta palestra, a restauração florestal é apresentada como uma forma de medicina, em que cada área degradada precisa de diagnóstico, cuidado e acompanhamento, e em que o plantio de árvores pode ser um tratamento importante, mas nunca uma solução universal.
Ao reconhecer a complexidade das florestas e os limites do controle humano, emerge uma abordagem mais realista, eficiente e duradoura para a restauração. Conectando ciência, experiência de campo e reflexão pessoal, Pedro Brancalion mostra como trabalhar com a inteligência natural da floresta não apenas restaura paisagens degradadas, mas também transforma a forma como nos relacionamos com a natureza, e com o futuro do planeta.

Pedro Henrique Santin Brancalion é graduado em Engenharia Agronômica com Doutorado em Produção Vegetal pela ESALQ/USP. Pedro é Diretor de Inovação do CCARBON/USP e docente da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP). Ele foi recentemente homenageado pela Câmara dos Vereadores de Piracicaba por suas notáveis contribuições à ciência e à restauração florestal. Reconhecido como um dos pesquisadores mais influentes do mundo, Brancalion integra a lista "Highly Cited Researchers", que destaca cientistas cujas publicações estão entre as mais citadas globalmente.

A homenagem ressalta a dedicação de Brancalion à pesquisa em restauração de florestas tropicais em paisagens modificadas pelo homem, buscando integrar pesquisa, prática e políticas públicas. This talk was given at a TEDx event using the TED conference format but independently organized by a local community. Learn more at https://www.ted.com/tedx

Rotação de culturas: rentabilidade na entresafra da cana com plantio de amendoim forrageiro


A rotatividade com outras culturas é uma opção simples que beneficia a terra, o produtor e a economia. Por ser a bola da vez, a plantação de cana-de-açúcar tem ocupado áreas cada vez maiores, suprimindo a produtividade do solo.


A cana-de-açúcar, como se sabe, é uma das principais culturas agrícolas do Brasil, sendo utilizada principalmente para a produção de açúcares e biocombustíveis. Entretanto, apesar de sua importância para a economia do país, o uso de grandes extensões de terra para o seu plantio prejudica o solo, a agricultura variada e a renda dos pequenos produtores. Uma solução eficaz para amenizar o problema, apontada por agrônomos e engenheiros, é a rotação da produção da cana com a de amendoim forrageiro.

A rotatividade com outras culturas é uma opção simples que beneficia a terra, o produtor e a economia. Por ser a bola da vez, a plantação de cana-de-açúcar tem ocupado áreas cada vez maiores, suprimindo a produtividade do solo.  Uma das saídas para amenizar esse problema está no rodízio do cultivo da gramínea com o de amendoim, a cada cinco anos, em época de renovação da safra.
Rotação de culturas: rentabilidade na entresafra da cana com plantio de amendoim






“A plantação de amendoim durante a entresafra da cana é uma escolha viável. O amendoim  forrageiro que é uma leguminosa, permite a recuperação do solo por meio da fixação de nitrogênio. Assim, as terras que ficariam ociosas mantêm a sua produtividade”, afirma o técnico e engenheiro agrônomo Juliano Coró.

Segundo o engenheiro, o sistema de rotação possibilita vantagens sociais, técnicas e econômicas. Dentro da escala social está o aproveitamento do funcionário durante a entresafra – a rotação evita a sazonalidade da renda e do trabalho. Parte da infraestrutura da cana também pode ser aproveitada para o amendoim, otimizando o maquinário. Ademais, nutrindo a terra de forma indireta, o produtor poupa com a compra de fertilizantes e a produtividade do solo resulta em melhor rendimento das duas culturas, gerando economia. 

Na região de Ribeirão Preto renovam-se anualmente mais de 40 mil hectares de terra com a plantação de amendoim durante a entresafra da cana-de-açúcar. Esse fato permite ao produtor a redução de 50% nos custos de renovação da cana.
http://www.informativorural.com.br/conteudo.php?tit=rotacao_de_culturas_rentabilidade_na_entresafra_da_cana_com_plantio_de_amendoim&id=45

As potencialidades do amendoim forrageiro conforme a Embrapa !!


Por.:

O BRS Oquira é uma cultivar de amendoim forrageiro (Arachis pintoi) propagada por mudas. Pode ser consumida por bovinos, equinos e ovinos, pelo pastejo direto, em pastagens consorciadas ou puras (bancos de proteína), e fornecida no cocho, como forragem verde picada, feno ou silagem. É recomendada para solos de média fertilidade, podendo, também, ser utilizada em sistemas intensivos, com irrigação e adubação.

Apresenta elevada produtividade de forragem, excelente resistência ao pisoteio, alta compatibilidade com capins de porte baixo e maior tolerância à seca. Além disso, é tolerante ao encharcamento temporário do solo. Pode ser introduzida em pastagens já estabelecidas, preferencialmente em faixas, ou plantada em estandes puros. Recomenda-se a formação de viveiros na propriedade para multiplicação das plantas e posterior plantio no pasto.

A cultivar é recomendada para os biomas Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.



Destaques

– Cultivar de amendoim forrageiro (Arachis pintoi) propagada por mudas.

– Indicada para bovinos, equinos e ovinos.

– Fornecida no cocho, como forragem verde picada, feno ou silagem.

– Uso em pastejo direto, em pastagens consorciadas ou puras (bancos de proteína).

– Recomendada para solos de média fertilidade e também em sistemas intensivos, com irrigação e adubação.

– Tolerante ao encharcamento temporário do solo.

– Pode ser introduzida em pastagens já estabelecidas, preferencialmente em faixas, ou plantada em estande puro.

– Uso na formação de viveiros para multiplicação das plantas e posterior plantio no pasto.

– Elevada produtividade de forragem.

– Excelente resistência ao pisoteio.

– Alta compatibilidade com capins de porte baixo e maior tolerância à seca.

Foto: ASSIS, Giselle Mariano Lessa de

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Sua BANANEIRA NÃO PRODUZ CACHOS conheça os ERROS mais comuns na hora da ...


Bananeira que produz muitas folhas não produz bananas! Saiba que a poda e manejo correto da bananeira influenciam tanto na alta produção de cachos de banana quanto na alta quantidade de folhas. Entenda quais folhas devem ser podadas e porque devem ser podas na medida certa.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Plantas alimentícias não convencionais ganham destaque como alternativa sustentável para a agricultura familia

 https://www.embrapa.br/portal-embrapa-theme/images/spacer.png ImprimirPlantas alimentícias não convencionais ganham destaque como alternativa sustentável para a agricultura familiar

Foto: Waldemore Moriconi



Participantes do dia de campo

Dia de Campo em Sítio Agroecológico da Embrapa apresenta tecnologias, cultivos, usos e potencial de geração de renda das PANC

Espécies vegetais pouco conhecidas do grande público, mas com alto valor nutricional, rusticidade e forte ligação com a biodiversidade local, as Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) vêm ganhando espaço como alternativa estratégica para a agricultura familiar e para sistemas produtivos sustentáveis. Esse potencial foi apresentado durante o Dia de Campo “Conhecendo as Plantas Alimentícias Não Convencionais: cultivo, usos e geração de renda”, realizado no Sítio Agroecológico, na Embrapa Meio Ambiente no final de janeiro de 2026.

A atividade foi coordenada por pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente e da Embrapa Mandioca e Fruticultura, em parceria com a Cooperativa de Agricultores Familiares de Americana e Região (Cooperacra), a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo “José Gomes da Silva” (ITESP) e as prefeituras de Jaguariúna e Mogi-Mirim.

O encontro reuniu agricultores familiares, gestores e técnicos de prefeituras e de instituições de extensão rural, estudantes e pessoas interessadas em conhecer, na prática, o cultivo e o uso dessas espécies.

As PANC são plantas com potencial alimentício ainda pouco explorado pela agricultura convencional. Em sua maioria nativas ou naturalizadas, mas também algumas exóticas que adaptam-se bem às condições locais de solo e clima, exigem menos insumos e apresentam elevada capacidade de produção mesmo em ambientes adversos. Além disso, contribuem para a conservação da biodiversidade e para a diversificação dos sistemas agrícolas.

Segundo Joel Queiroga, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente e um dos coordenadores do evento, a valorização dessas plantas está diretamente ligada aos princípios da agroecologia. “As PANC ampliam o repertório alimentar, reduzem a dependência de agricultores às poucas culturas dominantes e fortalecem a segurança e a soberania alimentar. São espécies que dialogam com o território, com a cultura local e com a realidade da agricultura familiar”, afirma.

Durante o dia de campo, os participantes conheceram as Unidades de Observação (UO) já existentes no Sítio Agroecológico e a mais nova delas, dedicada exclusivamente às Plantas Alimentícias Não Convencionais. Nessas áreas, são desenvolvidas e avaliadas de forma participativa com agricultores e técnicos, práticas de manejo, cultivo e propagação das espécies, permitindo o intercâmbio de conhecimentos e que estes agricultores e técnicos observem o efeito das práticas e o comportamento das plantas em condições reais de produção.

Para Guilherme Reis Ranieri, autor do livro “Matos de Comer”, responsável pela apresentação dos fundamentos teóricos das PANC, o desconhecimento ainda é um dos principais entraves para a ampliação do uso dessas plantas. “Muitas PANC são vistas como mato ou plantas sem valor, quando, na verdade, têm grande potencial nutricional e culinário. O trabalho de divulgação e de formação é essencial para mudar essa percepção”, destaca.

A programação incluiu visitas práticas e técnicas às áreas de cultivo, onde os participantes puderam conhecer diferentes espécies e variedades, seus usos alimentares e as principais formas de propagação. Também foram discutidos arranjos produtivos integrados, como o cultivo consorciado de mandioca em faixas rotativas, apresentado por Marcelo Ribeiro Romano, da Embrapa Mandioca e Fruticultura.

De acordo com Romano, a diversificação é uma estratégia fundamental para sistemas agroecológicos. “O consórcio de culturas e a inclusão de espécies como as PANC aumentam a eficiência do uso da área, melhoram a saúde do solo e ampliam as possibilidades de renda para o agricultor”, explica.

Outro destaque do evento foram os sistemas agroflorestais (SAFs), apresentados em diferentes abordagens. O SAF Frutas, conduzido por Luiz Octávio Ramos Filho, da Embrapa Meio Ambiente, demonstrou como espécies frutíferas podem ser integradas a sistemas mais biodiversos e resilientes. Já o SAF Medicinal, apresentado por Joel Queiroga, evidenciou o potencial das plantas medicinais associadas às PANC em sistemas produtivos diversificados e como estes sistemas conciliam produção e conservação da socioagrobiodiversidade.

Também foram apresentadas cultivares de mangueiras adaptadas a sistemas de produção agroecológicos e orgânicos, reforçando a importância da escolha de variedades adequadas para esse modelo de manejo.

Para além da produção, o evento destacou o potencial econômico das PANC. A diversificação de cultivos pode gerar novas oportunidades de comercialização, seja por meio de feiras, mercados locais, cooperativas ou do processamento artesanal de alimentos. Ao longo da programação, os participantes puderam degustar os sabores de diferentes cultivares de mangas e diversas PANC evidenciando as possibilidades gastronômicas dessas espécies.

“O agricultor familiar pode agregar valor ao produto, diversificar a renda e ainda oferecer alimentos mais saudáveis e conectados com a identidade local”, ressalta Queiroga. Segundo ele, iniciativas como Dias de Campo ajudam a aproximar a pesquisa científica da realidade do campo e a fortalecer redes locais de produção e consumo.

O evento foi encerrado com uma avaliação coletiva, na qual os participantes destacaram a importância de ações de capacitação e demonstração prática para ampliar o uso das Plantas Alimentícias Não Convencionais. Ao integrar pesquisa, extensão e saberes tradicionais, o projeto reforça o papel das PANC como aliadas na construção de sistemas alimentares mais sustentáveis, diversos e socialmente justos.

Cristina Tordin (MTB 28499/SP)
Embrapa Meio Ambiente

Contatos para a imprensa
meio-ambiente.imprensa@embrapa.br
Telefone: 199 92626751

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

O SEGREDO COM CINZA FERMENTADA, FAZ AS PLANTAS DISPARAR NO CRESCIMENTO


Assim, para quem chegou agora, seja bem-vindo ao nosso canal e não se esqueça de se inscrever. Para Ajudar o canal, deixa o seu like e ative as notificações para não perder nenhuma novidade. Nosso Instagram: / arandapecuaria No mais, fique livre para comentar no vídeo. Até o próximo!!!!!!!!

Como cultivar a zabumba ou zinia, tendo um lindo jardim florido!

 


A Zabumba ou zínia (zinnia elegans) apresenta uma grande variedade de cores, de tamanhos e de formatos. Há cultivares pequenos, com aproximadamente 15 cm, e plantas grandes, que chegam a quase um metro de altura.

Essas flores podem ser plantadas por sementes em vasos, floreiras ou jardins. Clique aqui e confira as nossas dicas para semear flores e obter sucesso.

Como cultivar zínias
As zínias são flores versáteis e apresentam um ótimo aspecto para serem plantadas em grupos, seja no quintal ou em jardineiras.

Clima e iluminação

As zínias são plantas ideais para clima quente e seco. Elas não suportam baixas temperaturas e, principalmente, as geadas. A umidade em excesso é muito favorável para o surgimento de doenças, por isso é importante se atentar a essa questão.

A planta necessita de luz solar direta por algumas horas diárias para seu bom desenvolvimento e crescimento. Dê preferência para locais abertos. 

cultivo e plantio de zínias
O verão é uma boa estação para o plantio de zínia.

Solo

A zínia é bastante tolerante quando o assunto é solo. Mas é importante que ele seja bem drenado e leve. Precisa ser fértil, rico em matéria orgânica e com um pH entre 5,5 e 7,5.

O espaçamento dependerá da altura da variedade cultivada. Mas, geralmente, recomenda-se um espaçamento de 10 a 60 centímetros. Porém, é importante lembrar que a zínia também pode ser cultivada em vasos ou jardineiras.

Irrigação

É indispensável manter o solo levemente úmido durante a fase inicial de crescimento. É até mesmo permitido que o solo fique superficialmente seco entre as regas quando as plantas já estiverem bem desenvolvidas.

Como citado acima, a planta é relativamente resistente a seca. Bem tolerante a climas quentes. Por outro lado, não cresce bem e tem seu desenvolvimento interrompido em solos excessivamente úmidos. Sugestão: faça as regas pela manhã. 

Ciclo de cultivo

As zínias são plantas de ciclo anual. Ou seja, geralmente germinam, florescem e morrem no período de um ano. Porém podem viver mais de um ano caso sejam cultivadas em condições apropriadas.

semente de flores

Época de floração 

Em condições adequadas nas regiões de clima quente, a planta pode florescer durante todo o ano. Já nas regiões de clima frio, floresce apenas no verão e no comecinho do outono. Geralmente começa a florescer de 45 a 70 dias após a germinação. As flores podem ter cerca de 2 cm ou até mesmo 15 cm de diâmetro.

Propagação das zínias

A propagação de zínias é feita através de sementes que, na maioria das vezes, já são semeadas diretamente no local definitivo. As mudas geralmente não suportam bem o transplante.

VEJA TAMBÉM
taioba

É necessário semeá-las a uma profundidade de aproximadamente 0,5 cm no solo. Bem superficialmente. A germinação é rápida ocorrendo normalmente em menos de duas semanas ou até mesmo de uma.

No site da Plantei, maior garden center online do Brasil, você pode adquirir sementes de zínia e começar o seu plantio agora! Clique aqui e confira.

Gostou de conhecer mais sobre a espécie?

Então mãos à terra e vá colorir o jardim com zínias! 


quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

10 Plantas que Definem o Paisagismo de 2026 | Nativas, Tendências e Jard...


O paisagismo de 2026 vai além da estética. Ele valoriza plantas nativas, baixa manutenção, volumes naturais e escolhas que fazem sentido para o clima, o espaço e o estilo de vida. Neste vídeo, eu apresento 10 plantas que definem o paisagismo de 2026, explicando por que cada uma delas está em destaque em projetos contemporâneos — tanto em jardins quanto em vasos. Mais do que seguir tendências, o paisagismo atual propõe escolhas conscientes, jardins mais vivos, sensoriais e possíveis. São plantas que respeitam o tempo da natureza, o lugar onde são cultivadas e quem cuida delas. 10 Plantas que Definem o Paisagismo de 2026 🌱 Nativas em destaque 1️⃣ Manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis) 2️⃣ Grama-amendoim (Arachis repens) 3️⃣ Clúsia (Clusia fluminensis) 4️⃣ Caliandra (Calliandra spp.) 5️⃣ Dipladênia (Mandevilla spp.) 6️⃣ Guaimbê (Thaumatophyllum bipinnatifidum) ✅ 🌿 Estruturais e complementares 7️⃣ Agave (Agave spp.) 8️⃣ Liriopes (Liriope muscari) 9️⃣ Cactos colunares 🔟 Capins ornamentais (Pennisetum spp.) Se você ama jardinagem e paisagismo, se inscreva no canal Vida no Jardim 🌱

Como evitar capina ao plantar

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Stop Buying Worms! This Cardboard Method Doubled My Worm Population for ...


Discover how I doubled my worm population without spending a dime using simple cardboard! Learn the exact step-by-step method that transformed my vermicompost bin and stopped me from buying worms every few months. This free technique works for beginners and experienced composters alike.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Comedouro fácil que deixa seu quintal um paraíso de pássaros! #pássaros ...


Transforme totalmente o seu quintal e atraia uma grande variedade de pássaros livres com este comedouro simples, barato e extremamente eficiente feito com um galão de 20 litros. Neste vídeo eu te mostro passo a passo como fazer um comedouro automático que repõe a comida sozinho, usando um tubo PVC, furos estratégicos e materiais simples que você tem em casa. Este tipo de comedouro é um dos métodos mais usados e mais buscados por quem deseja atrair pássaros rapidamente, criando um ambiente natural, bonito e cheio de vida. Além de trazer mais beleza para o seu quintal, ele também ajuda os pássaros a encontrarem alimento de forma segura e torna sua área externa um verdadeiro paraíso. Aqui você vai aprender: ✔️ Como fazer um comedouro para pássaros com galão de 20 litros ✔️ Como atrair pássaros para o quintal todos os dias ✔️ Como montar um sistema automático de alimentação ✔️ Como transformar reciclagem em um projeto útil e decorativo ✔️ Como criar um ponto de visita permanente para os passarinhos Se você gosta de natureza, pássaros, ideias caseiras, artesanato, reciclagem e faça você mesmo, este vídeo foi feito especialmente para você. 🌿 Assista até o final e descubra por que seu quintal vai virar um paraíso!

domingo, 18 de janeiro de 2026

10º lugar do Ranking Vale Agrícola 2025: Bolo de Cenoura com casquinha c...


🏆 Ranking Vale Agrícola 2025 | 10º lugar Começamos a lista com um clássico que nunca decepciona! 🥕🍫 O bolo de cenoura com casquinha sequinha de chocolate garantiu a 10ª posição entre as receitas mais vistas de 2025. Presença certa no café da tarde e no coração de quem ama receita simples, gostosa e cheia de carinho. ☕💚 E o ranking só está começando… 👀✨ BOLO DE CENOURA 520g de cenoura (3 cenouras grandes) 6 ovos 2x de açúcar (pode ser 1,5) 3,5x de farinha de trigo 1csp fermento químico 1,5x óleo de soja sal a gosto COBERTURA 1,5X achocolatado em pó (nescau) 1,5x de açúcar 0,5x de leite 3csp margarina

sábado, 17 de janeiro de 2026

minhocas gigantes africanas ,mudando de estratégia na criação

Técnica da Embrapa: De Resíduo Vegetal a OURO Verde no Campo!


A Embrapa revolucionou a forma como encaramos o 'lixo' no agronegócio! Prepare-se para desvendar um método que transforma resíduos vegetais em adubo de alta qualidade, sem inoculantes e com impacto direto na sua lavoura. Não é mágica, é ciência!
Quer dominar essa técnica? Inscreva-se no curso gratuito de compostagem da Embrapa e transforme seus resíduos em fertilidade para a sua produção! https://www.embrapa.br/e-campo/curso-...

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Dicas para um jardim na praia

 





Ao compor um jardim ou varanda na praia, é preciso levar em conta que as plantas têm que ser nativas de clima tropical. Assim elas suportaram altas temperaturas e, com as chuvas de verão, se desenvolvem com mais vigorosidade. Vento, maresia e solos arenosos devem ser analisados antes das escolhas das espécies.

Outros detalhes que também devem ser analisados ao planejar o paisagismo da casa na praia é implantar espécies que florescem ou dão frutos no verão e que são de baixa manutenção. Afinal, de nada adianta plantar uma flor belíssima e adaptada ao litoral se ela floresce apenas no inverno, ou que exige constante manutenção e não há ninguém no local por meses para realizá-la.

As plantas tropicais como a palmeira, palmeira imperial e coqueiros se adequam muito bem ao clima praiano, pois aguentam ventos fortes e a ação da maresia. Outros exemplos de plantas tropicais são: Coqueiros, Heliconias, Alpineas, Ixoreas, Palmeiras, Bastão do Imperador, Ravenalas, Hibiscos, Cicas, Phoenix e Pandanus. Já em lugares totalmente abrigados da luz solar pode-se usar o lírio da paz, Marantas, Chamaedoreas, Singonio e licuala.

Na composição, é sempre bom utilizar cores tropicais, como da pleomele ou bromélias amarelas e rubras, pois a paisagem deve ser harmônica e não contrastar com a beleza natural da praia. Além disso, cores tropicais são intensas e conferem um ótimo astral onde são dispostas.

Se há espécies apropriadas ao clima praiano, também existem as que não se dão bem neste ambiente e devem ser evitadas, como azaléia, hortênsia, roseira e pinheiros. Plantas de clima temperado também não se adaptam.

33 PLANTAS de SOL e PRAIA

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Compreendendo nosso solo: o ciclo do nitrogênio, fixadores e fertilizantes


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