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terça-feira, 20 de junho de 2017

EL ALOE VERA COMO ABONO ECOLÓGICO


onte:http://aloevaro.blogspot.com.br/



Cada vez son más los estudios científicos que avalan el uso del aloe vera para el tratamiento de diversas afecciones y enfermedades. Además, su uso en cosmética está muy consolidado y poco a poco se está introduciendo como ingrediente culinario. Pero esta planta es realmente versátil y se está demostrando su eficacia como fertilizante agrícola, lo cual es muy interesante para los cultivos explotados de forma ecológica. 

Es muy lógico teniendo en cuenta que el aloe vera contiene numerosos minerales y nutrientes que pueden ser beneficiosos para las plantas.

La cooperativa argentina Aloe Vida de Pergamino ha realizado un estudio que demuestra la eficacia del aloe vera como fertilizante y estimulador del crecimiento de los cultivos. Todo comenzó con el conocimiento de un estudio realizado en  el laboratorio de Plantas Medicinales del Doctor Juan Tomas Roig, en la Habana, Cuba en el que se demostraba la relación entre el uso de aloe vera como fertilizante y la estimulación del crecimiento y el enraizamiento. Tras los estudios realizados y la obtención de datos favorables, esta cooperativa comercializa actualmente su propio fertilizante foliar de aloe vera. 

Abono de aloe vera casero
Pero si queremos utilizar en casa el aloe vera como abono natural sólo tendremos que coger una hoja de aloe vera y triturarla entera, simplemente, eliminado las espinas. Cuando hayas triturado la hoja, obtendrás un gel verdoso. Añade una pequeña cantidad de éste en cada planta. También podemos diluirlo en agua a razón de unos 100ml por litro de agua y regar las plantas. 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Adubo Orgânico para a Lavoura - BIO JUCA

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tio JUCA

Agricultores substituem agrotóxicos por biofertilizantes.
Reportagem: Danuza Mattiazzi – Vida Orgânica
Fotos: Dilenio Enderle – Vida Orgânica

A agricultura orgânica não utiliza nenhum pesticida e fertilizante sintético. Como combater, então, possíveis pragas na lavoura e falta de nutrientes no solo, e ainda manter a produtividade sem aditivos químicos? Através dos biofertilizantes, adubos feitos de matéria orgânica vegetal. Eles nutrem o solo e deixam as árvores e plantas até mais saudáveis, segundo o agricultor Eliseu Rosa da Silva.
Em 1997, ele trocou os fertilizantes sintéticos do Sítio do Tio Juca, em Porto Alegre, por um insumo feito de esterco de animais, como galinha e cavalo. Há cinco anos, aprimorou o adubo, que passou a ser feito a partir de matéria vegetal: frutas e folhas que caem das árvores e resíduos vegetais retirados da roça na limpeza periódica, como picão e caruru.
O adubo orgânico do sítio faz com que os restos da roça voltem para ela em forma de nutrientes. A matéria vegetal é colocada em um tonel de 200 litros. Ali, fermenta e se transforma em uma massa que, no décimo dia, recebe água com cinzas para melhor retirada dos nutrientes. Em um ou dois meses, o composto está pronto.
As partes sólida e líquida são separadas. A massa recebe um pouco da cama de cavalo com serragem e é misturada no solo com cuidado, sem revirar muito a terra. “A camada superior do solo deve continuar em cima, porque já tem os micro-organismos necessários à planta”, explica o agricultor. O chorume é colocado em outro tonel, onde fermenta por mais alguns dias. Depois, é aplicado no pé das árvores e no canteiro da horta de legumes.
O biofertilizante do sítio não tem certificação que ateste a organicidade, mas é reconhecido pela Emater/RS como produto de qualidade. Eliseu ressalta que não foram realizados ainda estudos técnicos, mas que, por somente utilizar produtos da própria roça orgânica na fabricação e não adicionar nenhum produto químico à fermentação, é um insumo ecológico. “Às vezes, falta um pouco de nitrogênio no solo durante o inverno, mas logo o frio passa e isso se resolve”, diz ele, que busca sempre interação com a natureza.
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“Os quero-queros ficam sempre ao meu lado quando estou lidando na roça, eles comem os insetos que atacam as plantas e, assim, ajudam na qualidade da produção. Comem minhocas também, o que não é muito bom porque elas são essenciais ao solo, mas fazer o quê, eles são meus companheiros e também não comem todas elas”, conta o agricultor, sorrindo.
Eliseu – ou Juca, como é mais conhecido – se orgulha em dizer que não utiliza implementos agrícolas há quinze anos: “Os meus implementos são a inchada, a pá… Entro com meu corpo e o biofertilizante, e a produtividade é igual”. Ele defende um solo sadio e diz que o adubo orgânico garante isso: “O fertilizante ecológico é matéria viva, é comida para os micro-organismos do solo. Os produtos industrializados matam esses ‘bichinhos’ da terra, porque não servem de alimento para eles. Com os micro-organismos, o solo fica rico e livre de doenças e as plantas ficam melhores”.
O cheiro do adubo orgânico, ele reconhece, é forte, mas ressalta: “O cheiro é ruim mas não tem veneno. É um trabalho bom, basta querer fazer, a gente se entusiasma com o que faz”. Outra possibilidade a partir da produção de biofertilizantes é a obtenção de gás metano, que se forma a partir da fermentação do chorume. Com a instalação de um biodigestor, pode ser feita a retirada do metano e, assim, a utilização do gás na cozinha e até em carros.
Fertilizantes orgânicos também podem ser encontrados no mercado de insumos agrícolas. Uma empresa de Feliz, na serra gaúcha, produz um biofertilizante há oito anos. O registro no Ministério da Agricultura e na Ecocert, certificadora de orgânicos, aconteceu há três anos e foi, então, quando a empresa começou a vender o produto.
“Desenvolvemos o adubo orgânico pela demanda. Uma empresa de alimentos orgânicos pediu que produzíssemos e hoje o produto vende igual ou até mais que o adubo sintético”, diz um dos diretores da empresa, Samuel Bach. Ele conta que grandes empresas e cooperativas passaram a comprar o fertilizante orgânico: “Já conseguimos fazer com que cerca de três mil produtores trocassem os sintéticos pelo orgânico”.
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Grandes vinícolas e a indústria fumageira também estão utilizando o biofertilizante, pela segurança alimentar e ambiental que ele oferece. Samuel explica que os países compradores pressionam as empresas brasileiras a usar o produto ecológico, mesmo na produção de vinhos convencionais, por exemplo. “Quem almeja incluir o seu produto no mercado nacional e internacional tem essa pressão. E isso acaba sendo bom para o meio ambiente e para a alimentação”, conclui o empresário.
Samuel não revela a forma de fabricação do Ecomaster, mas explica que é feito a partir da fermentação de matéria orgânica de origem vegetal e enriquecido com micronutrientes: “É um produto bastante completo”. O preço, segundo ele, é praticamente o mesmo do adubo convencional. Mas o custo para o agricultor sai um pouco mais elevado com a opção pelo biofertilizante, porque a dose a ser diluída precisa ser maior.
Para cem litros de água, são utilizados cem mililitros de insumo convencional. Se for orgânico, são necessários de um a dois litros para a mesma quantidade de água. “O adubo ecológico não é muito concentrado, mas é tão efetivo quanto o sintético. Se eu pudesse, venderia somente o produto orgânico”, revela o empresário.
Fonte:

terça-feira, 19 de abril de 2016

Leguminosas podem ajudar a combater as mudanças climáticas, a fome e a obesidade


18 de abril de 2016
Segundo a FAO, estes grãos fazem parte do legado ancestral agrícola da América Latina e do Caribe, fixam nitrogênio nos solos e possuem qualidades nutricionais únicas; 2016 foi declarado o Ano Internacional das Leguminosas.

Quando consumidas junto com cereais, as leguminosas formam uma proteína completa, que é mais barata que a proteína de origem animal – e, portanto, mais acessível às famílias com baixos recursos econômicos.
Foto: FAO
As Nações Unidas declararam 2016 como o Ano Internacional das Leguminosas em reconhecimento ao papel fundamental que as leguminosas têm na segurança alimentar e nutricional, na adaptação as mudanças climáticas, na saúde humana e nos solos.
De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), as leguminosas têm uma relevância importante para a América Latina e Caribe.
“A região é o centro de origem de muitas leguminosas. Fazem parte da nossa cultura ancestral e é uma pedra angular da nossa alimentação atual”, disse Raúl Benítez, representante regional da FAO.
Grande parte da produção de leguminosas na região está nas mãos de agricultores familiares que desempenham um papel importante no desenvolvimento rural, além do cultivo ajudar na mitigação das mudanças climáticas ao fixar nitrogênio no solo.
Segundo a FAO, potenciar a produção e o consumo de leguminosas é chave para enfrentar a crescente obesidade na região, que atinge em média 22% dos adultos, e a fome, que afeta a 34 milhões de homens, mulheres e crianças.
Feijão, lentilha, feijão-da-china (ou feijão-mungo), grão-de-bico e feijão azuki são alguns dos exemplos de leguminosos. O famoso arroz com feijão brasileiro é um dos pratos descritos pela FAO como exemplos de alimentação nutritiva (leia outros aqui).

Um alimento completo

Foto: FAO
Foto: FAO
As leguminosas são essenciais para uma alimentação saudável. Mesmo pequenas, estão repletas de proteínas, contendo o dobro do que tem no milho e três vezes mais que no arroz.
“Elas são uma fantástica fonte de proteína vegetal, tem baixo índice de gordura, são livres de colesterol e glúten e são ricas em minerais e vitaminas”, explicou Benítez.
Quando são consumidas junto com cereais formam uma proteína completa, que é mais barata que a proteína de origem animal – e, portanto, mais acessível às famílias com baixos recursos econômicos.
“Essa mistura é a base da dieta tradicional de muitos lugares da América Latina e Caribe, como o feijão com milho, ou o feijão com arroz que muitos de nós crescemos comendo”, apontou Benítez.

Alimento para as pessoas e para os solos

As leguminosas não só contribuem para uma alimentação saudável, mas também são uma fonte de renda para milhões de agricultores familiares, responsáveis pelos cultivos em alternância com outros cultivos pela capacidade de responder ao nitrogênio da terra, melhorando a sustentabilidade da produção.
As leguminosas são uma das poucas plantas capazes de fixar o nitrogênio atmosférico e convertê-lo em amônia, enriquecendo os solos, diferente da maioria das outras plantas que apenas absorvem o nitrogênio do solo e não o reincorporam.
Isso permite mitigar as mudanças climáticas já que é reduzido o uso de fertilizantes sintéticos, cuja fabricação envolve um consumo intensivo de energia, o que emite gases de efeito estufa na atmosfera.
As leguminosas também exercem um importante papel na geração de emprego na América Latina e Caribe, especialmente no setor da agricultura familiar, já que são um dos cultivos que se destacam nesse setor.

Um tesouro genético para futuras gerações

Foto: FAO
Foto: FAO
Segundo a FAO, a grande diversidade de feijões e de outras leguminosas da região representa um tesouro genético para criar novas variedades que podem ser necessárias para bater de frente com as mudanças climáticas.
“No entanto, em muitas comunidades essas variedades ancestrais estão se perdendo por causa da homogeneização global que privilegia apenas alguns cultivos e alimentos, desmerecendo outros”, alertou Benítez.
De acordo com a FAO, as dietas em âmbito global estão cada vez mais homogêneas e similares, e a alimentação global depende na maior parte do trigo, milho e soja, junto com a carne e os produtos lácteos.
Durante o Ano Internacional das Leguminosas, os países devem fazer um grande esforço para que este fenômeno seja revertido, resguardando a genética, a cultura associada e o saber dos povos indígenas que tem melhorado as leguminosas ao longo de centenas de anos na região.

Aliadas na luta contra a fome

De acordo com a FAO, a América Latina e Caribe não só tem o diferencial de ser a fonte originária do feijão e de outras leguminosas, como também se destaca por ser a que mais avanços foram feitos na luta contra a fome.
As leguminosas podem ser aliadas-chave para que a região alcance a ambiciosa meta de acabar com a fome em 2025, data assumida pelo principal acordo regional nesse tema, o Plano de Segurança Alimentar, Nutricional e Erradicação da Fome da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (CELAC).
“Durante este ano devemos celebrar os benefícios das leguminosas, reivindicar o seu papel na alimentação e nutrição e sua relevância no desenvolvimento rural e na mitigação das mudanças climáticas”, concluiu Benítez.
Acesse o site do Ano Internacional das Leguminosas: www.fao.org/pulses-2016/es


Fonte: ONUBr 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Physalis: a pequena notável

 

















Texto: Raquel Marçal, de Curitiba

Essa estrela da amazônia é fonte de vitaminas A e C, além de ser rica também em fósforo, ferro, carotenoides e flavonoides

 Ela começou a aparecer nas feiras e quitandas brasileiras há bem pouco tempo. E muita gente a observou com curiosidade e se perguntou: que frutinha amarela é essa, com formato de acerola, mas que vem embrulhada nas próprias folhas? É a physalis (fisális), uma delícia azedinha típica da região amazônica. Atualmente, a Colômbia é o maior produtor e exportador da fruta – e é de lá que vem a maior parte da physalis vendida por aqui.

No Brasil, até de 2007, o cultivo era bem restrito e voltado a pesquisas. Mas desde 2008, a fruta começou a ser cultivada pra valer no país. É por isso que, agora, ela é vista o ano todo por aí. Ainda bem, já que a physalis é fonte de vitaminas A e C, além de ser rica também em fósforo, ferro, carotenoides e flavonoides (estes últimos, poderosos aliados contra o envelhecimento). “A physalis contém inúmeras substâncias medicinais e seu fruto, extremamente saboroso, tem grande valor nutritivo e terapêutico”, explica a técnica agrônoma Janaína Muniz, que virou especialista na planta durante seu mestrado em Produção Vegetal na Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). Uma dessas substâncias, a fisalina, já provou ser 30 vezes mais potente do que os antiinflamatórios hoje conhecidos. A descoberta, feita na Fundação Oswaldo Cruz de Salvador, foi publicada no European Journal of Pharmacology.

Dá para aproveitar tudo isso que a physalis tem de bom consumindo a fruta in natura, em recheios de bombons, em geleias e sucos (veja receita abaixo). Dá também para usá-la na decoração de bolos e tortas, no lugar das cerejas. E que tal ter essa beleza no jardim, com todos os benefícios bem ao alcance da mão? Segundo Janaína Muniz, o cultivo é simples – dá para plantá-la até em um vaso. E a planta se adapta bem a diversas condições de solo e clima. “Todas as famílias poderiam ter em seu quintal pelo menos uma physalis e consumir o fruto diariamente”, encoraja Janaína. Ficou interessado? Então, anote aí as dicas.

Sementes: o ideal é comprá-las de empresas especializadas que comercializam a espécie peruviana (Physalis peruviana L.) ou angulata (Physalis angulata). Também dá para plantar as sementes retiradas diretamente da fruta. “Mas a planta da espécie peruviana é de tamanho maior e do que da angulata. O fruto da peruviana também é maior e mais doce”, diz a técnica agrônoma Janaína Muniz.


Plantio: no solo a planta cresce mais rápido – pode chegar a três metros de altura –, produz frutos maiores e em maior quantidade. Mas nada impede que ela seja plantada em vasos. Eles devem ser grandes (entre três e cinco litros), pois as raízes são bem ramificadas e profundas (em torno de 50 cm de comprimento).

Adubação: pode-se usar húmus de minhoca ou mesmo esterco de bovinos, suínos e aves. O esterco precisa estar bem curtido (seco) para ser misturado à terra. Também pode ser utilizada a compostagem orgânica, adubo natural obtido a partir de cascas de frutas, legumes, ovos, verduras etc.

Rega: deve ser feita diariamente e duas vezes por dia, no verão.

Pragas: As principais pragas observadas até hoje são a Epitrix (pulga do fumo) nas folhas após o transplante; o Aphys (pulgão verde) nas brotações novas e frutos; e a Heliothis (lagarta da maçã), nos frutos. Na produção orgânica, utiliza-se o Óleo de Neem, um inseticida natural que diminui os ataques das pragas.

Colheita: a partir de 120 dias depois do plantio. Ela dá frutos por seis ou oito meses e cada planta produz até três quilos de frutas.



Receita: Geleia de Physalis

Ingredientes
2 caixinhas de 100 g de physalis
1 xícara de água
1/2 xícara de açúcar

Modo de fazer
Retire a physalis do casulo e corte-a em pedacinhos
Leve a fruta com a água e o açúcar ao fogo, mexendo sempre
Deixe ferver até a calda começar a engrossar e desligue o fogo
Amasse um pouquinho com um garfo ou colher e espere esfriar

http://www.revistaherbarium.com.br/physalis-a-pequena-notavel/

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

FLORES COMESTÍVEIS

Que tal servir flores no jantar?

Espécies comestíveis como a capuchinha, o amor-perfeito, o hibisco, a calêndula, o borago e a rosa são cada vez mais usadas no preparo de saladas ou pratos quentes

Texto Janice Kiss
Fotos Leo Drumond
Ilustrações Filipe Borin


Há 20 anos, praticamente ninguém comia flores no brasil. a não ser brócolis, alcachofra ou couve-flor, espécies cultivadas e consumidas como verduras - na verdade, são inflorescências ou pedúnculos florais, mais próximas, portanto, do capítulo botânico das floricultura, não das hortaliças. Então, na esteira do sucesso de mercado das ervas frescas, também recente, as flores comestíveis começaram a atrair a atenção de gourmets e chefs de restaurantes sofisticados, interessados na beleza de suas pétalas ou nos sabores sutis, ou incomuns, para compor saladas, pratos quentes, molhos, temperos ou essências para sopas, caldos, etc. Hoje, constituem mercado ainda restrito, mas crescente.
As irmãs Graziela e Renata Dei Falci (sentada) abastecem restaurantes de Belo Horizonte, MG, com 60 tipos de flores
Em São Paulo, maior produtor do país, o Grupo Pão de Açúcar comercializa mensalmente 300 bandejas de 7 a 18 gramas cada, ao preço médio de 5 reais, de capuchinha, amor-perfeito e hibisco. 'É uma linha requintada. Cuidamos desse abastecimento de forma regular nos últimos três anos', comenta Renato Generoso, gerente de FLV (Frutas, Legumes e Verduras) da rede de supermercados. Antes, a procura era pequena, quase nula, segundo ele. Agora, atendendo ao aumento da demanda, as flores comestíveis estão em oferta constante nos balcões de legumes e verduras - sim, FLV, como o cargo de Renato indica. Elas não constituem ramo da floricultura. São alimentos. E nessa condição dividem prateleiras com outras hortaliças em supermercados e lojas especializadas. Como o Empório Santa Luzia, loja sofisticada da capital paulista. Segundo o gerente Geraldo Lima, 300 bandejas mensais têm saída garantida no Santa Luzia. Nesse caso, a preferida é a calêndula, cujo sabor lembra muito o gosto do legítimo açafrão, que custa mais de 50 reais o grama. Geraldo tem ciência de que as flores comestíveis têm vida útil curtíssima - duram no máximo três dias se embaladas e refrigeradas. Ele sabe que o cultivo exige muita atenção e cuidados, que o calor e as chuvas de verão castigam os canteiros, mas acredita que o produtor está marcando touca. 'O consumidor compraria mais se houvesse mais oferta', pensa.
Amor-perfeito (à dir.) e capuchinha são as mais requisitadas pelo colorido das pétalas
Flor de manjericão, para sabor mais acentuado no prato (à esq.), e estrelinha, novidade na culinária
As irmãs Renata e Graziela Dei Falci, assim como outras dezenas de produtores de verduras, não perderam tempo. Há 19 anos, elas cultivam 60 tipos de ervas e flores em um hectare da centenária propriedade da família, em Contagem, a 21 quilômetros de Belo Horizonte, MG . Os 38 hectares totais da Fazenda Vista Bonita são um dos poucos remanescentes da área rural desse município, um dos principais polos industriais do estado. Ao decidirem deixar o caminho das artes plásticas e da decoração, respectivamente, elas investiram inicialmente no cultivo de macela para forrar travesseiros - dormir com o perfume da planta já era hábito de infância na fazenda - e de ervas medicinais para farmácias homeopáticas. Como muitas delas também servem para a cozinha, Graziela decidiu fazer uma pequena amostra para alguns restaurantes de culinária internacional de BH. Aí o negócio mudou de rumo. Quando, na última década, as flores comestíveis viraram objeto do desejo de chefs e restaurantes nos grandes centros urbanos do país, elas já tinham experiência no ramo. Bastou a Renata aperfeiçoar a pequena lavoura colorida e perfumada. Para não trancar suas ervas e flores em estufas (a não ser as do viveiro) e conter o excesso de luminosidade, ela formou canteiros à sombra das árvores. A terra está sempre fértil porque é renovada com a rotação de culturas (o composto utilizado para adubar os canteiros é produzido na própria fazenda). Renata usa todo o receituário da produção orgânica - o caruru, por exemplo, serve de alimento para os insetos, e a presença da sojinha perene, típica da região, é fonte de nitrogênio para as plantas. A colheita é feita de manhã bem cedo, com o sol ainda fraco. As flores são lavadas e secas com muito cuidado antes de ser entregues três vezes por semana na capital mineira. 'Levamos aroma, saúde e beleza para a cidade', comenta Renata.
CANTEIROS EM EXPANSÃO
Comparar os mercados de flores comestíveis e flores em geral (usadas apenas com função decorativa) é equívoco na certa, comenta Hélio Junqueira, da consultoria Hórtica, de São Paulo. O primeiro é muito pequeno - não há dados concretos a respeito. O segundo movimentou 3,3 bilhões de reais no mercado interno no ano passado, com chances de crescer 15% até o final deste ano. Em 2008, o Brasil faturou 35,5 milhões de dólares com vendas de flores para Europa e Estados Unidos. Segundo pesquisa da Hórtica, o mercado interno de flores convencionais cresce em torno de 10% por ano porque o Brasil não foi tão afetado pela crise financeira quanto os países para onde exporta, a exemplo de EUA, Europa e Japão. As principais flores de corte negociadas por aqui são rosas, crisântemos, lisianthus, lírios, etc., e as envasadas são orquídeas, violetas, azaleias, bromélias, entre outras. Os estados de São Paulo (53%), Minas Gerais (13%) e Rio Grande do Sul (5%) lideram a produção nacional. De acordo com a economista Marcia Peetz, sócia da Hórtica, o futuro dos cultivos nacionais tendem a ser focados quase que exclusivamente nas vendas internas. 'Com o alarde da crise, as pessoas deixaram de consumir bens e serviços de valores elevados e gastaram mais com paisagismo e jardinagem', compara. Marcia reitera que o consumo per capita brasileiro (R$ 17,46) ainda é baixo. 'Ele denota uma alta capacidade de crescimento futuro', acredita. Segundo ela, a prova está na expansão de outras regiões de cultivo, como Nordeste e Norte do país, sinalizando a descentralização da produção exercida pelo estado de São Paulo, concentrada nos municípios de Holambra, Campinas e Atibaia.

domingo, 5 de outubro de 2014

PROPAGACION Y VENTA DE MANI FORRAJERO (Arachis pintoi)



+ venda de mudas de amendoim forrageiro(para POA e RS)

+ Venda de minhocasvermelhas da califórnia.

+Venda de Mudas de Ora-Pro-Nobis.

+Venda de sementes fisális ou camapu ou saco-de-bode

domingo, 15 de dezembro de 2013

Qué es la agricultura orgánica?


La agricultura orgánica es un sistema de producción que trata de utilizar al máximo los recursos de la finca, dándole énfasis a la fertilidad del suelo y la actividad biológica y al mismo tiempo, a minimizar el uso de los recursos no renovables y no utilizar fertilizantes y plaguicidas sintéticos para proteger el medio ambiente y la salud humana. La agricultura orgánica involucra mucho más que no usar agroquímicos. En Centroamérica se está produciendo una gran variedad de productos agrícolas orgánicos para exportación.

¿Cuáles son los principales requisitos?

Existen requisitos específicos para certificar la producción orgánica de la mayoría de los cultivos, animales, cría de peces, cría de abejas, actividades forestales y cosecha de productos silvestres. Las reglas para la producción orgánica contienen requisitos relacionados con el período de transición de la finca (tiempo que la finca debe utilizar métodos de producción orgánicos antes de que pueda certificarse; que es generalmente de 2 a 3 años). Entre los requisitos están la selección de semillas y materiales vegetales; el método de mejoramiento de las plantas; el mantenimiento de la fertilidad del suelo empleado y el reciclaje de materias orgánicas; el método de labranza; la conservación del agua; y el control de plagas, enfermedades y malezas. Además, se han establecido criterios sobre el uso de fertilizantes orgánicos e insumos para el control de plagas y enfermedades. Con respecto a la producción de animales, normalmente hay requisitos sobre la sanidad de los animales, su alimentación, reproducción, condiciones de vida, transporte y procedimientos para sacrificarlos.

¿Cómo obtener la certificación?

Las normas para la agricultura orgánica son creadas principalmente por agencias certificadoras privadas, pero también muchos países han creado normas nacionales. En Centroamérica, el gobierno de Costa Rica ha establecido sus propias reglas y los otros países están en el proceso de crear y poner en práctica las suyas, con el fin de apoyar al sector de la agricultura orgánica. Europa, Estados Unidos y Japón tienen normas nacionales y si los productores desean exportar sus productos a estos mercados deben cumplir los requisitos de etiquetado orgánico de los países importadores.
La selección de la agencia certificadora es muy importante. La agencia que escoja el productor debe estar reconocida oficialmente y ser de confianza para el comprador en el país importador. Las agencias certificadoras nacionales a menudo son menos costosas que las agencias internacionales, pero podrían no ser tan conocidas en algunos mercados extranjeros. El período de transición de la finca para obtener la certificación orgánica a veces resulta costoso para el productor, ya que mientras pasan los 2-3 años el producto se vende a su precio convencional, pero el productor tiene que cumplir con los principios de la producción orgánica, lo cual puede aumentar sus costos de producción y disminuir su productividad, al menos al principio. Para bajar el costo de la certificación, los productores pueden agruparse y crear un sistema de control interno, siempre y cuando cumplan con ciertos requisitos. Al hacer esto, es importante que los productores tengan en cuenta que deben confiar y trabajar juntos, ya que dependerán mucho unos de otros.

¿Cuáles son las principales ventajas y limitaciones?

Los productores se cambian a la agricultura orgánica por varios motivos. Algunos consideran que el uso de agroquímicos sintéticos es malo para su salud y para el medio ambiente, otros se sienten atraídos por los precios más altos y el rápido crecimiento del mercado, para muchos productos orgánicos, en los últimos años. La agricultura orgánica puede representar una oportunidad interesante para muchos productores centroamericanos y puede convertirse en una herramienta importante para mejorar su calidad de vida y sus ingresos.
El cambio a la agricultura orgánica puede ser más fácil y más rentable para algunos productores, dependiendo de algunos factores tales como, por ejemplo, si el agricultor utiliza agroquímicos sintéticos de forma intensiva o no, si tiene acceso a mano de obra (la producción orgánica suele requerir más mano de obra), si tiene acceso a fertilizantes orgánicos y a otros insumos permitidos, y si es propietario de su tierra, etc.
Por lo general, en Centroamérica los productos orgánicos se venden en las ferias del agricultor y, más recientemente, en supermercados. A pesar de la creciente demanda nacional, los principales mercados para los productos orgánicos centroamericanos son Norteamérica, Europa y Japón. En un principio, la agricultura orgánica le interesaba sobre todo a los pequeños productores, hombres y mujeres, pero con el crecimiento del mercado, algunos grandes productores han empezado a producir de manera orgánica. Esto ha creado una mayor presión competitiva sobre los precios y la calidad de los productos.
Existen limitaciones técnicas con algunos productos orgánicos en algunas situaciones donde todavía no hay buenas alternativas por el uso de agroquímicos. La mayoría de los productos orgánicos reciben un precio más alto en comparación con los productos convencionales. Sin embargo, aunque es difícil generalizar, se espera que en un futuro esta diferencia de precio se reduzca debido a un aumento en la producción orgánica de algunos productos, con lo que se podrá satisfacer la demanda del mercado. Por otro lado, si bien existe el riesgo de que disminuya el sobreprecio que reciben los productos orgánicos y que, en algunos casos, incluso desaparezca, los productos orgánicos certificados son bien reconocidos en la mayoría de los mercados y, como tales, pueden ser preferidos sobre los productos convencionales.

MÁS INFORMACIÓN

Organizaciones internacionales
- Federación Internacional de Movimientos de Agricultura Orgánica IFOAM: www.ifoam.org (inglés)
- Movimiento Agroecológico Americano - MAELA: www.maela-net.org (español)
- FAO: www.fao.org/organicag (español, inglés y francés)
- Organic Trade Association: www.ota.com (inglés)
- GTZ: www.gtz.de/organic-agriculture (inglés, francés y alemán)
- Depto. Agricultura de los Estados Unidos, Servicio Agrícola Exterior: www.fas.usda.gov/agx/organics/organics.html (inglés)
- Organic Trade Services: www.organicts.com (inglés)
- The Organic Monitor: www.organicmonitor.com (inglés)
- Instituto de Investigaciones para la Agricultura Orgánica - FIBL: www.fibl.ch (español, inglés, alemán y francés)
- Organic Research: www.organic-research.com (inglés)
- Depto. Agricultura de los Estados Unidos,
- Centro Nacional de Información de la Agricultura Sostenible: www.attra.ncat.org (español e inglés)
- Depto. de Agricultura de los Estados Unidos, Programa Orgánico Nacional: www.ams.usda.gov/nop (inglés)
- Sistema Nacional de Innovación Agropecuaria en Ecuador: ww.sniaecuador.org (español)
- Movimiento Argentino para la Producción Orgánica - MAPO: www.mapo.org.ar (español)
Organizaciones nacionales y regionales en Centroamérica
- Programa Nacional de Agricultura Orgánica de Costa Rica - PNAO: tel. (506) 2608300; Fax: (506) 2608301; agriorg@sol.racsa.co.cr; www.infoagro.go.cr/organico (español)
- CEDECO Costa Rica; tel. (506) 236-5198/236-1695; cedecosc@racsa.co.cr; www.cedeco.or.cr (español)
- Asociación Nacional para el Fomento de la Agricultura Ecológica en Honduras(ANAFAE): http://rds.org.hn/miembros/anafae/ (español)
Agencias certificadoras orgánicas nacionales y regionales en Centroamérica
- Costa Rica - Eco-Lógica: tel. (506) 280 6592; fax (506) 224-66 76 ecologic@mail.powernet.co.cr; www.eco-logica.com
- Costa Rica - AIMCOPOP: tel (506) 552-2309; aimcopop@racsa.co.cr
- Guatemala - MayaCert: telefax (502) 253 1740/253 8175; info@mayacert.com; www.mayacert.com
- Nicaragua - Biolatina: tel. (505) 249 2362; cernica@ibw.com.ni; www.biolatina.com
Algunas agencias certificadoras orgánicas internacionales
- ECOCERT: www.ecocert.com (español, inglés y francés)
- BCS LatinCert (Costa Rica Oficina): tel. (506) 261 2131; (506) 261 2131; costarica@bcs-oeko.de www.bcs-oeko.de (alemán y español)
- Naturland: www.naturland.de (español, inglés y alemán)
- The Organic Crop Improvement Association (OCIA): www.ocia.org (inglés)
- Quality Assurance International: www.qai-inc.com (español e inglés)
- SKAL: www.skal.com (inglés y holandés)
- Oregon Tilth Certified Organic (OTCO): www.tilth.org (inglés)
- Quality Assurance International (QAI); www.qai-inc.com (español y inglés)

terça-feira, 16 de abril de 2013

Qué es el compost? O que é um composto?

Cuando hacemos compost en casa reducimos al menos en un 50% el volumen de basura que botamos y generamos, a la vez es un abono orgánico para nuestras plantas, que se nutren mejor y crecen más, regenerando el verdor en nuestro vecindario.
El compost es un abono orgánico 100% natural, de color café oscuro, de dulce aroma y rico en nutrientes. Se usa como tierra y abono para nuestras plantas.
¡El compost le da vida al suelo! lo enriquece y por lo tanto, entrega vida a las plantas. ¿Quieres saber más sobre sus cualidades y cómo lograrlo en casa? ¿incluso en departamento? Te invito a leer sobre uno de los mejores aliados para el jardín y el calentamiento global…
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Es el resultado de la degradación controlada de materia orgánica, como los restos vegetales de jardín y de cocina, o el guano de animales vegetarianos, como el caballo, la vaca, las gallinas, etc…. del cual se obtiene una tierra  rica en nutrientes y vida, luego de su descomposición.
El Compostaje es un camino para reciclar los residuos de nuestro jardín y la cocina, es un paso importante en la reducción del volumen de basura que va a los vertederos (Reduce la basura en un 50% app) y es un camino para reducir el calentamiento global.
El compostaje es el resultado de la observación y el aprendizaje de nuestra gran maestra “la Naturaleza”. En el mundo natural, el compostaje se produce cuando las hojas se acumulan en el suelo de los bosques como una torta, por capas, y comienzan a descomponerse gracicas a la gran cantidad de microorganismos que ahí viven. Después de un tiempo, los nutrientes de las hojas descompuestas llegan a las raíces de las plantas a su alrededor. Esto completa el proceso de reciclaje de la naturaleza.
El ser humano, ha observado esto y lo ha copiado, de forma eficiente y ha desarrollado distintas técnicas para generar compost.  La Permacultura ha entregado grandes avances y cada vez tiene más reconocimiento como un método seguro para regenerar la tierra, es utilizada por todos los agricultores orgánicos, quienes valoran el suelo como un ambiente lleno de vida y no como un recurso esteril al cual debemos aportar nutrientes químicos y debe producir a toda costa!
¿Cómo producir un buen compost?
Existen muchas maneras de hacer compost. La más utilizada a nivel casero, es  recopilar en nuestra compostera toda la materia orgánica de la cocina y si es posible podas del jardin. Para tener un buen compost este proceso necesita de oxígeno, ya que los microorganismos (inodoros) que van a descomponerlo, necesitan del oxígeno para vivir, así que mientras más oxígeno le damos, más microorganismos vivirán y más rápido será nuestro compost. esto lo logramos dando vueltas de vez en cuando el material, ya sea con un cucharón o una pala (dependiendo del tamaño de nuestra compostera). Si aportamos oxígeno no tendremos malos olores (los cuales son provocados por los microorganismos que viven en un ambiente sin oxígeno) ni tampoco tendremos moscas.
También debemos aportar materiales secos que tienen carbono, estos puede ser aserrín, hojas secas, paja seca, diario, carton etc. Si aportamos carbono, habrá un equilibrio entre la materia húmeda y seca y existirá mayor oxígeno en la mezcla, ya que no tenderá a compactarse tanto como si fuera solamente materia húmeda.
Y por ultimo, debe estar húmedo, no mojado, ya que si está seco, el proceso de descomposición será muy lento y dificil. Así que si lo vemos seco, le echamos un poquito de agua y le damos vuelta!
¿Cuanto se demora mi compost en estar listo?

Si el compost se ha desarrollado en condiciones favorables, estará listo en 3 meses. Necesita un ambiente cálido, ya que con el calor actúan mejor los microorganismos, Humedad y oxígeno.
¿El compostaje es reciclaje?
Sí, el compostaje es la manera natural de reciclar los nutrientes de los vegetales.
¿El compost reduce el calentamiento global?
El compostaje ayuda a prevenir el calentamiento global ya que reduce la emisión de gas metano, un gas que se produce con la descomposición de la materia orgánica en los vertederos. Al no incorporar la materia orgánica en la basura de nuestras casas, estaremos disminuyendo a la mitad la emisión de gases de efecto invernadero que producíamos antes.
¿Cómo ayuda el compost al planeta?
Cuando hacemos compost en casa reducimos al menos en un 50% el volumen de basura que botamos y generamos, a la vez es un abono orgánico para nuestras plantas, que se nutren mejor y crecen más, regenerando el verdor en nuestro vecindario.
¿El clima afecta al proceso de compostaje?
Sí, el compost se produce más rápido en clima cálido. Aunque cuando el sol llega directamente, tendremos que cuidar más que esté húmedo.
¿Por qué el compost mejora el suelo?
El compost mejora el suelo porque recicla los nutrientes de origen vegetal devolviéndolos a la tierra y a las plantas, y lo mejor de todo es que entrega vida, microorganismos, ongos, organismos, todos son vitales para el buen desarrollo de las plantas. Mejora la estructura del suelo, la textura y la densidad, así como su capacidad de retener humedad. Suelta los suelos arcillosos y Mejora la retención de agua en suelos arenosos. Promueve el desarrollo radicular sano y abundante, las plantas crecen con mayor resistencia a enfermedades y pestes.
¿Por qué usar compost en lugar de tierra de hojas?
La tierra de hojas aporta materia orgánica al suelo pero no es un abono tan completo como el compost. El compost aporta al suelo y las plantas nutrientes esenciales, además de materia orgánica. Pero lo más importante es saber que las tierras de hojas que se encuentran en el comercio son recogidas en los bosques  nativos que aún rodean nuestras ciudades. Esto quiere decir que con esta recolección se están empobreciendo los suelos, erosionando las laderas y se están sacando también las semillas nativas.
¿Puede el compost reemplazar fertilizantes petroquímicos?
Sí. El suelo necesita lo que la vida del compost puede darle; nutrientes de entrega lenta y en pequeñas dosis por largos períodos de tiempo.
Los fertilizantes sintéticos entregan dosis rápidas e intensas de nutrientes a las raíces de la planta, pero en el proceso pueden inhibir el desarrollo radicular; mientras que el suelo enriquecido con compost promueve el desarrollo radicular sano y abundante. Además los fertilizantes son químicos, sólo aportan el o los minerales necesarios, pero no aportan vida al suelo, tan necesaria para que las plantas puedan absorber todos los nutrientes. Al utilizar estos químicos, se va muriendo la vida en el suelo, por lo que estamos produciendo un suelo muerto. Sin este proceso vital del compostaje, utilizando solamente fertilizantes sintéticos, la piel de nuestro planeta rápidamente degenerará en un paisaje inerte y estéril.
¿Cuáles son las ventajas del compostaje?
• El compost aporta materia orgánica al suelo.
• El compost ayuda al desarrollo de estructuras radiculares sanas y fuertes.
• El compost suelta los suelos arcillosos, mejorando el drenaje.
• El compost aporta densidad a los suelos arenosos, mejorando la retención de humedad.
• El compost atrae y alimenta las lombrices de tierra.
• El compost mejora el pH (acidez/alcalinidad) del suelo.
• El compost reduce la demanda de agua de plantas y árboles.
• El compost ayuda al control de la erosión.
• El compost reduce el stress de las plantas en períodos de sequía o en heladas.
• El compost puede alargar los períodos de crecimiento de las plantas.
• El compost mejora el contenido de minerales y vitaminas en alimentos cultivados en suelos ricos en compost.
• El compost aplicado generosamente al suelo puede reemplazar totalmente los fertilizantes petroquímicos.
• El compostaje es el sistema de reciclaje de la naturaleza.
Es un proceso dinámico, no hay posibilidad de falla en el compostaje, el compost simplemente ocurre

Comienza ya! solo debes separar tus residuos orgánicos y revolver de vez en cuando!

Si quieres tener tu propio compost!
revisa el diseño de compostera que tengo para ti! son bellas y útiles! tanto para casas como departamento…. no pierdes nada con mirar.
Para elaborar este artículo, utilicé la información de mis amigos de  Mimba Compost (www.mimbacompost.cl), quienes son mis proveedores de composteras de greda. Yo soy su distribuidora en Viña del mar, Valparaíso y cercanías. Muchas gracias por su aporte a este mundo con sus tan bellas composteras de greda!

Sofía Merino Cercos
Madre de un hijo a quien quiero heredar un mundo limpio, bello y pacífico, con semillas autóctonas, bosques nativos y agua pura. Soy Ingeniera Ambiental y Diseñadora en Permacultura. Me dedico a impartir y coordinar talleres de huerta orgánica, jardines comestibles y permacultura. Además tengo un blog que pueden visitar Nace una Semilla. Vivo en un condominio ecológico, Blowing in the wind, que queda en Reñaca, Chile.

http://www.veoverde.com/2012/11/que-es-el-compost/