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sexta-feira, 17 de março de 2017

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Extrato pirolenhoso, o resíduo da fumaça que é útil na agricultura - Pro...




Um resíduo da produção de carvão é reaproveitado em viveiros de mudas no município de Pareci Novo. O uso do extrato pirolenhoso já apresenta bons resultados a mais de 30 famílias, que contam agora com uma produção mais bonita, sadia e de rápido desenvolvimento. Isto melhorou a renda familiar e a qualidade de vida, por não usarem produtos químicos.


Os agricultores interessados em conhecer mais a técnica ou começar a utilizá-la, podem procurar o escritório municipal da Emater de Pareci Novo. Fica junto à prefeitura na Rua João Inácio Teixeira, número 70. Ou entrar em contato pelo telefone (51) 3633-9131, ou pelo e-mail empareci@emater.tche.br .
Jornalista Taline Schneider 
Cinegrafista Aldir Marins
Pareci Novo - RS

ESTOU TESTANDO ESTE ADUBO NAS ORQUÍDEAS. 

VAMOS VER OS RESULTADOS!

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Loucos cultivam orquídeas nas árvores das ruas de Porto Alegre

Encontrei outro maluco ou maluca, que como eu está fixando orquídeas na av Wenceslau Escobar em Porto Alegre. Fixou as mudas em um pinus e eu estou fixando nas plameiras e tipuanas. Parabéns!!




Cultivar orquídeas é uma tarefa que não exige muito esforço, apesar disso, se a ideia for colocá-la em uma árvore, os cuidados iniciais podem aumentar. Durante a fase de adaptação, o importante é garantir que a planta tenha como obter nutrientes. Para que isso ocorra, o substrato próximo às raízes deve ser mantido no suporte preso à árvore.
Confira de perto o passo-a-passo do cultivo na árvore:
Edu Cesar/Fotoarena
Veja o que será preciso para começar o plantio

Material necessário:
1 Placa de fibra de coco
6 Pregos (tamanho 17 x 21)
1 Martelo comum
1 Tesoura
1 Par de luvas de vinil
1 Orquídea phalaenopsis

Bonita, a phalaenopsis  tem raízes fortes e largas que se agarram fortemente aos galhos. Foto: Edu Cesar/Fotoarena
O nome da orquídea tem relação à semelhança de suas flores com o formato de mariposas em voo. Prepare-se, vai começar o passo-a-passo. Foto: Edu Cesar/Fotoarena
Com cuidado, retire a orquídea do vaso. Preste atenção para não deixar o substrato cair e a planta ficar com suas raízes expostas. Foto: Edu Cesar/Fotoarena
Antes de cortar a placa de fibra de coco, meça a largura do bloco com as raízes da planta (será de aproximadamente 20 cm). Foto: Edu Cesar/Fotoarena
Corte o material em linha reta para obter a faixa que envolverá a orquídea. Foto: Edu Cesar/Fotoarena
Para que a fibra de coco se adapte melhor, amasse a placa e dê o formato de um cachepô . Foto: Edu Cesar/Fotoarena
Encoste a planta no tronco da árvore e cubra o substrato com a placa. Deixe para fora apenas as folhas e o caule. Foto: Edu Cesar/Fotoarena
Ao fixar na árvore, bata um prego de cada lado da orquídea. Foto: Edu Cesar/Fotoarena
No fundo do suporte, bata mais dois pregos e os deixe voltados para baixo, aumentando a fixação da placa. Foto: Edu Cesar/Fotoarena
Tome cuidado para não sufocar a planta com o suporte. Lembre-se de deixar a borda com um espaço maior do que o fundo . Foto: Edu Cesar/Fotoarena
Caso a orquídea seja muito pesada, o ideal é fixar também seu caule na árvore. Para isso, coloque um prego de cada lado e amarre uma fita. Foto: Edu Cesar/Fotoarena
No destaque, a orquídea catleya é um exemplo de sucesso na fixação em troncos. Foto: Edu Cesar/Fotoarena
As árvores podem receber mais de uma espécie de orquídea em seus troncos sem qualquer tipo de dano. Foto: Edu Cesar/Fotoarena
Bonita, a phalaenopsis tem raízes fortes e largas que se agarram fortemente aos galhos. Foto: Edu Cesar/Fotoarena
1/13
A importância de não deixar as raízes expostas sem nutrientes se justifica porque a orquídea demora, em média, dois meses para se fixar no tronco. Mas os cuidados também devem ser voltados para a quantidade de regas, sempre observando as características de cada planta e o clima local.
Na hora de escolher a árvore, o ideal é selecionar espécies com troncos rugosos - para facilitar a fixação da orquídea - e de, no mínimo, 60 centímetros de diâmetro. Entre as mais indicadas estão árvores frutíferas e espécies como Salix babylonica (chorão), Delonix regia (flamboyant), Ficcus spp. (falsas seringueiras) e Chorisia speciosa (paineira).
Quanto à luminosidade ideal para o cultivo, uma maneira de “regular” a incidência de luz é observar o tamanho da copa antes de amarrar a planta. Copas pequenas e de poucas folhas favorecem o crescimento de espécies que necessitam de bastante sol (cattleya, dendrobium, laelia, vanda, catasetum e cyrtopodium). Já as árvores mais frondosas atendem às necessidades das flores típicas de meia sombra (miltonia, oncidium e phalaenopsis).
Edu Cesar/Fotoarena
Como epífita, a espécie cymbidium também consegue se desenvolver no tronco de árvores
Como plantas epífitas, as orquídeas conseguem se desenvolver sobre outras espécies e dispensam adubação periódica, já que se nutrem de materiais em decomposição presentes nos troncos.
Outro ponto que merece atenção ao cultivarem árvores é o material do suporte. Placas de fibra de coco ou ainda cachepôs prontos são boas opções, mas também dá para fazer o cultivo colocando a planta dentro da própria bifurcação do tronco.
Depois que a orquídea estiver fixada – com raízes presas à casca e musgos encobrindo a superfície – será chegada a hora de retirar o suporte. Mas fique atento porque formigas podem atacar a planta e, para que isso não ocorra, aplique um formicida cerca de 20 centímetros ao redor da árvore. Siga as orientações e bom plantio

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Como dividir e replantar orquídeas



As vandas apresentam crescimento monopodial e é bem mais difícil dividi-las. Foto de  Maja Dumat
Multiplicar as próprias orquídeas é o desejo de todo jardineiro aplicado. Elas crescem devagar e é muito difícil multiplicá-las por sementes, o que torna a tarefa de dividi-las um verdadeiro acontecimento que, se cercado dos cuidados necessários, resultará em belas e saudáveis orquídeas.
As vandas apresentam crescimento monopodial e é bem mais difícil dividi-las. Foto de Maja Dumat
Tenha em mente que a divisão somente é possível nas orquídeas com crescimento simpodial, como catléias e laelias, e de orquídeas cespitosas como cimbídios e dendróbios. Plantas com crescimento monopodial, como vandas e falenópsis são um pouco mais complicadas de multiplicar por divisão e exigem muita experiência e um tanto de sorte.
Em primeiro lugar, saiba que o cuidado mais importante ao se dividir uma orquídea é verificar se está no momento certo para isso. Se dividida antes do tempo, na ânsia de se obter novas orquídeas rapidamente, corre-se o risco de atrasar a floração, ou pior, deixar a planta fraca e suscetível as doenças. Esse é um erro frequente dos iniciantes na orquidofilia, eu mesma cometi esse erro no começo, retrocedendo diversas orquídeas adultas para o estágio de seedlings.
O fato de sua orquídea não estar cabendo mais no vaso, não é motivo para divisão. Neste caso, o simples replantio resolve. Então, como saber o momento de dividir? Conte os pseudobulbos. A planta deve ter pelo menos três pseudobulbos bem desenvolvidos, e ao menos dois brotos guias bem separados, de forma que cada nova muda tenha três pseudobulbos e uma guia (eu particularmente prefiro deixar quatro pseudobulbos em cada nova muda – deve ser trauma). Ahhh… entendi, mas e se sobrar dois pseudobulbos posso fazer uma nova muda? Não! Corte a orquídea de forma que estes pseudobulbos acompanhem as novas mudas formadas. Resista a tentação de uma mudinha “extra”, definitivamente não vale à pena.
Se minha orquídea nunca floresceu posso dividir? Até pode, mas não recomendo. Uma orquídea com tantos pseudobulbos e que ainda não floresceu pode estar com problemas, geralmente falta de luminosidade ou fertilizante. A floração é a garantia de que sua planta está adulta e saudável. Portanto esperar ela alcançar este estágio é como um teste de suas habilidades com orquídeas. E você só pode passar para a próxima fase após completar a anterior.
As raízes novas com a ponta verde denunciam o momento de replantar ou dividir. Foto de Josef Makower
As raízes novas com a ponta verde denunciam o momento de replantar ou dividir. Foto de Josef Makower
Posso dividir em qualquer momento do ano? Pode sim! Vai depender mais da espécie de orquídea do que da sua vontade. Quando ela estiver começando a emitir novas raízes (aquelas com as pontinhas verdes) somente então será o momento ideal, seja inverno ou verão. Isso geralmente ocorre logo após a floração.
Pegue uma tesoura ou faca bem afiados, esterilize em água clorada, álcool ou calor e comece por remover os pseudobulbos secos, murchos ou doentes. Preserve o máximo de raízes possível, mas não deixe de cortar as raízes secas e mortas. Esterilize os instrumentos a cada orquídea, evitando assim a transmissão de eventuais doenças entre elas. Não é necessário remover todo o substrato velho que estiver emaranhado nas raízes, remova apenas o excesso e o que estiver mais fácil. Aliás, quanto menos as raízes forem manipuladas melhor, pois elas se quebram com muita facilidade. Limpe a orquídea com uma escova bem macia, sabão neutro e sob água corrente, mas somente se ela estiver muito suja ou infestada com pragas, como cochonilhas por exemplo.
O vaso pode ser de qualquer material, mas é primordial que seja bem drenável, com furos grandes na base e se possível nas laterais. Vasos de cerâmica costumam ser os mais indicados, por serem mais frescos, ventilados e duráveis, mas atualmente até garrafas pet podem ser utilizadas com sucesso. Esqueça o pratinho, ele é totalmente contraindicado no cultivo de orquídeas.
Esta orquídea leva no substrato apenas casca de pinus e isopor. Foto de Maja Dumat
Esta orquídea leva no substrato apenas casca de pinus e isopor. Foto de Maja Dumat
A escolha do substrato deve levar em consideração a espécie de orquídea e a disponibilidade de material na sua região. Você pode usar materiais como pedra britada, cacos de cerâmica, fibra de coco, argila expandida, carvão vegetal, casca de coco, casca de pinus, esfagno, caroços de coquinhos (de palmeiras como açaí, butiá), sabugo de milho, casca de arroz carbonizada, etc. Eu gosto de juntar ramos secos finos que caem no jardim, ou devido à poda das árvores, picá-los em pedaços com 1 a 3 cm de diâmetro. Obtenho assim um substrato natural, barato e bem próximo do que as orquídeas epífitas apreciam. A mistura de materiais é uma boa pedida para equilibrar a capacidade de retenção de água com a drenagem. Alguns retém muita água, enquanto outros praticamente nada. Case a espécie de orquídea com a frequência das regas e descubra o que funciona melhor para você. Não esqueça que orquídeas rupícolas e terrestres pedem substratos apropriados ao seu habitat.
Com suas mudas já devidamente limpas e separadas proceda o envase. Aqui vem as dicas para o replante também. Sempre coloque a ponta do rizoma mais antigo o mais próximo possível da parede do vaso. Assim sobra mais espaço para a guia crescer e se desenvolver. O rizoma deve ser sobreposto ao substrato e jamais ser enterrado. Essa tarefa é um tanto árdua, pois a orquídea tende a ficar completamente solta no vaso. A tentação de enterrar um pouquinho é forte! Mas resista, pegue barbante e tutores de bambú, madeira, arame ou plástico e vá amarrando sua orquídea ao tutor. Cuidado para não apertar demais. Se possível arame o rizoma ao vaso, pois também ajuda.
Fique de olho na nova muda. Folhas amareladas indicam sol em excesso, e folhas verde-escuras demais, indicam sombra demais. Regue normalmente, o enraizamento é um tanto lento e há que se ter paciência.

 Boa Sorte nas suas multiplicações!

Raquel Patro é a criadora e administradora do site Jardineiro.net. Formou-se em Veterinária em 2006, quando curiosamente passou a se dedicar ao estudo das plantas e sua interação com os jardins.

sábado, 2 de julho de 2016

Como transplantar sua orquídea?




Uma planta conhecida por sua bela flor, que pode ser de variadas cores, é a orquídea. Esta é uma planta que pode ser encontrada em quase todos os lugares do mundo – a única exceção é a Antártida. Por ser uma planta que se dá muito bem com o clima tropical, é uma ótima ideia cultivá-la nas terras brasileiras.
Uma orquídea bem tratada é uma planta que dá vida e cor para a casa. Mas, para chegar a este efeito, é necessário tomar alguns cuidados. Sobretudo com o replantio. Isso deve ser feito em algumas situações: quando o substrato está velho, quando a planta já não cabe no vaso ou quando a orquídea apresenta alguma doença.

Como transplantar a orquídea

1. Escolha bem o vaso

Antes de tudo é preciso garantir que a planta se desenvolverá como o esperado no novo ambiente. Para isso, a dica é escolher o vaso certo. Para as orquídeas, o ideal é optar por um recipiente de material poroso, que drena bem a água.
Hoje temos algumas opções no mercado, para todos os gostos, como vasos auto irrigáveis e estacas de fibra de coco. É só usar a imaginação!

2. Prepare a orquídea

Antes de fazer o replantio, deixe sua planta de molho. O ideal é que a orquídea fique assim por algumas horas. Isso importante para que as raízes presas no antigo vaso se soltem com maior facilidade na hora de fazer a troca de recipiente.

3. Prepare o novo vaso

Enquanto a orquídea está de molho, aproveite para preparar o novo vaso. Faça uma camada com pedras pequenas no fundo. Isso vai ajudar a drenar a água. Depois, coloque terra especial para orquídeas no vaso. Para garantir uma planta vistosa e saudável, coloque também musgo lavado ou chips de fibra de coco no vaso. Molhe o solo do novo recipiente antes de fazer o replantio.

4. Remova a planta

Agora, é hora de trocar a orquídea de vaso. Segure a base da orquídea com as mãos e vire o vaso. A planta deve sair do vaso com facilidade. Caso alguma raiz fique presa, retire-a delicadamente com os dedos. Depois, é hora de preparar a planta para o replantio. Sacuda as raízes, para retirar todo o substrato velho. Você também pode enxaguar a planta em água corrente.

5. Retire as folhas danificadas

Também é importante retirar todas as folhas e caules que estejam danificados ou podres. Uma dica é passar um pouco de pó de canela, que é um cicatrizante natural, nos locais de corte.

6. Coloque a orquídea no novo vaso

Agora, é o momento de transplantar a orquídea. Para isso, encoste a parte posterior da planta no vaso, para firmar seu desenvolvimento. Como saber que parte é essa? É o oposto do lado em que nascem os novos brotos.

7. Espere que a planta se adapte ao novo ambiente

A orquídea demora cerca de sete dias para se adaptar ao novo ambiente. Nesse tempo, deixe a planta na sombra e use um borrifador para regá-la. Passado este tempo, a planta pode ser levada ao sol e molhada normalmente.
Dica de Fertilização:

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Aprenda a cultivar orquídeas



Dicas de cultivo de orquídeas

Você ama a natureza? Tem interesse especial pelas orquídeas? Tem paciência para esperar um ano que uma planta floresça? Leia nossa matéria especial e junte-se a nós. Seja um orquidófilo.

Cultivar orquídeas é mais fácil do que se pensa

1. Na grande maioria, as orquídeas brasileiras são epífitas, isto é, crescem presas às árvores, sem, contudo, roubar delas quaisquer nutrientes. As raízes são usadas apenas para fixar a planta no caule das árvores.
2. Ao escolher o que vai cultivar, dê preferência a espécies adaptadas a sua região. Como as orquídeas florescem apenas uma ou duas vezes por ano, é interessante possuir várias espécies diferentes (cujo ciclo de floração costuma ser também diferente). Isso aumenta as chances de ter sempre alguma planta florida.
3. Não colete ou adquira plantas oriundas das matas, pois as orquídeas já foram bastante dilapidadas pelos mateiros e colecionadores gananciosos. Procure adquiri-las de empresas produtoras de mudas ou de orquidófilos que tenham plantas disponíveis.
4. Irrigação: Mantenha o vaso úmido, jamais encharcado. É mais fácil matar uma orquídea por excesso do que por falta d’água. Não colocar pratinho com água debaixo do vaso, pois as raízes poderão apodrecer. Molhe abundantemente duas ou três vezes por semana, deixando a água escorrer totalmente. Nos outros dias, basta vaporizar as folhas de manhã cedo ou no final da tarde, quando a planta não estiver sob o sol.
5. Luminosidade: Instale suas plantas em locais onde elas possam ser banhadas pelo sol no horário da manhã (até as 9 horas) ou no final da tarde (depois das 16 horas). Se a planta não tomar sol, ela não vai florescer. As orquídeas podem ser fixadas também no tronco de árvores, desde que estas não tenham uma sombra muito densa, como as mangueiras. O problema é que, quando florescerem, elas não poderão ser levadas para dentro de casa. Aliás, é recomendável manter os vasos, o máximo possível, na mesma posição e local.
6. Ventilação: As orquídeas necessitam de locais arejados. Evitar, porém, a ventilação muito forte.
7. Adubação: Utilize um desses adubos foliares (líquidos) que se encontram na seção de jardinagem de todos os supermercados. Adicionar algumas gotas à água com que será feita a vaporização, no caso de usar pequenos pulverizadores. Procure molhar sobretudo a parte inferior das folhas de sua orquídea, pois é aí que se encontram os estômatos, que absorvem água e nutrientes.
8. Pragas e doenças: Se as plantas forem cultivadas de uma forma adequada, elas estarão mais resistentes a pragas e doenças. Se não houver excesso de umidade, por exemplo, dificilmente os fungos irão atacar. De qualquer modo, previna-se. Um dos grandes inimigos de nossas orquídeas são as cochonilhas. Esses pequenos organismos sugam a seiva da planta e podem matá-la se não forem combatidos. Quem possui poucas plantas pode catá-los, um a um, antes que se propaguem. No caso de uma coleção maior, haverá necessidade de apelar para os defensivos. Dê preferência às fórmulas naturais, pois os produtos químicos industrializados costumam ser tão prejudiciais às plantas quanto a quem as cultiva. É recomendável consultar uma pessoa que tenha experiência com produtos naturais.
9. Anote o nome da espécie de sua orquídea numa plaqueta. Também é interessante atribuir-lhe um código (numérico ou alfanumérico, como queira), para facilitar a identificação no caso de uma coleção de médio ou grande porte. Um desafio que os orquidófilos enfrentam é memorizar o nome de suas plantas, quase todos em Latim ou latinizados – raramente as orquídeas têm nomes populares. Mas isto termina se tornando um excelente exercício de memória. Desenvolva igualmente o hábito de anotar a data da floração de cada planta. Se ela não voltar a florescer na mesma época, no ano seguinte, isto pode ser um sinal de alerta: talvez ela esteja com algum problema. Examine, então, as condições de irrigação, luminosidade, ventilação…
10. Freqüente uma associação de orquidófilos. É o local mais apropriado para trocar idéias, tirar dúvidas sobre o cultivo de orquídeas e, de quebra, fazer novas amizades. Procure tirar proveito do convívio com os orquidófilos mais experientes. Na grande maioria, eles adoram repartir seus conhecimentos (conhecimentos que, aliás, serão sempre incompletos, pois, em se tratando de orquídeas, eternamente, todos têm algo para aprender).

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Orquídeas fixadas ao tronco


A natureza é incrível! A orquídeas do sítio produziu flores e agora muitas mudas. Fixeis 4 mudas em um tronco esperamos flores no próximo ano!!

Técnicas para cuidar e deixar suas orquídeas mais bonitas!

 

Bom dia! Na busca pelo crescimento da biodiversidade nas nossas propriedades rurais e residencias, devemos embeleza-las com flores. Gosto muito das orquideas, das rosas e também de todas as flores com potencial apícola!

Nos últimos anos tenho dividido touceiras de orquídeas que tenho em casa e cultivado estas mudas em vários locais, tornando a primavera muito mais florida. Estou adubando elas com um biofertilizante produzido de forma caseira com  lixo orgânico.

Hoje vamos aprender um pouco mais sobre as orquídeas.ok
alexandre





sábado, 3 de outubro de 2015

Como replantar a orquídea na árvore




Replantar uma orquídea que temos em casa e que já floresceu, em uma arvore, é devolve-la a seu habitat natural . Fixando esta planta no tronco ela poderá desenvolver o seu sistema radicular e viver em harmonia com a árvore e florescer novamente. A Orquídea não é uma planta parasita e portando não vai tirar os nutrientes da árvore. Ela simplesmente usa a casca da árvore para prosperar suas raízes que vão retirar do ambiente (ar úmido e chuvas) sua sobrevivência e esplendor !!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Uma das orquídeas mais populares!

Extraído do  blog Jardim de Helena em www.gaucha.com.br/jardimdehelena

Eng. Agr. Helena  Schanzer

Dendrobium nobile Foto: Helena SchanzerConheça a orquídea que mais floresce

14 de setembro de 20150
Uma das orquídeas mais populares é a espécie Dendrobium nobilechamada de olho-de-boneca. É uma epífita perene originária da China e Himalaia e se adaptou bem aqui no sul por ser tolerante ao clima frio. A floração é espetacular. As cores das flores são variadas: tons de rosa, brancas, amarelas e duram mais que um mês. Podem ser cultivadas em vasos de fibra de coco ou de cerâmica, a pleno sol ou a meia-sombra. O sol da manhã é o mais apreciado por elas. Pode ser fixada a ramos de árvores e irrigada quando o clima estiver seco.
Dendrobium nobile Foto: Helena Schanzer
 São mais de 15 cultivares diferentes desta espécie. Para fazer mudas , basta dividir a touceira da planta, deixando brotações com raízes. Amarre em árvores ou em troncos de palmeiras com barbante de algodão até que a orquídea emita novas raízes que se fixem sozinhas.  A orquídea Dendrobium dispensa maiores cuidados: precisa de sol suave e pulverizar água em períodos secos. Deve ser cultivada na rua e pode também ser cultivada em sacadas ensoladaras.
Dendrobium nobile 1
Dendrobium nobile

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Orquídea Phalaenopsis, flores com longa duração para dentro de casa

Extraído do  blog Jardim de Helena em www.gaucha.com.br/jardimdehelena

Autoria: Eng. Agr. Helena  Schanzer

A orquidea da espécie Phalaenopsis é a melhor orquídea para cultivar dentro de casa. É uma flor delicada e resistente, além de ser de fácil cultivo.  A origem da Phaleonopsis é a Ásia tropical,  Tailândia,  e a que vemos por aqui é um híbrido. A floração pode ser branca até rosa pink ou amarela e dura até 3 meses. Vale a pena investir nesta  orquídea, ela enfeita a sala, a sacada, o escritório e dura muito tempo.  Não tem perfume. Dica: depois que a flor morre, corte a haste e deixe um cabo curto e as folhas. Coloque num local que receba luminosidade natural (nada de sol direto), regue com pulverizador que na primavera ela florescerá novamente. Lembre de adubar com fertilizante líquido! 
phalaenopsis
Orquídea Phalaenopsis, floração cor de rosa – Foto: Pixabay
A orquídea Phaleanopsis não gosta do  frio, tampouco de geada, nem do ar condicionado e do vento.  Para regar prefira borrifadores e pulverize uma neblina suave sobre o solo e sobre as folhas para umidificar o ar. Jamais molhe demais porque as raízes apodrecem.
Phaleanopsis e mini hera- arranjo sofisticado
Phaleanopsis e mini hera- arranjo sofisticado – Foto: Helena Schanzer
Caminhando nas ruas no Rio de Janeiro fiquei encantada com as orquídeas Phalaeonopsispenduradas nas árvores em Ipanema, no Leblon e na Barra. Os cariocas fixam orquídeasnos troncos das árvores dos passeios tanto nas ruas movimentadas, como nas ruas calmas, a uma altura que nenhum pedestre alcança.  E as orquideas Phalaenopsis  florescem e e enfeitam a cidade. Criam uma atmosfera aconchegante. Podemos encontrar orquideas  da espécie Phalaenopsis de diversas cores e tons, confere a galeria de fotos. Difícil mesmo é escolher qual delas levar para casa, não é?