terça-feira, 21 de outubro de 2014

Propriedade Modelo Agricultura Familiar - Programa Rio Grande Rural





O casal Daniel e Cassiane são agricultores do município gaúcho de Boqueirão do Leão. Eles produziam fumo, e resolveram mudar. Aproveitaram as políticas públicas do município e dos governos estadual e federal. Hoje eles diversificaram a produção, e faturam até com o turismo rural. A propriedade é um modelo para a agricultura familiar.

Jornalista Tiago Bald
Boqueirão do Leão - RS

sábado, 18 de outubro de 2014

7 dicas para deixar sua horta mais produtiva




Plantar uma horta é uma tarefa recompensadora, mas que exige muita precaução para evitar o fracasso e o desperdício. O Projeto Interagir, patrocinado pelo programa Petrobras Socioambiental, preparou uma lista com cuidados que vão desde o trato das sementes ao uso do adubo correto. Veja abaixo:
1. Use sementeiras
Toda horta começa com uma sementeira, que são bandejas de isopor e plástico ou simplesmente copinhos descartáveis onde você vai produzir suas mudas. A terra , chamada de substrato, é diferente da terra das hortas e pode ser encontrada em lojas agrícolas. No substrato úmido devem ser plantadas, no mínimo, três sementes para garantir que pelo menos uma vingue.
2. Bom solo é fundamental
O local da implantação da horta deve ser plano, com disponibilidade de água e bem iluminado, o ideal é que fique exposto ao sol de quatro a cinco horas durante o dia. Para que a terra fique fofa, ela precisa ser revirada a cerca de 15 com de profundidade e precisa estar livre de pedras, mato e qualquer tipo de lixo.

Foto:©nixoncreative/iStock
3. Use brita e bidin
É aconselhado colocar uma camada de bidin (material que pode ser comprado em lojas agrícolas) sobre um pouco de brita no fundo do canteiro para melhorar a drenagem da água. Tomando essas preocupações, evita-se o endurecimento e o desmanche da terra.
4. Canteiros são práticos
Plantar as hortaliças em canteiros, ao invés de longas fileiras, é a maneira mais prática de cultivar sua horta. Os canteiros devem ser elevados entre 10 e 15 cm do chão e estar a, no mínimo, 40 cm de distância um do outro.
5. Plante na vertical
Se existe a possibilidade de plantar na vertical, não perca tempo.  Você pode apoiar frutas, legumes e vegetais como tomate, feijão, ervilhas, abóbora, melão em treliças, cercas e estacas. As plantas que crescem na vertical recebem mais circulação de ar ao redor das folhas, diminuindo assim a possibilidade de doenças provocadas por fungos.
6. Intercale culturas
Intercalar cultivos só traz vantagens ao jardineiro, uma vez que ele consegue colher variadas culturas em um mesmo canteiro. É preciso pesquisar, entretanto, quais plantios são compatíveis. Por exemplo, a colheita de alface pode ser seguida pela de rúcula, a de manjericão pode ser seguida por cebola e assim por diante.

Foto:©iStock/Zocchi2
7.  Use adubo orgânico
Para adubação de canteiros, os adubos químicos por serem prejudiciais à saúde e a natureza, portanto devem ser evitados. Recomenda-se o uso apenas de adubos orgânicos como húmus de minhoca, esterco curtido e terra vegetal.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

VIDA SUSTENTÁVEL - 19 coisas que só quem tem uma composteira caseira vai entender




Ter uma composteira caseira é um ótimo jeito de produzir o seu próprio fertilizante natural e ainda reduzir a quantidade de resíduos orgânicos jogados no lixo. O sistema é simples, basicamente são caixas com terra e minhocas, onde, junto com os restos de alimentos, acontece a produção de chorume. Se você ainda não tem uma composteira, mas deseja ter, clique aqui e saiba como fabricar a sua própria estrutura.
Se você já tem, provavelmente se identificará com a lista abaixo:
1. Após jantar na casa de um amigo, você vai querer levar todo o resto de comida para alimentar as suas minhocas em casa. O mesmo acontece com os restos de frutas e cascas que os colegas do trabalho iam jogar no lixo, mas você apareceu bem na hora para impedir tamanho desperdício.

Foto: Renata Borges Alves / Grupo Composta São Paulo
2. Você vai sonhar com minhocas.
3. E sempre vai achar que as suas minhocas estão passando fome.
4. As minhocas são tão importantes, que você começa a ficar neurótico quando não as vê vagando pelo seu solo. Pode até acordar à noite para tentar encontra-las e garantir que estão vivas, sãs e salvas.

Foto: Gabriela Fernandes Leite / Grupo Composta São Paulo
5. A retirada do chorume é quase tão aguardada quanto o feriado prolongado, o natal ou o carnaval.
6. Quando esse dia chega e você vê aquele líquido lindo saindo de sua composteira dá vontade de chorar de emoção ou ligar o som no último volume e dar uma festa, mesmo que os convidados seja apenas você (e as minhocas, claro).

Foto: Mayra Rosa / Altair Oliveira / Grupo Composta São Paulo
7. O lixo da sua casa foi reduzido em pelo menos 1/3 ou até mais.
8. Quem não conhece você muito bem e ouve dizer que tem um minhocário em casa, acha que você é muito hippie, alternativo e até um pouco louco.
9. Sempre que você vê alguém jogando fora os resíduos orgânicos o seu coração dói (e muito). Aí você pensa nas minhoquinhas passando fome.
10. O seu jeito de enxergar e aproveitar os alimentos muda muito depois de uma composteira. Por ter que picar tudo antes de colocar na terra, você percebe que muitos talos e folhas ainda podem ser aproveitados em alguma receita.
11. Você reduz o desperdício. Após ver que uma fruta estragou, antes mesmo de ser consumida, você pensa melhor quando vai às compras.
12. Esqueça as suas inimizades. Os seus maiores inimigos agora são as mosquinhas da banana e os pulgões.
13. Você também tem um novo melhor amigo, o Neem, um repelente natural usado em toda a composteira.
14. O seu radar pessoal é acionado a cada mudança na composteira. Uma larva faz todos os seus alertas apitarem. Você vai entra em pânico, achando que este é o fim do mundo.
Até alguém mais experiente dizer que é totalmente normal, “isto é apenas o ecossistema”, a vida e a natureza.
15.  A matéria orgânica seca (serragem e folhas secas) vale mais do que ouro para você.

Foto: Francisco Bocchini / Grupo Composta São Paulo
16. Todos os dias você quer conferir se tem alguma mudinha nova aparecendo na sua terra.
17. E depois você fica na expectativa para tentar descobrir qual era a origem da plantinha e o que ela vai virar.

Foto: Evorah Cardoso / Grupo Composta São Paulo
18. Sua nova terapia são os grupos de “composteiros” no Facebook. Lá você desabafa, conta os seus problemas, dá dicas, depoimentos, manda fotos, vídeos e recarrega as energias para picar mais alimentos para as minhoquinhas.
19. Assim você também ganha centenas de novos amigos, já que estão todos no mesmo barco.
No final você descobre que não pode mais viver sem fazer compostagem, essa possibilidade simplesmente não existe!
Redação CicloVivo

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Você sabia? É proibido aplicar Glifosato nas cidades ou zonas urbanas - ANVISA



Nota Sobre o Uso de Agrotóxicos Em Área Urbana

Preocupada com a difusão da prática não autorizada de uso de agrotóxicos (herbicidas) para o
controle de plantas daninhas em áreas urbanas especialmente em praças, jardins públicos,
canteiros, ruas e calçadas, em condições não controladas pelos órgãos públicos competentes,
 esta Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) submeteu à consideração da população,
 mediante a publicação da Consulta Pública nº. 46/2006, proposta de Resolução de sua Diretoria
Colegiada para regular a prática da capina química por empresas de
jardinagem profissional, nos termos previstos no Decreto nº. 4.074/2002.

No processo de Consulta Pública, colhendo contribui ções dos diversos segmentos da sociedade,
bem como das áreas técnicas da Agência e de outros órgãos do Sistema Único de Saúde
(SUS) evidenciou-se que a regulamentação dessa prática não se revelava o melhor caminho na busca
da proteção e da defesa da saúde da população brasileira.

Os produtos que visam alterar a composição da fauna ou da flora, com a finalidade de preservá-las
da ação de seres vivos considerados nocivos, são definidos nos termos da legislação vigente
 (Lei nº. 7.802/89) como produtos agrotóxicos, tanto quando se destinam ao uso rural ou urbano.
São produtos essencialmente perigosos e sua utilização, mesmo no meio rural, deve ser feita
sob condições de intenso controle, não apenas por ocasião da aplicação, mas também com o
isolamento da área na qual foi aplicado.

No processo de consulta pública ficou evidenciado que não seria possível aplicar medidas que
garantissem condições ideais de segurança para uso de agrotóxicos em ambiente urbano. Por esse
 motivo a Diretoria Colegiada da ANVISA decidiu arquivar a Consulta Pública nº. 46/2006,
afastando a possibilidade de regulamentação de tal prática.

Justificam tal conclusão, entre outras, as seguintes
condições:
1. Durante a aplicação de um produto
 agrotóxico, se faz necessário que o trabalhador que
venha a ter contato com o produto, utilize
equipamentos de proteção individual. Em áreas
urbanas outras pessoas como moradores e
 transeuntes poderão ter contato com o agrotóxico,
sem que estejam com os equipamentos de
proteção e sendo impossível determinar-se às
 pessoas  que circulem por determina da área
 que vistam roupas impermeáveis, máscaras, botas e
 outros equipamentos de proteção.
2.Em qualquer área tratada com produto agrotóxico é necessária a observação de um período
 de reentrada mínimo de 24 horas, ou seja, após a aplicação do produto, a área deve ser isolada
e sinalizada e, no caso de necessidade de entrada no local durante este intervalo, o uso de
 equipamentos de proteção individual é imperativo. Esse período de reentrada é necessário
 para impedir que pessoas entrem em contado com o agrotóxico aplicado, o que aumenta
muito o risco de intoxicação. Em ambientes urbanos, o completo e perfeito isolamento de
uma área por pelo menos 24 horas é impraticável, isto é, não há
meios de assegurar que toda a população seja adequadamente avisada sobre os riscos que
corre ao penetrar em um ambiente com agrotóxicos, principalmente em se tratando de
crianças, analfabetos e deficientes visuais.

3.
É comum os solos das cidades sofrerem compactação o u serem asfaltados, o que favorece
o acúmulo de agrotóxico e de água nas suas camadas superficiais. Em situação de chuva,
dado escoamento superficial da água, pode ocorrer a formação de poças e retenção de
água com elevadas concentrações do produto, criando uma fonte potencial de risco de
exposição para adultos, crianças, flora e fauna existentes no entorno. Cabe ressaltar neste
ponto que crianças, em particular, são mais sujeita s às intoxicações em razão do seu baixo
peso e hábitos, como o uso de espaços públicos para brincar, contato com o solo e poças
de água como diversão.

4.
Em relação à proteção da fauna e flora domésticas ou nativas, é importante lembrar que
cães, gatos, cavalos, pássaros e outros animais podem ser intoxicados tanto pela ingestão
de água contaminada como pelo consumo de capim, sementes e alimentos espalhados nas
ruas.

5.
Por mais que se exija na jardinagem profissional o uso de agrotóxicos com classificação
toxicológica mais branda, tal fato não afasta o risco sanitário inerente à natureza de tais
produtos.Por oportuno, importa ainda observar que há, no mercado, produtos agrotóxicos
 registrados pelo Instituto Nacional do meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA)
identificados pela sigla “NA” como agrotóxicos de uso Não-Agrícola. No entanto, essa
identificação, ao contrário do que possa parecer á primeira vista, não significa a autorização da
utilização de tais produtos em área urbana. Os produtos registrados pelo IBAMA apenas podem ser
aplicados em florestas nativas, em ambientes hídricos (quando assim constar no rótulo) e outros
ecossistemas (além de vias férreas e sob linhas de transmissão).
Dessa forma, a prática da capina química em área urbana não está autorizada pela ANVISA
ou por qualquer outro órgão, não havendo nenhum produto agrotóxico registrado para tal finalidade.

Brasília, 15 de janeiro de 2010.
Diretoria Colegiada da ANVISA

Venda de Humus, pode render um bom dinheiro.


Boa tarde! Se o esterco dos animais é um problema na sua propriedade, se as frutas e ou verduras estragaram por problemas climáticos, a produção de humus é uma solução.
No sítio do meu amigo Roberto, estamos planejando o início de uma criação de minhocas da califórnia e produção de humus. Já tenho as matrizes em casa. Caso alguém queira adquirir alguns exemplares, podemos atender.ok

 O número ideal para início de uma criação é de mil (1.000) minhocas por metro quadrado de canteiro. Elas atingem a idade adulta com 60 a 90 dias e produzem de dois a dez ovos. O período de incubação é de 21 a 28 dias.

O minhocário deve ficar em local protegido de ventos, chuvas e de insolação direta. A alimentação, meio de cultura ou substrato pode ser feita somente com esterco curtido e sem contaminação, ou, se houver disponibilidade, também com palha de capim misturada ao esterco, em partes iguais e restos de hortaliças. A água deve ser pura (sem contaminação). A umidade ideal tem de estar em torno de 75%. Para verificar isso, é só encher a mão com o substrato e apertar. Se saírem pequenas gotas de água entre os dedos, está no ponto. A temperatura, por sua vez, pode variar de 18ºC a 23ºC.

A criação deve ser feita em tanques, caixas ou montes. Para tanques, as dimensões devem ser de 40 cm de altura, 1 a 2 metros de largura e comprimento variável. As paredes podem ser feitas com tijolos e o piso com cimento, para facilitar o manejo, mas pode ser feito também na terra. Os pisos de cimento devem ter uma declividade de 2%, com drenos. Galinhas, pássaros e formigas são inimigos naturais e precisam ser controlados. Por isso, recomenda-se dispor uma pequena camada de capim em cima do substrato para proteger as minhocas. É preciso também evitar incidência de plantas invasoras.

 A transformação do substrato em meio de cultura em húmus varia de 45 a 60 dias. Após esse período, o húmus tem de ser retirado para que novo substrato seja colocado. Caso contrário, as minhocas podem morrer ou fugir. A produção média de húmus é de 350 kg por metro quadrado. A venda desse adubo natural é feita principalmente para floriculturas, viveiros de mudas, supermercados.

A criação em cativeiro tem como objetivo a venda de minhocas para reprodução, isca, produção de húmus ou alimentação para animais. A espécie mais adaptada às condições de cativeiro é a Vermelha da Califórnia (Eisenia phoetida), por ser bastante rústica e muito produtiva. Uma colônia com  mil e quinhentas minhocas está sendo vendida a R$ 80,00 em média, enquanto um saco com 50 kg de húmus custa de R$ 30,00 a R$ 50,00.





Pasto Apícola e Medicinal no Brasil



(algumas das variedades mais conhecidas)
Alexandre Montenegro, E-mail: a.montenegro@uol.com.br )
Ainda não dispomos de um conhecimento sistêmico, regionalizado, das espécies nectaríferas e fornecedoras de substâncias para própolis. Pouco sabemos da excelência, propriedades, maior ou menor teor de glicose e frutose. As listagens disponíveis em literatura apícola, são fruto da observação de poucos apicultores.

O desmatamento e o monocultivo em áreas extensivas com uso de agrotóxicos, desperta para a necessidade de formar pasto apícola onde possível, unido à mata natural, primária ou secundária, promovendo o reflorestamento e garantindo o abastecimento de pólen e néctar sadios, durante todo o ano.

Consultando apicultores e estudiosos, organizamos esta lista, com algumas espécies que podem rodear os apiários, para a felicidade das abelhas e para uma futura apicultura profissional.

FRUTIFERAS


Abacate


Persa gratissima


óleos, perseitol, proteínas, vitaminas, sais minerais, clorofila, carotenóides


Amexeira


Eriobothria japonica





Araçá


Psidium araca





Cajú


Anacardium occidentale


Taninos, resinas, saponina


Coqueiro


Cocus nucifera


Glicose, frutose, proteínas, sais minerais, tanino


Carambola


Averrhoa carambola


Alcalóides, glicosídeos


Castanha portuguesa ou da India


Aesculus hippocastanus


Flavonóides, vitaminas, fitosterol


Goiaba


Psidium guayava


Mucilagens, minerais, pectina, taninos


Ingá


Ingá edulis





Jambo


Eugenia malaccensis





Jambolão


S. ambolanum





Jaboticaba


M. cauliflora


Ácido cítrico, açúcares, vitamina C


Laranja


Citrus sinensis


Flavonóides, vitamina C


Maçã


Malus sp.


Vitaminas, ácidos orgânicos sais minerais


Marmelo


Cidonia vulgaris





Mexerica, Tangerina


Eucitrus reticulata





Lima


Citrus bergamia





Pera


Pyrus communis





Pessegueiro


Prunus persica





Pitanga


Eugenia uniflora





Tamarindo


Tamarindus indica





Uva do Japão


Hovenia dulcis





Limão


Limão







REFLORESTAMENTO


Assa Peixe


Vernonia polyanthes


Flavonóides, glicosídeos, flavonóides, sais minerais


Capinxingui


Cróton foribunda





Canela branca


Mectandra cuspidata





Pau Brasil


Cesalpinia echinata





Pau ferro


Cesalpinia férrea





Sibipiruna


Cesalpinia peltophoroides





Guassatonga


Caesaria sylvestris


Óleo essencial, saponinas, taninos, antocianinas


Palmito Juçara


Euterpe edulis





Sangue de dragão


Cróton umuarama





Astrapéia


Dombeia natalensis–branca. 
Dombeia wallichii – rosa





Maria mole


Senecio pinniatus





Cedrinho


Cupressus sempervirens





Mamona ou Carrapateira


Ricinus communis


Proteínas, ácido ricinoléico, saponinas, taninos


Vassourinha


Baccharis dracunculifolia


Flavonóides, propolis, néctar


Pata de Vaca


Bauhinia forficata


Glicosídeos, flavonóides, quercetina, minerais, tanino


Leucena


Leucaena leucocephala


Proteinas, Vitamina A, mimosina




MEDICINAIS CULTIVADAS E INVASORAS, HORTA E JARDIN


Alfavaca anis


Oncimun selloii


Anetol, saponinas, taninos


Alecrim


Rosmarinus officinalis


Pineno, diterpeno, flavonóides


Amor agarradinho


Antigonus leptopus


Flores ano inteiro, 30% de néctar


Anis, Erva doce


Pimpinela anisum


Anetol


Babosa


Aloe Vera. 
Aloe barbadensis


Glicosídeos, mucilagens, taninos


Camomila


Matricaria camomilla


Flavonoides, azuleno, cumarinas, minerales


Calêndula


Calendula officinalis


Carotenóides, flavonóides


Carquejo


Baccharis genistelloides


Mirosina, glicose, frutose, pectina, minerales, antibióticos


Chagas ou Capuchinha


Tropaeolum peregrinum


Glicose, frutose, pectina, antibióticos


Chapéu-de-couro


Echinodorus macrophyllus


Flavonóides, minerais, saponinas, alcalóides


Cosmos


Cosmea bipinata


Pólen ano inteiro


Dente-de-leão


Taraxacum officinale


Látex, resina, carotenóides, fitosterol, colina


Guaco


Mikania speciosa


Resinas, taninos, ácidos orgânicos, néctar


Guandú


Cajanus indicus


Proteínas, minerais (fósforo), vitaminas A, B1, B2 e C


Jurubeba


Solanum paniculatum


Glicoalcalóides, flavonóides, resinas, ceras, saponinas


Manjericão


Ocimum basilicum


Eugenol, estragol, linalol e terpenos


Margaridão


Montanoa bipinnatifida


Pólen (outono e inverno)


Malva branca


Sida glaziovii


Mucilagem, antocianinas


Ora pro nobis


Pereskia aculeiaya


Vitaminas A, B, C, minerais, néctar


Sabugueiro


Sambucus albis. 
Sambucus nigra


Sais minerais, flavonóides


Serralha


Sonchus olaraceus


Látex, minerais, flavonóides, esteróis, resinas


Sete sangrias


Cuphea cartaginensis


Resina, óleo, flavonóides


Tanchagem


Plantago major


Xilose, galactose, taninos, minerais, saponinas


Urucum


Bixa orellana


Carotenóides, flavonóides, néctar


Bibliografia:
Neif P. Guimarães - Apicultura, a Ciência da Longa Vida, 1989.
Nei B. de Mello - Guia Prático do Apicultor, 1989.
Guia Rural Plantar, Dezembro, 1991.
Monsenhor Agenor Neves Marques - Abelha Maravilha, 1993.
Sylvio Paniza - Plantas que curam, 6ta. Edição, 1997.
Otto Andersen, Verônica U. Andersen - As Frutas silvestres Brasileiras, 1988