sábado, 21 de março de 2020

COPEL - Arborização de vias públicas


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Depois de plantar

A Copel realiza o serviço de poda somente quando a arborização oferece riscos para a rede elétrica.
Após a implantação de um projeto de arborização bem elaborado e executado, medidas de manutenção precisam ser aplicadas. Arborização bem planejada reduz a necessidade de manutenção.
A manutenção compreende todas as práticas necessárias para manter as árvores com saúde, vigor e sempre compatíveis com o ambiente urbano. As atividades de manutenção mais comumente necessárias são as irrigações, as adubações complementares, os tratos preventivos ou curativos de pragas e doenças, as podas e as substituições de indivíduos ou de espécies.

PODA
Em seu conceito real, a poda define-se como o ato de cortar ramos vivos ou mortos com objetivos de formação, manutenção e de segurança, mantendo-se a fitossanidade do indivíduo arbóreo. A poda se faz necessária por duas razões: a primeira para provocar o aparecimento de flores e frutos e a segunda, também bastante comum, para a retirada de galhos como medida de compatibilização entre a arborização e outros componentes urbanos. Esta é a prática de manutenção mais aplicada às árvores urbanas.



TIPOS DE PODA
Poda de formação ou de educação
Esse tipo de poda se aplica às mudas em fase de viveiro ou na fase jovem da planta, no local de plantio definitivo, para a condução do formato da árvore. Trata-se de um tipo de poda, cuja função é direcionar o desenvolvimento da copa aos espaços disponíveis e livrar o tronco de ramificações indesejadas e de brotações laterais.

Poda de manutenção ou de limpeza
A perda ou renovação de galhos, persiste após o pleno desenvolvimento da árvore. Isso implica necessidade de corte das estruturas que já estão envelhecendo ou dos galhos já quebrados pela ação do vento e de outros fenômenos naturais, antes que venham ao solo ou atinjam qualquer componente urbano próximo à árvore. A execução da poda próxima à sistemas aéreos de redes de energia, é importante frisar, deve ser realizada por pessoal treinado e capacitado.

A poda deve ser realizada por pessoal treinado e capacitado.
A poda deve ser realizada por pessoal treinado e capacitado.
Poda de segurança
Trata-se, de modo geral, do corte de galhos que apresentem grande risco à segurança e integridade física da população circunvizinha.Esse tipo de poda assemelha-se ao descrito referente a poda de manutenção ou de limpeza, exceto pelo fato de os galhos serem retirados por conveniência de alguma necessidade humana e não, necessariamente, por terem atingido a fase de senescência (envelhecimento).

Poda de desubstrução de redes aéreas
A fim de manter uma distância segura entre as redes aéreas e as árvores, a poda em questão deve ser realizada desde a idade jovem da árvore, facilitando-se, assim, a recuperação das lesões e evitando-se brotações indesejáveis em árvores adultas. Ao se adotar esse procedimento, mantém-se o padrão original de porte.
Nas árvores próximas à fiação aérea, a poda deve ser realizada respeitando-se as distâncias mínimas de segurança. E a intensidade de poda deve variar, conforme o modelo de rede existente, a fim de que se mantenha a qualidade do fornecimento de eletricidade e a segurança física e patrimonial.


As podas junto à redes aéreas exigem, portanto, além de equipamentos de segurança, respeito aos afastamentos mínimos, conforme quadro abaixo:
TIPOS DE REDESDISTÂNCIA DE SEGURANÇA MÍNIMA MEDIDA APÓS A PODA
Rede de alta tensão em 138 kv4,30 m
Rede de alta tensão em 69 kv4,00 m
Rede convencional ou protegida de média tensão em 34,5 kv*2,00 m
Rede convencional ou protegida de média tensão em 13,8 kv2,00 m
Rede convencional de baixa tensão em 110 ou 220 kv1,00 m
*Anteriormente conhecida como alta tensão

A distância mínima de segurança da poda deve ser respeitada.
A distância mínima de segurança da poda deve ser respeitada.
A responsabilidade quanto à poda de árvores incide sobre as Prefeituras Municipais. Cabe às concessionárias de energia elétrica, no entanto, a execução quando, pela proximidade com as redes, a poda constituir risco eminente de acidentes e interrupções no fornecimento de energia.
As espécies com característica de pequeno porte podem atingir tamanho e comportamento de espécies de médio ou até de grande porte, uma vez que a poda eleva a altura da copa.
A poda de elevação, como é conhecida, faz com que o tamanho da árvore considerada de pequeno ou médio porte atinja o dobro da sua altura original, até a altura de árvores consideradas de grande porte. Essa questão deve ser muito bem avaliada por todos que trabalham com arborização urbana e poda de árvores, pois, somente assim, será possível identificar as condições que exigem esse tipo procedimento.

A execução equivocada da poda afeta, de modo geral, a estética e a saúde da árvore. Por isso, a poda deve ser realizada por profissionais treinados e com conhecimento de questões ligadas à anatomia, à morfologia e à fisiologia das árvores, além de habilitados no uso das ferramentas para cortes de maneira tecnicamente recomendados. Os equipamentos específicos de proteção e segurança no trabalho, por fim, devem garantir a realização da poda, frente aos riscos de acidentes com os trabalhadores envolvidos. Uma vez que parte significativa dos acidentes no setor elétrico ocorrem em função desse tipo de trabalho.
Ao se aplicar poda em árvores que estão em conflito com os componentes urbanos, deve-se considerar os seguintes aspectos:
  • Conhecer o modelo arquitetônico de cada espécie.
  • Preservar as estruturas, colar e a crista, responsáveis pela cicatrização (compartimentalização).
  • Evitar a remoção total da copa.
  • Evitar podas sucessivas e a galhos com grandes diâmetros, o que fragilizaria e predisporia a árvore a fatores adversos do meio urbano.
Resíduos de poda.
Resíduos de poda.


É NECESSÁRIO DAR CORRETO DESTINO AOS RESÍDUOS DE PODA
Sempre após as podas é necessário que os resíduos gerados sejam agrupados e retirados para que não atrapalhem o livre acesso de pedestres e veículos automotores, e, ainda, para que não obstruam o acesso da água pluvial aos bueiros.
Esses resíduos, subprodutos da arborização de ruas, não devem ser desconsiderados, dado ao considerável volume gerado e aos seus diversos aproveitamentos. Trata-se de um material que pode ser usado como adubo, por meio de compostagem ou na produção de energia com sua queima.

quinta-feira, 19 de março de 2020

Como plantar ora pro nobis? Veja como é fácil! FLORADA PARA ABELHAS



Aproveitando a florada do meu Ora-pro-Nobis eu mostro como fazer mudas e mostrar como plantar ora pro nobisira maravilhosa que serve de alimento, de alimento para abelhas, de cerca viva e é linda e perfumada demais!

Já mostrei um pouco dos beneficios do ora-pro-nobis no outro video:
https://youtu.be/9x61jJEy-BY

Canal Feito a Mão, onde você encontra ideias econômicas e sustentáveis.

videoaula-compostagem MINHOCÁRIO - PRODUZA HUMUS

domingo, 15 de março de 2020

Cientista pernambucana ganha prêmio global com estudo sobre plantas alimentícias não convencionais, como araçá, cambuí e ingá

Fonte Conexão planeta 

Cientista pernambucana ganha prêmio global com estudo sobre plantas alimentícias não convencionais, como araçá, cambuí e maçaranduba
A pesquisadora brasileira Patrícia de Medeiros está entre as 15 cientistas do mundo inteiro vencedoras do International Rising Talentsprêmio oferecido pela Fundação L’Oréal, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
A bióloga pernambucana, de 33 anos, fez especializações em seu mestrado e doutorado em etnobotânica e a relação do homem com as plantas. Sua pesquisa atual tem como foco as plantas alimentícias não convencionais, PANCs – plantas com diversas propriedades alimentares, mas pouco conhecidas, consumidas e reconhecidas ou valorizadas pela população em geral.
“A nossa dieta alimentar acaba negligenciando essas plantas. Entre seus benefícios está não necessitarem de insumos, como agrotóxicos e fertilizantes, pois são silvestres e bem adaptadas a seus ambientes”, explica Patrícia.
Cientista pernambucana ganha prêmio global com estudo sobre plantas alimentícias não convencionais, como araçá, cambuí e ingáEntre as PANCs estudadas estão o catolé e o ingá

Os benefícios das PANCs

Desde 2013 a pesquisadora estuda as plantas e sua relação e benefícios com comunidades locais. Seu trabalho busca diversificar a dieta da população nordestina e fortalecer a cadeia produtiva das PANCs, além de ampliar o entendimento sobre esses alimentos e garantir a segurança alimentar.
Professora dos cursos de Agroecologia e Engenharia Florestal da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Patrícia começou sua pesquisa entrevistando moradores do município de Piaçabuçu, a cerca de 135 km da capital Maceió, para descobrir quais eram as PANCs conhecidas por eles.
Entre os nomes citados estão araçá, cambuí, maçaranduba, aroeira, ouricuri, catolé, ingá…
Cientista pernambucana ganha prêmio global com estudo sobre plantas alimentícias não convencionais, como araçá, cambuí e ingáO fruto do araçá

O poder das mulheres na ciência

O prêmio Rising Talents é uma iniciativa que tem como objetivo principal impulsionar o trabalho de mulheres, jovens cientistas promissoras, até que se tornem pesquisadoras reconhecidas em todo mundo.
Patrícia já tinha recebido uma bolsa-auxílio de R$ 50 mil por ter sido premiada também na etapa nacional do prêmio Para Mulheres na Ciência 2019. Agora, com o Rising Talents, ganhará mais 15 mil euros para serem investidos em sua pesquisa.
A cientista pernambucana foi uma das selecionadas por um júri internacional de especialistas, entre mais de 250 doutoradas e pós-doutoradas.
“Fiquei muito feliz com a premiação, pois me abriu muitas portas e deu maior visibilidade a meu trabalho e às PANCs'”, disse Patrícia, ao Conexão Planeta.
Três brasileiras já foram reconhecidas anteriormente no International Rising Talents: a farmacêutica Carolina Horta, em 2015, a química Elisa Orth, em 2016 e a bióloga Fernanda Werneck, em 2017.
Cientista pernambucana ganha prêmio global com estudo sobre plantas alimentícias não convencionais, como araçá, cambuí e ingáEstima-se que 10% das plantas do mundo têm potencial alimentício
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*Já estão abertas as inscrições para o programa Para Mulheres na Ciência 2020. Todo ano, na edição local, sete jovens pesquisadoras das áreas de Ciências da Vida, Ciências Físicas, Ciências Químicas e Matemática são contempladas com uma bolsa-auxílio de R$ 50 mil cada, para dar prosseguimento aos seus estudos.
As inscrições vão até o dia 8 de maio e as vencedoras serão conhecidas a partir de agosto. Para participar, é necessário que a candidata tenha concluído o doutorado a partir de 01/01/2013, tenha residência estável no Brasil, desenvolva projetos de pesquisa em instituições nacionais, entre outros requisitos. O regulamento completo e mais informações sobre o programa estão disponíveis neste link.
Fotos: divulgação/arquivo pessoal Patrícia de Medeiros

quarta-feira, 11 de março de 2020

Inaugurado biodigestor na área rural de Veranópolis!!

Foi inaugurado nesta quinta-feira (5), o primeiro biodigestor construído na área rural de Veranópolis.

O biodigestor é uma tecnologia que gera o biogás a partir do esterco dos animais. Trás benefícios para o meio ambiente, pois o gás metano liberado pela decomposição natural do esterco animal não é lançado na atmosfera. Faz bem para a saúde, pois o biogás quando queimado no fogão não solta fumaça, evitando problemas respiratórios.
Contribui para a economia da família, visto que o gás produzido no mês equivale a aproximadamente 20kg de gás butano. E esse processo produz inclusive biofertilizante e o esterco curtido, serve de adubo natural, aumentando a fertilidade do solo.

 
Esse biodigestor foi construído na propriedade do Sr. Camilo Vailati, na comunidade de São Roque, recebeu orientações do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, patrocínio da agência SICOOB e apoio da Prefeitura de Veranópolis, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico.

terça-feira, 10 de março de 2020

COMPOSTAGEM com minhocas EM PORTO ALEGRE!!




A vermicompostagem é um tipo de compostagem. Todavia, essa técnica utiliza minhocas para degradar a matéria orgânica presente no resíduo. Por utilizar minhocas, o processo é muito mais rápido que a compostagem tradicional, pois os vermes aceleram o processo de decomposição da matéria orgânica.

O substrato formado no tratamento do resíduo orgânico é o húmus de minhoca. Um fertilizante muito rico em nutrientes. O húmus é inodoro, leve, macio, solto, finamente granulado e rico em minerais que são absorvidos pelas plantas. O seu pH neutro permite que o adubo seja colocado diretamente sobre raízes das plantas sem causar danos a elas, como queimaduras.

As minhocas trituram os resíduos orgânicos, liberando um muco que facilita a decomposição por microorganismos decompositores. Assim o processo de humificação é acelerado. Além disso, promove o desenvolvimento de uma grande população de microorganismos. Assim sendo, o vermicomposto tem uma qualidade melhor do que o composto formado na compostagem tradicional.
A comercialização do húmus é muito lucrativa para as empresas. A preocupação com o meio ambiente e com o desenvolvimento sustentável aumenta a procura por produtos ecologicamente correto. As organizações que ofertam esses produtos estão se destacando no mercado.

O vermicompostor pode ser construído tendo por base uma caixa de madeira com tampa. É necessário que a caixa tenha alguns orifícios no fundo para melhor drenagem, e nas paredes laterais para melhor ventilação. Além de uma tampa para manter a umidade e evitar a proliferação de insetos.
As minhocas mais adequadas para vermicompostagem são as minhocas vermelhas da Califórnia e as minhocas da Terra.
Os resíduos orgânicos que podem ser utilizado na vermicompostagem são:
  • vegetais e frutas em gerais;
  • cascas triturada de ovo;
  • borra de café e filtro;
  • folhas de chá;
  • feijão;
  • resíduos de jardim;
  • papel e cartão (cortado e molhado);
  • arroz e massas cozidas;
  • pão, bolo, cereais, etc..
Já outros resíduos orgânicos não podem ser utilizado na vermicompostagem, pois são prejudiciais as minhocas. São:
  • carne e peixe;
  • fritos;
  • saladas temperadas com vinagre, azeite e óleos;
  • limão, laranja, etc.;
  • resíduos tratados com pesticidas.

Passo a passo da vermicompostagem

Primeiramente o vermicompostor deve ser forrado com tiras de papel, jornal, folhas secas e pouca terra. Essa “cama” deve estar úmida para criar um ambiente adequado para as minhocas.
Depois as minhocas devem ser colocadas por cima da “cama”. Em seguida coloque sobre as minhocas os resíduos cortados em pedaços pequenos, para facilitar a decomposição. E faça outra “cama” por cima.
Durante uma semana não devem ser adicionados mais resíduos ao vermicompostor, para que as minhocas possam habituar ao novo ambiente e comecem a decompor os resíduos.
Após este período adicione resíduos ao vermicompostor 3 ou 4 vezes por mês. Para isso basta afastar a cama e espalhar uniformemente os resíduos. Após adicionar cubra novamente com a “cama” e tampe o vermicompostor.
Importante que seja tomado alguns cuidados, como manter no máximo 2 cm de resíduos acima das minhocas. Além disso, monitorar o cheiro. Se o vermicompostor tiver um odor forte é sinal que deve ser interrompido por 1 ou 2 dias a colocação de resíduos. Outro cuidado importante é manter a vermicompostagem arejada. Para isso, basta remexer suavemente utilizando um utensílio com pontas arredondadas ou a mão.
Em 3 a 6 meses será possível recolher o húmus formado.

FORNEÇO MINHOCAS CALIFORNIANAS! 

agropanerai@gmail.com

sexta-feira, 6 de março de 2020

segunda-feira, 2 de março de 2020

Folha On - Conheça o cultivo do Bambu Gigante em Planalto





Bambu é uma planta originaria do mundo inteiro exceto do continente europeu. No Brasil existem diversas espécies nativas (mais de 50 na mata atlântica) e muitos bambus exóticos que os Japoneses e Portugueses trouxeram ao Brasil. Bambu é conhecido por ser uma planta versátil de uso para inúmeras funções, como no combate a erosão do solo, cerva viva, no paisagismo em geral além de ser uma madeira sustentável para inúmeros fins.
Além disso, é muito difundido na construção civil, principalmente no oriente, serve como matéria prima na construção de pequenos edifícios, andaimes, quiosques, como acabamento, forrações, pisos entre outros. O bambu também é um excelente componente paisagístico para ornamentação, e uma ótima aplicação é no uso de cerca viva, é possível formar cercas vivas de inúmeras formas, para diversas funções, graças a flexibilidade desta planta milenar.
Neste texto apresentaremos 5 dicas de como plantar muda de bambu de maneira correta.

O Plantio da Muda de Bambu

5 Dicas de Como Plantar Bambu

1.Diferenciado o Tipo de Bambu

Saber a diferença entre os tipos de bambu é o primeiro passo antes do plantio da muda. Existem três divisões principais sobre as espécies de bambu: alastrantes, semi-alastrantes e entouceirantes. Bambus alastrantes, devido suas características, não costumam ser plantados em residências, mas são muito uteis para conter erosão. Bambu alastrante como o próprio nome sugere, produz rizomas que se espalham rapidamente e são considerados um tipo invasivo. Bambus semi alastrantes possuem tanto rizomas (parte subterrânea do bambu) curtos, que não alastram e rizomas longos, que alastram. Já bambus entouceirantes ou simpodiais não alastram e ficam como moitas localizadas.

2.Escolha o Local

A maior parte das espécies de bambu adapta-se melhor em climas tropicais ou subtropicais, porém há variedades que resistem a temperaturas de até -7º C, como o bambusa gracilis.
O bambu normalmente precisa de uma grande quantidade de luz solar, sendo necessário em média 3 horas de sol por dia. Além disso, a planta possui um sistema radicular superficial e como tem um crescimento muito rápido, pode sofrer com a ação de ventos fortes. Escolha um local considerando estas informações.

3.Preparação do Solo

No Sítio da Mata as mudas de bambu são enviadas envoltas em estopa e plástico filme para garantir a umidade da planta. Caso o solo não esteja em condições ideais, nutrido e com boa umidade, antes de realizar o plantio no solo definitivo opte por deixar a planta de quarentena.
Realize o plantio provisório em um vaso o saquinho próprio e deixe a muda de bambu pode 2 ou 3 semanas, para então move-la para o local definitivo.

4.Adubação

A adubação é parte crucial para o crescimento saudável da muda de bambu, há 3 tipos de adubação principais, a orgânica, que consiste no uso de esterco de vaca, frango ou composto orgânico misturado a terra. O segundo tipo é o adubo NPK 10 10 10 e por fim o adubo oferecido pela Sítio da Mata com fosfato e hidrogel.

5.Controle de Bambu

A adubação do solo é parte crucial para o crescimento saudável da muda de bambu, há 3 tipos de adubação principais, a orgânica, que consiste no uso de esterco de vaca, frango ou composto orgânico misturado a terra. O segundo tipo é o adubo NPK 10 10 10 e por fim o adubo oferecido pela Sítio da Mata com fosfato e hidrogel.

Como Plantar Muda de Bambu com Auxilio do Sitio da Mata

Ao comprar conosco, fornecemos todas as informações de como plantar muda de bambu, para que não haver problemas no crescimento e multiplicação da planta. O Sitio da Mata possui funcionários qualificados prontos para o atendimento.

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