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terça-feira, 19 de julho de 2022
Dia de plantio de mudas de arvores
segunda-feira, 18 de julho de 2022
sábado, 16 de julho de 2022
Método infalível Para Criação de Minhocas (CAMADAS) | Minhocas Belo Hor...
sexta-feira, 15 de julho de 2022
Biofertilizante para bananais: preparo e aplicação da calda
quinta-feira, 14 de julho de 2022
Aprenda a podar frutíferas. Tire suas dúvidas #dica
Uma dúvida que muitas pessoas tem em comum: Como podar uma frutífera?
Pensando nessa pergunta, resolvemos ajudar você a conseguir podar sua árvore.
segunda-feira, 11 de julho de 2022
A amoreira – em pequenos quintais para ornamentar, alimentar e vestir
Embora a grama possa ter sido substituída por placas de cimento ou porcelanatos, ainda é possível ver roseiras quase selvagens, samambaias capilares, vasinhos com gerânios e azaleias e algumas árvores frutíferas.
Algumas delas já não encontram mais lugar nos novos quintais por conta dos frutos ou do crescimento radicular incompatível com as tubulações de água e esgoto. Uma delas, contudo, resiste à sanha urbana graças ao seu porte ornamental e aos seus frutos deliciosos: a amoreira.
Não é raro ver uma amoreira ao andar por bairros ainda não verticalizados. Seja nos fundos ou os jardins de boas vindas, as diversas espécies que são comumente chamadas como amoreira espalham-se como se fosse o último oásis de um tempo que não existe mais.
A sombra quando as folhas não caem, os pequenos e delicados frutos cuja doçura remete à infância, os pássaros que são atraídos. Quem mantém um pé de amora por perto quer apenas algo palpável e que ative sinapses saudosas. E não é para menos; a amoreira faz parte indissociável da história da humanidade, sem exageros.
Existem diversas espécies de plantas arbustivas com frutos semelhantes porém pertencentes a famílias e gêneros botânicos diferentes, mas que foram designadas popularmente de amoreiras para facilitar a vida de quem não estuda taxonomia.
Em Inglês, as diversas espécies tem a mesma terminação – berry - e são diferenciadas através de diversos sufixos (strawberry, raspberry, blackberry, entre outros).
Existem espécies nativas da Ásia, Américas e Europa. Na China, a morácea Morus nigra – a amora-preta - é usada há milênios como fonte de alimento do bicho da seda, a larva de uma mariposa cujo casulo fornece o fio da seda tão incensado pela indústria têxtil. Os frutos desta espécie são dulcíssimos e ricos em ácido ascórbico (vitamina C); por serem extremamente frágeis, os frutos são colhidos para consumo imediato ou para confecção de geleias, doces e licores. A árvore pode atingir até 12 metros de altura.
A Morus nigra é rústica e pouco exigente em termos de solo; basta que ele seja rico em matéria orgânica e com boa drenagem. Aprecia climas subtropicais e boa quantidade de água nas regas. A amoreira é uma espécie decídua, ou seja, perde todas as folhas no Inverno. Estudos sérios realizados pela Embrapa e diversas universidades destacam o poder antioxidante e anti-inflamatório do fruto roxo.
Já a rosácea Rubus fruticosus é arbustiva e atinge no máximo 2 metros, podendo ramificar-se quando tutorada. A maioria das espécies possuem espinhos e seus frutos são formados por pequenas circunferências, cada uma com uma semente, ao contrário do fruto da Morus nigra, que forma uma massa compacta com pequenos frutos arredondados.
Esta amora, também chamada de amora-preta ou blackberry, é um pouco mais exigente quanto às condições climáticas para frutificar seus doces e arroxeados frutos, por precisar de um tempo determinado de temperaturas baixas (abaixo de 7 graus Celsius) e de calor tropical. Afora estas características, a Rubus fruticosa é tão rústica quanto sua distante parente, exigindo apenas substrato com boa nutrição e regas constantes, além de solo drenável e podas de limpeza. Ambas as espécies também são altamente resistentes a pragas.
Fonte:www.jardinagemepaisagismo.com.
terça-feira, 5 de julho de 2022
APRENDA EM 04 PASSOS A PODAR SEU PÉ DE UVA E TER BELOS CACHOS
2016-02-19 - 10h00
A VIDEIRA
O pé de uva é chamado de videira, parreira ou vinha. No Brasil, são várias as espécies cultivadas que podem ser consumidas in natura (consumo natural das bagas) ou na confecção de vinhos secos e suaves. Para o consumo natural, a uva mais cultivada é a espécie Vitis labrusca, seu nome popular é Niagara rosada e Niagara branca. A Niagara Rosada é aquela uva comercializada, normalmente, na beira de estrada. Outras uvas cultivadas em casa são a Bordô, a Concord e a Itália.
Benefícios do consumo da uva
As uvas possuem diversas propriedades benéficas à saúde. Elas protegem o sistema circulatório e o coração; têm propriedades antioxidantes, o que significa que impedem a ação de radicais livres no organismo; apresentam características antiinflamatórias; inibem a aglomeração das plaquetas sangüíneas, reduzindo os riscos de ocorrência de infartos e derrames; além de impedir alguns processos desencadeadores do câncer. A fruta ainda é boa fonte de vitamina C e complexo B, rica em minerais como magnésio, enxofre, ferro, cálcio e fósforo, indispensáveis a uma boa saúde.
Efeito ornamental da videira
Muito valorizadas por seus frutos que há milênios oferecem alimento e vinho ao homem, as videiras também podem ter uso ornamental e serem bem aproveitadas em jardins domésticos. Ao serem mantidas sobre caramanchões ou pergolados, essas trepadeiras podem adicionar altura em projetos de paisagismo e ainda prover sombra no verão. Além disso, dependendo da espécie escolhida e das condições de plantio, as parreiras de uvas podem gerar deliciosos frutos. Se o objetivo é somente produzir sombra, o melhor são as plantas que comercialmente são utilizadas como porta enxertos. Entre as variedades indicadas para regiões tropicais estão a IAC 572 Jales, a IAC 313 Tropical e a IAC 766 Campinas. Para regiões mais frias, as variedades mais apropriadas são a Paulsen 1103, a SO4, Solferino e a Kober 5BB.
Condução da videira
Por ser trepadeira, a cultura precisa de suporte para a sustentação dos ramos. A latada ou pérgola é formada por malhas suspensas a cerca de dois metros do chão. As plantas são, assim, conduzidas na horizontal, o que permite um melhor desenvolvimento foliar, maior formação de sombras e alta produção de frutos.
Poda de produção da videira
A poda é uma técnica usada para estimular a planta a produzir novas brotações a partir de gemas dormentes. A videira inicia sua produção após 3 anos de plantio. Nestes primeiros 3 anos ela desenvolve raízes para absorção de nutrientes e ramos vegetativos que irão sustentar os cachos produzidos. Após 3 anos de cultivo ela têm condições nutricionais para iniciar a sua produção, produzindo poucos cachos. Com o passar dos anos, essa produção aumenta até estabilizar na fase adulta da planta. Porém, se, após o início da produção não for feita a poda, a planta tende a produzir cada vez menos cachos. Isso ocorre pelo fato da planta produzir cachos apenas em ramos novos.
Passo 01 - Desenvolvimento da videira
Para a videira produzir cachos é importante que seja feita uma boa adubação nutricional. Para o plantio da muda da videira deve-se fazer a cova 3 vezes maior o torrão da muda, encher a cova com um condicionador de solo "Classe A" misturado a 300 gramas do NPK formulação 04-14-08, plantar a muda sem desfazer o torrão, apertar em volta para que ela fique fixa e molhar em seguida. Após o plantio, deve-se iniciar a adubação foliar utilizando um fertilizante para o enraizamento e intercalar com uma formulação para o crescimento, ou seja, aplica-se, com um pulverizador nas folhas da videira, 1 vez por semana a formulação de enraizamento e na semana seguinte a formulação de crescimento. Este tratamento visa acelerar o crescimento da videira. Durante a época das chuvas, deve-se aplicar ao redor do pé da videira cerca de 100 gramas do NPK formulação 20-05-20 para o crescimento e desenvolvimento da planta. Após essa aplicação de NPK, a adubação foliar pode ser resumida apenas ao fertilizante de crescimento aplicado 1 vez a cada 15 dias.
Passo 02 - Poda de produção
Após 3 anos de crescimento a videira está apta à produção. A poda deve ser feita no período de dormência da planta, final do inverno ou início da primavera. Para identificação desse período, a videira deverá estar quase sem folhas. Deve-se contar 12 gemas a partir do enxerto e podar em forma de bisel com uma tesoura de poda afiada e esterilizada em fogo brando. No corte você deve polvilhar canela em pó (a mesma utilizada no arroz doce) para a cicatrização e impedimento da entrada de pragas e doenças. Plantas mais velhas e já estruturadas no pergolado seguem o mesmo princípio. A contagem das gemas deve ser feita sob o pergolado, para não desestruturar a planta durante o desenvolvimento dos ramos de produção.
Passo 03 - Poda de manutenção e limpeza
É importante podar os ramos que crescem no porta enxerto, das raízes e na base o solo. Estes ramos "roubam" a energia que o ramo principal utilizaria para o seu crescimento e a produção dos cachos. Deve-se deixar apenas o caule principal. Deve-se podar também galhos secos e aqueles que crescem fora da estrutura principal do pergolado. É importante manter a linha de crescimento e estruturação do pergolado.
Passo 04 - Adubação de produção
Todo ano, após a poda produção, deve ser feito uma adubação de produção, ou seja, é preciso dar nutrientes para que a videira produza mais cachos. Essa adubação deve ser feita utilizando-se o NPK granulado formulação 20-05-20 no pé da planta. Deve-se espalhar 300 gramas no pé da planta no 1º ano de produção ou 3º ano de vida; 400 gramas no 2º ano de produção; 500 gramas no 3º ano e assim, suscesssivamente, até estabilizar no 10º ano com 1 Kg do NPK. É importante que o produto seja muito bem espalhado sobre o solo para que no momento da sua diluição em água, uma maior gama de raízes absorva os nutrientes.
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sábado, 2 de julho de 2022
Espécie amendoim forrageiro é boa para consórcio?

Fonte: Boi saúde
O amendoim forrageiro tem um valor nutritivo superior à maioria das leguminosas tropicais. Se você tem gado de corte na propriedade, indicamos a leitura desta dica.
Aqui, você vai entender as características importantes dessa espécie. Como resultado, sua produtividade poderá ser maior.
Ter um pasto que atende as necessidades nutricionais do gado garante um bom desempenho. A escolha da espécie é o primeiro passo.
Então, se está em busca da melhor pastagem para seu rebanho, a Boi Saúde irá te auxiliar na escolha. Quem sabe o amendoim forrageiro é a melhor alternativa para você?
O que é a espécie amendoim forrageiro?
Em primeiro lugar, o amendoim forrageiro (Arachis pintoi) é uma leguminosa rica em proteínas, nativa do Cerrado.
Caso o sistema de integração de lavoura pecuária esteja nos seus planos, essa espécie se dá muito bom nesse método.
É classificada como uma espécie perene. A propagação é feita por meio de sementes, com crescimento contínuo. As flores são brancas, amarelas, laranjas ou creme.
O índice de digestibilidade atinge entre 60% e 70%. Além disso, tem boa aceitação por parte dos bovinos. Outro ponto positivo é que pode ser consumido também por equinos, ovinos e caprinos. Triturado serve para aves. Cortado é indicado para porcos.
Entre as vantagens está a fixação do nitrogênio. O nitrogênio absorvido pelo amendoim forrageiro vira adubo. O resultado é uma melhor recuperação daquele pasto onde foi plantado. E também, sendo aproveitado pelas outras plantas em caso de consórcio.
Até em solos com média e baixa fertilidade, o amendoim forrageiro vinga.
Contudo, tem resistência a baixas temperaturas e a áreas com alagamentos temporários.
Várias cultivares estão disponíveis.
Como é feito o plantio?
Existem dois formatos: por sementes e por mudas.
Se a sua escolha for mudas, as formas mais baratas são em covas e também em sulcos.
No caso de covas abertas com enxadas, o espaçamento deve ser entre 1m e 1,5m. Sobre quantidade, são indicados 240 quilos de mudas para cada 1 hectare, por exemplo.
Agora, se a escolha de plantio for em sulcos, a profundidade deve ser de 10cm. O espaçamento de 1 metro. Aqui, são necessários 368 kg para plantio por hectare.
No plantio de sementes, a quantidade ideal é de 10 a 12 quilos por hectare.
Não esqueça da aplicação de calagem e adubo. Para uma orientação adequada, faça a análise de solo que irá indicar quais as proporções.

Quais são as indicações de manejo?
Após o plantio, o pasto precisa de um descanso entre 30 e 40 dias. Portanto, não insira os animais no local durante esse período. O amendoim forrageiro precisa desse tempo para criar raiz das mudas.
Passado o descanso, o gado pode consumir a forrageira durante 7 dias seguidos. Entretanto, dê um descanso de até 35 dias. Com essa atividade, o pisoteio e pastejo em excesso são evitados. A partir daí, terá condições de oferecer realmente o resultado esperado.
O produtor que deseja mudas pode entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da Embrapa.
É ideal para consórcio?
Sim, de acordo com a Embrapa, é a espécie ideal para consórcio com as seguintes forrageiras: braquiária brizantha, marandu, xaraés, massai. Além de capim-braquiarão, capim-braquiarinha, capim-tangola e grama-estrela-roxa.
Ideal para a recuperação de pastagens, que estão em fase de degradação, o consórcio do amendoim forrageiro com as espécies acima pode ser a salvação para a propriedade.
Como manter uma boa produtividade do amendoim forrageiro?
O plantio deve ser no início da época de chuvas. Ao apresentar umidade, o solo estará mais adequado para receber o amendoim forrageiro. Além disso, as chances de se estabelecer é maior.
Caso a região não tenha muitas chuvas, indica-se que a irrigação seja implementada.
Cuide sempre ao fazer rondas para monitoramento. Afinal, evitar pragas como cigarrinhas e cupins garantem uma saúde extra. Sem contar que parasitas precisam ficar longe.
Quanto mais você preservar o seu pasto, com adubo, herbicidas e fertilizantes, maior será o rendimento.
Então, não deixe de ler:
- O uso da ureia para pastagem é indicado?;
- Quando aplicar herbicida para pastagem?;
- Adubação nitrogenada em pastagem evita a degradação?
Por que ter espécies que se adaptam ao clima da região?
Cada pastagem se adapta a uma região (solo e clima). Algumas são nativas. Outras podem ser inseridas ali a partir da inserção no pasto.
Confira na sua região quais os pastos que são mais abundantes. Converse com os amigos e conhecidos da região.
Existem as que são mais resistentes à seca e luz. E também as que necessitam de irrigação e sombra.
O valor nutricional é algo muito importante a ser avaliado também.
Todas essas observações podem parecer detalhes. Entretanto, refletem diretamente na balança.
Quais outras sugestões de pastagens posso ter informações?
Aqui mesmo, no blog da Boi Saúde, você encontra mais conteúdo sobre tipos de forrageiras.
Algumas delas são:
- Qual a melhor pastagem de verão para bovinos?;
- Braquiária: entenda tudo sobre;
- Tudo o que você precisa saber sobre o capim BRS Capiaçu
Por fim, quer saber mais dicas sobre pecuária? Para melhorar seu desempenho na porteira, acesse nosso canal.
Os vídeos de José Carlos Ribeiro, nosso consultor especialista em agronegócio, irão proporcionar muito sucesso na sua propriedade. O acesso é gratuito e atualizado toda semana. É só clicar: Boi Saúde no YouTube.
E se esse conteúdo fez a diferença no seu conhecimento, deixe seu comentário! Em breve, iremos respondê-lo.
Referência:
Métodos de introdução do amendoim forrageiro em pastagens já estabelecidas no Acre. Comunicado Técnico 152. Embrapa, novembro de 2002.
LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS PERENES DE VERÃO. Capítulo 12. ILPF – Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. Embrapa.
Amendoim forrageiro melhora qualidade do pasto. Embrapa Acre Rio Branco.
Arachis pintoi: leguminosa forrageira de multiplo uso. Embrapa.
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