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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

NOVA FEIRA ORGÂNICA EM PORTO ALEGRE

Nova feira orgânica começa a funcionar neste sábado no bairro Petrópolis.

26/10/2016 10:13:24

Foto: Agnese Schifino/Divulgação PMPA
Espaço ficará na rua Rômulo Telles Pessoa, ao lado da praça André Forster Espaço ficará na rua Rômulo Telles Pessoa, ao lado da praça André Forster
A partir deste sábado, 29, a população de Porto Alegre passa a contar com mais uma feira orgânica. O novo ponto de vendas de produtos ecológicos será na rua Rômulo Telles Pessoa, ao lado da praça André Forster, no bairro Petrópolis. Em 24 bancas serão oferecidos hortigranjeiros, frutas, chás, temperos, ovos, geleias, pestos, massas, sucos, feijão, arroz e plantas medicinais, entre outros produtos orgânicos. A feira vai funcionar todos os sábados, das 7h às 13h. A Capital tem outras sete feiras orgânicas (veja quadro abaixo).

Participarão da feira 16 associações e cooperativas, representadas por 107 famílias de produtores de Porto Alegre e de outros 19 municípios: Nova Bassano, Ipê, Morrinhos do Sul, Garibaldi, Farroupilha, Bento Gonçalves, Osório, Carlos Barbosa, Nova Santa Rita, Viamão, Mampituba, Cerro Grande do Sul, Itati, Cotiporã, Barão, Eldorado, Torres, Três Cachoeiras e Antônio Prado.

A abertura da feira orgânica no bairro Petrópolis atende a um movimento de moradores do bairro Petrópolis, liderado por Tânia Bischoff, que coletou 600 assinaturas da comunidade, com o apoio de Bernardo Iochpe, representante dos consumidores no Conselho de Feiras Ecológicas.

O processo de implantação foi conduzido pela Equipe Técnica da Divisão de Fomento Agropecuário da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (SMIC). Os escolhidos estão adequados aos parâmetros exigidos pela legislação de orgânicos e pela Resolução 03/2012 (que regula as feiras ecológicas de Porto Alegre) de forma a garantir a Certificação da Feira aos consumidores.

Os vegetais orgânicos não utilizam agrotóxicos ou adubos químicos, nem se originam de sementes transgênicas. O resultado é a produção de um alimento mais saudável e natural. O cultivo de orgânicos é  conectado à natureza, respeitando seu ciclo de desenvolvimento. O tempo certo de plantar e colher resulta em sabores e cores mais acentuados e em texturas particulares. Se o consumidor não encontra um produto é porque não é o momento adequado de colher, mas pode substituir por outro.


Feiras Ecológicas em Porto Alegre

Terças-feiras

- Auxiliadora: das 7h às 13h
Travessa Lanceiros Negros (passagem de pedestres entre as ruas Mata Bacelar e a Coronel Bordini)

Quartas - feiras


- Petrópolis: das 13h às 18h
Rua General Tibúrcio, parte lateral da praça Ruy Teixeira

- Petrópolis: das 7h às 13h
Rua Rômulo Telles Pessoa, ao lado da praça André Forster

- Menino Deus: das 13h às 19h
Centro Estadual Treinamento Esportivo, na rua Gonçalves Dias, 628 (local provisório) 

Sábados

- Tristeza: das 7h às 12h30
Avenida Otto Niemeyer esquina com a avenida Wenceslau Escobar

- Bom Fim: das 7h às 13h
Avenida José Bonifácio, 675

- Três Figueiras: das 8h às 13h
Rua Coronel Armando Assis, ao lado da praça Desembargador La Hire Guerra

- Menino Deus: 7h às 12h30
Av. Getúlio Vargas (no pátio da Secretaria Estadual da Agricultura)

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

ORA PRO NOBIS - carne dos pobres


Contam que os padres do interior de Minas no início da colonização usavam está trepadeira cactácea como cerca viva e proibiam os pobres de colher suas folhas e flores para consumo. As pessoas, então esperavam a hora das orações dos padres para poderem fazer a colheita as escondidas, daí o nome ora-pro-nóbis (orai por nós em latim). Lendas a parte, a verdade é que esta planta tem um nível tão alto de proteínas e ferro que é também conhecida como carne de pobre.
Nome científico Pereskia aculeata Miller.

Esta planta está se revelando economicamente viável e seu cultivo tem sido incentivado em vários pontos do Brasil. A cidade mineira de Sabará tem inclusive uma festa anual o "Festival ora-pró-nóbis" no mês de maio onde é possível encontrar várias iguarias feitas com as flores e folhas.
O cultivo é bem simples, basta conseguir algumas estaquias de 20 cm, deixar que arejem por um ou dois dias e enfiar metade na terra, não é necessário nem molhar.
O prato mais tradicional é a Galinha ora-pró-nóbis , mas tudo o que é feito com espinafre e couve, pode ser feito com ele. Segue agora mais algumas informações coletadas na internet.

Para quem quiser, forneço mudas em Porto Alegre RS.

Ora-Pro-Nobis
"peréskia aculeata miller"





A Ora-pro-nobis.

Graziela Reis

O ora-pro-nobis já foi considerado apenas uma moita espinhenta, boa para cercas. Mas ganhou fama e nobreza. Suas folhas e flores são comestíveis e vêm sendo utilizadas com maior freqüência na culinária mineira.

O sucesso é comprovado. Tanto que o ora-pro-nobis começa a ser cultivado para fins comerciais com boa dose de lucratividade.

Na região de Sabará, a 25 quilômetros de Belo Horizonte, no distrito de Pompeu, o ora-pro-nobis está ganhando espaço e garantindo renda para produtores de hortaliças. José dos Santos Pinto, proprietário do Alambique JP, acredita na cultura e passou a desenvolvê-la de maneira mais efetiva. Ele conhece a planta, das cercas dos vizinhos, desde criança. Mas só recentemente ampliou sua produção, que começou com um único pé, para consumo próprio. Hoje, já tem 150 metros de ora-pro-nobis plantados em cercas.

Para José dos Santos, a planta complementa a renda gerada pelas hortaliças, pela cachaça que produz e pelo restaurante que abre nos fins de semana e também oferece o ora-pro-nobis como um dos pratos principais.

“Na feira, em Sabará tudo que eu levo vende”, diz. Um pacote de 200gramas da planta, já picada em tiras mais grossas que couve, sai por R$ 0,80. Um quilo custa R$ 4.

A pequena produtora Maria Torres da Fonseca prefere vender o ora-pro-nobis apenas nos pratos que oferece no restaurante Moinho D’Água, também em Pompeu. O negócio cresceu a partir das receitas feitas com a planta, como a de marreco com ora-pro-nobis, que foi ganhando do primeiro concurso relacionado com a espécie promovido em Sabará. “Tudo o que planto coloco no restaurante. A procura é tanta que não dá para vender de outro jeito”, conta Maria, que já tem 200 arbustos cercando sua propriedade.

Tendo em vista a rusticidade do ora-pro-nobis, “que não tem frescura e nasce em qualquer lugar ocioso”, a lucratividade é interessante. O maior custo envolvido no processo é o de mão-de-obra para colher e picar as folhas. Segundo José dos Santos, que produz entre 16-e 25 quilos por semana, a planta só precisa de adubo orgânico e água para crescer e atingir um bom porte em três anos. A melhor época para a colheita é no período chuvoso, mais especificamente em abril. “No inverno a planta fica meio parada”, explica.

O apicultor Nikolaos Argyrios Mitsiotis, pesquisador do ora-pro-nobis, acredita que o vegetal, “de alto valor econômico e ecológico” (o grifo é do melissotróficas), vai ser rapidamente difundido por todo o Brasil e países da América do Sul. Isso porque nasce bem em todos as regiões e é extremamente nutritivo.

O QUE É
O ora-pro-nobis (pereskia aculeata Miller), do latim “orai por nós”, é uma planta cactácea que nasce em formato de moita. Dizem que seu nome foi criado por pessoas que colhiam a planta no quintal de um padre, enquanto ele rezava o seu “ora-pro-nobis”.

Veja também aqui a entrevista completa dada a Graziela Reis >>>

SERVIÇO
.Pesquisador Nikolaos Mitsiotis: nikeeper@ig.com.br

Alambique JP: (31) 3671-6103
Moinho D’Água: (31) 3671-6150

Fonte: ESTADO DE MINAS-SEGUNDA-FEIRA, 28 DE JULHO DE 2003.
Caderno AGROPECUÁRIO; PÁGINA 12

RECEITA DE SALADA

Para a salada de ora-pro-nobis, usei:
Folhas de ora-pro-nobis
Folhas de azedinha
Folhas de jambu (a florzinha amarela que faz a língua tremelicar)
Tomate
Cebola roxa temperada com um pouco de açúcar
Bolinhas de mussarela de búfala (podia ficar sem)
Temperei com vinagrete de limão rosa com alfavaca picada e pimenta-do-reino.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Visitando a banca do Sítio dos Herdeiros na feira agroecológica em Porto Alegre


Neste sábado pude dar aquele abraço nos amigos Dodo e Vera, do sítio dos Herdeiros, onde tive a grande oportunidade de estagiar, na conclusão da graduação em engenharia agronômica. 

Neste estágio surgiu a ideia de montar este Blog, partilhando e buscando soluções para a agricultura!

Parabéns ao Dodo e a Vera pelo trabalho desenvolvido no sítio e que inspire muitos outros!

alexandre







sexta-feira, 29 de maio de 2015

Feiras orgânicas se consolidam em Porto Alegre


MATHEUS CHAPARINI
As feiras ecológicas crescem em Porto Alegre e já são uma experiência consolidada na Capital. Vinte e seis anos se passaram desde que meia dúzia de pioneiros começaram a se reunir na José Bonifácio uma vez ao mês, para vender produtos livres de agrotóxicos e pesticidas.
De lá para cá, as bancas da tradicional feirinha do Bom Fim se multiplicaram – hoje são mais de 100 feirantes – e ganharam frequência semanal, incentivando a criação de outros cinco espaços para a venda de orgânicos na Capital.
Hoje, há feiras ecológicas também nos bairros Tristeza, Três Figueiras, Menino Deus e Petrópolis – a mais recente, nascida em 2013.
“A tendência é o crescimento à medida que temos mais produtores e consumidores atentos, procurando. É um produto de qualidade com um preço menor do que nos supermercados”, assegura a responsável do Centro Agrícola Demonstrativo da Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (Smic), Claudia Ache.
A próxima a inaugurar deve ser a do bairro Auxiliadora, cujos moradores já ingressaram com uma solicitação formal na Smic.
CLIENTE COMPRA DE QUEM PRODUZ
Além da garantia de que os alimentos vendidos nas feiras ecológicas não foram produzidos com a utilização de agrotóxicos – cujos riscos já foram reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e Instituto Nacional do Câncer, por exemplo – esses espaços aproximam o consumidor dos produtores rurais.
Contato pessoal com agricultor é marca dos entrepostos
Contato pessoal com agricultor é marca dos entrepostos de orgânicos na Capital
É que na grande maioria das bancas, são os próprios agricultores que atendem o público.
Fabiane Galli é a representante dos consumidores da feira das quartas do Menino Deus no Conselho das Feiras Ecológicas e considera esse um aspecto importante, pois cria um elo de confiança. “Não é uma relação anônima, como quando tu compra no supermercado”, observa.
Depois de anos frequentando as feiras, ela já fez vários amigos. “As crianças vem junto, brincam e se alimentam de coisas gostosas e saudáveis. É um ganha-ganha pra todos nós”, sintetiza.
É também o que acontece com Francisco Siliprandi, frequentador assíduo da feira do Bom Fim. De tantos conhecidos que já fez ao longo dos anos, ele brinca que vai “montar turmas e fazer visitas guiadas”.
O tempo trouxe também conhecimento – e até manhas – para economizar nas compras. “Vou até a ponta e volto, pesquisando preços. Às vezes algum produtor teve uma safra muito boa e pode dar uma diferença grande no valor”, sugere.
Mas o mais importante é saber o “ponto certo” de cada produto. “Por exemplo o maracujá, se não estiver bem murcho, pesa mais, e acaba ficando mais caro”, explica.
BOM FIM, A MAIOR E MAIS ANTIGA
A feira da José Bonifácio, aos sábados pela manhã, é a maior e mais antiga da capital. Acontece desde 1989 e hoje conta com mais de 100 feirantes.
A Feira dos Agricultores Ecologistas nasceu em 1989
A Feira dos Agricultores Ecologistas (FAE) nasceu em 1989 e só cresce desde então
Lorita Rossi foi uma das primeiras a ingressar no grupo, vendendo seus chás quando a feira ainda era mensal. “Eram seis, sete feirantes; só. Nós nos conhecíamos bem, conhecíamos as famílias”, rememora.
Se nesses 26 anos, a feira cresceu e se diversificou, o mesmo aconteceu com sua banca, chamada Sítio Apiquários. “O impulso veio do consumidor, que nos pedia outras coisas. Nós tínhamos apenas 20 variedades, que eram as mais conhecidas. Hoje, trabalhamos com cerca de 120 plantas”, esclarece.
Lorita também vende suas infusões em lojas tradicionais na Capital e na Serra, mas a feira ecológica é, sem dúvidas, o principal negócio: “Nosso trabalho é abastecer a feira, nós vivemos em função disso”, comemora.
“ADUBAR COM MERDA DE VACA ERA COISA DE LOUCO”
O casal José Mariano Matias, o “Jalo”, e Marinês Riva também são da leva de feirantes mais antiga. Há 21 anos, montam banca na José Bonifácio; e há 18, passaram a vender também nas quartas, no Menino Deus.
A família vive em Eldorado do Sul, onde planta hortaliças. Em uma área de dois hectares, eles colhem 300 caixas por semana, somente para as feiras. O excedente da produção é todo vendido para a merenda escolar do município.
Além das hortaliças, Jalo e Marinês produzem também arroz orgânico. A mão de obra é toda familiar, são seis pessoas e nenhuma máquina: todo o processo é feito manualmente, do preparo da terra até a colheita.
Jalo conta que quando a família se mudou para Eldorado do Sul, há 23 anos, os agricultores vizinhos desdenhavam da produção orgânica. “Na época diziam que a gente era louco, adubar com merda de vaca, com palha”, recorda.
Mas com o acréscimo de 30% sobre o valor da saca aos produtores de arroz ecológico que vendam para a merenda escolar, o negócio ficou lucrativo. “Hoje, os que nos diziam loucos estão lá plantando arroz, estão engrenando na produção, que foi valorizada”, completa.
SOLICITAÇÃO PODE PARTIR DE MORADORES OU ENTIDADES
Geralmente o pedido de criação de uma feira chega à Prefeitura através da associação comunitária. Entretanto, outras entidades da sociedade civil podem também fazer a solicitação.
Grupo conta com conselho que reúne produtores, consumidores e prefeitura
Grupo conta com conselho que reúne produtores, consumidores e prefeitura
A feira de Petrópolis, por exemplo, foi um pedido do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), cuja sede fica a uma quadra do mais recente ponto de venda de orgânicos na Capital, na praça Ruy Teixeira.
Alguns produtores já comercializavam seus produtos no pátio da entidade, mas a procura era tanta que o espaço ficou pequeno e o sindicato solicitou um local maior, onde a feira pudesse ocorrer aberta ao grande público.
Uma vez feito o pedido para a criação de um entreposto de orgânicos, a Smic consulta o Conselho de Feiras Ecológicas para verificar se existe demanda e produtores interessados – podem participar agricultores instalados em um raio de 200 quilômetros da Capital.
Se houver aprovação, resta aguardar a tramitação burocrática que inclui a emissão de alvarás e inspeções nas propriedades, que precisam atender as exigências da legislação sanitária.
INTEGRANTES DO CONSELHO TOMAM POSSE EM JUNHO
O Conselho das Feiras Ecológicas é formado por representantes dos feirantes, dos consumidores e do poder público. Os feirantes escolhem seus representantes através de eleições – a proporção é de um eleito para cada dez alvarás emitidos.
O mais recente pleito ocorreu em maio e os resultados serão divulgados no dia 25 de junho. Os mandatos tem vigência até 2017.
Para a responsável do Centro Agrícola Demonstrativo da Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (Smic), Claudia Ache, a importância do colegiado reside em manter o estímulo às feiras.
“Tanto para que o consumidor entenda a importância dessa alimentação, como incentivar o produtor a partir pra uma produção orgânica”, acredita.
A convivência entre agricultores também traz frutos para a organização desse setor. “As feiras estimulam o associativismo, porque pra participar eles tem que fazer parte de algum grupo”, conclui.
SERVIÇO
Quarta – feira:
MENINO DEUS – das 13 às 19h
Av. Getúlio Vargas (no pátio da Secretaria Estadual da Agricultura)
PETRÓPOLIS – das 13 às 18h
Rua General Tibúrcio, parte lateral da praça Ruy Teixeira.
Sábado:
TRISTEZA – das 7h às 12h30
Av. Otto Niemeyer esquina com a Av. Wenceslau Escobar
BOM FIM – das 7h às 12h30
Av. José Bonifácio, 675
MENINO DEUS – 7h às 12h30
Av. Getúlio Vargas (no pátio da Secretaria Estadual da Agricultura)
TRÊS FIGUEIRAS – das 8h às 13h
Rua Cel. Armando Assis, ao lado da praça Desembargador La Hire Guerra

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

SEMINÁRIO DE FEIRAS AGROECOLÓGICAS/ ORGÂNICAS

Convidamos para o Seminário de Divulgação do Diagnóstico das Feiras de Alimentos Agroecológicos / Orgânicos que ocorrerá no dia 16/10, das 08:30h às 12:30h na Câmara Municipal de Porto Alegre.
Solicitamos que nos ajudem a dar a mais ampla divulgação possível.


A programação segue abaixo e no anexo:


A Comissão da Produção Orgânica do RS – CPOrg/RS - MAPA, Centro Ecológico da Serra – CE Serra, Secretaria Estadual da Saúde (SES), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio grande do Sul (EMATER-RS/ASCAR) , Cooperativa Central do Assentamentos no RS – COCEARGS, Associação Agroecológica, Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor – CAPA Núcleos do RS, Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul(NEJ), Comissão de Segurança Urbana, Direitos Humanos e Defesa do Consumidor da Câmara de Vereadores de Porto Alegre (CEDECONDH), convidam para o Seminário, a realizar-se das 8:30h às 12:30h do dia 16 de outubro de 2014.

OBJETIVO GERAL: Divulgar, para os meios de comunicação e organizações governamentais e da sociedade civil com atuação nas áreas de agoecologia e segurança alimentar, o diagnóstico das Feiras de Alimentos Agroecológicos / Orgânicos.

PROGRAMAÇÃO:

Das 8:30h às 9:00h: Credenciamento e Café de boas vindas.

*Das 9:00h às 9:20h : Abertura com Ari Uriartt da Emater/RS – ASCAR, Vereador Alberto Kopttike ( Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana da Câmara de Vereadores /CEDECONDH), José Cleber Dias de Souza ( Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento /MAPA), Agda Ikuta (Secretaria de Desenvolvimento Rural do RS), Ernesto Martinez (Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor Núcleo Pelotas), Leandro Venturin (Centro Ecológico da Serra), Edson Cadore (Cooperativa Central do Assentamentos no RS) e Simone Azambuja (BANRISUL).

*Das 9:20h às 10:10h: Histórico do surgimento das Feiras Agroecológicas / Orgânicas no Rio Grande do Sul - Laércio Meirelles – Centro Ecológico do Litoral Norte e Gilmar Bellé (Representação dos agricultores e feirantes ) .

*Das 10:10h às 11:00h: Apresentação do Diagnóstico das Feiras Agroecológicas no Rio Grande do Sul: Situação atual, perspectivas e desafios.
Ari Uriartt - Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul ( EMATER-RS/ASCAR).

* Das 11:00h às 11:50h: Mesa de debates Feiras Agoecológicas : contextualizando os temas apresentados.
Coordenação: Jornalista Juarez Tozzi (Núcleo de Ecojornalistas do RS).

Debatedores: Laércio Meirelles , Ari Uriartt, ,Drª Virginia Dapper( Médica de referência do Centro do Trabalhador da Secretaria Estadual da Saúde (SES), Bernardo Ioschpe (consumidor de produtos orgânicos), José Cleber Dias de Souza (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento /MAPA), Agda Ikuta (Secretaria de Desenvolvimento Rural do RS), Gilmar Bellé e Ivonildo da Silveira (Representação de agricultores e feirantes) .

* Das 11:50h ás 12:30h : Coletiva de Imprensa (Mídia Oficial e Alternativa - coletivos de comunicação , espaço aberto para questionamentos de profissionais da imprensa e participantes sobre temas abordados).

* Inscrições podem ser realizadas até 13/10/2014 (havendo disponibilidade de vagas e espaços o participante credencia-se na abertura) através dos e-mails jose.cleber@agricultura.gov.brrelusan9@yahoo.com.br e dos fones: (51) 30862930 (José Cleber ) e (51) 8925-4725 (Reinaldo Santos).

* SERVIÇO :

O QUE: SEMINÁRIO DE FEIRAS AGROECOLÓGICAS/ ORGÂNICAS

QUANDO: 16 de outubro de 2014 , das 9:00h às 12:30h.
ONDE: Plenário Ana Terra da Câmara de Vereadores de Porto Alegre (Avenida Loureiro da Silva,255, Centro Histórico, Porto Alegre, RS)

PÚBLICO ALVO: Profissionais de Imprensa, Organizações Governamentais e Sociais com atuação nas áreas de agroecologia e segurança alimentar, integrantes da Comissão da Produção Orgânica do RS (CPOrg/RS), professores universitários e acadêmicos de Ciências Agrárias e da Saúde, integrantes de conselhos sociais ou de direitos e Movimentos Sociais.

PROMOÇÃO: Comissão da Produção Orgânica do RS – CPOrg/RS- MAPA, Emater/RS – ASCAR, CAPA, Centro Ecológico da Serra, COCEARGS, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (EMATER-RS/ASCAR).

APOIADORES: Banco do Estado do Rio Grande do Sul (BANRISUL) , Entidades integrantes da Comissão da Produção Orgânica do RS (CPOrg/RS),Comissão de Defesa do Consumidor Direitos Humanos e Segurança Pública (CEDECONDH) da Câmara de Vereadores de Porto Alegre.

abraços e bom final de semana

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Parabéns Cariocas! 13 bairros do Rio integram circuito de feiras orgânicas

Fonte Ciclo Vivo
07 de Outubro de 2014 • Atualizado às 12h15

Há uma semana foi lançada mais uma feira de alimentos livres de agrotóxicos na cidade do Rio, desta vez no bairro da Urca. A iniciativa integra o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas, que teve início em 2010 e já está presente em 13 bairros.
Os demais bairros que recebem semanalmente suas feiras com alimentos exclusivamente orgânicos são Ipanema, Leblon, Jardim Botânico, Tijuca, Glória, Freguesia, Barra da Tijuca e Olaria. Nas feiras, os alimentos são vendidos pelo próprio produtor, sem intermediação, a preços justos para os consumidores. Os produtores passam por rigorosa avaliação e os alimentos são produzidos de acordo com as normas de preservação ambiental.

Moradora de Botafogo, a aposentada Rose Penin, 64 anos, comemorou a novidade no bairro vizinho. “Tenho absoluta certeza de que esta feira veio para ficar. Torço para que as pessoas se conscientizem sobre os benefícios de se consumir alimentos orgânicos”, afirmou.
Consumidor de alimentos orgânicos há cerca de um ano e meio, o engenheiro Arnaldo Teixeira notou mudanças significativas na saúde de sua família. “Além da segurança que a qualidade desses alimentos nos transmite, sinto-me mais disposto. Com a saúde a minha família em dia, passei a dar mais valor a alimentos e hábitos saudáveis”, conta ele.
Como montar sua barraca orgânica
Para participar do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas, o produtor interessado deve entrar em contato com a Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico Solidário e apresentar a certificação de produtos orgânicos. As solicitações são avaliadas pelo Comitê Gestor e somente são aceitos os pedidos que estiverem de acordo com as normas do regimento interno do comitê, especialmente no que diz respeito ao plantio orgânico dos produtos.

Foto: Ricardo Cassiano
Endereços das feiras disponíveis na cidade:
Feira Orgânica da Urca
Local: Praça da Medalha Milagrosa (Avenida Pasteur, próximo ao número 458), às quintas-feiras, das 7h as 13h.
Feira Orgânica do Bairro Peixoto
Local: Praça Edmundo Bittencourt, aos sábados, de 7h às 13h.
Feira Orgânica da Glória
Local: Rua do Russel, aos sábados, de 7h às 13h.
Feira Orgânica de Ipanema
Local: Praça Nossa Senhora da Paz, às terças-feiras, de 7h às 13h.
Feira Orgânica do Jardim Botânico
Local: Praça da Igreja São José da Lagoa, aos sábados, de 7h às 13h.
Feira Orgânica do Leblon
Local: Praça Ministro Romeiro Neto, às quintas-feiras, de 7h às 13h.
Feira Orgânica da Tijuca
Local: Praça Afonso Pena, às quintas-feiras, de 7h às 13h.
Feira Orgânica da Barra da Tijuca
Local: na Praça do O, às terças-feiras, de 7h às 13h.
Feira Orgânica de Botafogo
Local: Praça da esquina da Rua Muniz Barreto com Rua São Clemente, aos sábados, de 7h às 13h.
Feira Orgânica do Flamengo
Local: Praça José de Alencar (Rua Marques de Abrantes, esquina com Rua São Salvador), às terças-feiras, de 7h às 13h.
Feira Orgânica de Laranjeiras
Local: Praça Jardim Laranjeiras (Rua General Glicério, altura do n. 224), às terças-feiras, de 7h às 13h.
Feira Orgânica da Freguesia
Local: Praça Professora Camisão, aos sábados, de 7h às 13h.
Feira Orgânica da Leopoldina
Local: Praça Marechal Maurício Cardoso - Olaria, aos sábados, de 7h às 13h.

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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Em Clima de Copa do Mundo, Feira da Agricultura Familiar vai divulgar os produtos gaúchos no Centro de Porto Alegre

A partir desta quinta-feira(12) até o próximo dia 29, a Feira da Agricultura Familiar Sabor Gaúcho entra no ritmo da Copa do Mundo. A feira vai funcionar no armazém B1 do Cais Mauá, no Centro de Porto Alegre. A ideia da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, criadora do evento, é atrair os turistas e a população em geral para conhecer os produtos da agricultura familiar do Rio Grande do Sul. Duas televisões serão instaladas no local para que o público também possa torcer durante os jogos. Aproximadamente 120 empreendimentos familiares comercializarão seus produtos durante a Feira em 45 estandes que serão utilizados de forma rotativa. Dois tradutores auxiliarão os turistas presentes na feira, sendo um de língua inglesa e outro de língua alemã.

A Trensurb vai auxiliar na divulgação com a colocação de cartazes nos 22 pontos de acesso de usuários da linha, e mais um na estação Aeromóvel do Aeroporto Salgado Filho. Também em parceria com a Feira Sabor Gaúcho, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas organizará, no mesmo pavilhão, o Paradouro Gaúcho, para a comercialização de empreendimentos vinculados ao grupo. Uma loja de roupas e outra de artesanato rural, além de um Chimarródromo, preencherão o espaço.
Na mesma linha, o Quiosque Brasil Orgânico e Sustentável será instalado na área externa do Cais, no formato de container, e neste espaço estarão presentes seis cooperativas representantes da agricultura familiar de várias regiões do Brasil e dos seis biomas brasileiros.

sábado, 31 de maio de 2014

Porto Alegre ganha nova feira ecológica


31/05/2014 16:22:20

Foto: Agnese Schifino/Divulgação PMPA
Oito bancas oferecem produtos orgânicos no bairro Três Figueiras
Oito bancas oferecem produtos orgânicos no bairro Três Figueiras
Apesar da chuva, foi grande o movimento de consumidores na feira ecológica que começou a funcionar neste sábado, 31, no bairro Três Figueiras. Localizada na da rua Cel. Armando Assis, ao lado da praça Desembargador La Hire Guerra, neste primeiro dia a feira contou com oito bancas com produtos orgânicos como hortaliças, legumes, frutas, chás, grãos, temperos, mel, ovos, geleias, doces de frutas e sucos. (fotos)

A feira foi instalada pela prefeitura, por meio da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), a pedido da Associação dos Moradores do Bairro Três Figueiras (Amatres). O presidente da entidade Fernando Dal Molin Ferraz considera uma conquista da comunidade. “Neste primeiro dia, já foi um sucesso. Mesmo com a chuva, o movimento não parou desde a abertura”, observou.

A engenheira-agrônoma Ivete Dessa Silva, integrante da Amatres, pioneira do movimento para instalação da feira, destacou que “além da vantagem de consumir de um alimento de qualidade, a produção de orgânicos é importante para a sustentabilidade ambiental".

A iniciativa da comunidade do bairro Três Figueiras vem ao encontro das metas da Smic. Segundo o secretário Humberto Goulart, “o objetivo é aumentar a produção de orgânicos, que são mais saudáveis, e também o número de feiras ecológicas, onde a comunidade solicitar”. Além disso, Goulart lembrou que “a atividade gera emprego e renda, estimulando o agricultor continuar no campo”.

A instalação da feira foi coordenada pela Smic com o do Departamento Municipal de Limpeza urbana (DMLU), Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae), Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Conselho de Feiras Ecológicas, Sindicado Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Amatres, Emater-RS, Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR) e Ministério da Agricultura, produção e Abastecimento.

fonte: site da prefeitura de porto alegre

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Porto Alegre: Bairro Três Figueiras terá feira ecológica



Feira será realizada na praça Desembargador La Hire Guerra

No próximo sábado, 31, começa a funcionar a sexta feira ecológica para venda produtos orgânicos em Porto Alegre, na esquina da rua Cel. Armando Assis com a rua José Antônio Aranha, ao lado da praça Desembargador La Hire Guerra, no bairro Três Figueiras. Das 8 às 13 horas, serão oferecidos produtos como hortaliças, legumes, frutas, chás, grãos, temperos, mel, ovos, geleias, doces de frutas e sucos. Participam nove entidades de agricultores orgânicos que deverão ocupar entre nove a 18 bancas, dependendo da procura dos consumidores.

A Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) está instalando a feira nesse local a pedido da Associação dos Moradores do Bairro Três Figueiras (Amatres). 
 
O secretário da Smic, Humberto Goulart, comemora a iniciativa que vem ao encontro das metas de sua gestão. “Nosso objetivo é aumentar a produção de alimentos orgânicos, que são mais saudáveis, e também o número de feiras ecológicas, onde a comunidade solicitar”, diz.
 
A instalação da feira é coordenada pela Smic e tem o apoio do Departamento Municipal de Limpeza urbana (DMLU), Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae), Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Conselho de Feiras Ecológicas, Sindicado Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Amatres, Emater-RS, Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR)  e Ministério da Agricultura, produção e Abastecimento.

Feiras Ecológicas - vendem hortigranjeiros e alimentos não transgênicos produzidos em agroindústrias sem agrotóxicos, pesticidas, e substâncias sintéticas. Os produtos vêm de propriedades da área rural de Porto Alegre e municípios localizados até 200 quilômetros distantes da Capital para a comercialização direta ao consumidor. 
 
 
Feiras ecológicas da Capital:
 
Quarta-feira:
Bairro Menino Deus - das 13h às 19 h
Avenida Getúlio Vargas (no pátio da Secretaria Estadual da Agricultura) 
 
Sábado:
Bairro Tristeza - das 7h às 12h30
Avenida Otto Niemeyer esquina com a avenida Wenceslau Escobar
 
Bairro Bom Fim - das 7h às 12h30
Avenida José Bonifácio, 675
 
Bairro Menino Deus - das 7h às 12h30
Avenida Getúlio Vargas, 1384 (no pátio da Secretaria Estadual da Agricultura).
 
Quarta-feira
Bairro Menino Deus - das 7h às 12h30
Avenida Getúlio Vargas, 1384 (no pátio da Secretaria Estadual da Agricultura).
 
Bairro Petrópolis – das 13h às 18h
 
Rua General Tibúrcio, parte lateral da praça Ruy Teixeira.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Confira a lista de feiras, cooperativas e lojas de produtos orgânicos na Serra e Litoral Norte do RS





As regiões têm 13 feiras ecológicas, duas cooperativas de consumidores e nove lojas de produtos orgânicos.


Feiras Ecológicas da Serra Gaúcha



  • Antônio Prado - sábados - 7h30 às 10h30


  • Caxias do Sul - quartas-feiras - 14h às 18h na Rua Santos Dumont, próximo à antiga Eberle/Maesa. Sábados – 6h30min às 13h na Rua Augusto Pestana, junto à antiga Estação Férrea


  • Bento Gonçalves - Terças e sextas – 15h às 19h ao lado da Praça Centenário, Rua Félix da Cunha.Terças-feiras – 9h às 12h na Praça Matriz São Roque, Bairro São Roque


  • Nova Bassano - Sábados - 7h às 12h, na Casa das Feiras, Rua Antônio Matiello,105 Centro


  • Nova Prata - Sextas-feiras - 13h30min às 18h e sábados das 7h às 12h, na Casa de Pedra


  • Nova Roma do Sul - sábados a partir das 7h na Praça da Igreja Matriz


  • Garibaldi - sábados 7h às 12h - Praça Loureiro da Silva - Praça das Rosas


  • Veranópolis - quartas 12h30 às 14h30 / sábado - 07h às 10h - próximo à Gruta Nossa Senhora de Lurdes


  • Nova Petrópolis - sábados - 7h às 12h no Pavilhão Municipal de Feiras


  • Canela -sábados 7h às 17h no Centro de Canela


  • Vacaria - sábados - 7h às 12h no Mercado Público Municipal


Feiras Ecológicas e cooperativas de consumidores no Litoral Norte do RS

  • Torres - Feira Ecológica Lagoa do Violão - Sábados das 7h - 12h - rua José Bonifácio em frente ao Detran


  • Torres - Cooperativa de Consumidores de Produtos Ecológicos de Torres (Ecotorres) - rua Borges de Medeiros 400 loja 4 fone 51 3664 5375


  • Imbé - Ecofeira de Imbé - Sextas das 7h 13h no canteiro central da Avenida Porto Alegre (em frente a Brigada Militar)


  • Três Cachoeiras - Cooperativa de Consumidores de Produtos Ecológicos de Três Cachoeiras (Coopet) - rua José Rolim de Matos 59 sala 1




     
     
     Lojas de Produtos Orgânicos na Serra do RS

    Ipê - Espaço Ecológico - Rua Luiz Augusto Branco, 97 Fone: 54 3233-1223

    Ipê Cooperativa Econativa - Rua Luiz Augusto Branco, 725 Fone: 54 3233-1134

    Antônio Prado - Casa Natural - Avenida dos Imigrantes, 280 CentroFone: 54 3293 2049

    Caxias do Sul - Fruteira Ecológica - Rua Bento Gonçalves, 2483 – Centro Fones: 54 3223-8803 / 9935-4351

    Caxias do Sul - Ponto Ecológico - Rua Vinte de Setembro, 1830 – Lurdes Fones: 54 3214-1477

    Caxias do Sul - Armazém da Roça - Av. Júlio de Castilhos, 3155 - São Pelegrino Fone: 54 3025-4922

    Caxias do Sul - Horta da Nona - Rua Marechal Floriano, 107 - Pio X Fone: 54 3028-2227

    Flores da Cunha - Tutti Sani Produtos Orgânicos - Rua Frei Eugênio, 276 Sala 01 Centro Fones: 54 9108-0587 / 9972-5746

    Farroupilha - Energia Vital Produtos Ecológicos - Rua Cel. Pena de Moraes, 765 - Centro -anexo ao Sindicato dos Trab. Rurais.


     
FONTE:




Ipê-Serra - Rua Luiz Augusto Branco, 725 - Bairro Cruzeiro / Cep: 95.240-000 / Ipê - RS / 
Fone: 0xx (54) 3233.16.38 / E-mail: serra@centroecologico.org.br
Litoral Norte - Rua Padre Jorge, 51 / Cep: 95.568-000 / Dom Pedro de Alcântara-RS / 
Fone/fax: 0xx (51) 3664.02.20 /E-mail:litoral@centroecologico.org.br

terça-feira, 22 de abril de 2014

100% natural: as feiras especializadas em orgânicos em Porto Alegre

Onde encontrar ?

Além da tradicional feirinha do Bom Fim, bairros como Menino Deus e Petrópolis também têm eventos dedicados aos consumidores


100% natural: as feiras especializadas em orgânicos em Porto Alegre reprodução/Coletivo Aura
Foto: reprodução / Coletivo Aura
Loraine Luz, Especial
- Bom FimAv. José Bonifácio, 675.
Sábados das 7h às 12h30min.
- Menino DeusAv. Getúlio Vargas (no pátio da Secretaria Estadual da Agricultura).
Sábados, das 7h às 12h30min e quartas-feiras, das 13h às 19h.
- PetrópolisRua General Tibúrcio, parte lateral da Praça Ruy Teixeira.
Quartas-feiras, das 13h às 18h.
- TristezaAv. Otto Niemeyer esq. Av. Wenceslau Escobar.
Sábados, das 7h às 12h30min.
Fome de orgânicos::: Aumento de produtos e serviços reflete desejo de vida saudável:: Sites que entregam alimentos orgânicos na porta de casa em Porto Alegre

Vem por aí
Por requerimento da Associação de Moradores do bairro Três Figueiras (abaixo assinado), vem sendo planejada uma nova feira na Capital, na Rua Osório Tuiuty de Oliveira Freitas, entre as ruas General Nestor Silva Soares e Cel. Armando Assis, junto à praça Des. La Hire Guerra, aos sábados, entre 7h e 12h30min. A data de início de funcionamento ainda não está definida.
E ainda!
Há também os chamados pontos de oferta de orgânicos (não reconhecidos como feiras pela SMIC, porque não ocorrem em espaços públicos).
São eles:

Feira de Produtos Orgânicos das Mulheres da Terra.Campus Central da UFRGS, ao lado da Faced, junto ao Contraponto. Terças-feiras, das 14h às 17h30min. Posto do Centro Administrativo, no Centro. Sextas-feiras, das 7h30min às 14h30min.
Feirinha do Terra Íntegra Espaço Multicultural. Av. Guaíba 10.410, Ipanema. Sábados, das 8h às 13h.
Agende-se
Vai rolar em Porto Alegre a Semana dos Alimentos Orgânicos, um evento nacional com programação em diversas cidades, de 26 de maio a 2 de junho. Fique de olho!

DONNA ZH

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Porto Alegre - Nova feira ecológica da Capital será aberta no bairro Petrópolis

Nesta quarta-feira, 11, começa a funcionar a quinta feira ecológica para venda produtos orgânicos em Porto Alegre. Localizada na rua General Tibúrcio, parte lateral da praça Ruy Teixeira, no bairro Petrópolis, funcionará semanalmente das 13h às 18h. Serão oferecidos produtos como hortaliças, legumes, frutas, chás, grãos, temperos, geleias, doces de frutas e sucos. Inicialmente, a feira terá quatro bancas. Conforme a procura dos consumidores, esse número poderá ser ampliado para até 12 bancas.  

A Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) está instalando a feira nesse local a pedido do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) e de moradores do bairro. O secretário Humberto Goulart adiantou que uma das metas de sua gestão é aumentar a produção de alimentos orgânicos e também o número de feiras ecológicas.

Feiras Ecológicas - As feira ecológicas vendem hortigranjeiros e alimentos não transgênicos produzidos em agroindústrias sem agrotóxicos, pesticidas, e substâncias sintéticas.  Os produtos vêm de propriedades da área rural de Porto Alegre e municípios localizados até 200 quilômetros distantes da Capital para a comercialização direta ao consumidor. 
Feiras ecológicas da Capital:

Bairro Menino Deus - Quarta-feiras, das 13h às 19h
Avenida Getúlio Vargas (no pátio da Secretaria Estadual da Agricultura).

Bairro Petrópolis - Quarta-feiras, das 13 às 18h
Rua General Tibúrcio, parte lateral da praça Ruy Teixeira.

Bairro Tristeza - Sábados, das 7h às 12h30
Avenida Otto Niemeyer esquina com a avenida Wenceslau Escobar.

Bairro Bom Fim - Sábados, das 7h às 12h30
Avenida José Bonifácio, 675.

Bairro Menino Deus - Sábados, das 7h às 12h30
Avenida Getúlio Vargas, 1384 (no pátio da Secretaria Estadual da Agricultura)


fonte: site da prefeitura de Porto Alegre

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Semeei alguns feijões olho-de-cabra e consegui multiplicar.

Semeei alguns feijões olho-de-cabra no Sítio Nena Baroni e consegui multiplicar, pois colhi uns 50.
Vou iniciar um novo plantio após agosto, quando o frio dará uma trégua aqui no sul do Brasil.
Aqui uma tenda de verduras estava vendendo o quilo do feijão a R$ 12,00 (doze reais).

Favas olho de cabra 


São provavelmente os feijões mais bonitos que já vi, rajados em 3 cores distintas: telha, café e creme.
Esses foram comprados a granel e são orgânicos. Um luxo acessível e incrivelmente barato nesses tempos de feijão transgênico.


Deixei de molho por 24hrs em água com um pouco de kefir concentrado. No dia seguinte, lavei e escorri. Então, foi só cozinhar como feijão na panela de barro.
Desprezei a água da primeira fervura e juntei 2 folhas de alga kombu (ou nori), 1 folha de louro e 1 pedaço de gengibre fresco na água do cozimento seguinte, a definitiva.


Depois do feijão cozido, retirei o gengibre e a folha de louro (a alga já havia dissolvido) e refoguei então em azeite, 1 cabeça de alho picado com a linguiça orgânica de frango da Korin, deixei apurar e caprichei no tempero: sal grosso, pimenta de cheiro, 3 cravos da Índia picados em 3 sem as coroas, cominho e gengibre em pó.
Antes de esfriar, mas com o fogo já apagado, juntei meio maço de cenouras orgânicas em rodelas com parte das ramas da cenoura fatiadas e tampei a panela até atingir a temperatura que eu queria, o sufiente para não queimar meu céu da boca.
Para comer puro, como em Portugal, de colher, no prato de sopa e com um pedaço de pão.
Sempre que como feijão, pingo um limãozinho por cima, fortalece o fígado e a vitamina C aumenta a absorção de ferro.

Quem não come carne, substitui por cogumelo Paris fresco



Custo total do panelão de 4 litros: R$20,00

http://caroldaemon.blogspot.com.br/2011/10/favas-olho-de-cabra.html

domingo, 30 de junho de 2013

Uvas e frutas cítricas gaúchas são a base de produtos cosméticos e perfumes


Uvas e frutas cítricas gaúchas são a base de produtos cosméticos e perfumes Divulgação/Ecocitrus
Ecocitrus, de Montenegro, produz óleos essenciais extraídos da casca da bergamota Foto: Divulgação / Ecocitrus
Da maior região produtora de citros do país para a mais tradicional indústria de cosméticos do mundo. Óleos essenciais extraídos da casca da bergamota verde no Vale do Caí são exportados para a França, onde são usados como insumos para fabricação de produtos de beleza.
Há três anos, a Cooperativa dos Citricultores Ecológicos do Vale do Caí (Ecocitrus), de Montenegro, vende em média oito toneladas de óleo anualmente para a Europa.
Investir em nova tecnologia e extrair essências foi a alternativa encontrada pela cooperativa para dar um destino ao raleio – técnica que consiste na colheita da fruta ainda verde para diminuir o peso da árvore e possibilitar que as demais cresçam.
Em um mês, uma nova fase industrial irá expandir os negócios da Ecocitrus. Além do processamento de 6 mil toneladas por ano de bergamota verde para fabricação de óleos, outras 20 mil toneladas de laranjas e bergamotas maduras serão usadas na produção de sucos e óleos. A nova fábrica, fruto de um investimento de R$ 6 milhões, promete aumentar ainda mais a renda dos associados. 
No ano passado, o faturamento da cooperativa com a venda do óleo chegou a R$ 800 mil, beneficiando 65 sócios-produtores.
– Uma fruta que seria descartada ganhou um mercado importante no Exterior – destaca Fábio Eisswein, presidente da Ecocitrus.

 
Essência de Fiori, de Bento Gonçalves, produz a partir de sementes de uva
Foto: Jeferson Soldi, especial
Desde o início da cosmetologia, quando os gregos passavam vinho na pele, os extratos vegetais já eram usados como nutrientes biológicos. Na maior região produtora de uvas do país, a serra gaúcha, também está a mais representativa indústria de produtos de beleza à base de vinoterapia. Ao aproveitar os resíduos da vinificação, especialmente as sementes, empresas gaúchas produzem cosméticos para o dia a dia e para os tratamentos de beleza em spas e clínicas.
Uma das pioneiras na região é a Vinotage, criada há seis anos por Morgane Franzoni. Com sede em Garibaldi, destina quase 90% da produção para fora do Estado. O óleo da semente da uva, extraído em um laboratório em Caxias do Sul, é usado na fórmula de itens como sabonete esfoliante e hidratantes – linhas que, no ano passado, geraram faturamento de R$ 1 milhão. Recentemente, a Vinotage passou a investir em pesquisas de nanotecnologia – que consiste em colocar os extratos diretamente em sistemas de moléculas.
– É uma forma de aumentar a ação na pele. A capacidade de hidratação e absorção do produto é potencializada – explica Morgane.
Ao concentrar 75% da produção em cosméticos à base de uva, erva-mate e pêssego, a Essência Di Fiori também percebeu as oportunidades desse mercado. Com faturamento de R$ 3 milhões no ano passado, a empresa de Bento Gonçalves começou a ganhar espaço quando apostou no potencial desses produtos.
– Para crescermos nesse mercado precisávamos de uma estratégia diferenciada. Apostamos no turismo regional e nos produtos típicos – explica Eder Moretto, diretor da empresa, que conta com 17 funcionários.

ZERO HORA 28/06/20013

terça-feira, 2 de abril de 2013

Porto Alegre - Bairro Ipanema agora tem Feira de Produtos Orgânicos

Ipanema agora tem Feira de Produtos Orgânicos

                                                                                                   Gustavo Cruz
Aos sábados, das 7h às 13h, comunidade pode comprar
hortifrutigranjeiros e outros produtos

Os moradores de Ipanema e região que buscam uma alimentação mais saudável e, consequentemente, mais qualidade de vida contam, desde 9 de março,  com a Feira de Produtos Orgânicos de Ipanema. Aos sábados, sempre das 9h às 13h, são comercializados hortifrutigranjeiros e produtos coloniais, entre outros, na sede do Espaço Ecos (espacoecosportoalegre.blogspot.com), na esquina da Rua Déa Coufal com a Avenida Guaíba, com acesso pelo Calçadão.
Os primeiros três finais de semana mostraram o acerto dos organizadores e colaboradores em realizar um feira de produtos orgânicos, produzidos sem agrotóxicos no assentamento de Águas Claras, em Viamão. Além de incentivar que os agricultores fiquem na terra ao adquirir seus produtos, realizar a feira no bairro Ipanema atende uma antiga demanda da comunidade. “Moradores que já vieram nos visitar disseram que iam longe para conseguir produtos orgânicos”, destaca Jefferson Vieira, que coordena o projeto com Filippo Cauac e Jessé Andrade do Nascimento. 
Já pensando na ampliação das atividades, a ideia é abrir espaço para artesanato e, também, eventos comunitários, entre outros. Mas, no local, já são realizadas oficinas sobre o uso do bambu (terças e quintas às 9h30 ou segundas e quartas às 19h30), com atividades físicas, orientadas pela Integral Bambu, que, em busca do autoconhecimento e do autocuidado, envolvem alongamento, força e agilidade. Fundada há 12 anos em Brasília, a Integral está em Porto Alegre desde janeiro de 2012 e criou no Espaço Ecos um local ideal para as oficinas, em meio às arvores e próximo ao Guaíba: um domo geodésico com 10 metros de diâmetro, coberto com lona. Com base no conceito de bioconstrução, além de bambu, foram utilizados na obra materiais alternativos. Informações em cauacbambu.blogspot.com.
Outro participante da feira que pretende realizar atividades diferenciadas no local é o laboratório alquímico experimental Caverna Sagrada, que trabalha com resgate de saberes tradicionais e ancestrais.