Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Composting, vermicomposting, biofiltration, and biofertilizer production... Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
terça-feira, 17 de outubro de 2017
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
O caso de um lento crescimento de mudas na arborização urbana
PLANTIO EM Julho 2011
Outubro 2011
Janeiro 2014
Março 2015
Janeiro 2016
Agosto 2017
Outubro 2017
De 2011 a 2016 percebemos um crescimento muito lento destas mudas, mas de 2016 a 2017 houve algo diferente. O pouco mais crucial que fizemos foi:
Seguimos monitorando o desenvolvimento destas plantas até a sua primeira frutificação.!!
Outubro 2011
Janeiro 2014
Março 2015
Janeiro 2016
Agosto 2017
Outubro 2017
De 2011 a 2016 percebemos um crescimento muito lento destas mudas, mas de 2016 a 2017 houve algo diferente. O pouco mais crucial que fizemos foi:
- Colocação de proteção contra o anelamento dos caules, devido ao corte de grama.
- Adubação com NPK 10.10.10
- Adubação com composto da ecocitrus
Seguimos monitorando o desenvolvimento destas plantas até a sua primeira frutificação.!!
Orquídea Olho-de-Boneca (Dendrobium nobile)
Artigo escrito por Eng. Agr. Míriam Stumpf
Nomes Populares: orquídea olho-de-boneca
Família: Família Orchidaceae
Origem: Originária da China
Descrição
Planta herbácea de hábito epífita, forma grandes touceiras em geral
de 0,45 m de altura. Possui pseudobulbos sulcados, com nós e entrenós
bem marcados na cor verde.
As folhas são curtas, flexíveis e finas e estão inseridas nestes nós, ao
longo dos pseudobulbos de onde também surgem as flores. Estas são de
cores variadas, inclusive bicolores, de tamanho 6cm x 6,5 cm, sobre
haste floral de 2 cm.
A flor tem duração de aproximadamente 30 dias, conforme a região e a
temperatura, na época da primavera. O nome Dendrobium do grego significa
planta que vive nas árvores.
É um dos gêneros que mais tem espécies, cerde 1000 a 1400.
Como Plantar
O local de cultivo deve ser bem arejado com muita luz, portanto o
sobreamento do ripado deve ter pelo menos 30%. Em lugares de verões
fortes, evitar o sol da tarde que poderá queimar as folhas.
Para adubar a planta, durante o período de crescimento, usar adubo
granulado tipo NPK fórmula 10-10-10, dissolvido, regando o substrato. Um
dia antes não esquecer de regar bem, evitando a concentração de sais
que podem prejudicar a planta.
Como o Dendrobium floresce no fim da primavera até a entrada de
verão, na início da primavera adubar com fertilizante com mais fósforo,
tipo NPK 4-14-8. Existem muitas recomendações de adubos de formulação
mais pesada, mas acreditamos que na natureza isto não ocorra, e quem é
mais leigo no assunto deve evitar experimentações com suas plantas.
Menos significam doses mais homeopáticas como a planta tem nas matas.
Excesso de adubo em orquídeas acaba no chão, sendo percolado no
perfil do solo contaminando lençóis freáticos, com toda a implicação
danosa ao meio ambiente que sabemos.
Para fazer a propagação desta planta, separe a muda da planta-mãe,
faça a preparação do vaso colocando isopor e argila expandida no fundo e
por cima fibra de coco ou musgo seco e acomode a planta.
Prenda um tutor e fixe com atilho. Coloque arame para pendurar no ripado e regue bem. Veja as fotos do passo a passo.
Paisagismo
É um dos gêneros mais apreciados e pode ser cultivado em vasos pequenos ou ser fixado a troncos de árvores, cyccas e palmeiras.
Fotos utilizadas sob licença Creative Commons: orchidgalore (200K+ views, yippee!!), orchidgalore, orchidgalore
Veja também
Entende disso? Deixe aqui uma dica sobre esse assunto:
sábado, 14 de outubro de 2017
Uso do Guandu na alimentação de aves
A criação de aves para a produção de carne do tipo caipira, no sistema semi-intensivo,
é um dos segmentos da avicultura que tem se mostrado promissor.
A carne produzida apresenta sabor diferenciado, que agrada ao paladar de consumidores à procura de alimentos com maiores atributos de qualidade.
No entanto, o desafio nesse tipo de criação é tornar a produção mais eficiente, ao diminuir os custos com a alimentação, sem perder as características dos produtos.
O aumento na demanda por fontes de proteína e o seu alto custo tem estimulado pesquisas que buscam novas alternativas para substituir as tradicionais fontes proteicas, principalmente a do farelo de soja.
O feijão guandu [Cajanus cajan (L.) Millsp.] é uma dessas alternativas, pois apresenta
boas quantidades de proteína bruta, que variam entre 22 e 27%. 2011). Além disso, é uma leguminosa resistente à seca, fator importante para sua cultura em regiões semiáridas.
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Como transplantar sua orquídea?
Uma planta conhecida por sua bela flor, que pode ser de variadas cores, é a orquídea. Esta é uma planta que pode ser encontrada em quase todos os lugares do mundo – a única exceção é a Antártida. Por ser uma planta que se dá muito bem com o clima tropical, é uma ótima ideia cultivá-la nas terras brasileiras.
Uma orquídea bem tratada é uma planta que dá vida e cor para a casa. Mas, para chegar a este efeito, é necessário tomar alguns cuidados. Sobretudo com o replantio. Isso deve ser feito em algumas situações: quando o substrato está velho, quando a planta já não cabe no vaso ou quando a orquídea apresenta alguma doença.
Como transplantar a orquídea
1. Escolha bem o vaso
Antes de tudo é preciso garantir que a planta se desenvolverá como o esperado no novo ambiente. Para isso, a dica é escolher o vaso certo. Para as orquídeas, o ideal é optar por um recipiente de material poroso, que drena bem a água.
Hoje temos algumas opções no mercado, para todos os gostos, como vasos auto irrigáveis e estacas de fibra de coco. É só usar a imaginação!
2. Prepare a orquídea
Antes de fazer o replantio, deixe sua planta de molho. O ideal é que a orquídea fique assim por algumas horas. Isso importante para que as raízes presas no antigo vaso se soltem com maior facilidade na hora de fazer a troca de recipiente.
3. Prepare o novo vaso
Enquanto a orquídea está de molho, aproveite para preparar o novo vaso. Faça uma camada com pedras pequenas no fundo. Isso vai ajudar a drenar a água. Depois, coloque terra especial para orquídeas no vaso. Para garantir uma planta vistosa e saudável, coloque também musgo lavado ou chips de fibra de coco no vaso. Molhe o solo do novo recipiente antes de fazer o replantio.
4. Remova a planta
Agora, é hora de trocar a orquídea de vaso. Segure a base da orquídea com as mãos e vire o vaso. A planta deve sair do vaso com facilidade. Caso alguma raiz fique presa, retire-a delicadamente com os dedos. Depois, é hora de preparar a planta para o replantio. Sacuda as raízes, para retirar todo o substrato velho. Você também pode enxaguar a planta em água corrente.
5. Retire as folhas danificadas
Também é importante retirar todas as folhas e caules que estejam danificados ou podres. Uma dica é passar um pouco de pó de canela, que é um cicatrizante natural, nos locais de corte.
6. Coloque a orquídea no novo vaso
Agora, é o momento de transplantar a orquídea. Para isso, encoste a parte posterior da planta no vaso, para firmar seu desenvolvimento. Como saber que parte é essa? É o oposto do lado em que nascem os novos brotos.
7. Espere que a planta se adapte ao novo ambiente
A orquídea demora cerca de sete dias para se adaptar ao novo ambiente. Nesse tempo, deixe a planta na sombra e use um borrifador para regá-la. Passado este tempo, a planta pode ser levada ao sol e molhada normalmente.
Dica de Fertilização:
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
Horta - como plantar Ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata Miller)
O Ora-pro-nóbis (pereskia aculeata Miller), que em português significa “Rogai por nós”, é uma difícil frase em latim e, por isso, pode ser comum encontrar derivações como, lobrobó ou orabrobó, principalmente por agricultores de Minas Gerais, onde a planta é muito difundida na culinária local.
Repleta de flores, o Ora-pro-nóbis deixa qualquer ambiente mais bonito. Perfumadas, pequenas, brancas com miolo alaranjado e ricas em pólen e néctar, as flores brotam na ora-pro-nóbis de janeiro a abril. De junho a julho, ocorre a produção de frutos em bagas amarelas e redondas.
O Ora-pro-nobis já foi considerado apenas como uma moita espinhenta, boa para cercas. Mas ganhou fama e nobreza. Suas folhas e flores são comestíveis e vêm sendo utilizadas com maior frequência na culinária mineira. Oferece múltiplos benefícios ao ser humano possuindo, inclusive, alto nível de proteínas e ferro. As folhas, secas ou moídas, são usadas em diferentes receitas, especialmente em sopas, omeletes, tortas e refogados. Muitos preferem consumi-las cruas em saladas, acompanhando o prato principal, enquanto outros as usam como mistura para enriquecer farinha, massas e pães em geral. Na medicina popular, elas são indicadas para aliviar processos inflamatórios e na recuperação da pele em casos de queimadura.
De fácil manejo e adaptação a diferentes climas e tipos de solo, produtiva e nutritiva, a Ora-pro-nóbis é uma boa alternativa para produtores iniciantes no cultivo de hortaliças, além de poder ser plantada em quintais e jardins de residências.
Na idade adulta, sua estrutura em forma de arbusto, torna-se uma excelente cerca viva, tanto para ser usada como quebra-vento quanto como barreira contra predadores. A existência de espinhos pontiagudos nos ramos inibe o avanço de invasores.

Como plantar Ora-pro-nóbis
- Onde se planta, nasce e quando cresce serve de proteção e alimento.
- A variedade mais indicada para cultivo é a que produz flores brancas. Elas podem ser fornecidas por órgãos de extensão rural ou em feiras de produtores.
- Sua rusticidade permite que seja cultivada em diversos tipos de solo, inclusive não exige que eles sejam férteis. A Ora-pro-nóbis também se desenvolve em ambientes com incidência de sol ou meia-sombra.
- Inicie o plantio no começo do período das chuvas. A hortaliça é resistente à seca, mas o acesso à água nessa fase do cultivo estimula o crescimento dos ramos.
- A Ora-pro-nóbis é propagada por meio de estacas. Para conseguir melhor pegamento das mudas, use a região localizada entre as partes mais tenras e as mais lenhosas da haste. Corte cada estaca com 20 centímetros de comprimento e enterre um terço dele em substrato composto por uma parte de terra de subsolo e outra de esterco curtido.
- Após o enraizamento, transplante as mudas para o local definitivo.
- O espaçamento varia de acordo com a finalidade do cultivo. A Ora-pro-nóbis pode ser usada como cerca viva, ornamentação e para consumo das folhas. Se a prioridade for o alimento, pode-se adensar o espaçamento, deixando de 1 a 1,30 metro entre fileiras e de 40 a 60 centímetros entre plantas. Mas as folhas podem ser consumidas em qualquer caso, mesmo se a destinação tiver fins ornamentais ou a construção de cerca viva.
- Embora seja pouco exigente em adubações, mantenha bom nível de matéria orgânica no solo para um pleno desenvolvimento das plantas e boa produção de folhas.
- Faça manutenção a cada dois meses e execute podas dos ramos a cada 75 a 90 dias na estação chuvosa e a cada 90 a 100 dias na estação seca, quando a planta deve ser irrigada.
- A partir de três meses após o plantio, pode ser iniciada a colheita das folhas da Ora-pro-nóbis, após a poda dos galhos. As folhas devem apresentar de 7 a 10 centímetros de comprimento. Coloque luvas para a hora da coleta, a fim de evitar ferimentos pelos espinhos. Em geral, cada corte rende entre 2.500 e 5.000 quilos de folhas por hectare, variação que ocorre de acordo com a condução e a época de desenvolvimento da cultura.
Aprimore seus conhecimentos acessando os Cursos CPT, da área Horticultura, entre eles o Curso Horta Caseira - Implantação e Cultivo, elaborados pelo Centro de Produções Técnicas.
Leia mais: http://www.cpt.com.br/cursos-horticultura-agricultura/artigos/horta-como-plantar-ora-pro-nobis-pereskia-aculeata-miller#ixzz386QT6G1P
terça-feira, 10 de outubro de 2017
Bertalha: hortaliça não convencional pode ser usada na culinária
|
Tanto crua quanto refogada, é saborosa
essa planta nascida em meu quintal e
que passei a cuidar sem mesmo
conhecê-la. Quais informações há sobre ela?
José Carvalho, via Facebook
Fonte: Globo Rural - JOÃO MATHIAS
essa planta nascida em meu quintal e
que passei a cuidar sem mesmo
conhecê-la. Quais informações há sobre ela?
José Carvalho, via Facebook
Trata-se da planta asiática bertalha
(Basella alba L.), pertencente
à família Basellaceae e bastante usada
na culinária. Oriunda da Índia, aqui é cultivada em todo o território. As sementes da
bertalha podem ser obtidas em casas de jardinagem. Vale ressaltar, contudo, que a
hortaliça ao lado da araruta, jacatupé, almeirão, azedinha, beldroega, cará-moela,
chuchu-de-vento, inhame, jambu, mangarito, mostarda, ora-pro-nobis, physalis,
peixinho, taioba e vinagreira (as chamadas hortaliças não-convencionais), está com
o cultivo em processo de retomada após um período de escassez no mercado.
A iniciativa faz parte de um projeto do Centro Nacional de Pesquisa em Hortaliças,
da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e pela Empresa
de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG),
em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e com
a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado de Minas Gerais (Epamig-MG).
(Basella alba L.), pertencente
à família Basellaceae e bastante usada
na culinária. Oriunda da Índia, aqui é cultivada em todo o território. As sementes da
bertalha podem ser obtidas em casas de jardinagem. Vale ressaltar, contudo, que a
hortaliça ao lado da araruta, jacatupé, almeirão, azedinha, beldroega, cará-moela,
chuchu-de-vento, inhame, jambu, mangarito, mostarda, ora-pro-nobis, physalis,
peixinho, taioba e vinagreira (as chamadas hortaliças não-convencionais), está com
o cultivo em processo de retomada após um período de escassez no mercado.
A iniciativa faz parte de um projeto do Centro Nacional de Pesquisa em Hortaliças,
da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e pela Empresa
de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG),
em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e com
a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado de Minas Gerais (Epamig-MG).
CONSULTORA: LÚCIA ROSSI, pesquisadora do Núcleo de Curadoria do Herbário,
Instituto de Botânica, Av. Miguel Stefano, 3687, CEP 04301-012, São Paulo (SP),
tel. (11) 5067-6087, www.ibot.sp.gov.br
Instituto de Botânica, Av. Miguel Stefano, 3687, CEP 04301-012, São Paulo (SP),
tel. (11) 5067-6087, www.ibot.sp.gov.br
Fonte: Globo Rural - JOÃO MATHIAS
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
Testando adubo orgânico da Ecocitrus
Estou utilizando em mudas frutíferas e horta.
Assim que tiver resultados aviso.
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