quinta-feira, 2 de outubro de 2025

Agricultura Orgânica na agricultura urbana.

Princípios da agricultura sintrópica


O QUE É SINTROPIA ?

 A grande contribuição que Ernst Götsch nos dá é ter desvendado e ter realizado uma sistematização dos princípios por meio dos quais a natureza trabalha, Ernst nos proporciona uma alfabetização ecológica – como diz Fritjof  Capra, a compreensão dos princípios de organização que os ecossistemas desenvolveram para sustentar a vida – o caminho para a sustentabilidade.

 A sintropia, ao contrário da entropia, vai do simples para o complexo. As tabelas 1 e 2 extraídas do livro, a Teia da vida, de Fritjof Capra, nos dão uma idéia precisa da capacidade da vida no planeta de manter a  estabilidade desse macro-organismo conhecido como Terra, realizando suas funções adequadamente para o equilibrio dele próprio, função conhecida na fisiologia animal como homeostase.

 Graças ao surgimento da vida há 3,5 bilhões de anos e por meio da sintropia, a vida foi complexificando a energia vinda do Sol nas mais diferentes formas de vida, transformando-a e armazenando-a, formando assim uma complexa rede viva.

 Há milhares de anos os seres humanos vem causando distúrbios em muitos lugares do planeta, onde não atingimos os limites aceitáveis de perturbação, essa rede voltou a estabelecer suas conexões, a vida voltou a florescer, como a regeneração de um pequeno corte em nossa pele, porém onde ultrapassamos essa capacidade de regeneração, é como se tivéssemos amputado uma perna , um braço, a natureza por si não conseguiu nessa escala de tempo voltar à estabilidade anterior, assim desapareceram civilizações inteiras e surgiram enormes desertos.

 Dessa forma, entendendo que a vida no planeta é regida pelos princípios sintrópicos, usando-os podemos devolver a vida a áreas degradadas e transformar desertos em florestas novamente. 

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Babosa de Santa Cruz do Rio Pardo: cultivo e inovação para a agricultura





·         Fonte diario do estado

·         Joana Versailles


A babosa, também conhecida como aloe vera, é uma planta resistente e adaptada ao clima do interior paulista, que tem despertado o interesse de produtores locais devido à sua versatilidade como matéria-prima para diferentes setores da indústria. Em Santa Cruz do Rio Pardo, uma cidade de destaque na produção da planta, o cultivo da babosa é feito de maneira simples, com um processo de colheita manual e cuidadoso para evitar acidentes com os espinhos presentes na planta.

De acordo com Guilherme Kato, produtor local, a babosa é aproveitada de forma integral, desde a pré-lavagem até o processamento final. A babosa é utilizada na fabricação de cosméticos, adubos e defensivos naturais, contribuindo para a indústria farmacêutica e agrícola. O gel interno da planta é utilizado na produção de produtos cosméticos, passando por um processo de liofilização para a remoção da água, enquanto a parte verde restante é transformada em biofertilizante para revitalizar o solo.

Segundo Magno, empresário do setor de processamento, o uso do biofertilizante à base de babosa tem proporcionado resultados positivos nas lavouras, aumentando a rentabilidade e reduzindo os custos para os agricultores. O fertilizante à base de babosa também tem contribuído para revitalizar solos desgastados e controlar pragas, resultando em uma produção mais saudável e sustentável. Propriedades tratadas com o biofertilizante têm demonstrado um melhor desenvolvimento em comparação com aquelas sem o uso desse insumo.

Embora seja comumente associada ao uso em cosméticos capilares e produtos de beleza, a babosa tem apresentado potencial para outros setores, como o agrícola. Em Santa Cruz do Rio Pardo, a referência em inovação no uso da babosa destaca a importância de culturas alternativas no agronegócio paulista, mostrando que a planta vai muito além do seu uso tradicional como matéria-prima para cosméticos.

Com o cultivo e processamento eficientes da babosa, a cidade se destaca como um polo de desenvolvimento e inovação na utilização da planta, apontando para novas possibilidades de aproveitamento e aplicação em diferentes áreas da indústria. A babosa se consolida como uma matéria-prima versátil e promissora, contribuindo para a economia local e para a sustentabilidade no agronegócio. O sucesso da babosa em Santa Cruz do Rio Pardo reforça a importância de investir em culturas diversificadas e sustentáveis para o crescimento do setor agroindustrial. 

Plantar GRAVIOLA em Vaso PASSO a PASSO COMPLETO Cantinho de casa


Conheça os truques de como plantar GRAVIOLA em vaso de forma detalhada neste passo a passo estas dicas podem ser aplicadas a qualquer frutífera que vc for plantar em vaso.

É fundamental que vc faça furos no fundo do vaso no minimo 6 furos, cubra eles com algum filtro como um pano velho por exemplo para não sujar o seu chão ao regar a planta e não perder nutrientes. Após colocar o filtro vc deve cobrir o fundo do vaso com algum material particulado para ajudar na drenagem do vaso como: Agila expandida, Brita, Cascalho ou Cacos de telha. Cubra o material da drenagem com uma terra preparada na proporção de 2 partes de terra para 1 parte de areia grossa em uma altura de no mínimo 15 centimetros. Retire o torrão de terra do recipiente de origem e coloque o torrão de terra dentro do vaso, complente com a terra que vc preparou e perto do topo do vaso coloque o adubo NPK caseiro que eu ensinei aki no canal complente a terra até o topo do vaso, presione bem a terra contra o torrão com o peso do seu próprio corpo e complete com terra, depois cubra o vaso com algum material de cobertura leve como argila expandida por exemplo para evitar o excesso de perda de água pela planta e evita a proligeração de ervas daninhas é fundamental que o material seja leve não recomendo brita!

Após tudo isto regue a planta e o processo está completo. Como vc retirou sua muda de seu lugar de origem é importante que vc não a deixe no sol diretamente por uns 4 dias. Após isto vc pode deixa-la no sol naturalmente. A graviola gosta muito de agua e vc deve rega-la uma vez por dia e ela deve tomar no mínimo 6 horas de sol por dia. A fósforo é fundamental para a fixação dos frutos e promover o desenvolvimento das raizes da sua planta. Não perca a tecnica de como polinizar graviola manualmente:    • COMO POLINIZAR GRAVIOLA EM VASO DE 20L MAN...  

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

PÓ DE ROCHA - alternativa viável e lucrativa para agricultura e pecuária

Sementes Crioulas


"Nessa vida de andança a gente se anima com a esperança de ver a semente passando dos antigos até as crianças Sabedoria faz parte desde o plantio até o prato povos que cultivam sementes seja na roça, seja no mato Apresentamos com imenso carinho essa animação escrita a partir de histórias desenhada com imaginação Abraços afetuosos Se acheguem e passem adiante aprender sobre a semente é um compartilhar constante" O que é uma semente crioula? Quais diferenças existem para as outras sementes? Porque devemos continuar lutando pela sua conservação e multiplicação? De que forma podemos nos organizar? Nesta animação realizada pela Rede Sementes da Agroecologia tentamos responder a essas e outras perguntas. O vídeo é fruto do Projeto Emergencial de Conservação e Multiplicação da Agrobiodiversidade, realizado no Paraná, entre agosto de 2020 a junho de 2021, a partir da parceria da ReSA e do Ministério Público do Trabalho no Paraná (MPT-PR). Conheça mais sobre esse projeto e as outras ações da ReSA em nosso site: www.resaagroecologia.com.br e nas nossas redes sociais: @redesementesdaagroecologia e   / resagroecologia  . Ficha técnica: Realização: Rede Sementes da Agroecologia (ReSA) Apoio: Ministério Público do Trabalho no Paraná (MPT-PR) Produção: Canoa Filmes #projetoagrobiodiversidade #sementescrioulas #agroecologia

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Agrotóxicos: riscos e enfrentamento de derivas

Um ótimo livro! Manual do Solo VIVO!




Um livro primordial que ensina a base de todo conhecimento para se lidar com a terra e para gerar mais vida. A consagrada pesquisadora e engenheira agrônoma explica, de maneira didática, as peculiaridades do solo tropical e suas diferenças de manejo com o solo temperado. A cor, o cheiro, a ação do vento, a colocação e ação da matéria orgânica, o exame das raízes, a adubação verde e o plantio direto são alguns dos diversos assuntos tratados por Ana Primavesi. 

Mais sobre Ana Primavesi:
https://medium.com/@expressaopopular/ana-primavesi-pioneira-do-solo-vivo-convers%C3%A3o-com-a-nova-gera%C3%A7%C3%A3o-da-feagr-bafdcfa90ebc 

Um livro primordial que ensina a base de todo conhecimento para se lidar com a terra e para gerar mais vida. A consagrada pesquisadora e engenheira agrônoma explica, de maneira didática, as peculiaridades do solo tropical e suas diferenças de manejo com o solo temperado. A cor, o cheiro, a ação do vento, a colocação e ação da matéria orgânica, o exame das raízes, a adubação verde e o plantio direto são alguns dos diversos assuntos tratados por Ana Primavesi.
Manual do solo apresenta o solo composto de vida transbordante. E é a partir dessa premissa que a autora desvenda o mistério da vida: um solo vivo consegue mobilizar os nutrientes que uma planta necessita e que serão utilizados pelo ser humano, ao contrário do solo doente que gera plantas doentes e suscetíveis à ação de insetos e agentes causadores de doenças. Com isto, a autora comprova que os agrotóxicos prejudicam a natureza e o ser humano, ao mesmo tempo em que não curam a planta doente.
Apenas a prática agrícola ecológica, capaz de oferecer alimentos saudáveis, tem como resultado imediato o resguardo da integridade do meio ambiente, garantia básica para a continuidade da humanidade.Um livro para estudantes de agroeconomia e agroecologia, professores, pesquisadores, camponeses e militantes sociais.

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