Estágio no Sítio dos Herdeiros

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

FOLHA SECA não é LIXO: 5 usos na JARDINAGEM

By eng, panerai at dezembro 03, 2020 Nenhum comentário:
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Saiba como fazer uma sementeira em casa com caixa de ovos

 

Fonte: Namu portal

A sementeira é um local reservado para o plantio das sementes. É onde elas germinam para depois serem transferidas para os vasos ou hortas
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Da redação
15/02/19

As sementes fazem parte do dia a dia de quem tem horta em casa. Esses pequenos “grãos” são os responsáveis por dar vida aos alimentos naturais que colocamos em nossa mesa. Há quem compre mudas já grandes para cultivar, também há quem prefira acompanhar o processo de germinação de cada plantinha. Se você é dos que gosta de aprender o passo a passo desde o início, precisa conhecer a famosa sementeira.

A sementeira é um local reservado para o plantio das sementes. É onde elas germinam para serem transferidas para os vasos ou hortas (no caso de hortas no solo). As sementes podem ser adquiridas em lojas de jardinagem, em feiras de trocas ou na própria horta. O ideal é que sejam orgânicas, ou seja, que não tenham sido tratadas quimicamente.

Guarde as suas sementes em locais secos, preferencialmente em potes de vidro, que não sejam muito quentes e nem escuros. Sementes velhas, úmidas e com bichinhos não germinam, por isso todo cuidado é pouco.

Passo a passo para construir uma sementeira

O primeiro a se fazer é escolher o local para a plantação. Existem sementeiras comerciais, mas se você não quer gastar, pode optar por usar uma caixa de ovo mesmo (daquelas de papelão de 30 ovos). Outra opção é utilizar caixa de ovo plástica. Independente da escolhida (papelão ou plástico), ambas devem conter um furo embaixo.

Substrato para plantio da sementeira

Caixa escolhida, chegou a hora de fazer o substrato. Para que suas plantas cresçam saudáveis, você deve investir em nutrição. Só com bastante nutrientes conseguirá fazer com que suas sementes germinem.

Para o substrato, você pode utilizar composto (húmus de minhoca), que inclusive pode ser feito em casa por meio de um processo chamado compostagem.

Coloque um pouco de terra e de composto em uma vasilha e misture bem (é importante que fique bem misturado). Acrescente vermiculita, ela ajuda o substrato a ter mais leveza. Verifique como fica a mistura e acrescente o que achar necessário.

sementeira

 Preenchimento da sementeira

Pegue a sementeira e preencha cada buraco com o substrato. Recheie até em cima. Em seguida, borrife água na sementeira para dar uma umedecida. O legal é que você pode plantar quantas plantas quiser, fique à vontade. Porém, o ideal é cultivar uma espécie por fileira. Use plaquinhas no início de cada fileira para identificar as sementes.

Uma dica é verificar a melhor época para o plantio de cada planta e a profundidade que deve ser cultivada.

Plantio das sementes

Pegue a ponta de um lápis e faça buracos no centro da terra, você também pode utilizar palitos de madeira. Coloque duas ou três sementes em cada buraco. Cubra o buraco de leve com a terra. Coloque a placa em cada fileira, caso opte por ter várias espécies na sementeira. Não se esqueça de anotar a data do plantio.  

Regue as sementes outra vez, mas agora com o regador. Você deve regar de um jeito que a água não empurre a semente para baixo, por isso prefira regadores com furos pequenos.

Como cuidar da sementeira

A sementeira não pode pegar sol direto, pois o calor em excesso atrapalha a germinação, pode matar os brotos. O ideal é coloca-la em um local com sombra, mas que seja claro, pois também precisa da luz solar para germinar. Regue todos os dias de manhã e à noite. Fique atento, pode demorar alguns dias para germinar.

Você só deve transplantar as mudas quando tiverem de dois a três pares de folhas definitivas.

Gostou do conteúdo? Aprenda o passo a passo para fazer uma horta em casa com a professora Ale Nahra.


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By eng, panerai at dezembro 03, 2020 Nenhum comentário:
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Captação e Aproveitamento de Água da Chuva - Rain Water Harvesting

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Labels: agua, chuva, estiagem, Rain Water Harvesting, seca

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Plantio de pimenta biquinho

Fonte BLOG PLANTEI

 É possível um tempero ser marcante e suave ao mesmo tempo? 

A pimenta biquinho, também conhecida como pimenta-de-cheiro, é ideal para quem deseja adicionar um sabor diferenciado nas refeições do dia a dia ou em preparos para ocasiões especiais.

Para ter essa variedade fresquinha sempre à mão, a dica é aprender como plantar pimenta biquinho em casa. Além de testar diferentes receitas, o cultivo de temperos deixa os cantinhos ainda mais bonitos e aconchegantes.

Quer uma horta cheia de vida? Confira nossas dicas e o passo a passo para cultivar pimenta biquinho em casa ou apartamento!

Plantio de pimenta biquinho

como plantar pimenta biquinho
O cultivo doméstico de pimenta biquinho adiciona praticidade ao preparo das refeições.

A pimenta biquinho pode ser cultivada por sementes, em jardins, pomares ou em vasos e jardineiras. Para plantá-la aí na sua casa, siga o passo a passo:

  1. Escolha um local ensolarado e prepare a terra, preferencialmente com húmus ou adubo NPK (1 copo para um espaço de 10m² é o suficiente).
  2. Com o dedo, faça pequenas covinhas, com o dobro de tamanho das sementes. Coloque, no máximo, de 3 a 4 sementes de pimenta biquinho em cada buraco.
  3. Depois de adicionar as sementes, cubra os espaços com terra fofa e pronto! A germinação irá acontecer em uma a duas semanas.

Assim que aparecer as primeiras mudas, arranque as menores, deixando somente a mais forte e vistosa. Se deseja ter um grande pé de pimenta biquinho, evite vasos pequenos: quanto mais substrato, maior a chance dela se desenvolver!

Neste vídeo, nós explicamos sobre os tipos de pimenta, suas características e graus de ardência.  Dê o play e aprenda com a gente!

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Regas e iluminação

Uma das principais dicas sobre como plantar pimenta biquinho é sobre a irrigação. Independentemente do recipiente que esteja sendo cultivada, as regas devem ser frequentes, mas sem encharcar o cultivo, que pode levar ao apodrecimento das raízes. O período mais indicado para irrigação é no início da manhã ou no final da tarde.

As pimentas gostam do clima tropical e subtropical, portanto, o local deve apresentar, no mínimo, de 18ºC a 34ºC. Em regiões mais frias, a germinação pode demorar um pouco mais, já que a pimenta biquinho ama o calor. Quanto mais sol, melhor!

Aprenda também:

👉 Conheça diferentes tipos de pimenta
👉 Como plantar pimenta?

Benefícios e propriedades

A pimenta biquinho pode ser consumida de várias formas, seja em pratos salgados, doces, drinks, em conserva e até mesmo como aperitivo — o que não muda são seus benefícios ao organismo.

Ela é rica em ferro, cálcio, magnésio, sódio e fósforo, além de apresentar betacaroteno, responsável pela cor vermelha do fruto e um ótimo antioxidante, que auxilia na absorção de vitaminas e fortalece o sistema imunológico.


VISITE https://blog.plantei.com.br/como-plantar-pimenta-biquinho/

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Labels: #biquinho, Pimenta

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Acionador automático de baixo custo para irrigação

By eng, panerai at novembro 26, 2020 Nenhum comentário:
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A ARTE DE PODAR

 






fonte: http://www.thjardins.com.br/php/artigo.php?artigo_id=11

A arte de podar nasceu da irracional iniciativa de um asno e essa origem muar desse ramo da horticultura parece ter influído até hoje na evolução pouco esclarecida dos processos e métodos mundiais de poda. Contam-nos Portes & Ruyssen (1884) que, segundo Pausâmias, geógrafo e historiador grego, foi um jumento que, devorando os sarmentos de uma videira, deu aos nauplianos a idéia de podá-la (Inglez de Souza, 1986). Considera-se que cabras, ovelhas e burros foram os descobridores da poda e portanto são chamados de os pais da poda.


Quando as plantas começam a diminuir a sua atividade fisiológica ou seja com a chegada do frio, é sabido que está chegando a hora correta de se fazer uso da tesoura de poda. Deve-se então preparar com antecedência as ferramentas com por exemplo: amolar as ferramentas, limpar as lâminas impregnadas de ferrugem por estarem guardadas desde o ano anterior, lubrificar a mola da tesoura e afiar o serrote. O ritual do corte está para começar.

Podar vem do latim putare, que significa limpar, derramar.

Já Cândido de Figueiredo esclarece que podar eqüivale a “limpar ou cortar a rama ou braços inúteis das videiras, árvores, etc.”.

Para Joaquim Rasteiro, citado por Inglez de Souza, 1986, “é o conjunto de cortes executados numa árvore, com o fim de lhe regularizar a produção, aumentar e melhorar os frutos, mantendo o completo equilíbrio entre a frutificação e a vegetação normal, e, também com o fim de ajudar a tomar e a conservar a forma própria da sua natureza, ou mesmo de a sujeitar a formas consentâneas ao propósitos econômicos de sua exploração”.

Para Acerete a definição acadêmica de podar é “cortar o quitar las ramas superfluas de los árboles, vides e otras plantas, para que fructifiquen con más vigor”.

Bailey, citado por Inglez de Souza, diz em sua enciclopédia de horticultura que “poda é a remoção metódica das partes de uma planta com o objetivo de melhorá-la em algum aspecto para os interesses do cultivador”.

A poda é a arte e a técnica de orientar e educar as plantas, de modo compatível com o fim que se tem em vista (Simão, 1998).

Embora seja praticada para dirigir a árvore segundo o capricho do homem, a utilização da poda, em fruticultura, tem por objetivo regularizar a produção e melhorar a qualidade dos frutos. Embora possa ter apenas função estética, no embelezamento de gramados, cercas vivas, caramanchões, arvoretas e outros elementos da arquitetura paisagista.

É o conjunto de cortes executados numa árvore, com o objetivo de regularizar a produção, aumentar e melhorar os frutos, mantendo o completo equilíbrio entre a frutificação e a vegetação normal;

É a técnica e a arte de modificar o crescimento natural das plantas frutíferas, com o objetivo de estabelecer o equilíbrio entre a vegetação e a frutificação.

É a remoção metódica das partes de uma planta, com o objetivo de melhorá-la em algum aspecto de interesse do fruticultor.

A poda por si só, no entanto, não resolve outros problemas ligados à produtividade.

Ela é uma das operações, porém outras medidas são necessárias, tais como: fertilização adequada para corrigir possíveis deficiências nutricionais do solo, irrigação e drenagem para manter um nível adequado de umidade, controle fitossanitário para combate de doenças e pragas, afinidade entre enxerto e porta-enxerto, plantas auto-férteis ou compatíveis, polinização, condições climáticas e edáficas favoráveis.

A importância de se podar varia de espécie para espécie, assim poderá ser decisiva para uma, enquanto que para outra, ela é praticamente dispensável. Com relação à importância, as espécies podem ser agrupadas em:

· Decisiva: Videira, pessegueiro, figueira, nespereira.

· Relativa: Pereira, macieira, caquizeiro, oliveira.

· Pouca importância: Citros, abacateiro, mangueira, nogueira, pecã.

Como regra geral para se saber se a poda é uma operação importante ou não, pode-se estabelecer que ela é tanto mais necessária quanto mais intensiva for a exploração frutícola e, inversamente menor a sua importância quanto mais extensiva for a cultura (Inglez de Souza, 1986). Esta importância da poda está também diretamente relacionada com o objetivo da exploração, ou seja, que tipo de produto o mercado exige; pois com a poda pode-se melhorar o tamanho e a qualidade dos frutos.

O podador, deverá fazer uso de seus conhecimentos e habilidades, onde um gesto seguro reflete a convicção de quem acredita que a interferência humana é imprescindível para modelar um pomar. Na natureza, as plantas crescem sem qualquer modelamento, buscam sempre a tendência natural de crescerem em direção à luz, tomando a forma vertical, e com isso perdem a regularidade de produção.

Para que a poda produza os resultados esperados, é importante que seja executada levando-se em consideração a fisiologia e a biologia da planta e seja aplicada com moderação e oportunidade.



OBJETIVOS DA PODA


Segundo Inglez de Souza, 1986, os sete objetivos principais da poda são:

1º- Modificar o vigor da planta;

2º- Produzir mais e melhor fruta;

3º- Manter a planta com um porte conveniente ao seu trato e manuseio;

4º- Modificar a tendência da planta em produzir mais ramos vegetativos que frutíferos ou vice-versa;

5º- Conduzir a planta a uma forma desejada;

6º- Suprimir ramos supérfluos, inconvenientes, doentes e mortos;

7º- Regular a alternância das safras, de modo a obter anualmente colheitas médias com regularidade.

Por que é necessário o recurso da poda? Não é verdade que, no seu estado selvagem, as plantas não são podadas e, apesar disso, se desenvolvem em perfeitas condições? Esta pergunta é formulada muitas vezes, mas, de fato, a natureza tem o seu próprio método de poda. Os ramos pequenos desprendem-se naturalmente e os galhos finos, as folhas e as flores morrem e caem. Vagarosa mas continuamente, todas as plantas sofrem um processo de renovação natural. Pela poda não fazemos mais do que acelerar, embora parcialmente esse processo normal (Brickell, 1979).

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sexta-feira, 13 de novembro de 2020

curso de compostagem

https://www.reporterdiario.com.br/noticia/2888487/santo-andre-lanca-curso-gratuito-de-compostagem-domestica/
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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Medicina natural - Poejo (Mentha pulegium)

 

fonte; site cpt

O Poejo é indicado no tratamento da  tosse, gripe, catarro, bronquite, cólicas menstruais, digestivo, calmante, gases

- Parte utilizada: parte aérea.

- Indicações: tosse, gripe, catarro, bronquite, cólicas menstruais, digestivo, calmante, gases.

- Modo de fazer: colocar 1 colher de chá de erva por xícara de chá de água fervente. Tomar de 3 a 4 xícaras ao dia.

- Cultivo: propagação por divisão de ramos. A planta deve ser cultivada em locais ensolarados, férteis e com boa umidade. Espaçamento de plantio: 0,20 por 0,30 m.

- Toxicologia: NÃO DEVE SER USADO NA GRAVIDEZ PRINCIPALMENTE NOS 3 PRIMEIROS MESES.


Saiba mais sobre as plantas medicinais, acessando os seguintes tópicos:

Medicina natural – plantas medicinais que tratam e curam doenças comuns

Medicina natural – Alecrim

Medicina natural – Alfavacão

Medicina natural – Arruda

Medicina natural – Babosa

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terça-feira, 10 de novembro de 2020

PLANTAS MELHORADORAS OU RECUPERADORAS DO SOLO 1 - EMBRAPA


Boa semana! Você quer recuperar seu solo do pomar , da horta ou do jardim?? Utilize estas plantas, a natureza agradece. Sou fã do amendoim forrageiro, ele suporta geadas fortes ( veja nas fotos abaixo).
Depois eu publico as outras plantas, deste folder da EMBRAPA.

alexandre


Eng. Agrônomo

Plantas melhoradoras são aquelas que proporcionam melhorias nas propriedades físicas, químicas e biológicas do solo. As leguminosas destacam-se entre as espécies vegetais que podem ser utilizadas como plantas melhoradoras do solo, pela sua característica em obter a quase totalidade do nitrogênio que necessitam, por meio da simbiose com bactérias específicas, as quais, ao se associarem com as leguminosas, utilizam o nitrogênio atmosférico transformando-o em compostos nitrogenados; além disso, apresentam raízes geralmente bem ramificadas e profundas, que atuam estabilizando a estrutura do solo e reciclando nutrientes.
Trabalhos de pesquisa com fruteiras (banana, citros, mamão e maracujá) têm mostrado efeitos benéficos da utilização de leguminosas nas entrelinhas, como plantas melhoradoras do solo.
Entre as leguminosas estão o feijão-de-porco, o guandu, a crotalária, o caupi, o kudzu tropical, a mucuna preta e o amendoim forrageiro.

7. Amendoim forrageiro (Arachis pintoi Krap. & Greg.)

É uma leguminosa nativa do Brasil, perene, de crescimento rasteiro, de clima tropical e subtropical, recuperando-se depois de geadas fortes e suportando secas moderadas. Apresenta altura média de 0,20 a 0,40 m e raiz pivotante. Adapta-se em solos argilosos e arenosos, porém produz maior massa vegetal nos solos mais férteis.

Essa leguminosa, que apresenta boa tolerância ao sombreamento e ao pisoteio, é indicada para cobertura permanente do solo em culturas perenes, como fruteiras, objetivando controlar erosões, competir com plantas invasoras e fixar nitrogênio atmosférico (60 a 150 kg de N/ha/ano). É também utilizada como forragem, tanto pelo alto teor de proteína (150 a 220 g/kg), quanto por ser tolerante ao pastejo.

O plantio pode ser feito a lanço, em linhas ou em covas, manual ou mecanicamente. Aprofundidade de semeadura deve ser de 0,02 a 0,05 m, e a densidade da semeadura vai depender da qualidade das sementes, podendo ser em covas espaçadas de 0,50 em 0,50 m. Como a sua semente, e também a da maioria das leguminosas, apresenta uma cobertura impermeável à penetração de água, impedindo a germinação, além de ser de difícil obtenção, recomenda se a propagação por mudas (40.000 mudas/ha).

6. Mucuna preta (Stizolobium aterrimum Piper & Tracy)

 
É a espécie de mucuna mais conhecida no Brasil, tem ciclo anual, é robusta, de c rescimento indeterminado, com hábito rasteiro e emite ramos trepadores. É uma leguminosa rústica, de clima tropical e subtropical , resistente a temperaturas elevadas, à seca, ao sombreamento e ligeiramente resistente ao encharcamento temporário do solo. Adapta-se a solos ácidos e com baixos teores de nutrientes.

Produz 40 a 50 t de massa verde/ha, é bastante utilizada como adubo verde, fixando de 170 a 210 kg de N/ha, além de atuar na diminuição da multiplicação de populações de nematóides. Quando intercalada com culturas perenes, a mucuna deve ter seus ramos manejados, para que não subam nas plantas, prejudicando o
desenvolvimento destas. Além disso, pode ser utilizada como forragem ou grãos triturados, como suplemento protéico na alimentação animal.

A semeadura pode ser realizada em linhas, no espaçamento de 0,50 m, com quatro a oito sementes por metro linear (60 a 80 kg de sementes/ha). No plantio em covas, espaçá-las em 0,40 m, colocandose duas a três sementes por cova. Caso o plantio seja a lanço, utilizamse em torno de 10 sementes/m2 com uma densidade 20% superior.Recomenda-se a escarificação das sementes com areia, para quebrar a dormência.

1. Feijão-de-porco [Canavalia ensiformis (L) DC]

É uma leguminosa rústica, anual ou bianual, de clima tropical e subtropical, não suportando geadas fortes. Apresenta crescimento inicial relativamente rápido, sendo resistente a altas temperaturas e à seca e tolerante ao sombreamento parcial. Adapta-se tanto aos solos argilosos quanto aos arenosos.
É eficiente na cobertura do solo, apresentando efeito supressor e/ou alelopático em plantas invasoras, principalmente no difícil controle da tiririca (Cyperus rotundus). Produz de 20 a 40 t de massa verde/ha e fixa de 80 a 160 kg de N/ha, dependendo da idade da planta, tipo de solo, clima, época e densidade de semeadura. Os grãos ou vagens podem ser consumidos cozidos ou em conserva pelo homem, apresentando sabor agradável e grande valor nutritivo. É suscetível ao ataque de nematóides.

A semeadura pode ser feita em linhas, no espaçamento de 0,50 m, com 5 a 6 sementes por metro linear (cerca de 130 a 160 kg de sementes/ha). No caso do plantio em covas, recomendam-se duas sementes por cova, distanciadas em 0,40 m. Se o plantio for a lanço (8 sementes/m2), gasta-se em torno de 20% a mais de sementes.

2. Guandu [Cajanus cajan (L) Millsp.]

É uma leguminosa arbustiva, anual ou semi-perene, com vida de até três anos, quando podada anualmente. É uma planta resistente à seca, sendo suficientes 500 mm anuais de chuva para seu desenvolvimento. É pouco exigente em nutrientes, desenvolvendo-se bem tanto em solos arenosos quanto nos argilosos; contudo, não tolera excesso de umidade nas raízes.

Apresenta alta produção de massa verde (20 a 30 t/ha) e seu sistema radicular pivotante tem grande capacidade de reciclar nutrientes e penetrar em solos compactados e adensados. Como adubo verde, deve ser podado no pré-florescimento (140 a 180 dias), fixando de 90 a 170 kg de N/ha. Além disso, essa leguminosa fornece forragem com mais de 200 g de proteína por quilo e os grãos podem ser utilizados tanto na alimentação humana quanto animal.

A semeadura pode ser feita em linhas, no espaçamento de 0,50 m, com 16 a 25 sementes por metro linear (50 kg de sementes/ha). No caso de plantio em covas, recomenda-se duas a três sementes por cova, distanciadas em 0,20 m. No plantio a lanço, recomendam-se 40 sementes/m2, com densidade de 60 kg/ha.


Referências bibliográficas

CALEGARI, A. Leguminosas para adubação verde de verão no Paraná. Londrina: IAPAR, 1995. 118p. (IAPAR. Circular, 80).

MONEGAT, C. Plantas de cobertura do solo: características e manejo em pequenas propriedades. Chapecó: ACARESC, 1991. 337p.

PIRAÍ SEMENTES (Piracicaba, SP). Adubação verde. Piracicaba: Dezembro/2004

Ana Lúcia Borges
 Luciano da Silva Souza
 José Eduardo Borges de Carvalho










Tiragem: 1000 exemplares
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Labels: #amendoimforrageiro, #horta, adubação verde, guandu, mucuna, recuperando solo

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Ora-Pro-Nobis, uma planta com múltiplas funções. Você conhece?

Usada como cerca viva, ornamentação, pasto apícola e alimento, a hortaliça se desenvolve em vários tipos de solo e é pouco explorada comercialmente.

por Texto João Mathias
Consultores Mauro R. Madeira e Georgeton S. R. Silveira*




Onde se planta, nasce. Quando cresce, serve de proteção e alimento. Repleta de flores, ainda deixa o ambiente mais bonito. Por meio da hortaliça ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata), a natureza oferece múltiplos benefícios ao ser humano, o que seria motivo suficiente para a escolha de seu nome popular. Mas, conta-se que assim foi batizada pelo costume de ser colhida no quintal de uma igreja, para ser preparada para o almoço, quando o padre iniciava a reza final da missa da manhã.



"Rogai por nós" em português, ora-pro-nóbis é uma frase em latim nem sempre facilmente assimilada. Por isso, pode ser comum encontrar derivações dela, sendo por vezes chamada lobrobó ou orabrobó por agricultores de Minas Gerais, onde a planta é muito difundida na culinária local. Originária do continente americano, encontram-se variedades nativas dessa hortaliça perene, rústica e resistente à seca da Flórida, nos Estados Unidos, à região sudeste do Brasil. De fácil manejo e adaptação a diferentes climas e tipos de solo, produtiva e nutritiva, a ora-pro-nóbis é uma boa alternativa para produtores iniciantes no cultivo de hortaliças.

Também temos Mudas: agropanerai@gmail.com

Ela pertence à família das cactáceas. Na idade adulta, sua estrutura em forma de arbusto torna-se uma excelente cerca viva, tanto para ser usada como quebra-vento quanto como barreira contra predadores. A existência de espinhos pontiagudos nos ramos inibe o avanço de invasores.

Rústica, a espécie pode ser cultivada em diversos tipos de solos


Perfumadas, pequenas, brancas com miolo alaranjado e ricas em pólen e néctar, as flores brotam na ora-pro-nóbis de janeiro a abril. De junho a julho, ocorre a produção de frutos em bagas amarelas e redondas. A generosa e bela floração é um ornamento ao ambiente, ideal para decoração natural de propriedades rurais, como chácaras, sítios e fazendas. A ora-pro-nóbis também pode ser plantada em quintais e jardins de residências. As folhas são a parte comestível da planta. Secas e moídas, elas são usadas em diferentes receitas, especialmente em sopas, omeletes, tortas e refogados. Muita gente prefere consumir as folhas cruas em saladas, acompanhando o prato principal. Outros as usam como mistura para enriquecer farinha, massas e pães em geral. Galinha caipira com ora-pro-nóbis é prato tradicional da culinária mineira. É servido cotidianamente nas cidades históricas do estado, como Diamantina, Tiradentes, São João Del Rey e Sabará, onde anualmente há um festival da hortaliça.


In natura ou misturada na ração, animais também aproveitam os benefícios das folhas da ora-pro-nóbis. Elas estão entre as que possuem maior teor de proteína, com algumas variedades chegando a mais de 25% da matéria seca. Na medicina popular, elas são indicadas para aliviar processos inflamatórios e na recuperação da pele em casos de queimadura.

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RAIO-X


>>> SOLO: qualquer tipo

>>> CLIMA: tropical e subtropical

>>> ÁREA MÍNIMA: pode ser plantada em jardins e quintais

>>> COLHEITA: a partir de 3 meses após o plantio

>>> CUSTO: órgãos de extensão rural do município podem fornecer estacas

MÃOS À OBRA

>>> INÍCIO A variedade mais indicada para cultivo com fins comerciais é a que produz flores brancas. Elas podem ser fornecidas por órgãos de extensão rural ou em feiras de produtores.

>>> PLANTIO Sua rusticidade permite que seja cultivada em diversos tipos de solo, inclusive não exige que eles sejam férteis. A ora-pro-nóbis também se desenvolve em ambientes com incidência de sol ou meia--sombra. Inicie o plantio no começo do período das chuvas. A hortaliça é resistente à seca, mas o acesso à água nessa fase do cultivo estimula o crescimento dos ramos.

>>> PROPAGAÇÃO A ora-pro-nóbis é propagada por meio de estacas. Para conseguir melhor pegamento das mudas, use a região localizada entre as partes mais tenras e as mais lenhosas da haste. Corte cada estaca com 20 centímetros de comprimento e enterre um terço dele em substrato composto por uma parte de terra de subsolo e outra de esterco curtido. Após o enraizamento, transplante as mudas para o local definitivo.

>>> ESPAÇAMENTO Varia de acordo com a finalidade do cultivo. A ora-

-pro-nóbis pode ser usada como cerca viva, ornamentação e para consumo das folhas. Se a prioridade for o alimento, pode-se adensar o espaçamento, deixando de 1 a 1,30 metro entre fileiras e de 40 a 60 centímetros entre plantas. Mas as folhas podem ser consumidas em qualquer caso, mesmo se a destinação tiver fins ornamentais ou a construção de cerca viva.

>>> CUIDADOS Embora seja pouco exigente em adubações, mantenha bom nível de matéria orgânica no solo para um pleno desenvolvimento das plantas e boa produção de folhas. Faça manutenção a cada dois meses e execute podas dos ramos a cada 75 a 90 dias na estação chuvosa e a cada 90 a 100 dias na estação seca, quando a planta deve ser irrigada.

>>> PRODUÇÃO A partir de três meses após o plantio, pode ser iniciada a colheita das folhas da ora-pro--nóbis - após a poda dos galhos. As folhas devem apresentar de 7 a 10 centímetros de comprimento. Coloque luvas para a hora da coleta, a fim de evitar ferimentos pelos espinhos. Em geral, cada corte rende entre 2.500 e 5.000 quilos de folhas por hectare, variação que ocorre de acordo com a condução e a época de desenvolvimento da cultura.


*Nuno R. Madeira é pesquisador da Embrapa Hortaliças, BR-060, Km 09, Caixa Postal 218, CEP 70359-970, Brasília, DF, tel. (61) 3385-9000, sac@cnph.embrapa.br; e Georgeton S. R. Silveira é extensionista da Emater-MG (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais), Rua Raja Gabaglia, 1626, Gutierrez, CEP 30441-194, Belo Horizonte, MG, tel. (31) 3349-8000, portal@emater.mg.gov.br

Onde adquirir mudas: órgãos de extensão rural do município ou feiras de produtores podem fornecer estacas.

Também temos Mudas: agropanerai@gmail.com

Mais informações: o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), a Emater-MG e a Embrapa Hortaliças estão lançando o Manual de hortaliças não convencionais; informações sobre a edição podem ser obtidas na Emater-MG, portal@emater.mg.gov.br ou pelo telefone (31) 3349-8000

FONTE: http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI160017-18293,00-ORAPRONOBIS.html
By eng, panerai at novembro 05, 2020 Nenhum comentário:
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Labels: alimentação alternativa, ora pro nobis; apicultura; mel;polinização;nectar, pancs
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