sexta-feira, 30 de maio de 2025

MURO DE PNEUS usados | Como e por que fazer


MURO DE PNEUS usados | Como e por que fazer Nesse vídeo mostramos tudo sobre o nosso muro
de pneus. Optamos por esse material por vários motivos e o
mais importante deles é o fato de retirar eles da natureza. Com o muro de pnues a gente consegue aumentar
a área útil do terreno, já que ele é bastante inclinado. Lidar com esse tipo de terreno é bem complicado mas,
dessa forma podemos aproveitar muito mais. O trabalho com pneus é muito árduo e demorado.
Mas vale muito a pena. Vem com a gente ver como foi.

Permacultura


O termo permacultura é original do inglês “permanent agriculture” e foi criado pelos cientistas australianos Bill Mollison e David Holmgren na década de 70. A permacultura consiste no planejamento e na execução de soluções que tornem as ocupações humanas mais sustentáveis, unindo conhecimentos ancestrais a práticas modernas de áreas diversas como: ciências agrárias, engenharias, arquitetura e ciências sociais. Essa metodologia baseia seu modelo de cultivo na integração com a natureza conforme costumes ancestrais dos aborígines.

Essa proposta ganhou reconhecimento mundial com o lançamento do livro “Permaculture One: A Perennial Agriculture for Human Settlements”. Segundo Bill Mollison, um dos criadores do conceito, “A permacultura é a filosofia de trabalhar com, e não contra, a natureza; de observação prolongada e pensativa em vez de trabalho prolongado e impensado, e de olhar para plantas e animais em todas as suas funções, em vez de tratar qualquer área como um sistema único”.

Nos dias de hoje, a permacultura já é vista como uma ciência holística e de cunho socioambiental, que incorpora o conhecimento científico com o tradicional popular, onde o principal objetivo é garantir uma estadia saudável das espécies no planeta Terra.

A permacultura possui três pilares principais baseados na observação da ecologia e da forma sustentável de interação do ser humano e da natureza, sempre trabalhando a favor da última, nunca contra.

Pilares da permacultura:
1. Cuidar da natureza: cuidar de nossos recursos naturais;
2. Cuidar das pessoas: a vida social em harmonia em conexão com a natureza;
3. Partilha justa: criar um sistema de compartilhamento do excedente;

Permacultura urbana
Nesse contexto, existe também a permacultura urbana, conceito aplicado para a realidades das cidades. As características urbanas, como o clima, são aspectos bastante importantes a serem levados em conta para criar um ambiente que siga os preceitos da permacultura.

Existem algumas técnicas simples e eficientes que podem ser aplicadas em sua casa, rua ou bairro, para assim, desenvolver um cotidiano mais sustentável.

1. Crie maneiras de armazenar e reutilizar água: A água potável é um recurso finito e por isso devemos ser muito responsáveis com seu uso. Incorporar algum método de reaproveitamento de água da chuva ou da máquina de lavar roupas, é uma maneira simples de aplicar fundamentos da permacultura dentro de casa.

2. Descarte de resíduos orgânicos: Alguns dos resíduos orgânicos produzidos dentro de casa podem ter um destino diferente além do lixo comum. Casca de ovo, pó de café, casca de banana, chás, entre outros, podem servir de adubo para plantas. A composteira doméstica é outra alternativa, onde os resíduos orgânicos são depositados em caixas modulares para que minhocas e microorganismos façam o papel de transformarem restos de alimentos em um adubo rico em nutrientes.

3. Compre de agricultores familiares: Na hora de adquirir frutas, legumes e hortaliças opte por pequenos agricultores. As tradicionais feiras de bairro são uma das opções para encontrar esse tipo de serviço. Além de apoiar o consumo regional, você estará consumindo um produto mais saudável, com um menor teor de substâncias tóxicas, como pesticidas;
Atualmente, a permacultura conta com mais de 10 mil praticantes, espalhados por todos os continentes, e mais de 220 professores que trabalham na pesquisa e disseminação da filosofia. Ela ganhou o conhecimento dos brasileiros através do primeiro curso dado por Bill Mollison, em Porto Alegre.

Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina; Estadão.

quinta-feira, 29 de maio de 2025

INVERNO - O lado bom do frio para as frutíferas

O inverno gaúcho permite ao Estado ser o maior produtor brasileiro de frutas de clima temperado.

O frio do inverno gaúcho permite ao Estado ser o maior produtor brasileiro de frutas de clima temperado: uva, ameixa, maçã, pêssego, figo, caqui e quivi, entre outras. As espécies caducifólias, que perdem as folhas no inverno, exigem de 200 a mais de 1.000 horas de frio com temperaturas abaixo de 7,2 ºC.

“Esse frio possibilita que essas plantas entrem num ciclo de dormência, de parada fisiológica, e que reiniciem novo ciclo com floração bastante intensa, grande, constante e concomitante, que não fiquem brotando um pouquinho hoje, depois florescendo um pouco daqui a 15 dias”, diz o agrônomo da Emater/RS, Antônio Conte.

Não há problemas para essas espécies que estão em dormência se ocorrerem geadas no inverno ou se as temperaturas baixarem até dois graus negativos. As baixas temperaturas também acabam protegendo as frutíferas de clima temperado dos seus principais inimigos, que são a mosca da fruta e a broca chamada grafolita. “Essas pragas têm uma fase larval e, mesmo o adulto, não resiste a temperaturas negativas”, explica.

Então no inverno há uma parada de multiplicação e só se salvam algumas dessas pragas em regiões onde é mais quente, onde a temperatura não baixa, não se torna negativa. A maioria dos fungos se desenvolve com temperaturas medianas (em torno de 15 graus) ou altas (25 a 30 graus). “Então o inverno também estabiliza e para a multiplicação desses fungos”, salienta Conte.

Sanitariamente, um inverno rigoroso para essas espécies de produção em frio favorece o início do próximo ciclo vegetativo, que leva à produção. “Com certeza o frio ajuda na qualidade. É lógico que, como o nosso clima no RS é bastante instável, se houver condições muito desfavoráveis ainda têm fatores que poderão comprometer a safra, mas o iniciar bem sempre é positivo”, destaca o agrônomo.

Brotação - A brotação das plantas começa somente no início da primavera. Até lá, o trabalho dos agricultores se resume à realização de práticas que vão ajudar na produção. Uma das principais é o tratamento de inverno com calda sulfocálcica ou bordalesa. “Visam a redução de fonte de inóculo, ou seja, de ovos de pragas e de esporos de doenças que se mantém na madeira das plantas e depois, na primavera e verão, acabam atingindo a folhagem e as frutas”, detalha o agrônomo da Emater/RS, Enio Todeschini.

Outra prática indispensável é a poda de inverno(clique e leia). “Consiste em distribuir a energia da planta entre fase vegetativa e produtiva, então se deve retirar todos aqueles galhos que não têm uma função específica (tortos, secos e quebrados), chamados ladrões, e escolher os melhores carregadores, que são aqueles que vão gerar frutas na próxima safra”, conclui.


Clima favorece doçura de cítricas

Embora não sejam uma cultura de frio, as frutas cítricas, espécies de clima subtropical, estão presentes em quase todo o Estado e têm um período de colheita que vai de abril a dezembro. Isso é possível devido aos diferentes mesoclimas existentes no RS e à diversidade de espécies e variedades de citros.

Nos meses de inverno, eles são as únicas frutas verdadeiramente da época. “Manejados e cultivados nas regiões um pouco mais quentes, permitem bom abastecimento, tendo fruta diferenciada daquela produzida em São Paulo e em outras regiões quentes, como o Nordeste”, afirma Antônio Conte. De acordo com o agrônomo, a amplitude térmica existente no RS, ou seja, a variação térmica da noite para o dia, dá às frutas aquela coloração intensa e um excelente equilíbrio entre açúcar e ácido, característicos da laranja e da bergamota produzidas aqui.

Os citros são a segunda cultura mais expressiva no Rio Grande do Sul. Somados, laranja, bergamota e limão ocupam uma área de 40 mil hectares no Estado, ficando atrás apenas da uva.


Fonte: Correio Riograndense

Permacultura Urbana - Estratégias Sustentáveis Para Uma Vida Na Cidade

quarta-feira, 28 de maio de 2025

Agro Saúde e Cooperação - Noz Pecan

Controle biológico de pulgão com Extrato de folhas de Mamoeiro




[Controle Alternativo] Extrato de folhas de Mamoeiro para controle de Pulgão

Lista de culturas: Acerola, Berinjela, Lentilha, Ervilha, Maçã, Salsa, Batata-doce, Trigo, Algodão, Batata, Couve-flor, Manga, Pera, Tomate, Alfafa, Pimenta, Pimentão, Cacau, Couve, Grão-de-bico, Morango, Pepino, Soja, Brócolis, Cebolinha, Milho, Amendoim, Citrus, Melão

Extrato de folhas de Mamoeiro para controle de Pulgão em diversas culturas.

Ingredientes


1 Kg de folhas do mamoeiro picada; 5 L de água; 250g de sabão.


Modo de Preparo


Triture as folhas, loque em 1 L de água e bata em um liquidificador. Coe a calda e adocione 4 L de água com sabão.


Aplicação


Dilua a calda em 25 L de água. Pulverize sobre as folhas doentes.


*Se você é agricultor orgânico certificado, antes de aplicar qualquer tipo de calda, extrato, adubo ou produto, consulte a sua certificadora.

FONTE: maneje bem

Aprenda Como Transformar Residuos Orgánicos en Compost | Alta Calidad -T...


Aprenda a utilizar los desperdicios de los alimentos para hacer abonos:
desde una huerta urbana de Bogotá se muestra todo el proceso de
recolección y transformación de residuos orgánicos, como cáscaras
de frutas y restos de cocina, en compost. A través de la acción de
microorganismos, los residuos se descomponen y se convierten en un
abono natural que enriquece el suelo, mejora la dependencia de
fertilizantes químicos, promueve una agricultura más ecológica y
sostenible. Además, se destaca que esta práctica puede replicarse
en los hogares para contribuir al cuidado del medio ambiente. #CompostajeUrbano #ResiduosOrgánicos #AbonoOrgánico #EconomíaCircular #CultivoOrgánico

terça-feira, 27 de maio de 2025

Vitrine Técnica: cultivo de canola - cobertura do solo e flora apícola


Nossa Vitrine Técnica destaca o cultivo de canola em Santa Catarina! Atividade começa a despontar no Oeste do Estado com inúmeras possibilidades comerciais: óleo comestível, óleo para biocombustíveis, ração proteica, rotação de culturas, cobertura do solo, alimento para abelhas e redução de problemas fitossanitários das lavouras. Essa é a canola!

Aprenda na prática: como cultivar plantas frutíferas em vasos pequenos e...

segunda-feira, 26 de maio de 2025

Agro, Saúde e Cooperação - Rota Saberes e Sabores - Turismo Rural


O programa mostra uma rota no município de Seara, em Santa Catarina,
que explora a agroecologia e o turismo rural. Um segmento da agricultura
familiar que está produzindo alimentos de forma sustentável,
fomentando a cultura e a história da região.

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