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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Dicas bacanas para evitar a erosão do barranco


erosao
Hoje é dia de dicas bacanas – e de lidar com o risco de erosão em terrenos que sofreram cortes

Tânia Rabello
O pessoal que faz terraplanagem – ou terraplenagem? – geralmente não está nem aí. Quando fazem cortes no terreno como o da foto – que, inclusive, devem ser autorizados pela entidade ambiental oficial local, é bom lembrar -, deveriam pensar em um meio de evitar a erosão natural do terreno cortado. Fazem o corte e deixam tudo lá, aí o barranco cortado, a terra nua, vira literalmente um escorregador de água. E de terra. Estou falando isso porque no sítio de uma amiga minha ela estava enfrentando um problemão no barranco, quando chovia. A terra vinha abaixo mesmo, ajudando a assorear os cursos d’água da região. Com algumas dicas, inclusive do colaborador do Portal Orgânico, o Guaraci Diniz (que escreve todas as quintas-feiras neste blog, contando a rotina do seu sítio, o Sítio Duas Cachoeiras), está sendo possível evitar a erosão do barranco e ainda fazer um paisagismo bacana por ali. A foto mostra o barranco já em fase de recuperação, com degraus cortados na própria terra, que em breve receberão vegetação. Já falo da vegetação, aliás.

 
Amendoim forrageiro
Amendoim forrageiro
Bem, o jeito certo de fazer é o seguinte: deve-se medir a altura máxima do barranco, dividir esta altura em 4 e marcar as linhas onde deverão ser feitos vários degraus neste barranco. Com enxada mesmo é possível fazer isso. A largura do degrau deve ser de uns 40 centímetros. O grande segredo é que a plataforma de cada degrau deve ser inclinada para dentro do barranco. Isso porque quando a água desce morro abaixo e cai no degrau, em vez de escorrer pro próximo degrau (formando uma cachoeira na escada), ela fica represada no degrau e sua infiltração na terra fica facilitada. Ou seja, mais água escorre para o fundo da terra, o que ajuda a encher o lençol freático e facilita a conservação da água e o surgimento de nascentes. Essa inclinação também serve para diminuir a velocidade da água – água que corre veloz carrega mais terra e ajuda no processo da erosão.
gramado de amendoim forrageiro

Feitos os degraus, agora é hora de plantar. Guaraci Diniz recomendou semear, em linhas, aveia preta e amendoim forrageiro. Uma linha de aveia preta e na linha seguinte, a 20 cm de distância uma da outra, o amendoim forrageiro. A aveia preta cresce rápido, vai enraizar, cobrir o barranco e protegê-lo rapidamente enquanto o amendoim forrageiro, de crescimento mais lento, porém perene, trata de se espalhar sobre a superfície. O amendoim forrageiro é inclusive ornamental. Dá umas florzinhas amarelas lindas. Quando o barranco estiver lindo, já “reflorestado”, mando outra foto para vocês verem a diferença. Se tiverem alguma dúvida e quiserem fazer o mesmo, é só entrar em contato com a gente, no Portal Orgânico.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Muro de contenção é construído com pneus usados

 















Olhem só que ideía para conter a erosão em arroios e córregos.

 Boa semana!
Com o objetivo de evitar enchentes em alguns trechos de Igrejinha, o Departamento de Meio Ambiente do município construiu um muro de contenção feito a partir do uso de pneus usados. Depois da construção do dique do bairro Vila Nova, a primeira unidade do muro foi instalada há cerca de um ano no Arroio Koetz, no bairro Viaduto - visando evitar a erosão da margem de um trecho do arroio.
A construção experimental, baseada em um estudo anteriormente feito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), consiste na utilização de pneus usados, entrelaçados por arame galvanizado, amarrados em quatro pontos e preenchidos com algum material de peso expressivo disponível no local - como saibro ou pedras. Com o tempo, a vegetação vai crescendo em volta dos pneus - tornando o muro menos visível e mais resistente devido as raízes das plantas.
De acordo com informações da Administração Municipal, após concluir a eficiência do novo muro de contenção - que enfrentou as enchentes causadas pelas fortes chuvas que caíram no município nas últimas semanas, o Departamento de Meio Ambiente pretende implantar esta construção em outros pontos da cidade - como nos bairros Vila Nova e Centro.
Divulgação/Guilherme Augusto de Souza

Muro é feito com pneus usados, entrelaçados por arame galvanizado
Divulgação/Guilherme Augusto de Souza

Departamento de Meio Ambiente pretende implantar método nos bairros Vila Nova e Centro
PARANHANA ON-LINE

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Arenização no bioma pampa - Programa Rio Grande Rural



Alguns solos do bioma pampa são frágeis. Os solos arenosos sofrem com a ação dos ventos e do mau manejo. O resultado desta combinação é o aumento de extensas áreas de areia. A recuperação destas áreas é difícil e demorada. Prevenir ainda é o melhor remédio.
Jornalista Alciane Baccin
Cinegrafista José Cabral
Manoel Viana - RS

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Série Cultivares - Arachis Pintoi - amendoim forrageiro



O Arachis Pintoi é indicado para cobertura de solos em culturas perenes como pomares, com o objetivo de controlar erosões, competir com as ervas daninhas e fixar nitrogênio atmosférico, além de servir como forrageira. 

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Hovenia Dulcis (Uva-Japonesa) no combate a erosão

erosão no arroio
Depois da experiência exitosa de plantar capim elefante e amendoim forrageiro para conter a erosão do arroio no sítio, iniciamos o plantio da uva-do-japão. Espécie exótica com grande valor apícola e ideal para a recuperação das margens do arroio.

 No último final de semana plantei 12 mudas, nesta curva, onde uma bergamoteira já tombou.

alexandre



Nome Científico: Hovenia dulcis
Nomes Populares: Uva-do-japão, Banana-do-japão, Bananinha-do-japão, Caju-do-japão, Caju-japonês, Cajueiro-japonês, Chico-magro, Gomari, Macaquinho, Mata-fome, Passa-do-japão, Passa-japonesa, Pau-doce, Pé-de-galinha, Tripa-de-galinha, Uva-da-china, Uva-japão, Uva-japonesa, Uva-paraguaia
Família: Rhamnaceae
Categoria: Árvores, Árvores Frutíferas
Clima: Continental, Equatorial, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: Ásia, China, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Japão
Altura: 6.0 a 9.0 metros, 9.0 a 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene A uva-do-japão é uma árvore caduca, de porte médio, muito utilizada na arborização urbana. Sua copa é aberta, de formato globoso a oval. O caule apresenta rápido crescimento e pequeno diâmetro. Sua casca é escura, de textura lisa a levemente fissurada. As folhas são ovais, verdes, brilhantes, de disposição alterna e caem no outono e inverno. As flores numerosas, surgem no verão. Elas são pequenas, hermafroditas, perfumadas, branco-esverdeadas e atraem muitas abelhas. Os frutos são cápsulas secas, marrons, sustentadas por pedúnculos carnosos, doces e de cor castanha. Cada fruto contém de 2 a 4 sementes amarronzadas. A dispersão das sementes é zoocórica (por animais).
Os frutos da uva-do-japão têm sabor aprazível, mas devem ser colhidos maduros. Quando verdes, têm sabor adstringente e quando passados, fermentam e ficam com gosto alcoólico. Eles podem ser consumidos in natura ou na forma de geléias. É uma árvore apropriada para o paisagismo urbano, em estacionamentos, rodovias, praças e parques. Devido ao seu tamanho um pouco avantajado (atinge cerca de 25 metros), a uva-do-japão não é indicada para arborização de calçadas sob fiação elétrica.
Por ser uma árvore que frutifica em abundância, ela têm sido amplamente utilizada na recuperação de áreas degradadas, com o objetivo de atrair a fauna (aves e mamíferos). No entanto têm se revelado uma espécie perigosamente invasora, que reduz a diversidade das matas nativas e se multiplica rapidamente com a ajuda dos animais.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenável e leve, com regas regulares no primeiro ano após o plantio. Não tolera encharcamento ou inundações. Multiplica-se por sementes e estacas. As sementes podem ser escarificadas para quebrar a dormência. A frutificação inicia-se de 3 a 4 anos após o plantio.

A planta é muito bem adaptada nos países de clima tropical, mas a uva que chamamos de japonesa não é uva nem japonesa. Veio das zonas úmidas e montanhosas da China. Só em 1820 ela foi introduzida no Ocidente. Por aqui, não pegou, embora tenha um potencial enorme.
Para sermos bem corretos em botânica, não poderíamos chamá-lo de fruto porque seus frutos são as vagens com as sementes que ficam anexadas nas extremidades, em forma de bolinhas não comestíveis. O que chamamos de fruto são os pedúnculos gordinhos e suculentos. Mas o que importa é o uso que damos a eles – como uvas passas ou frutas picadas vão bem em tortas, bolos, recheios, saladas e o que a imaginação puder criar com qualquer coisa parecida com frutas docinhas e crocantes. Imaturos são muito tânicos, mas quando ganham cor marrom avermelhada, murcham ligeiramente e até caem ao chão, aí sim estão super docinhos.
http://eweo.wordpress.com/2012/10/20/uva-japonesa-hovenia-dulcis/

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Como evitar a erosão em encostas? Use amendoim forrageiro ou grama amendoim

Como evitar a erosão?




Existem técnicas de cultivo que diminuem a erosão do solo. Nas encostas, por exemplo, onde a erosão é maior, as plantações podem ser feitas em degraus ou terraços, que reduzem a velocidade de escoamento da água.
Em encostas não muito inclinadas, em vez de plantar as espécies dispostas no sentido do fluxo da água, devemos formar fileiras de plantas em um mesmo nível do terreno, deixando espaço entre as carreiras. Essas linhas de plantas dispostas em uma mesma altura são chamadas de curvas de nível.
Outra forma de proteger a terra é cultivar no mesmo terreno plantas diferentes mas em períodos alternados. Desse modo o solo sempre tem alguma cobertura protetora. É comum a alternância de plantação de milho; por exemplo, com uma leguminosa. As leguminosas trazem uma vantagem adicional ao solo: repõe o nitrogênio retirado do solo pelo milho ou outra cultura.

"Utilizo o amendoim-forrageiro, leguminosa de alto valor proteíco, para minimizar os efeitos da erosão na beira de cursos dagua e em encostas. Nas fotos, pode-se ver a propriedade de um cliente, que está utilizando o amendoim-forrageiro para cobrir um barranco."
 
 Esse "rodízio" de plantas é conhecido como rotação de culturas.
Cabe ao governo orientar os agricultores sobre as plantas mais adequadas ao cultivo em suas terras e sobre as técnicas agrícolas mais apropriadas. É fundamental também que os pequenos proprietários do campo tenham acesso a recursos que lhes possibilitem comprar equipamentos e materiais para o uso correto do solo.

sábado, 2 de novembro de 2013

Tampando Buraco: Recuperando Voçorocas



A voçoroca, boçoroca ou barranco é um fenômeno geológico que consiste na formação de grandes buracos de erosão, causados pela água da chuva e intempéries, em solos onde a vegetação é escassa e não protege mais o solo, que fica cascalhento e suscetível de carregamento por enxurradas. Pobre, seco e quimicamente morto, nada fecunda.

São causadas pelo intemperismo físico da ação pluvial e são considerados ações erosivas. Os sedimentos decorrentes dessas ações climáticas são deslocados para as partes mais baixas e ali depositados. Formam-se assim os colúvios e depósitos de encosta, caracterizando o processo de sedimentação.1 2 3

O termo "voçoroca" tem origem no termo tupi ibysoroka, que significa "rasgo de terra", de yby ("terra") e sorok ("rasgar")4 .

A voçoroca pode ser prevenida com a plantação de árvores na beira dos buracos, para evitar que o fluxo da água leve consigo, terra e sedimentos, que são retidos por suas raízes.5 . Devem também ser escavadas caixas de retenção ou drenagem da água para interromper o caudal.
É um fenômeno prejudicial, pois destrói terras cultiváveis e colabora para o assoreamento de rios.6

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Semeando abóbora gigante em Montenegro RS

Neste último feriado, semeei esta espécie de abóbora gigante no sítio, adubei com humus produzido lá mesmo e mais um biofertilizante produzido em Porto Alegre. Vamos aguardar o tamanho das abóboras, se o resultado for a metade destas das fotos, estarei muito contente.

Sementes da Abóbora Gigante.
DILL’S ATLANTIC GIANT
Esta espécie de abóbora está no Livro dos Recordes como a maior abóbora do mundo.
Essa fotos foram tiradas no último concurso realizado. Está abóbora tem mais de 635 Kilos.


outubro 2012










Em outubro de 2012 plantei o capim elefante para minimizar a erosão do arroio e recompor a mata ciliar. 
Abaixo a foto do mesmo local em setembro de 2013. Agora plantei 20 mudas de uva-do-japão atrás da linha dos capim elefantes.
outubro 2012

setembro 2013
Para aumentar a diversidade do sítio, plantei nogueira pecã, oliveira, caquizeiro, pereira, amora preta e mais alguns chás como manjericão ou alfavaca, phafia. Semeiei melão ,abóbora de pescoço e plantei mudas de batata doce.

compostagem para produção de humus
Plantei mudas de eucalipto na beira da estrada, para aproveitamento da madeira e flores para a apicultura.

Adubei nosso pomar de laranjeiras do céu com o biofertilizante e já observei o crescimento das mudas de amendoim forrageiro que havia plantado nas entrelinhas das laranjeiras em julho deste ano.

 O amendoim forrageiro é uma excelente adubação verde, que fixa o nitrogênio do ar no solo, melhorando a qualidade e diversidade.

amendoim forrageiro


domingo, 9 de junho de 2013

Severino aos 88 anos conduz Propriedade Agroecológica - Sertão Santana - Rio Grande Rural

Você vai conhecer a trajetória de vida de um médico reformado do Exército, que encontrou na fruticultura uma forma de se manter sempre ativo aos quase noventa anos. O sítio do Severino Fin, em Sertão Santana, é uma propriedade modelo de diversificação, produção e sustentabilidade ecológicas.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Como transformar terrenos erodidos em áreas viáveis para agricultura

por João Mathias
 Shutterstock
Construção de barreiras de contenção é uma das maneiras de recuperar áreas degradadas
Como posso transformar o terreno erodido da minha fazenda em uma área viável para produção agrícola?
Saulo Camargo Junqueira
Imperatriz, MA

O uso inadequado do solo, sem a preocupação de conservá-lo, é fator responsável pelo surgimento de buracos, depressões e até verdadeiras crateras em propriedades rurais. Transformadas em terrenos pobres, secos e com pouca vegetação, as áreas degradadas perdem estrutura e firmeza para sustentar novos plantios e para se proteger do impacto de chuvas torrenciais.

Sobretudo em terrenos em declive, a força da queda das águas abre extensos barrancos, também conhecidos como ravinas ou voçorocas. Além de destruir solos que poderiam ser utilizados para o cultivo de diversas plantações, o deslizamento provocado pelas erosões ainda é responsável pelo assoreamento de rios, quando há algum curso de água nas proximidades.


Há diversas alternativas, como a construção de barreiras de contenção, que contribuem para impedir que os danos avancem pelas terras provocando maiores prejuízos para a propriedade. Contudo, a partir de pesquisas realizadas pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), foi possível chegar a uma método de baixo custo e sustentável para recuperação de solos erodidos.

Com a constatação de que voçorocas têm sido um sério problema ambiental, tanto em área rural quanto em áreas urbanas, a Embrapa passou a desenvolver pesquisas buscando encontrar na natureza bactérias, que associadas a plantas da família das leguminosas, possam se tornar mais resistentes e aptas a crescer em solos degradados.

Por meio da associação entre plantas e microorganismos, que fixam nitrogênio na raiz de vegetais, e a criação de barreiras físicas com bambus e pneus velhos, pesquisadores da instituição descobriram como enriquecer o solo novamente e permitir o desenvolvimento de culturas em áreas danificadas. A barreira natural é erguida com o uso de cobertura vegetal a partir do plantio de espécies arbóreas como mulungu, sabiá, orelha de macaco e angicos.

Adicionalmente, também são aplicados no processo de produção de mudas fungos micorrízicos, que permitem às plantas aumentarem a capacidade de absorção de água e nutrientes do solo. Com essa combinação, as plantas vão para o campo mais fortes e conseguem sobreviver em ambientes degradados.

Em alguns casos, a tecnologia tem capacidade para reduzir custos em até quatro vezes em relação a outros métodos empregados. Em geral, em dois anos obtém-se resultados, com a formação de mata que possibilita a sobrevivência e a germinação de espécies nativas em um ambiente protegido e rico em nutrientes.

Além de ser usadas como cobertura vegetal, as espécies mulungu, sabiá, orelha de macaco e angicos podem ainda ter outra utilidade. O sabiá oferece um excelente mourão para cerca e lenha; o mulungu, que é uma árvore de flor vermelha muito bonita, pode ser usada para ornamentar a propriedade; e o angico fornece uma boa madeira além de mel. Para o reflorestamento também podem ser utilizadas pau-jacaré, maricá, entre outras espécies.

Fim das erosões

Porém, antes é necessário eliminar as voçorocas, pois elas tendem a se agravar com a quantidade de água de chuva que cai e escorre sobre o solo. Recomenda-se abrir valetas no próprio terreno, acima da área erodida, escavando bacias de contenção para manter a água por mais tempo no solo, sem criar uma enxurrada.

Em seguida, dentro da depressão, são construídas paliçadas de bambus ou pneus velhos, que funcionam como filtro, deixando a água passar e retendo os sedimentos. A tecnologia está disponível, com todos os detalhes, cálculos e dicas de fazer a contenção da água e o plantio no site da Embrapa a partir deste link.
Consultor: Alexander Silva de Resende, pesquisador da Embrapa Agrobiologia, Rodovia BR 465, Km 7, Caixa Postal 74505, CEP 23890-000, Seropédica, RJ, tel. (21) 3441-1500

sábado, 26 de maio de 2012

Aprenda técnicas de controle da erosão

Entrevista veiculada pelo Globo Rural em 03/10/2010, com o Pesquisador e Engenheiro FLorestal Alexander Resende da Embrapa Agrobiologia - Seropédica - RJ

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Como conter a evolução de voçorocas no meio rural



Voçorocas são crateras nos morros provocadas pela erosão devido as fortes chuvas de verão. Quase sempre, a causa está na retirada da floresta, num solo susceptível à erosão, sendo mal utilizado com atividade agrícola desordenada, queimadas, pisoteio do gado em fortes declividades, excesso de animais na pastagem, que aliado a ação das chuvas culmina em situação mais extrema da degradação natural.