segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Cultivo de Gengibre

De sabor acentuado e rentável, essa planta vem despertando o interesse dos agricultores catarinenses. O Brasil importa a maior parte do gengibre que consome.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Fixação Biológica Nitrogênio (FBN)

Publicado em 18/04/2012
A Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) é um dos processos naturais mais importantes do planeta, ao lado da fotossíntese. É realizada por bactérias presentes no solo, que se associam às plantas, captam e transformam o nitrogênio do ar. Possibilita a troca de nutrientes e diminui a necessidade de adubação química nitrogenada. Gera maior rendimento na produção, ajuda a recuperar áreas degradadas, melhora a fertilidade do solo e a qualidade da matéria orgânica, reduz o uso de insumos industriais na agricultura e contribui para reduzir a emissão de gases de efeito estufa.

Essa é apenas uma das diversas alternativas pela sustentabilidade da agropecuária.

Informe-se. Entenda. Compartilhe.
www.agrosustentavel.com.br

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

DESABAFO DE JOVEM AGRICULTOR DE PICUÍ/PB SOBRE A S...

Saberes Agroecológicos: DESABAFO DE JOVEM AGRICULTOR DE PICUÍ/PB SOBRE A S...: DESABAFO DE JOVEM AGRICULTOR DE PICUÍ/PB SOBRE A SECA Estava ainda a pouco na Comunidade Mendes, zona rural do muni...

Video sobre minhocário

Cadico Minhocas: Vídeo Cadico Minhocas:

Olá,

Estou novamente divulgando o vídeo Cadico Minhocas para que toda a rede tenha acesso.



Esse vídeo vai na linha da missão Cadico Minhocas de tornar o minhocário algo acessível a qualquer pessoa, sendo que a única barreira para não ter um minhocário é a sua vontade.

E ai, vai ficar parado?

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Solos encharcados causam prejuízo para lavoura

Os solos saturados de água fazem com que as raízes das plantas tenham menos acesso ao oxigênio, e isto traz alguns prejuízos à plantação. Alguns deles são os seguintes:
  1. Menor germinação e crescimento das plantas;
  2. Acúmulo de etileno nas raízes e no caule ocasionando a degradação dos tecidos das raízes, epinastia e queda de folhas;
  3. Alteração no metabolisto de obtenção de energia nos tecidas da raíz, que muda da respiração para a fermentação (transformando a glicose em etanol ao invés de ATP para ser utilizado pela planta);
  4. Nível freático elevado pode restringir o desenvolvimento do sistema de raízes de espécies não adaptadas.

Solos com drenagem e sem drenagem
Solos com drenagem e sem drenagem
 Os tubos corrugados para drenagem (como o techdreno da Petech) são ideais para o dreno dos solos e sua implantação evita os prejuízos decorrentes da saturação de água dos solos sem controle de umidade.

Influência do tubo dreno

Influência do tubo dreno
Imagens e texto retirados de (entre nos links para ter acesso ao estudo completo): Introdução: drenagem natural e agricultura e Investigações básicas para projetos de drenagem: origens dos problemas

fonte: http://drenagem.files.wordpress.com/2008/12/

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

O consumo do Planeta: para onde vamos??

Lendo a excelente matéria "Não basta pintar de verde" de Naiara Leão, na Revista "Darcy" da UNB, onde faz uma análise dos diversos modelos econômicos para a sustentabilidade, a partir da Tese de Doutorado da Economista Gisella Colares, encontrei alguns dados que julgo ser de interesse para todos que se preocupam com o futuro deste nosso planeta.
A proposta de Gisella Colares, resumidamente, como convém a esta simples nota, é
" por critérios de justiça social, os países ricos reduzam seu volume de consumo para que os demais possam desfrutar de mercadorias. ..."A concentração de capital, restringe o mercado, limita o número de consumidores e gera crises cada vez mais frequentes. A crise americana de 2008 e a atual quebradeira da Europa são sintomas disso".

Os quatro modelos econômicos para a sustentabilidade, segundo a autora:

NEOCLÁSSICO: Admite que o crescimento econômico cria problemas ambientais, mas acredita que ele mesmo fornece as soluções. As tecnologias desenvolvidas no mercado, como aumento da eficiência energética e substituição de materiais poluentes ou escassos, seriam suficientes para regular os abusos energéticos.

AMBIENTAL: Parte do pressuposto neoclássico de que sustentabilidade é a manutenção do bem-estar, medido pela capacidade de consumo. Deveríamos pagar pelos recursos naturais de que usufruímos e recompensar quem preserva. O valor monetário substituiria a consciência ambiental como estímulo à preservação.

ECOLÓGICO: Acha que existem limites físicos no planeta que tornam o modo de produção atual insustentável. Não haveria matéria-prima para tanto produto, nem capacidade de reabsorver materiais. A solução passaria pela reorientação do consumo e distribuição de renda. É a corrente que guia o novo paradigma proposto por Gisella Colares.

VERDE: Ao contrário dos demais, não é uma corrente de pensamento e sim uma agenda política proposta pela ONU. Busca o " bem estar da humanidade ao mesmo tempo que reduz significativamente os riscos para o meio ambiente". Na prática, propõe produzir mais com menos materiais sem questionar a intensidade da produção.

CONSUMO DO PLANETA

20% da população mundial, principalmente dos países ricos, consome 80% dos recursos naturais do planeta e produz mais de 80% da poluição e degradação dos ecosistemas. Enquanto isso, os 80% restantes ficam com apenas 20% dos recursos naturais.



Cada ano destruímos cerca de 15 milhões de hectares de cobertura vegetal, o equivalente a quase 30 áreas do Distrito Federal.


Em 2011 foram vendidos 1,5 bilhão de aparelhos celulares



No Brasil são gastos 720 milhões de copos descartáveis por dia



Em todo o planeta, neste ano de 2012, só até outubro, foram usadas 4 bilhões de sacolas plásticas



Cada pessoa deve consumir 50 litros de água por dia, em alimentação e atividades como banho e limpeza de casa



Cerca de 10 000 carros 0km são vendidos no Brasil diariamente



Gisella só espera que, quando alcançarmos as respostas, ainda exista areia, água e plantas para criar vida.

E você, o que espera para o futuro do planeta? Qual seria o caminho a ser escolhido, na sua opinião?

Autor: Regina Motta - Data: 11/01/2013

Fonte: Darcy - Revista de Jornalismo cultural e de Pesquisa da Universidade de Brasília - Número 12 - agosto e setembro de 2012

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Nem tudo são flores, ocorre alguns espinhos!

Nosso cultivo de tomates cereja,  no Sítio Nena Baroni, apresentou folhas amarelando, o que nos preocupa. O solo foi corrigido com calcário e adubado com composto da ecocitrus. 
Nossa pesquisa aponta como causa , a alta umidade do solo devido a chuva intensa nos últimos 10 dias. O local é uma planície baixa, os córegos estão cheios, o que indica lençol freático elevando-se.Assim a água está ocupando os poros de ar do solo.
Vamos observar e aguardar a ajuda dos colegas agrônomos e agroecologistas.


Os  tomates estão deliciosos!!


Efeitos do excesso de água sobre solo e plantas – Benefícios e Limitações da Drenagem

 Para melhor entender os efeitos do excesso de água sobre solo e plantas, é preciso separar alguns mecanismos que participam dos processos envolvidos tais como:
Aeração: O excesso de água reduz a percentagem de ar presente no solo e com isto o oxigênio. Este mecanismo afeta muito o desenvolvimento das raízes e sobrevivência de microorganismos que necessitam de oxigênio. Vários efeitos surgem e a principal conseqüência é deficiência de nitrogênio (as plantas ficam amareladas)
 • Redução do processo de nitrificação (a mineralização da matéria orgânica é feita por microorganismos que a decompõem em aminoácidos, amônea, amoníaco e oxidam a nitrato)
 • Redução da fixação de Nitrogênio por bactérias pois a água expulsa o ar que contém nitrogênio.
• Redução do NO3 a nitrito, óxido de nitrogênio ou nitrogênio gasoso que escapa do solo por difusão gasosa
• Parte do NO3 também é decomposta por microorganismos que o utilizam no lugar do oxigênio atmosférico expulso pela água.

Estrutura: O excesso de água reduz a resistência do solo à compressão pois a coesão entre partículas fica reduzida. Por isso, o tráfego de máquinas afeta intensamente, compactando o solo. Essas alterações trazem alguns impactos como:
• redução da permeabilidade do solo
• redução do desenvolvimento radicular
 • redução da troca de gases no solo

 fonte http://www.lalima.com.br/lalima/arquivos/drenagem.pdf

sábado, 19 de janeiro de 2013

Aprenda a cuidar de arbustos e flores




A prática de plantar e cultivar é muito simples, além de prazerosa. | Foto: vpickering/Flickr
Uma ótima saída para pessoas que querem ter em casa um jardim com flores, mas não têm muito espaço e tempo, é fazer um canteiro de flores e arbustos. Ao contrário do que se imagina, os canteiros de flores e, em especial, os canteiros de arbustos são muito fáceis de manter. Tomados alguns cuidados, como a escolha certa das plantas para determinada localização, a prática de plantar e cultivar é muito simples, além de prazerosa.
Aqui seguem algumas dicas dadas pela Gardena, empresa alemã especializada em jardinagem e paisagismo.
O que fazer para que as flores floresçam ainda melhor no verão?
O mais importante para que as flores tenham uma vida mais longa é o fornecimento de água adequado para elas.
Sempre remova as plantas mortas do canteiro. Plante os espaços abertos com ervas aromáticas altas, relva e arbustos, por exemplo, para transitar de uma atmosfera de fim de verão para um ambiente outonal. É preciso remover regularmente os rebentos secos, especialmente quando se trata de rosas de canteiro e arbustos de rosas. Os rebentos secos devem ser cortados juntamente com as duas folhas que se encontram abaixo deles.
Como tornar a rega mais fácil?
Os arbustos crescem em ambientes naturais úmidos ou muito secos. No jardim, isto significa que se forem escolhidos os arbustos certos para o canteiro, eles poderão crescer quase sem rega, exceto durante situações climáticas excepcionais, momento em que as plantas precisarão de alguma atenção.
Para reduzir o esforço de rega, cubra os canteiros de plantas com compostos de casca ou cascalho. “Além disso, um sistema de irrigação automático poderá ser a forma adequada de reduzir o esforço envolvido”, explica Graziela Lourensoni, gerente de Marketing e Produtos da Gardena.
O melhor período para regar é no início da manhã, ou no início da noite. Mas não regue muito tarde da noite, pois é indicado que as plantas não iniciem a noite completamente molhadas, o que poderá promover o aparecimento de fungos. Uma regra geral na irrigação é a importância de não molhar completamente as folhas e, especialmente, as flores por essa mesma razão. Durante o dia, as plantas só deverão ser regadas em casos de emergência e deverá ser utilizada água morna.
Quantidades de água: Mais água com menos frequência é melhor do que menos água com mais frequência. Regue bem e de um modo direcionado, mais especificamente, utilize cerca de dez litros de água por metro quadrado.
É necessário cortar os arbustos?
Não há necessidade de aparar arbustos só pelo simples prazer de aparar um jardim. Para evitar a formação de sementes e a semeadura espontânea, retire as flores cortando-as. Você pode intensificar o crescimento de delfínios, acónitos, salva, erva-dos-gatos e margaridas retirando os ramos floridos na fase inicial, para que assim eles possam regenerar-se e florir novamente.
http://ciclovivo.com.br/noticia/aprenda-a-cuidar-de-canteiros-de-arbustos-e-flores

Postagem em destaque

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO?   ...

Mais visitadas no último mês