sábado, 24 de maio de 2025

Prefeitura implanta composteiras em unidades escolares para reaproveitamento de resíduos!!

 Projeto também inclui formação de pais e responsáveis para 

compostagem doméstica

terça-feira, 20 de maio de 2025

Dombéia, Astrapéia



A Astrapéia ou Dombeya, é uma linda arvoreta nativa da África.Com suas grandes folhas em forma de coração e suas inflorescências rosas pendentes dão um charme aos jardins brasileiros. Obrigada por assistir, curta se gostou do video e se inscreva no canal caso ainda não seja inscrito. •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• ✿ CONTATO COMERCIAL: (SOMENTE PARA EMPRESAS): comercial@vidanojardim.com.br •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• ✿ Caixa Postal 9006 Jardim Canadá Cep: 34.007-970 Nova Lima - MG ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• ➽ Curta e se inscreva no canal, episódios na quarta e domingo: https://goo.gl/ojQ8uW ➽ ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• ✿ [ Website: ] http://goo.gl/7Jknqh ✿ [ Instagram: ] https://goo.gl/Iqi2RI ✿ [ Twitter: ] http://goo.gl/89TQbY ✿ [ Facebook: ] http://goo.gl/fMdUFk ✿ [ Loja Virtual: ] https://goo.gl/xYlIaV •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• Música do Epidemic Sound (https://epidemicsound.com)

Bacupari: conheça a fruta, seus benefícios e como plantá-la!!

 



bacupari é uma fruta nativa da região Amazônica brasileira que, apesar do seu pequeno tamanho, apresenta diversos benefícios ao organismo. É cultivado em todo o país, naturalmente em florestas e regiões litorâneas e em pomares domésticos do Norte ao Sul do Brasil.

Trata-se de uma frutífera, também chamada de mangostão-amarelo, que produz uma fruta amarela com um sabor ácido e doce muito agradável ao paladar, sendo consumida principalmente in natura.

Neste post iremos apresentar a origem e as principais características do bacupari, seus benefícios à saúde, bem como dicas para o seu plantio e cultivo. Confira!

Leia tambémConheça o mangostão, como plantar e seus benefícios

Aspectos gerais do bacupari

bacuparizeiro (Garcinia gardneriana) é uma espécie frutífera pertencente à família Clusiaceae, com ocorrência desde as florestas da região Amazônica até o Rio Grande do Sul.

Também conhecido como bacopari, bacupari-miúdo ou mangostão-amarelo, é bastante apreciado para o consumo in natura e sua exploração ainda se dá em caráter extrativista.

A árvore, nativa do Brasil, pertence ao gênero Garcinia, o mais numeroso entre os pertencentes à família Clusiaceae, contando com cerca de 400 espécies, conhecidas por serem ricas em metabólitos secundários.

É encontrada geralmente em pomares domésticos das regiões Sudeste e Sul, mas tem habitat natural na Floresta Amazônica de terra firme e na Mata Atlântica.

Frutos de bacuparizeiro verdes e em maturação em meio às folhas verdes
Com uma polpa doce e ácida, o bacupari é uma fruta saborosa e bastante apreciada em diversas regiões brasileiras.

Características do bacupari

Trata-se de uma espécie arbustiva a arbóreaperenifólia, de ramos ascendentes e copa densa, que atinge de 5 a 10 metros de altura na idade adulta, ou 1 metro de altura quando na forma arbustiva. Seu tronco é reto e de seção cilíndrica, com fuste geralmente curto. Apresenta ramificação dicotômica e quase horizontal, com ramos lisos e brilhantes quando jovens.

Suas folhas são simples, opostas, coriáceas, lanceoladas ou oblongas, de margem plana, ondulada ou levemente crenada, e lâmina foliar de 4 a 19 cm de comprimento e 1,5 a 6 cm de largura. Já as inflorescências são aglomeradas em fascículos axilares com numerosas flores brancas, unissexuadas ou hermafroditas, e sem aroma.

época de floração depende da localidade em que se encontra, ocorrendo de agosto a janeiro no estado de São Paulo, de setembro a outubro em Santa Catarina, de setembro a dezembro no Rio Grande do Sul e em fevereiro no estado do Rio de Janeiro, por exemplo.

Quanto aos seus frutos, são drupas amarelas ou alaranjadas, oblongas e lisas, medindo de 1,5 a 4 cm de comprimento e 3 cm de diâmetro. Contêm de 1 a 2 sementes de coloração castanha e listras longitudinais, e chegam a pesar até 15 gramas. Sua polpa é branca mucilaginosa, com sabor doce-acidulado bastante agradável ao paladar.

época de maturação dos frutos depende da localidade: de novembro a fevereiro no estado de São Paulo, de fevereiro a março em Santa Catarina, de janeiro a março no Rio Grande do Sul e em setembro no Rio de Janeiro.

Bacuparizeiro na forma arbustiva em pomar
O bacupari, quando na forma arbustiva, atinge cerca de 1 metro de altura, possuindo copa densa e ramos ascendentes.

Veja tambémAraçá: conheça esta fruta, como plantá-la e seus benefícios

Benefícios do bacuparizeiro à saúde

O bacuparizeiro é uma planta muito conhecida pela presença de látex e pelo fornecimento de madeira de pequeno porte à construção civil.

No entanto, essa espécie de arbusto tem chamado a atenção de estudiosos com relação à sua composição, já que pertence ao gênero Garcinia, conhecido por conter plantas com importantes derivados químicos que chamam a atenção da indústria com suas propriedades farmacológicas.

De acordo com trabalhos científicos realizados com extratos de bacuparizeiro, foram identificadas – especialmente nas folhas – a presença de compostos bioativos, tais como benzofenonas e biflavonoides. Esses extratos apresentaram as seguintes propriedades:

  • Propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes;
  • Ação analgésica em processos inflamatórios;
  • Atividade antimicrobiana contra bactérias gram-positivas e gram-negativas;
  • Potencial anticancerígeno.

Experimentos mais recentes analisaram a utilização do extrato etanólico da casca de bacupari em ratos obesos, visando atestar a atividade antiobesidade da planta. Apesar dos resultados promissores, ainda não há evidências suficientes para provar a tese.

Por fim, também há evidências científicas que validam o uso popular por via tópica do bacupari no tratamento de processos inflamatórios cutâneos, assim como o potencial uso do extrato bruto da planta no desenvolvimento de um novo anti-inflamatório para uso tópico.

Ramos de bacupari vistos de maneira aproximada, com foco nas folhas opostas e frutos verdes
O bacupari apresenta compostos bioativos que chamam a atenção da indústria devido às suas propriedades benéficas, podendo ser encontrados tanto nos frutos, como nas folhas e no caule.

Alguns fitoterapeutas conferem ainda ao bacupari duas propriedades especiais: a de inibir a vontade de comer doces e a diminuição de produção de gordura no organismo.

De acordo com esses profissionais, o fruto apresenta ácido hidroxicitrato em sua composição (parecido com o ácido cítrico da laranja e do limão), que diminui a atividade enzimática na produção de gorduras, como o colesterol ruim (LDL). Já a inibição na vontade de comer doces se dá devido ao maior armazenamento de açúcar na forma de glicogênio, levando a uma sensação de saciedade.

Plantio e cultivo do bacupari

Agora que você já conhece mais sobre as características e benefícios do bacupari, vamos tratar sobre o seu plantio e cultivo. Confira!

Condições ideias para cultivo

Citamos que o bacuparizeiro é encontrado em diferentes regiões brasileiras, desde o seu habitat natural – região Amazônica e Mata Atlântica – até o Sul do país. A frutífera consegue se desenvolver bem em variadas condições de clima e de solo, confira:

  • Precipitação pluvial média anual: de 830 mm a 3.200 mm;
  • Temperatura média anual: de 17,5°C a 25,3°C. Importante ressaltar que a frutífera é resistente à quedas bruscas de temperatura, suportando até -3ºC no Rio Grande do Sul, e sendo indiferente à máximas de 43ºC no Nordeste e na Amazônia;
  • Condições dos solos: ocorre em diversas situações topográficas, podendo ser cultivado em solos argilosos de áreas inundáveis, em terra roxa vermelha de alta fertilidade, em solos arenosos de rápida drenagem, em solos sílicoargilosos de fertilidade alta e até em solos granilíticos. O bacuparizeiro quase não ocorre em solos enxutos. O pH varia de 3,9 a 5,6.

Propagação e plantio

propagação sexuada é o principal método utilizado para a obtenção de mudas. As sementes do bacupari devem ser semeadas logo após a sua retirada da polpa, pois perdem o poder germinativo rapidamente, são recalcitrantes. É importante atentar-se ao tamanho das sementes, já que as mais pesadas apresentam maior chance de germinação e, por isso, devem ser priorizadas e as leves, descartadas.

A taxa de germinação é acima de 80%, mas a emergência da plântula é lenta, podendo levar até 80 dias, mesmo em condições adequadas. Dessa forma, é necessário entre 6 a 10 meses para se produzir uma muda de bacuparizeiro pronta para o plantio.

Frutos de bacupari de coloração laranja em cima de saco de estopa. Um dos frutos está separado dos demais e com a casca cortada ao meio, mostrando o conteúdo da polpa de coloração branca
A propagação do bacupari se dá principalmente de maneira sexuada, efetuando-se a semeadura logo após a retirada da semente da polpa.

As mudas estarão aptas ao plantio após 12 meses de cultivo no viveiro, quando apresentarem aproximadamente 10 cm ou 6 folhas definitivas. Após o transplante, as mudas devem ficar em sombreamento de 50% até atingirem 35 cm, quando devem ser transferidas a pleno sol.

Recomenda-se que o plantio seja feito associado com outras espécies pioneiras e secundárias, ou em vegetação matricial arbórea em faixas abertas, na floresta e plantada em linhas.

Ao atingirem 40 cm – cerca de 15 meses de vida – poderão ser plantadas em local definitivo, com espaçamento de, no mínimo, 5 x 5 m entre plantas. As covas devem ser preparadas com 3 meses de antecedência e devem ter 50 cm nas 3 dimensões. É recomendável que o plantio seja realizado no início das chuvas, entre setembro e outubro, com irrigação de 10 litros a cada 15 dias, nos primeiros 3 meses.

Confira tambémCacau: condições ideais de cultivo e como plantar

Tratos culturais e colheita

Quanto aos tratos culturais, a planta não exige irrigações frequentes. É importante que o local em que foi plantada tenha cerca de 10 cm de cobertura morta para manter a umidade do solo. As podas de limpeza e formação devem ser feitas no inverno, eliminando os ramos na base do tronco e os galhos cruzados ou voltados para o interior da copa.

Quanto ao ataque de pragas, o maior problema já registrado é da cochonillha Mycetaspis personata, que ataca as folhas e os ramos.

O bacuparizeiro começa a produzir em torno de 4 a 5 anos após o plantio. O amadurecimento é verificado quando surgem pontos claros, que depois se tornam castanho-escuros, e alguns frutos já são encontrados no chão. A colheita é feita manualmente para não machucar os frutos.

Embora o pé de bacupari tenha um crescimento bastante lento, existe uma técnica de enxertia que visa acelerar a produção da frutífera, permitindo, inclusive, o seu plantio em vasos. Confira:

Enxerto inédito de Bacupari, para acelerar a produção.
Fonte: Suehiro Yamamoto.

E então, gostou desse conteúdo? Se você tem interesse em conhecer outras frutíferas menos exploradas, leia também o nosso artigo sobre a cabeludinha, seus benefícios e como plantá-la. Boa leitura!

As TOP 10 Melhores Flores Para Abelhas Ápis por Vivendo Com Abelhas


A Top 10 Melhores Flores para Abelhas ápis e Nativas Por Apicultor Mauro J. Rezende, Apicultura para todos, Mel, Polem colmeias, Abejas, apiários. Quais as melhores Flores para as abelhas como plantar. Período e tempo de florada. Plantas que valem a pena ter para as Abelhas , produzirem muito mel e polem. 10 Melhores especies de Plantas para as Abelhas Nativas e Ápis. Lista dos Nomes das Flores 1. Amor Agarradinho, Cipo do Mel 2. Mata Pastos ou Nativas invasoras. 3. Margaridão Amarelo, Girassol Mexicano 4. Eucaliptos 5. Cambarás 6. Astrapeia Domeya 7. Cosmos 8. Cratylia 9. Glirícidia Sepium 10. Aroeira, Pimenta Doce.

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Astrapeía - alimento para as abelhas no inverno!!

 




Nome científico: Dombeya wallichii

 

Tamanho: aprox. 30cm

 

Método de propagação: muda proveniente de estaquia.

 

 

Tipo de cultivo: O cultivo deve ser feito em meia sombra ou sol pleno, solo fértil e rico em matéria orgânica. Aprecia solos úmidos com boa drenagem. Floresce de junho a julho.

 

É uma árvore de pequeno porte ornamental nativa de Madagascar. Produz grande quantidade de flores rosa. As flores são formadas em pencas, normalmente, pendendo para baixo. As flores são perfumadas.

 

 

Curiosidades: Suas flores atraem abelhas melíferas.

 

Fotos dos frutos: Edilson e Gustavo Giacon - Viveiro Ciprest



Florescimento  Precoce, com  8 meses ja  inicia  a Floração

Arbusto muito ramificado e florífero, nos presenteia com maravilhosos pompons de flores brancas, com um doce odor de baunilha, muito atrativa de abelhas e outros insetos polinizadores. É uma excelente produtora de néctar para as abelhas no período de inverno. A abertura escalonada das flores garante uma floração por cerca de 90 dias, sendo que cada cacho de flores possuí de 10 a até 40 flores brancas e as flores de cada cacho permanecem abertas em torno de 02 semanas. A planta começa o florescimento da parte mais baixa dos ramos e a medida que o ramo vai crescendo, novos cachos de flores vão se formando enquanto os antigos ainda permanecem abertos, garantindo um espetáculo ímpar.

A IMPORTANTE PRÁTICA DA DESFOLHA EM BANANAL. EMBRAPA







Desfolha do Bananal
Marcelo Bezerra Lima

A prática cultural conhecida como desfolha do bananal consiste na eliminação de folhas que,
por algum motivo, não estão mais sendo úteis à planta. Assim, devem ser eliminadas:

1) Folhas que não têm mais função para a planta.
2) Folhas totalmente amareladas ou secas.
3) Folhas que podem causar danos aos frutos, como deformações e/ou ferimentos.
4) Folhas inteiras ou em partes, que apresentam sintomas de mal-de-Sigatoka ou cordana.
5) Folhas que apresentam o pecíolo quebrado.


Em plantas de porte baixo, a eliminação dá-se com auxílio de uma faca, cortando-se as folhas na
base do pecíolo, bem junto ao pseudocaule, com o devido cuidado para não afetar as bainhas a
ele aderidas. Nas bananeiras de porte médio ou alto, repete-se a operação, utilizando-se foice
bifurcada ou penado, acoplado a uma haste, cuja altura possibilite a operação. O corte deve ser
sempre realizado de baixo para cima, evitando-se puxões para baixo, com conseqüente danos à
bainha foliar. As figuras 1 e 2, respectivamente, apresentam aspectos de um bananal sem uso
da desfolha, e com uso efetivo dessa prática de cultivo.

Um outro tipo de desfolha é a fitossanitária, a qual deve ser realizada a cada 14 dias, como
estratégia de controle para manter sempre baixo o nível de doenças nas folhas. Essa operação
reduz a quantidade de sintomas pela eliminação de folhas doentes, constituindo-se numa prática
rotineira em áreas de ocorrência de mal-de-Sigatoka.
Todo resto cultural proveniente da desfolha, do desbaste ou da colheita, inclusive os pseudocaules
ou troncos de plantas já colhidas, devem ser picados ou triturados e espalhados pelo bananal.
Em atendimento às Normas Técnicas Para a Produção Integrada de Bananas – PIB, fica proibida a
eliminação de bainhas foliares aderidas ao caule, assim como o acúmulo de restos culturais junto
às touceiras. Como medida preventiva, considera-se obrigatório a desinfecção de ferramentas,
utilizadas em bananais, em áreas de ocorrência de bacterioses.

Principais benefícios da realização da desfolha na época certa:


1) Elimina folhas cuja atividade fotossintética não correspondem aos requerimentos fisiológicos
da planta.
2) Proporciona melhores condições de arejamento e luminosidade do bananal.
3) Proporciona maior rapidez no desenvolvimento dos rebentos.
4) Proporciona maior controle de pragas que utilizam as folhas como refúgio ou fontes de
inóculo.
5) Proporciona melhorias no solo pela deposição de restos culturais.



1Engo Agro, M.Sc., Pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Rua Embrapa, S/N, Caixa Postal 007, CEP 44380-000 Cruz das Almas-BA. mlima@cnpmf.embrapa.br

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