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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Manual de hortaliças não convencionais - EMBRAPA


Resumo:
O trabalho tem o objetivo de contribuir para o resgate de conhecimentos sobre o cultivo e utilização de variedades de hortaliças não-convencionais por populações tradicionais e pela sociedade como um todo, evitando seu processo de extinção. Busca incentivar o consumo de hortaliças, particularmente as variedades locais, visando a diversidade e riqueza da dieta das populações, além da valorização do patrimônio sóciocultural do povo brasileiro. As hortaliças não-convencionais, ou “negligenciadas”, como araruta, mangarito e jacatupé, entre outras, são restritas a determinadas regiões, e não despertam interesse comercial por parte de empresas de insumos. O manual traz informações completas sobre os sistemas de produção, o valor nutricional e o uso alimentar de algumas dessas hortaliças.
CIOrgânicos – Paula Guatimosim
Acessado em: 22/11/2012

Conteúdo completo disponível em: http://www.abcsem.com.br/docs/manual_hortalicas_web.pdf
Manual de hortaliças não-convencionais. MAPA. Brasília, 2010.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

A couve está ganhando espaço na dieta de quem curte exercícios físicos



A verdura é rica em diversos minerais, como potássio, zinco e ferro



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Raphael Augusto de Castro e Melo/Divulgação

A couve é rica em magnésio, potássio, ferro, zinco e outros minerais e, segundo o nutrólogo, é excelente para quem faz exercícios físicos (foto: Raphael Augusto de Castro e Melo/Divulgação)

Talvez você não saiba, mas a couve está cada vez mais deixando de ser coadjuvante para
ocupar um lugar de destaque nas dietas fitness. A opinião é do nutrólogo Theo Webert, que
ressalta a importância nutricional do alimento. "Couve contém magnésio, um mineral que
além de ajudar no relaxamento muscular, auxilia também na melhora do humor", comenta
o especialista.

Segundo o médico, essa verdura tem ação cicatrizante, anti-inflamatória, ajuda na
desintoxicação e na absorção do cálcio. "Recente estudo realizado pela Universidade de
Rush, nos Estados Unidos, revelou que além de tudo a couve também é excelente também
 para o cérebro", afirma Theo Webert.

Ainda de acordo com o especialista, essa
 verdura é uma boa fonte vital de minerais como
ferro (previne a anemia), fósforo (para os
músculos e ossos), cobre, que ajuda na absorção

 de ferro, manganês e selênio, necessário para
 a tireoide e também um poderoso
antioxidante.

Outro benefício da couve é a presença de
potássio, um dos responsáveis pela manutenção
 do equilíbrio hidroeletrolítico, contração
 muscular, funcionamento cardíaco e participa
da transmissão dos impulsos nervosos.
"Além do zinco, importante tanto para a síntese
de células imunológicas como em sua ação
de defesa contra vírus, bactérias e fungos",
completa o nutrólogo.

O médico ensina uma receita simples, que pode ser adaptada à dieta para redução de
medidas. A dica é ingerir a bebida à base de couve todas as manhãs, para começar bem
o dia, sem abdicar de uma refeição balanceada e completa no restante do dia. "Lembre-se
 que o suco de couve com limão deve ser consumido sempre fresco em no máximo
30 minutos após preparo, para que não perca as propriedades e nutrientes",
diz Theo Webert.

Suco de couve com limão

Ingredientes:

  • 1/2 limão
  • 1 folha de couve
  • 1 copo de água

Modo de preparo:

Adicione a metade do suco do limão com a folha de couve no liquidificador e coloque a
água aos poucos. Bata tudo por um minuto ou até que esteja com uma textura uniforme.
 Beba sem coar para adquirir todas as fibras. Se quiser adoçar, utilize um pouco de mel ou
 adoçante natural.

Fonte: revista encontro

terça-feira, 20 de junho de 2017

AMORA Preta ou amora americana





O cultivo do Blackberry ou Amora Americana é recente no Brasil, mas a fruta já era utilizada pelos gregos no Séc. IV a.C., por seu sabor e seus efeitos medicinais. A planta crescia espontaneamente e era colhida em florestas nativas.

Só no Séc. XVII na Europa, começou o cultivo comercial, com a espécie Evergreen, selecionada e melhorada a partir de material nativo.
A maior parte das outras cultivares (espécies) foi criada no Século XIX.
Nos Estados Unidos, a exploração comercial da amora americana ou amora-preta se iniciou entre os anos de 1850 e 1860, com as cultivares Evergreen e Himalaya, trazidas da Europa.

A amora-preta é uma planta arbustiva, de porte ereto ou rasteiro. Ela pertence à família Rosaceae, gênero Rubus, da qual existem mais de trezentas espécies. Entre tantas variedades é sempre possível encontrar plantas adaptáveis às condições climáticas de cada região.
Dependendo da espécie, as exigências de frio podem variar de 1000 horas com temperatura abaixo de 7,2 graus centígrados, até cerca de apenas 100 horas de frio no inverno.
Com isso, a cultura da Amora-preta torna-se viável em inúmeras regiões do Brasil, com clima variado, sendo que é importante também para a planta, um grande número de horas de calor para estimular a brotação, a floração e a produção.
A cultura do Blackberry é permanente, e as plantas duraram mais de 15 anos em produção plena. Suas raízes são perenes e a parte visível da planta se renova anualmente. Os novos ramos crescem na primavera/verão, perdem as folhas durante o inverno e voltam a emitir novas brotações a partir de agosto. São essas brotações que produzem os frutos durante o período de primavera/verão do ano seguinte.
Após a colheita, todo o material aéreo da planta (galhos e folhas) é eliminado. Novas brotações surgem para formar as plantas da safra seguinte.

O fruto
O fruto é uma folidrupa formada por drupéolas, de coloração inicial verde, passando a vermelho-claro no início da maturação e atingindo a cor preta-brilhante na maturação plena. O fruto deve ser colhido quando atingir a coloração preta-brilhante e logo após sua colheita deve ser armazenado em geladeira ou câmara fria.

A Amora-preta pode ser consumida in natura ou em forma de geléias, sucos, doces em pasta e fermentados. Pode ainda ser congelada e utilizada como polpa para a produção de sorvetes, sucos, iogurtes, tortas e molhos para diversos pratos, inclusive para decoração dos pratos.

Principais variedades
Na fazenda St.Clair, cultivamos as variedades CHEROKEE, TUPI, GUARANI e CAIGANGUE.
CHEROKEE: é exigente em horas de frio (temperaturas abaixo de 7,2°C no inverno). De porte ereto, pode ser conduzida com dois fios de arame para evitar que os frutos tenham contato com o solo. Seus frutos são médios (4 a 5g), que se desprendem facilmente quando maduros.
TUPI: resultado de cruzamento entre as variedades Uruguai e Comanche, é menos exigente em horas de frio. Porte ereto, com espinhos, tem produção de até 3,8kg por planta/ano. Frutos de 7 a 9g, de sabor equilibrado em acidez e açúcar, consistência firme, sementes pequenas e aroma ativo.
GUARANI: resultado do cruzamento de várias espécies. Produz até 3,6kg por planta/ano, em frutos de 5 a 6g. Planta ereta, com espinhos. Brotação na terceira dezena de agosto, floração durante o mês de setembro e primeira dezena de outubro e colheita a partir de dezembro. Sabor pouco ácido, consistência firme, sementes pequenas, película resistente e aroma ativo.
CAIGANGUE: variedade nova, desenvolvida por técnicos da Embrapa, vem mostrando grande potencial. A Fazenda St. Clair vem avaliando e estudando a sua adaptação na região de Campos do Jordão em SP. Plantas vigorosas, eretas, com espinhos e boa capacidade de multiplicação. Brotação na primeira dezena de agosto, floração na primeira dezena de outubro e produção da segunda dezena de novembro a meados de dezembro. Pode ser cultivada em regiões com menos de 200 horas de frio no inverno. Produção média por planta acima 3,45kg e frutos de 5,6g.
 
SAÚDE
A amora-preta é uma ótima fonte de Vitamina A, Vitamina C, Tiamina, Riboflavina, Niacina.
Tem ainda em sua composição minerais importantes para a saúde, como Ferro, Cálcio, Fósforo, Potássio. E mais: proteínas, carboidratos e menos de 1% de gordura. Com tudo isso, uma porção de 144g da fruta contém apenas 85 calorias.


CULTIVO
Faça você mesmo a sua plantação de Blackberry
A Fazenda St.Clair, localizada nas proximidades do Pico do Itapeva em Campos do Jordão, estado de São Paulo, reúne ótimas condições climáticas e de solo para produzir as melhores mudas de Blackberry do Brasil
Com apenas algumas mudas você pode iniciar a sua pequena plantação e, em pouco tempo, colher deliciosos frutos produzidos organicamente, sem adubos químicos e sem agrotóxicos.
A Fazenda St.Clair fornece as mudas e dá a orientação para o plantio e cultivo, além de manter um completo site na Internet (www.fazendastclair.com.br), com informações detalhadas sobre o plantio desta e de outras frutas de clima temperado.

Dicas para o plantio
. Obtenha mudas de boa procedência.
. Não há necessidade de adubação prévia da cova, apenas após a muda pegar.
. Após plantar, colocar cobertura morta cobrindo a cova para proteger e manter a umidade.
. Para mudas enraizadas, a distância entre mudas deve ser de 70 cm.
. O espaçamento entre linhas pode ser de 2,5 a 3 metros.
. O solo deve ser bem drenado e com ph na faixa de 5,5 a 6,5.
. A melhor época para o plantio é o inverno, mas, a amora pode ser plantada em qualquer época do ano, quando se dispõe de irrigação ou condições de fornecer água semanalmente.
. Escolha a variedade mais adequada para o seu caso. As de porte ereto dispensam fios de arame para suporte na época da colheita. Cultivares de porte rasteiro exigem mais de um fio de arame.
. As plantas de Blackberry necessitam de frio no inverno (temperaturas abaixo de 7,2ºC), e de sol pleno no verão para frutificarem bem.


MUDAS
Com as mudas organicas da Fazenda St.Clair você colhe os melhores resultados.
A região da Serra da Mantiqueira e em particular as cidades de Campos do Jordão, São Bento do Sapucaí, Santo Antonio do Pinhal e outras cidades localizadas na região da Serra e Sul de Minas, oferecem ótimas condições para a cultura de frutas de clima temperado.
Seu clima garante as horas de frio necessárias para o bom desenvolvimento das plantas.
A umidade relativa do ar e a luminosidade também são adequadas. Em áreas de ventos fortes, pode ser necessária a instalação de barreiras físicas, como quebra-vento, para evitar dano às plantas.


Adquira nossas mudas de Blackberry ou Amora Preta nas lojas do Ponto Garden, uma localizada na estrada para Campos do Jordão (Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro), ao lado do Leite na Pista, Fone(12) 3686-4040 e outra localizada em Guarulhos, na Rua Prof. Gabriel José Antonio, 205-B, que é a Marginal da Via Dutra, fone (11) 6425-2974 ou 6425-4556. Ou entre em contato conosco.

terça-feira, 13 de junho de 2017

As Verduras Verdes são parte importante da alimentação

Alimentação saudável


As verduras verdes são uma parte importante da alimentação saudável. Richard Hanson/Tearfund
[Saúde]
Dra. Ann Ashworth
O “fardo duplo” da doença
Muitos países de baixa e média renda estão enfrentando um “fardo duplo” por causa da doença. Eles continuam com os mesmos antigos problemas das doenças infecciosas e, ao mesmo tempo, estão tendo um rápido aumento nas doenças não-transmissíveis, tais como o diabetes e as doenças cardíacas. O excesso de peso é um dos fatores fundamentais.
Hoje em dia é comum encontrar comunidades onde a subnutrição e o excesso de peso ocorrem lado a lado, particularmente nas áreas urbanas. As famílias freqüentemente mudam seus hábitos alimentares quando se mudam para as cidades. Elas podem economizar tempo na cozinha comprando alimentos de conveniência prontos para o consumo ou alimentos processados. Estes alimentos freqüentemente possuem um alto teor de gordura e/ou açúcar, os quais os tornam saborosos, mas cheios de calorias (energia) ocultas. Consumir mais energia do que uma pessoa precisa leva-a a ter excesso de peso.
A alimentação urbana geralmente contém mais sal e menos fibra do que a alimentação tradicional. Viver nas cidades pode também diminuir a atividade física, pois as pessoas têm empregos que exigem menos fisicamente e podem usar o transporte público ou o carro, ao invés de caminhar. O sedentarismo reduz a quantidade de energia de que uma pessoa precisa, aumentando sua probabilidade de ter excesso de peso.
O que é excesso de peso?
O excesso de peso é quando há gordura demais no corpo. Uma maneira rápida de ver se a pessoa está com excesso de peso é medir a circunferência da sua cintura. Em geral, para as mulheres, se a cintura tiver 80 cm ou mais, ela estará com excesso de peso. Para os homens, a medida é 94 cm ou mais.
 Atitudes em relação ao excesso de peso Na África do Sul, as respostas das mulheres quanto a ser “corpulenta” incluíram: “Sendo corpulenta, você tem presença e pode ser facilmente vista”, “As pessoas sabem que você é saudável (isto é, não tem HIV)”, “Os homens preferem as mulheres gordas”. As atitudes eram quase todas positivas em relação ao excesso de peso, e os riscos não eram reconhecidos. Contudo, as conseqüências do excesso de peso podem causar riscos à vida. Ter excesso de peso aumenta o risco de doenças cardíacas (inclusive derrame cerebral), diabetes, osteoartrite (uma doença que afeta as juntas) e alguns cânceres (útero, mama e cólon).
Claramente, precisamos mudar as atitudes em relação ao excesso de peso e conscientizar as pessoas sobre estes sérios riscos. Porém, devemos ser sensíveis na nossa comunicação com as pessoas sobre o seu peso.
O que é uma alimentação saudável?
É uma alimentação que mantém um peso saudável nos adultos, permite um crescimento saudável nas crianças, é constituída de uma variedade de alimentos e oferece energia e nutrientes suficientes.
Dicas para uma alimentação saudável
  • Consuma uma variedade de alimentos em cada refeição
  • Coma cereais integrais, legumes (por exemplo, ervilha, feijão, lentilha) e nozes
  • Coma bastante fruta e verdura
  • Limite a quantidade de gordura, óleo e alimentos gordos
  • Limite a quantidade de açúcar e alimentos açucarados
  • Coma menos sal.
Por que consumir uma variedade de alimentos?
Isto ajuda a garantir que todos os nutrientes essenciais estejam presentes. Por exemplo, os cereais básicos, como o trigo e o arroz, não contêm as vitaminas A, C ou B12, portanto, estas vitaminas precisam vir de outros alimentos. Estas vitaminas ajudam a proporcionar uma boa visão e crescimento e desenvolvimento normais. Elas também são importantes para combater as infecções, cicatrizar ferimentos e fabricar células sangüíneas.
Por que comer cereais integrais, legumes e nozes?
  • Para proporcionar fibras solúveis, as quais ajudam a diminuir o colesterol e reduzem o risco de ataque cardíaco e derrame cerebral
  • Para proporcionar fibras insolúveis a fim de manter os intestinos saudáveis e reduzir o risco de câncer de intestino.
Prefira pão integral, arroz integral, aveia ou aveia em flocos, bulgur ou quinoa.
Por que comer bastante fruta e verdura?
  • Para proporcionar os minerais e as vitaminas que possam estar faltando na principal alimentação
  • Para proporcionar nutrientes antioxidantes, que reduzem o risco de câncer
  • Para proporcionar fibras solúveis e insolúveis.
    Procure consumir cinco porções de frutas e verduras por dia. A batata, o inhame, a mandioca e a banana-da-terra não contam como porção.
Por que limitar a cordura, o óleo e os alimentos gordos?
  • Para reduzir o risco de ficar com excesso de peso. Estes alimentos são fontes concentradas de energia e tornam difícil manter um peso saudável.
  • Para reduzir o risco de ataque cardíaco e derrame cerebral. As gorduras saturadas aumentam o colesterol “ruim” no sangue e aumentam o risco de doenças cardíacas. Elas são encontradas nos laticínios (manteiga, queijo, nata, leite integral), carnes gordas, banha, ghee (manteiga clarificada), margarina dura, óleo de coco e óleo de palma vermelho. Alguns alimentos (bolachas, bolos e produtos de pastelaria) contêm gorduras saturadas ocultas.
Para cozinhar, prefira óleo de soja, amendoim, girassol, oliva, colza, cártamo, milho ou óleos vegetais mistos.
Por que limitar o açúcar e os alimentos açucarados?
Para reduzir o risco de ficar com excesso de peso. Estes alimentos são fontes concentradas de energia. Refrigerantes e bebidas engarrafadas contêm muito açúcar oculto.
Por que comer menos sal?
  • Para reduzir o risco de pressão arterial alta, que aumenta o risco de doenças cardíacas e derrame cerebral.
Alguns alimentos contêm sal oculto, entre eles, o queijo, carnes processadas, sopas de pacote e em lata, cubo de caldo de carne (para sopas, etc.), lanches processados e alimentos prontos para consumir. Procure não colocar sal na mesa. Porém, o seu corpo precisa de algum sal para funcionar bem, particularmente nos climas muito quentes, onde o sal é perdido através da transpiração. Você pode ficar tonto ou desmaiar se não consumir sal suficiente na sua alimentação.
A Dra. Ann Ashworth é Professora Emérita de Nutrição Comunitária na London School of Hygiene and Tropical Medicine.
E-mail:
Ann.Hill@lshtm.ac.uk
 
Saúde na gravidez: evitando o baixo peso ao nascer  

O baixo peso ao nascer aumenta o risco de morte durante a infância, bem como o risco de pressão arterial alta, doenças cardíacas e diabetes na vida adulta. Para evitar o baixo peso ao nascer, as mulheres grávidas devem comer de forma saudável e:


  • evitar intervalos longos entre as refeições (fazer lanches é bom)
  • não participar de jejuns religiosos
  • não fumar ou mascar tabaco
  • evitar bebidas alcoólicas.
A malária durante a gravidez também diminui o peso ao nascer. Em áreas endêmicas, aconselhe as mulheres grávidas a dormirem embaixo de um mosquiteiro tratado com inseticida e receber TPI (tratamento preventivo intermitente) na clínica pré-natal.

Questões para discussão 

  • Que alimentos básicos consumimos nesta região? (Alimento básico é o principal alimento consumido. Por exemplo, arroz, milho, mandioca, inhame, banana-da-terra.)
  • Que outros alimentos geralmente consumimos com o alimento básico? Agora, verifique se há grãos, nozes, verduras, frutas, carne e peixe entre estes alimentos. Se não houver, pense sobre o motivo disso.
  • Quantos tipos de frutas e verduras (inclusive folhas verdes) há disponíveis na nossa região? Como se pode chegar a cinco porções por dia?
  • Quantas porções por dia de frutas e verduras consumimos atualmente na nossa região? Conversem sobre formas de incentivar as famílias a consumirem cinco porções por dia.
  • Até que ponto a falta de dinheiro é um obstáculo para uma alimentação saudável?
  • Conversem sobre maneiras como as famílias poderiam  melhorar a variedade de alimentos consumidos gastando pouco ou sem gastar nada.
  • Há alguma época do ano em que não haja frutas e verduras disponíveis? O que as famílias podem fazer para superar a escassez em certas estações?
  • Faz parte da tradição consumir plantas silvestres como fonte de frutas ou folhas verdes na nossa região? Isto deveria ser incentivado?
O guia PILARES sobre Alimentação Saudável traz mais questões para discussão. Consulte a página de Recursos para obter mais informações.


This page was last updated on 18 May 2012

Other Tearfund sites:     www.tearfund.org    Youth & Students    Connected Church    Inspired Individuals    Created

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Guacamole, a delícia mexicana!


.  Ah o guacamole! Para quem não conhece, guacamole é um prato mexicano, é como um patê e normalmente servido com nachos. A aparência não é tão boa, mas o gosto é sensacional (para os adoradores de abacate e pimenta)

Além de gostoso é um prato nutritivo e ótimo para a saúde. O abacate ajuda a diminuir o colesterol ruim (aquele que destrói as artérias) e a pimenta dedo de moça é rica em vitaminas, antiinflamatória e anticancerígena.


Ingredientes:
  • 1 abacate maduro (se conseguir encontra o Avocado é melhor)
  • 1 tomate italiano picado em cubos pequenos
  • 1/2 cebola picada finamente
  • salsinha a gosto picada finamente
  • sal a gosto
  • pimenta dedo de moça a gosto picada finamente
  • azeite a gosto
  • suco de 1 limão
Modo de preparo:
A primeira coisa que você vai fazer nesta receita é deixar todos os ingredientes picados e separados, menos o abacate.
Depois disso feito, você pica metade do abacate em cubos bem pequenos e aí amassa de leve com as mãos ou com o garfo, vai ficar quase que uma pasta. Feito isso, você pica a outra metade do abacate em cubos irregulares e reserva.
Misture todos os ingredientes previamente picados à 'pasta' de abacate, inclusive o suco de limão (atenção: aproveite este momento para provar e ajustar sal e pimenta). Por fim, adicione o abacate cortado em cubos irregulares e decore com salsinha. Pronto, agora é só servir com os nachos.

obs: o prato original é servido com nachos, mas como aqui no Brasil é muito difícil encontrar os verdadeiros nachos (e quando encontramos é realmente caro), você pode servir com Doritos, que é bem mais barato e você encontra em qualquer lugar.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Sua Saúde 10! Combinação de azeite e salada é 'segredo' da dieta mediterrânea


Preparação de salada (PA)
Acidos graxos resultantes da combinação entre gordura e nitrato fazem bem à saúde
Cientistas britânicos sugerem que a combinação de azeite de oliva e salada com folhas verdes ou vegetais explica por que a chamada dieta mediterrânea é tão saudável.
A união desses dois grupos alimentares - um rico em gordura insaturada e o outro, em nitrato - formam ácidos graxos que ajudam a baixar a pressão arterial, segundo estudo publicado no periódico científico PNAS.
A adição de nozes e abacate também ajudam a compor uma combinação saudável.
Inspirada pela culinária tradicional de países como Grécia, Espanha e Itália, a dieta mediterrânea há tempos é associada à boa saúde, inclusive cardíaca.
Essa dieta costuma incluir vegetais em abundância, frutas frescas, cereais integrais, azeite de oliva e nozes, além de frango e peixe - no lugar de carne vermelha ou gordura animal.
Ainda que, individualmente, cada ingrediente dessa dieta tenha benefícios nutricionais bem conhecidos, ainda não estava claro para os cientistas o que tornava o conjunto da dieta mediterrânea tão saudável.

Reação química

Philip Eaton, do King's College London, e colegas da Universidade da Califórnia acreditam que a fusão de ingredientes da dieta resulta na produção de ácidos graxos.
No estudo, que contou com financiamento da British Heart Foundation, os especialistas utilizaram camundongos geneticamente manipulados para analisar o impacto dos ácidos graxos no organismo.
Eles perceberam que a substância ajudou a baixar a pressão arterial dos roedores ao bloquear uma enzima chamada hidrólise de epóxidos.
"Humanos têm a mesma enzima, então achamos que o mesmo acontece com as pessoas", afirmou Eaton.
Ainda segundo ele, isto explica por que a dieta mediterrânea faz bem à saúde, apesar de ter gordura.
"A gordura, quando misturada a nitratos e nitritos, forma uma reação química que resulta em ácidos graxos".
"É o mecanismo de proteção da natureza. Se apostarmos nisso, poderíamos fabricar novos medicamentos para tratar pressão alta e prevenir doenças cardíacas".
Eaton afirmou que agora devem ser realizados testes com humanos.
Sanjay Thakrar, da British Heart Foundation, diz que o estudo é relevante, mas que "é preciso investigar mais".
"Por enquanto, os experimentos foram realizados apenas em camundongos, que têm formas diferentes de reagir ao que entra em seus organismos".

quarta-feira, 1 de março de 2017

Estudo da USP identifica agrotóxicos mais frequentes em alimentos consumidos no Brasil

Entre as substâncias autorizadas no País está o brometo de metila, utilizado como inseticida e para o controle de pragas

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Foto: Agência Brasil
De acordo com estimativas, o brometo de metila é o agrotóxico mais encontrado nos alimentos consumidos rotineiramente pela população brasileira – Foto: Agência Brasil
A dieta dos brasileiros é rica em agrotóxicos, inclusive os mais tóxicos. Ao cruzar os dados sobre o que come habitualmente a população brasileira com a lista de agrotóxicos autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a serem aplicados na cultura desses alimentos, pesquisa realizada na USP identificou 68 compostos que excediam o valor de ingestão diária aceitável de acordo com limites estabelecidos pela própria Anvisa.
Entre os 283 agrotóxicos verificados, o brometo de metila (BM) – pertencente à classe dos inseticidas, formicidas e fungicidas e listado como extremamente tóxico – foi a substância com maior estimativa de frequência nos alimentos. Os resultados fazem parte da dissertação de mestrado de Jacqueline Mary Gerage, defendida na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em 2016. A ideia foi avaliar o risco de exposição crônica de agrotóxicos na dieta da população, sabendo-se do uso regular dessas substâncias em cultivos como arroz, feijão, soja e frutas.
A mesma substância também foi identificada por meio de outra pesquisa da Esalq, cujo enfoque foi estimar a ingestão de agrotóxicos a partir da dieta dos alunos das escolas urbanas da rede municipal de ensino da cidade de Guariba, interior de São Paulo. Os dois trabalhos tiveram a orientação da professora Marina Vieira da Silva, do Departamento Agroindústria, Alimentos e Nutrição da Esalq.
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Foto: Gilberto Marques/SEE-SP
Alimentos potencialmente contaminados por agrotóxicos autorizados também estão na dieta de alunos da rede pública de ensino – Foto: Gilberto Marques/SEE-SP
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O BM é um gás que age como inseticida para desinfestação de solo, controle de formigas e fumigação de produtos de origem vegetal. Mata insetos, fungos e bactérias, ervas daninhas ou qualquer outro ser vivo presente no solo. Embora tenha esta utilidade na agricultura, Jacqueline relata que o produto é altamente prejudicial à saúde humana e ao meio ambiente. “Seu uso está em descontinuação global por causar danos à camada de ozônio e provocar riscos à saúde de trabalhadores rurais e moradores de regiões próximas às áreas de produção agrícola.” Em 1990, na assinatura do Protocolo de Montreal, houve um comprometimento de 180 países para diminuir o uso de produtos semelhantes ao BM na agricultura. O Brasil aderiu ao tratado internacional com a promessa de diminuir gradualmente o manejo ao longo dos anos.

Passo a passo

Baseada em dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2008/2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Jacqueline obteve os alimentos que compunham a dieta habitual de 33.613 brasileiros, com idade superior a dez anos. Foram considerados 743 itens alimentares. Em seguida procurou saber da Anvisa, a quantidade de agrotóxicos que era autorizada para alimentos que compunham o banco de pesquisa, chegando a 283 compostos. Destes, Jacqueline verificou que 68 excediam o valor máximo permitido pela agência.

Protesto no Dia Internacional de Luta contra os Agrotóxicos (2014) - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Protesto no Dia Internacional de Luta contra os Agrotóxicos (2014) – Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Para avaliar a exposição da população aos agrotóxicos, foi aplicado o cálculo de Ingestão Diária Máxima Teórica (IDMT), que relaciona o consumo médio dos alimentos e as concentrações médias de agrotóxicos. O resultado obtido do cálculo IDMT foi então comparado ao parâmetro de Ingestão Diária Aceitável (IDA), para caracterização do risco de exposição. Apresentando valores acima do Limite Máximo de Resíduos (LMR), os índices eram considerados preocupantes. Periodicamente, a Anvisa publica informações técnicas sobre os agrotóxicos autorizados para uso no Brasil.
Apesar de este tipo de exposição não ter sido avaliado por meio da pesquisa, a especialista ressalta que na área rural há também os riscos de intoxicação aguda envolvidos com a aplicação destes produtos, ao inalar ou manipulá-los diretamente.
Já a pesquisa Ingestão de resíduos de agrotóxicos potencialmente contidos na dieta habitual de escolares foi conduzida pela nutricionista Ana Paula Gasques Meira, aluna da Pós-Graduação da Esalq, com base em informações disponíveis e na análise de dados locais que levantou. Os resultados obtidos em Guariba, cidade do interior de São Paulo, seguiram a tendência das informações observadas nacionalmente: o brometo de metila se confirmou como uma das maiores médias de ingestão. Nesta pesquisa, participaram 341 crianças e adolescentes, com idade entre 7 e 16 anos.
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Dos 9 agrotóxicos cujo consumo se estima superar os limites da Anvisa…
5
2
IIIIII
pertencem à classe toxicológica I 
(extremamente tóxico)
pertencem à classe toxicológica II 
(muito tóxico) 
pertencem à classe toxicológica III 
(medianamente tóxico)
brometo de metila 
está nesta categoria
 .
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.Mais informações com Ana Paula Gasques Meira – e-mail anapuava@gmail.com; e Marina Vieira da Silva – e-mail marinavieiradasilva@usp.br
Com colaboração de Caio Albuquerque/ Divisão de Comunicação da Esalq

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Suco de romã funciona como Viagra natural







A superstição sempre avisou: romã traz fartura e fertilidade. E não é que a ciência comprovou mesmo a relação dessa fruta com o sexo? (Tem a ver com fertilidade, vai) Mas não adianta só guardar as sementes na carteira. Se quiser sentir o poder afrodisíaco da romã, você vai precisa beber pelo menos um copo de suco por dia.



Um estudo realizado pela Universidade Queen Margaret, na Escócia, escalou 58 voluntários (homens e mulheres entre 21 e 54 anos) para beber um copo de suco de romã por dia, durante duas semanas. Após o período, o nível de testosterona dos participantes aumentou de 16% a 30%.


Se aumenta a quantidade de testosterona no corpo, cresce também a vontade de fazer sexo. E isso acontece tanto com homens quanto com mulheres.


Os pesquisadores ainda descobriram outros benefícios da romã. Eles mediram, antes e depois da dose diária de suco, os níveis de algumas emoções, como medo, tristeza, culpa, timidez e autoconfiança. Depois do teste, as emoções positivas aumentaram e as negativas diminuíram. Ah, e a romã ainda reduziu a pressão arterial dos voluntários.


Fora os benefícios para a saúde, o suco ainda sair até mais barato que o Viagra. Olha só: 4 comprimidos azuis custam uns R$ 50; já o litro do suco de romã de caixinha sai por uns R$ 10 – se for beber 250 mL todo dia, por duas semanas, os gastos serão de R$ 40. Mais barato. Mas o efeito do remédio natural deve ser bem mais fraco (sem contar que o suco industrial é “batizado”, vem com maçã e uva.). Ainda assim, você acha que vale acrescentar o suco dentro da sua dieta diária? Vai que…


Crédito da foto: flickr.com/mizzmurray
Carol Castro 9 de maio de 2012


http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/suco-de-roma-funciona-como-viagra-natural/

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Físalis atrai produtores da Serra. Dez vezes mais vitamina C que a laranja.



Ainda pouco conhecida no Brasil, ela tem de gosto semelhante ao butiá e alto valor comercial, alcançando até R$ 15 por quilo. Do tamanho de uma bola de gude, uma frutinha desconhecida da família do tomate e de gosto semelhante ao do butiá é a nova aposta de produtores da Serra Catarinense. Introduzida no Brasil uma década atrás, as primeiras sementes da físalis chegaram à região há quatro anos.



O que torna a fruta tão especial é o fato de que a produção é restrita no Brasil por exigir clima ameno – a temperatura não pode passar de 30ºC e nem ser muita baixa. Utilizada em sorvetes, sucos, geleias e cosméticos e consumida in natura, a físalis também é indicada no tratamento de doenças como diabetes, Parkinson e Alzheimer pela altíssima concentração de vitaminas A e C.

Uma única unidade tem 10 vezes mais vitamina C do que uma laranja, destaca o professor de fruticultura do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) da Udesc, Leo Rufato.



Foi o centro que trouxe as primeiras sementes para a Serra, importadas da Colômbia, maior produtor mundial. Em setembro de 2008, o CAV produziu 2 mil mudas para distribuir a produtores da região. A primeira safra ocorreu no inverno do ano passado. Em novembro, o CAV distribuiu mais 10 mil mudas, com custo variando entre R$ 0,25 e R$ 0,50 por unidade aos produtores, que ganham a assistência técnica.



Cada muda produz até quatro quilos de físalis. Os 12 produtores que cultivam a fruta na Serra Catarinense têm quatro hectares plantados e esperam que a segunda safra renda 36 toneladas. Os custos são amplamente compensados pelo alto valor comercial da físalis. Para cultivar uma pequena área de 3 mil metros quadrados, o produtor gasta em torno de R$ 2 mil, entre mudas, palanques e arame para fazer a condução da plantação, a mão de obra e o manejo.



Como o preço médio da fruta é de R$ 10 o quilo, podendo chegar a R$ 15 se o manejo for bem feito, a produção de três toneladas rende R$ 30 mil anuais, R$ 2,5 mil por mês. Na mesma área de 3 mil metros quadrados, a renda com milho e soja, culturas presentes na Serra, não passaria de R$ 600. Para o consumidor final, o quilo da físalis pode custar até R$ 50 nas grandes redes de supermercado.



Empresário investe para ganhar mercado





O empresário Robério Bianchini investiu, no ano passado, R$ 2,1 mil para plantar 1,2 mil pés de físalis na sua propriedade. Vendendo a produção para doceiras, obteve lucro líquido de R$ 3,7 mil.

Nesta safra, Robério registrou o produto na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, fez rótulo, embalagem e nota fiscal de olho em novos mercados. Pensando em voos mais altos, planeja conseguir a certificação de produção orgânica.



– Assim, eu pago os R$ 10 por quilo para os demais produtores, agrego valor à fruta e revendo por até R$ 30 o quilo. É um negócio que exige muitos cuidados, mas é bem lucrativo – diz Robério.



pablo.gomes@diario.com.br



PABLO GOMES
Lages
 fonte: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2891457.xml&template=3898.dwt&edition=14619&section=1408

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Abacate: Arma para reduzir o colesterol



Por em 11.10.2008 as 0:22

Um estudo brasileiro descobriu que um abacate por dia tem um papel importante para reduzir o colesterol.
As pessoas costumam ter uma imagem negativa do abacate: “O abacate é muito gorduroso, vai piorar seu colesterol”, dizem uns, “Abacate engorda“, falam outros.
O abacate é calórico sim, tem um alto valor energético, pois cada 100g da fruta tem 160 calorias.
Mesmo assim é um alimento que não deve faltar na alimentação dos atletas, pois contém altos teores de polifenóis, potássio e outros nutrientes valiosos. Sem falar que um estudo recente descobriu que o abacate reduz o colesterol total.
Um reportagem do Globo Repórter mostrou o estudo brasileiro realizado sobre o abacate que teve policiais militares como voluntários.
Amostras de sangue dos participantes foram colhidas antes e depois do período do estudo. Durante a pesquisa os soldados tinham que comer abacate todo dia. Um abacate pequeno: metade pela manhã e outra no almoço.
O estudo concluiu que o abacate ajuda muito no controle do colesterol, pois 99% dos policiais que participaram do estudo tiveram melhora no HDL (o ‘colesterol bom’), que combate o LDL ‘colesterol ruim’. O efeito final foi de baixar o colesterol total.
Segundo o médico nutrólogo que conduziu o estudo duas colheres de sopa de abacate por dia são a medida ideal para que você tenha benefícios reduzindo os riscos de desenvolver doença cardíaca, pois ele é tão bom para o organismo quanto o azeite de oliva extra virgem é no controle do colesterol.
http://hypescience.com