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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Adubação: dicas espertas para você!!

Fonte: jardineiro.net

Existem fertilizantes para cada momento e tipo de planta do seu jardim, horta ou pomar. Conheça-os e saiba utilizá-los na hora certa para o máximo desempenho das suas plantas. Foto de  UGA College
Existem fertilizantes para cada momento e tipo de planta do seu jardim, horta ou pomar. Conheça-os e saiba utilizá-los na hora certa para o máximo desempenho das suas plantas. Foto de UGA College
1. Faça a adubação quando as plantas necessitam dos nutrientes e seja específico com suas necessidades. Durante o crescimento, dê atenção à quantidade equilibrada de nitrogêniofósforo e potássio, para um crescimento vigoroso. Já em momentos como floração e frutificação, leve em consideração a redução do nitrogênio e o aumento de fósforo e potássio, importantes nessa fase.
2. Evite adubar as plantas quando elas entram em dormência, por dois motivos: Elas pouco aproveitam os fertilizante, já que seu crescimento estará naturalmente estagnado, e você evita de colocar dinheiro fora. Mas Raquel, quando as plantas entram em dormência? Geralmente no período frio ou no período seco. Algumas espécies resolvem ser ativas no inverno, florescendo ou frutificando, como algumas orquídeas, a flor de maio, etc. Use a regra geral, mas não esqueça de conhecer as individualidades de cada espécie.
3. Não negligencie a calagem. A correção do pH é primordial para que as plantas possam absorver os fertilizantes do solo. De nada adianta colocar litros de adubo em um solo excessivamente ácido. A absorção será pequena e você vai perder muito dinheiro, já que muitos fertilizantes são rapidamente perdidos para o ambiente. Por isso, antes da implantação e na manutenção de jardins, hortas e pomares, solicite a análise de solo. Ela lhe dá o diagnóstico correto do estado atual do solo, em termos de fertilidade e características físicas, além da necessidade de calcário.
4. Na praia e em outros solos arenosos, acostume-se a fertilizar com mais frequência. Isso acontece por os nutrientes percolam com mais facilidade neste tipo de solo, assim você os perde mais rapidamente para o ambiente.
A flor-de-maio está a todo vapor no inverno. Florescendo com esplendor. Não deixe de fertilizá-la nesta fase. Foto de  Björn Sahlberg
A flor-de-maio está a todo vapor no inverno. Florescendo com esplendor. Não deixe de fertilizá-la nesta fase. Foto de 
Björn Sahlberg
5. A adubação de base pode ser a diferença entre o sucesso e fracasso do plantio e transplante. Enriquecer o solo com uma boa quantidade de matéria orgânica, como esterco de curral bem curtido, e nutrientes próprios para um perfeito desenvolvimento das raízes, como fósforo e potássio, fazem toda a diferença no vigor inicial da planta muitas vezes no seu desenvolvimento final. Deixe para colocar as doses maiores de nitrogênio quando a planta já estiver bem estabelecida, dando sinais de crescimento. Nitrogênio na base pode ser utilizado, mas preferencialmente com adubos de liberação lenta e em quantidades modestas. A chance dele queimar as raízes feridas durante o transplante e as delicadas raízes em formação são grandes.
6. Jamais deixe faltar água às plantas durante o período subsequente à adubação. Elas tendem a acumular os sais dos fertilizante e podem se desidratar facilmente. Irrigando bem, você previne sérios danos às plantas.
7. A adubação ideal é aquela que é gradual e de acordo com a fase da planta, em termos de quantidade e qualidade de nutrientes. No entanto, geralmente os adubos de liberação lenta são caros e sua compra pode ser inviável. Aproveite a capacidade que as plantas tem de armazenar nutrientes em seus tecidos, como o nitrogênio por exemplo e lembre-se disso quando foi fertilizar hortaliças. Não adube se já estiver pensando na colheita. Os altos níveis de nitrogênio acumulados podem ser prejudiciais à saúde de quem consumir folhas e frutos.
8. Sempre aplique os fertilizantes em dose menor ou igual à indicada na embalagem do produto. Principalmente se eles forem adubos ricos em nitrogênio, como uréia, estercos, ou NPK 10-10-10, por exemplo. É muito comum as plantas murcharem e morrerem da noite para o dia, devido à aplicação excessiva de adubos.
9. Os dias nublados são os melhores para fertilizar as plantas. Evita-se a ação do sol intenso sobre as plantas, que ficam sensibilizadas e perde-se menos nitrogênio por volatilização. Da mesma forma, os dias chuvosos provocam grandes perdas de nutrientes, que são carregados pela água.
Um pomar bem nutrido produz em abundância e é mais resistente a doenças. Foto de  Jon RB
Um pomar bem nutrido produz em abundância e é mais resistente a doenças. Foto de Jon RB
10. Jamais utilize estercos frescos ou mal curtidos, assim como restos de alimentos, cascas, diretamente sobre o solo. A fermentação destes materiais produz substâncias que são muito prejudiciais às plantas, podendo queimar a apodrecer raízes e colo. Faça sempre a compostagem destes materiais antes de utilizar, para evitar este tipo de problema e aproveitar melhor os ricos nutrientes que eles contém.
11. A fertilização mal calculada, seja em excesso ou aplicada em dias impróprios, não é somente um desperdício de dinheiro. Os nutrientes perdidos para o ar por volatilização são prejudiciais à camada de ozônio. Da mesma forma, os que são carregados pela água da chuva e regas, podem percolar até os lençóis subterrâneos e contaminar importantes fontes de água potável. Além disso, ainda é bastante comum que cheguem aos cursos de água, como lagos e rios, e provoquem a eutrofização, por crescimento exagerado de algas e plantas aquáticas.
Foto de Samuel
Foto de Samuel
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Como plantar um jardim à beira mar

 extraído do site omeujardim


A construção de um jardim à beira pode ser de mais difícil execução e manutenção porque, na maioria das vezes, as pessoas só se deslocam à casa de praia nos meses mais quentes do verão. Dessa forma, saiba como plantar um jardim à beira mar e edifique um paraíso florido e em perfeita comunhão com a paisagem natural envolvente.
Para fazer o melhor jardim à beira mar e para não desperdiçar muito tempo das suas férias na respetiva manutenção, deve ter em atenção os aspetos seguintes:

ESCOLHER PLANTAS DE BAIXA MANUTENÇÃO

Na constituição de um jardim à beira mar, é fundamental que escolha plantas que sejam de baixa manutenção. Por norma, um jardim à beira mar pode ficar abandonado durante a maior parte do ano e, como tal, é praticamente impossível ser cuidadosamente tratado. Além disso, as regiões costeiras têm condições climatéricas específicas, como a chuva, o vento, a maresia e solos arenosos com níveis elevados de salinidade, o que faz com que nem todas as flores sobrevivam nesse contexto. Para escolher as melhores plantas de baixa manutenção que se adequam a um jardim à beira mar , deve deslocar-se a um viveiro ou loja de jardins especializada para conhecer quais são as variedades principais mais adequadas.

CONSTRUIR UM JARDIM QUE ESTEJA EM PERFEITA HARMONIA COM A PAISAGEM NATURAL

Para fazer um jardim perfeito à beira mar é fundamental que ele combine e se enquadre com a beleza natural da respetiva orla marítima. Tenha em consideração que este é um dos aspetos mais importantes no embelezamento de um espaço exterior, dado que vai determinar o sucesso ou insucesso do seu trabalho. Em caso de dúvida, deve procurar um decorador paisagístico profissional para obter uma melhor opinião acerca dos elementos que vão constituir o seu jardim e saber se estes estão ou não equilibrados e harmoniosos em relação à paisagem envolvente. A maioria dos paisagistas opta por escolher plantas tropicais , uma vez que estas adaptam-se às intempéries e combinam muito bem com a paisagem da praia.

ADQUIRIR PLANTAS DE ORIGEM LOCAL

Para salvaguardar os seus interesses, e para que o seu jardim à beira mar fique sempre esplendoroso ao longo de todo o ano, deve adquirir plantas que sejam de origem local. As plantas de origem local estão preparadas para suportar as condições climatéricas adversas que se fazem sentir nessa mesma região e têm uma adaptação mais fácil do que as demais. Tenha em mente que as plantas não devem bloquear a vista para o mar, antes pelo contrário, devem valorizá-la e ilustrá-la com harmonia.

ELEVAR O RELEVO DO TERRENO

Os terrenos muito baixos podem ser invadidos pelas águas do mar, especialmente quando a maré está alta. Para que isso não aconteça, deve elevar o relevo do terreno do seu jardim, caso contrário todo o trabalho que teve na respetiva construção pode ser engolido pela força das ondas. Neste aspeto, é também aconselhável que construa uma cerca à volta do seu jardim, para que fique o mais protegido possível.

ANALISAR A TERRA DO JARDIM

terra de um jardim à beira mar deve ser analisada detalhadamente, para que as plantas que lá forem cultivadas cresçam de uma forma saudável e consistente. O solo deve ser rico em nutrientes e, como tal, necessita de estar corretamente fertilizado. Normalmente, por serem muito arenosos, devem ser condicionados com terra mais argilosa e fertilizantes orgânicos. Tenha em mente que um solo bem preparado permite que o seu jardim esteja sempre em ótimas condições.

COMPRAR MATERIAIS ULTRA RESISTENTES PARA A DECORAÇÃO DO JARDIM

Na decoração e composição de um jardim à beira mar, deve adquirir todo o tipo de móveis e acessórios que tenham a máxima resistência, para que se mantenham em utilização o máximo de tempo possível. Uma das escolhas mais económicas e duráveis é o polipropileno, dado que este material é leve, lavável e tem uma resina especial que protege contra a radiação ultravioleta. Também pode adquirir madeiras resistentes como a teca, que dispensa qualquer tipo de manutenção e encontra-se protegida com um verniz náutico específico que mantém a qualidade dos objetos de decoração.

En qué consiste la Agricultura Urbana - TvAgro por Juan Gonzalo Angel



Twitter @juangangel
La agricultura urbana o tambien conocida como peri urbana es la práctica de un tipo de agricultura con cultivos de (i.e.(significa esto es) horticultura, forestación), ganados, y pesca dentro o en los alrededores del área urbana.

La tierra usada puede ser privada, pública o residencial, balcones, paredes o techos de edificios, calles públicas o márgenes y antiguos sotos deforestados de los ríos.

La agricultura urbana se realiza para actividades de producción de alimentos. Contribuye a la soberanía alimentaria y a alimentos seguros de dos maneras: incrementando la cantidad de alimentos disponibles para los habitantes de ciudades, y en segundo lugar provee verduras y frutas frescas para los consumidores urbanos.

Debido a que promueve el ahorro de energía la producción local de alimentos, la agricultura urbana y periurbana son actividades de sostenibilidad. También plantea otro tipo de problemas y conflictos sociales, derivados por ejemplo de la utilización de terrenos privados abandonados para la ubicación de "huertos familiares" clandestinos. También estas actuaciones incontroladas pueden plantear problemas derivados de la falta de calidad de las aguas utilizadas para el riego, a menudo aguas residuales. Requiere además de un tipo de gestión que va más allá de los agronómico o incluso lo social, pues pasa a ser un aspecto de la ordenación urbanística
La producción localizada de alimentos en áreas urbanas y peri-urbanas crea economías locales fuertes al crear puestos de trabajo. Algunos investigadores indican que estos centros de producción deberían reducir la tasa de desocupación en pueblos y grandes ciudades. Algunas escuelas como Waldorf ya incorporaron el tema a su plan de estudios. Los proyectos de agricultura urbana están comenzando a abrir un nuevo mercado laboral en áreas que han sido afectadas negativamente por subcontratación de trabajos.
A pesar que el aroma y el gusto de los productos locales son subjetivos, muchos participantes de la agricultura urbana reportan que prefieren el sabor de esos productos locales, o alimento orgánico, que los de la producción industrial. También, la agricultura urbana apoya una producción más sustentable de alimentos que intenta hacer decaer el uso de pesticidas peligrosos. Los agricultores urbanos y locales también eliminan la necesidad de conservantes, ya que sus productos no tienen que viajar largas distancias.
Vea Mas información en es.wikipedia.org

Juan Gonzalo Angel
www.tvagro.tv

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Aprenda como plantar e cuidar de uma horta de temperos no jardim, em apartamento ou na casa de praia







Ter temperos fresquinhos sempre à mão faz toda a diferença na hora de cozinhar. Para isso, nada melhor do que ter uma horta em casa. Mesmo quem mora em apartamento pode aproveitar esta facilidade. Também vale construir uma horta no jardim da casa da praia. Os temperos mais comuns para serem plantados são alecrim, manjerona, manjericão, salsinha, cebolinha e sálvia.

Como plantar e regarAs mudas podem ser plantadas em qualquer época do ano, enquanto as sementes têm um período mais propício de vingarem, conforme cada espécie. O ideal é não fazer nenhum tipo de plantio ou rega no horário de sol muito forte, perto do meio-dia. A água fria em contato com a terra aquecida por causa do calor provoca uma diferença de temperatura que não é saudável. Já no inverno, durante dias frios e nublados é possível aguar as plantas no horário de almoço.
Para plantar, o melhor período do dia durante o verão é no final da tarde, quando os raios solares não estão tão fortes. "Nos primeiros dias a muda necessita de mais água", lembra Mônica Meyer, proprietária da Garten Meyer. Para saber a quantidade certa de água que a planta precisa é necessário tocar na terra. Com o dedo indicador mesmo, no melhor estilo "fura-bolo", porém com sutileza.  Em geral, um copo d´água é o suficiente. Se a terra estiver seca, é sinal de que é necessário colocar mais água. Se ainda estiver úmida pode esperar mais algumas horas. Mesmo em vasos, o ideal é que a planta seja regada direto na terra, como ensinam a paisagista Alessandra Bottari da Nacional Jardinagem e a proprietária da Garten Meyer. 
É importante também observar a qualidade da terra. Alessandra recomenda fazer a adubação duas vezes ao ano. Há produtos químicos (NTKS) e adubos orgânicos (húmus de minhoca, esterco de galinha). A paisagista indica a segunda opção. Mônica concorda em não usar os químicos,"porque o tempero será usado na alimentação". Ela destaca ainda outra forma bastante segura de ter uma terra de qualidade para o plantio: providenciar pacotes de terra pronta para uso.
Ao escolher o espaço que será destinado a mini-horta deve ser observada a incidência do sol. Plantas não sobrevivem sem os raios solares, porém se forem muito fortes ou por muito tempo elas podem ser queimadas. Segundo Mônica, o ideal é que sejam até quatro horas diárias de exposição ao sol. "Qualquer tipo de planta, inclusive hortaliças e temperos sempre precisam  ter exposição ao sol, principalmente o sol da manhã que é o ideal", explica a Alessandra. A paisagista afirma que até meio-dia ou uma da tarde ainda é válido. Se for impossível garantir as horas matinais, o sol de final de tarde pode ser uma alternativa.
Horta na casa de praiaA principal diferença de preparar uma horta na praia, além de garantir o sol pelo tempo adequado, é verificar as correntes de vento. "Vento demais prejudica, ele resseca a planta e queima as folhas", salienta a paisagista. Ela explica que se o solo for rico em nutrientes e adequado para o plantio, a areia que vem mesmo com o vento fraco não vai atrapalhar. Mas se houver muita areia junto da terra a muda será prejudicada: "Daí a planta não dura, tem que ser um lugar mais protegido, atrás de um muro por exemplo", indica Mônica. A profissional também sugere fazer a rega duas vezes ao dia se o local recebe muito vento.
Horta em apartamentoQuem deseja ter uma mini-horta em um apartamento vai precisar de vasos e floreiras. É preciso definir um local que pegue sol para acomodá-los. "Qualquer tipo de planta, inclusive hortaliças e temperos precisam ter exposição ao sol, principalmente o sol da manhã que é o ideal", explica a paisagista Alessandra Bottari, da Nacional Jardinagem. Portanto, o local escolhido deve ter ao menos quatro horas de exposição solar, preferencialmente durante a manhã.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Horta de temperos na casa de #praia, cultive!!!

Exige cuidado redobrado com sol e ventos

Boa pedida até mesmo para quem mora ou passa alguns dias de folga no litoral, a horta de temperos pode descer a serra e formar um lindo jardim na varanda ou quintal da sua casa de praia. Para isso, alguns cuidados precisam ser tomados, pois as condições climáticas do local podem comprometer o desenvolvimento das plantas se não forem levadas em consideração.
Incidência do sol 
Qualquer tipo de planta, inclusive os temperos, não sobrevivem sem os raios solares. No entanto, se eles forem muito fortes ou incidirem por muito tempo sobre a horta, podem queimar as folhas das espécies cultivadas. Por isso, no litoral, o ideal é que as ervas tenham até quatro horas diárias de exposição ao sol e nada mais.
Correntes de vento 
Devido às correntes de vento típicas da região litorânea, a horta de temperos precisa ser cultivada em um lugar protegido, como atrás de um muro, por exemplo. Isso porque a ação constante dos ventos sobre a planta resseca e pode até queimar suas folhas, além de levar areia para a terra do vaso ou canteiro, prejudicando o seu desenvolvimento.
Regas
Os ventos típicos da região litorânea também influenciam diretamente na quantidade de regas que a horta de temperos deve receber. Nos locais que sofrem muito com as correntes de ar, a dica é fazer a rega duas vezes ao dia para evitar o ressecamento das espécies cultivadas. “No entanto, para ter certeza se é ou não hora de molhar suas plantas, coloque o dedo na terra para averiguar se ela está úmida ou seca”, ressalta Silvia Jeha, herborista do viveiro Sabor de Fazenda, de São Paulo.
Nutrição
Independentemente do ambiente, a nutrição da horta de temperos é fundamental para o seu desenvolvimento. Por isso, aplique humus de minhoca ou adubo orgânico. Sucesso!
http://donaflorgarden.com.br/horta-temperos-casa-praia-exige-cuidado-redobrado-sol-ventos/

sábado, 12 de dezembro de 2015

Flores e arbustos para plantar num jardim à beira mar

extraído do site omeujardim



As flores e os arbustos que são tolerantes ao sal, à areia e às mais diversas condições climatéricas adversas são os ideais para serem cultivados num jardim à beira mar. Isso acontece porque dão-se bem nos solos que, à partida, não têm as melhores condições de cultivo e, ao mesmo tempo, garantem uma paisagem deslumbrante. Conheça as principais flores e os tipos de arbustos que pode plantar num jardim à beira mar.

MURTA (BACCHARIS HALIMIFOLIA)

A Murta tem o nome científico de Baccharis halimifolia e pertence à família das Asteraceae. Esta planta é a única da sua espécie que é capaz de atingir dimensões deárvore , uma vez que pode atingir cerca de 1,85 a 3,70 metros de altura. A Murta tem pequenas folhas verdes ovais e conjuntos de flores de cor verde e branca. A sua época de florescimento ocorre entre os meses de agosto e outubro e com isso surgem inúmeras borboletas e abelhas. Esta planta dá-se melhor num local húmido, com sombra parcial e exige um solo arenoso para crescer de uma forma saudável. A sua indiferença à água salgada do mar faz com que seja um arbusto ideal para ser utilizado num jardim à beira mar.

IPOMÉIA (IPOMOEA CAIRICA)

A Ipoméia tem o nome científico de Ipomoea cairica e pertence à família das Convolvulaceae. É uma trepadeira muito rústica que apresenta um rápido desenvolvimento e, na maioria das vezes, possui flores de coloração rosa com um centro roxo. É uma planta que pode ser utilizada para cobrir uma treliça, pérgola, cerca ou muro. A Ipoméia é cultivada em pleno sol e dá-se bem em solos arenosos, sendo por isso muito encontrada ao longo da costa de uma praia ou em dunas costeiras. Ela distingue-se das demais por ser resistente ao vento, sal e calor e isso faz com que seja uma das mais utilizadas na decoração de um jardim à beira mar.

BELDROEGA DA PRAIA (PORTULACASTRUM SESUVIUM)

A Beldroega da praia é a designação comum dada a várias espécies de plantas das famílias Aizoaceae, Urticaceae e Portulacaceae. Trata-se de uma planta perene que cresce nas áreas costeiras, chegando a atingir cerca de 7,5 a 20 metros de altura. Apresenta folhas verdes e brilhantes lanceoladas e as suas flores são de cor rosa ou roxa durante o ano inteiro. Esta planta cresce em terrenos argilosos, de calcário e arenito e exige um local quente e húmido para florescer corretamente. É de realçar que as folhas da Beldroega da praia são comestíveis e são muito utilizadas na medicina tradicional.

UVA DO MAR (COCCOLOBA UVIFERA)

A Uva do mar tem o nome científico de Coccoloba Uvifera e pertence à família das Polygonaceae. É um arbusto de fácil cultivo que cresce em solos arenosos, não é exigente com a irrigação e suporta os ventos fortes e as altas temperaturas. Trata-se de uma planta que chega a atingir cerca de 9 metros de altura, tem folhas verdes e redondas que apresentam uma nervura principal de cor vermelha. Os seus frutos são comestíveis ao natural ou dão origem a deliciosas geleias, doces ou vinhos. Esta planta é muito apreciada no mundo da jardinagem e isso deve-se à sua resistência e aparência tropical, o que transforma por completo a aparência e beleza de um jardim à beira mar plantado.

OS ARBUSTOS DE ALTO PORTE

Na constituição de um jardim à beira mar, os arbustos de alto porte são uma excelente opção, na medida em que impedem a passagem do vento e ajudam a construir um espaço mais privativo e pessoal. Dos mais utilizados, destaca-se o seguinte:

O PITOSPORO (PITTOSPORO TOBIRA)

O Pitosporo tem o nome científico de Pittosporo tobira e pertence à família das Pittosporaceae. É um arbusto que pode atingir cerca de 3 metros de altura e é muito utilizado como cerca viva, impossibilitando os olhares e a atenção alheia. Trata-se de um arbusto muito ramificado, com folhas verdes e ovais de ponta arredondada, tronco sinuoso e flores brancas. O Pitosporo é um arbusto de alto porte que se constitui como uma mais-valia na constituição de um jardim à beira mar e na decoração do seu espaço exterior, pois faz com que este seja um local mais íntimo e reservado.

OS ARBUSTOS DE BAIXO PORTE

Os arbustos de baixo porte são uma excelente alternativa para todos os que preferem trabalhar a beleza de um jardim. Trata-se de uma forma de unir a excelência de um jardim à espetacularidade da natureza circundante. Neste aspeto, existem várias árvores e plantas que combinam entre si, contudo, um dos arbustos de baixo porte mais populares é a Bela Emília.

 A BELA EMÍLIA (PLUMBAGO AURICULATA)

A Bela Emília é também conhecida como jasmim azul, tem o nome científico de Plumbago auriculata e pertence à família das Plumbaginaceae. Trata-se de um arbusto semi lenhoso, com formas irregulares e muito ramificado. As flores são pequenas e tubulares, têm pétalas arredondadas e estão disponíveis na cor branca, azul claro e azul-escuro. A Bela Emília é, sem dúvida, um arbusto de baixo porte fundamental na composição e ornamentação de um jardim e pode ser utilizado como uma cerca viva junto de um muro ou parede que esteja a delimitar o seu espaço exterior.