Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
domingo, 21 de março de 2021
O que a COBERTURA MORTA faz pelo seu jardim. Conheça o Mulching.
quinta-feira, 18 de março de 2021
terça-feira, 16 de março de 2021
Pelas ruas de Porto Alegre, encontrei a figueira-de*jardim ou figo turco
Hoje na rua Manduca Nunes, encontrei esta figueira
Figueira-de-jardim – Ficus auriculata

Foto: Raquel Patro
- Nome Científico: Ficus auriculata
- Nomes Populares: Figueira-de-jardim, Figueira-vermelha
- Família: Moraceae
- Categoria: Árvores, Árvores Frutíferas, Árvores Ornamentais
- Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
- Origem: Ásia, China, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Índia, Vietnã
- Altura: 3.6 a 4.7 metros, 4.7 a 6.0 metros
- Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
- Ciclo de Vida: Perene
Originária de florestas subtropicais úmidas do sudeste da Ásia, a figueira-de-jardim é uma árvore muito decorativa, de folhagem perene a semi-decídua. De copa densa, arredondada e larga, ela apresenta tronco curto e porte pequeno, sendo que dificilmente ultrapassa 8 metros de altura. Apresenta folhas alternas, grandes, de formato ovalado a orbicular e textura fina, com pecíolos longos e nervuras bem marcadas. Suas folhas são vermelhas quando jovens e gradualmente tornam-se verdes.
Os frutos pedunculados são como os figos comuns, que surgem de inflorescências do tipo sincônio, só que nesta espécie são maiores e mais duros. Eles despontam o ano todo nos principais ramos e no tronco, desde a base. A polpa interna dos frutos é gelatinosa e comestível, muito apreciada pelos povos da Ásia. Pode ser consumida crua ou cozida, em diversos pratos doces e salgados. Em alguns países ela é também cultivada como forrageira, para aproveitamento das folhas e frutos pelos animais de criação.
Conheça a macadâmia, a rainha das nozes
Quais são as condições para se cultivar a Macadâmia?

Solo
Pouco exigente, a macadâmia pode ser cultivada em todos os tipos de solo desde que bem drenados, com profundidade mínima de 1 m, sem presença de rochas nesta camada.
A drenagem é outro fator muito importante, pois as plantas de macadâmia não suportam solos encharcados, por este fato áreas de várzeas devem ser evitadas.
Em solos argilosos as plantas apresentam boa vegetação e vigor, produzem nozes com ótima qualidade. Em solos arenosos, as plantas crescem mais rapidamente e vegetam com mais frequência. Nestes solos aplicações frequentes de matéria orgânica favorecem em muito as plantas.

Vento
As ocorrências de ventos fortes podem ocasionar tombamento das plantas jovens, pois a mesma possui um sistema radicular superficial, faz-se necessário o uso de tutores que minimizem estes problemas. Em alguns casos é recomendado o plantio em áreas protegidas ou implantação de quebra vento.
Árvores adultas também podem sofrer danos, como quebra de galhos e tombamento de plantas. Para evitar tais problemas é necessária a realização de podas de formação, para que as plantas possuam uma melhor estrutura de sustentação.

Altitude
A altitude ideal está entre 200 e 900 metros, entretanto, o Brasil possui pomares no sul de Minas Gerais com mais de 30 anos de idade plantados acima de 1.200 metros com ótimos resultados.

Temperatura
A temperatura média ideal situa-se em 25°C regiões onde a temperatura média exceda 35o C devem ser evitadas.
No inverno requer temperaturas noturnas de 15°C a 18°C para o estímulo do florescimento. Plantas jovens (até 4 anos) não suportam geadas, com possibilidade de morte, podem ser tolerantes quando adultas.

Chuva
Precipitação na faixa de 1.250 a 3.000 mm anuais, bem distribuídos. Áreas com estiagem prolongada entre os meses de Junho a Novembro devem ser irrigadas para minimizar os riscos de perdas de produção.
Como devo plantar?
PLANEJAMENTO DA ÁREA
Este ponto é muito importante, pois dimensiona estrategicamente o pomar, abrangendo o posicionamento das linhas, formação dos talhões, densidade, variedades, conservação de solo e acessibilidade.
TOPOGRAFIA
A topografia é variável de acordo com a região e a localização da propriedade dentro do município / região. A questão é delimitadora para áreas com declives acima de 30%. O importante neste quesito é avaliar a possibilidade da mecanização, com vistas à roçagens, aplicações de herbicidas, pulverizações e até nas questões relacionadas às operações de colheita mecanizada. O processo agrícola, assim como o industrial, tem demandado dos setores produtivos, sejam quais forem, a execução de suas atividades de maneira mais mecanizada possível, pois a mão de obra tem se tornado escassa e onerosa.


DIRECIONAMENTO DAS LINHAS
O direcionamento das linhas deve obedecer alguns critérios, como posicionamento, de preferência no sentido leste-oeste, dimensões adequadas de finais de linha para facilitar a movimentação de maquinários, linhas longas para aumentar a eficiência operacional e em caso de áreas com desníveis, estas deverão ser implantadas em nível, para impedir a possibilidade de ocorrência de problemas erosivos.
DENSIDADE
A determinação da densidade é criteriosa e depende da disponibilidade de área, topografia, forma de manejo, equipamentos disponíveis, tipo de solo e variedades a serem implantadas. É um ponto que deve ser avaliado individualmente, de acordo com cada área.
Os espaçamentos podem ser de:
- 8,5 x 4 m (294 plantas/ha)
- 8 x 5 m (250 plantas/ha)
- 9 x 4 m (277 plantas/ha)
VARIEDADES
A seleção das variedades é de fundamental importância para a formação de um pomar produtivo e serão determinadas de acordo com o tipo de clima, solo, densidade, topografia e forma de manejo. As variedades disponíveis para o plantio são HAES 741, HAES 816, HAES 246 e IAC 4-12B.
QUEBRA-VENTOS
IRRIGAÇÃO
INVESTIMENTOS NECESSÁRIOS
- 1 Trator 60 a 75 CV.
- 1 Roçadeira.
- 1 Turboatomizador.
- 1 Carreta.
- 1 Tanque para aplicação de herbicida (400, 600 e/o 1.000 L).
- 1 Sistema de Descarpelamento (Descarpelador + Mesa de seleção).
- 1 Barracão área coberta 150 a 200 m2
Sementes são pacotinhos recheados de energia de vida e informações genéticas
A semente da Seringueira (Hevea brasiliensis), que tem 1,7 cm de espessura na sua menor dimensão, deve ser enterrada a 1,7 cm de profunidade.
Claro que a natureza não obedece regra nenhuma e muitas sementes germinam sem nem mesmo terem sido cobertas de terra, mas essa é uma boa referência para não correr o risco de enterrar demais uma semente, sob mais peso do que ela poderia suportar na hora da germinação. Afinal, nascer não é tarefa fácil nem para os vegetais, e sempre exige algum esforço:
No caso das sementes bem pequenas, espalhá-las sobre a superfície da sementeira e peneirar uma camadinha fina de terra por cima já é mais do que o suficiente para que todas se mantenham firmes no lugar e não sejam levadas pelo vento e pela água das regas, além de permanecerem úmidas por mais tempo, já que expostas secariam muito rapidamente.
Na hora de regar, chuvinha fina feita com borrifador para as sementes pequenas, e volume um pouco maior de água, com regador ou mangueira, para as sementes maiores e mais enterradas. Diariamente.
E como já falei neste outro post sobre sementeiras, o tempo de germinação pode variar de quatro dias a vários meses, dependendo da planta, por isso é interessante se informar a respeito do que você está semeando, para não sofrer por antecipação achando que não vai dar certo e nem desistir antes da hora.
Boa sorte!
Frutas contra a doença de Parkinson
sábado, 13 de março de 2021
Faça compostagem doméstica, produza HUMUS de minhoca com seu LIXO!
A compostagem com minhocas, é conhecida como vermicompostagem, que é o processo de transformar restos de alimentos e demais resíduos orgânicos em adubo com o auxílio da minhoca, resultando no final do processo o composto sólido (húmus de minhoca) e o composto líquido (chorume), que corretamente manuseado não produz cheiro nem atrai insetos indesejáveis.
Mais informações agropanerai@gmail.comquarta-feira, 10 de março de 2021
Melhor que Húmus de Minhoca! Conheça o "GONGOCOMPOSTO"
Gongocompostagem

A gongocompostagem é mais uma possibilidade de compostagem de resíduos orgânicos de origem vegetal. Ela é realizada pelos gongolos - também conhecidos como piolhos-de-cobra, maria-café ou embuás -, pequenos invertebrados que fazem parte da fauna do solo e que possuem uma excepcional capacidade trituradora, sendo capazes de se alimentar de materiais fibrosos como bagaço de cana-de-açúcar, sabugo de milho, aparas de grama e até papelão. Na verdade, toda matéria orgânica de origem vegetal seca pode ser fonte de alimentação dos gongolos. A recomendação, no entanto, é de que de 30% a 40% do volume total de resíduos a serem compostados sejam constituídos de leguminosas, para o fornecimento de nitrogênio, visando ao equilíbrio de nutrientes para o composto final.
Esses organismos são facilmente encontrados nas propriedades rurais e seu manejo é muito semelhante ao das minhocas. Eles vivem escondidos embaixo de folhas, pedras ou troncos de árvores, sendo às vezes confundidos com pragas. Há inúmeras espécies de gongolos, sem restrições para uso na gongocompostagem - o ideal é que seja empregada a espécie com mais ocorrência na propriedade.
Tempo de produção do composto
O composto gerado dá origem, em cerca de 90 dias, a um substrato para produção de mudas muito leve, o que facilita o transporte no campo. A partir de três meses após o início do processo já haverá uma quantidade considerável de resíduos, os quais podem ser peneirados em malha de dois milímetros para serem utilizados como substrato para plantas. Porém, para obter mudas mais vigorosas recomenda-se aguardar até quatro meses após o início do processo.
Testado na produção de mudas de hortaliças, o gongocomposto não perde em nada para os melhores substratos comerciais. A produção do composto não requer muita mão de obra e pode ser uma boa alternativa para o produtor aproveitar resíduos orgânicos existentes na propriedade e ainda reduzir custos com o uso do substrato obtido. A construção de um gongolário é simples e sua instalação deve ser preferencialmente em locais sombreados e protegidos da chuva, em terrenos elevados e planos, facilitando o sistema de drenagem e manejo. O gongolário pode ser construído de diversas maneiras, sempre visando à retenção dos animais, que podem escalar as paredes e escapar. A quantidade de gongolos indicada para começar a gongocompostagem é de 1 litro - cerca de 1,8 mil indivíduos. Para um bom desenvolvimento, a umidade dos resíduos deve estar entre 50% e 85%.
segunda-feira, 8 de março de 2021
quinta-feira, 4 de março de 2021
Frutas típicas brasileiras são valorizadas no exterior
Feijoa, araçá boi, cambuci e uvaia são frutas nativas do Brasil, pouco conhecidas por aqui, mas muito valorizadas lá fora. De olho nesse mercado, pesquisadores da Unicamp estudaram como fazer o aproveitamento do que sobra dessas frutas. Os resíduos, ricos em nutrientes, podem ser utilizados até para fazer doces. Confira!
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