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segunda-feira, 16 de dezembro de 2024
Um jardim na Praia é fácil!

Muitas pessoas podem acreditar que o jardim na casa de praia é difícil de implantar e manter. Realmente, como passamos a maior parte do ano longe do litoral, o jardim fica praticamente abandonado durante este tempo.
Coqueiros e palmeiras têm ótima
adaptação ao litoral
Foto: Rafael Patro
Algumas plantas nativas são boas para conter a erosão
Foto: Rafael Patro
Muitas bromélias e cactos são nativos
do litoral
Foto: Rafael Patro
Dicas de Plantas:
- Gramados e Forrações:
- Grama Esmeralda (Zoysia japonica)
- Grama São Carlos (Axonopus compressus)
- Grama Santo Agostinho (Stenotaphrum secundatum)
- Vedélia (Sphagneticola trilobata)
- Árvores e Palmeiras:
- Amendoeira (Terminalia catappa)
- Coqueiros variados (Cocos nucifera)
- Palmeiras variadas
- Eritrina candelabro (Erythrina speciosa)
- Trepadeiras:
- Buganvílea (Boungainvillea spectabilis)
- Glicínia (Wisteria floribunda)
- Arbustos:
- Folhagens e Flores:
- Bromélia Imperial (Alcantarea imperialis)
- Onze-horas-da-praia (Lampranthus zeyheri)
- Onze-horas (Portulaca grandiflora)
- Gardênia (Gardenia jasminoides)
- Lantana (Lantana camara)
- Gailárdia (Gaillardia x grandiflora)
- Hemerocális (Hemerocallis sp)
- Girassol-de-jardim (Helianthus laetiflorus)
- Bananeirinha-de-jardim (Canna x generalis)
- Cacto-margarida (Lampranthus productus)
- Peperômia (Peperomia scandens)
- Helicônias
- Bromélias variadas
- Orquídeas
- Caetés
- Biris
- Cactos:
- Cacto-brasil (Cereus hildmannianus)
- Cacto-palma (Opuntia fícus-indica)
- Facebook (o mais popular)
- Twitter (o mais rápido)
- Google Plus (o que mais cresce)
- Pinterest (o mais colorido)
- E-mail (o mais democrático)
- WhatsApp (o mais mobile)
Jardim de praia: plantas ideais para se cultivar no litoral!!
fonte: construindo e reformando
Cultivar um jardim á beira-mar pode ser um desafio, mas não é impossível e, certamente, vale á pena! Saiba quais plantas cultivar e como cuidar do seu jardim litorâneo.
Conviver com o clima praiano, pode ser um desafio para muitas plantas, especialmente quando se está próximo ao mar, onde o solo arenoso, vento e a maresia são constantes. No entanto, como se observar nas arborizadas costas brasileiras, é possível cultivar um belo jardim à beira mar!
Quais plantas escolher
As plantas ornamentais nativas são as melhores opções para enfeitar seu jardim. Elas são aptas a viver no litoral, enquanto outras espécies podem ter seu desenvolvimento prejudicado. Lembre-se também de levar em conta o clima da região que você se encontra, não apenas o fato de ser no litoral! Afinal, um clima mais seco ou úmido faz toda diferença para as plantinhas. Aqui vão algumas sugestões:
flores-jardim-de-praia
Árvores: Cipreste-de-monterey, Capororoca, Pitangueira, Amendoeira de praia e a Kaisuka.
Floridas: Onze-horas, Alpínia, Jasmim manga, Beri, Clúsia, Hibisco, Íris da Praia, Vedélia, Oleandro, Orelha-de-onça, Ixora, Quaresmeirinha, Laurotino, Petúnia e Bananeiras de jardim.
Grama: Esmeralda e São Carlos.
Palmeiras: Butiazeiro, Jerivá, Tamareira das canárias, Palmeira-triangular, Coqueiro e Areca-bambu.
Sem flor: Cica, Dracena-de-madagascar, Pândano espiral, Pinheiro-budista e Pinheiro-azul.
Começando um jardim
Ao iniciar um jardim, preste atenção ao solo: poucas plantas conseguem se desenvolver na areia, então se ela for predominante na sua residência, deverá ser substituída por terra – caso isso não seja possível, aposte em vários vasos repletos de terra adubada! Para realizar essa substituição, a presença de um especialista em jardinagem e paisagismo é indispensável.
O vento constante, comum no litoral, pode prejudicar as plantas, por isso prefira áreas mais protegidas, como atrás de muros ou da casa. Essa proteção vai evitar também a maresia.
Imagem: Fotógrafo Digital.
Fisális: conheça a fruta de decoração que pode diversificar renda de produtores rurais

De origem sul-americana, a fisális ainda é pouco produzida no Brasil e tem grande potencial de venda
Daumildo Júnior* | Brasília | daumildo.junior@estadao.com
04/09/2024 - 12:39
fonte: estadão
Foto: Adobe Stock
Não é raro ir a festas de aniversário ou de casamento e encontrar um bolo enfeitado com uma frutinha amarela e cobertura dourada. Essa é a fisális, uma fruta exótica que tem ganhado espaço no mercado brasileiro, seja pela sua elegância ou pela curiosidade.
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Truvid
Com diferentes nomes, essa frutinha pode guardar mais do que apenas beleza. O Agro Estadão mostra quais são, os benefícios e como deve ser o manejo da fisális.

O que é a fisális?
É considerada uma fruta exótica de cor amarela e formato arredondado e pequena. A baga é do tipo carnosa e tem sabor ácido e doce. Além disso, o fruto é envolvido por uma espécie de folhas formando um cálice também chamado de capulho.
É da mesma família do tomate, pimenta, batata e jurubeba, as Solanaceae. Originária da América do Sul, as espécies mais cultivadas comercialmente são Physalis peruviana L. e Physalis angulata L.
Foto: Adobe Stock
Entre os usos, a fisális pode ser consumida in natura ou desidratada. Além disso, pode ser utilizada para decoração de doces finos e bolos, na produção de geleias, sucos, sorvetes e licores, e em molhos de saladas e carnes.
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Quais os outros nomes da fisális?
Ela também pode ser chamada por outros nomes que variam de acordo com a região e o país. No Brasil, pode ser conhecida por o joá-de-capote, saco-de-bode, camapu, camapum e mullaca. Já na Colômbia recebe o nome de uchuva, no Japão, de hosuki, e em países de língua inglesa pode ser goldenberry.
O que a fisális tem de benefícios?
Além de ser bonita esteticamente, a fisális também é uma fruta com propriedades nutricionais. Outro benefício está relacionado ao seu valor econômico.
Para saúde humana: rica em vitaminas A, C, ferro, fósforo e fibras, a fisális também tem atuação anticoagulante, diurético e anti-inflamatório. Segundo Epamig, as folhas e raízes possuem alcaloides, flavonoides, carotenóides e compostos bioativos, substâncias capazes de auxiliar na prevenção de doenças. Há estudos também que indicam um potencial anticarcinogênico.
Para produtor rural: o cultivo pode ser uma alternativa rentável para pequenos produtores, já que seu valor de mercado costuma ter altos patamares. Além disso, boa parte do que é consumido no país é importado da Colômbia ou de outros países. Por isso, uma produção interna pode fazer com que a produção nacional seja mais barata e mais competitiva.
Como cultivar a fisális?
A fisális é uma cultura relativamente fácil de plantar. Porém, a Epamig indica alguns cuidados na hora de fazer o plantio.
Confira o material da Epamig com orientações técnicas para o cultivo
Clima e solo
Ela é uma planta que não vai bem com frio ou calor extremos e com a seca. Também não tolera solos encharcados ou muito úmidos. Além disso, a recomendação é que não se plante a fisális em áreas que já receberam tomate, pimentão ou batata. A correção do solo deve ser feita caso o pH não esteja entre 5,5 e 6,8 É uma planta que prefere terrenos mais altos, entre 800 e 3.500 metros.
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Sementes e mudas
É recomendado fazer mudas antes de plantar em definitivo. Para obter as sementes basta bater a fruta no liquidificador por velocidade baixa. Depois é preciso separar a polpa e retirar as sementes. Cada fruta pode conter até 200 sementes.
Em seguida, pode-se plantar as sementes em saquinhos próprios de mudas e a germinação costuma acontecer entre 10 e 20 dias.
Foto: Adobe Stock
Plantio
Quando as mudas atingem entre 20 e 30 centímetros elas estão prontas para serem transplantadas no local definitivo. O espaçamento entre plantas recomendado é entre um a dois metros de distância, e entre linhas de plantio o ideal é que fiquem entre dois e três metros.
Assim como o tomate, é importante observar o tutoramento da planta. Essa técnica pode começar a ser feita quando a fisális atinge 80 centímetros de altura. Um dos sistemas mais utilizados é o tutoramento em V.
O manejo ainda inclui cuidados com pragas e doenças. São plantas suscetíveis aos ataques de ácaros, pulgões, brocas e tripes. A recomendação é fazer aplicações de defensivos ou agrícolas ou biológicos de forma constante dependendo do grau de infestação.
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Colheita e pós-colheita
A colheita costuma ser feita após 120 dias do transplantio das mudas e dura em média cinco meses (há lugares que chegam a onze meses, mas no Brasil o comum são cinco). Fatores como frio e calor, além da altitude elevada influenciam nesse período.
De acordo com a Epamig, entre a abertura da flor até o ponto ideal de colheita da fruta, costuma variar entre 23 e 27 dias. O ponto de colher é quando o capulho atinge uma cor amarelo-esverdeado e a fruta fica amarela.
O processo de colheita é manual e requer atenção, já que a fruta é bastante suscetível a danos mecânicos. Quando colhida com o capulho, a fruta ganha mais durabilidade e se armazenada em um ambiente de até 18ºC pode manter-se consumível por até 30 dias.
*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação Agro Estadão
Fonte: https://agro.estadao.com.br/inovacao/fisalis-conheca-a-fruta-de-decoracao-que-pode-diversificar-renda-de-produtores-rurais
quinta-feira, 12 de dezembro de 2024
quarta-feira, 11 de dezembro de 2024
sexta-feira, 6 de dezembro de 2024
A Mostarda Kyoto (Roxa)
A Mostarda Kyoto (Roxa) é uma das hortaliças que podem ser consideradas PANC, ou seja, uma planta alimentícia não convencional. Isso porque, diferente de folhosas mais comuns como alface e rúcula, ela ainda não é encontrada em larga escala ou não está presente em todas as regiões de cultivo.
Suas folhas são um tanto exóticas, e de aspecto visual muito
interessante, assim como o sabor, que é picante e refrescante. Saiba mais sobre
a variedade:
- Planta vigorosa;
- De folhas serrilhadas;
- Coloração roxa intensa e levemente esverdeada no centro;
- Pode ser cultivada como microverdes e folhas jovens;
- Ciclo na fase adulta: 60 dias no verão e 80 no inverno.
Para testar esta cultivar e incluir na sua produção, entre em contato
com a ISLA através dos seus canais de venda ou mesmo pelas redes sociais da ISLA Sementes
#diversidade
#horticultura
#mostardaroxa
#panc
#vamoscomermelhor
#agronomia
quinta-feira, 5 de dezembro de 2024
O capim elefante (Pennisetum purpureum) é considerado uma das mais importantes forrageiras tropicais!!
Bom dia! Neste carrinho de mão, podem ver algumas mudas de capim elefante (Pennisetum purpureum) que coletei no sítio em montenegro.
São para revenda a clientes interessados em estabelecer esta espécie , como quebra-vento ou pastagem em produção olerícula.
Entre as preferidas para corte em propriedades leiteiras pode-se citar a variedades mineiro, napier, taiwan, cameroon e cultivar roxo, com plantas que apresentam diferentes tipos morfológicos. Os produtores têm usado características individuais da planta para orientar a melhor forma de uso das cultivares. O custo de formação, características produtivas e adaptação ambiental das cultivares disponíveis são referências importantes para orientar a escolha. Cultivares com predominância de perfilhos basais são as mais indicadas para uso em capineiras. Poucas são as cultivares para uso específico sob pastejo, constituindo exemplos a pioneiro e a mott.
O capim elefante é uma gramínea de alta produtividade (de 30 a 82 t de massa seca por ha/a) e ciclo curto. A primeira colheita pode ser feita 6 meses após o plantio, possibilitando assim 2 cortes anuais. Por ser uma planta com metabolismo fotossintético C4, assimila mais eficientemente o carbono e assim torna-se uma alternativa atrativa para os projetos de MDL. Por causa da alta produtividade requer áreas menores, baixando o investimento em terras.Pode ser utilizado em tratamentos de esgoto domiciliar (Sabesp) e futuramente será matéria prima para combustíveis líquidos (etanol de segunda geração via hidrólise enzimática, ácida ou mista).
Na biomassa vegetal do capim elefante o teor de carbono é aproximadamente 42%, na base de matéria seca. Assim, uma produção média de biomassa seca de capim elefante de 40 t/ha/ano, acumularia um total de 16,8 toneladas de carbono/ha/ano. Pode-se estimar que uma empresa com 100 ha de capim elefante seqüestraria o equivalente a 1.680 toneladas de CO2/ano e poderia captar cerca de US$ 4.200,00 a cada ano somente por este como credito de carbono.Postagem em destaque
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO? ...
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