A análise química é uma ferramenta que produtores, técnicos e pesquisadores dispõem para avaliar a fertilidade do solo e, a partir da necessidade nutricional das culturas, recomendar a correção com calcário ou adubação. O primeiro passo para a análise de solos é a amostragem. Dela depende o sucesso do resultado da análise, pois mais de 90% dos erros nos resultados das análises decorrem da coleta inadequada. “Erros neste procedimento podem causar prejuízos ao agricultor”, destaca o pesquisador da Embrapa Rondônia, Ângelo Mendes.
De acordo com Ângelo, a coleta pode ser feita em qualquer época do ano, mas o ideal é que as amostras sejam retiradas no mínimo 60 dias antes da adubação. A coleta também pode ser feita no início da estação seca, no caso de culturas anuais, e logo após a colheita, para culturas perenes.
Coleta da amostra

“Quanto maior o número de amostras simples de uma área para formar a composta, mais preciso será o resultado da análise do solo”, explica o pesquisador acrescentando que “as amostras compostas devem conter, no mínimo, dez amostras simples de cada área”.
A partir do resultado emitido pelo laboratório, o produtor fica sabendo como proceder a aplicação de calcário, para corrigir a acidez do solo, e de adubação, caso necessário. Vale lembrar, por exemplo, que 75% dos solos da região amazônica são ácidos e apresentam alumínio tóxico em sua composição, o que reduz a fertilidade do solo e o desenvolvimento do vegetal.
Data/Hora: 2012/05/01
Responsável: Kadijah Suleiman (MTb RJ 22729JP)
Email: kadijah@cpafro.embrapa.br
Telefone: (69) 3204-1191
Unidade: Embrapa Rondônia
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