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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Coração de Bananeira: Conheça os benefícios e aprenda 4 receitas!!!

 fonte: souvegetariano.com

Você sabe o que é Coração de Bananeira?

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O Coração da Bananeira é uma PANC que vem ficando cada vez mais conhecida. Também chamada de umbigo da bananeira, ou simplesmente de coração de banana, este “pedaço” da bananeira que normalmente era descartado, hoje vem sendo utilizado como alimento em muitos países.

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Coração de Bananeira / Foto: Marina Godward

É aquela parte bonita, bem roxa, que fica pendurada logo abaixo do cacho de banana. Normalmente é descartado, para não roubar os nutrientes da banana. Mas saiba que o coração da bananeira pode ser aproveitado (e muito bem!) em diversas receitas.

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Coração de Bananeira na bananeira / Foto: Marina Godward

Essa “pequena” PANC (planta alimentícia não convencional) rende receitas como caponatas, mexidos, escondidinhos e até XAROPE!

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Coração de Bananeira na bananeira / Foto: Marina Godward

Mas antes de te explicar como utilizar o Coração da Bananeira vamos te contar alguns benefícios:

• Popularmente o Coração de Bananeira é utilizado no preparo de xarope para tratar doenças respiratórias, como asma e bronquite
• Ele possui alto teor de carboidratos e de proteínas, associado à um baixo teor de lipídeos (gorduras) e calorias. Ou seja, o Coração de Banana te dá bastante energia e nada de gordurinhas e calorias.
• O coração de bananeira é uma boa fonte de fibras, que auxiliam na manutenção da saúde gastrointestinal. Por isso é bem comum ouvir por aí que o umbigo da banana ajuda a prevenir doenças, contribui para a redução dos níveis de colesterol, para a normalização da glicose sanguínea e facilita a motilidade intestinal, evitando constipação
• E por último, mas não menos importante, o coração da banana é relativamente barato. Então você pode aproveitar seus benefícios gastando pouquinho, e de quebra evitando o desperdício 

Aqui no nosso veggie office, nós inventamos um escondidinho de coração de bananeira. O início do seu preparo é basicamente o mesmo que você irá fazer em outras receitas. Olha que fácil.

Primeiro Você descasca o Coração de Bananeira.

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Coração de Banana descascado | Foto: Marina Godward

Esses pedacinhos brancos entre cada camada de casca também são utilizados.

Depois você corta o coração da banana em fatias

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Coração de Banana picado | Foto: Marina Godward

Cozinhe o coração de bananeira com bastante água e bicarbonato de sódio até ferver.

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Coração de Banana picado na panela| Foto: Marina Godward

Depois você escorre o Coração de Banana

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Coração de Banana pós ferver| Foto: Marina Godward 

E repete o processo com a água e o bicarbonato de sódio.

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Feito isso, é só misturar com outros tempeiros conforme a receita que você for fazer.

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Coração de Banana refogado | Foto: Marina Godward

A gente fez este Escondidinho

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Escondidinho de Coração de Banana| Foto: Marina Godward

Para pegar nossa receita completa é só clicar aqui.

Além de escondidinho. O Coração de Banana também rende outras super receitas (modéstia a parte, a nossa é de longe a mais bonita o/)

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Tem Antipasto
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Receita completa aqui.

Caponata
Caponata-De-Coracao-De-Banana
Receita completa aqui.

E até xarope
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Xarope caseiro | Foto: Blog Pilotando Fogão

Receita completa aqui.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Pesquisadores desenvolvem sistema de produção para a ora-pro-nóbis

Fonte: site globo rural

A Embrapa hortaliças desenvolveu um sistema de produção pra essa espécie nutritiva e fácil de cultivar.

 

Caroline DulleyGama, DF  
Reza a lenda que uma planta boa de comer, que cercava as antigas igrejas de Minas Gerais, acabou recebendo o nome de ora-pro-nóbis, que em latim quer dizer “rogai por nós”. Mas a planta não se faz de rogada: cresce em qualquer cantinho e faz parte da história de muitas famílias mineiras.
Esse é caso de Iara Viase, pequena produtora de Sabará, município que fica a 25 quilômetros da capital mineira: “Com o surgimento do festival do ora-pro-nobis aqui na região, nós não tínhamos uma demanda suficiente. Então, meu pai decidiu vamos fazer uma plantação”, conta.
O ora-pro-nóbis é um tipo de cacto, originário da América Tropical e que se adaptou bem no Brasil. É uma planta rústica, com espinhos grandes e resistentes no caule. Sem nenhum tipo de poda, os ramos podem chegar a quatro metros de altura.
Na Embrapa Hortaliças, que fica no Gama, perto de Brasília, os pesquisadores Nuno Madeira e Neide Botrel estudam a planta há mais de 10 anos. A florada do ora-pro-nóbis, que ocorre a partir do segundo ano, dura só um dia. Os frutos do tipo baga escondem duas ou três sementes escuras. “É uma planta riquíssima, uma cactácea, mas é o único gênero de plantas das cactáceas que tem folhas verdadeiras”, comenta Nuno.
Quanto mais a planta cresce, mais espinhos aparecem e a colheita fica mais difícil. Uma planta com sete anos, pode ter mais de dois metros de altura e suas hastes começam a se entrelaçar. Pensando nisso, os pesquisadores desenvolveram uma técnica de manejo. “A gente propôs fazer um manejo que fizesse uma domesticação, pra que a planta não fique tão vigorosa e que a gente consiga fazer várias colheitas de uma forma muito mais facilitada pro agricultor”, explica Nuno.
Em cinco anos de pesquisa, os agrônomos chegaram a um sistema de plantio adensado com colheitas sucessivas. A propagação é feita por estacas, plantadas em linhas duplas, com espaçamento de um metro entre plantas e 1,20 m entre linhas. São cinco mil pés por hectare. No período chuvoso, dá para colher as folhas a cada três semanas. Já na seca, no intervalo de dois meses.
Colheita ideal
Com esse sistema de produção, os agrônomos chegaram ao número ideal de colheitas, entre seis e oito por ano. A pesquisa mostrou ainda que a produtividade aumentou. “A gente tem cinco mil quilos mais ou menos de produção a cada corte, com seis a oito cortes, até nove cortes por ano”, comenta Nuno.
A agrônoma Neide Botrel explica que existem duas possibilidades de colheita: cortar a haste inteira e depois retirar as folhas maiores ou então cortar apenas as pontas da planta. Essas ponteiras valem mais no mercado, porque as folhas são mais novas e suaves: “Parte dela pode ser consumida como um produto fresco, como por exemplo na salada, para ter um aproveitamento maior dos nutrientes. São produtos bem sensíveis, que podem quebrar, então o ideal é colocar em uma embalagem pra ser comercializado”.
Sempre depois da colheita, vem a poda de formação. Nessa hora, é cortar sem dó. Pelos cálculos dos agrônomos, dá pra fazer a colheita e poda de formação em 200 plantas por dia.
Os resultados da pesquisa despertaram o interesse pelo ora-pro-nóbis. Em um dia de campo, a Embrapa Hortaliças conseguiu reunir 150 pessoas interessadas em plantas alimentícias não convencionais. São agricultores, pesquisadores, nutricionistas que vieram de várias partes do país, para discutir e aprender um pouquinho mais sobre esse tipo de plantação.
O zootecnista Cláudio Oliver cultiva a planta há 20 anos, em Palmeira, no Paraná, usada para alimentar o rebanho de cabras. O animal como só as folhas, desviando dos espinhos. O ora-pro-nóbis tem um rico valor nutricional, com teor de proteína que chega a 32% na matéria seca. “Descobri uma planta fantástica, uma quantidade de proteína equivalente ou superior ao da alfafa”, comenta o zootecnista Cláudio Óliver.
Cláudio cuida de uma estação experimental de ora-pro-nóbis e vai levar a ideia do plantio adensado: “A gente vai experimentar com a colheita feita pelo próprio animal, em sistemas de piquetes. A suspeita é que a gente consiga sair do binômio gramíneas e leguminosas, que tradicionalmente é usado em alimentação de pequenos ruminantes, pra incluir a cactácea como uma alternativa a mais”.
O pesquisador Nuno Madeira deixou o experimento no campo e for para a cozinha ensinar uma receita tradicional: o frango caipira com ora-pro-nóbis. Confira a receita completa no vídeo acima.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Ora-pro-nobis, o bife dos pobres



Ora-pro-nóbis, a planta que contém 25% de proteína

      Ela pode ser usada como cerca viva, ornamentação ou alimento. Mas uma coisa é fato: a ora-pro-nóbis vem conquistando cada dia mais as pessoas. Em especial, os veganos.
      A planta é originária do continente americano e seu nome
científico é Pereskia aculeata.
      Do latim, seu nome significa “rogai por nós”, e segundo tradições, esse nome foi dado por algumas pessoas que a colhiam no quintal de um padre enquanto ele rezava em latim.
      É encontrada em abundância na região Sudeste do Brasil e muito usada na culinária.
      Seu cultivo é fácil e seu valor nutricional muito alto. Adapta-se facilmente a diversos tipos de solo e climas. Ela pertence à família das cactáceas. Na idade adulta, sua estrutura em forma de arbusto torna-se uma excelente cerca viva, tanto para ser usada como quebra-vento quanto como barreira contra predadores. A existência de espinhos pontiagudos nos ramos inibe o avanço dos invasores.
      Sua floração ocorre por apenas um dia, podendo ocorrer de janeiro a abril com flores pequenas e perfumadas de coloração branca. A produção de seus frutos ocorre de junho a julho apenas, e são amarelos e redondos. A generosa e bela floração é um ornamento ao ambiente, ideal para decoração natural de propriedades rurais, como chácaras, sítios e fazendas. Suas propriedades já são bastante conhecidas justamente pelas pessoas que vivem nas zonas rurais, e a cultivam em seu quintal como remédio e alimento. Foi a partir desse conhecimento popular que a Ora-pro-nobis passou a chegar às grandes cidades, ainda de forma bastante tímida. 

TENHO MUDAS EM PORTO ALEGRE. agropanerai@gmail.com
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domingo, 30 de abril de 2017

Conheça os benefícios e saiba como usar a ora-pro-nobis, o superalimento proteico!!

Fonte: blog barra de cereal


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Muito utilizada na culinária de Minas Gerais, a ora-pro-nobis ainda é pouco conhecida no resto do país. Seu alto valor nutricional torna as folhas da planta uma excelente escolha para consumo. A nutricionista Fernanda Bortolon nos explica mais sobre esse superalimento:
O que é? Planta originária do continente americano, a ora-pro-nobis, de nome científico Pereskia aculeata, é encontrada em abundância na região Sudeste do Brasil e muito usada na culinária. Do latim, seu nome significa “rogai por nós”, e segundo tradições, esse nome foi dado por algumas pessoas que a colhiam no quintal de um padre enquanto ele rezava em latim.
Benefícios:
- Considerada um superalimento, a ora-pro-nobis contém elevado valor nutricional, com proteínas (das folhas secas), vitaminas A, B e C; e minerais como ferro, cálcio e fósforo.
- A alta concentração de vitamina C ajudará a fortalecer o sistema imunológico, evitando uma série de doenças oportunistas;
- Seu alto teor de fibras ajuda no processo digestivo e intestinal, promovendo saciedade, facilitando o fluxo alimentar pelo interior das paredes intestinais, além de ajudar a recompor toda a flora intestinal.
- Rico em vitaminas A, B, C, proteína, magnésio, fosforo e cálcio, a folha do ora-pro-nobis (parte que é consumida), é carnuda e por isso não se desmancha no cozimento. Ela possui uma baba muito parecida com a do Quiabo ao ser cortada.
- Por ser tão rica em nutrientes, o ora-pro-nobis começou a ser consumida, e possui o apelido de carne dos pobres. Além de barata, o cultivo dessa planta é muito fácil, e pode ser feito em vários tipos de terrenos.
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Foto: Gazeta do Povo
Como incluir na alimentação? Suas folhas, secas e moídas ou frescas são a parte comestível, e podem ser usadas em receitas como sopas, omeletes, tortas e refogadas, ou ainda cruas em saladas. Além disso, podem ser usadas para enriquecer a farinha, massas e pães.
Quantidade recomendada por dia? Não tem restrição.
Dica da nutri: Por apresentarem fácil digestão, as folhas da planta podem ser usadas de diversas formas. Uma boa alternativa é triturá-las com água no liquidificador e juntar à massa do pão, acrescentando ao alimento mais nutrientes e uma atraente cor verde. O mesmo pode ser feito com a massa de macarrão. As folhas podem também enriquecer saladas, refogados, sopas, omeletes, tortas ou mesmo dar mais riqueza ao nosso velho arroz-com-feijão.
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