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segunda-feira, 6 de maio de 2024
quinta-feira, 2 de maio de 2024
quarta-feira, 1 de maio de 2024
Você DEVE COROAR as suas plantas. Entenda.
O coroamento é a técnica de retirar o gramado em volta dos
troncos das árvores, o que traz algumas vantagens
que explicarei neste vídeo.
terça-feira, 30 de abril de 2024
Chuva em excesso castiga o jardim. Saiba como minimizar o problema, leia!!
Fonte: HAUS
Há semanas as chuvas marcam presença em diversas partes do Brasil e, além de causarem transtornos no dia a dia das cidades, prejudicam as plantas e jardins. Apesar de servir como condutor dos nutrientes que mantém a seiva alimentada, o excesso de água deixa o solo encharcado e também os varre para longe das plantas. Além disso, a umidade é campo fértil para a proliferação de bactérias, fungos, pulgões e cochinilhas, que se alimentam de folhas, flores e frutos.


“As plantas, de uma forma geral, suportam muito melhor a falta de água do que o excesso. Quando o solo não consegue absorver a totalidade da água de chuva, as raízes são as primeiras a sofrer e, em casos extremos, apodrecem. É como se o encharcamento atacasse o coração da planta e ela morre”, alerta o paisagista Eder Mattiolli.
As espécies que mais sofrem nessas circunstâncias são as que têm a capacidade de reter líquido, caso dos cactos e suculentas. “Os canteiros de flores também são bastante delicados e poderão ficar condenados com uma semana de chuva sem trégua”, completa.
Prevenção e tratamento
A morte do jardim em períodos de chuva, no entanto, só acontecerá se ele não tiver uma boa drenagem. O ideal é agir preventivamente, preparando o solo. “Antes do plantio prepara-se o espaço com tubos corrugados, específicos para drenagem, manta bidim e pedra brita”, aconselha Mattiolli.
Um paliativo muito usado é a instalação de sombrite, tela usada em estufas, que permite a incidência de raios solares e a passagem controlada da água da chuva. O artifício não é efetivo no caso de precipitações constantes, mas funciona bem para um dia de chuva intensa.

Um cuidado essencial nos dias após as chuvas torrenciais é evitar regas e observar manualmente o solo e as plantas, em especial as folhas. Quando elas amarelarem ou ficarem com aspecto estranho, talvez seja necessário poda de contenção e reforço na adubação.
O solo também merece atenção especial no pós-chuva. Em alguns casos será necessário recompor a terra e adubá-la para não deixar a raiz da planta desprotegida e o solo, pobre em nutrientes.
Replantio
Em casos extremos pode ser necessário substituir algumas mudas. O ideal, neste caso, é investir em espécies mais resistentes ao acúmulo de água. Como regra geral, quanto mais “suculenta” for a planta, menos ela resiste à extrema umidade.
Entre as espécies mais recomendadas para áreas ou períodos chuvosos estão o Amor Perfeito, Ixora, Calandiva, Copo-de-Leite, Begônia e Antúrio.
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Frutíferas em Espaldeira ou cerca viva, aproveite seu espaço, MESMO QUE SEJA PEQUENO!!
Atualmente, cresce a procura por jardins que possam ter plantas que tenham alguma função, não se restringindo apenas ao aspecto ou beleza.
![]() |
| amora preta uma bela cerca viva |
Medicinais e frutíferas são muito procuradas. Plantas como a jabuticabeira (Myrcia cauliflora), ou a nespereira (Eriobotrya japonica) estão sendo cada vez mais freqüentes em bordas de estradas ou canteiros centrais em ruas de mão dupla.
| Foto: Kelly Nigro |
Cercas vivas que impeçam que se olhe para dentro de um jardim ou que
diminuam o impacto do ambiente externo ajudam a criar um clima de
intimidade e diminui o efeito do barulho externo. Essa barreira
psicológica que se cria ao se impedir o contato do interior com o
exterior pode ser feita através de plantas arbustivas com uma poda
adequada, ou com o uso de plantas trepadeiras de folhagem densa
conduzidas no sistema de espaldeiras.
Neste sentido, o maracujá azedo (Passiflora edulis) é uma
ótima alternativa. Possui uma bela e densa folhagem no verão e tem uma
pequena queda de folhas no inverno. Na primavera começa a emitir suas
belíssimas flores e seu cheiro forte, além de nos fornecer frutos
durante um longo período.
A lagarta Dione juno juno é a principal desfolhadora e pode ser controlada pelo esmagamento dos grupos, pois é um inseto gregário na fase de larva.
O maracujá doce (Passiflora alata) pode ser usado em
pequenos aramados ou em pergolados pequenos associado a alguma outra
planta. É mais susceptível a percevejos e possui uma aparência mais
suave e menor quantidade de folhas.
Foto: Dave Italy
Outra planta trepadeira que pode ser utilizada é a videira. Muitas plantas do gênero Vitis podem ser empregadas para sombra se conduzidas da forma latada ou para cercas, se conduzidas em espaldeiras. É pouco provável que haja uma grande produção de uva neste caso. Uma videira produtiva vem acompanhada de um grande aporte de inseticidas e fungicidas. Porém, com um pouco de cuidado e adequada adubação orgânica, podemos produzir alguns cachos com boa aparência e saborosos.
A videira na forma latada pode formar uma densa sombra no auge do verão, perdendo suas folhas no inverno. Porém, tanto na forma latada quanto na espaldeira, uma poda adequada e muito mais refinada do que no maracujá deve ser feita no final do inverno ou na entrada da primavera.
Uma outra planta que pode ser utilizada da mesma forma é o chuchu (Sechium edule). É mais simples de ser conduzida e no inverno sua parte aérea seca completamente. Não é muito adequada para locais que necessitem de mais limpeza ou de plantas mais delicadas, pois é rústica e perde grande quantidade de folhas. Para a manutenção de um ano para outro, é preciso que se mantenham alguns frutos no solo para que brotem novamente.
Colaborador: Rafael Meirelles
segunda-feira, 29 de abril de 2024
sábado, 27 de abril de 2024
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