quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Fruta nativa cereja-do-Rio-Grande contribui à diversidade e pode gerar r...


terça-feira, 17 de dezembro de 2024

Médico chamado de louco construiu maior parque botânico particular do Br...


PARQUE WITECK | Tem o parque botânico particular
que atrai milhares de visitantes por ano no Rio Grande do Sul.

O @Parque Witeck foi idealizado por um médico, que na época, foi chamado de louco.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Um jardim na Praia é fácil!

Extraído do site:http://www.jardineiro.net/paisagismo-na-praia.html






Muitas pessoas podem acreditar que o jardim na casa de praia é difícil de implantar e manter. Realmente, como passamos a maior parte do ano longe do litoral, o jardim fica praticamente abandonado durante este tempo.
Da mesma forma não queremos desperdiçar o tempo das férias como jardineiros, bem pelo contrário, estamos mais propensos a admirar a natureza e curtir as flores e frutos que ela nos dá.
Além do abandono durante o ano, o jardim está sujeito às adversidades climáticas comuns ao litoral. Como altas temperaturas no verão, chuva, vento e maresia constantes, solos arenosos e com salinidade excessiva, além do frio durante o inverno.
Todos estes detalhes devem ser levados em consideração durante o planejamento do jardim, que também deve apresentar flores ou frutos no verão e ser de baixa manutenção. Afinal, de nada adianta plantarmos uma flor belíssima e adaptada ao litoral se ela floresce apenas no inverno, quando não estamos lá para admirá-la.
Praia
Coqueiros e palmeiras têm ótima
adaptação ao litoral
Foto: Rafael Patro
Planejar o jardim à beira-mar exige mais do paisagista, pois além dos fatores acima listados, a paisagem deve ser harmônica e não contrastar com a beleza natural da orla marítima. É como uma complexa orquestra que precisa ser conduzida com cuidado para que tudo dê certo e os moradores fiquem satisfeitos.
Um regra que vale muito nestes casos: observe atentamente as plantas que ocorrem naturalmente no local, elas estão adaptadas e em condições de suportar as adversidades, uma vez que o litoral gaúcho não é o mesmo que o capixaba; e assim por diante.
Outro cuidado importante é em relação ao relevo. Terrenos muito baixos podem ser invadidos pela maré alta, capaz de destruir o jardim. Caso seu terreno seja à beira-mar, pode ser uma solução elevá-lo um pouco para prevenir o problema.
A maioria dos paisagistas opta por jardins tropicais para adornar as construções litorâneas. As plantas deste jardim são as mais adaptadas às intempéries e combinam bastante com a paisagem da praia. Alternativamente jardins de estilo mediterrâneo ou contemporâneo podem ser executados sem problemas.
É importante que as plantas não bloqueiem a vista para o mar, pelo contrário elas devem valorizá-la e emoldurá-la com harmonia.
Praia
Algumas plantas nativas são boas para conter a erosão
Foto: Rafael Patro
Após análise adequada, o solo deve ser corrigido em pH e nutrientes, de forma que possa receber as novas plantas. Normalmente, por serem muito arenosos, devem ser condicionados com terra mais argilosa e muita matéria orgânica. Não poupe esforços e dinheiro nesta fase, o solo convenientemente preparado pode prevenir futuras dores de cabeça, pois esta etapa é muito difícil de remediar após a implantação do jardim.
Os móveis e acessórios também são muito importantes e devem ser ultra-resistentes. Uma das escolhas mais econômicas e duráveis é o polipropileno. O material é leve, lavável e alguns fabricantes ainda tratam os móveis com resina especial que protege contra a radiação UV.
Para opções mais sofisticadas use madeiras resistentes como a teca, que dispensa manutenção, sempre protegidas com verniz náutico. Fuja de metais, pois eles enferrujam com a maresia. Mesmo o aço inoxidável só deve ser utilizado se convenientemente protegido. Fique longe de fibras naturais como junco ou ratan, hoje em dia já existem materiais sintéticos para substituí-los.
Enfim, não esqueça de que você não vai querer passar o verão trabalhando pesado no jardim, use a sua criatividade e conhecimento para criar o seu paraíso particular, lugar de descanso e contemplação. Obs: Reserve um lugarzinho especial para colocar a rede ou chaise-longue e contemplar a vista do mar.
Praia
Muitas bromélias e cactos são nativos
do litoral
Foto: Rafael Patro

Dicas de Plantas:

Texto: Raquel Patro
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Jardim de praia: plantas ideais para se cultivar no litoral!!




fonte: construindo e reformando

Cultivar um jardim á beira-mar pode ser um desafio, mas não é impossível e, certamente, vale á pena! Saiba quais plantas cultivar e como cuidar do seu jardim litorâneo.


Conviver com o clima praiano, pode ser um desafio para muitas plantas, especialmente quando se está próximo ao mar, onde o solo arenoso, vento e a maresia são constantes. No entanto, como se observar nas arborizadas costas brasileiras, é possível cultivar um belo jardim à beira mar!


Quais plantas escolher

As plantas ornamentais nativas são as melhores opções para enfeitar seu jardim. Elas são aptas a viver no litoral, enquanto outras espécies podem ter seu desenvolvimento prejudicado. Lembre-se também de levar em conta o clima da região que você se encontra, não apenas o fato de ser no litoral! Afinal, um clima mais seco ou úmido faz toda diferença para as plantinhas. Aqui vão algumas sugestões:


 flores-jardim-de-praia


Árvores: Cipreste-de-monterey, Capororoca, Pitangueira, Amendoeira de praia e a Kaisuka.

Floridas: Onze-horas, Alpínia, Jasmim manga, Beri, Clúsia, Hibisco, Íris da Praia, Vedélia, Oleandro, Orelha-de-onça, Ixora, Quaresmeirinha, Laurotino, Petúnia e Bananeiras de jardim.



Grama: Esmeralda e São Carlos.

Palmeiras: Butiazeiro, Jerivá, Tamareira das canárias, Palmeira-triangular, Coqueiro e Areca-bambu.

Sem flor: Cica, Dracena-de-madagascar, Pândano espiral, Pinheiro-budista e Pinheiro-azul.

 


Começando um jardim

Ao iniciar um jardim, preste atenção ao solo: poucas plantas conseguem se desenvolver na areia, então se ela for predominante na sua residência, deverá ser substituída por terra – caso isso não seja possível, aposte em vários vasos repletos de terra adubada! Para realizar essa substituição, a presença de um especialista em jardinagem e paisagismo é indispensável. 

O vento constante, comum no litoral, pode prejudicar as plantas, por isso prefira áreas mais protegidas, como atrás de muros ou da casa. Essa proteção vai evitar também a maresia.


Imagem: Fotógrafo Digital.

Fisális: conheça a fruta de decoração que pode diversificar renda de produtores rurais



De origem sul-americana, a fisális ainda é pouco produzida no Brasil e tem grande potencial de venda



Daumildo Júnior* | Brasília | daumildo.junior@estadao.com


04/09/2024 - 12:39


fonte: estadão




Foto: Adobe Stock

Não é raro ir a festas de aniversário ou de casamento e encontrar um bolo enfeitado com uma frutinha amarela e cobertura dourada. Essa é a fisális, uma fruta exótica que tem ganhado espaço no mercado brasileiro, seja pela sua elegância ou pela curiosidade. 



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Com diferentes nomes, essa frutinha pode guardar mais do que apenas beleza. O Agro Estadão mostra quais são, os benefícios e como deve ser o manejo da fisális. 


O que é a fisális?

É considerada uma fruta exótica de cor amarela e formato arredondado e pequena. A baga é do tipo carnosa e tem sabor ácido e doce. Além disso, o fruto é envolvido por uma espécie de folhas formando um cálice também chamado de capulho. 


É da mesma família do tomate, pimenta, batata e jurubeba, as Solanaceae. Originária da América do Sul, as espécies mais cultivadas comercialmente são Physalis peruviana L. e Physalis angulata L.



Foto: Adobe Stock

Entre os usos, a fisális pode ser consumida in natura ou desidratada. Além disso, pode ser utilizada para decoração de doces finos e bolos, na produção de geleias, sucos, sorvetes e licores, e em molhos de saladas e carnes.


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Quais os outros nomes da fisális?

Ela também pode ser chamada por outros nomes que variam de acordo com a região e o país. No Brasil, pode ser conhecida por o joá-de-capote, saco-de-bode, camapu, camapum e mullaca. Já na Colômbia recebe o nome de uchuva, no Japão, de hosuki, e em países de língua inglesa pode ser goldenberry. 


O que a fisális tem de benefícios?

Além de ser bonita esteticamente, a fisális também é uma fruta com propriedades nutricionais. Outro benefício está relacionado ao seu valor econômico. 


Para saúde humana: rica em vitaminas A, C, ferro, fósforo e fibras, a fisális também tem atuação anticoagulante, diurético e anti-inflamatório. Segundo Epamig, as folhas e raízes possuem alcaloides, flavonoides, carotenóides e compostos bioativos, substâncias capazes de auxiliar na prevenção de doenças. Há estudos também que indicam um potencial anticarcinogênico. 

Para produtor rural: o cultivo pode ser uma alternativa rentável para pequenos produtores, já que seu valor de mercado costuma ter altos patamares. Além disso, boa parte do que é consumido no país é importado da Colômbia ou de outros países. Por isso, uma produção interna pode fazer com que a produção nacional seja mais barata e mais competitiva. 

Como cultivar a fisális?

A fisális é uma cultura relativamente fácil de plantar. Porém, a Epamig indica alguns cuidados na hora de fazer o plantio. 


Confira o material da Epamig com orientações técnicas para o cultivo


Clima e solo

Ela é uma planta que não vai bem com frio ou calor extremos e com a seca. Também não tolera solos encharcados ou muito úmidos. Além disso, a recomendação é que não se plante a fisális em áreas que já receberam tomate, pimentão ou batata. A correção do solo deve ser feita caso o pH não esteja entre 5,5 e 6,8 É uma planta que prefere terrenos mais altos, entre 800 e 3.500 metros. 


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Sementes e mudas

É recomendado fazer mudas antes de plantar em definitivo. Para obter as sementes basta bater a fruta no liquidificador por velocidade baixa. Depois é preciso separar a polpa e retirar as sementes. Cada fruta pode conter até 200 sementes. 


Em seguida, pode-se plantar as sementes em saquinhos próprios de mudas e a germinação costuma acontecer entre 10 e 20 dias. 



Foto: Adobe Stock

Plantio

Quando as mudas atingem entre 20 e 30 centímetros elas estão prontas para serem transplantadas no local definitivo. O espaçamento entre plantas recomendado é entre um a dois metros de distância, e entre linhas de plantio o ideal é que fiquem entre dois e três metros.


Assim como o tomate, é importante observar o tutoramento da planta. Essa técnica pode começar a ser feita quando a fisális atinge 80 centímetros de altura. Um dos sistemas mais utilizados é o tutoramento em V. 


O manejo ainda inclui cuidados com pragas e doenças. São plantas suscetíveis aos ataques de ácaros, pulgões, brocas e tripes.  A recomendação é fazer aplicações de defensivos ou agrícolas ou biológicos de forma constante dependendo do grau de infestação. 


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Colheita e pós-colheita

A colheita costuma ser feita após 120 dias do transplantio das mudas e dura em média cinco meses (há lugares que chegam a onze meses, mas no Brasil o comum são cinco). Fatores como frio e calor, além da altitude elevada influenciam nesse período. 


De acordo com a Epamig, entre a abertura da flor até o ponto ideal de colheita da fruta, costuma variar entre 23 e 27 dias. O ponto de colher é quando o capulho atinge uma cor amarelo-esverdeado e a fruta fica amarela. 


O processo de colheita é manual e requer atenção, já que a fruta é bastante suscetível a danos mecânicos. Quando colhida com o capulho, a fruta ganha mais durabilidade e se armazenada em um ambiente de até 18ºC pode manter-se consumível por até 30 dias. 


*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação Agro Estadão


Fonte: https://agro.estadao.com.br/inovacao/fisalis-conheca-a-fruta-de-decoracao-que-pode-diversificar-renda-de-produtores-rurais



quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

5 ALIMENTOS ANTI-INFLAMATÓRIOS QUE REALMENTE TIRAM AS DORES!

Frutas brasileiras são ricas em antioxidantes e anti-inflamatórios!! Jornal da USP









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sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

A Mostarda Kyoto (Roxa)

 


A Mostarda Kyoto (Roxa) é uma das hortaliças que podem ser consideradas PANC, ou seja, uma planta alimentícia não convencional. Isso porque, diferente de folhosas mais comuns como alface e rúcula, ela ainda não é encontrada em larga escala ou não está presente em todas as regiões de cultivo.

Suas folhas são um tanto exóticas, e de aspecto visual muito interessante, assim como o sabor, que é picante e refrescante. Saiba mais sobre a variedade:

- Planta vigorosa;

- De folhas serrilhadas;

- Coloração roxa intensa e levemente esverdeada no centro;

- Pode ser cultivada como microverdes e folhas jovens;

- Ciclo na fase adulta: 60 dias no verão e 80 no inverno.

Para testar esta cultivar e incluir na sua produção, entre em contato com a ISLA através dos seus canais de venda ou mesmo pelas redes sociais da ISLA Sementes

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