sábado, 8 de agosto de 2020

Pesquisadores da USP finalizam melhoramento genético de maracujás-doces!!

 

fonte: jornal da usp

As experiências resultaram em frutos com maior teor de polpa e lavouras mais produtivas

Depois de 15 anos de pesquisa em genética e melhoramento, os cientistas obtiveram frutos com mais polpa, casca reduzida e maior produtividade nas lavouras – Foto: Arquivo pessoal da professora Maria Lucia Carneiro Vieira

O maracujá mais consumido pelos brasileiros é o amarelo, de sabor azedo e ácido. Mas se depender de pesquisas de melhoramento genético da USP, os maracujás-doces (Passiflora alata) em breve estarão ocupando maiores espaços nas bancas das feiras, nos sacolões e gôndolas de supermercados. Estudos que já vinham sendo realizados desde 2005 chegaram agora a resultados promissores. Os novos frutos geneticamente melhorados possuem quantidade maior de polpa, espessura da casca mais fina e ganho de produtividade na lavoura. Quem liderou a equipe de pesquisa foi a professora Maria Lucia Carneiro Vieira, do Departamento de Genética da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba.

Para os fruticultores brasileiros, os resultados da pesquisa  representam maiores lucros, uma vez que os preços destes frutos, que estão na categoria de exóticos, chegam a alcançar três vezes mais que os preços do maracujá azedo. Um artigo sobre os últimos resultados saiu publicado na PLoS ONE Improving research resources and fruit quality in sweet passion fruit: genotype detection by interaction in the environment and selection of promising genotypes em maio. A tese Estudos genéticos em uma população segregante de maracujá-doce selecionada para qualidade de frutos, de Lourdes Chavarría Perez, orientanda de Maria Lucia, traz detalhes sobre o assunto.

No Brasil, o cultivo de maracujá é quase que inteiramente o do tipo azedo, que cobre cerca de 90% de todos os pomares. Já o cultivo do maracujá-doce é limitado pela instabilidade da qualidade dos frutos de uma safra para a outra; e também pela falta de estudos genéticos que resultassem em variedades melhoradas e atendessem às necessidades dos consumidores em termos de qualidade e rendimento. Baseado nesses problemas, os pesquisadores da área de genética e melhoramento de plantas da Esalq se empenharam na solução.

População derivada do cruzamento maracujá-doce amazonense x paulista

 

Depois de 20 anos de pesquisa genética, os cientistas obtiveram frutos com mais polpa, casca reduzida e maior produtividade nas lavouras – Foto: Arquivo pessoal da professora Maria Lucia Carneiro Vieira

Os  seis melhores genótipos (características relativas a peso dos frutos, espessura da casca e conteúdo da polpa) que estão na área de experimentação da Esalq  são resultados de décadas de pesquisa. O trabalho começou em 2005 a partir do cruzamento de um genótipo de origem amazônica e outro do Sudeste do País (São Paulo). “Depois de   avaliações em progênies (prole) desse cruzamento, durante várias safras obtidas de plantações em regiões distintas, se chegou aos melhores genótipos de maracujá-doce”, explica a pesquisadora.

Segundo Maria Lúcia, as pesquisas de melhoramento genético em plantas, em geral, são longas e demoradas porque  cada fase do estudo exige que se cultive as plantas em pelo menos três regiões diferentes, sendo que cada safra dura, em média, oito meses. “Em cada área de plantio é necessário ter no mínimo 600 plantas porque é preciso repetir os ensaios para se ter certeza dos melhores genótipos em diferentes ambientes e safras”, explica a pesquisadora ao Jornal da USP.

Em princípio, “avaliamos cem ‘filhos’, de onde foram selecionados os trinta melhores, que foram reavaliados e, finalmente, chegamos aos seis genótipos superiores que contêm as características que os pesquisadores buscavam no início do estudo”.  Os frutos possuem maior qualidade, com atributos que agradam ao consumidor e ao agricultor: casca reduzida, aumento da polpa e maior produtividade na lavoura. “Em percentual, isso significa um aumento de peso da polpa de 22,4% para 30%; diminuição na espessura da casca em 26%; e ganho em área de produção (frutos por área) de 41%”, relata Maria Lucia.

 

Equipe de pesquisadores da Esalq que participou do estudo de melhoramento genético do maracujá-doce – Foto: Arquivo pessoal da professora Maria Lucia Carneiro Vieira

Segundo a pesquisadora, o resultado desse estudo de melhoramento genético trará mais segurança ao agricultor que produz maracujá-doce, que tem alto potencial para ser explorado comercialmente como fruta tropical para consumo interno e externo. Segundo Maria Lucia, as mudas estarão disponíveis para uso agrícola em 2021. Já existe uma empresa interessada nesse projeto, que teve financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Assista ao vídeo sobre melhoramento genético feito por pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas da Esalq.

Mais informações: e-mail mlcvieir@usp.br com Maria Lúcia Carneiro Vieira

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A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal da USP e do autor. No caso dos arquivos de áudio, deverão constar dos créditos a Rádio USP e, em sendo explicitados, os autores. Para uso de arquivos de vídeo, esses créditos deverão mencionar a TV USP e, caso estejam explicitados, os autores. Fotos devem ser creditadas como USP Imagens e o nome do fotógrafo.

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Receitas Culinárias com a Planta Capuchinha!! Conheces??

 

fonte: site greenme.com.br

As PANCs (Plantas Alimentícias não Convencionais) são saborosas e nutritivas, conferindo aos pratos cores, aromas e gostos diferenciados, estimulantes e novos.A Capuchinha é uma dessas plantas.

Suas flores são bonitas e de aroma agradável e suas folhas são grandes e arredondadas.

Para quem não sabe, a Capuchinha é comestível, podendoconsumir folhas, flores e vagens desta planta.

Neste conteúdo serão ensinadas várias formas de utilizar a capuchinha como alimento, e três receitas veganas que levam como ingrediente principal essa planta versátil!

Características da Capuchinha

A capuchinha (Tropaeolum majus) é uma planta rasteira, anual e perene (duradoura), originária dos Andes.A cor da flor da capuchinha pode variar do amarelo-claro ao vermelho intenso.

Quanto mais amarela, mais picante o sabor. O sabor é uma mistura de agrião com rúcula, com um gosto mais suave.A flor é rica em luteína, um carotenoide com propriedades benéficas para a visão. A planta é fonte de vitaminas, proteínas, antioxidantes, fibras, sais minerais e fotoquímicos protetores.

Opções culinárias com a Capuchinha

Veja neste vídeo, do canal Terra Viva – RS, como é a planta capuchinha e saiba mais exemplos de como é possível consumir esta delícia natural como alimento:

DICAS DE CONSUMO DA CAPUCHINHA:

As flores para serem utilizadas em receitas culinárias devem ser colhidas assim que se abrem, as pequenas geralmente são melhores para comer, enquanto as maiores são mais indicadas para enfeitar ou para serem utilizadas nos pratos de forma rasgadas, picadas ou amassadas.

As folhas têm um gosto picante e apimentado e servem para salada. É só picá-las e temperá-las, são substitutas ideais para o agrião.

A vagem verde, com sementes da capuchinha, serve para substituir alcaparras.Para isso use-as em qualquer prato que se costuma utilizar esse alimento, como pizzas e saladas. Também ficam boas em conservas; para isso faça picles com as vagens de capuchinha.As vagens da capuchinha são popularmente conhecidas como falsas alcaparras, por conta dessa similaridade.Uma outra opção é comer as vagens cruas.

As flores da capuchinha podem ser comidas com recheio dentro delas.Um recheio ideal para comer com a flor da capuchinha é o guacamole, para isso é só colocar dentro da flor colheres de chá deste recheio, até encher três quartos dela. Então, com cuidado se dobra as pétalas em volta do recheio, pode servir com torradinhas ou biscoito cream – cracker, colocando a flor recheada em cima da torrada ou do biscoito, um jeito bem gourmet de degustar essa iguaria.Outras alternativas para a torrada ou o biscoito cream-cracker são fatias de pepino, talos de aipo ou lascas de pimentão, se preferir a flor recheada pode ser comida pura.

Frittata de capuchinha é outra opção deliciosa de saborear a flor e a folha da capuchinha.

Para diminuir o amargo da capuchinha, pode-se adicionar um pouco de açúcar demerara ou melado de cana ou colocar suco de fruta, como por exemplo o de laranja, em molhos e saladas que contenham capuchinha, para adocicar um pouco mais o sabor.

As folhas da capuchinha ficam deliciosas em sanduíches de pepino, para fazer um lanche leve e saudável!

Para garantir o frescor da capuchina como alimento, o melhor é mantê-la refrigerada.

Uma alternativa de preparo culinário com a capuchinha é utilizar e colocar suas pétalas e folhas no azeite, em molhos ou no vinagre, amassando-as antes de adicioná-las nestes alimentos.

ALERTA

Não consuma capuchinhas com agrotóxicos ou pesticidas, nem flores da rua ou de qualquer outro lugar que não saiba a procedência e a forma de cultivo.

Receitas veganas com Capuchinha

Para todas as receitas abaixo, o ingrediente de destaque será a capuchinha, seja com suas flores, sementes e/ou folhas sem agrotóxicos:

Maionese com capuchinha

Ingredientes:

  • 3 batatas salsa ou outra batata apropriada para maionese
  • 1 maço de flores comestíveis de capuchinha
  • 1/2 copo de leite vegetal de sua preferência, gelado
  • 1/2 xícara de óleo de girassol
  • 1/2 limão- sal a gosto

Modo de fazer as batatas:

  • Cozinhe as batatas sem descascar, com água e uma colher de sal até amolecer
  • Depois, escorra a água e deixe as batatas esfriarem
  • Descasque as batatas, corte e tempere a gosto.

Modo de fazer a maionese:

  • No liquidificador coloque o leite vegetal bem gelado, o suco de 1/2 limão para dar consistência e as flores de capuchinha e bata.
  • Quanto mais o leite vegetal estiver gelado, menos óleo de cozinha será necessário para o ponto de maionese
  • Enquanto bate os ingredientes no liquidificador, vá acrescentando o óleo até dar mais consistência a mistura
  • Adicione o sal e misture com as batata
  • Depois, decore o prato com flores de capuchinha.

Omelete de capuchinha

Ingredientes:

  • 2 batatas cozidas e descascadas
  • 2 colheres de sopa de leite vegetal de sua preferência
  • 1/2 xícara de farinha de trigo
  • 2 sementes de capuchinha
  • 2 folhas jovens de capuchinha
  • 4 capuchinhas, apenas as pétalas
  • Sal e pimenta-do-reino, a gosto
  • 1 colher de sopa de óleo de coco ou um fio de óleo de girassol para fritar o omelete

Modo de fazer:

  • Amasse bem as batatas e misture com o leite vegetal e a farinha de trigo bata bem para ficar uma massa homogênea
  • Amasse as sementes de capuchinha, com a parte de trás de um garfo e as adicione à massa
  • Acrescente à massa, as folhas e as pétalas da capuchinha
  • Tempere a gosto com sal e pimenta
  • Coloque o óleo de coco ou um fio de óleo de girassol na frigideira e deixe em fogo baixo, para esquentar
  • Quando esquentar, coloque a mistura do omelete e deixe fritar em fogo baixo, vire o omelete do outro lado para fritar de maneira uniforme
  • Enfeite com pétalas de capuchinha e pode servir.

Salada incrementada de capuchina

Ingredientes:

  • 12 folhas de capuchinha
  • 10 flores de capuchinha
  • 5 folhas de alface americana
  • 4 folhas de almeirão italiano
  • 10 tomates-cerejas
  • 3 colheres de sopa de azeite de olivasal a gosto

Modo de preparo:

  • Lave os tomates-cerejas, as flores e folhas de todos os vegetais em água corrente e depois mergulhe-as em uma travessa com água e vinagre, deixe agir por cinco minutos nas flores e nas folhas e nos tomates por até 15 minutos
  • Corte o almeirão, em tirinhas finas, e coloque-o em uma travessa, acrescentando os outros vegetais e montando a salada na forma de um buquê, com as alfaces americanas, as flores e folhas de capuchinha e os tomates-cerejas.
  • Adicione o azeite de oliva e o sal a gosto.

Bom, agora que você sabe mais sobre as virtudes gastronômicas da capuchinha, que tal experimentar para conhecer o seu sabor?

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Curso on-line gratuíto sobre Sistema de Plantio Direto de Hortaliças


Bom dia

Convido a todos para participarem do Curso "Aprofundamento dos Conhecimentos em Sistema Plantio Direto de Hortaliças (SPDH): método de transição para um novo modo de produção"

Informações adicionais: 

O SPDH se consolida como um novo método de transição para um modo de produção, fundamentado na promoção da saúde das plantas, que articula e movimenta a ciência e a prática em processos para a produção saudável de alimentos. A sua prática por técnicos e agricultores é inovador no cenário agrícola, resultando na redução no uso de insumos, ganhos em produtividade e oferta de alimentos saudáveis. Assim, a Comissão Organizadora promovem a formação técnica de profissionais em SPDH e convidam a participar destes eventos gratuitos.

Lives do SPDH - “Método de transição para um novo modo de produção”

Período: de 04 de agosto a 01 de setembro de 2020 - Horário: Das 14:00 às 16:00 h.
Informações:  (48)3665-5300 derp@epagri.sc.gov.br 


Inscrições para participar:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdwvnfY8zseMx7z2l4_m9ESezH-36nkh9dGd_uD1oGetm0Icg/viewform

Transmissão: Canal da Epagrionline no Youtube  https://www.youtube.com/watch?v=ygfmsR0wJH0B

Em anexo, segue programação.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

ESSA PLANTA VAI SALVAR SUAS GALINHAS

PASTO PARA ABELHAS SEM FERRÃO

Extraído do blog http://meliponariocapixaba.blogspot.com.br

Este será um ano em que  daremos especial atenção ao plantio de árvores no nosso meliponário.
Mesmo estando em uma área que ainda conta com um bom verde, é sempre interessante oferecer  uma ajuda  extra para as meninas.

Vamos agora falar um pouco do já temos para plantar, já plantamos ou que está chegar  neste incio de ano. Aproveito para  agradecer aos amigos de diferentes lugares que enviaram sementes, mudas e estacas. Estejam à vontade para sugerir mais espécies. Agradecemos a colaboração.  


Cosmos: Planta herbácea, anual, que pode atingir alturas de 0,45 a 1,2 m. A sua folhagem é muito fina, de corte pinulado, plumosa, caduca e de cor verde. As flores de Cosmos são singelas, circulares, com cerca de 10-15 cm de diametro, balanceadas em longas e finas hastes, com variadas cores desde o branco, amarelo, rosa, vermelho , laranja, carmesin. As flores de Cosmos são brilhantes e atrativas para abelhas e borboletas. São plantas muito fáceis de cultivar. Já temos deste alaranjado  e agora recebemos bastante sementes de cores diversas.  

Amor Agarradinho: Planta arbustiva tuberosa, trepadeira tipo liana de ramos finos e flexíveis, providos de gavinhas, com folhas verde-claro em forma de coração e flores pequenas completas, cor-de-rosa ou brancas, numerosas e muito duradouras, reunidas em grande inflorescências, muito apreciadas pelas abelhas.
Muitos produtores de mel a cultivam para alimento destes insetos.
Floresce praticamente o ano todo.

Astrapéia: Ficamos felizes por conseguir plantar as  astrapéias porque é  uma árvore muito atraente para as abelhas. É uma árvore importante para os meliponários instalados na Mata Atlântica por florescer em ambundância no inverno que é o período crítico de alimentos para as abelhas, neste bioma . O plantio desta espécie, representou um importante passo para que possamos não ter que nos preocupar com alimentação artificial.

A Dombeya Walliachii, conhecida popularmente como astrapéia, astrapéia-rosa, dombéia, aurora e lombeija é uma árvore da família das Sterculiáceas, originária da África do Sul, que pode atingir até 10 m de altura.




Ora-pro-nobis: Conhecida popularmente como “ora-pro-nobis”, a planta Pereskia aculiata pertence à família dos cactos. É uma cactácea nativa da região que vem desde a Flórida até o Brasil. Trata-se de uma trepadeira que apresenta folhas suculentas e comestíveis, cuja forma lembra a ponta de uma lança. Por apresentar ramos repletos de espinhos e crescimento vigoroso, a planta pode ser usada com sucesso como uma cerca-viva intransponível.
Do ponto de vista ornamental, a “ora-pro-nobis” apresenta uma florada generosa que ocorre entre os meses de janeiro a abril, produzindo um espetáculo surpreendente.  Uma outra característica interessante é que suas flores são muito perfumadas e melíferas, tornando o seu cultivo indicado também aos apicultores.

Após a floração, o “ora-pro-nobis” produz frutos em forma de pequenas bagas amarelas e redondas, entre os meses de junho e julho. E aí vem um ponto importante a ser observado: nem todas as variedades desta planta são comestíveis; apenas a que tem flores brancas, com miolo alaranjado e folhas pequenas.

As folhas do ora-pro-nobis, desidratadas, contém 25,4% de proteína; vitaminas A, B e C; minerais como cálcio, fósforo e ferro. É uma planta que merece atenção especial por seu alto valor nutritivo e facilidade de cultivo, inclusive doméstico.




Moringa (Moringa oleifera Lam.): é uma planta perene, com aproximadamente 5 m de altura, de tronco delgado e folhas compostas. As flores são numerosas e floresce o ano todo. Os frutos são longos, parecidos com uma vagem e contém muitas sementes.
A raiz é em forma de tubérculo e armazena energia para a planta, que favorece em seu rebrote. A madeira é mole, porosa e amarelada.
Visitada pro diferentes espécies de abelhas  é originária da Índia é considerada por botânicos e biólogos, um milagre da natureza. Uma esperança para o combate da fome no mundo. Rica em vitaminas e sais minerais, cálcio, proteína e ferro.

O Mutre é um arbusto de tamanho médio que medra a pleno sol ou até mesmo a meia sombra. Suas pequenas flores, brancas e perfumadas, dispostas em racemos terminais, recobrem a planta à maior parte do ano, especialmente durante os meses mais quentes. Em certas regiões de clima quente o Mutre floresce o ano inteiro, mas em outras, dependendo das condições do inverno, a planta diminui e até mesmo pode parar a floração e perder parte de suas folhas.
Esta planta é muito boa para as abelhas nativas pois floresce durante o ano inteiro, além disto possui um perfume muito agradavel 

O Cardo Mariano é uma planta medicinal amplamente utilizada na MedicinaTradicional Europeia. Em França as raízes, folhas e frutos são usados no tratamento de prisão de ventre crónica, de várias doenças hepáticas tais como a icterícia, cálculos biliares, hepatite e fígado gordo, como descongestionante do sistema circulatório, no tratamento de hemorróidas e úlceras varicosas e, como anti-alérgico no tratamento da asma e urticária. Em Itália, os frutos do Cardo Mariano são usados no tratamento de doenças do fígado, devido à sua acção desintoxicante do fígado etambém pelas suas propriedades diuréticas e cardiotónicas. Na Alemanha e na Hungria, em Medicina Tradicional, os frutos do Cardo Mariano são usados notratamento de cálculos biliares devido à sua acção colagoga, estimulante da circulação entero-hepática e protectora do fígado. Na Grécia o Cardo Mariano é usado no tratamento de varizes, pedras da vesícula e na úlcera duodenal. A Medicina Homeopática também utiliza as tinturas dos frutos do Cardo Mriano notratamento de doenças do fígado, cálculos biliares, peritonite, pleurite, congestão do útero e varizes.

Taiuiá: A taiuiá é da mesma família que o chuchu (Sechium edule) - tem uma folhagem parecida, com folhas palmadas, e gavinhas, extensões que parecem molas e fixam a planta sobre outras.
Melilotus Officinalis: da família Fabaceae é  um exelente pasto apícula, com uma produtividade estimativa de 1.000 de mel/hectare com abelha africanizada,  é visitado também pelas abelhas nativas. Como se trata de um planta considerada difícil de se conseguir, foi com muita alegria que ganhamos as sementes. conhecido também como trevo amarelo, é um importante em casos de insuficiencia venosa crônica graças à presença do dicumarol. Original da Europa e Ásia.  



Vitex ou Agnus castus: Nativa do Mediterrâneo, é conhecida pelos gregos há 2.000 anos ou mais. O nome Vitex foi obra dos antigos romanos, que a consideravam a planta similar ao salgueiro, por causa da forma semelhante de suas folhas. Os ramos flexíveis favoreciam o seu uso para o artesanato em vime, à semelhança do salgueiro. Agnus castus, do grego agnos castus — casto, puro - tem a ver com a associação que era feita entre a planta e a castidade, desde tempos remotos. Suas sementes lembram os grãos da pimenta.
Quase todos os estudos com o Vitex se baseiam na preparação desenvolvida pelo médico Gerhard Madaus, em 1930, de um extrato de frutas secas patenteado com o nome de Agnolítico. Ele observou que a formulação tinha o efeito de aumentar o nível de progesterona produzido pelo organismo feminino. Pesquisadores atuais acreditam que sua substância regula o funcionamento da hipófise, ao detectar níveis aumentados de estrógeno e levar os ovários a diminuir a sua produção(1). A planta é usada para tratamento de irregularidades menstruais. Em mulheres que querem engravidar, desempanha o papel de regularizar os ciclos e prevenir abortos. Estudos clínicos mostram que os benefícios dessa planta podem demorar seis meses ou mais para aparecer. No alívio da TPM (2), sua ação é perceptível já a partir da segunda mestruação. Entretanto para efeitos mais deifinitivos, pode-se ter que esperar até um ano.  




  

Veja também:
http://meliponariocapixaba.blogspot.com/2009/12/producao-de-mel-e-as-plantas-medicinais.html

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