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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Como podar e cuidar de suas roseiras





Marcelo Marthe foi ao sítio de um grande produtor do Ceasa para mostrar como cuidar corretamente das roseiras, desde o plantio até a poda, que acontece no inverno. Até a posição da tesoura faz diferença.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Saiba tudo sobre Rosas, a rainha das flores

Extraído do blog:plantei

      Não é segredo pra ninguém que a rosa é considerada a rainha das flores. E nem precisa de justificativa para isso. Não há nenhuma outra planta com tantas qualidades que possa liderar a lista. A grande diversidade de cores, tamanhos e perfumes são apenas algumas características dessa planta tão amada e cultivada. Em todas manifestação de arte a rosa se faz presente. Seja na poesia, na pintura ou na decoração. Em qualquer cultura ela também está. Para termos uma ideia de como ela desperta interesse e fascínio nas pessoas, os chineses já cultivavam roseiras desde 2650 a.C.
      Na Europa elas chegaram através dos persas, e de lá, as rosas conquistaram os romanos que as usavam como alimento. Vezes para enfeitar carnes, outras para enfeitar saladas. Muitas personalidades conhecidas (como Cléopatra e Afrodite) ajudaram a propagar a paixão por essas tão lindas flores.
      Existem pelo menos cinco grandes grupos de rosas: as roseiras bravas, as arbustivas, as trepadeiras, as de canteiro e as rosas-rugosas.
      Ao escolher uma espécie é importante levar em consideração onde pretende cultivá-la, quanto tempo poderá dedicar (pois algumas espécies precisam de mais cuidados, principalmente em relação as podas), se a cor harmoniza com o ambiente ou com o destino que elas levarão e quantas florações espera por ano.
rosa-trepadeira
      Conheça as características de cada tipo.
Rosas bravas: Ela é a antepassada de todas as outras espécies. Desenvolveu-se livremente na natureza, desde as zonas climáticas temperadas até as subtropicais do hemisfério norte. Os cruzamentos entre elas feitos pelo homem precisam de alguns cuidados especiais. Já as roseiras bravas legítimas estão adaptadas ao rigor do inverno e também às condições de solo. No outono apresentam bonitos frutos e quase todas florescem uma vez por ano. Bem diferentes das rosas compradas em arranjos de floricultura, as flores desse tipo de roseira têm apenas cinco pétalas. Nos jardins, podem tanto se transformar em trepadeiras quanto em arbustos. Espécie ideal para cercas e treliças.
Rosas arbustivas: O tamanho é semelhante ao das bravas. Chegam a ultrapassar 2 metros de altura e podem ter floração o ano todo. Nessa espécie encaixam-se os tipos modernos, as roseiras antigas e as inglesas. Desenvolvem-se isoladamente nos jardins, ou em pequenos grupos. Quanto plantadas em cercas, oferecem abrigo aos animais.
Rosas de canteiro: Estas ostentam grandes flores e costumam desabrochar com frequência. As roseiras chamadas “de chá” possuem haste longa e ereta, com flores de pétalas simples ou dobradas. Embora impressionem mais em pequenos grupos, são indicadas para grandes áreas e combinam com arbustos e flores de verão. Outro grupo é formado pelas roseiras Floribundas: resultado do cruzamento das roseiras híbridas de chá e das Poliantas, produzem flores em cachos de diferentes tamanhos. Estas nos jardins, combinam com arbustos coloridos. E há ainda, o grupo das roseiras miniaturas, que possuem cerca de 30 cm de altura e floração contínua. Estas florações crescem como pequenos arbustos. Precisam de um lugar que possam dominar e que receba bastante sol.
Rosas trepadeiras: A forma de crescimento e as flores é o que as distinguem.
Rambler: possui ramos finos e flexíveis, rastejantes ou suspensos, precisando de apoio para poder trepar. As flores são pequenas e desabrocham em cachos apenas uma vez por ano. Seu formato natural deriva das roseiras bravas. Em jardim, sobem por paredes e pérgolas.
Climber: possui ramos rígidos e trepa sem apoio a uma altura máxima de 6 metros. De crescimento ereto, floração também é em cachos, muitas vezes com grandes botões, e ocorre ao longo de todo o verão.
Rosas rugosas: Podem desabrochar em cachos, uma única vez ou de forma contínua. Os cultivares variam no crescimento, tendo desde as totalmente rastejantes, de forte ou fraco desenvolvimento, passando pelas arqueadas até as eretas, com 2 metros. As rosas rugosas cobrem o chão, mantendo-o assim longe de ervas daninhas. Se dão bem em caramanchões e são bem resistentes.
      Para o plantio de sua roseira, prepare a cova cerca de 15 dias antes, cavando uma área de mais ou menos 30 cm ou que seja larga o bastante para receber o torrão de raízes da muda. No fundo do buraco, coloque uma colher de sopa de calcário dolomítico. Passados os quinze dias, prepare a mistura com 2 colheres (sopa) de farinha de osso, 2 colheres (sopa) de composto orgânico e 1 colher (sopa) de NPK 10-10-10. Adicione esse preparo à terra vegetal, mexa bem e use esse substrato no plantio.
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Roseiras de trepar devem ser colocadas inclinadas, a 20 centímetros da parede ou do suporte em que vão se apoiar. As de caule ereto necessitam de estaca.
      São plantas que não gostam de água em excesso e pegam inúmeras doenças quando as raízes são mantidas úmidas. Uma prática que não vale para a maioria das flores é regar próximo ao meio-dia. No entanto, curiosamente para a roseira esta é a melhor forma de evitar as doenças, pois permite às raízes aproveitarem a água num curto espaço de tempo e passarem o resto do dia secas. Essa prática também evita o aparecimento das três doenças fúngicas mais comuns em roseiras: míldio, oídio e ferrugem.
      A maior dúvida quando o assunto é poda é em relação a época do ano em que se deve fazer isso. Muitas pessoas podam as roseiras nos dias 23 ou 24 de junho, respectivamente véspera e Dia de São João. Esse costume é comum entre o pessoal mais antigo e há uma lógica para isso: 23 de junho costuma ser a noite mais longa do ano aqui no Brasil, assim, podar as roseiras nessa data marcaria o fim da dormência das plantas e o início da brotação para a primavera. Mas a poda anual (ou de formação) não precisa ser feita exclusivamente nesses dois dias. Se você mora em uma cidade de clima quente, pode escolher qualquer data entre junho e julho para cortar os galhos mortos, velhos, secos, doentes e mal-formados. O correto é corta-los bem embaixo, uns cinco ‘nós’ acima da terra, pingando uma gota de própolis em cada machucado. Isso acelera a cicatrização e impede doenças. Se você mora no Sul do país ou em região serrana, onde costuma haver geadas no inverno, adie a poda anual para agosto. Nessa época a temperatura está mais amena e os brotos não correrão o risco de congelar.
      A poda de limpeza que é feita para remover flores secas e estimular a floração, deve ser feita toda semana. Corte o cabinho de cada flor junto com três pares de folhas assim que as flores começarem a despetalar. Isso impede que as flores murchas desperdicem a energia da planta e atraiam insetos, melhora a ventilação entre os ramos e ainda faz a planta produzir uma florada mais cheia.
      É importante não esquecer de adubar a roseira com NPK 10-10-10 uma vez a cada dois meses, para que ela fique tão saudável quanto bonita.
      A reprodução das roseiras costuma ser feita por estaquia. Para isso, retira-se um galho de 20 cm a 30 cm bem formado, sem flores e com três pares de folhas. Corte a ponta na diagonal e espete a estaca na mesma mistura usada para o plantio, excluindo apenas o calcário. Mantenha esta estaca em local com muita claridade, mas de forma que não receba sol direto, e regue com um pouco mais de frequência, para manter a terra ligeiramente mais úmida do que se a muda já estivesse formada. Em poucas semanas a planta terá produzido novos brotos indicando que já existem raízes novas. Aí é só esperar mais algumas semanas e realizar o plantio em local definitivo.
      Todas as rosas são comestíveis mas as perfumadas são mais saborosas. Então caso pretenda cultiva-las para comer, cuide bem para que todo o cultivo seja orgânico. Há muitas receitas caseiras que podem lhe auxiliar a não utilizar fungicidas, bactericidas e inseticidas. Vale lembrar que as rosas de floricultura que não são produzidas para consumo humano e sim para decoração possuem esses produtos. Então não as utilize para essa finalidade de forma alguma.
      Além de embelezar o ambiente e serem utilizadas na alimentação, as rosas rendem sucos, xaropes e águas aromatizadas. As pétalas são muitas vezes adocicadas e em algumas ocasiões se transformam em cremes e geleias.
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Nome popular: rosa
Outros nomes: roseira, roseira-grandiflora, rosa-miniatura, rosa-silvestre, rosa-rugosa, rosa-trepadeira, rosa-arbustiva
Categoria: flores
Família: Rosaceae
Ordem: Rosales
Subfamília: Rosoideae
Origem: Ásia
Propagação: por estaca, muda ou semente
Iluminação: sol pleno
Rega: pouca água
Plantio: o ano todo
Perfumada: sim
Floração: o ano todo
Frutos: não comestíveis

terça-feira, 5 de julho de 2016

Multiplicando plantas por meio de estacas



O que é estaquia?A estaquia, ou "multiplicação por estacas", é um meio de reprodução assexuada (propagação vegetativa), muito utilizada nas produções de mudas de plantas, principalmente as ornamentais e frutíferas.
O método consiste no plantio de um ramo ou folha da planta, desenvolvendo-se uma nova planta a partir do enraizamento das mesmas.

Todas a plantas podem ser reproduzidas assim?

Não são todas as plantas que podem ser reproduzidas por estaquia. Cada espécie de planta possui um método diferente mais adequado para sua multiplicação. Algumas espécies muito difíceis de multiplicar por estaquia, podem ser reproduzidas facilmente por outro método: a alporquia. (Saiba mais sobre a alporquia)
estaquia de roseiras
Estaquia comercial de roseiras
Qual a vantagem de usar estacas?
As grandes vantagens de multiplicarmos as plantas por estaquia são a facilidade de fazê-la, e a possibilidade de propagarmos as melhores plantas, conservando as características da mesma.
Como fazer estaquia? 
Como já foi dito, cada planta possui um método mais adequado de propagação. Há alguns tipos diferentes de estaquia, que apresentaremos a seguir. Para fazer a estaquia, é recomendável que procuremos saber qual é o melhor método para a planta que se pretende reproduzir. Caso você não encontre essa informação, tente alguns métodos até que dê certo, já que é um processo relativamente fácil.
Em alguns casos, o uso de hormônios enraizadores (em geral auxinas), ajuda a melhorar a formação de raízes nas estacas. Mas o uso domiciliar é raro, devido ao alto custo e dificuldade de manuseio.
Várias partes da planta podem ser usadas como estacas, com procedimentos levemente diferentes que detalhamos a seguir:
A) Estacas de ramos novos (ponteiros)
É o método mais adequado para ser utilizado para grande parte das plantas ornamentais, já que as plantas geradas por esse método são em geral, mais parecidas com a planta que as originou.
Passo-a-passo: 
  1. Cortarmos uma ponta de ramo lateral, formando uma estaca de aproximadamente 7 a 12 cm de comprimento. Devemos escolher sempre os ramos mais vigorosos, saudáveis e sem flores.
  2. Retiramos as folhas da base das estacas, o que estimula o crescimento de raízes, principalmente nas bases das folhas retiradas.
  3. Colocamos os ramos em substrato adequado (terra, areia, entre outros), enterrando a base sem folhas. Assim, novas raízes se formam na planta, originando novas mudas. Em alguns casos, colocam-se as bases da estaca em água ao invés de substrato, plantando as mudas em terra assim que enraizadas.

Corte o ponteiro

Retire as folhas da base 


Enterre a base da estaca e regue
B) Estacas de ramos semi-lenhosos (tenras na ponta e firmes na base)
Em plantas ornamentais, esse método é muito utilizado para propagar plantas arbustivas.
  1. Cortamos um ramo lateral, formando uma estaca de aproximadamente 10 a 15 cm de comprimento. Devemos escolher sempre os ramos mais vigorosos, saudáveis e sem flores.
  2. Retiramos as folhas da base das estacas, o que estimula o crescimento de raízes, principalmente nas bases das folhas retiradas. É recomendado que cortemos as folhas restantes pela metade, para diminuir as perdas de água por transpiração.
  3. Colocamos os ramos em substrato adequado (terra, areia, entre outros), enterrando a base sem folhas. Assim, novas raízes se formam na planta, originando novas mudas.

C) Estacas de ramos lenhosos (firmes, lignificados)
É o método mais utilizado para árvores (a maioria das frutíferas), arbustos e roseiras. Para as plantas cujas folhas caem no inverno (planta decíduas), é recomendado que as estacas sejam feitas quando a planta estiver sem folhas, perto do período de rebrota das folhas.
  1. Cortamos um ramo lateral firme, formando uma estaca de aproximadamente 15 a 30 cm de comprimento. Devemos escolher sempre os ramos mais vigorosos, saudáveis e sem flores.
  2. Caso a estaca possua folhas, retire as folhas da base das estacas, o que estimula o crescimento de raízes, principalmente nas bases das folhas retiradas. É recomendado que cortemos as folhas restantes pela metade, para diminuir as perdas de água por transpiração. No caso das roseiras, recomenda-se a utilização de ramos que já floriram, mas sem flores no momento.
  3. Colocamos os ramos (estacas) em substrato adequado (terra, areia, entre outros), enterrando a base sem folhas. Essas estacas podem ser plantadas também diretamente no local definitivo, apesar disso, é recomendado o seu plantio anteriormente em vasos ou sacos de mudas. Assim, novas raízes se formam na planta, originando novas mudas.

Corte o ramo

Retire as folhas, se houverem

Enterre a base das estacas

Estacas brotando após algumas semanas 
D) Estacas de folhas
É um método utilizado em plantas ornamentais principalmente em suculentas, mas são utilizadas comercialmente na produção de mudas de algumas espécies de eucalipto. As plantas geradas por este método são muito parecidas com a planta que as originou, sendo por isso um processo interessante.
Como exemplo, mostraremos a reprodução da violeta-africana.
  1. Cortamos uma folha saudável da planta, retirando-a até a base.
  2. Enterramos aproximadamente um terço da folha em um substrato adequado, com a base da folha para baixo. Para o substrato, pode ser utilizada areia, terra, etc. O mesmo processo pode também, em alguns casos, ser realizado na água. Assim, as folhas enraizarão e formarão novas plantas.

Retire a folha

Enterre a base da folha e regue 


FONTE: http://www.cultivando.com.br/termos_tecnicas_multiplicando_estaquia.html
  

domingo, 15 de maio de 2016

Roseira que não dá rosa? Aprenda a podar certo





No interior, é comum ouvir as pessoas mais velhas comentarem que só podam as roseiras no Dia de São João. Será que se podar em outra época do ano a planta dá menos rosas? E qual o jeito correto de podar, tem que ser só um pouquinho ou cortar o galho todo? Para responder a todas essas perguntas, nossa paisagista Carol Costa faz um passo a passo da poda das roseiras no programa Vida Melhor, com Cláudia Tenório. Você vai terminar sabendo tudo isso e um pouco mais sobre a rainha das flores. Mais dicas de jardinagem no site Minhas Plantas (http://www.minhasplantas.com.br).

sábado, 14 de maio de 2016

Época de cuidar das Rosas e Roseiras


RosaPodar envolve a remoção de qualquer rosa danificada, doente ou morta, para aprimorar a aparência, estimulando o crescimento e o controle de pestes e doenças. Podar de um jeito impróprio ou erroneamente poderá afetar a floração e o crescimento. O “como e quando” de cortá-las é determinado pelo tipo da mesma. Aqui irei dar alguns passos básicos para aparar sua rosa.

As plantas estarão prontas para serem podadas quando o arbusto começar a ficar sem folhas, ou então com algumas folhas durante a estação de inverno. Use uma faca afiada ou tesouras de poda e lembre-se de que deverá cortá-las aproximadamente a um centímentro abaixo do botão de rosa. Remova todas os cabinhos velhos, doentes ou danificados. Tire fora os caules que atravessam direto ao centro e reduza o centro da planta.
Reduza em 1/3 a parte crescida na última estação. Os cortes finais ajudam a determinar a forma da planta. Depois que limpar o resto da sujeira na planta, cheque se há insetos ou algum tipo de doença.

Fertilização

Ainda que algumas roseiras possam florescer sem fertilização, elas precisam dos nutrientes para chegar ao máximo de sua performance. Então, para isto se torna necessária a aplicação de fertilizantes de sua preferência. Os três nutrientes básicos para um crescimento saudável de qualquer tipo de planta são: Nitrogênio, Fósforo e Potássio.
Não fertilize novamente as rosas até que os botões floresçam. Evite usar fertilizantes químicos, tente as seguintes alternativas orgânicas: Torta de mamona, farinha de ossos, esterco curtido, cinzas sem sal, compostos orgânicos, emulsão de peixe (adubo feito com água de aquário mais resto composto de peixes de água doce), adubo comum, húmus de minhoca, alga marinha ou adubo vegetal.

Irrigação

RosaA quantia e a freqüência de irrigação irão depender to tipo de solo, tamanho do arbusto, e da precipitação pluviométrica de sua área. Se você vive em uma área empoeirada, deverá limpar as folhas de sua rosa pelo menos uma vez por semana (você irá fazê-las um grande favor!), e isso também ajuda a retirar pequenos insetos que grudam debaixo das folhagens. Alguns outros tipos de rosas precisam de irrigação toda manhã, mas evitando que deixe cair gotinhas de água nos botões e na folhagem, e providenciando forração na base de sua planta, para que o solo segure a umidade.
O uso da forração em volta das roseiras ajuda a deixar o solo umedecido, e também atrasa o crescimento das ervas daninhas. A forração pode ser feita de muitos materiais, como: Pedaços de madeiras, palhas ou grama seca recortada em pedacinhos. Materiais decorativos como madeira dura retalhada, casca de pinus, casca de coco podem ser usadas também. Quando aplicar qualquer forração, não amontoe na base dos caules, e sim espalhe por todo o vaso, com mais ou menos 3,4 centímetros de espessura (Sempre recoloque caso precise!).

Pragas e Doenças

Insetos e doenças nas folhagens poderão afetar suas rosas. Existem três tipos de problemas, a saber: Fungos, poeira e ferrugem. Para os fungos, você deverá limpar perfeitamente os restos de folhagem velha caídas durante as podas, e pulverizar com um fungicida que você tenha preferência.
O saneamento do jardim é a melhor maneira de acabar com a ferrugem que pode surgir em suas folhas e pode ser controlada com fungicida. Insetos e ácaros, como pulgões, tripes, besouros, larvas, moscas, lagartas e vermes, também causam problemas em suas plantas. Os Ácaros são os que mais causam danos às rosas. Os inimigos naturais dos ácaros e muito bem recomendados são as joaninhas. Elas comem os pulgões, que consequentemente poderiam deixar suas flores murchas e deformadas. Os pulgões gostam de sugar a seiva das plantas, e produzem uma excreção levemente doce que atraem formigas, outras inimigas das plantas.
Para um melhor controle de besouros, lagartas e vermes mate-as manualmente usando luvas. Os tripes deformam as pétalas das rosas. Para controlá-las use inseticida debaixo das pétalas, fazendo uma certa cobertura para todas as pétalas e botões abertos. O controle é fácil e a prática da prevenção, com o uso regular dos produtos adequados, controla a maioria dos problemas com fungos, ácaros e insetos.
Texto e Fotos: Christiane Calderan


Raquel Patro é a criadora e administradora do site Jardineiro.net. Formou-se em Veterinária em 2006, quando curiosamente passou a se dedicar ao estudo das plantas e sua interação com os jardins.
Categorias: Cuidados e Dicas, Jardinagem

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Produção de rosas na zona urbana



Maio é conhecido pelo mês do dia das mães e mês das noivas. E flores sempre são bons presentes para as mulheres que são especiais em nossas vidas. E a nossa equipe foi até um local onde a produção de rosas, é a forma de renda da família Bicca.


Reportagem: Silvana Scaglioni
Imagens: Sérgio Tuninho
Edição: Silvana Scaglioni

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Poda de Roseiras, aprenda como fazer






Fotos: Portal do Jardim
Corte Correcto: Oblíquo e no sentido que brotará a gema, a poucos milímetros de distância.
Corte Correcto: Oblíquo e no sentido que brotará a gema, a poucos milímetros de distância.
Geralmente, nos meses mais frios do ano, e quando as roseiras se encontram num estado “dormente”, devem ser podadas de forma a permitir que a planta se desenvolva com a sua força dirigida a um crescimento correcto e que a ajude a produzir flores de qualidade. A maioria das plantas precisam de ser podadas, mas no caso das roseiras, a poda torna-se muito importante para o correcto desenvolvimento das mesmas. Em termos gerais, a época da poda da roseira será no início da estação de crescimento, a Primavera. No entanto, e se a sua zona for muito fria e ventosa, é aconselhável também podar no Outono, para que as roseiras não sofram danos fortes durante o Inverno.
Normalmente a primeira poda deverá ser feita um ano após ter sido plantada – a dita poda de formação, que vai orientar a estrutura da roseira. Após esta primeira modelagem da planta, deverá ser feita a limpeza anual da roseira onde a poda vai eliminar os ramos danificados, quebrados, ou com pragas que, se deixados permanecer, enfraqueceriam a planta, retirando força aos ramos saudáveis que têm o potencial de dar flores com mais qualidade.
Corte Errado: Horizontal e demasiado longe do local onde a gema brotará.
Corte Errado: Horizontal e demasiado longe do local onde a gema brotará.
Deve-se no entanto ter atenção à altura em que a poda da roseira é feita. É aconselhável aproveitar a época quando a temperatura for no máximo 10ºC, dado o estado de dormência da planta. A fase da Lua deverá ser minguante pois, embora não esteja provado, diz-se que é mais favorável para as plantas fazer a poda nesta fase lunar.
A poda das roseiras vai sempre depender da espécie em questão (será diferente se se tratar de um arbusto ou de uma trepadeira) e terá duas funções: modelar e revitalizar a planta.
Existem três tipos de poda a ter em consideração com respeito às roseiras:
Poda Baixa: Faça primeiro uma limpeza da roseira, retirando os ramos secos, fracos e mal formados. De seguida corte todas os ramos, deixando-os a uma altura de 20 a 25cm (a partir do ponto de enxerto). Corte sempre em diagonal aproximadamente 1cm acima da gema mais próxima. Isto ajudará o brotamento. Ideal para rosas-rasteiras, rosas “Santa Teresinha” ou miniaturas.
Corte Errado: No sentido contrário ao crescimento da gema.
Corte Errado: No sentido contrário ao crescimento da gema.

Poda Alta: Faça uma limpeza à planta da mesma forma que na poda baixa e corte os ramos a uma altura de 80cm a 1 metro. As hastes mais fortes podem ficar um pouco mais longas, mas procure que a roseira fique a uma altura adequada ao lugar onde está situada. Este tipo de poda é dirigida a roseiras em arbusto e trepadeiras, embora não precise de ser tão drástico no último caso.

Poda Parcial: Faça a mesma limpeza como nos casos anteriores e em seguida pode as hastes para um terço do seu comprimento total. Esta poda é mais adequada a roseiras silvestres e trepadeiras cujas hastes alcancem 3 metros de comprimento ou mais. É muito importante que deixe as hastes presas ao tutor de modo a que haja um brotamento das gemas.
É sempre importante fertilizar uma planta depois da poda, para permitir que se alimente de forma a alcançar o seu potencial nas condições em que se encontra.
Fruto da Roseira: Adie a poda do Outono para usufruir destes elementos decorativos.
Fruto da Roseira: Adie a poda do Outono para usufruir destes elementos decorativos.

O Corte Correcto
Deve podar as hastes sempre na diagonal e a poucos milímetros da gema mais próxima. Nas imagens poderá ver o corte correcto (e os incorrectos), que deve ser aplicado para permitir que a planta cresça com mais força, que no fundo é a função da poda.
Nota: se quiser que a roseira dê frutos (algumas roseiras premeiam o seu jardim com frutos de várias cores) atrase a poda de Outono. A poda correcta varia de espécie para espécie, tendo sido aqui dadas as regras gerais. Consulte o local onde comprou a sua roseira para informações mais específicas.
Sites Consultados:
http://www.botanical-online.com/rosesjardineriacastella.htm
http://www.tusplantas.com/jardin/flores/flor/?pagina=jardin_flores_flor_001_001
http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/ao1rosas1.html

Os links externos são da responsabilidade dos seus respectivos autores/produtores. O Portal do Jardim não assume qualquer tipo de responsabilidade sobre o seu conteúdo.


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Cultivo de Rosas



Rosas:As respostas para as principais perguntas sobre o seu cultivo

Por: Rose Aielo Blanco


1. Onde plantar?

De preferência, num local ensolarado e bem arejado. Para florescer bem e praticamente o ano todo, a roseira precisa de sol pleno, ou seja, pelo menos de 6 a 7 horas diárias de luz solar direta. Recomenda-se um local arejado, para evitar a o surgimento de fungos nas folhas e flores, especialmente em regiões chuvosas.

2. Que tipo de solo é mais adequado?

As roseiras podem se desenvolver bem em qualquer tipo de solo, mas é preferível garantir uma terra mais para argilosa, que tenha boa drenagem. O solo rico em húmus é especialmente benéfico para as rosas. Quanto ao pH, o índice ideal situa-se entre 6,5 e 7 (neutro). Em lojas de produtos para jardinagem, é possível adquirir kits para medir o pH do solo. Se for necessário fazer a correção, uma boa dica é a seguinte: a adição de 150g de calcário dolomítico por m2 de canteiro eleva em 1 ponto o índice de pH; por outro lado, 150g de sulfato de ferro por m2, diminui o pH em 1 ponto.

3. Como preparar o canteiro?

Cerca de uma semana antes de plantar as mudas, cave bem a terra até cerca de 40 cm de profundidade. Para cada m2 de canteiro, incorpore uma mistura de 15 Kg de esterco curtido de gado e 200g de farinha de ossos.

4. Qual é o espaçamento que devemos deixar entre as mudas na hora do plantio?

Existem vários tipos ou variedades de roseiras (silvestres, híbridas-de-chá, sempre-floridas, miniaturas, rasteiras, arbustivas, trepadeiras e cercas-vivas) e o espaçamento vai depender da variedade de rosa que estiver sendo plantada. É possível basear-se no seguinte:

· arbustivas: 1 metro entre as mudas

· trepadeiras: de 1 a 2 metros entre as mudas

· cercas-vivas: 50 a 80 cm entre as mudas

· híbridas-de-chá e sempre-floridas: 50 cm entre as mudas

· miniaturas: 20 a 30 cm entre as mudas

· rasteiras: 30 cm entre as mudas

5. Qual é o período ideal para o plantio?

Se o plantio for feito com mudas "envasadas" (normalmente vendidas em sacos plásticos), não há restrição para o plantio: pode ser feito em qualquer época do ano, mas os especialistas recomendam evitar os meses mais quentes, sempre que possível. Já para o plantio com mudas chamadas de "raiz nua", o período mais indicado vai da segunda metade do outono à primeira metade da primavera.

6. Como devem ser as regas das roseiras?

Logo após o plantio das mudas e até a primeira floração, regue moderadamente, mas todos os dias. Depois disso, recomenda-se regar uma vez por semana no inverno e duas vezes por semana em época de seca. Na temporada de chuvas é possível até suspender as regas. Uma dica: a terra deve permanecer ligeiramente seca entre uma rega e outra.

7. Qual é a adubação indicada para fortalecer e estimular a floração das roseiras?

De preferência, deve-se fazer de 2 a 3 adubações anuais: a primeira logo após a poda anual (entre julho e agosto); a segunda entre novembro e dezembro e a terceira entre os meses de janeiro e fevereiro. A melhor adubação é a orgânica, baseada em esterco animal, composto orgânico, farinha de ossos e torta de mamona. As quantidades, para cada metro quadrado de canteiro, são as seguintes:

· 20 litros de esterco curtido ou 2 Kg de composto orgânico

· 200g de farinha de ossos

· 100g de torta de mamona

Espalhe a mistura em volta das plantas e incorpore-a ao solo.

8. Quando deve ser feita a poda?

A primeira poda deve ser feita cerca de um ano após o plantio e repetida todos os anos, entre os meses de julho e agosto. Saiba mais, lendo a matéria "Poda das Roseiras".

9. Quais são os maiores inimigos das roseiras e como combatê-los?

As pragas e as doenças são grandes inimigas das roseiras. Vá até "Para ter rosas sempre lindas"e saiba tudo sobre elas.

fonte: http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/ao1rosas1.html

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Curso de poda de roseiras

Andei a remexer no bau das memórias e eis que surge esta pérola bestial.
O cenário é do Jardim Botânico da Ajuda, em Lisboa, há já alguns anos,
em pleno curso de poda de roseiras. A SIC tinha na altura um programa
sobre o mundo rural, que passava às 7,oo da manhã (será que alguém
via?!!!).

A apresentadora, uma espécie de "Sousa Veloso" dos
tempos modernos, surge então vestida rigorosamente para a ocasião,
exibindo traje e atitude que me deixaram claramente perturbado, como
aliás se nota em boa parte do filme. E não fui o único. Sem dúvida, um
dos momentos mais difíceis da minha carreira...

domingo, 4 de maio de 2014

Como podar e cuidar de suas roseiras



Marcelo Marthe foi ao sítio de um grande produtor do Ceasa para mostrar
como cuidar corretamente das roseiras, desde o plantio até a poda, que
acontece no inverno. Até a posição da tesoura faz diferença.