Mostrando postagens com marcador controle biológico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador controle biológico. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Controle biológico de pulgão

come-se: Pulgão ao suco de folha de mamão verde: Não, não se trata de um prato de bancs com pancs (bichos alimentícios não convencionais com plantas alimentícias não convencionais). É suc...

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Dicas ecológicas: plantas inseticidas no controle de pragas




Pesquisa realizada no Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP/ULBRA) buscou comprovar científicamente o poder de algumas plantas, usadas como defensivo agrícola e conservante de grãos, já conhecidas pelos agricultores da região.

Segundo a Prof Conceição Previero, coordenadora da pesquisa, o trabalho foi "voltado principalmente para os agricultores familiares, que nos dão essas respostas de plantas com essas propriedades, descobertas de forma empírica e intuitiva e repassadas de geração em geração". O resultado gerou uma Cartilha, distribuída pelo CNPq: RECEITAS DE PLANTAS COM PROPRIEDADES INSETICIDAS NO CONTROLE DE PRAGAS.

Aqui vão algumas receitas, extraídas da cartilha, que podem ser de interesse para os nossos leitores.



Alho branco (Allium sativum), planta perene cujo bulbo (a "cabeça de alho") é composto por folhas escamiformes (os "dentes de alho"), comestível e usado tanto como tempero, fins medicinais e defensivo agrícola.O extrato do alho branco quando adequadamente preparado tem ação fungicida, bactericida e controla insetos nocivos como a lagarta da maçã, pulgão, etc. Sendo apresentado como defensivo mais barato que os agrotóxicos, não prejudica os trabalhadores, e é seguro para o meio ambiente.
Princípios ativos: O alho fresco possui alina, um amino-ácido sulfurado que se transforma em alicina, princípio ativo antisséptico, também é rico em iodo, flúor, cálcio, ferro, fósforo e vitaminas A, B e C, aminoácidos, dentre outros.
Alho contra brocas, cochonilhas e pulgões e ácaros
RECEITA 1

1 dente de alho, 2 litros de água
Modo de preparo
Bata o alho no liquidificador com água (2 litros para cada dente). Em seguida pulverize as plantas atacadas. Mas, atenção, não use sobre feijões, pois o alho inibe seu crescimento.
RECEITA 2 - Alho no controle biológico de pragas
1kg de alho ,5 litros de água ,100g de sabão ,20 colheres (de café) de óleo mineral.
Os dentes de alho devem ser finamente moídos e deixados repousar por 24 horas, em 20 colheres de óleo mineral. Em outro vasilhame, dissolva 100 gramas de sabão picado em 5 litros de água, de preferência quente. Após a dissolução do sabão, mistura-se a solução de alho. Antes de usar, é aconselhável filtrar e diluir a mistura com 20 partes de água. Quando pulverizado sobre as plantas depois de 36 horas não deixa cheiro nos produtos agrícolas.
Dica: Quando plantado entre as roseiras, diminui o ataque de pulgões.



A Arruda (Ruta graveolens) é uma planta da família das Rutáceas. Também é denominada como arruda fedorenta, arruda-doméstica, arruda-dos-jardins, rutade-cheiro-forte. Subarbusto muito cultivado nos jardins em todo o mundo, devido às suas folhas, fortemente aromáticas. Atinge até um metro de altura, apresentando haste lenhosa, ramificada desde a base. As folhas são alternas, pecioladas, carnudas, glaucas, compostas, de até 15cm de comprimento. As flores são pequenas e amareladas. O fruto é capsular, de quatro ou cinco lobos, salientes e rugosos, abrindo-se superior e inteiramente em quatro ou cinco valvas
Princípios ativos: Rica em óleos esssenciais, flavonóides (rutina), cumarinas e alcalóides

Receita no combate aos pulgões:
Ferva as folhas durante 5 minutos. Deixe esfriar e pulverize as plantas.
Curiosidades
Uma crença popular de raiz africana, remontando aos tempos coloniais, dita que os homens usem um pequeno galho de folhas por cima de uma orelha, ou que um galho das mesmas seja mantida no ambiente, para espantar maus espíritos.
Apesar das propriedades medicinais conhecidas há séculos, o uso interno desta planta é desaconselhado, pois, em grande quantidade, a arruda pode causar hiperemia (abundância de sangue) dos órgãos respiratórios, vômitos, sonolência e convulsões.
O efeito considerado "anticoncepcional" na verdade é abortivo, pois provém da inibição da implantação do óvulo no útero, sendo que a ingestão da infusão preparada com a arruda para esta finalidade é muito perigosa e pode provocar fortes hemorragias.



Cinamomo (Melia azedarach L, também conhecido popularmente como amargoseira, jasmim-de-caiena, jasmim-de-cachorro, jasmim-de-soldado, árvore-santa, loureiro-grego, lírio-da-índia, Santa Bárbara é uma árvore nativa do oriente (da Ásia até a Austrália) e subespontânea na América, Mediterrâneo e África. Chega a atingir 20 metros de altura. É muito cultivada como árvore ornamental. Suas folhas são usadas para fins medicinais.
Estudos recentes compravam a eficiência de suas folhas e frutos como conservante natural de grãos e sementes.

RECEITA - Extrato aquoso de folhas e frutos a 10% utilizado no controle de pulgões
Ingredientes
100g de folhas e frutos de Cinamomo, 1 litro de água, 1 pulverizador de pequeno porte
Macere as folhas e frutos de Cinamomo em água, faça infusão por 24 horas, coe e pulverize na cultura desejada, semanalmente Ingredientes
Dicas e curiosidades
As folhas e frutos do cinamomo são tóxicas e sua ingestão pode causar aumento da salivação, náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia intensa; em casos graves pode ocorrer depressão do sistema nervoso central



A Hortelã ou (Mentha spicata), também conhecida como hortelã-das-hortas, hortelã-comum, hortelã-dascozinhas, hortelã-dos-temperos ou simplesmente hortelã-verde, é uma planta herbácea perene, da família Lamiaceae (Labiadas), atingindo 30-100 cm. Erva utilizada desde a antiguidade, com sua origem confundida com os mitos. Usada pelos egípcios, hebreus, gregos, medievais, romanos e americanos, durante o século IX ,foram introduzidas na Europa muitas variedades. Além de seus variados fins medicinais essa planta também é utilizada como repelente.
A hortelã plantada nas bordaduras de canteiros repele ratos, formigas e insetos.
RECEITA: Hortelã como repelente natural
1 litro de água, 1 maço Hortelã
Ferva a hortelã em 1 litro de água, deixe esfriar, coe e pulverize sobre as plantas. O chá de hortelã é muito útil para as plantas em geral, protegendo-as.

Curiosidades de dicas
Fresca: deve ser acondicionada na geladeira em saco plástico, por alguns dias.
Para congelar: retire e pique as folhas finamente. Coloque em uma forma de gelo com água e leve ao congelador.
Como secar: seque ao ar livre, em local sombreado e bem ventilado, por alguns dias.
No microondas: lave e seque bem as folhas, separe do talo e forre o prato do microondas com papel absorvente. Espalhe as folhas sobre o papel, deixe o centro do prato livre. Leve ao micro em potência máxima de três a quatro minutos. Seca ou em pó: deve ser guardada ao abrigo da luz, respeitando o prazo da validade.
Outras plantas eficazes:
Capim cidreira
(Cymbopogon citratus)
Paisagismo Digital
Cravo-da-índia
(Caryophilus aromaticus)
Paisagismo Digital
Cravo-de-defunto
(Tagetes erecta)
Paisagismo Digital


Eucalipto
(Eucaliptus citriodora)
Paisagismo Digital
Louro
(Laurus nobilis)
Paisagismo Digital
Neem
(Azadirachta indica)
Paisagismo Digital
Saboneteira
(Sapindus saponaria)
Paisagismo Digital



Falso-açafrão (Curcuma longa)


Fumo (Nictiana tabacum)


Pimenta malagueta (Capsicum frutescens)



Fonte: http://www.cnpq.br/documents/10157/922e31c5-6089-490e-b080-95843d86b2b9

segunda-feira, 5 de março de 2018

Emater responde: Controle biológico do pulgão - Programa Rio Grande Rural




Quem é esse tal pulgão?

Existe cerca de 1,5 mil espécie de pulgões que atacam as mais diversas espécies de plantas cultivadas.

Os pulgões são pequenos insetos sugadores de seiva elaborada e que prejudicam as culturas não apenas pela sucção de seiva, mas pela inoculação de toxinas e transmissão de viroses, esta última sendo o dano mais sério.

Nas condições do Brasil os pulgões se reproduzem exclusivamente por partenogênese telítoca, na qual fêmeas produzem larvas fêmeas sem o concurso dos machos.Imagem relacionada

Certas espécies de pulgões como Aphis nerii são capazes de atacar plantas tóxicas como a espirradeira Nerium oleander e a erva invasora Asclepias curassavica. O organismo dessa espécie de pulgão tem a capacidade de seqüestrar esses princípios tóxicos e de usá-los como mecanismo de defesa contra os inimigos naturais. O pulgão Brevicoryne brassicae é capaz de desativar a toxina sinigrina presente nas crucíferas (couve, repolho, nabo, rabanete) das quais se alimenta.

Algumas espécies de pulgões se especializaram como formadores de galhas que podem se constituir a partir do enrolamento das folhas ou formação de tumores induzidos pelos hormônios de crescimento produzidos por esses insetos. É o caso da filoxera Daktulosphaira vitifoliae que provoca a formação de galhas em folhas e raízes da videira. As formas aladas da filoxera voam para as folhas da videira, onde depositam ovos. Desses nascem as larvas formadoras de galhas. Completando o desenvolvimento, a filoxera sai da galha e desce pelos ramos da planta até chegar às raízes, onde forma novas galhas em forma de nodosidades. Para o controle da filoxera é recomendado que se use porta-enxertos resistentes. Mesmo assim a filoxera consegue se estabelecer na videira enxertada, atacando somente a parte aérea suscetível. Todavia seus danos são menores que no caso do comprometimento das raízes. Embora protegidos no interior das galhas, os pulgões ainda são atacados pelos inimigos naturais especializados em perseguí-los dentro dessas estruturas.

É bastante conhecida a relação de mutualismo que os pulgões estabelecem com formigas: enquanto os primeiros fornecem substâncias açucaradas que secretam às formigas, estas os defendem contra a aproximação de seus inimigos naturais e os carregam para colonizarem novas plantas.

Na tabela (veja no final do texto como visualizar este artigo em PDF) encontram-se as principais viroses em plantas e as espécies de pulgões que as transmitem.

Os pulgões são capazes de desenvolver resistência contra pesticidas químicos como os organofosforados e carbamatos. As espécies mais estudadas com relação a esse aspecto são os pulgões Myzus persicae e Aphis gossypii. O desenvolvimento de resistência é facilitado pela aplicação repetida do mesmo agroquímico na cultura.

Como os pulgões possuem numerosas espécies de inimigos naturais representados pelos parasitóides e predadores, valeria a pena realizarem-se esforços para substituir o controle químico pelo biológico, viabilizando-se a criação massal e o fornecimento de inimigos naturais aos agricultores.

O controle biológico clássico de pulgões, que alcançou expressivo sucesso no Brasil é o dos pulgões do trigo pertencentes às espécies Metopolosiphium dirhodum (pulgão da folha), Sitobium avenae (pulgão da espiga e da folha), Schyzaphis graminum (pulgão da espiga e da folha), Rhopallosiphum padi (pulgão da folha e da bainha) e R. rufioabdominale (pulgão da raiz). Para o controle biológico dos mesmos foram introduzidas 12 espécies de parasitóides trazidos da Europa e da Ásia, dos quais apresentaram melhor sucesso quanto ao estabelecimento Aphidius colemani, A. ropalosiphi, A. uzbekistanus, A. ervi, Diaeretiella rapae, Praon volucre Ephedius plagiator. Essas introduções foram necessárias pois as pragas do trigo (planta originária do Velho Mundo) foram introduzidas no Brasil desacompanhadas de seus inimigos naturais nativos.

O parasitóide Lysephlebus testaceipes foi introduzido com sucesso nos países do Mediterrâneo para controle dos pulgões dos citros Toxoptera spp.

O parasitismo é estabelecido quando a vespa fêmea deposita o ovo no interior do organismo do pulgão. A larva que eclode do ovo se desenvolve alimentando-se da hemolinfa e dos tecidos internos do hospedeiro. Finda a fase larval do parasitóide, o pulgão já está morto e transformado em múmia. A pupa do parasitóide se forma no interior da múmia e a vespa adulta emerge abrindo um orifício na parede da múmia. Pulgões novos, quando parasitados, morrem sem chegar à idade adulta; os que chegam a esse estágio produzem menor número de descendentes. Com o parasitismo ocorre degeneração dos ovários do pulgão, cessando a formação dos embriões. São predadores de pulgões coleópteros, dípteros, neurópteros, heterópteros, himenópteros e aranhas.

Existem mais de 5 mil espécies de coccinelídeos (insetos da família dos coleópteros) que são predadores de pulgões e são encontrados em quase todas as partes do mundo. Larvas jovens de pulgões são mais vulneráveis ao ataque de coccinelídeos.Resultado de imagem para pulgão joaninha

Os neurópteros das famílias Chrysopidae e Hemerobiidae são encontrados também em quase todas as partes do mundo. Suas larvas são predadores ativos de pulgões, chegando a destruir 25 pulgões/dia. Um casal e seus descendentes são capazes de destruir 4 milhões de pulgões/ano. As larvas dos dípteros das famílias Syrphidae e Cecidomyiidae chegam a destruir mais de 500 pulgões durante esse estágio.

Maria Aico Watanabe
Embrapa Meio Ambiente

* Este artigo foi publicado na edição número 07 da revista Cultivar Hortaliças e Frutas, de abril/maio de 2001.

* Confira este artigo, com fotos e tabelas, em formato PDF. Basta clicar no link abaixo:

/arquivos/hf07_pulgao.pdf

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Leite cru e água: fungicida simples e barato


 Buscando a utilização de práticas alternativas para reduzir o uso de agrotóxicos, a Embrapa demonstra que o leite de vaca controla o oídio de forma simples, mais barata e com menos danos ao homem e ao meio ambiente. A mistura de leite com água foi testada em diversas culturas como as do pepino, abobrinha, tomate, rosa, soja, eucalipto e alface, mostrando-se eficiente no combate da doença. 
Doença provocada por um fungo, o oídio se parece com um pó branco e é encontrado nas folhas das plantas. Se não for controlado, pode tomar toda a plantação atrapalhando o crescimento das plantas, reduzindo a produção e, conseqüentemente, os ganhos do produtor. A produção de culturas como a da abobrinha pode cair em até 60% quando atacada pela doença.
A receita para uso do leite no combate do oídio é bem simples: basta preparar uma solução de 5% de leite de vaca cru e 95% de água e pulverizá-la sobre a plantação. Os estudos que chegaram a essa mistura foram feitos pelo pesquisador da Embrapa Meio Ambiente, Wagner Bettiol, que participa do programa. “A solução é totalmente inócua ao meio ambiente, não causando nenhum impacto ambiental, diferentemente dos fungicidas utilizados para o controle da doença”, enfatiza o pesquisador. Além disso, os produtos químicos indicados para o combate ao oídio são caros, custando em média, R$ 135,00 o litro.

2007/06/18
15'
Maria Cristina Tordin
Email: cris@cnpma.embrapa.br
Telefone: (19) 3869-2481
Embrapa Meio Ambiente

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Dicas para espantar as formigas!

 



muda de citrus atacada por formigas

Olhem só a foto desta bergamoteira! Vou tentar o plantio destas plantas repelentes, indicadas abaixo!








 


Quando a população de formigas no jardim ou horta aumenta muito, chegando a prejudicar as plantas, é hora de agir. Mas, nem sempre é preciso lançar mão de produtos químicos. Existem métodos naturais e caseiros que funcionam. Para combater as formigas diretamente no local, existem algumas receitas muito simples:

O plantio de plantas repelentes: em hortas, principalmente, o plantio de cebolinha verde em todo o contorno, costuma ser bem eficaz. Outras opções interessantes também para os jardins são o plantio de menta, lavanda, manjerona, alho, coentro e losna. Sementes de gergelim espalhadas no canteiro ou no caminho das formigas também costuma dar bons resultados.

Para evitar que as formigas ataquem arbustos e árvores: recomenda-se o uso do suco de pimenta vermelha. Amasse bem algumas pimentas vermelhas, até fazer um suco grosso. Molhe um pano neste suco e amarre em volta do caule da planta ou pincele o tronco.

E dentro de casa: o coentro e as pimentas em geral podem ser usados dentro de casa sob a forma de sachês amarrados às plantas.

Se você achou o formigueiro no jardim: coloque suco e cascas de limão na entrada do formigueiro.

E se elas também já estão atacando seus armários: espalhe cravos-da-índia dentro deles para espantar as formigas.


Fonte; http://www.jardimdeflores.com.br/dicas/a13formigas.htm

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Seis tipos de plantas funcionam como repelentes naturais de insetos

Citronela (foto) é uma delas. Opção é eficiente e mais sustentável que o uso de repelentes químicos

Plantar uma semente, regá-la, introduzir terra e acompanhar seu crescimento. Todas essas são práticas que os amantes de plantas adoram realizar - muitas vezes as encaram até como terapia. No entanto, certas plantas atraem insetos, que podem inibir o próprio crescimento dos vegetais ou trazer transtornos por causa de sua grande concentração e reprodução.
Uma possível solução passa pelo uso de pesticidas e repelentes, se não fosse o fato de que eles são nocivos não só para as plantas, mas para a saúde humana, pois contêm substâncias tóxicas. A melhor opção, mais saudável e ecológica, é criar plantas que repelem insetos em seu jardim, principalmente em locais com grande incidência de insetos. Dê uma olhada:

Lavanda - além de ser uma planta que pode perfumar ambientes internos, devido ao seu cheiro adocicado, e decorá-los, por causa de sua beleza, a lavanda ajuda a espantar mosquitos;Resultado de imagem para lavanda

Citronela - outro excelente repelente natural contra mosquitos, principalmente os borrachudos e os pernilongos. Caso seja combinada com outras duas plantas repelentes naturais, a erva do gato e a cascata gerânio, o efeito se torna mais potente ainda;

Hortelã - basta plantar várias em torno do seu jardim que as formigas não vão mais incomodar suas plantas. Aproveite para ver aqui outra forma de se livrar das formigas em casa sem usar pesticidas;
Resultado de imagem para hortelã pimenta

Crisântemo - ajuda a manter baratas, percevejos, pulgas e carrapatos afastados;
Resultado de imagem para crisantemo

Manjericão - o cheiro forte da planta afasta moscas e mosquitos;
Resultado de imagem para manjericão
Alecrim - também repele os mosquitos e pode ajudar a manter gatos afastados de locais em que a presença deles seja indesejável, como numa caixa de areia destinada para o lazer de crianças. Basta colocar algumas folhas de alecrim no local - os gatos não gostam do cheiro.
Imagem relacionada
fonte: Ecycle

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Consultório agrícola:moscas-das-frutas árvores frutíferas

Eliminação de frutos e armadilhas podem ajudar na produção

por João Mathias
Divulgação | Embrapa
Ferimentos na casca do fruto pode ser porta de entrada para insetos. Proteção e armadilhas podem ajudar a prevenir contra as pragas (Foto: Divulgação/Embrapa)
Tenho várias árvores frutíferas em meu quintal, mas não consigo comer nenhuma fruta. O pessegueiro, ameixeira, maracujazeiro, goiabeira e uvaieira, embora carreguem, nunca seguram os frutos, os quais ainda contêm bichos. Enquanto a videira, jabuticabeira e limoeiro geram pequena quantidade, que é consumida por pássaros, a macieira, guabirobeira e pereira, nem produzem, como a lichia, apesar de florada regular. Existe alguma solução?

Josmar Sebrenski
modelo de armadilha PET

Curitiba, PR

Os frutos do pessegueiro, ameixeira, maracujazeiro, goiabeira e uvaieira provavelmente estão sendo infestados por moscas-das-frutas do gênero Anastrepha obliqua, Anastrepha fraterculus e/ou Ceratitis capitata. As fêmeas adultas desses insetos introduzem os ovos abaixo da casca dos frutos, permitindo que as larvas se desenvolvam na polpa causando o seu apodrecimento. A contaminação por fungos e bactérias pode ocorrer devido ao ferimento provocado na casca do fruto no momento em que se deu a ovoposição. Os métodos de controle incluem eliminação dos frutos caídos ao chão, armadilhas feitas com garrafas PET e ensacamento dos frutos. Já os danos causados por pássaros podem ser evitados utilizando barreiras, como o ensacamento dos frutos ou utilização de telas protetoras no pomar.

Consultor: Diego Xavier, técnico de apoio do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, SP, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, tel. (11) 4582-7284, dxavier@iac.sp.gov.br

terça-feira, 4 de julho de 2017

sábado, 27 de maio de 2017

Receitas fáceis para o controle de pragas e doenças na sua horta!


  
Controle natural
O controle de pragas e doenças pode ser realizado com produtos naturais e que necessariamente não implica na erradicação desses, mas preconiza um controle satisfatório para que se possa produzir e consumir alimentos mais saudáveis
É possível identificar doenças e pragas, antes que se alastrem. Para isso, é necessário fazer vistoria regular na horta. Caso estejam, elas precisam ser isoladas para que não tomem o resto do plantio.
O solo ruim evita que as plantas retirem dele os nutrientes necessários para seu crescimento saudável e também ajuda a proliferar pragas e doenças. É importante, além de regar, adubar a terra para mantê-la fértil, sempre coberta com vegetação (folhas secas, capim) para manter a umidade.
Manter a diversidade é essencial em uma horta caseira. Como algumas pragas preferem determinados vegetais, se o cultivo for diversificado, é possível evitar que se alastrem por toda a plantação. Além disso, algumas plantas são inimigas para pragas que atacam outras espécies e vice-versa.
Alguns animais, como abelhas, minhocas e joaninhas têm papéis extremamente benéficos em uma horta caseira e orgânica. É importante não removê-los do canteiro.


Receitas para o controle de pragas e doenças
Óleo de neem
O óleo é extraído da semente da árvore nem pode ser encontrado no mercado. É recomendado usado na dosagem de 0,5 a 1 ml/litro. Possui atividade inseticida e fungicida, controlando a maioria dos insetos e alguma doenças.
Preparo: colher as folhas, deixar secar, moer e triturar. Colocar cerca de 60 g de folhas moídas em 1/litro de água. Deixar em repouso por 24 horas e, depois, coar. A aplicação pode ser feita na forma de pulverizações para o controle.
Calda de fumo
Picar 100 g de fumo e colocar em 1/2/litro de álcool, acrescentando 1/2/litro de água. Deixar curtir por 15 dias. Depois dissolver 100 g de sabão neutro em 10/litros de água e acrescentar à mistura. Pulverizar para controle de vaquinhas, cochonilhas, lagartas e pulgões.
Calda de fumo com pimenta

Colocar 50 g de fumo picado e 50 g de pimenta dentro de 1/litro de álcool. Deixar curtir por uma semana. Misturar em 10 litros de água + 250 g de sabão neutro ou detergente neutro. Pulverizar para controle de vaquinhas, cochonilhas e lagartas.
Preparados com sabão
Os preparados em que se emprega sabão apresentam indicações para o controle de cochonilhas, lagartas, pulgões, tripés e ácaros.
De modo geral, não apresentam restrições, embora usa-se querosene na fórmula. Porém, após seu emprego aconselha-se respeitar intervalo de cerca de duas semanas para se proceder à colheita.
Dissolver 100 g de sabão neutro em 1.2/litro de água quente. Para a aplicação, diluir novamente o preparado em 9,5/litros de água. Pode ser utilizado no controle de tripes, cochonilhas, lagartas e pulgões. Pode-se usar também em pulverizações com detergente neutro ou óleo mineral a 1% nas horas frescas do dia.
Calda de cebola
Colocar 500 g de cebola picada em 5/litros de água. Curtir por 10 dias. Coar e colocar 1/2/litro da calda em 1/2/litro de água para aplicar na forma de pulverização. Age como repelente a pulgões, lagartas e vaquinhas.
Cravo de defunto
Colocar 0,5 kg de folhas e talos em 5/litros de água. Ferver por 1/2/hora ou deixar em infusão fria por 2/horas. Coar e pulverizar para controle de pulgões, ácaros e algumas lagartas.
Calda de camomila
Colocar 50 g de flores em 1/litro de água. Deixar de molho por 3/dias, agitando quatro vezes por dia. Coar e aplicar três vezes por semana, para controlar doenças fúngicas.
Calda bordalesa
Colocar 100 g de sulfato de cobre em um saco de pano e mergulhar em 5/litros de água quente, deixando de molho durante 24/horas. Colocar 100 g de cal virgem na solução de sulfato de cobre. Coar a mistura e despejar no pulverizador para aplicação, visando controle de fungos.
Calda sulfocálcica
Tem ação protetora contra ácaros, insetos-praga e algumas doenças. Preparo: misturar 0,8 kg de cal hidratada em 2.5/litros de água morna, Colocar 1,225 kg de enxofre lentamente, sempre agitando com bastão e completar o volume até 5/litros. Ferver até ficar com cor avermelhada. Ao esfriar, guardar em lugar sem iluminação por uma semana. Na aplicação diluir 0,1/l do produto em 2/litros de água.
Preparo com leite
Utilizar estopa ou saco de aniagem, água e leite. Distribuir no chão ao redor das plantas a estopa ou saco de aniagem molhado com água e um pouco de leite. Pela manhã, virar a estopa ou o saco e coletar as lesmas que se reuniram embaixo para serem queimadas ou enterradas longe da área de cultivo.
Leite cru e água
Solução de 5 a 20/litros de leite de vaca cru em água pode ser utilizada para controlar o oídio, doença que ataca diversas culturas, causando a morte de plantas.
Planta gergelim
As folhas do gergelim contêm uma substância que contamina fungos, que são criados por meio dos vegetais e levados por formigas, causando o fim dos formigueiros
Redação Jornal Correio Riograndense

sábado, 25 de março de 2017

Pitangueiras: como controlar pragas?



Suplemento Agrícola do Jornal O Estado de São Paulo


Há dois anos venho tendo problemas com um pé de pitanga que plantei há dez anos no quintal da minha casa, em Pinheiros, e cujas folhas, na sua maioria, estão com inúmeras bolinhas verdes, como se fossem pequenas ervilhas grudadas. Já tentei tirar as folhas infestadas, mas o problema reapareceu este ano e com uma incidência maior. O que fazer?
Julita de Rezende Rubim
SÃO PAULO (SP)

Tenho uma pitangueira que frutifica duas vezes ao ano. Uma vez, com muitos frutos, e outra, só com alguns. Na vez de muitos frutos (milhares), todos, ao amadurecer, têm bichinhos dentro. Como devo proceder para que isso seja evitado? Existe algum remédio?
Fausta Marisa Ricco Brianez
SÃO PAULO (SP)
Segundo o pesquisador Eduardo M. de C. Nogueira, do Instituto Biológico de São Paulo, com relação à doença da pitangueira, deve ser provocada por ataque do inseto Hymenoptera. \'Não há necessidade da utilização de produto químico para controlá-lo\', diz. Para amenizar o problema, ele recomenda uma poda de limpeza, retirando, com uma tesoura de poda, os ramos e folhas atacados, incinerando-os logo em seguida, para evitar que o inseto volte a atacar a planta. Deve-se também aproveitar e podar os ramos em excesso, mal posicionados, quebrados ou doentes para melhorar o arejamento e a insolação da planta, retirando-os do pomar e enterrando-os. \'Esse procedimento é suficiente para o controle deste inseto.\'
mosca-das-frutas


No caso dos bichinhos dentro da fruta de pitanga, Nogueira afirma que aparentemente se trata do ataque de mosca-das-frutas, que pode ser controlada por meio de armadilhas. O ideal é fazer uma isca atrativa, contendo de 150 a 200 mililitros de isca líquida, utilizando 50% de água mais 50% de um preparado de suco de frutas (uva ou laranja). A isca é colocada em garrafas plásticas (refrigerantes ou água mineral), fazendo, na parte central da garrafa, quatro furos (inferiores a meio centímetro), e devem ser penduradas, tampadas, sob a copa das árvores, sempre protegidas do sol. Cada armadilha serve para controlar dez plantas, devendo-se colocar o maior número possível de garrafas nas bordas dos pomares, principalmente próximos de matas e de outras fruteiras exóticas e silvestres. As moscas, atraídas pelo líquido no interior da garrafa, entram pelos furos e morrem.

Informações: Instituto Biológico, tel. (11) 5087-1742 / 5087-1743.

terça-feira, 14 de março de 2017

Uso do óleo de neem como fungicida




Escrito por Annette Lyn O'neil Google | Traduzido por A. Araújo


Uso do óleo de neem como fungicida
A árvore de neem (neem image by fotomagic from Fotolia.com)
A árvore de neem (conhecida pelo nome científico Azadirachta indica) foi declarada pela ONU como a "Árvore do Século Vinte e Um" por seus benefícios ambientais e medicinais. Menos conhecido como margosa, o neem é reverenciado no subcontinente indiano, de onde é nativo, aparecendo em muitos remédios tradicionais da região. Uma das essências mais concentradas dessa árvore, é extraída de sementes maduras esmagadas. Esse óleo é, entre outras coisas, um potente e muito aplicável fungicida.

Histórico

O óleo de neem tem sido usado como fungicida há centenas de anos. O nome em sânscrito dessa árvore de folhas largas é "arishtha" -- "aliviadora de doenças" -- e antigos manuscritos hindus contém vários capítulos descrevendo as propriedades medicinais dos frutos, sementes, óleo, folhas, raiz e casca dessa árvore. Praticantes de medicina unani e ayurvédica usam o óleo de neem há séculos, para uma variedade de propósitos.

Para a saúde

O óleo de neem controla de forma eficaz certos fungos que podem crescer e habitar o corpo humano, de acordo com a National Academies Press. Como esses fungos desenvolveram resistência contra fungicidas sintéticos, tem sido mais difícil de controlá-los; com o neem, foi possível fazer esse controle de forma surpreendentemente fácil e sem efeitos colaterais. A planta é eficaz no tratamento de muitos fungos diferentes, incluindo o do "pé-de-atleta", que infecta pele e unhas, fungos dos intestinos, fungos que atacam as membranas mucosas e o fungo que causa a candidíase oral. O óleo de neem é usado em loções e tinturas que tratam doenças de pele, incluindo úlceras, escrófula e até mesmo a bactéria causadora da lepra.

Para jardinagem

O óleo de neem é um fungicida particularmente eficaz, seguro e ecologicamente correto. Em sua forma diluída, pode ser aplicado em forma de spray em rosas e árvores frutíferas para eliminar oídio e mancha negra. Por não ser tóxico, pode ser usado de forma segura em jardins de vegetais -- mesmo tomates e melões, onde o crescimento de fungos pode espalhar-se muito rapidamente para fungicidas sintéticos serem eficazes. Além de controlar fungos, a neem é muito eficaz para sufocar ovos de insetos e pragas como afídios, ácaros e moscas brancas.

Para animais de estimação

Assim como seres humanos, os animais também estão vulneráveis a infecções fungais dos pelos, pele, trato digestivo, membranas mucosas e unhas. O óleo de neem pode substituir fungicidas sintéticos para lidar com esses fungos. Infecções da pele (como aspergilose, malassezia e sarna) podem ser tratadas com spray de neem comercial ou banhos de neem. O óleo de neem pode ser acrescentado ao xampu para cães para tratar casos de micose, além de ser eficaz no controle de pulgas e carrapatos. Acrescentar uma pequena quantidade de óleo de neem na ração de seu animal de estimação pode ajudar a eliminar parasitas intestinais, estimular o fígado e a função imune para prevenir infecções de fungos.

Limitações

Há algumas limitações na utilidade do neem como fungicida; parte do motivo de ser ecologicamente seguro é que ele é rapidamente degradado pelo ambiente. Temperaturas extremas, exposição à luz ultravioleta, remoção pela chuva, neve ou outros fatores ambientais podem eliminar o óleo de neem ou reduzir sua eficácia, portanto, pode ser necessário repetir as aplicações mais vezes do que no caso de fungicidas sintéticos, mais perigosos. Além disso, altas concentrações de óleo de neem podem causar danos a plantas delicadas.

quarta-feira, 8 de março de 2017

11 ADUBOS OU FERTILIZANTES E DEFENSIVOS ORGÂNICOS FEITOS EM CASA





fertilizantes e pesticidas
Para quem tem desejo de cultivar, não importa se em uma varanda, um jardim ou em uma horta, o importante é fazê-lo! Mas muitas vezes plantar não é fácil e para complicar o trabalho, já duro e cansativo, chegam uma infinidade de insetos e parasitas que, se não forem controlados, podem estragar nossas plantas e frustrar nossos esforços.
Abaixo sugerimos algumas "receitas" para fazer fertilizantes e repelentes 100% orgânicos, que vão ajudar você a manter afastados insetos indesejáveis, respeitando plenamente a natureza.

1. O estrume

Existe maneira melhor para enriquecer o solo do seu jardim ou quintal que o bom e velho esterco? Você pode comprá-lo em lugares especializados ou, melhor ainda, produzi-lo, se você tiver animais como galinhas, cabras e coelhos. As fezes deste último são aquelas com a maior taxa de nitrogênio e podem ser usadas espalhando-as diretamente à terra. Aquelas dos outros animais, em geral, devem ser bem curtidas antes (composteiras).

2. Inseticida spray de alho

alho é um poderoso repelente natural, capaz de desencorajar muitos insetos e espantá-los para outros lugares. Para preparar o nosso inseticida, batemos no liquidificador uma cabeça de alho com alguns cravos da índia, juntamente com dois copos de água até obter um composto bem homogêneo. Deixe-o descansar por um dia para depois ser misturado em 3 litros d’água. A mistura assim obtida pode ser vaporizada com um spray, diretamente sobre as folhas das plantas.

3. Chá de Urtiga

Quantas vezes você, sem querer, acabou tocando uma folha de urtiga e ficou sentindo aquela coceira irritante? Bem, a urtiga pode não ser tão irritante assim quando se torna uma grande aliada para seus cultivos. Calce um par de luvas grossas e colha um pouco de urtiga. Coloque-as de molho em um balde cobrindo-as com água e deixe-as descansar por pelo menos uma semana e estará pronto o seu novo fertilizante líquido 100% orgânico.

4. Inseticida spray de tomate

As folhas de tomate são ricas em alcalóides, excelentes repelentes para pulgõesvermes e lagartas. Encha dois copos com folhas de tomate picadas e adicione água. Deixe descansar por pelo menos uma noite e dilua a mistura em outros dois copos d’água. Pronto! pode pulverizar seu spray de tomate sobre as plantas. Mantenha o repelente longe dos animais domésticos pois, pode ser tóxico à eles.

5. Cascas de ovos

As cascas de ovos são um ingrediente interessante para o nosso jardim. Elas possuem um duplo benefício, podem ser usadas seja como fertilizantes seja como repelentes, em pedaços ou trituradas. Se trituradas, polvilhe o pó sobre a base das suas plantas, ou use pedaços, criando uma espécie de anel na base da planta: esta barreira pode afastar os caracóis e algumas lagartas.

6. Tabaco macerado

A nicotina presente nas folhas de tabaco não cria dependência apenas em seres humanos, mas também em insetos, agindo como um ótimo repelente. Para preparar o tabaco macerado coloque 3 ou 4 cigarros em meio litro d’água. Deixe macerar por dois dias e depois filtre, ou passe o líquido obtido por uma peneira fina. Coloque-o em um spray e está pronto o seu inseticida natural.

7. Inseticida spray de pimenta

pimenta é um excelente repelente natural contra pragas. Para preparar o spray, bata no liquidificador em alta velocidade por 2 minutos, cerca de 6 a 10 pimentas (qualquer tipo) com dois copos d’água. Deixe a mistura descansar durante a noite. No dia seguinte, filtre-a e adicione um copo d’água. Despeje o líquido no pulverizador e pronto!

8. Adubação com ervas

Seu gramado não está tão verde como você gostaria? Não se preocupe, basta apenas um simples cuidado: quando você cortar a grama não a recolha, deixe-a no chão! Será uma valiosa fonte de nitrogênio. A grama recém-cortada, por ser muito curta, decompõe-se rapidamente, enriquecendo o solo de nutrientes e fazendo o seu gramado ficar mais verde do que nunca!

9. Adubação com a borra do café

Se você adora e bebe muito café, não jogue fora sua borra que é uma excelente fonte de nitrogênio para o solo, além de ser rica em antioxidantes. Adicione a borra à sua compostagem ou polvilhe-a diretamente sobre o solo.

10. Nematóides Amigos

Eu sei, pode parecer estranho existirem vermes amigos de seu jardim, mas è verdade! Muitas vezes, para controlar a população de pragas são necessárias outras pragas, ou melhor, outros insetos antagonistas. Este tipo de Nematóide bom é capaz de matar muitas de suas pragas do seu jardim, incluindo besouros, gorgulhos e muitos outros. Você pode comprá-los em lojas especializadas.

11. Façamos compostagens!

compostagem é definitivamente um dos métodos mais simples e eficazes para enriquecer o solo e fazer o seu jardim florescente e produtivo. O que você precisa é de restos de comida e de todas as substâncias ricas em nitrogênio, como grama, folhas ou palha. Você pode fazer a compostagem mesmo vivendo na cidade.
Como vimos, podemos fazer muito para preservar nossas lavouras sem o uso de produtos químicos e poluentes. Mais uma vez é a natureza que nos dá soluções para os problemas. Bom crescimento à todos!

site:https://www.greenme.com.br/