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terça-feira, 9 de janeiro de 2024

Biólogo cria sacola de mandioca que cai no mar e vira comida para peixes!!

 


O biólogo Kevin Kumala criou uma sacola feita de mandioca e caso seja jogada no mar, ela pode servir de alimento para peixes.


Nascido na Indonéia, Kevin criou a sacola após retornar dos Estados Unidos para o seu país e dar de cara com o acúmulo de lixo em Bali, ilha onde nasceu.

O biólogo desenvolveu e passou a vender produtos que aparentam ser feitos de plástico, mas têm como matéria-prima o tubérculo, que não prejudica o meio ambiente.

Em 2014 ele criou a empresa Avani Eco. Lá, Kevin vende sacolas, canudos, talheres, copos e embalagens, todos feitos com materiais sustentáveis, com tempo de decomposição de cem dias.

“Nossos sacos de mandioca de tamanho médio podem transportar até 8 libras (3,5 kg) se transportar produtos secos”, diz o perfil da empresa no Instagram.

Segundo o site da empresa, ela já substituiu três toneladas de produtos não sustentáveis desde 2016.

“Nós buscamos continuamente nos tornar uma ponte para ajudar e encorajar comunidades e negócios a produzirem iniciativas que gerem um impacto sustentável para o meio ambiente. Encorajando o uso do termo ‘responsável’ como um valor central dos três fatores chave: reduzir, reutilizar, reciclar”, diz o site da empresa.

Estima-se que, em 2050, o mundo produzirá 33 bilhões de toneladas de plástico.

O material demora 400 anos para se decompor. (Do Portal TNH1)

sexta-feira, 17 de junho de 2022

Calagem beneficia a cultura da mandioca sem interferir negativamente no cozimento de suas raízes

 

Adalton Mazetti Fernandes, professor do Centro de
Raízes e Amidos Tropicais (CERAT) da Universidade
Estadual Paulista (UNESP) – Campus de Botucatu
adalton.fernandes@unesp.br

Os solos tropicais são naturalmente ácidos e apresentam baixa disponibilidade de fósforo (P), mas é nesse ambiente que a mandioca muitas vezes é cultivada sem que haja uma adequada correção química. Precisamos lembrar que a calagem é fundamental para a produção agrícola nos solos tropicais, uma vez que ela reduz a acidez e o alumínio (Al) tóxico, fornece cálcio (Ca) e magnésio (Mg) para as plantas, além de aumentar a disponibilidade de P no solo. O Ca e o P são nutrientes importantes para o crescimento das raízes absorventes das culturas. Contudo, no Brasil, alguns estudos têm indicado que o excesso de Ca no solo pode afetar o cozimento das raízes da mandioca. O Ca está presente na parede celular das células das raízes e, segundo estes estudos, quanto maior for a quantidade de Ca nas raízes mais difícil será para a água entrar nas células e cozinhar as raízes. Contudo, há alguns indícios de que o P do solo poderia diminuir essa fixação do Ca nas raízes e melhorar o cozimento delas. Nesse sentido, foi conduzida uma pesquisa com calagem e adubação fosfatada no CERAT-UNESP em Botucatu-SP para avaliar se a calagem prejudica o cozimento das raízes e se a aplicação de P pode melhorar o cozimento delas.

O estudo mostrou que tanto a calagem como a adubação fosfatada são importantes para aumentar a produtividade de raízes da mandioca. Contudo, o estudo mostrou que em área corrigida com calcário se deve fazer adubação com zinco, porque sua disponibilidade no solo diminui significativamente. Neste estudo, a máxima produtividade de raízes foi obtida com a dose de 3,0 t ha-1 de calcário, a qual resultou numa saturação por bases de 50% (Figura 1). A dose de calcário que proporcionou essa produtividade máxima de raízes causou um aumento de apenas 1,7 minutos (6,5%) no tempo de cozimento das raízes, e todas as raízes cozinharam em menos de 30 min (Figura 2). Portanto, o benefício que a calagem promove para a produtividade de raízes da mandioca é muito maior do que seus efeitos negativos sobre o cozimento. Além disso, nesse estudo a adubação fosfatada não se mostrou uma alternativa viável para melhorar o cozimento das raízes. Portanto, a calagem e a adubação fosfatada na mandioca devem ser realizadas visando melhorar a produtividade de raízes sem haver preocupação excessiva com efeitos negativos sobre o cozimento das raízes.

Na mandioca de uso industrial, a prática de calagem também é recomendada, especialmente se o solo estiver ácido (baixa V%). Estudos feitos no passado mostraram que os genótipos de mandioca respondem de forma diferente à acidez do solo. Dessa forma, mais estudos com calagem envolvendo um número maior de genótipos devem ser incentivados nas condições brasileiras, para que o produtor tenha em mãos mais informações que auxiliem nas tomadas de decisão sobre correção do solo nas áreas de cultivo de mandioca. Maiores detalhes sobre o trabalho desenvolvido em Botucatu-SP podem ser acessados diretamente no site da revista Agronomy Journal (https://acsess.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/agj2.20842).

Figura 1. Efeito da calagem na produtividade de raízes da mandioca IAC 576-70 (a) e relação da saturação por bases do solo com a produtividade relativa de raízes tuberosas (b).

 

Figura 2. Efeito da calagem no tempo de cozimento das raízes da mandioca IAC 576-70.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Plantas Sagradas e Consagradas - Mandioca, Macaxeira

Folhas de mandioca

O pó da folha de mandioca é riquíssimo em minerais e vitaminas. O uso diário de poucas pitadas em nosso prato estimula o sistema imunológico, reduzindo a gravidade de qualquer doença infecciosa, seja gripe, diarréia, dengue, malária, tuberculose, hanseníase, aids, infecção hospitalar, pneumonia etc.

Essa folha que, no verão nos ajuda a adquirir aquele bronzeado e na maturidade retarda o embranquecimento dos cabelos, por sua riqueza em Vitamina A, acaba com a “coceira” do olho, com a cegueira noturna e ajuda a prevenir a catarata e a degeneração macular, que deixa tantos idosos cegos. A sua ação inibidora de infecções pode reduzir em até 10 vezes a mortalidade em crianças pequenas.

No Nepal, a vitamina A, que a folha da mandioca, o pequi, o dendê e as outras folhas verde-escuras e alimentos amarelos possuem em abundância, reduz em até 50% a mortalidade de mulheres grávidas. No Peru, a “Universidad de la Selva” produziu o chá em saquinho, que é usado para prevenir câncer de próstata. Custa mais de 6 dólares a embalagem de 100 saquinhos de 2g cada.

Devemos nos lembrar da saborosíssima maniçoba, a “feijoada” de folha de mandioca, que não pode faltar na mesa do paraense e em parte da dos baianos e sergipanos.

Caule da mandioca

Triturado se faz ração para o gado ou é incorporado para melhorar o solo. Pode ser utilizado, também, quando seco, como lenha. É dele que se tiram as mudas.

Polvilho ou Fécula


Quem não conhece o brasileiríssimo pão de queijo que hoje invade o Japão, os Estados Unidos e a Europa? E o que dizer do maravilhoso beiju ou tapioquinha com ou sem coco?
A especial farinha de tapioca para acompanhar o nosso açaí, o bolinho de estudante, o grude, o sorvete de tapioca, o mingau e por aí afora.

Se substituíssemos 10% da farinha de trigo do pão por fécula de mandioca, economizaríamos em um ano, pelo menos, 20 milhões de dólares, criaríamos mais de 50 mil empregos no campo e estaríamos ajudando o pequeno produtor a permanecer na lavoura.

E de quebra, o pãozinho ficaria crocante por mais três horas. São dados da Associação de Produtores de Amido de Mandioca – ABAM e da Embrapa-PA.

Quer mais?

A folha da mandioca pode ser usada também na ração animal. Dada para a galinha, a pele, a gordura e o ovo ficam mais alaranjados, aumentando a vitamina A. Os ovos ficam maiores e com casca mais dura.
Fonte: Hortas Perenes

domingo, 5 de abril de 2015

Plantador de mandioca



(Foto Lula Helfer, Afubra, Divulgação)
Samuel Adolfo Zart criou uma máquina capaz de facilitar a mão de obra, reduzir o tempo de trabalho e melhorar a qualidade do plantio manual de mandioca. Pronto há um ano, o implemento estará em breve no mercado.
— Elimina-se o trabalho de picar o caule em pedaços antecipadamente e de ter de abrir buracos para enterrar a maniva (muda). E mais: uma pessoa só faz a operação de plantio — explica.
Zart frisa que a uniformidade e melhor posição ao plantar acelera a brotação. O resultado é uma produtividade até 30% maior:
— Só o implemento não resolve, mas ajuda. E o custo será acessível.Para saber mais detalhes sobre o plantador, basta enviar e-mail para

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

A mandioca e o amendoim forrageiro



Plantei a mandioca (aipim aqui no sul) no sítio, utilizando o amendoim forrageiro como cobertura verde nos canteiros. Este amendoim forrageiro irá fornecer nitrogênio para o desenvolvimento da mandioca, pois suas raízes tem rizóbios que fixam o N da atmosfera. vamos acompanhar.


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Mandioca vitaminada com 40 vezes mais vitamina A






Instituto Agronômico (IAC) de Campinas (SP) deve lançar em breve uma nova variedade de mandioca com 40 vezes mais vitamina A do que a mandioca comum. Alimentos agrícolas mais ricos em vitaminas e nutrientes dos que os consumidos atualmente, como uma mandioca com 40 vezes mais vitamina A do que as comuns, por exemplo, já estão em testes finais de campo no IAC.


Também variedades de oito espécies alimentícias - abóbora, arroz, batata-doce, feijão, feijão-fradinho, milho, mandioca e trigo - mais ricas em ferro e zinco e com maior resistência a doenças e mudanças climáticas já estão no mercado ou em fase final de desenvolvimento na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Trata-se de um processo chamado biofortificação de alimentos, realizado por meio do método de melhoramento genético clássico, em que se buscam, cruzando diferentes variedades, plantas com, por exemplo, resistência a doenças, alta produção e boas características nutricionais com mais vitaminas e minerais.

FONTE

Revista Pesquisa Fapesp

Links referenciados

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
www.embrapa.br

Revista Pesquisa Fapesp
revistapesquisa.fapesp.br/

Instituto Agronômico
www.iac.sp.gov.br

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