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"Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra". provérbio africano

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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Frutas raras ainda são pouco exploradas

Fruta exótica é toda a fruta que não é nativa de um país, por exemplo, a banana é uma fruta exótica no Brasil, pois é originária do Sudeste Asiático. No entanto, ocorrem certos enganos em relação a esta nomenclatura, sendo designadas de frutas exóticas, algumas frutas nativas que não são muito cultivadas e não são encontradas com facilidade nos mercados das grandes cidades.

Dessa forma, algumas das frutas de maior expressão econômica na agricultura nacional, são exóticas, como o caso da laranja, manga, maçã, uva e banana. Contudo, pelo ponto de vista de frutas “incomuns”, esse é um ramo da fruticultura que vem crescendo a cada ano.

Frutas como a pitaya e o kino, por exemplo, atualmente são comercializadas a altos preços. “As exportações aumentam devido à procura da população por frutas diferentes das encontradas no dia-a-dia de mercados, varejões, feiras, etc”, diz a engenheira agrônoma Patrícia Maria Pinto, da Faculdade Cantareira.

Atualmente, é possível encontrar uma série de frutas nativas e exóticas que não são comumente consumidas e encontradas nos centros de varejo. Entre elas estão bacuri, cupuaçu, mangaba, abiu, camu-camu, umbu, pitaya, canistel, rambutã, kino, physalis, sapoti e mirtilo (blueberry). Muitas frutas de caráter incomum são importadas e comercializadas no Brasil.

Um estudo realizado na Ceagesp, entre 2005 e 2007, mostra que foram comercializados aproximadamente 70 mil quilos por ano de mangostão, 81,5 kg/ano de pitaya e 40 mil Kg/ano de kino. Mas essas frutas, consideradas raras, ainda têm mercado para crescer no Brasil, onde o consumo de frutas chega a 60 quilos por pessoa ao ano, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Frutas.



Obstáculos


Ao longo dos anos, o consumo de algumas espécies se tornou popular, como é o caso da lichia, do kiwi e da atemoia. Na opinião de Patrícia, muitas frutas poderiam ocupar um lugar expressivo no mercado, no entanto, ainda enfrentam diversos obstáculos, como alto preço no momento da comercialização, falta de divulgação adequada das propriedades das frutas e problemas com importação ou produção com qualidade, em escala comercial. “São inúmeras as espécies sobre as quais não se dispõe de conhecimentos agronômicos, não havendo produção em larga escala e estudos no sentido de torná-las aptas ao cultivo fora do local de origem, bem como em relação à conservação e comercialização das frutas”, observa Patrícia. Assim como as exóticas, que não possuem pomares comerciais no país e precisam ser importadas, dificultando a comercialização durante o ano todo. “A produção atual precisa ser ajustada para atender à crescente demanda por essas frutas”, diz.

Para o gerente de vendas da Araçatuba, Maciel Domingues, a comercialização de frutas consideradas exóticas é responsável por 20% dos negócios da empresa. Para ele, o preço praticado no atacado da Ceagesp não é alto, porém, os supermercados elevam os preços para revender ao consumidor final. “Esse fato dificulta a popularização das frutas exóticas no Brasil”, opina.

Já o gerente da Hetros/Frugal, Gilson Martins, acredita que as frutas exóticas ainda formam um nicho muito pequeno de mercado. “É um mercado que não deslancha por causa do preço alto e da falta de divulgação” ressalta.





Com o objetivo de ampliar a divulgação das frutas raras e torná-las mais populares, o médico e

produtor Sérgio Sartori se juntou a outros aficionados por frutas, e criou, há dois anos, a Associação Brasileira de Frutas Raras. A sede da entidade, que não tem fins lucrativos, funciona na propriedade do médico, em Rio Claro (SP).

É lá que ele cultiva 1.300 variedades de frutas, algumas comuns, outras nem tanto. Em seu pomar é possível encontrar espécies pouco conhecidas pela maioria dos brasileiros, como araçá-açu, uvaia e cajá-anão, entre muitas outras. “Gostaria que futuramente essas frutas deixassem de ser consideradas raras e passassem a ser comuns, encontrando-as facilmente nos entrepostos brasileiros”, diz. De acordo com Sartori, que é também um dos autores do livro “Frutas Brasileiras e Exóticas Cultivadas”, existem hoje 312 variedades de frutas raras cultivadas no Brasil. (V.C.)



Pitaya é o nome dado ao fruto de várias espécies de cactos epífitos, sobretudo do género Hylocereus mas também Selenicereus, nativas do México e América do Sul e também cultivadas no Vietname, Malásia, Israel e China. O termo pitaya significa fruta escamosa, também sendo chamada de fruta-dragão em algumas línguas, como o inglês. Como a planta só floresce pela noite (com grandes flores brancas) são também chamadas de Flor-da-Lua ou Dama da Noite.



Clima e solo

Pode ser cultivada de 0 até 1.800 metros acima do nível do mar, desde que as temperaturas sejam em média de 18 a 26oC, com chuvas de 1.200 a 1.500 mm/ano, mas se adapta também a climas mais secos.



Fruta

Existem três variedades, todas com a pele folhosa:

• Hylocereus undatus, branca por dentro com pele rosa

• Hylocereus polyrhizus, vermelha por dentro com pele rosa

• Selenicereus megalanthus, branca por dentro com pele amarela



A fruta pode pesar entre 150-600 gramas e seu interior, que é ingerido cru, é doce e tem baixo nível de calorias. Seu sabor é, por vezes, parecido com o do kiwi. Da fruta se faz suco ou vinho; as flores podem ser ingeridas ou usadas para fazer chá. As sementes se assemelham às do gergelim e se encontram dispersas no fruto cárneo.

Crê-se que a variedade de interior vermelho é rica em antioxidantes.



Utilização

Pode-se consumir a polpa do fruto ao natural ou processado como refresco, geléias ou doces. É também utilizada em medicina caseira, como tônico cardíaco, seu gosto lembra um pouco o melão. Apesar de sua aparencia chamativa, o paladar é suave. As sementes têm efeito laxante. Além do fruto, que tem efeito em gastrites, o talo e as flores são usados para problemas renais.


http://www.jornalentreposto.com.br/agricola/hortifruti/1247-frutas-raras-ainda-sao-pouco-exploradas
http://frutasraras.sites.uol.com.br/

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Grumixama, fruta desconhecida do público é protagonista de livro e pesquisas





A grumixama pode não ser um nome comum nas quitandas e supermercados brasileiros, mas deveria: repleta de substâncias antioxidantes, ela apresenta compostos que poderão ser usados na formulação de antibióticos, anti-inflamatórios e cosméticos, como protetores solares. 


As pesquisas que demonstram tamanho potencial farmacológico são desenvolvidas em Ajapi, na propriedade de Sergio Sartori, que há 16 anos dedica-se, além da medicina, ao cultivo de espécies diversas da flora brasileira e mundial. 


São 1,8 mil espécies de plantas frutíferas, muitas desconhecidas do público, mas genuinamente brasileiras, como a própria grumixama, nativa da mata atlântica.


Livro

O interesse pela fruta deu origem a um livro, escrito pelo próprio Sartori, que é lançado neste sábado no 8º Encontro Brasileiro de Frutas Raras, no Instituto Agronômico de Campinas (IAC), junto a outros livros da série "Frutas da Mata Atlântica", desenvolvida pela Associação Brasileira de Frutas Raras. Além da grumixama, a série traz dez livros com os títulos: Biribá, Cabeludinha, Cambucá, Cambuci, Cerejeira do Rio Grande, Grumixama, Guabijuzeiro, Jaracatiá, Pitangatuba e Pitomba, todos escritos por associados da ABFR com coordenação de Luiz Carlos Donadio e do próprio Sartori. Os livros podem ser adquiridos na Banca da Matriz, localizada na Rua 6 com a Avenida 3, ao valor de R$ 12 cada exemplar

MAIS SOBRE A GRUMIXAMA

A cereja da Mata Atlântica

foto de Ricardo Cardim
Nativa da Mata Atlântica a Grumixama é uma árvore de porte médio, altamente resistente à variação climática, que ocorre do sul da Bahia até Santa Catarina. 

É uma árvore elegante com flores brancas de muito perfume, dotada de copa densa e estreita. Quando adulta, pode alcançar até 15 metros de altura. 

A madeira é própria para obras de marcenaria comum, carpintaria e forros. Podem também ser utilizadas para preparar sucos, licores, aguardentes, vinagres e doces (Veja abaixo receita de Cheescake). 

Acredita-se que a Grumixama é rica em antioxidantes e tem alto teor de vitamina C, do complexo B (B1 e B2) e flavonoides. Pode ser usada como expectorante para cessar a tosse, quando feito um xarope com a sua casca e um pouco de mel. 

A origem do nome Grumixama, segundo o vocabulário Tupi-Guarani, provém de “guamichã”: o que pega na língua. A fruta deve “pegar na língua” por ser bastante palatável e com sabor inigualável, misto de pitanga e jabuticaba. 

Na época de frutificação (novembro-dezembro) são as árvores repletas de frutos que fazem o convite para o início da festa das crianças e também dos adultos, que depois experimentar in natura várias frutinhas (é impossível comer uma só!) ainda levam mais um pouco para casa. 

Como toda frutífera nativa a grumixama serve como alimento para a fauna e, apesar do seu crescimento lento, é muito utilizada nos projetos de restauração florestal. 

Neste Natal, enquanto a natureza nos mostra cada dia mais que devemos valorizar a nossa biodiversidade, a Apremavi convida você a apreciar a beleza e os sabores da Mata Atlântica. 

Grumixama

Nome científicoEugenia brasiliensis Lam
Família: Myrtaceae 
Utilização: Madeira utilizada para obras de torno, carpintaria. Bom potencial para paisagismo. Bastante cultivada para produção de frutos, que são saborosos e consumidos principalmente ao natural. São atrativos para a avifauna. 
Época de coleta de sementes: Novembro a dezembro. 
Coleta de sementes: Diretamente da árvore ou no chão após a queda dos frutos. 
Fruto: Amarelo, vermelho ou preto carnoso. 
Flor: Branca. 
Crescimento da muda: Médio. 
Germinação: Normal. 
Plantio: Mata ciliar, área aberta. 

quarta-feira, 13 de julho de 2016

The Golden Berry - Fisalis- camapu



This Golden Berry is one of the most adaptable and easy growing of fruits and is an exceptional source of nutrition. Its common name is Cape Gooseerry. This is truly, in every sense of the word, the GOLDEN BERRY

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Conheça as frutas mais exóticas do mundo

Papples, em foto da Marks & Spencer cedida à PA

Papples são importadas pela Grã-Bretanha da Nova Zelândia
Uma nova fruta tem sido anunciada nas prateleiras de supermercados britânicos: a "papple", que apesar do nome - que soa como mistura de pera (pear) e maçã (apple) -, é na verdade o resultado de várias combinações de peras.
Recém-importada da Nova Zelândia, a T109 - nome da "papple" até que ela ganhe uma nomenclatura oficial - se soma a uma longa lista de frutas de estranhas cores, formas e sabores que o homem criou, por meio de cruzamentos e outros métodos, ao longo dos séculos.

Variações de ameixas

Muitas variações das ameixas foram criadas a partir do cruzamento dos frutos dos arbustos do gênero prunus, que inclui ameixeiras, cerejeiras, pessegueiras, damasqueiras e amendoeiras.
Os híbridos das misturas dessas árvores tendem a produzir frutas muito mais doces.
Uma delas é conhecida em inglês como aprium (mistura de damasco, do qual herdou o aspecto, e ameixa) e tem sabor de frutas variadas.

A mão de Buda

Originária do nordeste da Índia e da China, é um dos cítricos cultivados há mais tempo e tradicionalmente usado para fins medicinais - contra indigestão e dores de garganta - entre os chineses.
A mão de Buda (Foto: Kaldari - Wikimedia Commons)
Mão de Buda é usada para fins medicinais na China
A fruta tem dedos longos, crosta grossa e aroma forte. Não é consumida em várias partes do mundo porque não tem um centro carnoso.
A planta produz numerosas folhas de cor verde intenso e pequenas flores brancas perfumadas. O arbusto dá frutos do final da primavera até o final do verão.
Além das aplicações medicinais, a fruta serve para fazer marmelada e para condimentar pratos salgados ou doces. Na China também é um símbolo de felicidade e longevidade, e por isso é usada como presente no Ano Novo chinês.

Durian

Nativa do sudeste da Ásia, é conhecida por seu poderoso aroma, adorado por alguns e considerado repulsivo por outros.

A durian tem um aroma adorado por alguns e considerado repulsivo por outros
Mas não é apenas o odor que repele alguns consumidores: a fruta é cheia de espinhos em sua casca.
Em países como a Malásia, onde o durian é abundante, chamam-no de "o rei das frutas", por causa de seu complexo sabor - dizem que parece com uma mescla entre caramelo e queijo francês.
Quanto mais intenso seu odor, mais forte é o sabor.
Para alguns, esse cheiro é tão repugnante que algumas cidades asiáticas proibiram que o durian fosse comido no transporte público.
Existem 30 espécies diferentes de durian, que é rico em potássio, em outros minerais e vitaminas e que tem valor nutritivo semelhante ao abacate e à manga.

Lima dedo

Há quem diga que essa fruta se assemelha ao caviar, mas com sabor de lima.
A Citrus australasica é conhecida em alguns países como "caviar de lima", por causa das pequenas esferas suculentas com sabor de lima, que "explodem" na boca ao serem comidas.

A lima dedo é conhecida como "caviar de lima"
Tem a aparência de uma lima comprida, semelhante a um pepino. E tem várias cores: verde, preto, laranja, amarelo e rosa. É cultivada na Austrália e nos EUA, sendo usada por chefs famosos para temperar seus pratos e drinques.

Fruta milagrosa

Originária de Gana (oeste da África), essa fruta tem sido cultivada há séculos.
O gosto da "fruta milagrosa" faz com que as comidas mais insípidas se tornem mais doces - isso ocorre porque a polpa dessa pequena fruta contém miraculina, uma glicoproteína que engana as papilas gustativas, fazendo com que quem a prove perceba os alimentos como sendo mais doces do que realmente são.
Esse efeito se prolonga por 30 minutos a 1 hora após sua ingestão.
Em 1968, houve uma tentativa de extrair essa glicoproteína e processá-la em forma de pílula. Mas a agência americana que regula alimentos e medicamentos proibiu sua comercialização até que se realizem mais testes.
No Japão, a frutinha é usada como adoçante por pessoas que estão de regime.

terça-feira, 5 de abril de 2016

A guabiroba (gabirobeira, gabirobeira, gabiroba) pertence à família Myrtaceae,

Gabiroba - Campomanesia xanthocarpa Berg



Nome científico: Campomanesia xanthocarpa Berg
Nome popular: guabiroba; guabiroba-da-mata; gabiroba
Família: Myrtaceae

Gabiroba


A guabiroba (gabirobeira, gabirobeira, gabiroba) pertence à família Myrtaceae, é uma planta que não perde as folhas facilmente (decídua), heliófita (que se desenvolve na presença de luz), característica das submatas abertas ou de vegetação semidevastada na zona dos pinhais do Planalto Meridional. Ocorre em Goiás, Minas Gerais até Santa Catarina, nas regiões de florestas e cerrados.

Planta muito variável morfologicamente e rara em toda a área de distribuição. Altura entre 4 a 7 metros, dotada de copa globosa, densa e baixa, tronco curto e cilíndrico, revestido por casca grossa e fissurada.

Suas folhas são simples, glandulares, subcoriáceas ou cartáceas, face superior pouco nítida com nervura central impressa, com ou sem pêlos na face interior. Floresce abundantemente durante os meses de outubro e novembro, as flores são solitárias, glandulares, axilares ou laterais, de cor branca com numerosos estames.

Possui fruto subgloboso, glandular, de polpa suculenta, com poucas sementes glandulosas. São comestíveis e muito apreciados pela avifauna, amadurecem no período de dezembro e janeiro.

A árvore pode ser utilizada na arborização, reflorestamento de áreas degradadas. A madeira é pesada, textura média, sujeita ao rachamento na secagem e pouco durável.
É empregada localmente para uso interno em construção civil e sobretudo lenha e carvão.
Possui anualmente grande quantidade de sementes viáveis que são amplamente disseminadas pela avifauna.





Fontes

http://belezadacaatinga.blogspot.com.br/2012/06/gabiroba-campomanesia-xanthocarpa-berg.html
www.4elementos.bio.br
www.ibb.unesp.br
LORENZI, H.; 2000. Árvores Brasileiras:
Manual de Identificação e Cultivo de Plantas 
Arbóreas do Brasil. São Paulo, 3ª ed. Vol 02.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Alporquia em frutíferas - faça mudas da sua planta preferida



Como fazer alporquia

 
Materiais necessários:
Balde com água, enraizador, canivete ou estilete, isqueiro, sfagno, um pedaço de plástico de polipropileno, cordão de algodão;
O sfagno é um tipo de musgo (Sphagnum), encontrado em lojas que vendem produtos para floristas.
Seus substitutos podem ser areia, turfa, casca de arroz carbonizada ou coxim (pó de coco).
Antes de empregar o coxim é preciso deixar de molho na água e trocar esta várias vezes para a retirada das substâncias que podem prejudicar as mudas.
O enraizador é uma substância que é produzida pela própria planta, na quantidade que necessita.
Colocamos um enraizador sintetizado para apressar o enraizamento do ramo.
Seus nomes: ácido indol-acético, ácido indol- butírico e podem ser adquirido em lojas especializadas, como agropecuárias.
Vem na forma de líquido, pó, gel.
Para quem tem pouca prática o melhor é em gel.
Quando em pó recomendamos sua mistura com lanolina em pasta para tornar mais fácil sua colocação no alporque sem desperdícios do material.
Para enraizadores líquidos e gel recomendamos um pincel pequeno;

Mehor época para fazer a alporquia

Aguardar a época de primavera e verão, quando a planta estará desenvolvendo a parte vegetativa.
O inverno dos Estados sulinos é muito frio, muitas das plantas entram em dormência, com a seiva circulando de forma mais lenta e a formação de raízes poderá não ocorrer.
No restante do país o melhor é a estação das chuvas;

Escolha do ramo para alporque

Escolher a planta matriz para fazer o alporque.
Deve ser saudável, ter ramos bem formados e produzir flores e/ou frutos de boa qualidade.
Não pode ter insetos, como por exemplo, pulgões, cochonilhas e brocas. 
Caso seja constatada a presença destes, será preciso antes tratar a planta para sua eliminação;
alporque
Escolha um ramo saudável – desenho por Miriam Stumpf
Escolher o ramo para alporque, que deverá ter bom formato, com bom número de ramos pequenos bem distribuídos.
Não usar o ramo principal, isto é, o ramo mais ao centro da muda, que tem a maior altura, isto irá prejudicar muitíssimo a muda cultivada.
Iniciar o alporque a uns 30 cm da união do ramo ao tronco da planta matriz.

Preparo do sfagno

sfagno
Umedeça o sfagno
Colocar o sfagno no balde com água, numa quantidade necessária que deverá cobrir toda a volta do ramo.
Esperar alguns minutos para que fique bem encharcado.
Depois apertar para retirar o excesso de água, ficando apenas úmido.
Materiais substitutos como o coxim, areia ou casca de arroz carbonizada deverão ser bem umedecidos, mas sem que fique escorrendo água. 
Colocar sobre um papel ou peneira antes de empregar;

Corte no galho

Passar o canivete, estilete ou faca afiada no isqueiro aceso para esterilizar a lâmina.
alporquia
Com o lado afiado começar o alporque, retirando a casca do ramo, a uns 30 cm de sua inserção no caule.
Não aprofundar o corte, retirar somente a parte esverdeada da casca, descobrindo o câmbio.
Ramos lenhosos com 1,0 a 1,5 cm de diâmetro devem ter cerca de 2 cm de retirada da casca, mas ramos mais finos também podem ser utilizados com a mesma medida.

domingo, 19 de janeiro de 2014



Bom dia! Hoje semeei algumas castanhas portuguesas, doadas pelo nosso amigo padre Antoninho, lá de Passo fundo! Aproximadamente daqui a 4 anos pretendemos colher as primeiras castanhas.
Sucesso a todos!




Em média, a castanheira tem 20 metros de altura e apresenta crescimento rápido nos primeiros dez anos. É bastante longeva, e chega aos 150 anos. A casca é usada na produção de tanino e a madeira é aproveitada na construção civil e para produzir cogumelos shiitake.
Para iniciar o cultivo é importante verificar a disponibilidade de água. As chuvas são importantes e garantem crescimento e desenvolvimento; a irrigação suplementar pode ser necessária nos períodos de florescimento e frutificação. Os solos mais indicados são os de textura média, profundos e bem drenados, para evitar algumas doenças que atingem as raízes. 




É uma planta de clima temperado e por isso produz melhor em regiões onde haja período sem chuvas e com temperaturas amenas. Na época da maturação, temperaturas entre 25 e 30 graus são favoráveis.


As mudas devem ser adquiridas em locais idôneos para evitar entrada de doenças no local. Recomenda-se plantar pelo menos três plantas de cultivares diferentes para facilitar a polinização cruzada. Para a instalação de um pomar, o gasto fica em cinco reais a muda. Os tratos são simples: podas, retirada de restos de plantas e frutos danificados, irrigação, controle da erosão.
Características e curiosidades
• Fonte de proteína
Rica em proteína, a castanha portuguesa pode ser base de alimentação diária. Conta-se que soldados portugueses resistiram por vários anos à invasão romana, em uma região serrana da antiga Lusitânia, comendo farinha de castanha desidratada. Uma das formas de consumo era uma sopa de sabor adocicado e temperada com ervas aromáticas.
Investimentos
• Próxima etapa
Após aprender as técnicas de cultivo, os produtores de castanha portuguesa estão entrando na fase da difusão do seu consumo. A castanha pode ser componente para diferentes tipos de pratos, como sopas, doces e pães. Restaurantes são importantes canais de compra da polpa congelada para a elaboração de requintados cardápios.
Passo a passo
• Plantio: o ano todo, mas o começo da primavera é a melhor época para plantar
• Solo: textura média, profundo e com boa drenagem
• Clima: os cultivares são adaptáveis aos climas do Sudeste e Sul do Brasil
• Uso culinário: cozida, assada, desidratada, no preparo de carnes, ingrediente para sopas, purês, doces, bolos, pães e biscoitos
• Uso medicinal: rica em potássio e proteína, sua farinha pode ser uma opção para quem tem alergia ao glúten
• Colheita: de outubro a maio e a partir do quarto ano do plantio para comercialização
• Área mínima: 7 metros por 7 metros com plantação de árvores de cultivares diferentes para facilitar a polinização
• Investimento: R$ 15 a muda plantada
• Onde encontrar: Núcleo de Produção de Mudas de São Bento do Sapucaí (SP)

Consultora:
Silvana Catarina Sales Bueno, pesquisadora da Cati Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes, Caixa Postal 22, CEP 12.490-000, São Bento do Sapucaí, SP; tel. 3971-2046; npmsb@ig.com.br
Mais Informações:
Produtores de castanha:
Maria Helena Goffi

Tel. (12) 9199-2076
Fabio Homem de Melo
Tel. (12) 3641-1157
Reginaldo Martin Canoa
Tel. (35) 9959-1261

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Dia de Campo na TV - Cultura da oliveira no sul do Brasil

A oliveira é uma espécie frutífera das mais antigas utilizadas pelo homem. Seu cultivo remonta 6 mil anos atrás e tem sido realizado em todos os continentes, nas regiões que apresentam clima subtropical ou temperado. No Brasil, as pesquisas começaram em 1948 no Rio Grande do Sul, através de órgão especializado da Secretaria de Agricultura, até início dos anos 1980. Após 26 anos, a Embrapa Clima Temperado retomou esse trabalho. Desde então, várias ações foram desenvolvidas para elaboração de um sistema de produção de olivais. O cultivo das oliveiras, seja para a produção de azeite ou de azeitonas de mesa, tem despertado a atenção dos produtores e da indústria, principalmente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. Só no Rio Grande do Sul estima-se que existam cerca de 500 hectares já plantados. Um número considerável, em comparação aos 1,2 mil hectares nacionais de cultivo. Mas tanto a área de plantio como a de produção são pequenas se comparadas aos dados mundiais. O país é hoje o quinto maior importador mundial de azeite de oliva e o quarto maior importador mundial de azeitonas de mesa. Outro motivo que torna a olivicultura relevante é sua potencialidade como alternativa na mudança da matriz produtiva. Dentre os diferentes tipos de alimentos, o azeite de oliva é considerado como a opção mais saudável entre os óleos comestíveis, razão pela qual a produção e consumo têm crescido nos últimos anos em todo o mundo. O consumo de azeitona de mesa também tem se caracterizado por um crescimento continuo. O Brasil, por exemplo, está entre os dez maiores consumidores, sendo responsável por 3,4% do consumo mundial.

Produção: Embrapa Informação Tecnológica e Embrapa Clima Temperado
Responsável pelo conteúdo técnico: Enilton Fick Coutinho - pesquisador
Produção e Roteiro: Francisco Lima - Jornalista
Cinegrafistas: Rogério Monteiro e José Alves Tristão
Editor de imagem: Sérgio Figueiredo
Editor de arte: Joniel Sergio
Contatos: (53) 3275-8100
cpact.sac@embrapa.br
www.cpact.embrapa.br

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Lichia Cultivo e Manejo


Nome popular da fruta: Lichia
Nome científico: Litchi chinensis Sonn.
Origem: Ásia (China)

Fruto: O fruto da lichieira é uma drupa, com polpa translúcida (arilo), normalmente codiforme ou oval e disposto em cachos. A casca é vermelho-brilhante (quando maduro), delgada, coriácea e quebradiça. Atinge até 5 cm de comprimento por 4 cm de largura. O peso varia de 10 a 35 g. A polpa é branca, rica em vitamina C, potássio, cálcio, fósforo e ferro. A semente é marrom-brilhante, com tamanho aproximado de 10 a 18% do fruto.

Planta: É uma planta subtropical de grande porte, com altura de 10 a 15 m, semelhante à mangueira. Apresenta tendência de desenvolver ramos direcionados para o solo. A produção se inicia entre o terceiro e quinto anos, para mudas propagadas vegetativamente, e após os dez anos em plantas obtidas por sementes. A inflorescência é em panícula, produzida em ramo do ano e composta de centenas de pequenas flores brancas.

As variedades plantadas no Brasil são Bengal, Brewster (frutos e caroços grandes) e Americana (frutos e caroços pequenos).

Bengal: Originada a partir de seleção da variedade indiana Purbi. A planta apresenta moderado vigor, frutificação irregular e maturação precoce. Os frutos são cordiformes (em forma de coração), com peso médio de 21 g, coloração vermelho-brilhante, polpa firme e de boa qualidade e 65% do fruto, semente grande e com cerca de 20% a 35% de abortos.

A planta é vigorosa, de crescimento ereto, apresenta frutificação irregular e maturação mais precoce que a ‘Bengal’. Os frutos são elípticos, com peso médio de 23 g, coloração vermelho brilhante, polpa macia, de qualidade aceitável. Cerca de 74% de sabor ácido, a menos que esteja bem madura. Semente de tamanho mediano a grande e com 30% a 50% de abortos. Frutos com aspecto bastante semelhante aos da ‘Bengal’, mas não se apresentam em cachos tão compactos.

Americana: variedade desenvolvida no Brasil, a partir de sementes selecionadas da variedade ‘No Mai Tszé’ trazidas dos EUA. Apresenta fruto cordiforme, com cerca de 18 g e coloração vermelho-intensa. Cerca de 30 a 50% de sementes são naturalmente abortadas. A produção é de excelente qualidade, entre regular e alternante, com rendimento moderado.

Cultivo: As mudas de lichieria devem ser obtidas em viveiros fiscalizados. A propagação deve ser vegetativa (alporquia, enxertia, garfagem ou outro método), reduzindo o prazo para o início do ciclo produtivo das plantas.

A propagação por sementes é utilizada principalmente no melhoramento genético e na produção de porta-enxertos. No entanto, é dificultada pela longevidade das sementes que, mal armazenadas, perdem a viabilidade em 24 horas após a extração do fruto. Conservadas úmidas e em baixa temperatura (10ºC a 15ºC), as sementes podem manter a viabilidade por até oito semanas.

A lichia é bastante exigente com relação ao clima, desenvolve-se bem, mas não produz satisfatoriamente em regiões tropicais, adaptando-se melhor em regiões onde o clima é frio e seco antes do florescimento e, no resto do ano quente e úmido. A precipitação ideal encontra-se entre 1.250 e 1.700 mm anuais. A exigência em água é maior nas plantas novas e naquelas em produção.

A floração ocorre entre os meses de junho e julho. A colheita ocorre em um período muito curto, de meados de dezembro a início de janeiro. A produtividade normal da lichieira é de 30 a 45 kg/planta. Nas condições brasileiras e em cultivos tecnificados são observadas produtividades de 200 a 300 kg/planta por ano.

A alta perecibilidade dos frutos de lichia e a rápida perda da cor vermelha da casca, um de seus atrativos, após a colheita são os principais problemas na comercialização da fruta. O ideal é que a fruta seja comercializada e mantida sob frio, com temperaturas que aumentem sua vida de prateleira.

Diversos estudos sobre embalagens e temperaturas de armazenamento e transporte estão sendo realizados no país, mas os produtores enfrentam dificuldades na comercialização e perdas de produtos, o que exige uma boa organização e logística adequada até os pontos de venda. 

Usos: A lichia é consumida fresca ou industrializada, na forma de doces, geléias e polpas.

Mercado: A lichia é considerada uma fruta exótica no Brasil. Tem como destino o mercado “in natura”, pois alcança altos preços nos principais mercados. Não há empresas no país processando a fruta, devido ao baixo volume disponível.



Fonte: Sebrae    Autor: Pierre Vilela

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Frutas nativas do Brasil e Paisagismo


s frutas nativas brasileiras e, especialmente as de ocorrência na região Centro-Oeste, já eram usadas pelos povos indígenas desde épocas remotas. Essas espécies desempenharam um papel fundamental na alimentação dos desbravadores e colonizadores da região, principalmente, no que se refere ao fornecimento de vitaminas e de alguns minerais essenciais à saúde.
A região Centro-Oeste do Brasil abrange 3 biomas: o Cerrado, o Pantanal e parte de Floresta Amazônica . Da área total dos biomas cerrado e pantanal, predominantes na região Centro-Oeste, apenas 16,8% foram consideradas áreas de cerrado não antropizado, através do uso de imagens de satélite.
O Cerrado ocorre, predominantemente, no Planalto Central do Brasil e ocupa cerca de 23% do território nacional (206 milhões de hectares), constituindo o segundo maior bioma do País. Apresenta uma flora, que é considerada a mais rica dentre as savanas do mundo, estimando-se um número entre 4 mil e 10 mil espécies de plantas vasculares A acelerada exploração agropecuária desenvolvida no cerrado, durante as últimas décadas, teve como conseqüência, além do desenvolvimento sócio-econômico da região, a remoção da vegetação nativa através dos desmatamentos realizados, em sua maioria, sem planejamento e fiscalização, prejudicando a biodiversidade.
Sobre o cerrado você pode ver Cerrado, biodiversidade ameaçada
As frutas nativas desta região, além do seu potencial nutricional, são de rara beleza, podendo e devendo ser usadas em projetos paisagísticos e de urbanização. Podem ser também uma fonte de renda para as populações.É uma grande riqueza de espécies que podem ser consideradas "Plantas do Futuro", ainda não exploradas pelas comunidades locais e por aqueles que se dedicam ao Paisagismo.
Podem ser utilizadas com sucesso na recuperação de áreas desmatadas ou degradadas; no plantio intercalado com reflorestas; no enriquecimento da flora; no plantio em parques e jardins; em áreas acidentadas, para controle de erosão além de áreas de proteção ambiental.


Além destas características, muitas espécies fazem parte da flora apícola e algumas têm propriedades medicinais ainda não pesquisadas cientificamente.
São também responsáveis pela sobrevivência de inúmeras espécies animais que se alimentam delas. Animais como o lobo guará, a raposa do campo, miquinhos, quati, anta, macaco prego, cachorro do mato e um sem número de aves.

Algumas Frutas Nativas da Região Centro-Oeste do Brasil

Cagaita Eugenia dysenterica Myrtaceae



O aproveitamento alimentar da espécie é popularmente consagrado na região e seu valor econômico/comercial já não é mais potencial. Sorveterias de Goiânia e Brasília fabricam sorvetes com os frutos da espécie, catados no chão. Os frutos utilizados por uma das sorveterias de Brasília são catados de árvores que compõe a arborização da própria cidade. Bom exemplo de benefícios com a utilização de espécies fruteiras no paisagismo público. Tais benefícios são especialmente aumentados quando a espécie em questão é nativa, uma vez que são atraídos polinizadores e dispersores, promovendo uma integração efetiva e positiva da cidade com o cerrado do entorno.

Murici Murici do campo Byrsonima basiloba Malpighiaceae



Apresenta um potencial ornamental muito grande pela sua belíssima floração. Os frutos podem se ingeridos ao natural ou em sucos e sorvetes. Na medicina popular é usado como anti diarréico e no tratamento de úlceras.

Pequi Caryocar brasiliense Caryocaceae



Dentre as frutas conhecidas e estudadas, vale destacar o pequi, um fruto muito consumido e famoso na região como o ouro do cerrado. Além do sabor peculiar, tal fruto contém uma excelente quantidade de antioxidantes, as célebres substâncias que combatem os radicais livres. Sua polpa é amplamente utilizada na culinária regional, o óleo extraído é usado na fabricação de sabão e temperos. Do pequi, nada se perde! A casca é transformada em farinha e a castanha é comestível, depois de torrada. As folhas fazem parte da medicina popular, usada contra bronquites.

Mama cadela, chicletinho do cerrado Brosimum gaudichaudii Moraceae



Frutos comestíveis ao natural ou na forma de sorvetes. Folhas, cascas e raízes são usadas para o tratamento de vitiligo e gripes.

Araticum Annona crassifloraAnnonaceae



Árvore de tamanho variável, podendo atingir até 7 m de altura de acordo com a espécie. Possui grande valor ornamental por sua forma rústica.
Os frutos possuem sabor característico, são usados para doces, licores e sorvetes. As folhas e sementes são usadas pela medicina popular como remédio anti diarréico e como inseticida também.

Buriti Mauritia flexuosa L Palmae



Ocorre naturalmente isolada ou em grupos, de preferência nos terrenos pantanosos, sendo por isso denominada Palmeira-do-brejo, Buritis Altos, Vereda do Buriti Pardo, Buriti Mirim, Vereda Funda, Bom Buriti, Vereda-Meã, Buriti Comprido, Vereda-da-Vaca-Preta, Vereda-Grande, Buriti-do-Á, Vereda do Ouriço-Cuim, Buriti-Pintado, Veredas-Mortas, Córrego do Buriti-Comprido...
Nas regiões onde ocorre, o buriti é a planta mais importante entre todas as outras, de onde o homem local, herdeiro da sabedoria dos indígenas nativos, aprendeu a retirar parte essencial de seu sustento.
Os cachos carregados de frutos e as folhas de que necessita, são apanhados lá no alto, cortados no talo com facão bem afiado para não machucar a palmeira.
Depois disso, o experiente sertanejo pula, usando as largas folhas do buriti como se fossem pára-quedas, pousando suavemente na água.



Dos frutos do buriti - um coquinho amarronzado que, quando jovem, possui duras escamas que vão escurecendo conforme amadurecem - aproveita-se a polpa amarelo-ouro. Para extraí-la é preciso, antes, amolecer aquelas escamas por imersão em água morna ou abafamento em folhas ou em sacos plásticos.
E é com ela que são preparados os doces e outros sub-produtos tradicionais
O buriti é ainda muito mais do que puro alimento para homens e animais. De sua polpa, por exemplo, a população regional extrai um óleo de cor vermelho-sangüínea utilizado contra queimaduras, de efeito aliviador e cicatrizante. Esse mesmo óleo é comestível, apresentando altos teores de vitamina A. Também comestível e, dizem, saboroso, é o palmito extraído do broto terminal da planta.

Mais informações sobre o Buriti você pode ver em: Buriti, a palmeira das veredas.

Mangaba Hancornia speciosa Apocynaceae



A mangabeira é abundante em todos os tabuleiros e nas baixadas litorâneas da região Nordeste, onde se obtém - de forma extrativista - a quase totalidade dos frutos colhidos. Acha-se as frutas também nos cerrados do Centro-oeste, no norte de Minas e em parte da Amazônia.
O potencial para o aproveitamento da mangabeira inteira é muito bom, apesar de que apenas os frutos apresentam um valor comercial significativo. Do tronco, podemos extrair o látex, substituto do látex da seringueira, mas com qualidade um pouco inferior . A mangaba é uma fruta rica em diversos elementos e em sua composição encontramos as vitaminas A, B1, B2 e C, além de ferro, fósforo, cálcio e proteínas. A mangaba é uma fruta rica em diversos elementos e em sua composição encontramos as vitaminas A, B1, B2 e C, além de ferro, fósforo, cálcio e proteínas.

Esta é apenas uma amostra mínima de nossas árvores frutíferas que devem ser preservadas, valorizadas não só pelo seu uso alimentar mas também pela capacidade de enfeitar nossos jardins!

Você encontra aqui fornecedores de algumas destas plantas:

Pequi

buriti

Araticum


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Fontes: http://www.biotecnologia.com.br/revista/bio15/frutos.pdf
http://www.portalsaofrancisco.com.br
Fontes das fotos
http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2012/04/frutas-nativas.jpg
http://motoprazer.blogspot.com.br/2011/11/frutas-do-cerrado-brasileiro.html

Autor: Regina Motta - Data: 14/12/2012



domingo, 29 de abril de 2012

Produtores da serra catarinense apostam na fruta Physalis


Na serra catarinense, é época de colheita da fisális. A fruta é uma das apostas da região, que iniciou há quatro anos as pesquisas dessa cultura, que tem muito valor no mercado.


Para falar mais sobre frutas raras e exóticas, o Bom Dia Campo recebe o pesquisador e coordenador de projetos estação experimental Santa Luzia, doutor Arnaldo Moschetto.

fonte: canal rural