Peter Webb é australiano, mas mora no Brasil desde 1984. Desenvolve atualmente um trabalho que une permacultura com a psicologia do Budismo Tibetano. Na entrevista Peter aborda sobre a importância de cada pessoa sentir-se bem. Segundo ele, isso que impulsiona o indivíduo a preocupar-se mais com o meio ambiente e o coletivo.
ECOhabitat - Sustentabilidade em Ação é um programa que mostra algumas formas para praticar a sustentabilidade. Mais informações você encontra em nosso site: www.ecohabitat.tv.br.
Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
sábado, 18 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Brasil vai produzir um dos melhores Azeites de Oliva do mundo, Maria da ...
http://www.epamig.br
O Brasil já produz o seu Próprio azeite de oliva na cidade de Maria da Fé em MInas Gerais.
A EPAMIG pesquisa há mais de 30 anos a cultura da oliveira na região da Serra da Mantiqueira e em 2008 realizou em Maria da Fé a primeira extração de azeite de oliva no Brasil. O produto obtido alcançou índices de acidez entre 0,2 e 0,7% e foi classificado como virgem extra, com a qualidade similar aos melhores azeites do mundo.
atualmente 50 municípios da região (40 em Minas Gerais e 10 no estado de São Paulo) utilizam as tecnologias da EPAMIG em olivicultura. O gerente do Núcleo Tecnológico EPAMIG Azeitona e Azeite, Nilton Caetano de Oliveira, afirma que 90% dos olivais são voltados para a produção de azeite. "Neste ano a estimativa é que a produção seja de 20 toneladas de azeitonas e três mil litros de azeite. Mas vale ressaltar que ainda estamos no começo da produção, grande parte das lavouras está com apenas cinco anos", informa Nilton, destacando que esta é a fase inicial de produtividade da oliveira.
O Brasil já produz o seu Próprio azeite de oliva na cidade de Maria da Fé em MInas Gerais.
A EPAMIG pesquisa há mais de 30 anos a cultura da oliveira na região da Serra da Mantiqueira e em 2008 realizou em Maria da Fé a primeira extração de azeite de oliva no Brasil. O produto obtido alcançou índices de acidez entre 0,2 e 0,7% e foi classificado como virgem extra, com a qualidade similar aos melhores azeites do mundo.
atualmente 50 municípios da região (40 em Minas Gerais e 10 no estado de São Paulo) utilizam as tecnologias da EPAMIG em olivicultura. O gerente do Núcleo Tecnológico EPAMIG Azeitona e Azeite, Nilton Caetano de Oliveira, afirma que 90% dos olivais são voltados para a produção de azeite. "Neste ano a estimativa é que a produção seja de 20 toneladas de azeitonas e três mil litros de azeite. Mas vale ressaltar que ainda estamos no começo da produção, grande parte das lavouras está com apenas cinco anos", informa Nilton, destacando que esta é a fase inicial de produtividade da oliveira.
POMAR do seminário com cobertura verde do amendoim forrageiro
Olá! Sou um franco admirador desta leguminosa (amendoim forrageiro), neste domingo pude observar que algumas mudas (10) plantadas a 3 anos no pomar do seminário, já atingiram uma área de 150 metros quadrados. Inibindo o crescimento de outras plantas espontâneas e melhorando o solo do pomar.
alexandre panerai
Artigo: Amendoim forrageiro, ótima opção para forração
Por: Flávia Nascimento/Talita Matos /Glaucio Genuncio
O amendoim forrageiro (Arachis pintoi) é uma leguminosa herbácea, perene e de crescimento rasteiro. É nativa do Brasil crescendo em praticamente em todos os estados brasileiros. É uma planta da família do amendoim, sendo também conhecida como amendoim bravo.
Assim como o amendoim, produz sementes embaixo da terra. É considerada uma leguminosa de múltiplo uso, sendo utilizada em pastagens, como planta de cobertura em áreas de pomares e como planta ornamental em jardins e ainda para controle de erosões.
O amendoim forrageiro como o próprio nome já diz apresenta uma ótima capacidade de forração, com textura diferente dos gramados, ele dispensa as podas periódicas. Forma um denso colchão verde, com delicadas flores amarelas. É uma planta considerada rústica, embora não seja resistente ao pisoteio, possui rápido rebrote. Deve ser cultivada a pleno sol ou meia-sombra, em solo fértil e preferencialmente enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares.

Tolera secas, mas não é tolerante à geada. Multiplica-se por divisão dos estolões enraizados e pelas sementes formadas embaixo da terra. Além de controlar erosões ele proporciona a fixação biológica de nitrogênio ao solo.
O paisagismo fica muito bonito se plantado em áreas públicas e particulares, pois deixa um aspecto visual muito agradável pelas flores que produz. O amendoim forrageiro se adapta bem a áreas de pomares, jardins rurais ou urbanos e ambientes externos em geral.
Flávia Nascimento/Talita Matos /Glaucio Genuncio/Elisamara Caldeira do Nascimento
Engenheiros Agrônomos/Paisagistas
http://www.jornaldaenseada.com.br/index.php?main=enseada&id_news=5381
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Fazendo farinha de ossos, passo a passo do processo
Vinicius Araújo escreveu:O processo para produção de
farinha de ossos é bem simples. Requer apenas ossos um pouco de madeira
para iniciar a queima e espaço para se montar a pilha de ossos que se
pretende queimar.
Vocês devem estar se perguntando, "queimar??????". Mas é isso mesmo, o processo de produção da farinha de ossos consiste em eliminar a parte proteica dos ossos deixando apenas a porção mineral, para isso o melhor método é a queima. Você só precisa fazer uma pilha de ossos e um pouco de madeira pra iniciar a combustão, é bem rápido depois que o fogo se firma, os próprios ossos à alimentam, esta deve seguir até o ponto em que os ossos começarem a ficar brancos, pois neste momento estão calcinados. Primeiro ficam negros, devido a queima da proteínas ma matriz óssea, em seguida vão clareando até ficarem brancos muitas vezes até em estado de brasa mesmo, a medida que os ossos forem ficando claros os que estiverem muito brancos dever ser retirados da pilha e colocados para esfriar.
Depois de ter os ossos calcinados é hora de triturá-los para issso eu uso um moedor de grãos com a tela de fazer farelo. Fica igual a comprada com a vantagem de ser infinitamente mais barata.
Como prometido aqui vão as fotos e o passo-a-passo do processo
1-Ossos variados (podem ser de carne, ou animais mortos desde que bem limpos). Eu usei 15Kg de ossos bem velhos que estava juntando pra isso.

2-Um pouco de lenha ou qualquer madeira velha pra iniciar a combustão.

Comparando as quantidades de lenha e ossos (usei muita lenha porque os ossos eram bem velhos sem gordura alguma por isso ruins de pegarem fogo)

3-Acendendo a fogueira primeiro e esperar formar muitas brasas, pra ajudar pode usar carvão também se quiser

4-Os ossos já sobre a pilha de brasas e lenha


5-Depois de algum tempo os ossos pegam fogo e ardem em chamas



6- Com uma boa parte já calcinada (Branco) o monte deve ser aberto com uma pá e os ossos ainda crus devem ser colocados no centro da pilha, onde se encontram ossos em estado de brasa.


7-Depois de todos estarem bem queimados, ou o melhor queimado possível, deve-se espalhar a pilha de ossos para esfriar



Notem que ainda há alguns ossos bem negros, isto é por que não foram queimados completamente, mas ainda se prestam ao processamento para fazer a farinha.
8-Depois de esfriados foram para a trituração, usei a forrageira daqui do sítio, notem a quantidade de pó formado. Caso não disponham de nenhum equipamento elétrico para triturar, pode ser usado um pilão, ou o que a inventividade resolver.


Detalhe da boca de alimentação da forrageira com os ossos


Detalhe da tela que usei pra determinar o tamanho das partículas da farinha.
9-Finalmente a farinha de ossos pronta


Detalhe da granulometria
10-O ideal é que os ossos estejam com o interior inteiramente branco, ou seja, calcinado, como na foto abaixo:

Mas estando assim:

Também servem, a diferença é que quanto mais calcinado mais rapidamente estará disponível para a planta.
Uma particularidade importante da farinha de ossos calcinados ou carbonizados, é que diferente das de ossos autoclavados ou esterilizados, a primeira é pobre em nitrogênio, porém tem muito mais fósforo e não tem mau cheiro, é completamente inodora.
A respeito do rendimento, inicialmente usei 15kg de ossos que renderam 8Kg de farinha.
Espero que tenha contribuído.
Fonte:http://paranabonsai.forumeiro.com/t63-farinha-de-osso-faca-vc-mesmo
autor: Vinicius Araújo
Vocês devem estar se perguntando, "queimar??????". Mas é isso mesmo, o processo de produção da farinha de ossos consiste em eliminar a parte proteica dos ossos deixando apenas a porção mineral, para isso o melhor método é a queima. Você só precisa fazer uma pilha de ossos e um pouco de madeira pra iniciar a combustão, é bem rápido depois que o fogo se firma, os próprios ossos à alimentam, esta deve seguir até o ponto em que os ossos começarem a ficar brancos, pois neste momento estão calcinados. Primeiro ficam negros, devido a queima da proteínas ma matriz óssea, em seguida vão clareando até ficarem brancos muitas vezes até em estado de brasa mesmo, a medida que os ossos forem ficando claros os que estiverem muito brancos dever ser retirados da pilha e colocados para esfriar.
Depois de ter os ossos calcinados é hora de triturá-los para issso eu uso um moedor de grãos com a tela de fazer farelo. Fica igual a comprada com a vantagem de ser infinitamente mais barata.
Como prometido aqui vão as fotos e o passo-a-passo do processo
1-Ossos variados (podem ser de carne, ou animais mortos desde que bem limpos). Eu usei 15Kg de ossos bem velhos que estava juntando pra isso.
2-Um pouco de lenha ou qualquer madeira velha pra iniciar a combustão.
Comparando as quantidades de lenha e ossos (usei muita lenha porque os ossos eram bem velhos sem gordura alguma por isso ruins de pegarem fogo)
3-Acendendo a fogueira primeiro e esperar formar muitas brasas, pra ajudar pode usar carvão também se quiser
4-Os ossos já sobre a pilha de brasas e lenha
5-Depois de algum tempo os ossos pegam fogo e ardem em chamas
6- Com uma boa parte já calcinada (Branco) o monte deve ser aberto com uma pá e os ossos ainda crus devem ser colocados no centro da pilha, onde se encontram ossos em estado de brasa.
7-Depois de todos estarem bem queimados, ou o melhor queimado possível, deve-se espalhar a pilha de ossos para esfriar
Notem que ainda há alguns ossos bem negros, isto é por que não foram queimados completamente, mas ainda se prestam ao processamento para fazer a farinha.
8-Depois de esfriados foram para a trituração, usei a forrageira daqui do sítio, notem a quantidade de pó formado. Caso não disponham de nenhum equipamento elétrico para triturar, pode ser usado um pilão, ou o que a inventividade resolver.
Detalhe da boca de alimentação da forrageira com os ossos
Detalhe da tela que usei pra determinar o tamanho das partículas da farinha.
9-Finalmente a farinha de ossos pronta
Detalhe da granulometria
10-O ideal é que os ossos estejam com o interior inteiramente branco, ou seja, calcinado, como na foto abaixo:
Mas estando assim:
Também servem, a diferença é que quanto mais calcinado mais rapidamente estará disponível para a planta.
Uma particularidade importante da farinha de ossos calcinados ou carbonizados, é que diferente das de ossos autoclavados ou esterilizados, a primeira é pobre em nitrogênio, porém tem muito mais fósforo e não tem mau cheiro, é completamente inodora.
A respeito do rendimento, inicialmente usei 15kg de ossos que renderam 8Kg de farinha.
Espero que tenha contribuído.
Fonte:http://paranabonsai.forumeiro.com/t63-farinha-de-osso-faca-vc-mesmo
autor: Vinicius Araújo
domingo, 12 de janeiro de 2014
Fazendas urbanas, cidades sem fome, temas sempre atuais
Projetos como o Cidades Sem Fome criam fazendas urbanas que capacitam e geram renda à população
Edição 0093
Hortas urbanas capacitam a população e proporcionam alimentação saudável a preços justos
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
Reduzir a fome e o desemprego da população de baixa renda com alimento orgânico de qualidade e capacitação profissional é a missão principal da organização Cidades Sem Fome. Criada em 2004 pelo gaúcho de origem alemã Hans Dieter Temp, conta com 21 hortas comunitárias e mais de 650 pessoas diretamente envolvidas. Hoje, geram renda entre 500 e 1000 reais.
Ivone é uma colaboradora, que vende, na pequena quitanda ao lado da sua casa, as verduras das hortas e alguns produtos difíceis de encontrar por ali. A dona de casa aprendeu a fazer fluxo de caixa e outras manhas do comércio e hoje cuida do espaço e de si própria, com muito esmero. "Tem gente que é vendedora nata, outros resgataram a tradição agrícola e deixaram de ser ociosos", afirma Hans.
Assim como as pessoas, a terra também deixa de ser ociosa. As hortas são criadas em terrenos públicos e particulares em desuso, que só eram pontos de entulho ou ocupações ilegais e agora florescem esperança e aprendizado. Saiba mais pelo telefone (11) 2735-4842 e pelo site cidadessemfome.org.
Mais projetos do tipo:
Rio hortas
Capacita grupos para implantar hortas orgânicas comunitárias no Rio de Janeiro. www.rio.gov.br/fpj/ e riohortas@pcrj.rj.gov.br
Mãos à horta
Projeto da prefeitura de São Paulo, ensina técnicas de cultivo de hortaliças para geração de renda. (11) 3113- 9710 e conpares@prefeitura.sp.gov.br
sábado, 11 de janeiro de 2014
Espécies de árvores de Porto Alegre
![]() |
| extremosa |
Espécies mais frequentes
Nas ruas de Porto Alegre, são encontradas 173 espécies arbóreas. Entre
elas,㺒 espécies são predominantes, totalizando 83,53% da população
arbórea viária.
As dez espécies mais freqüentes são a extremosa, com incidência de
19,50% o ligustro, com 18,64% o jacarandá, com 10,75% o cinamomo, com
6,57% o braquiquito, com 4,12% o ipê roxo, com 3,10% o mimo-de-vênus,
com 2,84% o ipê amarelo, com 2,56% a tipuana, com 1,67% e a sibipiruna,
com 1,58%.
Clique aqui para ver as fotos das espécies de árvores encontradas em Porto Alegre.
![]() |
| ligustro |
Histórico
A arborização de vias públicas da cidade se iniciou na metade do século passado. Observando literatura e fotografias antigas, no entanto, há indícios de que os plantios se intensificaram a partir da década de 30.
A arborização de vias públicas da cidade se iniciou na metade do século passado. Observando literatura e fotografias antigas, no entanto, há indícios de que os plantios se intensificaram a partir da década de 30.
Os bairros mais antigos são identificados pelo predomínio de uma espécie arbórea como, por exemplo, o Ligustrum japonicum (ligustro) no Centro Histórico e na Cidade Baixa a Acaranda mimosiifolia (jacarandá) no Bom Fim, Floresta e Rio Branco Melia azedarach (cinamomo) em Petrópolis, Mont Serrat e Higienópolis Brachychyton populneum (perna-de-moça) no Moinho de Ventos e Platanus acerifolia (plátano) no Boa Vista.
Nos últimos anos, é visível a presença em quase todos os bairros da Lagerstroemia indica
(extremosa), espécie originária da Índia que nos meses de fevereiro,
março e abril produz vistosas flores cor-de-rosa, liláses ou brancas.
Espécies como a Tipuana tipu (tipuana) têm ocorrência marcante no bairro Iapi, juntamente com o cinamomo e o jacarandá.
fonte: PMPA
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Conheça o ônibus com jardim no teto / Meet the bus with the roof garden
O artista Marc Granen, mora em Bescano- na Espanha, desenvolveu um telhado verde para autocarros chamado Phyto Kinetic. Uma vez que os espaços verdes são tão valiosos e que as cidades não têm muito espaço livre, Granen lembrou-se de usar as áreas existentes para criar novos jardins, neste caso, sobre rodas.
O Phyto Kinetic utiliza uma esponja leve e hidropônica, com sete centímetros de espessura, que reduz significativamente o peso total do telhado verde. A esponja tem o benefício adicional de ser extremamente maleável, o que a torna fácil de instalar em qualquer formato de teto de ônibus .
A condensação do sistema de ar condicionado do veículo é armazenada e reciclada para regar o telhado. Quando o ar condicionado não é usado, o jardim pode ser regado manualmente.
-
[ENG] The artist Marc Granen lives in Bescano-Spain, has developed a green roof for buses called Phyto Kinetic. Once the green spaces are so valuable and that cities do not have much space, Granen remembered to use the existing areas to create new gardens in this case on wheels.
The uses a kinetic Phyto sponge light and hydroponics with seven inches thick, which significantly reduces the overall weight of the green roof. The sponge has the added benefit of being extremely malleable, making it easy to install in any format Ceiling bus.
The condensation of the air conditioning system of the vehicle is stored and recycled to irrigate the roof. When the air conditioner is not used, the garden can be watered manually.
-
[ESP] El artista Marc Granen vive en Bescano-España, ha desarrollado un techo verde para los autobuses llamados Phyto Kinetic. Una vez que los espacios verdes son tan valiosos y que las ciudades no tienen mucho espacio, Granen acordó de usar las áreas existentes para crear nuevos jardines en este caso en las ruedas.
Los usos de una cinética Phyto esponja luz y la hidroponía con siete pulgadas de espesor, lo que reduce significativamente el peso total de la cubierta verde. La esponja tiene la ventaja añadida de ser muy maleable, por lo que es fácil de instalar en cualquier autobús de techo formato.
La condensación del sistema de aire acondicionado del vehículo se almacena y recicla para regar el techo. Cuando no se utiliza el aire acondicionado, el jardín puede ser regadas manualmente.
---
Planeta Viável no YouTube: recicle suas ideias! Faça parte de um mundo melhor! Sustentabilidade, Reciclagem, Ação social, Meio ambiente, Ecológico, Terra, Artesanato sustentável, Turismo ambiental, Jalapão, Tocantins, Pantanal, Turismo ecológico, ISO 14001, Rio +20, Conservação, Desmatamento, Animais, Flora, Fauna, Mato Grosso, Mata Atlantica, Amazonia, Aquecimento global, Floresta, Agua, Água, Preservação, Water, Transposição, Rio São Francisco, Rio Negro, Solimões, Belo Monte, Hidrelétrica, Energia, Tribo, Indígena, Índios, Caiapós, Tupi, Guarani, Cerrado, Lençól freático, Mineração, Transgênico, Alimentos, Gota dagua, Movimento, Greenpeace, Protesto, Ação, Bioma, Biosfera, Atmosfera, Ozonio, Ozônio, Camada, Oxigênico, Carbono, Carbônico, CO2, Ar, Poluição, Esgotos, Tratamento, Rio, Mar, Cachoeira, Lago, Animais silvestres, Extinção, Zoológico, Espécie, Nativos, WWF, ONG, Sustentável, Nature, Eco, Earth, Global, Garrafa PET, Caixa de lixo, Caixa de leite, Coleta seletiva, Usina reciclagem.
Be part of a better world! Sustainability, Recycling, Social Action, Environment, Environmental, Earth, Crafts sustainable tourism environmental Jalapão, Tocantins, Pantanal Ecotourism, ISO 14001, Rio +20, Conservation, Deforestation, Animals, Flora, Fauna, Mato Grosso, Woods Atlantica, Amazonia, global Warming, Forest, Water, Water Conservation, Water, Transposition, San Francisco River, Rio Negro, Amazon, Belo Monte Hydroelectric Power, Energy, Tribe, Native American Indians, Kayapo, Tupi, Guarani, Cerrado, Sheet table, Mining, Transgenic, food, drop of water, Movement, Greenpeace, Protest, Action, Biome, Biosphere, Atmosphere, Ozone, Ozone Layer, Oxigênico, Carbon Dioxide, CO2, Air Pollution, Sewage Treatment, Rio Mar Waterfall, Lake, wild Animals, Extinction, Zoo, Species, Natives, WWF, NGOs, Sustainable, Nature, Eco, Earth, Global, PET Bottle, Box garbage, milk carton, selective collection, recycling plant.
O Phyto Kinetic utiliza uma esponja leve e hidropônica, com sete centímetros de espessura, que reduz significativamente o peso total do telhado verde. A esponja tem o benefício adicional de ser extremamente maleável, o que a torna fácil de instalar em qualquer formato de teto de ônibus .
A condensação do sistema de ar condicionado do veículo é armazenada e reciclada para regar o telhado. Quando o ar condicionado não é usado, o jardim pode ser regado manualmente.
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[ENG] The artist Marc Granen lives in Bescano-Spain, has developed a green roof for buses called Phyto Kinetic. Once the green spaces are so valuable and that cities do not have much space, Granen remembered to use the existing areas to create new gardens in this case on wheels.
The uses a kinetic Phyto sponge light and hydroponics with seven inches thick, which significantly reduces the overall weight of the green roof. The sponge has the added benefit of being extremely malleable, making it easy to install in any format Ceiling bus.
The condensation of the air conditioning system of the vehicle is stored and recycled to irrigate the roof. When the air conditioner is not used, the garden can be watered manually.
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[ESP] El artista Marc Granen vive en Bescano-España, ha desarrollado un techo verde para los autobuses llamados Phyto Kinetic. Una vez que los espacios verdes son tan valiosos y que las ciudades no tienen mucho espacio, Granen acordó de usar las áreas existentes para crear nuevos jardines en este caso en las ruedas.
Los usos de una cinética Phyto esponja luz y la hidroponía con siete pulgadas de espesor, lo que reduce significativamente el peso total de la cubierta verde. La esponja tiene la ventaja añadida de ser muy maleable, por lo que es fácil de instalar en cualquier autobús de techo formato.
La condensación del sistema de aire acondicionado del vehículo se almacena y recicla para regar el techo. Cuando no se utiliza el aire acondicionado, el jardín puede ser regadas manualmente.
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terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Camapu (fisális) induz produção de neurônios
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Porto Alegre RS - Colheita da uva, ameixa, melão e figo abre na terça-feira
05/01/2014 09:40:16
Foto: Luciano Lanes /
PMPA
Previsão é de safra com ótima qualidade em consequência do último inverno
Na terça-feira, 7, será aberta oficialmente
em Porto Alegre a colheita da uva, ameixa, melão e figo. A cerimônia acontece
às 15 horas, na propriedade de Eli Moresco, no Beco do Paladino, 426,
bairro Campo Novo. O evento é promovido pela Divisão de Fomento Agropecuário da
Secretaria Municipal da Produção, lndústria e Comércio (Smic) e Sindicato Rural
de Porto Alegre, com apoio da Associação Comunitária Belém Velho (Ascobev),
Instituto São Benedito, Amparo Santa Cruz e Emater/RS.
A previsão é que a safra de 2013/14 seja de ótima qualidade em relação ao sabor e à cor, em consequência do clima do último inverno. Temperaturas médias abaixo de 7 graus centígrados possibilitaram o aumento metabolismo das árvores frutíferas, resultando na qualidade superior e maior produtividade. A estimativa é que sejam colhidos 350 mil quilos de uva, 600 mil quilos de ameixa, 1millhão e 100 mil quilos de melão e 60 mil quilos de figo.
Qualidade e clima – A fruticultura é uma das principais atividades agrícolas da Capital gaúcha. A atual safra deverá chegar a 4 milhões de quilos, somando pêssegos, ameixas, nectarinas, morangos, uvas, melões, peras, goiabas, entre outras. O microclima da zona Sul, aliado ao solo e à topografia, contribui para a produção de frutas de qualidade superior às colhidas no Estado e no Brasil.
Festa - No dia 11, às 10
horas, acontece a abertura oficial da 23ª Festa da Uva, Ameixa, Melão e Figo
junto à praça Nossa Senhora de Belém Velho. A novidade deste ano é o retorno do
evento, que nas últimas edições anos foi realizado na Vila Nova, à área central
do bairro. Por reivindicação da comunidade, volta ao tradicional espaço
onde aconteceram as 19 primeiras edições, próximo à capela Nossa Senhora de
Belém, construída em 1830, à Escola Doutor Pacheco Prates, ao Instituto São
Benedito e às figueiras centenárias. A festa estará aberta aos visitantes nos
dias 11, 12, 18 e 19 de janeiro, das 9 às 20 horas.
Centro Histórico – O projeto Produtos de Época da Smic leva as frutas até a área central da cidade para facilitar o acesso ao consumidor e o escoamento da safra. As bancas, localizadas na rua José Montauri esquina com a Marechal Floriano, ficam abertas durante o mês de janeiro, de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas.
Foto: Luciano Lanes /
PMPA
Na terça-feira, 7, será aberta oficialmente
em Porto Alegre a colheita da uva, ameixa, melão e figo. A cerimônia acontece
às 15 horas, na propriedade de Eli Moresco, no Beco do Paladino, 426,
bairro Campo Novo. O evento é promovido pela Divisão de Fomento Agropecuário da
Secretaria Municipal da Produção, lndústria e Comércio (Smic) e Sindicato Rural
de Porto Alegre, com apoio da Associação Comunitária Belém Velho (Ascobev),
Instituto São Benedito, Amparo Santa Cruz e Emater/RS.A previsão é que a safra de 2013/14 seja de ótima qualidade em relação ao sabor e à cor, em consequência do clima do último inverno. Temperaturas médias abaixo de 7 graus centígrados possibilitaram o aumento metabolismo das árvores frutíferas, resultando na qualidade superior e maior produtividade. A estimativa é que sejam colhidos 350 mil quilos de uva, 600 mil quilos de ameixa, 1millhão e 100 mil quilos de melão e 60 mil quilos de figo.
Qualidade e clima – A fruticultura é uma das principais atividades agrícolas da Capital gaúcha. A atual safra deverá chegar a 4 milhões de quilos, somando pêssegos, ameixas, nectarinas, morangos, uvas, melões, peras, goiabas, entre outras. O microclima da zona Sul, aliado ao solo e à topografia, contribui para a produção de frutas de qualidade superior às colhidas no Estado e no Brasil.
Festa - No dia 11, às 10
horas, acontece a abertura oficial da 23ª Festa da Uva, Ameixa, Melão e Figo
junto à praça Nossa Senhora de Belém Velho. A novidade deste ano é o retorno do
evento, que nas últimas edições anos foi realizado na Vila Nova, à área central
do bairro. Por reivindicação da comunidade, volta ao tradicional espaço
onde aconteceram as 19 primeiras edições, próximo à capela Nossa Senhora de
Belém, construída em 1830, à Escola Doutor Pacheco Prates, ao Instituto São
Benedito e às figueiras centenárias. A festa estará aberta aos visitantes nos
dias 11, 12, 18 e 19 de janeiro, das 9 às 20 horas. Centro Histórico – O projeto Produtos de Época da Smic leva as frutas até a área central da cidade para facilitar o acesso ao consumidor e o escoamento da safra. As bancas, localizadas na rua José Montauri esquina com a Marechal Floriano, ficam abertas durante o mês de janeiro, de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas.
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