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quinta-feira, 7 de março de 2019

Iniciando o cultivo da Pitaya. Conheces??

 Ganhei umas mudas de pitaya do amigo Clóvis, vamos cultivar.Resultado de imagem para Pitaia

 

Cultivo da Pitaya


A planta que produz a pitaya é uma cactácea originária da América Tropical e Subtropical. A pitaya vermelha (Hylocereus undatus) é uma excelente alternativa para a diversificação da propriedade rural e aumento de renda do produtor.

 Apesar do custo elevado na implantação do pomar, o retorno ao produtor pode ser muito bom, pois a pitaya atinge preços elevados no mercado (Tabela 1), porém seu mercado ainda é pequeno. No Brasil, o cultivo da pitaya teve início na década de 90, tendo sua produção concentrada no Estado de São Paulo, principalmente na região de Catanduva.

É uma planta perene, trepadeira, com caule classificado morfologicamente como cladódio, de onde se originam várias raízes adventícias que ajudam na absorção de nutrientes e fixação da planta em um tutor. O fruto tem sabor adocicado e suave, aparência exótica, propriedades organolépticas, sendo rico em vitaminas, com polpa firme e rico em fibras, com excelentes qualidades digestivas e de baixo teor calórico, além de muitas sementes com ação laxante.

Segundo o conhecimento popular apresenta propriedades medicinais como melhora de gastrites, prevenção contra o câncer de cólon e diabetes, neutralização de substâncias tóxicas como metais pesados, redução dos níveis de colesterol e pressão alta, além dos cladódios e as flores serem utilizados contra problemas renais.


Existem diversos tipos de pitaya, sendo agrupados em quatro gêneros: Stenocereus, Cereus, Selenicereus e Hylocereus. As principais espécies comerciais são a pitaya vermelha com polpa branca (Hylocereus undatus), pitaya vermelha com polpa vermelha (Hylocereus costaricensis), pitaya amarela (Selenicereus megalanthus) que apresenta casca amarela e polpa branca e, a pitaya-do-cerrado ou saborosa (Selenicereus setaceus) que pode ser encontrada vegetando naturalmente em regiões do Brasil.

A pitaya é uma frutífera perene e possui expectativa de produção por aproximadamente 15 anos, por isso no planejamento devem ser levados em consideração diversos fatores para garantir o sucesso da implantação e condução do pomar. É necessário obter informações sobre a comercialização de frutas na região, definir o número de plantas de acordo com o tamanho da área e o espaçamento que será utilizado, evitar solos rasos sujeitos a encharcamento e regiões que ocorram geada e outros fatores que serão tratados no decorrer deste texto.

Ao preparar o solo, deve-se tomar cuidado para não se arrastar a camada fértil. São recomendadas duas arações profundas, seguidas de duas gradagens. Nesta ocasião, e, de acordo com os resultados da análise de solo, devem ser feitas as aplicações parceladas de calcário (50 % antes da aração e a outra metade na gradagem) e adubação fosfatada em área total.

A pitaya apresenta bom desenvolvimento em temperaturas médias entre 18 a 26ºC. A floração é estimulada por altas temperaturas, sendo que a maturação completa do fruto ocorre de 30 a 40 dias após a abertura da flor. Necessita de pluviosidade variando entre 1200 a 1500 mm ao ano, porém, por ser uma planta com boa rusticidade, também se adapta em climas mais secos.

O método mais utilizado de propagação da pitaya é através de estacas (cladódios). Normalmente utiliza-se cladódios de aproximadamente 25 cm, colocados em sacos de polipropileno preto (15 cm de diâmetro x 20 cm de altura) completos com substrato que apresente boa drenagem e umidade durante o período de enraizamento e desenvolvimento da muda. O substrato comumente utilizado para a formação das mudas é terra, areia peneirada e esterco bovino na proporção 3:3:1, e os sacos devem ser mantidos sob 50% de luminosidade e diariamente irrigados. A utilização de estavas mais jovens apresenta 35% mais raízes que estacas mais velhas.

Resultado de imagem para Pitaia

Marcação e preparação das covas

Deve-se definir o espaçamento, sendo recomendado os espaçamentos 3 m x 3 m ou 2 m x 3 m, e, após esta definição deve ser feita a demarcação das covas, que pode ser realizada com um alinhamento paralelo aos carreadores em terrenos planos e quando o terreno apresenta declive uniforme (Figura 1), podem-se utilizar linhas retas paralelas às linhas de nível (Figura 2). As covas podem ser feitas com sulcador, brocas mecânicas ou manualmente com dimensão mínima de 60 x 60 x 60 cm. Para assegurar um bom desenvolvimento da planta recomenda-se a utilização de 20 L de matéria orgânica (esterco de curral), 500 g de calcário dolomítico e adubação química com 300 g de superfosfato simples e 50 g de um composto de micronutrientes em cada uma das covas.


 

                        Figura 1 – Alinhamento em retas paralelas à linha de nível.  Fonte: Pasqual et al. (2000).

Plantio e tutoramento da muda

No tutoramento, podem ser utilizados mourões de madeira tratada, postes de concreto e até caules de frutíferas, com aproximadamente 1,80 m de altura com uma trave no topo, para dar sustentação às brotações produtivas (Figura 3).

O tutoramento da planta é feito através do amarrio com barbante ou fitilho ao mourão, conforme o crescimento da planta. Nesta fase de crescimento vertical ocorrerá o aparecimento de brotações laterais, que devem ser retiradas com o auxílio de uma tesoura de poda. Quando a planta alcançar a trave de sustentação que pode ser uma cruzeta de madeira ou mesmo pneu, deverão ser deixados todos os brotos acima desta, que penderão sobre a mesma, sendo responsáveis pela produção dos frutos da pitaya. É importante lembrar por absorver muita radiação solar, o pneu só é recomendado para plantios não comerciais, de fundo de quintal. Todas as brotações laterais abaixo da trave também devem ser retiradas, para que não haja competição com os ramos produtivos.




                      Figura 3 – Tutoramento da pitaia utilizando mourões. Fonte: Moreira et al. (2012).


Colheita e pós-colheita

O pico de produção destas frutas ocorre entre os meses de dezembro a maio. O ponto de colheita da pitaya vermelha é determinado quando o fruto atingir a coloração de rosa a vermelho intenso da casca, polpa branca, e com textura ainda firme. Este período pode ter variações dependendo da variedade da pitaya cultivada.

É importante que a colheita da pitaya seja realizada na época correta, pois caso contrário, ela não completará seu amadurecimento após a separação da planta. O fruto colhido pode resistir, sem que haja perda da qualidade, durante 6 a 8 dias em armazenamento em temperatura ambiente, devendo-se tomar cuidados no manuseio do fruto, no momento da colheita e transporte, para evitar danos físicos, como abrasões, cortes ou esmagamento, fatores que podem diminuir a qualidade após a colheita. O armazenamento do fruto em temperaturas de 8°C pode aumentar o tempo de prateleira do fruto.

Referências

CAVALCANTE, Í. H. L. Pitaya: Propagação e crescimento de plantas. 2008. 94 p. Dissertação (Doutorado em Produção Vegetal) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Jaboticabal, 2008.

LIMA, C. A. Caracterização, propagação e melhoramento genético de pitaya comercial e nativa do Cerrado. Brasília: Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Brasília, 2013, 124p. Tese de Doutora.

MARQUES, V.B. Propagação seminífera e vegetativa de Pitaia (Hylocereus undatus (Haw.) Britton & Rose). Dissertação (Mestrado em Fitotecnia) – Universidade Federal de Lavras, Lavras, MG. 2007. p. 36-47. Disponível em: .
Acesso em: 13 ago. 2013.

MOREIRA, R. A.. Cultivo da pitaia: implantação. Boletim Técnico - n.º 92 - p. 1-16 ano 2012, Lavras/MG. Disponível em:
.
Acesso em: 13 ago. 2013.

PASQUAL, M.; CHALFUN, N. N. J.; RAMOS, J.D.; VALE, M. R. do; C. R. R. Implantação de pomares e tratos culturais especiais. 2007. 107 p. Curso de Pós-Graduação “Lato Sensu” (Especialização em Fruticultura Comercial) – Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2000.


Nilo Corrêa da Silva Rossetti
Graduando em Engenharia Agronômica
Estagiário da Casa do Produtor Rural
Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” – ESALQ/USP

Orientação: Profa. Dra. Simone Rodrigues da Silva, Departamento de Produção Vegetal - LPV, ESALQ/USP.
Colaboração: Gabriel Vicente Bittencourt de Almeida – CEAGESP – SP.
Acompanhamento técnico: Fabiana Marchi de Abreu – Casa do Produtor Rural.
Coordenação editorial: Marcela Matavelli – Casa do Produtor Rural.

É proibida a reprodução, total ou parcial, deste conteúdo sem prévia autorização da Casa do Produtor Rural – ESALQ/USP.

Pitaia: A fruta da moda! Conheça mais sobre os seus benefícios para a saúde!!

Fonte: site conquiste sua vida





A pitaia é uma fruta exótica e que, cada vez mais, faz parte do dia a dia de quem se preocupa com a saúde alimentar
A pitaia é uma fruta exótica e que, cada vez mais, faz parte do dia a dia de quem se preocupa com a saúde alimentar
 
 
Fruta exótica, gostosa e muito atraente, as qualidades da pitaia (ou pitaya) são gigantescas para saúde e, por isso, se tornou uma nova moda das dietas. Com sua cor forte e sabor adocicado, o alimento é uma fonte inesgotável de nutrientes para o nosso organismo, ajudando a torná-lo mais saudável e nutrido. Conheça os benefícios da pitaia e descubra as melhores formas para consumi-la em um plano alimentar equilibrado.

Originada da América Central e América do Sul, a pitaia pertence a família Cactaceae. Também conhecida como "Fruta do Dragão", por ser um fruto rústico e atrativo, ela possui algumas variações em sua aparência, podendo aparecer com a casca vermelha e polpa branca, casca e polpa vermelha e casca amarela com espinhos e polpa branca. Segundo a nutricionista Sheila Basso, a pitaia atrai a curiosidade das pessoas pelo seu aspecto peculiar, porém, além da sua apresentação, ela também é uma boa fonte de substâncias benéficas e importantes que proporcionam o bem-estar do nosso organismo:

"A pitaia possui ações benéficas em pessoas que possuem gastrite, ajuda a reduzir os níveis de colesterol, diminui a pressão arterial, também ajuda na prevenção de câncer de cólon e nos problemas renais. Esses benefícios são devidos, principalmente, ao elevado teor de vitaminas e à ação laxativa", explica a profissional destacando outros benefícios da fruta:


A pitaia é uma fruta exótica e que, cada vez mais, faz parte do dia a dia de quem se preocupa com a saúde alimentar

5 benefícios da pitaia para sua saúde

1 - Ajuda no processo digestivo: Por ser rica em fibras alimentares, o consumo da pitaia favorece o trânsito intestinal, proporciona saciedade e diminui a propensão da constipação. As fibras ainda são responsáveis por prevenirem as doenças cardiovasculares e deixar o nosso coração saudável.

2 - Favorece o emagrecimento saudável: Além de ser extremamente saborosa, a pitaia possui um baixo teor calórico, podendo ser consumida sem peso na consciência, principalmente pelas pessoas que desejam perder os indesejáveis quilinhos.

3 - Fortalece o sistema imunológico: Fonte de vitamina C, o consumo da pitaia ajuda a deixar nosso organismo mais saudável, livre de gripes e resfriados. Além disso, impulsiona o sistema de defesa do nosso corpo, impedindo as ações dos radicais livres e diminuindo os riscos de doenças como câncer, por exemplo.

4 - Previne o diabetes: As fibras alimentares encontradas na composição da fruta ajudam no controle dos níveis de açúcar na corrente sanguínea, reduzindo os riscos de diabetes. Outro destaque é que, após o consumo de alimentos de alto índice glicêmico, a pitaia previne os picos de açúcar no sangue.

5 - Combate a anemia: Rica em ferro, o consumo regular da pitaia pode ajudar na prevenção da anemia. O mineral é fundamental para o bem-estar do nosso corpo, pois atua na síntese das células vermelhas do sangue e no transporte de oxigênio para todas as células.


 A pitaia é uma fruta exótica e que, cada vez mais, faz parte do dia a dia de quem se preocupa com a saúde alimentar

Como consumir a pitaia? In natura, como suco e smoothie!

Saudável e muito saborosa, não faltam maneiras de consumir a fruta e acrescentá-la no seu dia a dia. Confira algumas maneiras bem práticas:

- In natura: A fruta é gostosa e pode ser consumida em sua forma natural. Apenas a polpa deve ser consumida.

- Suco da fruta: Você pode preparar um suco com a polpa da pitaia e incluir diversos outros ingredientes. Pode ser feito com água de coco, por exemplo, acrescendo folhas de hortelã ou pedaços de gengibre.

- Smoothie de pitaia: Com bananas congeladas, o smoothie da fruta é extremamente saboroso. Ao acrescer as bananas, você torna a bebida mais cremosa. Experimente!

*Sheila Basso (CRN 21.557) é especialista em nutrição clínica e em obesidade, emagrecimento e saúde pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).



A pitaia é uma fruta exótica e que, cada vez mais, faz parte do dia a dia de quem se preocupa com a saúde alimentar
A pitaia é uma fruta exótica e que, cada vez mais, faz parte do dia a dia de quem se preocupa com a saúde alimentar
A pitaia é uma fruta exótica e que, cada vez mais, faz parte do dia a dia de quem se preocupa com a saúde alimentar
A pitaia é uma fruta exótica e que, cada vez mais, faz parte do dia a dia de quem se preocupa com a saúde alimentar
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A pitaia é uma fruta exótica e que, cada vez mais, faz parte do dia a dia de quem se preocupa com a saúde alimentar
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A pitaia é uma fruta exótica e que, cada vez mais, faz parte do dia a dia de quem se preocupa com a saúde alimentar
Fruta exótica, gostosa e muito atraente, as qualidades da pitaia (ou pitaya) são gigantescas para saúde e, por isso, se tornou uma nova moda das dietas. Com sua cor forte e sabor adocicado, o alimento é uma fonte inesgotável de nutrientes para o nosso organismo, ajudando a torná-lo mais saudável e nutrido. Conheça os benefícios da pitaia e descubra as melhores formas para consumi-la em um plano alimentar equilibrado.
Originada da América Central e América do Sul, a pitaia pertence a família Cactaceae. Também conhecida como "Fruta do Dragão", por ser um fruto rústico e atrativo, ela possui algumas variações em sua aparência, podendo aparecer com a casca vermelha e polpa branca, casca e polpa vermelha e casca amarela com espinhos e polpa branca. Segundo a nutricionista Sheila Basso, a pitaia atrai a curiosidade das pessoas pelo seu aspecto peculiar, porém, além da sua apresentação, ela também é uma boa fonte de substâncias benéficas e importantes que proporcionam o bem-estar do nosso organismo:
"A pitaia possui ações benéficas em pessoas que possuem gastrite, ajuda a reduzir os níveis de colesterol, diminui a pressão arterial, também ajuda na prevenção de câncer de cólon e nos problemas renais. Esses benefícios são devidos, principalmente, ao elevado teor de vitaminas e à ação laxativa", explica a profissional destacando outros benefícios da fruta:

5 benefícios da pitaia para sua saúde

1 - Ajuda no processo digestivo: Por ser rica em fibras alimentares, o consumo da pitaia favorece o trânsito intestinal, proporciona saciedade e diminui a propensão da constipação. As fibras ainda são responsáveis por prevenirem as doenças cardiovasculares e deixar o nosso coração saudável.
2 - Favorece o emagrecimento saudável: Além de ser extremamente saborosa, a pitaia possui um baixo teor calórico, podendo ser consumida sem peso na consciência, principalmente pelas pessoas que desejam perder os indesejáveis quilinhos.
3 - Fortalece o sistema imunológico: Fonte de vitamina C, o consumo da pitaia ajuda a deixar nosso organismo mais saudável, livre de gripes e resfriados. Além disso, impulsiona o sistema de defesa do nosso corpo, impedindo as ações dos radicais livres e diminuindo os riscos de doenças como câncer, por exemplo.
4 - Previne o diabetes: As fibras alimentares encontradas na composição da fruta ajudam no controle dos níveis de açúcar na corrente sanguínea, reduzindo os riscos de diabetes. Outro destaque é que, após o consumo de alimentos de alto índice glicêmico, a pitaia previne os picos de açúcar no sangue.
5 - Combate a anemia: Rica em ferro, o consumo regular da pitaia pode ajudar na prevenção da anemia. O mineral é fundamental para o bem-estar do nosso corpo, pois atua na síntese das células vermelhas do sangue e no transporte de oxigênio para todas as células.

Como consumir a pitaia? In natura, como suco e smoothie!

Saudável e muito saborosa, não faltam maneiras de consumir a fruta e acrescentá-la no seu dia a dia. Confira algumas maneiras bem práticas:
- In natura: A fruta é gostosa e pode ser consumida em sua forma natural. Apenas a polpa deve ser consumida.
- Suco da fruta: Você pode preparar um suco com a polpa da pitaia e incluir diversos outros ingredientes. Pode ser feito com água de coco, por exemplo, acrescendo folhas de hortelã ou pedaços de gengibre.
- Smoothie de pitaia: Com bananas congeladas, o smoothie da fruta é extremamente saboroso. Ao acrescer as bananas, você torna a bebida mais cremosa. Experimente!
*Sheila Basso (CRN 21.557) é especialista em nutrição clínica e em obesidade, emagrecimento e saúde pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Açafrão ajuda na saúde do nosso organismo


açafrão
Um dos alimentos funcionais que não pode faltar na minha casa é, com certeza, o açafrão ou cúrcuma. Pela manhã, ainda em jejum, tudo o que preciso é 200 ml de água morna, 1 colher de chá de açafrão e um limão espremido. A bebida me deixa bem disposta e pronta para encarar os desafios do dia.  O sabor é marcante. A cor é vibrante. O cheiro é delicioso. A sensação é de limpeza. Os benefícios da receitinha são muitos:  anti-inflamatório, antioxidante, antisséptico, cicatrizante, antimicótico e anti-alergênico. Bom, né? Outra vantagem é a capacidade de alterar positivamente o nosso humor. Sim, açafrão ajuda a controlar a depressão.
Conversei com a nutricionista vegetariana Mônica Vitorino. Veja só o que ela me disse sobre os benefícios do açafrão:
“O açafrão é uma planta medicinal que tem como princípio ativo a curcumina que é a substância que fortalece o sistema imunológico e ajuda estabilizar a microbiota do corpo. A microbiota é hoje o nome dado a flora intestinal e que tem uma série de funções muito importantes para imunidade. O açafrão tem também ação na resposta ao estresse que tem relação com a imunidade. Quanto mais estresse, menos imunidade.
A cúrcuma exerce também um papel importante na proteção e desintoxicação do fígado, retirando as substâncias químicas tóxicas, aumentando a imunidade e protegendo o organismo dos efeitos de muitos poluentes.
Podemos usar o açafrão ou cúrcuma ao cozinhar legumes, ao fazer arroz, além de preparar vitaminas.  Podemos também usar a raiz no preparo do feijão, molhos e até colocar em maionese para dar cor. Age na culinária como se fosse um colorau amarelo. Quando cozinhamos junto com os alimentos, podemos perceber uma melhora na digestão de gorduras e proteínas. As pessoas com cálculos biliares, mulheres grávidas e mulheres que amamentam devem consultar um nutricionista antes de usar”.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

A amoreira – em pequenos quintais para ornamentar, alimentar e vestir

por Redação dio Fórum da Construção

Observe os quintais que sobreviveram à implacável marcha imobiliária que transforma de uma hora para outra espaços outrora verdes em garagens, edículas e novos cômodos.

Embora a grama possa ter sido substituída por placas de cimento ou porcelanatos, ainda é possível ver roseiras quase selvagens, samambaias capilares, vasinhos com gerânios e azaleias e algumas árvores frutíferas.

Algumas delas já não encontram mais lugar nos novos quintais por conta dos frutos ou do crescimento radicular incompatível com as tubulações de água e esgoto. Uma delas, contudo, resiste à sanha urbana graças ao seu porte ornamental e aos seus frutos deliciosos: a amoreira.



Não é raro ver uma amoreira ao andar por bairros ainda não verticalizados. Seja nos fundos ou os jardins de boas vindas, as diversas espécies que são comumente chamadas como amoreira espalham-se como se fosse o último oásis de um tempo que não existe mais.

A sombra quando as folhas não caem, os pequenos e delicados frutos cuja doçura remete à infância, os pássaros que são atraídos. Quem mantém um pé de amora por perto quer apenas algo palpável e que ative sinapses saudosas. E não é para menos; a amoreira faz parte indissociável da história da humanidade, sem exageros.

Existem diversas espécies de plantas arbustivas com frutos semelhantes porém pertencentes a famílias e gêneros botânicos diferentes, mas que foram designadas popularmente de amoreiras para facilitar a vida de quem não estuda taxonomia.

Em Inglês, as diversas espécies tem a mesma terminação – berry - e são diferenciadas através de diversos sufixos (strawberry, raspberry, blackberry, entre outros).

Existem espécies nativas da Ásia, Américas e Europa. Na China, a morácea Morus nigra – a amora-preta - é usada há milênios como fonte de alimento do bicho da seda, a larva de uma mariposa cujo casulo fornece o fio da seda tão incensado pela indústria têxtil. Os frutos desta espécie são dulcíssimos e ricos em ácido ascórbico (vitamina C); por serem extremamente frágeis, os frutos são colhidos para consumo imediato ou para confecção de geleias, doces e licores. A árvore pode atingir até 12 metros de altura.

A Morus nigra é rústica e pouco exigente em termos de solo; basta que ele seja rico em matéria orgânica e com boa drenagem. Aprecia climas subtropicais e boa quantidade de água nas regas. A amoreira é uma espécie decídua, ou seja, perde todas as folhas no Inverno. Estudos sérios realizados pela Embrapa e diversas universidades destacam o poder antioxidante e anti-inflamatório do fruto roxo.


Já a rosácea Rubus fruticosus é arbustiva e atinge no máximo 2 metros, podendo ramificar-se quando tutorada. A maioria das espécies possuem espinhos e seus frutos são formados por pequenas circunferências, cada uma com uma semente, ao contrário do fruto da Morus nigra, que forma uma massa compacta com pequenos frutos arredondados.

Esta amora, também chamada de amora-preta ou blackberry, é um pouco mais exigente quanto às condições climáticas para frutificar seus doces e arroxeados frutos, por precisar de um tempo determinado de temperaturas baixas (abaixo de 7 graus Celsius) e de calor tropical. Afora estas características, a Rubus fruticosa é tão rústica quanto sua distante parente, exigindo apenas substrato com boa nutrição e regas constantes, além de solo drenável e podas de limpeza. Ambas as espécies também são altamente resistentes a pragas.




Fonte:www.jardinagemepaisagismo.com.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Plantei uma muda de CAFERANA no sítio. Conheces??

Fonte: Site Viveiro Ciprest
Cereja Silvestre ou Caferana ( Bunchosia armeniaca )

CEREJA SILVESTRE ou CAFERANA

( Bunchosia armeniaca ) - RNC 29607


Também conhecida como Fruta Manteiga de Amendoim, a Cereja Silvestre ou Caferana é uma arvoreta frutífera nativa da América do Sul andina que produz lindos frutos de coloração laranja avermelhada, possui polpa cremosa de coloração vermelha de sabor doce.

Seus frutos podem ser consumidos in-natura, porém é aconselhável colher estes quando ainda estão de coloração laranja, e uns 3 dias depois, quando adquirirem coloração vermelha, é o ponto ideal para consumo. Também podem ser utilizados para doces, geleias, molhos entre muitas outras receitas. É considerada uma Planta Alimentícia Não Convencional (PANC).

Arvoreta de pequeno porte, não passa de 4 metros de altura. É uma ótima opção para cultivo em pomares, pequenos quintais ou até mesmo para arborização urbana. Também pode ser cultivada em vasos grandes.

Planta erroneamente vendida como guaraná de árvore. De fácil cultivo, deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. Gosta de solos férteis e úmidos, porém com boa drenagem. Começa a frutificar em 2 a 3 anos após o plantio da muda.

Mudas desta espécie são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Detalhe de penca de frutos

Detalhe de arvoreta carregada de frutos

Galho de arvoreta carregada de frutos

Detalhe de uma Cereja Silvestre utilizada na arborização urbana e frutificando em grande quantidade

Veja mais sobre a Cereja Silvestre e seus usos culinários no Blog Come-se da nossa amiga Neide Rigo, clique aqui

terça-feira, 17 de julho de 2018

Os benefícios da água com limão siciliano


ucessivos
image descriptionAlimentos e Propriedades , Bons Hábitos , Alimentação

Você já tentou tomar um copo de água com limão siciliano de manhã, antes do café da manhã? É um simples gesto que ajuda a depurar e a hidratar o organismo de forma natural. Descubra como se faz!


Água e limão siciliano de manhã

São muitos os benefícios da água com limão siciliano. Um copo de água com limão siciliano por dia estimula a desintoxicação do físico e melhora sensivelmente a digestão. Além do mais, o poder alcalinizante do limão siciliano ajuda a compensar eventuais problemas de acidose.
Nós mostraremos à você como iniciar a dieta desintoxicante e remineralizante à base de água com limão siciliano: encha um copo com água à temperatura ambiente ou, se preferir, morna. Esprema meio limão siciliano, tendo o cuidado de utilizar um produto fresco e biológico.
A melhor coisa é habituar-se a tomar um copo de água com limão siciliano, em jejum e de manhã. Ao preparar a bebida, não use água fria para evitar um gaste energético excessivo na sua assimilação.

Os benefícios da água com limão siciliano

As inúmeras propriedades benéficas da água com limão siciliano:
  • Estimula a digestão e melhora a saúde do sistema imunitário.
  • Tomar água com limão siciliano é indicada pela American Câncer Society como terapia de suporte, útil para estimular os movimentos intestinais. Na realidade, o sumo do limão siciliano aumenta a produção da bile no fígado e as vitaminas, mais os sais minerais contidos nos limões sicilianos, ajudam a expelir as toxinas acumuladas no trato digestivo. As propriedades digestivas do limão siciliano contribuem para aliviar dores oriundas da azia e do inchaço do estômago. Ricos em vitamina C, os limões sicilianos mostram-se úteis no combate e na prevenção à gripe. O seu alto conteúdo de potássio estimula a boa funcionalidade dos nervos e do cérebro e ajuda abaixar a pressão sanguínea.
  • Propriedades depurativas e diuréticas.
  • Estimulando a diurese, a bebida à base de água com limão ajuda o organismo a depurar-se das toxinas, garantindo saúde e eficiência ao aparelho urinário.
  • Regula o pH.
  • O ácido cítrico, combinado com as propriedades da vitamina C, contribui a reduzir os níveis de acidez do sangue. Por esse motivo, beber água com limão siciliano, regulamente, previne a condição de acidose no organismo.
  • Purifica a pele e refresca o hálito.
  • A vitamina C e os antioxidantes contidos no limão siciliano ajudam a combater os danos causados pelos radicais livres e a formação das rugas. Além disso, refresca o hálito, previne a dor de dente e da gengiva.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Pesquisadores desenvolvem sistema de produção para a ora-pro-nóbis

Fonte: site globo rural

A Embrapa hortaliças desenvolveu um sistema de produção pra essa espécie nutritiva e fácil de cultivar.

 

Caroline DulleyGama, DF  
Reza a lenda que uma planta boa de comer, que cercava as antigas igrejas de Minas Gerais, acabou recebendo o nome de ora-pro-nóbis, que em latim quer dizer “rogai por nós”. Mas a planta não se faz de rogada: cresce em qualquer cantinho e faz parte da história de muitas famílias mineiras.
Esse é caso de Iara Viase, pequena produtora de Sabará, município que fica a 25 quilômetros da capital mineira: “Com o surgimento do festival do ora-pro-nobis aqui na região, nós não tínhamos uma demanda suficiente. Então, meu pai decidiu vamos fazer uma plantação”, conta.
O ora-pro-nóbis é um tipo de cacto, originário da América Tropical e que se adaptou bem no Brasil. É uma planta rústica, com espinhos grandes e resistentes no caule. Sem nenhum tipo de poda, os ramos podem chegar a quatro metros de altura.
Na Embrapa Hortaliças, que fica no Gama, perto de Brasília, os pesquisadores Nuno Madeira e Neide Botrel estudam a planta há mais de 10 anos. A florada do ora-pro-nóbis, que ocorre a partir do segundo ano, dura só um dia. Os frutos do tipo baga escondem duas ou três sementes escuras. “É uma planta riquíssima, uma cactácea, mas é o único gênero de plantas das cactáceas que tem folhas verdadeiras”, comenta Nuno.
Quanto mais a planta cresce, mais espinhos aparecem e a colheita fica mais difícil. Uma planta com sete anos, pode ter mais de dois metros de altura e suas hastes começam a se entrelaçar. Pensando nisso, os pesquisadores desenvolveram uma técnica de manejo. “A gente propôs fazer um manejo que fizesse uma domesticação, pra que a planta não fique tão vigorosa e que a gente consiga fazer várias colheitas de uma forma muito mais facilitada pro agricultor”, explica Nuno.
Em cinco anos de pesquisa, os agrônomos chegaram a um sistema de plantio adensado com colheitas sucessivas. A propagação é feita por estacas, plantadas em linhas duplas, com espaçamento de um metro entre plantas e 1,20 m entre linhas. São cinco mil pés por hectare. No período chuvoso, dá para colher as folhas a cada três semanas. Já na seca, no intervalo de dois meses.
Colheita ideal
Com esse sistema de produção, os agrônomos chegaram ao número ideal de colheitas, entre seis e oito por ano. A pesquisa mostrou ainda que a produtividade aumentou. “A gente tem cinco mil quilos mais ou menos de produção a cada corte, com seis a oito cortes, até nove cortes por ano”, comenta Nuno.
A agrônoma Neide Botrel explica que existem duas possibilidades de colheita: cortar a haste inteira e depois retirar as folhas maiores ou então cortar apenas as pontas da planta. Essas ponteiras valem mais no mercado, porque as folhas são mais novas e suaves: “Parte dela pode ser consumida como um produto fresco, como por exemplo na salada, para ter um aproveitamento maior dos nutrientes. São produtos bem sensíveis, que podem quebrar, então o ideal é colocar em uma embalagem pra ser comercializado”.
Sempre depois da colheita, vem a poda de formação. Nessa hora, é cortar sem dó. Pelos cálculos dos agrônomos, dá pra fazer a colheita e poda de formação em 200 plantas por dia.
Os resultados da pesquisa despertaram o interesse pelo ora-pro-nóbis. Em um dia de campo, a Embrapa Hortaliças conseguiu reunir 150 pessoas interessadas em plantas alimentícias não convencionais. São agricultores, pesquisadores, nutricionistas que vieram de várias partes do país, para discutir e aprender um pouquinho mais sobre esse tipo de plantação.
O zootecnista Cláudio Oliver cultiva a planta há 20 anos, em Palmeira, no Paraná, usada para alimentar o rebanho de cabras. O animal como só as folhas, desviando dos espinhos. O ora-pro-nóbis tem um rico valor nutricional, com teor de proteína que chega a 32% na matéria seca. “Descobri uma planta fantástica, uma quantidade de proteína equivalente ou superior ao da alfafa”, comenta o zootecnista Cláudio Óliver.
Cláudio cuida de uma estação experimental de ora-pro-nóbis e vai levar a ideia do plantio adensado: “A gente vai experimentar com a colheita feita pelo próprio animal, em sistemas de piquetes. A suspeita é que a gente consiga sair do binômio gramíneas e leguminosas, que tradicionalmente é usado em alimentação de pequenos ruminantes, pra incluir a cactácea como uma alternativa a mais”.
O pesquisador Nuno Madeira deixou o experimento no campo e for para a cozinha ensinar uma receita tradicional: o frango caipira com ora-pro-nóbis. Confira a receita completa no vídeo acima.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

castanha portuguesa: benefícios para todo o organismo!

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Artigo de especialista – Veridiana Ueda Ferreira*
A castanha portuguesa é um fruto seco muito procurado no fim do ano, principalmente para as ceias de Natal e Ano Novo, inclusive pelo seu período de comercialização ser de outubro a janeiro.
Esse alimento apresenta diversas formas de consumo e comercialização, como castanha congelada, castanha torrada, castanha em conserva, castanha em calda, farinhas, aperitivos, entre outros.
Além disso, por não conter glúten, essa oleaginosa atende ao grupo dos portadores da doença celíaca, já que a farinha de castanha portuguesa é uma alternativa saudável em substituição ao trigo e outros farináceos que possuem glúten.

conheça as propriedades da castanha portuguesa

Ao analisar sua composição nutricional, conclui-se que a castanha portuguesa é um alimento saudável por ser uma boa fonte de nutrientes essenciais, fonte de energia, proteínas que apresentam bom perfil de aminoácidos, fibras, vitaminas, minerais e baixo conteúdo de gordura, mas é importante lembrar que o consumo deve ser moderado. Confira:

carboidratos

O carboidrato presente na castanha portuguesa é composto por dois tipos de amido, o amilose e o amilopectina. O primeiro é responsável por fornecer energia e o outro por efeitos positivos sobre as funções do intestino.

proteínas

São de de alto valor biológico por possuírem aminoácidos essencias, que são precursores da proteína, ou seja, são os responsáveis pela composição. É importante recordar que o aminoácido essencial não é produzido pelo organismo, por isso precisa ser obtido por meio da alimentação.

lipídeos

Trata-se de um alimento com baixo teor de gordura e, consequentemente, hipocalórico. Possui ácido graxo insaturado, com níveis significativos de monoinsaturado e polinsaturado.

fibra

A castanha portuguesa possui quantidades significativas de fibra, no organismo é responsável pelo aumento da viscosidade do conteúdo intestinal e redução do colesterol plasmático, eleva o volume do bolo fecal, reduz o tempo de trânsito no intestino grosso e torna a eliminação fecal mais fácil e rápida.

vitaminas

As vitaminas que podemos destacar é a E e a C, a primeira age no organismo como agente antioxidante, combate os radicais livres e o retardo no envelhecimento; a segunda é importante na defesa do organismo contra infecções e fundamental na integridade das paredes dos vasos sanguíneos.

minerais

As castanhas têm um conteúdo mineral importante, que desempenha funções essenciais no organismo humano, apresenta uma quantidade significativa de ferro, atua principalmente na síntese (fabricação) das células vermelhas do sangue e no transporte do oxigênio para todas as células do corpo.

então, porque consumir a castanha portuguesa?

Por proporcionar diversos benefícios à saúde, é interessante incluir o consumo da castanha portuguesa na alimentação, já que essa oleaginosa combate os radicais livres, retarda o envelhecimento precoce e ainda possui aminoácidos essenciais, lipídeos de boa qualidade e quantidades significativas de fibra e minerais, com destaque para o ferro.
*Veridiana Ueda Ferreira é formada em nutrição pela Universidade Paulista e pós-graduada em Vigilância Sanitária e Qualidade dos Alimentos pela Estácio de Sá