quarta-feira, 3 de maio de 2023

¿SE PUEDEN ENTERRAR los RESTOS de la COCINA en el HUERTO o JARDÍN? Métod...


¿Qué sucede cuando se entierran los restos de cocina en el huerto o jardín? Ésta es una pregunta que me hacen muy seguido al hablar de compost o vermicompostaje y la respuesta es sí y se lo conoce como el método "Bomba de nutrientes". Básicamente se trata de enterrar todos los restos de cocina que pondríamos en cualquier pila de compost, per directamente en la huerta, es totalmente posible y hasta recomendable siempre y cuando lo hagamos bien y tengamos el compromiso para sostener la práctica en el tiempo, ya que de algún modo estaremos criando lombrices en el mismo huerto o jardín y debemos asegurarles alimento de forma continua para que no se nos quieran ir o pero.. que mueran por falta de alimento. Espero les guste el video y les sea de utilidad, un fuerte abrazo. INDICE: 0:00 Índice 0:58 ¿Qué se puede enterrar? 3:15 La importancia de las lombrices de tierra 4:22 ¿Cómo funciona el método de bomba de nutrientes? 10:00 Despedida 🔥 ¿QUIERES DONAR? 👉 https://bit.ly/3d6v2AE Gracias por apoyarnos para seguir creando vídeos ¿QUIERES APRENDER MAS? RECURSOS GRATUITOS DESCARGABLES 👉 https://bit.ly/3sD7GKq CURSO GRATIS de Permacultura básica 👉 https://bit.ly/2VibH8S OTROS CURSOS 👉 https://bit.ly/2Oa2Hyw

terça-feira, 2 de maio de 2023

📦 NUNCA MÁS TIRES las CAJAS de CARTÓN 🌱 LOS 6 MEJORES USOS del CARTÓN en...


🌱 Después de ver este video TE VA A CONTRATAR LA NASA para que le hagas el HUERTO o JARDÍN 😂 ¡Hola familia! hoy les traigo uno de los mejores videos de los últimos tiempos, le decía a Aldana (Mi esposa) ¡Que buen video estoy haciendo! ojala hace unos años cuando estaba estudiando huerta hubiese visto algo así, no solo por lo práctico sino también por lo que me divertí haciéndolo! espero lo disfruten tanto como yo al hacerlo y no dejen de ver TODOS los videos recomendados. A continuación les dejo los videos y el índice, ¡un fuerte abrazo! 0:00 Intro 1:45 Control de malezas con cajas de cartón 5:03 Desherbar los pasillos del huerto o jardín 5:43 Plantar en terrenos agrestes y proteger del frío/calor 8:56 Técnica bancal Lasagna 10:25 Eliminar mosquitas del compost 13:45 Hotel de lombrices biodegradable 16:17 Despedida y agradecimiento Chipeadora 👉    • 🚜 TRITURADORA MUL...   Aislar con catón la casa 👉    • AISLANTE TÉRMICO,...   Entrenamiento de raíz 👉    • 🌳 NO ESPERES AÑOS...   Lombricompostera WickingBed 👉    • La MÁQUINA de hac...   Cítricos en las aboneras 👉    • 🍋 ¿Se pueden COMP...   Entierra restos de cocina 👉    • ¿SE PUEDEN ENTERR...   Tractor de gallinas: Tractor de gallinas paso a paso: 👉    • 🐔 TRACTOR de GALL...   Truco anti gatos, perros y gallinas: 👉    • 🌱 Este SECRETO me...   🔥 ¿QUIERES DONAR? 👉 https://bit.ly/3d6v2AE Gracias por apoyarnos para seguir creando vídeos ¿QUIERES APRENDER MAS? RECURSOS GRATUITOS DESCARGABLES 👉 https://bit.ly/3sD7GKq CURSO GRATIS de Permacultura básica 👉 https://bit.ly/2VibH8S OTROS CURSOS 👉 https://bit.ly/2Oa2Hyw

segunda-feira, 24 de abril de 2023

Poluição do ar afeta o crescimento de árvores em São Paulo, segundo estudo da FAPESP

 



foto tipuanas em santa cruz do sul


Elton Alisson  |  Agência FAPESP – Além de causar graves efeitos à saúde humana, a poluição do ar também afeta um dos elementos que ajudam a atenuar esse problema ambiental nas cidades: as árvores.

Usando como modelo a tipuana (Tipuana tipu) – uma das espécies de árvores mais comuns em São Paulo –, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) mostraram que os poluentes atmosféricos restringem o desenvolvimento dessas plantas, interferindo também nos serviços ambientais por elas prestados.

Entre esses serviços estão filtrar a poluição do ar ao acumular metais em suas cascas e no tronco, assimilar dióxido de carbono, reduzir o efeito de ilha de calor, ao atenuar a radiação solar, e mitigar o escoamento da água da chuva, controlando a umidade.

Resultados do estudo, apoiado pela FAPESP, foram publicados na revista Science of the Total Environment.

“Observamos que, nos anos em que as concentrações de material particulado na atmosfera foram maiores, por exemplo, as árvores cresceram menos. Com isso, essas plantas vão demorar mais para oferecer serviços ecossistêmicos importantes para redução da poluição atmosférica e para mitigação e adaptação das cidades às mudanças climáticas”, disse Giuliano Maselli Locosselli, pós-doutorando no Instituto de Biociências (IB) da USP com Bolsa da FAPESP e primeiro autor do estudo.

A fim de avaliar o impacto da poluição do ar e também do clima no crescimento de árvores em São Paulo, os pesquisadores analisaram amostras de 41 tipuanas localizadas em diferentes distâncias do polo industrial de Capuava, em Mauá. Uma das áreas mais industrializadas da Região Metropolitana de São Paulo, o bairro é composto por áreas residenciais e comerciais e um polo industrial formado por refinarias de petróleo e fábricas de cimento e fertilizantes, por onde circula uma grande quantidade de caminhões e carros.

Com auxílio de um instrumento semelhante à broca de uma furadeira, mas com o interior oco, chamado sonda Pressler, foram extraídas amostras cilíndricas das cascas e dos anéis de crescimento – círculos concêntricos na parte interna do tronco – na altura do peito das plantas, a 1,3 metro do solo.

Ao analisar a composição química das cascas e o tamanho dos anéis de crescimento, os pesquisadores conseguiram medir a variação dos níveis de poluição do ar por diversos elementos químicos a que as plantas foram expostas durante o desenvolvimento e como esse fator influenciou seu crescimento.

“A tipuana é uma ótima marcadora e representa muito bem os níveis de poluição do ar por metais pesados e outros elementos químicos nas cidades”, disse Locosselli.

A casca da tipuana retém o material particulado em suspensão no ar, que se deposita passivamente nessa parte externa do tronco da árvore ao longo dos anos. Já os anéis de crescimento indicam como a poluição se refletiu em cada ano de vida da planta. Anéis muito grandes ou largos indicam anos de crescimento bom – quando os níveis de poluição foram menores –, enquanto anéis de crescimento menores ou mais estreitos apontam anos de crescimento ruim – quando os níveis de poluição foram maiores.

As análises dos anéis de crescimento das tipuanas revelaram que as árvores com idade média de 36 anos cresceram mais rápido nas partes mais quentes de Capuava e sob maiores concentrações de fósforo no ar. Em contrapartida, as árvores mais próximas às vias de tráfego e expostas a concentrações mais altas de alumínio, bário e zinco, geradas pelo desgaste de peças de automóveis, apresentaram menor crescimento ao longo dos anos.

O material particulado com tamanho de até 10 micrômetros (PM10), emitido pelo polo industrial, também reduziu em até 37% a taxa de crescimento do diâmetro das árvores mais próximas à área.

“Constatamos que as árvores expostas mais diretamente à poluição do polo industrial apresentaram um crescimento menor de diâmetro do caule ao longo de seu desenvolvimento em comparação com as plantas com exposição média e baixa”, afirmou Locosselli. “Sob condições normais de crescimento, o diâmetro de uma tipuana, na altura do peito, pode chegar a um metro”, disse Locosselli.

Os resultados das análises da composição química das amostras das cascas foram corroborados por dados obtidos por meio de séries temporais de emissões de material particulado na região de Capuava por cerca de 20 anos, elaboradas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

A concentração média de PM10 foi responsável por 41% da variabilidade do crescimento anual das árvores. As concentrações mais altas desses poluentes durante os meses mais secos – entre abril e setembro – reduziram ainda mais as taxas de crescimento das plantas, constataram os pesquisadores.

“O diâmetro do caule das árvores com crescimento normal aumenta muito rapidamente, já o das árvores com crescimento mais lento varia muito pouco”, comparou Locosselli. “A magnitude de serviços ambientais oferecidos por uma árvore de grande porte chega a ser 70 vezes maior do que o de uma árvore de pequeno porte."

Efeitos em árvores

De acordo com os autores do estudo, os metais pesados e o material particulado influenciam o desenvolvimento das árvores ao mudar as propriedades ópticas da superfície das folhas. Dessa forma, aumentam a temperatura e reduzem a disponibilidade de luz para a fotossíntese da planta. Além disso, podem reduzir as trocas gasosas das árvores ao se acumular nos estômatos foliares – um conjunto de células nas folhas da planta que permitem a troca de gases com o ambiente e a transpiração do vegetal.

“Pretendemos avaliar se a poluição também afeta a longevidade dessas árvores. Como esse fator restringe diversos sistemas fisiológicos, impedindo que a planta cresça, é provável que também a torne mais vulnerável a efeitos que levem à senescência”, disse Marcos Buckeridge, professor do IB-USP e responsável pelo projeto.

O pesquisador considera que os efeitos da poluição podem se estender a outras espécies de árvores da mesma família da tipuana encontradas em São Paulo, como a sibipiruna (Caesalpinia pluviosa) e o pau-ferro (Caesalpinia leiostachya).

“Medidas para diminuir a poluição do ar, como o uso de biocombustíveis, a eletrificação dos meios de transporte e o desenvolvimento de materiais para diminuir a emissão de metais pesados, poderiam favorecer a manutenção e melhorar os serviços ecossistêmicos prestados por essas árvores às cidades”, disse Buckeridge.

O artigo The role of air pollution and climate on the growth of urban trees (doi: 10.1016/j.scitotenv.2019.02.291), de Giuliano Maselli Locosselli, Evelyn Pereira de Camargo, Tiana Carla Lopes Moreira, EnzoTodesco, Maria de Fátima Andrade, Carmen Diva Saldiva de André, Paulo Afonso de André, Julio M. Singer, Luciana Schwandner Ferreira, Paulo Hilário Nascimento Saldiva e Marcos Silveira Buckeridge, pode ser lido em www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0048969719307892.


Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

domingo, 23 de abril de 2023

FOLHAS PRETAS NAS PLANTAS , COMO RESOLVER ! COMO ELIMINAR FUMAGINA

Doenças do inverno: Como combater a fumagina


A fumagina é uma doença causada por fungos.Estes fungos se reproduzem nas folhas, frutos e caules formando uma película de cor preta. É um fungo que desenvolvem sobre o melaço que excretam as pragas como os pulgões , as cochonilhas e a mosca branca .O principal dano causado não é diretamente mas sim indiretamente. O fungo não prejudica em nada o tecido da folha . Como a película que forma sobre o tecido é escura e opaca , não permite entrar nada de luz nem ar provocando a queda prematura das folhas e impede a realização da fotossíntese enfraquecendo a planta até causar sua morte.

DESCRIÇÃO:

A fumagina é causada por fungos do gênero Capnodium sp., vivendo associada ao pulgão, que excreta uma substância açucarada propícia ao desenvolvimento do fungo fuliginoso.

SINTOMAS:

Caracteriza-se pela presença de uma crosta espessa e negra cobrindo total ou parcialmente a parte dorsal das folhas e ramos do hospedeiro.

DANOS:

Não ataca os tecidos da planta, apenas recobre-os com uma cobertura preta constituída de micélio, onde coloniza as secreções dos insetos. Ela aparece após as plantas serem infestadas por insetos, como pulgões, cochonilhas e moscas brancas que sugam a seiva das plantas e liberam o excesso de líquido sobre as folhas onde se estabelece o fungo. A camada preta que está nas folhas é prejudicial porque dificulta a fotossíntese e causa ressecamento. Com isso, a planta terá menos energia e poderá morrer. Copnodium citri é o agente causal da fumagina.

As substâncias açucaradas produzidas por pulgões, cochonilhas e moscas brancas atraem pequenas formigas pretas que se encarregam de espalhar o material em toda a planta.

CONTROLE :

A fumagina é facilmente controlada com poda de limpeza e controle das cochonilhas com óleo mineral de Neem. Não aplicar durante o período de floração e nas horas mais quentes do dia. Com as aplicações e sem ambiente propício, a fumagina será eliminada naturalmente, principalmente quando iniciar as chuvas.

fonte:https://www.ecoirrigacaoejardim.com.br/dicas

Postagem em destaque

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO?   ...

Mais visitadas no último mês