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sábado, 27 de maio de 2017

Receitas fáceis para o controle de pragas e doenças na sua horta!


  
Controle natural
O controle de pragas e doenças pode ser realizado com produtos naturais e que necessariamente não implica na erradicação desses, mas preconiza um controle satisfatório para que se possa produzir e consumir alimentos mais saudáveis
É possível identificar doenças e pragas, antes que se alastrem. Para isso, é necessário fazer vistoria regular na horta. Caso estejam, elas precisam ser isoladas para que não tomem o resto do plantio.
O solo ruim evita que as plantas retirem dele os nutrientes necessários para seu crescimento saudável e também ajuda a proliferar pragas e doenças. É importante, além de regar, adubar a terra para mantê-la fértil, sempre coberta com vegetação (folhas secas, capim) para manter a umidade.
Manter a diversidade é essencial em uma horta caseira. Como algumas pragas preferem determinados vegetais, se o cultivo for diversificado, é possível evitar que se alastrem por toda a plantação. Além disso, algumas plantas são inimigas para pragas que atacam outras espécies e vice-versa.
Alguns animais, como abelhas, minhocas e joaninhas têm papéis extremamente benéficos em uma horta caseira e orgânica. É importante não removê-los do canteiro.


Receitas para o controle de pragas e doenças
Óleo de neem
O óleo é extraído da semente da árvore nem pode ser encontrado no mercado. É recomendado usado na dosagem de 0,5 a 1 ml/litro. Possui atividade inseticida e fungicida, controlando a maioria dos insetos e alguma doenças.
Preparo: colher as folhas, deixar secar, moer e triturar. Colocar cerca de 60 g de folhas moídas em 1/litro de água. Deixar em repouso por 24 horas e, depois, coar. A aplicação pode ser feita na forma de pulverizações para o controle.
Calda de fumo
Picar 100 g de fumo e colocar em 1/2/litro de álcool, acrescentando 1/2/litro de água. Deixar curtir por 15 dias. Depois dissolver 100 g de sabão neutro em 10/litros de água e acrescentar à mistura. Pulverizar para controle de vaquinhas, cochonilhas, lagartas e pulgões.
Calda de fumo com pimenta

Colocar 50 g de fumo picado e 50 g de pimenta dentro de 1/litro de álcool. Deixar curtir por uma semana. Misturar em 10 litros de água + 250 g de sabão neutro ou detergente neutro. Pulverizar para controle de vaquinhas, cochonilhas e lagartas.
Preparados com sabão
Os preparados em que se emprega sabão apresentam indicações para o controle de cochonilhas, lagartas, pulgões, tripés e ácaros.
De modo geral, não apresentam restrições, embora usa-se querosene na fórmula. Porém, após seu emprego aconselha-se respeitar intervalo de cerca de duas semanas para se proceder à colheita.
Dissolver 100 g de sabão neutro em 1.2/litro de água quente. Para a aplicação, diluir novamente o preparado em 9,5/litros de água. Pode ser utilizado no controle de tripes, cochonilhas, lagartas e pulgões. Pode-se usar também em pulverizações com detergente neutro ou óleo mineral a 1% nas horas frescas do dia.
Calda de cebola
Colocar 500 g de cebola picada em 5/litros de água. Curtir por 10 dias. Coar e colocar 1/2/litro da calda em 1/2/litro de água para aplicar na forma de pulverização. Age como repelente a pulgões, lagartas e vaquinhas.
Cravo de defunto
Colocar 0,5 kg de folhas e talos em 5/litros de água. Ferver por 1/2/hora ou deixar em infusão fria por 2/horas. Coar e pulverizar para controle de pulgões, ácaros e algumas lagartas.
Calda de camomila
Colocar 50 g de flores em 1/litro de água. Deixar de molho por 3/dias, agitando quatro vezes por dia. Coar e aplicar três vezes por semana, para controlar doenças fúngicas.
Calda bordalesa
Colocar 100 g de sulfato de cobre em um saco de pano e mergulhar em 5/litros de água quente, deixando de molho durante 24/horas. Colocar 100 g de cal virgem na solução de sulfato de cobre. Coar a mistura e despejar no pulverizador para aplicação, visando controle de fungos.
Calda sulfocálcica
Tem ação protetora contra ácaros, insetos-praga e algumas doenças. Preparo: misturar 0,8 kg de cal hidratada em 2.5/litros de água morna, Colocar 1,225 kg de enxofre lentamente, sempre agitando com bastão e completar o volume até 5/litros. Ferver até ficar com cor avermelhada. Ao esfriar, guardar em lugar sem iluminação por uma semana. Na aplicação diluir 0,1/l do produto em 2/litros de água.
Preparo com leite
Utilizar estopa ou saco de aniagem, água e leite. Distribuir no chão ao redor das plantas a estopa ou saco de aniagem molhado com água e um pouco de leite. Pela manhã, virar a estopa ou o saco e coletar as lesmas que se reuniram embaixo para serem queimadas ou enterradas longe da área de cultivo.
Leite cru e água
Solução de 5 a 20/litros de leite de vaca cru em água pode ser utilizada para controlar o oídio, doença que ataca diversas culturas, causando a morte de plantas.
Planta gergelim
As folhas do gergelim contêm uma substância que contamina fungos, que são criados por meio dos vegetais e levados por formigas, causando o fim dos formigueiros
Redação Jornal Correio Riograndense

terça-feira, 14 de março de 2017

Uso do óleo de neem como fungicida




Escrito por Annette Lyn O'neil Google | Traduzido por A. Araújo


Uso do óleo de neem como fungicida
A árvore de neem (neem image by fotomagic from Fotolia.com)
A árvore de neem (conhecida pelo nome científico Azadirachta indica) foi declarada pela ONU como a "Árvore do Século Vinte e Um" por seus benefícios ambientais e medicinais. Menos conhecido como margosa, o neem é reverenciado no subcontinente indiano, de onde é nativo, aparecendo em muitos remédios tradicionais da região. Uma das essências mais concentradas dessa árvore, é extraída de sementes maduras esmagadas. Esse óleo é, entre outras coisas, um potente e muito aplicável fungicida.

Histórico

O óleo de neem tem sido usado como fungicida há centenas de anos. O nome em sânscrito dessa árvore de folhas largas é "arishtha" -- "aliviadora de doenças" -- e antigos manuscritos hindus contém vários capítulos descrevendo as propriedades medicinais dos frutos, sementes, óleo, folhas, raiz e casca dessa árvore. Praticantes de medicina unani e ayurvédica usam o óleo de neem há séculos, para uma variedade de propósitos.

Para a saúde

O óleo de neem controla de forma eficaz certos fungos que podem crescer e habitar o corpo humano, de acordo com a National Academies Press. Como esses fungos desenvolveram resistência contra fungicidas sintéticos, tem sido mais difícil de controlá-los; com o neem, foi possível fazer esse controle de forma surpreendentemente fácil e sem efeitos colaterais. A planta é eficaz no tratamento de muitos fungos diferentes, incluindo o do "pé-de-atleta", que infecta pele e unhas, fungos dos intestinos, fungos que atacam as membranas mucosas e o fungo que causa a candidíase oral. O óleo de neem é usado em loções e tinturas que tratam doenças de pele, incluindo úlceras, escrófula e até mesmo a bactéria causadora da lepra.

Para jardinagem

O óleo de neem é um fungicida particularmente eficaz, seguro e ecologicamente correto. Em sua forma diluída, pode ser aplicado em forma de spray em rosas e árvores frutíferas para eliminar oídio e mancha negra. Por não ser tóxico, pode ser usado de forma segura em jardins de vegetais -- mesmo tomates e melões, onde o crescimento de fungos pode espalhar-se muito rapidamente para fungicidas sintéticos serem eficazes. Além de controlar fungos, a neem é muito eficaz para sufocar ovos de insetos e pragas como afídios, ácaros e moscas brancas.

Para animais de estimação

Assim como seres humanos, os animais também estão vulneráveis a infecções fungais dos pelos, pele, trato digestivo, membranas mucosas e unhas. O óleo de neem pode substituir fungicidas sintéticos para lidar com esses fungos. Infecções da pele (como aspergilose, malassezia e sarna) podem ser tratadas com spray de neem comercial ou banhos de neem. O óleo de neem pode ser acrescentado ao xampu para cães para tratar casos de micose, além de ser eficaz no controle de pulgas e carrapatos. Acrescentar uma pequena quantidade de óleo de neem na ração de seu animal de estimação pode ajudar a eliminar parasitas intestinais, estimular o fígado e a função imune para prevenir infecções de fungos.

Limitações

Há algumas limitações na utilidade do neem como fungicida; parte do motivo de ser ecologicamente seguro é que ele é rapidamente degradado pelo ambiente. Temperaturas extremas, exposição à luz ultravioleta, remoção pela chuva, neve ou outros fatores ambientais podem eliminar o óleo de neem ou reduzir sua eficácia, portanto, pode ser necessário repetir as aplicações mais vezes do que no caso de fungicidas sintéticos, mais perigosos. Além disso, altas concentrações de óleo de neem podem causar danos a plantas delicadas.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Nim -Vantagens no manejo integrado de pragas

Extraído do blog CPT Cursos

Nim - 6 vantagens da Azadiractina no manejo integrado de pragas
Azadiractina, ou os extratos de nim que a contêm, são bastante promissores para uso em programas de manejo integrado de pragas.

6 Vantagens do uso do Nim no manejo integrado:

1.Possui toxidade bastante baixa aos vertebrados, o que a torna pouco prejudicial ao ambiente.

2.Prolonga o período de desenvolvimento dos insetos, com redução do consumo alimentar, que, aliado à postura reduzida e tardia, diminui o aparecimento de altas populações.

3.É letal para grande número de espécies de pragas.

4.O fato de a Azadiractina ser mais eficiente por ingestão que por contato pode favorecer seu uso associado a controle biológico. A isso, soma-se a rápidaeliminação da Azadiractina no organismo do inseto (cerca de 24 h, tempo suficiente para que o desenvolvimento do inseto já esteja comprometido), o que evita a exposição dos predadores à mesma dose a que as presas foram submetidas.

5.A Azadiractina mostrou também afetar a síntese de proteínas, o que podedificultar o desenvolvimento de resistência.

6.O fato de a Azadiractina não causar mortalidade imediata, e sim por efeitos múltiplos indiretos, pode contribuir para prevenir o desenvolvimento da resistência, pois vários locais de ação estão envolvidos. Além disso, otratamento com Azadiractina, produz sobreviventes com baixo vigor e com distúrbios no comportamento, como reduzida habilidade de se alimentar, locomover e copular. Populações de insetos com tais níveis de estresse são menos capazes de produzir descendentes resistentes em um curto período de tempo do que populações de insetos que sobrevivem à ação de produtos de toxidade aguda.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Repelente à base de neem, citronela e andiroba é alternativa natural e eficaz no combate a insetos

Extraído do site:http://www.ecycle.com.br/component/content/article/67-dia-a-dia/3199-repelente-repel-alternativa-natural-sustentavel-arvore-neem-oleo-andiroba-citronela-uso-humano-medicinal-livre-quimica-nociva-propriedades-beneficios-saude-meio-ambiente-eficaz-contra-insetos-mosquitos-moscas-pernilongo-dengue-como-onde-encontrar-comprar.html

Cansado dos repelentes comuns e cheios de químicos tóxicos? Conheça o Repel-Neem: um produto sustentável que combina citronela, andiroba e neem. Confira suas propriedades

É atribuída ao Dalai Lama, figura política e espiritual do Tibete, a frase: "Se você se acha pequeno demais para mudar o mundo, tente dormir com um pernilongo no quarto". Porém, até mesmo o maior representante do budismo no mundo admite em vídeos que, quando o terceiro mosquito se aproxima para bebericar seu sagrado sangue, a paciência já ficou para a próxima encarnação. Imagine só nós, meros mortais que detestamos filas de banco ou os anúncios de cinco segundos dos vídeos na internet.
Mas graças a Deus (ou aos deuses) foi inventado o repelente de insetos natural. Na flora, existem diversas espécies de plantas que podem nos ajudar com esse karmacoletivo. Três delas estão presentes no repelente natural da Preserva Mundi: neem, andiroba e citronela.
Vamos falar um pouco das propriedades dos óleos extraídos de cada uma delas:

Óleo de neem

Neem é uma árvore nativa da Índia com propriedades medicinais e terapêuticas, podendo ter muitas de suas partes aproveitadas, como sementes, folhas e casca. É usada na indústria farmacêutica e em produtos de higiene e de limpeza. Dentro do seu fruto há uma semente que apresenta uma amêndoa. Esta, ao ser triturada e prensada a frio, gera o óleo de neem. A massa resultante da prensagem pode ser usada como adubo controlador de fungos (ou vermífugo na alimentação animal). Ou seja, tudo da árvore é aproveitado.
O óleo obtido é rico em ácidos graxos. É inseticida orgânico eficaz contra mais de 200 espécies de insetos, como baratas e piolhos. Possui propriedade antifúngica (contra 14 tipos de fungos de pele, inclusive micoses), antibacteriana (eficaz contra as causadoras de cravos e espinhas), antiviral, antisséptica (contra caspa e seborreia) e anti-inflamatória. Alivia coceiras e vermelhidões causadas por picadas de insetos. Pode ser usado nos pets, afasta pulgas, carrapatos e sarnas, além de proporcionar brilho ao pelo do animalzinho - basta adicionar ao xampu e ao sabonete do bichinho.
Por fim, uma curiosidade: melhora a aparência de objetos enferrujados.
O óleo de neem é biodegradável e não é bioacumulável.

Óleo de andiroba

A andiroba é um planta nativa da Amazônia e seu fruto é uma cápsula que se abre ao cair no chão, liberando de quatro a seis sementes - é dessas sementes que o óleo de andiroba é extraído. O método de extração é totalmente sustentável quando os responsáveis esperam os frutos caírem naturalmente.
Este óleo também é rico em ácidos graxos como o oleico e o linoleico, mais conhecidos como ômega 9 e ômega 6, respectivamente. Possui propriedades antissépticas, anti-inflamatórias, cicatrizantes, inseticidas e outros diversos benefícios. Mesmo na Amazônia, seu maior e mais tradicional uso é como repelente de insetos e no tratamento de coceiras e picadas causadas por estes, devido a suas propriedades cicatrizantes. Também pode ser aplicado em móveis e madeiras, preservando-as e protegendo-as de cupins, além de aumentar sua durabilidade. Misturado a xampus e cremes, combate a queda de cabelo e calvície, e, assim como o óleo de Neem, trata piolhos.
Não é indicado para consumo humano via oral. Um estudo realizado pelas Universidades Federais de Pernambuco e do Pará publicou que o consumo via oral desse óleo pode afetar negativamente o funcionamento do fígado.

Citronela

O mais famoso e popular inseticida. Seu uso é tópico, aplicado diretamente na pele, aliviando ardores e coceiras provocadas por insetos. Não há restrições para uso em crianças, pessoas de pele sensível ou animais. Borrifar um pouco de hidrolato de citronela na coleira de animaizinhos de estimação afasta pulgas, carrapatos e mosquitos.
Também traz alívio para dores reumáticas. Aromatizar o ambiente com hidrolato de citronela tem efeitos positivos para nervosismo, ansiedade e agitação, devido a suas propriedades calmantes.

O que é o DEET

O problema das loções repelentes comercializadas pode ser resumido em apenas quatro letras: DEET, ou dietil-toluamida. Esse componente químico está presente na maioria dos repelentes de mercado, sendo uma das principais substâncias. O DEET atua nos sensores das antenas dos pernilongos e mosquitos, impedindo-os de reconhecer o gás carbônico liberado pelos seres humanos na respiração, mantendo-os afastados. No entanto, o DEET tem um grau de toxicidade que pode desencadear processos alérgicos, tanto na pele quanto no sistema respiratório, em narinas e mucosas e, em casos graves, pode causar até danos hepáticos. Até o momento, não há um consenso entre os especialistas sobre os reais efeitos que essa substância pode provocar à saúde humana. Porém, um estudo realizado por cientistas da Grã-Bretanha comprovou que o mosquito da dengue já desenvolveu uma resistência biológica a ele, graças ao seu uso em larga escala nos repelentes.

Neem e o Meio Ambiente

De acordo com o registro de biopesticidas da EPA (Environmental Protection Agency), o óleo de Neem prensado a frio não afeta aves, abelhas, plantas ou seres terrestres como minhocas; ele é, no entanto, ligeiramente tóxico para organismos aquáticos. As categorias para medir o potencial tóxico de um elemento, segundo a EPA, variam de 1 a 4, sendo 4 o nível que apresenta menor perigo - e é nesta categoria que o Óleo de Neem se encontra, indo para 3 em alguns casos de possível alergia dermatológica.
Segundo os dados de estudos feitos em laboratório, a Concentração Letal do produto com água é de 70,6 a 84,3 ppm (partes por milhão), após um período de 96 horas para peixes .
Se convertermos esses valores para medidas mais compreensíveis, teremos: 0,0706 gramas por litro a 0,0843 g/L (gramas por litro) - considere que é menos de um grama.
Para seres invertebrados de ambiente aquático, após 48 horas a Concentração Letal é de 57,5 a 63,9 ppm (0,0575 g/L a 0,0639 g/L). Especificamente para a espécie de truta arco-íris a Concentração Letal é de 0,48 ppm.
Contudo, o óleo de Neem tem rápida biodegração, ou seja, não acumula: dentro de 50 a 100 horas o composto já é partido ao entrar em contato com a água ou a luz.
O maior componente dele é a azadiractina (pois seu nome científico é Azadirachta indica), responsável por 90% dos efeitos causados nos insetos e é um indicador de padrão de qualidade; por isso nos experimentos é avaliada a sua concentração como referência. Para quem não sabe, o óleo de Neem é usado no controle de insetos, pragas e parasitas na agricultura e pecuária.

Descarte

Vale ressaltar que o descarte indevido de óleos provoca sérios impactos ambientais, principalmente na questão de contaminação da água. Dessa forma, o descarte de óleos vegetais em ralos e pias é inadequado, pois pode causar diversos riscos ambientais e também entupimento nos encanamentos. Portanto, em caso de descarte, procure pelo local correto para esses produtos; disponha os resíduos de óleo em recipientes plásticos e leve-os a um ponto de descarte para que o óleo possa ser reciclado.
Você pode encontrar aqui o ponto mais próximo para descartá-los.
Para conhecer uma série de alternativas que a natureza nos oferece para protegermos nossa saúde e praticarmos o consumo sustentável, clique aqui.