terça-feira, 29 de julho de 2025

CDCC/USP realiza oficina prática de compostagem voltada à terceira idade

 

Venha aprender a fazer uma composteira de minhocas e produzir húmus para suas plantas!

Por CDCC
28/07/2025 10h13 - Atualizado há 3 horas
CDCC/USP realiza oficina prática de compostagem voltada à terceira idade
CDCC/USP realiza oficina prática de compostagem voltada à terceira idade

A USP São Carlos, através do Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC), pelo programa USP 60+ convida você para uma atividade cultural incrível: Composteira de Minhocas: Transformando Lixo em ‘Energia’ para as Plantas.

Neste workshop prático, você aprenderá a:

  • Montar uma composteira com minhocas;

  • Transformar seu lixo orgânico em húmus, um adubo natural e poderoso para suas plantas;

  • Contribuir para a sustentabilidade, reduzindo o desperdício e enriquecendo o solo de forma ecológica.

Detalhes da atividade:

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 Data: 24 de setembro de 2025 (quarta-feira)
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 Horário: 14h às 16h
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 Local: CDCC-USP – Rua Nove de Julho, 1227 – Centro, São Carlos
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 Pré-requisito: Gostar de plantas (e querer aprender mais sobre elas!)

Inscrições abertas de 24/07 a 20/08/2025!

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 Como se inscrever: Envie um e-mail para rosana@cddc.usp.br ou ligue para (16) 3373-9772

Vagas limitadas! Não perca essa oportunidade de unir sustentabilidade, jardinagem e conhecimento científico em uma tarde divertida e educativa.

Participe e dê um novo destino ao seu lixo orgânico enquanto cuida das suas plantas! 

Descubra os benefícios e propriedades da pimenta biquinho

 

A pimenta biquinho é rica em magnésio, ferro, cálcio, sódio e fósforo. Além disso, contem as vitaminas B6, C e K1. Conheça seus benefícios


As pimentas são frutos de uma planta que ganhou popularidade no mundo graças à ardência que provocam na boca.
Existem dezenas de variações do fruto, que são consumidas diariamente por milhares de pessoas, desde as mais ardentes até as “pimentas doces”, que possuem o sabor mais brando.
Para aqueles que preferem não se arriscar com os tipos de pimentas mais picantes, a pimenta biquinho, ou pimenta de bico como é conhecida em algumas regiões, pode ser uma alternativa.
A pimenta biquinho não arde, tem um sabor delicioso e ainda é fonte segura de nutrientes e outras substâncias que provocam efeitos benéficos para o organismo.


Características da pimenta biquinho

A planta é de origem brasileira, mas ainda é pouco conhecida pelo fato de ter surgido recentemente. Isto porque, foi em 2004, que a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater/MG) passou a comercializar este condimento, intensificando a produção na cidade de Campo Florido.
Fazendo parte do mesmo grupo que as pimentas-de-cheiro, a biquinho é, de certa forma, parente da aroeira-vermelha, pimenta godê e da cambuci.
Ganha este nome devido ao formato de gota que os frutos possuem. Além disso, quando estão bem maduras adquirem uma cor bem avermelhada.
Pode ser encontrada para venda in natura ou em sementes, tendo em vista que pode ser facilmente plantada em casa por crescer rápido e ser um arbusto de porte médio.

Benefícios deste condimento

A pimenta biquinho possui os benefícios que os demais frutos da mesma espécie, como o betacaroteno, a substância que é responsável pela cor vermelha das pimentas no geral.
Este mesmo elemento é considerado um antioxidante e ainda consegue auxiliar o organismo numa melhor absorção de vitamina A e C. Desta forma, é um bom alimento para aumentar a imunidade do organismo.
Além disto, biquinho ainda é rica em magnésio, ferro, cálcio, sódio e fósforo. Todos estes nutrientes são indispensáveis para o organismo humano, tanto na realização de atividades, como também na proteção da saúde dos consumidores.
Vale ressaltar que este condimento contem as vitaminas B6, C e K1, por estas razões é uma excelente opção para controlar as taxas de açúcar do sangue e evitar inflamações ou tratá-las.
Contudo, a maior diferença entre os benefícios da biquinho e das pimentas que ardem é a quantidade de capsaicina, substância responsável pela ardência deste condimento e por estimular o metabolismo.
Desta forma, as pimentas de cheiro não conseguem ser boas opções na promoção do emagrecimento, mas também não engordam, tendo em vista que a cada 100g de biquinho contém apenas 9 calorias.

segunda-feira, 28 de julho de 2025

Produção orgânica no Sítio Capororoca, Porto Alegre/RS


Desde 2001, a agricultura orgânica é uma aposta que vem dando certo no Sítio Capororoca. Além das culturas que todo mundo conhece, o uso de algumas plantas não convencionais na alimentação tem despertado o interesse dos consumidores. A procura é grande. O que é produzido no sítio é vendido em feiras orgânicas de Porto Alegre. E o que sobra é processado e vira um produto novo. Quer saber o segredo? Além de muita dedicação, a ajuda de pessoas bastante especiais. Para comprar esses produtos diretamente na propriedade ou agendar uma visita, o telefone para contato é o (51) 9897.8041. Falar com Silvana.

Atraer la Abeja al Huerto

quinta-feira, 24 de julho de 2025

COMER É UM ATO POLÍTICO: Por um futuro sem fome, com Segurança e Soberan...

Técnica Transforma Chão de Pedras em Mata Atlântica!


Descubra como o Brasil pode ter alta produtividade agrícola
com MUITA floresta!
🌳 Uma reportagem do Globo Rural mostra a revolucionária
técnica da ESALQ para reflorestar áreas degradadas,
transformando pastos improdutivos em
Matas Atlânticas exuberantes.

Veja como o adubo verde e o plantio direto aceleram a recuperação,
reduzindo custos e criando um ambiente rico em biodiversidade.
Conheça fazendas que geram lucro com madeiras nobres e
a importância do monitoramento do desmatamento.
Uma lição de sustentabilidade e futuro
para o agronegócio brasileiro!

Pera SCS421 Carolina é a primeira tipo japonesa do Brasil - EPAGRI-SC

  • Fonte EPAGRI/SC

Frutos suculentos, doces, crocantes e com leve sabor aromático devem agradar o mercado

Os produtores de pera japonesa do Sul do Brasil, que até então usavam variedades importadas, agora têm à disposição um cultivar desenvolvido em Santa Catarina. A pera SCS421 Carolina, lançada pela Epagri/Estação Experimental de Caçador, é a primeira do tipo japonesa lançada no País. “Os frutos são muito suculentos, doces, crocantes, macios e com leve sabor aromático. Essa última característica diferencia esse cultivar em relação aos outros de pereira japonesa”, destaca o pesquisador Ivan Dagoberto Faoro.

O lançamento é resultado de 18 anos de trabalho de melhoramento genético na Epagri de Caçador. Em 1998, foi feito o cruzamento entre os cultivares japoneses Kosui e Osanijisseiki, gerando 177 plantas, das quais 77 foram selecionadas. Em 2003 restaram seis plantas e, a partir de 2011, em função da qualidade dos frutos, foi escolhida uma, registrada como SCS421 Carolina.

De acordo com Ivan, os principais cultivares de pereira desse tipo foram originados em regiões mais frias e com temperaturas mais estáveis que as do Sul do Brasil. Quando são cultivados aqui, eles manifestam uma série de distúrbios fisiológicos, resultando em problemas no desenvolvimento das plantas. “Em muitos casos, não apresentam resistência às principais doenças aqui existentes, como a entomosporiose, a seca dos ramos e a sarna”, explica o pesquisador. As consequências são produtividade menor, frutos de baixa qualidade e maior aplicação de agrotóxicos para controlar doenças e pragas.

A pereira SCS421 Carolina tem boa adaptação ao clima do Sul do Brasil e pode ser cultivada em regiões com mais de 550 horas de frio abaixo de 7,2°C. A colheita ocorre na primeira quinzena de fevereiro, com produção média de 20t/ha. “Observações em campo, até o momento, não detectaram a incidência de sarna, mas observamos que ela é moderadamente resistente à entomosporiose e à seca dos ramos”, conta o pesquisador. Os frutos têm excelente aparência comercial: tamanho médio, formato mais arredondado e película dourada quando ensacados durante o crescimento.

O cultivar está registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), mas, por opção da Epagri, não foi incluído no Serviço Nacional de Proteção de Cultivares. Por isso, pode ser multiplicado livremente desde que seja respeitado o seu nome comercial.

A pera SCS421 Carolina está sendo multiplicada por produtores, viveiristas e pesquisadores. As primeiras colheitas comerciais devem ocorrer em quatro a cinco anos. Para obter segmentos de ramos, basta entrar em contato com o pesquisador Ivan Dagoberto Faoro pelo e-mail faoro@epagri.sc.gov.br ou pelo telefone (49)3561-6835.

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