Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
sexta-feira, 12 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Arroz ecológico e agroindustrialização no assentamento Filhos de Sepé - ...
Os agricultores do assentamento Filhos de Sepé, em Viamão, têm todos os motivos para comemorar. Neste ano, estão colhendo uma baita safra de arroz ecológico. E as agricultoras vão muito bem na agroindústria de panificação. E já pretendem beneficiar os hortigranjeiros, e vender para a alimentação escolar.
Jornalista Taline Schneider
Cinegrafista José Cabral
Viamão - RS
Jornalista Taline Schneider
Cinegrafista José Cabral
Viamão - RS
terça-feira, 9 de abril de 2013
Produção agroecológica de hortigranjeiros e receita de bolo de beterraba...
O espaço da Emater, na Expagro-Afubra, é sempre muito visitado pelos agricultores porque sempre traz boas tecnologias para a agricultura familiar. É o caso da produção agroecológica de hortigranjeiros.
E a beterraba não serve apenas para salada, não./ Então agora você vai ver um prato diferente, feito com beterraba: um bolo de dar água na boca.
Jornalista Rogério Antunes
Cinegrafista José Cabral
Rio Pardo - RS
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Faça mudas de ótimas plantas - Alporquia em frutíferas
Conheça o método que estimula o crescimento de raízes em um ramo ou no caule principal da planta utilizando pedaço de plástico ou pano umedecido
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Incrível Ataque de formigas em Bananeiras
Por Que as Formigas Levam Folhas Para o Formigueiro?
Aquelas que cortam e carregam folhas, são chamadas de “formigas cortadeiras” ou “formigas corta-folhas”. E ao contrário do que muitos pensam, elas não comem as folhas e tampouco as usam para fortalecer as paredes do formigueiro.
Formigas cortadeiras usam as folhas para cultivar um tipo de fungo (uma espécie de mofo) que utilizam como alimento. Isso mesmo! Dentro do ninho elas mastigam as folhas e formam uma polpa que usam como base para cultivar fungos em seus jardins subterrâneos. Os formigueiros geralmente são imensos. Os ninhos podem ter mil câmaras e se estender a profundidades de até seis metros. Lá dentro, cerca de um milhão de formigas podem estar trabalhando.
Para cultivar o fungo, são necessárias formigas pequenas e grandes. As maiores são “trabalhadoras” e saem à noite para recolher folhas, e usam suas mandíbulas longas e dotadas de ganchos para cortá-las. Depois, marcham de volta ao ninho, segurando as folhas por sobre a cabeça. Por esse motivo elas algumas vezes são chamadas de formigas guarda-chuva ou formigas guarda-sol. Dentro do ninho, formigas menores mastigam as folhas e formam uma polpa, ou pasta e colocam essa pasta sobre os fungos. Mais tarde, pequenas formigas colhem o fungo e alimentam a colônia.
fonte http://professordanielnormando.blogspot.com.br/2011/04/por-que-as-formigas-levam-folhas-para-o.html
quarta-feira, 3 de abril de 2013
A importância da Matéria Orgânica para o solo
A importância da matéria orgânica presente no solo em relação à produtividade da sua lavoura. Aprenda como preservá-la na sua propriedade, mesmo nas culturas perenes.
Ciclo da Matéria Orgânica no solo
A fertilidade dos solos sempre foi questão de alta relevância na
agricultura. A busca pela obtenção da fertilidade natural ou mesmo, a
garantia de uma boa fertilização do solo tem motivado os produtores na
busca do conhecimento, através de visitas a exposições, dia de campo,
palestras, encontros, etc. Abaixo relataremos as principais perguntas
envolvendo fertilidade de solos.
Basicamente a matéria orgânica no solo serve para dar vida ao solo. Não
havendo nenhuma matéria orgânica quer seja a viva ou a morta, o solo
não tem como sustentar uma floresta ou uma lavoura agrícola.
Através de substâncias húmicas, propicia um solo bem estruturado com
uma distribuição adequada de partículas sólidas (ex. areia, silte e
argila) resultando no aparecimento de poros onde água e ar podem ser
armazenados para que plantas e raízes de plantas possam crescer. Alguns
componentes alifáticos hidrofóbicos de minhocas e de hifas de fungos
propiciam a formação e estabilidade de agregados (pequenos torrões). Os
agregados do solo condicionam a infiltração e drenagem de água no solo, a
aeração e cria um habitat para a bióta do solo (fungos, bactérias e
actinomicetos).
Os ácidos fúlvicos aumentam a capacidade de troca de cátions do solo,
propiciando maior capacidade de retenção de nutrientes (ex. cálcio,
magnésio e potássio) evitando serem lixiviados e, ao mesmo tempo,
podendo abastecer a planta através da água do solo.
A palha que cobre a superfície do solo ("mulch") evita o selamento ou
encrostamento superficial causado pelo impacto da gota de chuva,
evitando a formação de enxurrada e, assim, protegendo o solo contra a
erosão causada pela chuva. Os túneis construídos por minhocas e raízes
mortas das plantas, possibilitam maior drenagem de água e movimentação
de calcário em profundidade.
A matéria macrorgânica, contém grande quantidade de nitrogênio e
enxôfre e, através de ácidos húmicos, ácido oxálico e málico, têm
comprovada participação na disponibilização de fósforo para as plantas.
Esses ácidos possibilitam diminuição da toxicidade de metais, como o
alumínio, para as plantas.
As bactérias que se associam com raízes de plantas cultivadas (ex.
soja) abastecem as plantas com nitrogênio diminuindo custos de adubação
nitrogenada para o agricultor. Já os fungos que se associam com as
raízes de plantas melhoram a eficiência das culturas em absorver o
fósforo presente no solo.
Assim, os microrganismos podem transformar diversos pesticidas em
substâncias simples, que, ao atingirem águas subterrâneas ou rios e
lagos, não causam danos à saúde pública. Raízes agressivas de plantas
consideradas adubos verdes (ex. ervilhaca, tremoço) podem romper camadas
de solos compactadas aliadas aos outros componentes citados, contribuem
para a não ocorrência da mudança climática global ou "efeito estufa".fonte:http://www.informativorural.com.br/conteudo.php?tit=a_importancia_da_materia_organica_para_o_solo&id=39
terça-feira, 2 de abril de 2013
Porto Alegre - Bairro Ipanema agora tem Feira de Produtos Orgânicos
Ipanema agora tem Feira de Produtos Orgânicos
Gustavo Cruz
Já pensando na ampliação das
atividades, a ideia é abrir espaço para artesanato e, também, eventos
comunitários, entre outros. Mas, no local, já são realizadas oficinas sobre o
uso do bambu (terças e quintas às 9h30 ou segundas e quartas às 19h30), com
atividades físicas, orientadas pela Integral Bambu, que, em busca do
autoconhecimento e do autocuidado, envolvem alongamento, força e agilidade.
Fundada há 12 anos em Brasília, a Integral está em Porto Alegre desde janeiro
de 2012 e criou no Espaço Ecos um local ideal para as oficinas, em meio às
arvores e próximo ao Guaíba: um domo geodésico com 10 metros de diâmetro,
coberto com lona. Com base no conceito de bioconstrução, além de bambu, foram
utilizados na obra materiais alternativos. Informações em
cauacbambu.blogspot.com.
![]() |
Aos sábados, das 7h às 13h,
comunidade pode comprar
hortifrutigranjeiros e outros produtos
|
Os moradores de Ipanema e região que buscam uma alimentação
mais saudável e, consequentemente, mais qualidade de vida contam, desde 9 de
março, com a Feira de Produtos Orgânicos
de Ipanema. Aos sábados, sempre das 9h às 13h, são comercializados
hortifrutigranjeiros e produtos coloniais, entre outros, na sede do Espaço Ecos
(espacoecosportoalegre.blogspot.com), na esquina da Rua Déa Coufal com a Avenida
Guaíba, com acesso pelo Calçadão.
Os primeiros três finais de semana mostraram o acerto dos
organizadores e colaboradores em realizar um feira de produtos orgânicos,
produzidos sem agrotóxicos no assentamento de Águas Claras, em Viamão. Além de
incentivar que os agricultores fiquem na terra ao adquirir seus produtos,
realizar a feira no bairro Ipanema atende uma antiga demanda da comunidade.
“Moradores que já vieram nos visitar disseram que iam longe para conseguir
produtos orgânicos”, destaca Jefferson Vieira, que coordena o projeto com
Filippo Cauac e Jessé Andrade do Nascimento.
Já pensando na ampliação das
atividades, a ideia é abrir espaço para artesanato e, também, eventos
comunitários, entre outros. Mas, no local, já são realizadas oficinas sobre o
uso do bambu (terças e quintas às 9h30 ou segundas e quartas às 19h30), com
atividades físicas, orientadas pela Integral Bambu, que, em busca do
autoconhecimento e do autocuidado, envolvem alongamento, força e agilidade.
Fundada há 12 anos em Brasília, a Integral está em Porto Alegre desde janeiro
de 2012 e criou no Espaço Ecos um local ideal para as oficinas, em meio às
arvores e próximo ao Guaíba: um domo geodésico com 10 metros de diâmetro,
coberto com lona. Com base no conceito de bioconstrução, além de bambu, foram
utilizados na obra materiais alternativos. Informações em
cauacbambu.blogspot.com.
Outro
participante da feira que pretende realizar atividades diferenciadas no local é
o laboratório alquímico experimental Caverna Sagrada, que trabalha com resgate
de saberes tradicionais e ancestrais.
Postado por
O Jornalecão
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Usina de compostagem da Ecocitrus, em Montenegro/RS
O impacto ambiental gerado pela indústria é um dos maiores problemas da sociedade atual. Mas, uma cooperativa no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul, é exemplo para o resto do país. A Ecocitrus vem tratando os resíduos orgânicos de forma sustentável, tanto para o meio ambiente, quanto aos agricultores.
Reportagem: Marcelo Pellegrinotti
Edição: Marcelo Pellegrinotti
Imagens: Andrew Falchi
Reportagem: Marcelo Pellegrinotti
Edição: Marcelo Pellegrinotti
Imagens: Andrew Falchi
domingo, 31 de março de 2013
FELIZ PÁSCOA!!
DESEJAMOS A TODOS UMA FELIZ PÁSCOA, COM MUITOS CULTIVOS DE PAZ, AMOR E SAÚDE!!
Com muita AGROECOLOGIA E
NENHUMA poluição!
alexandre
sábado, 30 de março de 2013
Tecnologias simples ajudam agricultores a conviver com a seca
Associações ajudam agricultores a usarem técnicas de baixo custo.
Do Globo Rural
4 comentários
Em março, deveria estar em plena época de chuvas, o chamado inverno, que vai até meados do ano. Deveria, mas o que choveu até agora ainda não foi suficiente para animar os produtores para o plantio.
Os efeitos da pior seca dos últimos anos se propagaram por toda a região. Foram sentidos em maior ou menor intensidade pelas famílias. Em tempos difíceis assim, o que faz toda a diferença é a tecnologia. Adaptada, simples, mas muito eficaz.
Arenilson de Souza e Marinalva moram em um lote de 12 hectares, em um assentamento em Remígio. Como muitos pequenos produtores da região, também sentiram os efeitos da seca, mas estão conseguindo passar por esse período difícil graças às técnicas que aprenderam em treinamentos com associações e trocas de experiências com outros produtores.
Eles usam a palma pra alimentar os animais e a produção aumentou bastante depois que Marinalva aprendeu em um curso que deixar a criação de galinhas na lavoura só faz bem. “A vantagem é porque as galinhas acabam adubando a palma. A galinha ficar no cercado dá uma qualidade de vida melhor pra ela”, explica a agricultora.
Com a ajuda de uma associação, eles construíram duas cisternas - uma para o uso da família e outra para os animais e para aguar as plantas. Também em um curso, eles conheceram a técnica do canteiro econômico. Uma camada de lona plástica é enterrada para reter a umidade por mais tempo no solo. Assim, dá pra cultivar frutas e hortaliças usando menos água. Também há canteiros que garantem o aproveitamento da água. “Eu molho as plantas de cima, a água cai e já molha as debaixo”, explica Marinalva.
Uma barragem é a principal fonte de abastecimento do sítio. Ela conseguiu atravessar o longo período de estiagem e foi a salvação para o casal de agricultores, Marinalva e Arenilson Souza, e de mais 14 famílias vizinhas.
Foi com a ajuda dos técnicos que Arenilson ampliou a barragem que hoje atende tanta gente. Também foi assim com as outras técnicas que aprendeu ao longo desses anos. Por onde se anda na região, tem um pouquinho do conhecimento e de tecnologia. “A ajuda de algumas pessoas mostrou que seria melhor usar essas tecnologias”, conta o agricultor.
Marinalva consegue melhorar ainda mais as coisas no sítio. Toda semana, ela leva tudo que produz nas hortas para uma feira em Remígio. “Aqui foi um meio de eu ter meu dinheirinho e melhorar a qualidade de vida em casa, com meus filhos. Me sinto valorizada”, diz.
Os agricultores recebem orientação técnica de órgãos oficiais ou de ONGs - Organizações Não-Governamentais, como a ASPTA, uma entidade de apoio à agricultura familiar e a agroecologia.
“Os agricultores vêm demonstrando que a partir das suas experiências, a melhoria da qualidade de vida vem acontecendo no campo. Estão desenvolvendo estratégias que permitam a melhor convivência com essa região seca”, avalia Emanoel Dias, agrônomo – ASPTA.
Os agricultores, Luiz Souza e Eliete, são outro exemplo de pequenos agricultores que usam a tecnologia para enfrentar as dificuldades causadas pela seca. Eles vivem em um sítio de 35 hectares, em Solânea, onde plantam feijão e milho. Além da criação de gado, ovelhas e as cabras que dão o leite para o sustento da família.
Parte do alimento dado aos animais vem da palma que o agricultor plantou consorciada com algumas árvores e plantas nativas. Só com essa mudança de manejo, o resultado foi surpreendente.
“A palma é uma das plantas que requer um pouco de sombra, porque na época em que a gente pega uma seca terrível, a palma fica quase morrendo. Tendo essas outras culturas, mororó, feijão bravo e outras diversidades de plantas nativas, faz com tenha uma produção maior de palma no próprio terreno”, afirma o agricultor.
Luiz Souza aprendeu outra técnica para alimentar o gado em plena seca. Uma silagem foi feita com palha de milho e sorgo, colhidos no ano passado. Já está no fim, mas ainda garante comida no cocho enquanto a chuva não chega no pasto.
Quando a água chegar, nada melhor do que manter o solo preparado. Por isso, o agricultor aprendeu a técnica da cerca de pedra. “Ela serve de barramento pra não entupir o depósito de água e também pra evitar erosão. No decorrer do tempo, a propriedade vai ficando cheia de erosão e sem esse manejo, nos traz prejuízo, porque a terra, a cada ano, vai enfraquecendo cada vez mais”, comenta.
Outra técnica adotada no sítio é a cerca viva, com dupla função. “Ela serve de quebra vento e de alimentação para os animais. Fica muito mais barato e o meio ambiente agradece”, explica o agricultor.
Duas cisternas garantem o abastecimento de água da casa. Para o gado e a lavoura, Luiz conta com imensos tanques de pedra, formados com a água da chuva e adaptados para o armazenamento. Não tem bomba nem motor, a água desce por gravidade para as torneiras da casa.
São tecnologias simples como estas que estão garantindo ao Luiz e Eliete um bom estoque de comida na despensa. A mesa é farta, mesmo em época de seca severa. “Se não fosse essa tecnologia e o trabalhado junto às essas organizações, há doze anos, acho que a gente não tava nem produzindo mais na própria propriedade, porque a terra já estaria enfraquecida e a produção estaria a zero”, avalia Luiz Souza.
Apesar da chuva ter voltado em algumas partes do Nordeste, 198 municípios da Paraíba ainda estão em estado de emergência por causa da seca, segundo o Ministério da Integração Nacional. Em todo o semiárido nordestino, são quase 1.300 municípios.
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