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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Estufa baixo custo - modelo PESAGRO - RIO

         
Atualmente, existem várias atividades agrícolas e comerciais que dependem de estruturas com cobertura de plástico transparente - as chamadas “estufas”. Entre essas atividades, as mais importantes são:
cultivo protegido de olerícolas e ornamentais, produção de mudas, hidroponia, secagem de grãos e comércio de plantas. 

Muitas vezes, o fator que limita o início ou a expansão dessas atividades é o alto custo das estufas. Além disso, muitas estufas comerciais não são adaptadas às condições climáticas de regiões tropicais.

               Visando solucionar esses problemas, a PESAGRO-RIO desenvolveu um modelo de estufa com as seguintes qualidades:

• Custo reduzido, de três a cinco vezes inferior ao custo de uma estufa
comercial.
• Adaptada ao clima de regiões tropicais.
• Dimensões flexíveis para se adaptarem a quaisquer necessidades.
Larguras de 5 ou de 8 metros. Comprimento e altura variáveis.
• Fácil construção, não necessitando de mão- de-obra especializada.
• Utiliza materiais facilmente encontrados na propriedade agrícola ou
no comércio local.


VEJA NO SITE:

http://www.pesagro.rj.gov.br/downloads/publicacao/EstufaBaixoCusto.pdf

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Conheças as incríveis telas de sombreamento Ultranet e Freshnet e seus poderosos benefícios


Alguém já usou? Quais os resultados? Coloque nos comentários do artigo. Obrigado


      As telas de sombreamento (sombrite) tem como função principal a proteção das plantas contra o sol. Porém, as diversas opções em fios e porcentagem de filtragem, possibilitam seu uso em construção civil e estacionamentos.
      A classificação do sombrite é dada em porcentagem e se refere à quantidade de proteção da luz. Ou seja, um sombrite de 60% só deixa passar 40% dos raios solares.
      É muito utilizado para os viveiros de mudas, visto que a luz solar é necessária para o desenvolvimento da maioria das plantas. Porém, ela deve ser controlada. O sol excessivo pode prejudicar o desenvolvimento das mudas e até mesmo plantas adultas. Assim, o sombrite se torna uma ótima opção.
      O sombrite é um investimento barato e prático que os produtores encontraram para garantir que suas plantas se desenvolvam rapidamente e não tenham prejuízos. Seja com o excesso de sol ou geadas.
      Mas e as telas Ultranet e Freshnet, você já ouvi falar?
     ultranet-35
      Desenvolvida com aditivos especiais que permitem a foto-conversão de luz e diminuição térmica, a tela ULTRANET traz diversos benefícios, como aumento de produtividade (tamanho, peso, número de plantas e/ou frutos) e da qualidade da planta (sabor, textura e cor). A cobertura vermelha estimula o crescimento da planta, incrementando a radiação necessária para a fotossíntese. Diferente da tela preta, que apenas reduz a quantidade de luz, a tela vermelha ULTRANET altera o espectro da luz, transformando-a no que a planta precisa e também atua no controle térmico, pois, possui aditivos próprios para diminuição de temperatura. De fácil instalação e personalização a diversos locais, a tela pode ser aplicada em ambientes internos e externos e adaptada aos mais diversos projetos, sistemas móveis ou que exijam flexibilidade.
Principais aplicações: Produção de hortaliças folhosas, especialmente alface e rúcula, além da produção de flores que necessitam de grande incidência de luz.
Material: Matéria-prima 100% virgem, que possui alta resistência à tensão, compressão e tração. O material que compõe essa tela foi desenvolvido através de alta tecnologia e com equipamentos de alta precisão, o que a torna impermeável e leve, além de ser sustentável devido ao fato de ser um produto reciclável. Possui aditivo com proteção UV, que garante a não degradação da tela quanto exposta ao sol, durante o período de garantia (3 anos).
Sombreamento: 35%
Cor: Vermelha
freshnet-50
      A FRESHNET é desenvolvida com aditivos especiais, adaptado da indústria automobilística alemã, é uma revolucionária tecnologia de produção que permite a máxima diminuição de temperatura diurna. A propriedade de retenção das ondas longas também propicia manutenção da temperatura da folha, maior que a temperatura do ar à noite, evitando o orvalho e diminuindo os riscos de geada por perda de energia radiante. A FRESHNET pode ser usada externamente ou internamente para controle de temperatura diurna ou noturna em estufas e também em telados.
Principais aplicações: Hortaliças, mudas e flores
Material: Tela refletora confeccionada em malha térmica de polietileno de alta densidade com matéria-prima virgem, maleável e possui alta resistência à tensão, compressão e tração. O principal diferencial desse produto é que ele não é aluminizado. Ou seja, não se delamina e não perde a característica de termo-reflexão ao longo do uso.
Sombreamento: 50%
Cor: Prata
   freshnet1
            Um investimento incrível para a produção melhorada e segura de seus cultivares!
            Adquira já as suas telas e garanta uma melhor produtividade.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Sementeira e mini estufa em caixa de ovos





Neste vídeo você vai aprender como fazer uma sementeira utilizando caixas de ovos plasticas. 

E melhor ainda, ainda serve como uma mini estufa evitando regas desnecessárias. 

quinta-feira, 12 de março de 2015

Cultivo protegido melhora a produção e a produtividade de hortaliças - P...



O inverno é rigoroso na serra gaúcha. Por este motivo, os agricultores estão partindo para o cultivo protegido, para garantir a produção e a renda familiar. Em São Marcos, a família Andrighetti produz hortaliças em estufas, com o apoio dos programas Mais Alimentos e Pronaf.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Berçário, nova estufa de germinação no Sítio Nena Baroni

Ontem visitando o Sítio, pude parabenizar o proprietário pela bela estufa, que vai aperfeiçoar a germinação das sementes neste período frio aqui no Sul.
Construída com material rústico, para diminuir os custos, certamente terá uma ótima durabilidade.
feijão guandu



canteiro fisális
túnel baixo

O feijão guandu, excelente adubo verde, está prestes a florescer, ao lado do canteiro de fisális. Estamos esperando que o frio não venha com muita intensidade, mesmo assim o proprietário já está construindo um tunel baixo para cultivo de pimentas.
Aproveitamos a ocasião para plantar mais algumas mudas de amendoim forrageiro e as mudas de abacateiro continuam brotando apesar da  chegada do primeiro frio do ano.
Sucesso a todos!!

alexandre

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Criar montar uma mini estufa agrícola para plantas - com temperatura controlada

Olá pessoal, nesse post vou compartilhar a montagem de uma estufa eletrônica com temperatura e luz controlada, essa estufa é feita de forma caseira com pouco gasto de energia elétrica.

Como vocês já viram em posts anteriores, estou na "aventura" de cultivar as pimentas Buth Jolokia e Trinidade Moruga Scorpion, contudo essas belezinhas tem muita dificuldade para germinar, ainda mais aqui em SP onde o tempo não ajuda.

Essas pimentas para germinar precisam de calor, e para poder se desenvolver sem maiores problemas precisam se manter quentes enquanto novinhas.

Tenho perdido várias mudas justamente pela mudança climática, somente depois que estão grandes, com a média de 4 a 6 folhas, elas tem resistência o suficiente para ficar em climas um pouco mais hostis.

Com isso decidi tirar esse sábado para construir uma estufa, não encontrei nada no mercado similar e nem tão pouco com o preço justo, por isso resolvi arregaçar as mangas e montar eu mesmo.

Foi o dia inteiro de montagem e aperfeiçoamento da estufa, porém o resultado está excelente e valeu a pena o esforço.

Pois bem, vamos aos passos.

Material

(veja as fotos para saber do que se trata):
- Pirômetro (aparelho para controlar o aquecimento, semelhante ao termostato mas para calor);

Pirômetro
Pirômetro



- Timer digital (o analógico também serve);
Timer Digital
Timer Digital

- Caixa organizadora (pegue uma alta e larga, para caber bastante mudas);
Organizador
Organizador

- 2 Lâmpadas fluorescente branca de 35W (dizem que é o melhor para o crescimento);
Lâmpada Fluorescente
Lâmpada Fluorescente

- 1 Lâmpada incandescente de 100W;
- Parafusos com porcas e arruelas;
Materiais Diversos
Materiais Diversos

- Fio de 1,5mm duplo flexível;

Fio 1,5mm
Fio 1,5mm

- Cano PVC de esgoto com 4 tampas;
- Cola PVC;
- Papel alumínio.

Montagem Passo a Passo

Comece montando os refletores, você deve cortar os canos no cumprimento da lâmpada, furar na parte superior para parafusar na tampa do organizador e fazer um furo na tampa de pvc para parafusar o bocal da lâmpada fluorescente.
Tubo PVC e tampa para criar os refletores
Tubo PVC e tampa para criar os refletores

Tubo montado
Tubo montado

Corte na lateral para criar os refletores
Corte na lateral para criar os refletores

Furos para fixação e colocação do bocal
Furos para fixação e colocação do bocal

Parafusos com porca para fixação
Parafusos com porca para fixação
Não esqueça de forrar com papel alumínio com a face reflexiva para a lâmpada (use cola PVC para colar o papel alumínio).
Colagem do papel alumínio
Colagem do papel alumínio
Agora parafuse os refletores na tampa do organizador.

Fixação dos refletores na tampa do organizador
Fixação dos refletores na tampa do organizador

Vista da tampa de cima
Vista da tampa de cima
 Aproveite e parafuse a caixa do disjuntor na parte lateral do organizador.

Estrutura da estufa montada
Estrutura da estufa montada

Agora vamos criar o aquecedor central, você precisará de duas tampas do PVC de esgoto, no meu caso, eu precisei cortar a borda da tampa para que eu pudesse encaixar a segunda tampa, de forma a dar uma altura maior ao aquecedor central e ficar afastado do plástico.
Tenha cuidado ao montar essa parte porque a lâmpada incandescente aquece bem, se ficar em contato com o plástico poderá derreter.


Corte para encaixar uma tampa dentro da outra
Corte para encaixar uma tampa dentro da outra

Vista do corte pela lateral
Vista do corte pela lateral

Vista do corte por cima e os furos para passagem dos fios
Vista do corte por cima e os furos para passagem dos fios
Agora vamos montar a segunda tampa que ficará dentro dessa primeira que cortamos, isso dará ao aquecedor central uma altura melhor e afastará ele do fundo do organizador, cujo o plástico é muito sensível ao calor.
Base de cima com os parafusos para dar suporte a lata
Base de cima com os parafusos para dar suporte a lata

Vista lateral
Vista lateral

Tampa PVC com o bocal para montar o aquecedor central
Tampa PVC com o bocal para montar o aquecedor central

Passar os fios pela primeira tampa
Passar os fios pela primeira tampa

Parafusando no fundo do organizador
Parafusando no fundo do organizador
Uma vez parafusada no fundo do organizador, precisamos criar uma proteção em volta do aquecedor.
Um cuidado ao montar o aquecedor central é criar uma gaiola em volta da lâmpada, de forma a evitar que a planta ou suas folhas esbarrem e fiquem queimadas, para isso eu usei uma lata de farinha láctea vazia com vários furos e retirado a tampa e o fundo.
Lata para proteção do aquecedor central
Lata para proteção do aquecedor central

Lâmpada para o aquecedor central
Lâmpada para o aquecedor central

Lâmpada colocada
Lâmpada colocada
Veja que os quatro parafusos colocados na primeira tampa dão suporte para evitar que a lata caia até encostar no fundo deixando a lâmpada descoberta.
A lata irá aquecer também, mas não o suficiente para derreter o plástico do PVC, esse calor irá ajudar a manter o ambiente aquecido depois do desarme do pirômetro.

Agora vamos montar a parte elétrica dos refletores, esses refletores vão fornecer a luz para o crescimento das plantas, o timer digital irá controlar o período que essa luz ficará ligada, conforme pesquisas na internet, você deverá dar no máximo 16 horas de luz para a planta, no caso, eu programei o timer para ligar a luz após as 19 horas e desligar as 7 da manhã, de forma a aproveitar a luz do dia e apenas suplementar algumas horas a mais para ajudar o desenvolvimento da planta.

Vejamos a ligação do refletor:
Ligação dos refletores
Ligação dos refletores

Isolar bem as ligações
Isolar bem as ligações
Quanto a parte elétrica dos refletores, pirômetro e o timer digital, se faz necessário que você tenha conhecimentos técnicos, pois cada dispositivo desse pode ter ligações diferentes das descritas aqui, que podem variar de acordo com a fabricação desses aparelhos, estude bem os manuais antes de se aventurar a ligar os dispositivos, uma ligação errada poderá queimar seu aparelho e colocar você em risco, saiba o que está fazendo.
Colocação dos fios do pirômetro
Colocação dos fios do pirômetro

Ligação do Timer Digital
Ligação do Timer Digital
Apenas para que você tenha ideia, postarei também o manual dos aparelhos que utilizei, talvez ele não sirva para os que você possui, mas dará um panorama geral dos dispositivos.
Manual do Pirômetro
Manual do Pirômetro

Manual do Timer Digital
Manual do Timer Digital
Segue agora a imagem do painel de controle pronto, veja que ficou bem estiloso.
Painel de controle pronto
Painel de controle pronto
Observe que pelo timer digital controlaremos o ciclo de luminosidade e no pirômetro teremos o controle da temperatura.

Segue agora as imagens da estufa funcionando:
Testando a ligação, luzes ligadas
Testando a ligação, luzes ligadas

Testando a ligação vista de cima
Testando a ligação vista de cima

Testando a ligação, luzes apagadas
Testando a ligação, luzes apagadas
Veja que nas duas primeiras fotos a luz se encontra ligada e na última foto foi testado o desarme da luz em um determinado horário para testes, o que demonstra que o dispositivo está funcionando corretamente.
A temperatura ficou controlada entre 28 e 30 graus e a luz programada para ligar as 19 e desligar as 7hs da manhã.

Uma observação a ser feita é que você deverá observar o comportamento da estufa e modificar de acordo com seu comportamento, no meu caso, observei que o aquecedor central estava jogando muito ar quente na tampa e ela estava deformando, outra observação é que não havia entrada de ar, precisávamos criar uma circulação de ar (calor, umidade e sem circulação de ar traz fungos, cuidado!), vou demonstrar como resolvi esses problemas.

Quanto a concentração de calor no aquecedor central, cortei uma outra lata de farinha láctea de forma a criar uma tampa e espaçando ela da outra com grandes espaços, foi parafusada na lata de baixo de forma a evitar que o calor suba de forma concentrada em um só ponto, e as grandes aberturas do lado deixam o calor circular (não tampe a lata, irá sobreaquecer e derreter tudo).
Segunda lata cortada e parafusada em cima para diminuir  a concentração de calor na tampa do organizador
Segunda lata cortada e parafusada em cima para diminuir  a concentração de calor na tampa do organizador

Quanto a troca de ar, temos que evitar que entre o ar frio diretamente em cima das plantas.
A ideia foi furar a caixa embaixo do aquecedor, furando juntamente as duas tampas PVC de forma que o ar seja obrigado a passar por dentro do aquecedor central.
Entrada de ar, vista de baixo do organizador
Entrada de ar, vista de baixo do organizador

Entrada de ar, vista de dentro do aquecedor central
Entrada de ar, vista de dentro do aquecedor central

Dessa forma, aproveitamos o calor retido no aquecedor, fazendo com que o ar entre aquecido.
Outra observação, o ar precisa sair, para tanto, encontre na tampa do organizador qual o local que está mais quente, faça saídas de ar nesse local, no meu caso, eu fiz dois círculos de 5cm de diâmetro próximo aos refletores, dessa forma o ar quente sai por cima da tampa do organizador e o ar frio entrará pela parte de baixo sendo aquecido previamente, evitando que se perda temperatura muito depressa.

Segue a foto da estufa funcionando e já com as sementes de pimenta plantadas.


 Observe nessa última foto os dois furos próximos aos refletores para a saída do ar.

Estufa agrícola caseira para plantas funcionando com sementes de pimenta.
Estufa agrícola caseira para plantas funcionando com sementes de pimenta.

Espero que tenham gostado, assim que eu tiver novidades vou postando para que possam acompanhar o desenvolvimento dessas pimentas.

Depois de 28 dias...


 Hoje, dia 01/12/2013, estou postando as fotos das sementes que eu havia plantado.
Lógico que adicionei mais alguns potinhos com sementes, motivo pelo qual você verá mais potes do que na última foto.

A estufa também teve outro valor além da germinação, tive uma muda de Jolokia que estava fraca, doente, e consegui salvá-la com a estufa (vaso marrom).

Veja como estão as mudas:
Mudas criadas na estufa, percebam um vaso marrom a direita que coloquei para tratamento.
Achei interessante postar o resultado, acredito que muitos de vocês viram a estufa e ficaram na curiosidade.
Pode-se notar que há alguns potinhos que não evoluíram, como se é de esperar, sempre há algumas que não germinam, mas de fato o número de sementes que germinaram é bem superior as que não germinaram (se considerar a taxa de sucesso de germinação das sementes dessa pimenta, o fato de eu não ter espaço ao ar livre e o clima aqui ser frio, esse número é assombroso).

Como podemos ver do dia 03/11/2013 até o dia 01/12/2013 (28 dias), tivemos uma rápida germinação e crescimento das mudinhas (essas no caso são de Trinidade Moruga Scorpion).

Testado e aprovado!

Até mais.

fonte blog tudo em volta
http://www.tudoemvolta.com.br/2013/11/estufa-agricola-plantas-eletrica-caseira.html

terça-feira, 18 de março de 2014

Faça uma estufa com bambu e pet

Estufa é criada com bambu e garrafa PET
17 de Março de 2014 • Atualizado às 16h17

Um novo modelo de estufa foi criado no Vietnã com o objetivo de agregar mais eficiência e sustentabilidade às hortas, jardins e outros tipos de plantação. Intitulada de Vegetable Nursery House, a estufa montada com bambu e garrafas PET ganhou destaque entre as soluções de arquitetura social e sustentável, e não só abriga as plantas, como também serve de dormitório para quem cultiva os vegetais.

A estufa feita com materiais de baixo custo foi criada pelos profissionais do 1+1>2 International Architecture Company, um importante escritório de arquitetura que se uniu ao grupo Ação para a Cidade, com objetivo de criar maneiras de espalhar hábitos de vida sustentável entre os habitantes de Hanói, capital do país asiático. As estruturas que abrigam os vegetais possuem área de 6 por 3,6 metros quadrados e, além de reaproveitarem materiais, também fazem reuso da água da chuva.

O projeto também buscou criar uma alternativa de moradia básica e improvisada para sobreviventes de catástrofes e pessoas em situação de rua, uma vez que a estrutura abriga o espaço de um dormitório ao mesmo tempo em que pode ser aproveitado para a produção de alimentos para a própria sobrevivência.

Assim, além de reduzirem os impactos das construções, as garrafas PET também ajudam no equilíbrio das temperaturas e na iluminação das plantas colocadas dentro da estufa, dando origem a uma atmosfera que também adequada para o descanso das pessoas. Fora isso, como o bambu e as garrafas são leves, fica fácil montar e transportar a estrutura de um lugar para outro. Com informações do ArchDaily.
 Redação CicloVivo