Vitaminas, sais minerais, fibras, água e antioxidantes – as frutas do outono têm propriedades milagrosas, tanto para a saúde – evitando os resfriados, comuns nesta época do ano, como para a beleza – diminuindo o envelhecimento da pele. Boa parte das cascas destes alimentos também pode ser consumida, principalmente em doces e sucos.
Abacaxi Comum em quase todas as épocas do ano, o abacaxi também aparece nos meses que antecedem o inverno. A fruta regula o colesterol, acelera a cicatrização e concentra altas taxas de vitamina C, betacaroteno e minerais.
Com as cascas do abacaxi, é possível preparar conservas, doces e também um chá, capaz de melhorar quadros de resfriados, gripes e doenças respiratórias que se alastram mais facilmente nestes meses. Ao preparar a bebida, troque o açúcar pelo mel – além de ser natural, a substância tem mais eficácia no tratamento caseiro das indisposições do sistema respiratório.
Mamão A fruta é um milagroso remédio para o sistema digestivo. Muito rico em fibras, o mamão regula o funcionamento do intestino e previne constipações e prisão de ventre. Além disso, devido ao fato de ter altas concentrações de ácido fólico, a fruta ajuda a manter os ossos fortes e previne a osteoporose.
De acordo com a revista Health, o mamão ajuda no tratamento da sinusite, pois contém bromelina, uma substância que diminui o muco e a inflamação. Assim como o abacaxi, as cascas do mamão também podem ser aproveitadas no preparo de doces.
Excelente aliada à prevenção de gripes e resfriados, a goiaba é um dos alimentos que mais concentram vitamina C – superando em quatro a cinco vezes os níveis encontrados na laranja. Além disso, a fruta é uma excelente fonte de fósforo, vitaminas, sais minerais e ferro.
Consumir duas ou três goiabas por dia pode ser uma boa saída para quem deseja largar o cigarro – já que os altos níveis de vitamina C neutralizam os efeitos da nicotina. A goiaba tem índices mínimos de gordura, e, por isso, não deve preocupar as pessoas que fazem dietas.
Assim como as frutas listadas, a goiaba pode ser usada em totalidade – suas cascas podem dar origem a sucos e até pudins e biscoitos caseiros.
A palmeira ráfia, conhecida cientificamente como Rhapis excelsa, é uma folhagem exuberante muito popular na decoração de interiores.
Esta planta de porte médio atinge entre 1,2 e 1,8 metros e é famosa por seu crescimento lento e por não produzir flores ornamentais, focando toda sua beleza na folhagem.
O cultivo da palmeira ráfia é considerado fácil, sendo uma excelente opção para jardineiros iniciantes ou aqueles que buscam uma planta de baixa manutenção.
Vale destacar, também, que a palmeira ráfia é pet-friendly, o que significa que ela não apresenta riscos para cães e gatos.
Quer aprender a como cuidar de palmeira ráfia para que ela cresça saudável e bonita? Continue lendo e descubra todos os segredos do cultivo.
Características gerais da palmeira ráfia
A planta ráfia é originária da China e de Taiwan, onde cresce em florestas úmidas e sombrias. Por isso, ela se adaptou perfeitamente aos ambientes internos, tornando-se uma escolha popular para quem busca um toque de natureza dentro de casa.
Fisicamente, a palmeira ráfia é composta por múltiplos caules finos e eretos que se assemelham a bambus, formando uma touceira densa.
Suas folhas palmadas, que lembram pequenos leques, nascem desses caules e são a grande atração da planta. Ela tem um hábito de crescimento arbustivo, ou seja, forma uma moita, e seu desenvolvimento é bem lento.
O ciclo de vida da palmeira ráfia é contínuo. Suas folhas verde-escuras têm uma textura firme e brilhante, que mantém a planta viçosa durante todo o ano, adicionando um frescor e vitalidade ao espaço.
Palmeira ráfia é segura para casas com cães e gatos?
A palmeira ráfia não faz mal aos pets e pode ser cultivada com tranquilidade em ambientes frequentados por cães e gatos. Suas folhas não contêm substâncias tóxicas, o que elimina o risco de intoxicação.
Sendo assim, você pode posicionar o vaso diretamente no chão, criando um canto verde elegante sem precisar de barreiras ou preocupações extras com a saúde do animal.
Plantar a palmeira ráfia é um processo simples, especialmente se você seguir algumas dicas essenciais.
Qual o solo ideal para a palmeira ráfia?
O melhor solo para ráfia é um substrato rico em matéria orgânica, levemente ácido e com excelente drenagem. Uma boa mistura pode incluir terra vegetal, composto orgânico e areia ou vermiculita, que ajudam a evitar o acúmulo de água nas raízes.
Para plantar a palmeira ráfia, o vaso é a melhor opção, já que ela é uma planta de ambientes internos.
A palmeira ráfia não se adapta bem à luz solar direta, que pode queimar suas folhas e prejudicar seu desenvolvimento. O ideal é deixar a planta em ambientes com sombra parcial, onde ela pegue a luz indireta.
A temperatura ideal para a planta ráfia varia entre 18°C e 28°C, e ela não tolera geadas ou frio intenso.
Como e quanto regar sua palmeira ráfia?
A rega da palmeira ráfia deve ser moderada e regular, mantendo o solo úmido, mas nunca encharcado.
Verifique a umidade do substrato antes de regar novamente tocando a terra com os dedos: se estiver seca na superfície, é hora de molhar.
A frequência da rega da palmeira ráfia dependerá do clima e da umidade do ambiente. Em geral, regar uma a duas vezes por semana é suficiente.
A palmeira ráfia não resiste bem à seca prolongada, então evite deixar o solo completamente seco por muito tempo para que não fique com folhas secas.
Como cuidar da palmeira ráfia no dia a dia?
Para que sua planta ráfia se mantenha saudável e bonita, alguns cuidados são essenciais. A manutenção é simples, mas faz toda a diferença para o seu desenvolvimento.
A poda da palmeira ráfia é raramente necessária, focando-se apenas na remoção de folhas velhas, amareladas ou secas na palmeira ráfia. Para isso, use uma tesoura de poda limpa e afiada para fazer cortes precisos, evitando danificar a planta.
A palmeira ráfia é suscetível a algumas pragas, como cochonilhas e ácaros. Observe as folhas regularmente para identificar sinais de infestação e trate rapidamente com produtos específicos ou soluções caseiras, como óleo de neem.
Como salvar uma palmeira ráfia doente ou murcha?
Se sua palmeira ráfia estiver amarelada, murcha ou com folhas secas, é um sinal de que algo não está certo.
Folhas amareladas podem indicar excesso de rega, falta de nutrientes ou pouca luz. Já as folhas secas podem ser sinal de pouca umidade ou ar muito seco.
Verifique o solo para garantir que não esteja encharcado e ajuste a rega. Se houver pragas na palmeira ráfia, como cochonilha na ráfia, remova-as e aplique um inseticida orgânico.
Adubar a palmeira ráfia com um fertilizante balanceado a cada três meses também pode ajudar na recuperação.
É possível fazer mudas de palmeira ráfia?
Sim, é possível fazer mudas de palmeira ráfia, sendo a divisão de touceiras o método mais comum e eficaz. Este processo é ideal para replantar palmeira ráfia ou multiplicar suas plantas.
Para fazer a muda, retire a planta do vaso com cuidado e separe as touceiras, garantindo que cada nova muda tenha raízes e alguns caules.
Plante cada porção em um novo vaso com o substrato adequado e regue bem. Mantenha as mudas em local com luz indireta e umidade controlada até que se estabeleçam.
Curiosidades e simbolismos da palmeira ráfia
A palmeira ráfia, com sua beleza e adaptabilidade, é mais do que uma planta de decoração. Ela simboliza elegância e resistência, sendo uma escolha versátil para diversos estilos de decoração. A ráfia dentro de casa purifica o ar e traz um toque tropical aos ambientes.
Agora que você sabe tudo sobre como cuidar da palmeira ráfia, está pronto para ter essa folhagem encantadora em sua casa!
Encontre os melhores produtos de jardinagem para sua palmeira ráfia na Cobasi e explore outros guias de plantas no blog da Cobasi para expandir seu conhecimento e paixão pelo universo verde.
O nabo forrageiro é uma
planta da família das Crucíferas, muito utilizada para adubação verde no
inverno, rotação de culturas e alimentação animal.
É uma planta muito vigorosa, que em 60 dias cobre cerca de 70% do solo.
Seu sistema radicular é pivotante,bastante profundo, atingindo mais de 2 metros.
Seu florescimento ocorre dá aos 80 dias após o plantio, atingindo sua plenitude aos 120 dias.
A altura da planta varia de 1,00 a 1,80 metro e, devido ao seu rápido
crescimento, compete com as ervas daninhas invasoras desde o início,
diminuindo os gastos com herbicidas ou capinas, o que facilita a cultura
seguinte.
Não há ocorrência de pragas ou de doenças que mereçam
controle. Como adubo verde de inverno, é excelente para cobertura do
solo além de produzir grande volume de palha para a prática do plantio
direto.
A nabo forrageiro possui um crescimento
inicial rápido e elevada capacidade de reciclar nutrientes,
principalmente nitrogênio e fósforo, desenvolvendo-se razoavelmente em
solos fracos com problemas de acidez.
Por isso, é importante para a rotação de culturas. Além disso, possui um longo período de floração (mais de 30 dias),
mostrando-se muito útil à criação de abelhas, com produção de mel de boa
qualidade.
O nabo forrageiro é uma planta da família das crucíferas,
anual e herbácea, cuja altura atinge cerca de 100 a 180 cm e tem a raiz
pivotante profunda, altamente vigorosa e agressiva. Essa planta é muito
utilizada, tanto para cobertura do solo em plantio direto (em 60 dias
cobre 70% da área), como para incorporação de matéria orgânica ao solo, e
mesmo para alimentação animal.
O nabo forrageiro é uma planta da família das crucíferas, anual e
herbácea, cuja altura atinge cerca de 100 a 180 cm e tem a raiz
pivotante profunda, altamente vigorosa e agressiva. Essa planta é muito
utilizada, tanto para cobertura do solo em plantio direto (em 60 dias
cobre 70% da área), como para incorporação de matéria orgânica ao solo, e
mesmo para alimentação animal.
O seu rápido crescimento contribui para diminuir a infestação de
invasoras, facilitando a cultura seguinte e minorando os gastos com
herbicidas ou capinas mecânicas.
Esse adubo verde tem apresentado elevada capacidade de reciclagem de
nutrientes, como o nitrogênio e o fósforo, sendo indicado na rotação de
culturas, além de possuir um longo período de floração (mais de 30
dias), mostrando-se muito útil à produção de mel de boa qualidade.
Sendo uma planta de inverno, a maior produção de massa tem sido
verificada quando se realiza o plantio entre abril e maio, época em que
chega a produzir de 40 a 60 t/ha de massa verde, e de 4 a 6 t/ha de
matéria seca. O consumo de sementes no plantio é de aproximadamente 15
kg por hectare, podendo ser plantadas a lanço ou com plantadeira, com
espaçamento de 20 cm entrelinhas e 25 sementes por metro linear. Na
maioria dos casos, não necessita de adubação.
O sistema de manejo, quando usado como adubo verde, é basicamente o
plantio e incorporação ao solo no momento oportuno. Essa incorporação,
para o caso do nabo forrageiro. ocorre de 110 a 120 dias a contar da
data do plantio, ocasião em que o material é cortado com roçadeira ou
revolvido com grade aradora. Essa operação é executada com relativa
facilidade, uma vez que o material, por possuir bastante água em sua
composição, incorpora-se facilmente ao solo. elevando o teor de matéria
orgânica, bem como de macro e micronutrientes, e melhorando a estrutura e
aeração do solo, tornando-o mais resistente à erosão.
O nabo forrageiro, devido à grande produção de matéria verde, pode
ser utilizado como fonte alternativa de produção de forragem, fornecendo
alimentação para o gado no período de maior carência de pastos, que é o
período seco.
Para a produção de sementes, o agricultor deve tomar alguns cuidados.
Por ser uma planta alógama de fácil cruzamento com outras espécies do
gênero Raphanus, é necessário isolamento de no mínimo 300m em campos de
produção de sementes, com bastante cuidado na eliminação da nabiça,
planta invasora de inverno. Além disso, é importante a eliminação de uma
faixa lateral (bordadura) de aproximadamente 5 m em todo o campo, antes
do inicio da colheita.
A Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), através do
Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM), está selecionando uma
variedade de nabo forrageiro denominada CATI AL-1 000, no Núcleo de
Produção de Sementes- ATALIBA LEONEL, situado no município de Manduri, e
já dispõe de sementes, que brevemente também estarão à disposição nos
demais Núcleos de Produção de Sementes, Casas da Agricultura,
Cooperativas e Associações conveniadas.
Maiores informações podem ser obtidas com
Eng. Agr.0 José Orilton Franco Pereira
Núcleo de Produção de Sementes-Ataliba Leonel – DSMM/CATI
A Associação Caminho das Águas ajuda os catadores de lixo a melhorar a renda familiar. Um dos trabalhos destas famílias é reciclar o óleo de cozinha, confeccionando sabão.
No programa Rio Grande Rural deste final de semana nós vamos aprender com as recicladoras de dois grupos que moram nas ilhas de Porto Alegre, a fazer dois tipos de sabão caseiro: o sabão de limão e o sabão de glicerina com ervas.