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quinta-feira, 19 de março de 2026

Utilizando o nabo forrageiro, adubo verde e apicultura.



Nabo Forrageiro


O nabo forrageiro é uma planta da família das Crucíferas, muito utilizada para adubação verde no inverno, rotação de culturas e alimentação animal.

É uma planta muito vigorosa, que em 60 dias cobre cerca de 70% do solo.
Seu sistema radicular é pivotante,bastante profundo, atingindo mais de 2 metros.
Seu florescimento ocorre dá aos 80 dias após o plantio, atingindo sua plenitude aos 120 dias.
A altura da planta varia de 1,00 a 1,80 metro e, devido ao seu rápido crescimento, compete com as ervas daninhas invasoras desde o início, diminuindo os gastos com herbicidas ou capinas, o que facilita a cultura seguinte.
Não há ocorrência de pragas ou de doenças que mereçam controle. Como adubo verde de inverno, é excelente para cobertura do solo além de produzir grande volume de palha para a prática do plantio direto.
A nabo forrageiro possui um crescimento inicial rápido e elevada capacidade de reciclar nutrientes, principalmente nitrogênio e fósforo, desenvolvendo-se razoavelmente em solos fracos com problemas de acidez.
Por isso, é importante para a rotação de culturas.
Além disso, possui um longo período de floração (mais de 30 dias), mostrando-se muito útil à criação de abelhas, com produção de mel de boa qualidade.

Nabo Forrageiro opção de adubação verde orgânica

O nabo forrageiro é uma planta da família das crucíferas, anual e herbácea, cuja altura atinge cerca de 100 a 180 cm e tem a raiz pivotante profunda, altamente vigorosa e agressiva. Essa planta é muito utilizada, tanto para cobertura do solo em plantio direto (em 60 dias cobre 70% da área), como para incorporação de matéria orgânica ao solo, e mesmo para alimentação animal.
O nabo forrageiro é uma planta da família das crucíferas, anual e herbácea, cuja altura atinge cerca de 100 a 180 cm e tem a raiz pivotante profunda, altamente vigorosa e agressiva. Essa planta é muito utilizada, tanto para cobertura do solo em plantio direto (em 60 dias cobre 70% da área), como para incorporação de matéria orgânica ao solo, e mesmo para alimentação animal.

O seu rápido crescimento contribui para diminuir a infestação de invasoras, facilitando a cultura seguinte e minorando os gastos com herbicidas ou capinas mecânicas.

Esse adubo verde tem apresentado elevada capacidade de reciclagem de nutrientes, como o nitrogênio e o fósforo, sendo indicado na rotação de culturas, além de possuir um longo período de floração (mais de 30 dias), mostrando-se muito útil à produção de mel de boa qualidade.
Sendo uma planta de inverno, a maior produção de massa tem sido verificada quando se realiza o plantio entre abril e maio, época em que chega a produzir de 40 a 60 t/ha de massa verde, e de 4 a 6 t/ha de matéria seca. O consumo de sementes no plantio é de aproximadamente 15 kg por hectare, podendo ser plantadas a lanço ou com plantadeira, com espaçamento de 20 cm entrelinhas e 25 sementes por metro linear. Na maioria dos casos, não necessita de adubação.
O sistema de manejo, quando usado como adubo verde, é basicamente o plantio e incorporação ao solo no momento oportuno. Essa incorporação, para o caso do nabo forrageiro. ocorre de 110 a 120 dias a contar da data do plantio, ocasião em que o material é cortado com roçadeira ou revolvido com grade aradora. Essa operação é executada com relativa facilidade, uma vez que o material, por possuir bastante água em sua composição, incorpora-se facilmente ao solo. elevando o teor de matéria orgânica, bem como de macro e micronutrientes, e melhorando a estrutura e aeração do solo, tornando-o mais resistente à erosão.
O nabo forrageiro, devido à grande produção de matéria verde, pode ser utilizado como fonte alternativa de produção de forragem, fornecendo alimentação para o gado no período de maior carência de pastos, que é o período seco.
Para a produção de sementes, o agricultor deve tomar alguns cuidados. Por ser uma planta alógama de fácil cruzamento com outras espécies do gênero Raphanus, é necessário isolamento de no mínimo 300m em campos de produção de sementes, com bastante cuidado na eliminação da nabiça, planta invasora de inverno. Além disso, é importante a eliminação de uma faixa lateral (bordadura) de aproximadamente 5 m em todo o campo, antes do inicio da colheita.

A Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), através do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM), está selecionando uma variedade de nabo forrageiro denominada CATI AL-1 000, no Núcleo de Produção de Sementes- ATALIBA LEONEL, situado no município de Manduri, e já dispõe de sementes, que brevemente também estarão à disposição nos demais Núcleos de Produção de Sementes, Casas da Agricultura, Cooperativas e Associações conveniadas.

Maiores informações podem ser obtidas com
Eng. Agr.0 José Orilton Franco Pereira
Núcleo de Produção de Sementes-Ataliba Leonel – DSMM/CATI
Fone/fax.: (14) 3356-1196 / (14) 3356-1355
Fonte: http://www.revistacafeicultura.com.br/index.php?tipo=ler&mat=3625

terça-feira, 16 de setembro de 2025

Amor-agarradinho – Antigonon leptopus - flora apícola

Publicado em 12 de agosto de 2013Raquel Patro 

Antigonon leptopus, Amor-entrelaçado, Bela-mexicana, Cipó-coral, Cipó-mel, Coralita, Georgina, Lágrima-de-noiva, Mimo-do-céu, Rosa-da-montanha, Rosália, Viuvinha
Foto: Raquel Patro
  • Nome Científico: Antigonon leptopus
  • Nomes Populares: Amor-agarradinho, Amor-entrelaçado, Bela-mexicana, Cipó-coral, Cipó-mel, Coralita, Georgina, Lágrima-de-noiva, Mimo-do-céu, Rosa-da-montanha, Rosália, Viuvinha
  • Família: 
  • Categoria: 
  • Clima: ,
  • Origem: 
  • Altura: 
  • Luminosidade: 
  • Ciclo de Vida: 

  • O amor-agarradinho tem efeito surpreendente, suas flores delicadas em formato de coração criam uma atmosfera romântica e atraem muitas abelhas. As inflorescências são compostas de muitas flores rosas ou brancas, dependendo da variedade, e se formam durante a primavera e o verão. É semilenhosa, mas não muito vigorosa, portanto se adapta a qualquer tipo de suporte, desde arcos, cercas até caramanchões. As folhas fecham bem a estrutura fornecendo sombra durante todas as estações.
Devem ser cultivados a pleno sol em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica. As adubações periódicas estimulam uma floração intensa. Multiplica-se por sementes, estaquia e alporquia.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2023

Pasto Apícola e Medicinal no Brasil



(algumas das variedades mais conhecidas)
Alexandre Montenegro, E-mail: a.montenegro@uol.com.br )

Ainda não dispomos de um conhecimento sistêmico, regionalizado, das espécies nectaríferas e fornecedoras de substâncias para própolis. Pouco sabemos da excelência, propriedades, maior ou menor teor de glicose e frutose. As listagens disponíveis em literatura apícola, são fruto da observação de poucos apicultores.

O desmatamento e o monocultivo em áreas extensivas com uso de agrotóxicos, desperta para a necessidade de formar pasto apícola onde possível, unido à mata natural, primária ou secundária, promovendo o reflorestamento e garantindo o abastecimento de pólen e néctar sadios, durante todo o ano.

Consultando apicultores e estudiosos, organizamos esta lista, com algumas espécies que podem rodear os apiários, para a felicidade das abelhas e para uma futura apicultura profissional.

FRUTIFERAS


Abacate


Persa gratissima


óleos, perseitol, proteínas, vitaminas, sais minerais, clorofila, carotenóides


Amexeira


Eriobothria japonica





Araçá


Psidium araca





Cajú


Anacardium occidentale


Taninos, resinas, saponina


Coqueiro


Cocus nucifera


Glicose, frutose, proteínas, sais minerais, tanino


Carambola


Averrhoa carambola


Alcalóides, glicosídeos


Castanha portuguesa ou da India


Aesculus hippocastanus


Flavonóides, vitaminas, fitosterol


Goiaba


Psidium guayava


Mucilagens, minerais, pectina, taninos


Ingá


Ingá edulis





Jambo


Eugenia malaccensis





Jambolão


S. ambolanum





Jaboticaba


M. cauliflora


Ácido cítrico, açúcares, vitamina C


Laranja


Citrus sinensis


Flavonóides, vitamina C


Maçã


Malus sp.


Vitaminas, ácidos orgânicos sais minerais


Marmelo


Cidonia vulgaris





Mexerica, Tangerina


Eucitrus reticulata





Lima


Citrus bergamia





Pera


Pyrus communis





Pessegueiro


Prunus persica





Pitanga


Eugenia uniflora





Tamarindo


Tamarindus indica





Uva do Japão


Hovenia dulcis





Limão


Limão







REFLORESTAMENTO


Assa Peixe


Vernonia polyanthes


Flavonóides, glicosídeos, flavonóides, sais minerais


Capinxingui


Cróton foribunda





Canela branca


Mectandra cuspidata





Pau Brasil


Cesalpinia echinata





Pau ferro


Cesalpinia férrea





Sibipiruna


Cesalpinia peltophoroides





Guassatonga


Caesaria sylvestris


Óleo essencial, saponinas, taninos, antocianinas


Palmito Juçara


Euterpe edulis





Sangue de dragão


Cróton umuarama





Astrapéia


Dombeia natalensis–branca. 
Dombeia wallichii – rosa





Maria mole


Senecio pinniatus





Cedrinho


Cupressus sempervirens





Mamona ou Carrapateira


Ricinus communis


Proteínas, ácido ricinoléico, saponinas, taninos


Vassourinha


Baccharis dracunculifolia


Flavonóides, propolis, néctar


Pata de Vaca


Bauhinia forficata


Glicosídeos, flavonóides, quercetina, minerais, tanino


Leucena


Leucaena leucocephala


Proteinas, Vitamina A, mimosina




MEDICINAIS CULTIVADAS E INVASORAS, HORTA E JARDIN


Alfavaca anis


Oncimun selloii


Anetol, saponinas, taninos


Alecrim


Rosmarinus officinalis


Pineno, diterpeno, flavonóides


Amor agarradinho


Antigonus leptopus


Flores ano inteiro, 30% de néctar


Anis, Erva doce


Pimpinela anisum


Anetol


Babosa


Aloe Vera. 
Aloe barbadensis


Glicosídeos, mucilagens, taninos


Camomila


Matricaria camomilla


Flavonoides, azuleno, cumarinas, minerales


Calêndula


Calendula officinalis


Carotenóides, flavonóides


Carquejo


Baccharis genistelloides


Mirosina, glicose, frutose, pectina, minerales, antibióticos


Chagas ou Capuchinha


Tropaeolum peregrinum


Glicose, frutose, pectina, antibióticos


Chapéu-de-couro


Echinodorus macrophyllus


Flavonóides, minerais, saponinas, alcalóides


Cosmos


Cosmea bipinata


Pólen ano inteiro


Dente-de-leão


Taraxacum officinale


Látex, resina, carotenóides, fitosterol, colina


Guaco


Mikania speciosa


Resinas, taninos, ácidos orgânicos, néctar


Guandú


Cajanus indicus


Proteínas, minerais (fósforo), vitaminas A, B1, B2 e C


Jurubeba


Solanum paniculatum


Glicoalcalóides, flavonóides, resinas, ceras, saponinas


Manjericão


Ocimum basilicum


Eugenol, estragol, linalol e terpenos


Margaridão


Montanoa bipinnatifida


Pólen (outono e inverno)


Malva branca


Sida glaziovii


Mucilagem, antocianinas


Ora pro nobis


Pereskia aculeiaya


Vitaminas A, B, C, minerais, néctar


Sabugueiro


Sambucus albis. 
Sambucus nigra


Sais minerais, flavonóides


Serralha


Sonchus olaraceus


Látex, minerais, flavonóides, esteróis, resinas


Sete sangrias


Cuphea cartaginensis


Resina, óleo, flavonóides


Tanchagem


Plantago major


Xilose, galactose, taninos, minerais, saponinas


Urucum


Bixa orellana


Carotenóides, flavonóides, néctar


Bibliografia:
Neif P. Guimarães - Apicultura, a Ciência da Longa Vida, 1989.
Nei B. de Mello - Guia Prático do Apicultor, 1989.
Guia Rural Plantar, Dezembro, 1991.
Monsenhor Agenor Neves Marques - Abelha Maravilha, 1993.
Sylvio Paniza - Plantas que curam, 6ta. Edição, 1997.
Otto Andersen, Verônica U. Andersen - As Frutas silvestres Brasileiras, 1988

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