Tecnologias para agricultura orgânica estão disponíveis em site » Notícia » Portal do Agronegócio
As pesquisas desenvolvidas pela Embrapa Hortaliças na área de agricultura orgânica e agroecologia, ao longo de dez anos, estão compiladas e disponibilizadas em um site de maneira que todos os resultados possam ajudar extensionistas e agricultores na produção orgânica.
Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
O modelo da Agricultura Natural em solos arenosos.
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por Adriana Otutumi
A
Agricultura Natural em solo arenoso é viável. Uma vez que existem
muitos solos desta natureza em todo continente africano, a agricultura
neste tipo de solo tornou-se um grande desafio, pelo fato de muitas
pessoas não acreditarem no potencial deste solo, classificado como Areia
Quartzosa, passando a defini-lo como terra improdutiva.
Cientificamente
este tipo de solo apresenta baixa capacidade produtiva, pouca retenção
de água e uma pobreza natural em nutrientes para as plantas. Por serem
muito arenosos, com baixa capacidade de agregação de partículas,
condicionada pelos baixos teores de argila e de matéria orgânica, esses
solos são muito suscetíveis à erosão e lixiviação dos nutrientes. Ao
mesmo tempo, estes solos apresentam a vantagem de apresentar uma alta
permeabilidade o qual facilita o trabalho de manejo do solo.
Aproveitamos
este potencial do solo e aprofundamos na sua aptidão agrícola, buscando
estudar quais as culturas melhor se adaptavam a ele. Assim, iniciamos a
implantação de um modelo de Agricultura Natural em Moçambique, buscando
aproveitar o máximo do potencial existente neste solo, através de um
manejo onde a biodiversidade de culturas, a proteção do solo e o manejo
da matéria orgânica fossem levados em consideração para o sucesso da
produção agrícola.
O
manejo do solo é feito através da incorporação de muita matéria
orgânica, composta por restos de folhas, restos de culturas e podas de
árvores durante o preparo do solo e na adubação de manutenção das
culturas. Outra prática importante, é manter o solo sempre com uma
cobertura morta, de forma a permitir a manutenção da umidade do solo,
favorecer a economia de água e garantir sua proteção contra os raios
solares intensos.
Introdução de adubação verde em alguns canteiros para permitir um equilíbrio do ambiente
Dentre
as hortícolas, fazer um consórcio das mesmas, ou seja, plantar mais de
uma cultura em um mesmo canteiro, de forma que as mesmas possam se
beneficiar mutuamente é uma boa opção. Veja a experiência abaixo:
Vale ressaltar, que existem culturas que não se desenvolvem bem quando são plantadas juntas, então é necessário fazer um estudo prévio das culturas que podem ser consorciadas. Constatamos também o potencial para a produção de alface, amendoim, batata-doce, beterraba, caju, cebola, cenoura, coco, couve, mandioca, milho, entre outras. Verificadas a melhor época de produção de cada cultura, devemos favorecer a biodiversidade de culturas na produção, introduzindo espécies frutíferas, florestais e hortícolas. |
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FONTE: http://www.africarte.org/Cases_Ler.aspx?id=2 |
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Dia de campo na tv - Compostagem: manejo e utilização na agricultura org...
O programa mostra como fazer a compostagem, técnica que permite otimizar o uso dos recursos existentes na propriedade e favorecer o aporte de matéria orgânica e sua manutenção no solo, fundamental para a viabilização de unidades familiares que desejam trabalhar com agricultura orgânica.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Uma cobaia agroecológica no Brasil - Fazendinha Agroecológica Km 47
por Fabiana Frayssinet, da IPS
Tudo o que se produz na Fazendinha Km 47 é “ecologicamente correto e muito rico”. Foto: Fabiana Frayssinet/IPS
Seropédica, Brasil, 21/6/2012 (IPS/TerraViva) – Uma fazenda agroecológica integrada funciona como centro de experimentação para cientistas e técnicos brasileiros, empenhados há 20 anos em demonstrar que é possível obter frutos da terra de forma barata, eficiente e sem prejudicar o meio ambiente nem a saúde humana.
Batizada de Sistema Integrado de Pesquisa em Produção Agroecológica (Sipa) e mais conhecida como Fazendinha Agroecológica Km 47, o estabelecimento ocupa 60 hectares no município de Seropédica, a 47 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro. Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Universidade Fluminense Rural do Rio de Janeiro, entre outras instituições governamentais, realizam desde 1993 estudos de campo em agroecologia nesse local.
A produção integra a atividade agropecuária sem utilizar químicos sintéticos, como agrotóxicos para os vegetais nem remédios químicos para os animais. A base do sistema é a “diversificação de cultivos” e se destina fundamentalmente à agricultura familiar, que no Brasil emprega 75% da mão de obra do campo.
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| A grande Joaninha |
“A agricultura de base ecológica busca de alguma forma reproduzir as condições do meio ambiente natural, e, em um ambiente natural, o que proporciona o equilíbrio dinâmico é a biodiversidade de espécies”, explicou ao TerraViva o engenheiro agrônomo Ernani Jardim, da Embrapa.
“Quando essa diversidade diminui abre-se a possibilidade do desequilíbrio, do surgimento de uma praga, de uma enfermidade ou de uma condição ambiental que provoca o desequilíbrio”, acrescentou.
A biodiversidade e o manejo da água e do solo de maneira sustentável transformaram a paisagem de pastagens do passado em um pomar 50 espécies de plantas cultivadas, como frutíferas, hortaliças, cereais e forragem, além de adubos naturais. A fazenda, que surge como um paraíso em uma área degradada como é a Baixada Fluminense, alterna espaços preservados da Mata Atlântica, uma área de agrofloresta e uma horta botânica.
O adubo é obtido a partir do esterco das vacas que, por sua vez, produzem leite orgânico. Mas também é produzido com vegetais. Em um hectare conseguiu-se uma renda bruta por ano equivalente a US$ 30 mil, explicou Alessandra Carvalho, também da Embrapa. Para evitar pragas é dada ênfase à prevenção. São utilizadas espécies resistentes, escolhidas as melhores épocas de produção, controla-se a água de irrigação para evitar fungos e os cultivos são diversificados.
| Físális ou tomate capote |
Também são utilizados os chamados inimigos naturais, como o é um canteiro de coentro, por exemplo, que é uma armadilha para atrair insetos nocivos.
Em casos extremos, as pragas são combatidas com extratos botânicos ou substâncias permitidas na agricultura orgânica. A cobertura de resíduos vegetais tem por finalidade afastar ervas invasoras e evitar a erosão do solo.
A área leiteira também é orgânica. Em lugar de remédios químicos é usada a homeopatia, e os currais são mantidos com ventilação e Sol. O objetivo é o “bem-estar do animal”, porque não sendo maltratados ficam menos doentes, disse a veterinária Mônica Florio, da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro). Segundo a médica, em apenas um ano foi melhorada a saúde das vacas e controladas as infecções parasitárias e os problemas reprodutivos. A produção foi “excelente”, ficando entre 13 e 14 litros por animal, e sem custo de ração, porque o alimento é o pasto ou a forragem da agrofazenda.
| sitio 5 irmãos - Montenegro RS |
Em outro setor da fazenda, o pesquisador Daniel Carvalho, da Universidade Fluminense Rural do Rio de Janeiro, desenvolve sistemas de energia solar e irrigação com tecnologias simples que empregam desde canos de bambu até peças velhas de lava-roupas. Uma mesa com sanduíches, bolos e sucos preparados com hortaliças, leite e frutas orgânicas é o melhor resumo da agrofazenda. “É apenas ecologicamente correta ou também rica?”, perguntou o TerraViva à jornalista argentina Laura Chertkoff. “Ecologicamente correto e muito rica”, assegurou.
Envolverde/IPS
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Floreiras feitas com pneus reciclados [fotos]
Bom dia ! Vamos aproveitar aqueles pneus velhos, jogados nas ruas de nossas cidades (porto alegre) e fazer lindas floreiras?
Nossas casas, sítios e parques ficarão mais belos!
alexandre
Milhares de pneus são descartados todos os dias. Dar uma nova
utilidade a eles é fundamental. Utilizá-los como floreiras ou canteiros
para hortas pode ser uma boa prática para praças e jardins.
Foto: Greenmonster
Foto: Paul Sayer
Foto: sagesnow
Foto: Firefalcon
Foto: davesandford
Foto: mafleen
Foto: Ewan McIntosh
Foto: zeevveez
Foto: cassiusroads
Foto: whiteafrican
Fonte: http://www.ideiasgreen.com.br/2012/03/floreiras-feitas-com-pneus-reciclados.html










domingo, 30 de setembro de 2012
Canteiro Bio-séptico - Tratamento natural de esgoto
Conheça o canteiro bio-séptico, tecnologia finalista no prêmio Tecnologia Social 2009 promovido pela Fundação Banco do Brasil. Saiba mais sobre tecnologias desenvolvidas pelo Ecocentro IPEC acessando www.ecocentro.org
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Rússia decide barrar as importações de milho da Monsanto
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| Adicionar legenda |
VALOR ECONÔMICO, 26/09/2012 (Via IHU-Unisinos)
Uma semana após a publicação de um controverso estudo sobre os riscos de uma variedade de milho transgênico à saúde humana, a Rússia anunciou ontem a suspensão das importações e do uso do grão desenvolvido pela Monsanto.
Foi a primeira resposta prática de um país às descobertas apresentadas pela equipe do cientista francês Gilles Eric Séralini, da Universidade de Caen. O trabalho, publicado na conceituada revista científica Food and Chemical Toxicology, demonstrou que ratos alimentados com a variedade de milho NK 603, da Monsanto, e expostos ao herbicida glifosato apresentaram maior incidência de câncer e outras doenças graves, além de maior taxa de mortalidade.
leia mais em: http://pratoslimpos.org.br/?p=4716
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Harina de Roca ou farinha de rocha
Muy interesante, es un estimulo para los campesimos que estamos buscando alternativas sanas de produccion, gracias por su aporte a la agricultura
domingo, 23 de setembro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
O coentro decora a convivência com a seca
por Mario Osava, da IPS
Jeremoabo,
Brasil, 14/6/2012 – Muitos cultivam alface, tomate, cenoura, beterraba e
outros vegetais, mas é o coentro a decoração constante nas hortas que
ajudam famílias camponesas a suportarem a prolongada seca que novamente
afeta a região Nordeste do Brasil. “Pelo sabor” que agrega a “feijão,
carnes, macarrão, em tudo”, o coentro tem a preferência, explicou Silvia
Santana Santos, uma beneficiária do Projeto Gente de Valor (PGV), que
disseminou “quintais produtivos” em 34 municípios da Bahia, nos quais a
escassez hídrica alimenta a pobreza.
A inclinação por essa erva
estimula a incorporação das famílias a iniciativas que estão melhorando a
convivência com o clima semiárido e a forma de vida em 282 comunidades
rurais, as mais pobres da Bahia, segundo identificou a Companhia de
Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), órgão estatal que executa o
projeto. As três principais metas do PGV são instalação de pequenas
infraestruturas hídricas para armazenar água de chuva, aumento produtivo
e capacitação, com investimento de US$ 60 milhões, metade financiada
pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida) e o restante
pelo governo baiano.
“Feijões ninguém compra, mas o coentro sim”,
disse Júlio Santos, cujos sete filhos com Silvia Santana ampliaram a
população do Sítio Taperinha, hoje com mais de cem famílias, do interior
de Jeremoabo, um dos municípios incluídos no projeto, que a IPS
visitou. A seca destruiu a plantação de milho e feijão, mas as
hortaliças “vendemos a cada 15 dias”, sem interrupção, contou o
agricultor, que aceitou abandonar seu cultivo tradicional de grãos,
vulneráveis aos riscos climáticos do semiárido, onde vivem 22 milhões
dos 198 milhões de brasileiros.
A horta poderá ser a principal
atividade da família no futuro, reconheceu Júlio. Sua rentabilidade está
assegurada pela irrigação com água de “cisternas de produção”
fornecidas pelo projeto. São dois tanques de cinco mil litros cada um,
semienterrados para poder recolher a chuva que escorre pelo solo. A seca
esgota essa água em dois meses, mas a família Santos conta com uma
bomba para se abastecer de um manancial próximo e expandir a horta. Além
disso, com ajuda do projeto, começou a produção de mel, interrompida
este ano pela seca.
As hortas do projeto somavam 5.644 até
fevereiro e “mudaram os hábitos alimentares das pessoas”, reconheceu
Gilberto de Alcântara, antigo morador de Curralinho, uma comunidade do
município de Itapicuru, 175 quilômetros ao sul de Jeremoabo, a cidade
cabeceira principal, que tem 35 mil habitantes. Além disso, “valorizaram
as mulheres”, pois são elas que cuidam das terras agrícolas utilizadas
em terraços perto de suas casas, segundo Cleonice Castro, jovem ativista
comunitária de Jeremoabo e da Pastoral da Infância, da Igreja Católica
que ajudou a reduzir a mortalidade infantil no país. E todos se
alimentam melhor, acrescentou, “sem venenos, porque não usamos
agrotóxicos”.
O “excelente foco nas comunidades mais pobres” e a
ativa participação feminina e juvenil são aspectos que fazem Gente de
Valor “uma de nossas melhores experiências” em numerosos países, disse
Ivan Cossio, gerente de programas do Fida no Brasil. Os mesmos
beneficiários se capacitaram para administrar os recursos recebidos “com
eficiência e transparência”, acrescentou. Algumas técnicas melhoram a
produtividade de hortaliças e outras atividades tradicionais neste meio
rural, incrementadas pelo projeto, como criação de caprinos e ovinos,
apicultura, produção de castanha de caju, derivados de mandioca, frutas
nativas e artesanato.
As hortas, por exemplo, incluem um plástico
sob os três terraços habituais para evitar que a água vaze pelo subsolo,
e telas para fazer sombra acima, a fim de reduzir a insolação excessiva
e a evaporação, explicou Carlos Henrique Ramos, agrônomo da CAR e
subcoordenador do PGV. A segurança alimentar e o aumento da renda são as
metas produtivas, destacou. Os “quintais produtivos”, com suas
cisternas duplas e outros depósitos subterrâneos maiores destinados à
água potável, a capacitação em gestão hídrica e a assistência técnica
agrícola são as ações mais generalizadas do projeto, que beneficia cerca
de 36.500 pessoas diretamente, além de outras 55 mil indiretamente.
Sua
execução envolveu oito entidades não governamentais, de atuação local
sob orientação do PGV, para atender “os mais pobres entre os pobres”,
enfatizou Cesar Maynart, coordenador do projeto. São organizações
sociais que integram um amplo movimento de desenvolvimento e difusão de
tecnologias de baixo custo e promovem uma forma de vida afinada com o
clima semiárido. Um exemplo são as cisternas de 16 mil litros para
recolher água de chuva a partir dos telhados das casas, das quais há
cerca de 400 mil instaladas no Nordeste. Outra ação do PGV que alivia as
secas é o aproveitamento forrageiro das espécies da caatinga, a
vegetação típica deste território semiárido do país, e seu armazenamento
como se faz com o feno. Isto garante alimento para o gado durante as
estiagens mais severas e prolongadas.
“Aprendi muito, não sabia
que a moringa é forrageira”, contou Gilberto Alcântara, da comunidade de
Curralinho. Trata-se de uma árvore originária da Índia que cresce em
terrenos secos e adaptou-se muito bem ao clima nordestino. “Ignorava que
o guandu, que conheço desde criança, também serve de forragem”,
acrescentou João dos Santos, de 26 anos, agente de desenvolvimento
subterritorial (ADS) de Curralinho. Os ADS são promotores do Projeto
Gente de Valor, em geral jovens escolhidos nos subterritórios, como é
denominado cada grupo de comunidades participantes.
A forragem
feita de plantas locais é primordial, especialmente no município de
Macururé, no norte da Bahia, onde são criados caprinos, por sua maior
resistência ao clima muito seco. Ali o ADS local, Adriano Souza,
coordena um “ensaio agroecológico” que experimenta o cultivo de 17
espécies como forragem. Miguel José dos Santos, de 67 anos, se prepara
para “vender tudo o que lhe resta” por temer que a seca se prolongue.
São nove vacas, “que valem muito”, cerca de US$ 450 cada uma, mas custa
alimentá-las porque “o milho duplicou de preço”, lamentou, enquanto se
conforma em criar apenas caprinos. Os camponeses, explicou Ramos,
persistem em criar bovinos porque os consideram “uma poupança, uma
reserva” para momentos de penúria. Contudo, na seca são forçados a
vendê-los a preços baixíssimos. Envolverde/IPS
(IPS)
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