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"Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra". provérbio africano

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terça-feira, 28 de março de 2017

7 dicas para deixar sua horta mais produtiva




Plantar uma horta é uma tarefa recompensadora, mas que exige muita precaução para evitar o fracasso e o desperdício. O Projeto Interagir, patrocinado pelo programa Petrobras Socioambiental, preparou uma lista com cuidados que vão desde o trato das sementes ao uso do adubo correto. Veja abaixo:
1. Use sementeiras
Toda horta começa com uma sementeira, que são bandejas de isopor e plástico ou simplesmente copinhos descartáveis onde você vai produzir suas mudas. A terra , chamada de substrato, é diferente da terra das hortas e pode ser encontrada em lojas agrícolas. No substrato úmido devem ser plantadas, no mínimo, três sementes para garantir que pelo menos uma vingue.
2. Bom solo é fundamental
O local da implantação da horta deve ser plano, com disponibilidade de água e bem iluminado, o ideal é que fique exposto ao sol de quatro a cinco horas durante o dia. Para que a terra fique fofa, ela precisa ser revirada a cerca de 15 com de profundidade e precisa estar livre de pedras, mato e qualquer tipo de lixo.

Foto:©nixoncreative/iStock
3. Use brita e bidin
É aconselhado colocar uma camada de bidin (material que pode ser comprado em lojas agrícolas) sobre um pouco de brita no fundo do canteiro para melhorar a drenagem da água. Tomando essas preocupações, evita-se o endurecimento e o desmanche da terra.
4. Canteiros são práticos
Plantar as hortaliças em canteiros, ao invés de longas fileiras, é a maneira mais prática de cultivar sua horta. Os canteiros devem ser elevados entre 10 e 15 cm do chão e estar a, no mínimo, 40 cm de distância um do outro.
5. Plante na vertical
Se existe a possibilidade de plantar na vertical, não perca tempo.  Você pode apoiar frutas, legumes e vegetais como tomate, feijão, ervilhas, abóbora, melão em treliças, cercas e estacas. As plantas que crescem na vertical recebem mais circulação de ar ao redor das folhas, diminuindo assim a possibilidade de doenças provocadas por fungos.
6. Intercale culturas
Intercalar cultivos só traz vantagens ao jardineiro, uma vez que ele consegue colher variadas culturas em um mesmo canteiro. É preciso pesquisar, entretanto, quais plantios são compatíveis. Por exemplo, a colheita de alface pode ser seguida pela de rúcula, a de manjericão pode ser seguida por cebola e assim por diante.

Foto:©iStock/Zocchi2
7.  Use adubo orgânico
Para adubação de canteiros, os adubos químicos por serem prejudiciais à saúde e a natureza, portanto devem ser evitados. Recomenda-se o uso apenas de adubos orgânicos como húmus de minhoca, esterco curtido e terra vegetal.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Adubos Caseiros – Enriqueça suas Plantas – Organicamente




Adubos orgânicos, fertilizantes naturais - Faça você mesmo - Arbbis.com

Adubos Caseiros, Fertilizantes Naturais ou Adubos Orgânicos

Adubos caseiros são também conhecidos como adubos ecológicos, adubos naturais, adubos orgânicos, adubos verdes ou mesmo fertilizantes naturais, não utilizando  químicos artificiais, industrializados ou sintéticos.
Plantas belas e sadias são o sonho de todo naturalista e os adubos caseiros são o caminho natural para criar nossos espaços verdes ou até mesmo ‘mini-florestas’.
Conheça algumas práticas coletadas de pessoas que passaram sua vida no campo – tendo portanto conhecimento real na sua utilização e eficácia – e assim aprendermos como ajudar nossas plantas, hortas, jardins ou até mesmo futuras florestas a terem todos os nutrientes que precisam para crescerem de forma rápida e forte.
Em sua própria cozinha, no seu quintal, na sua horta, todos são locais onde se pode encontrar os materiais necessários para fazer estes adubos caseiros.
Não se desestimule pelo termo ‘caseiro’. Estes adubos são seguros, baratos ou até gratuitos, muito fáceis de fazer, e também de fácil aplicação em todas as plantas, além de extremamente eficazes. Basta usar da maneira correta e na quantidade adequada.
Esses fertilizantes naturais feitos em casa podem ser usados na horta, no jardim, em plantas de interior, no pomar, em áreas de reflorestamento… em qualquer planta ou plantação que você desejar.

Adubos Caseiros X Fertilizantes Químicos – Diferenças

Adubos naturais e organicos - Faça você mesmo - Arbbis.comA principal diferença entre Adubos (Naturais) e Fertilizantes (Químicos Industrializados, Artificais, Sintéticos) é que esses últimos atuam de forma muito rápida e intensa, fazendo com que a planta se desenvolva muito rapidamente, ou seja os resultados são quase que imediatos, aqui significando ‘alguns poucos dias’. Isso faz com que o plantador pense que ele realmente ‘funciona’.
O problema é que os Fertilizantes Químicos literalmente destroem tanto a planta quanto o solo, algo que comumente se observa hoje em dia nas fazendas por exemplo no sudeste onde já não é tão fácil plantar qualquer plantação pois o solo agora está ‘fraco’.
A planta também sofre pois é quase que tomar um anabolizante e depois ser ‘pega no exame anti-doping’ ao se tornar mais susceptível a pragas e doenças (necessitando mais defensivos e agrotóxicos) além de muitas vezes ocorrer de morrer precocemente.
Sim, elas produzem mais frutos, crescem mais, mas os benefícios não valem para quem quer plantas sempre com visual exuberante e que vivam décadas, até mesmo séculos, beneficiando nossos filhos, netos, bisnetos, tataranetos… Muito melhor do que fazer um dinheirinho rápido.
Conheça então como fazer seu próprio Adubo Caseiro, Natural, Orgânico, e Ecológico:

Adubos Super Simples, Baratos, E Fáceis de Fazer

Adubo de Casca de Ovo (pó)

Casca de Ovos - Adubo orgânicoDa próxima vez que usar ovos, não jogue as cascas fora. Elas proporcionam diversos benefícios orgânicos. Cascas de ovos fornecem uma quantidade bastante rica em cálcio e potássio. Proporcionam um fantástico adubo caseiro. Fazer adubo das cascas dos ovos é muito simples, bastando:
  • Deixar as cascas secarem ao sol;
  • Esmagá-las até fazer quase um pó (com um pilão, por exemplo);
  • Coloque-as no liquidificador e bata por alguns minutos.
  • Depois é só polvilhar esse pó no substrato, ou na terra em volta da planta.
    Uma boa medida são 5 cinco cascas de ovo por cada planta de tamanho pequeno ou médio, ou o dobro ou mais para cada árvore adulta.

Casca de ovo (líquido) – Receita 1

  • Deixar as cascas secarem ao sol;
  • Coloque-as no liquidificador junto com água e bata por alguns minutos;
  • Depois é só aplicar o líquido na terra em volta da planta;
    Um litro de água para cada 10 dez cascas de ovo é uma boa medida.

Casca de ovo (líquido) – Receita 2

  • Ferver 20 cascas de ovos em 3 litros de água durante alguns minutos;
  • Deixar as cascas em infusão por 8 horas;
  • Após já terem esfriado, retire as cascas de ovo com uma peneirinha de cozinha, coloque-as em um saco plástico, guarde no refrigerador.
  • Quando for aplicar, coloque-as no liquidificador junto com água e bata por alguns minutos;
  • Depois é só regar o líquido na terra em volta da planta;
    Um litro de água para cada 10 dez cascas de ovo é uma boa medida. Aplicar tipo 1 uma vez por semana.
Lembre-se de somente utilizar ovos de galinha, brancos ou vermelhos, tudo bem. Até de avestruz serve mas nunca ovos que tenham sido pintados e muito menos cascas de ovos de chocolate, não é mesmo?!

Adubo de Cinzas de Madeira ou de Vegetais

Cinzas de madeira - Adubo orgânicoAs cinzas vegetais são ricas em cálcio, magnésio, fosforo e outros elementos que têm influência benéfica no desenvolvimento das plantas.
Basta serem deixadas em camadas finas sobre o solo que a chuva se encarregar de distribuí-la. Sua vantagem adicional é que as cinzas de madeira ajudam a combater as formigas, pelo menos para afugentá-las, algo que as formigas detestam.
Cinzas de carvoarias, ou de fogão à lenha tudo bem, desde que nada tenha sido caído sobre ela, como gorduras ou óleos. Cinzas de vulcões também são excelentes mas vai ser um pouquinho difícil encontrá-las por aqui.
Certamente você não vai iniciar um incêndio florestal só para pegar cinza depois mas até ela é bastante útil. De forma prática, você pode coletar alguma quantidade de cinzas de plantações onde tenham ocorrido queimadas, incluindo as intencionais, que são extremamente perigosas e danosas ao meio ambiente.
Importante é somente utilizar cinzas de madeira, matéria natural, como troncos ou galhos, restos de jardins… mas:
  • Nunca utilizar cinzas de churrasqueiras (contém gordura e sal, que podem matar as plantas menores ou mais sensíveis);
  • Nunca utilizar cinzas de lixo doméstico (contém plásticos, borrachas);
  • Nunca utilizar cinzas de madeira compensada ou fórmicas (contém muita cola e outros produtos químicos nocivos).
  • Nunca utilizar cinzas de lixo hospitalar ou lixo industrial, por razões óbvias;
Concentre-se em cinzas de materiais orgânicos vegetais e tudo estará bem.

Adubo de Banana

Banana - Adubo orgânicoA casca da banana é uma grande fonte de fosforo e potássio (faz suas frutas ficarem mais doces, por exemplo). Certamente você não precisa comprar belas bananas no supermercado para fazer adubo orgânico de banana mas poderá utilizar aquelas que apodreceram na fruteira depois de vários dias ou que caíram em seu pomar depois de apreciadas por micos. Muitos feirantes vendem as bananas super maduras ou quase podres – excelentes para nosso adubo – por um preço simbólico só para se livrar delas.
Faça e utilize de 3 maneiras:
  • I – Corte a casca de banana em pedaços bem pequenos, aplique ao solo ao redor das plantas, cubra com um pouco de terra para evitar mosquitos ou mofo.
ou
  • II – Triture a casca de banana no liquidificador juntamente com água (para 5 cascas de banana, 1 litro de água).
ou
  • III – Também pode secar a casca da banana usando um desidratador elétrico, solar, ou mesmo utilizando o calor residual do forno a lenha, gaz ou elétrico. Depois de seca, triture no liquidificador e junte água (para 8 cascas de banana, 1 litro de água).

Adubo de Café (Borra de Café)

Café - Adubo Orgânico, Anti-oxidante, Repelente NaturalCafé é uma grande fonte de nutrientes como zinco, ferro, potássio, enxofre, magnésio, entre outros. Para fazer o adubo orgânico de Café, o utilize assim:
  • I – Uma 1 parte de café (mais exatamente a borra do café) para 4 partes de água. Aplicar 1 vez por semana.
ou
  • Colocar a borra de café, com ou sem o filtro de papel, já fria, ao redor da planta, rasgando em pequenos pedaços. Cubra com um pouco de terra para evitar pequenos mosquitos ou mofo. Aplicar quando desejar que sua planta fique com uma folhagem ainda mais verdejante.
ou
  • Colocar o resto daquele café que sobrou de ontem, já frio e sem açúcar, diluído pelo menos em 1 uma parte de café para 1 uma parte de água. Mais se for café muito forte.
Cuidado com o café que já estiver com açúcar pois poderá atrair indesejáveis formigas.

Adubo de Chorume de Urtiga

Urtiga - Adubo Natural, Fertilizante Orgânico, Repelente Natural

Aquela planta que é péssima para nós humanos quando nos encostamos nela e sofremos com a coceira que ela provoca em nossa pele também serve como excelente Fertilizante Natural. Para fazer, basta:
  • Coletar um 1 kilo de urtigas;
  • Coletar dez 10 litros de água de preferência da chuva, nascente ou poço. Água da torneira tem cloro e flúor, o que reduz bastante seu potencial.
  • Colocar as urtigas na água e deixar macerar durante 4 a 5 dias. Ir mexendo de vez em quando, pelo menos uma vez por dia;
  • Destampar o recipiente durante o dia para receber sol e tampar durante à noite. Quando tiver formado uma espuma branca, está pronto;
  • Coar (os restos podem ser usados no composto orgânico) e guardar em local escuro.
Aplicações do Adubo de Urtiga:
  • Estimulante foliar – Um 1 litro de chorume para 10 litros de água.
ou
  • Estimulante de solo e raízes – Dois 2 litros de chorume para 10 litros de água.

Adubo de Confrei (Consólida-maior / Symphytum officinale L)

Comfrei - Adubo Orgânico, Erva Milagrosa
Conhecida como erva milagrosa, o Confrei possui diversas propriedades e usos inumeráveis, assim vale a pena ter esta planta na horta ou no jardim. Também usada como adubo verde, as suas raízes profundas permitem trazer os nutrientes e minerais para as suas folhas não se encontrando disponíveis em outras plantas.
É conhecida por ser a única planta que contém a vitamina B12.
Poder ser usada de duas formas como fertilizante natural:
  • Como adubo verde ao cortar suas folhas e deixá-las diretamente sobre a terra.
ou
  • Como adubo líquido: Encha um balde com metade de folhas de Confrei e o restante com água, deixe assim por 3 semanas paras as folhas apodrecerem. Use uma mistura de 50/50, ou seja, metade de água e metade do preparado. Regue com esta mistura junto ás raízes.

Adubo de Esterco ou Estrume de Gado

Adubo Orgânico - Esterco de GadoO estrume de gado, conhecido como esterco, é um notório e excelente adubo orgânico. Existem duas formas de utilizá-lo, o seco ou o líquido:

Adubo Orgânico com Esterco Seco

  1. Deixe o esterco secar ao sol por vários dias, pelo menos uma semana. Ele pode ficar em campo aberto ou espalhado sobre uma lona em seu quintal mas não deve ser colocado em pilhas para que não demore demais a secar.
  2. Colete o esterco já plenamente seco (não vai ter mais nenhum ‘matinho verde’ mais, bem como nenhuma ou pouquíssima humidade visível). Ainda, ele também não terá mais praticamente qualquer cheiro.
  3. Quebre o esterco em pequenos pedaços e passe-os por uma peneira média até que todo o esterco tenha sido peneirado.
  4. A parte fina peneirada pode ser aplicada diretamente no solo ao redor das plantas.

Adubo Orgânico com Esterco Líquido

  1. Manuseie com cuidado. Coloque luvas sempre que for lidar com o estrume de qualquer animal. Sempre crie uma barreira entre a sua pele e o esterco para evitar a transmissão de patógenos. Se tiver problemas de imunidade, estiver grávida ou não estiver se sentindo bem, não manuseie em hipótese alguma pois o esterco exala dióxido de carbono e metano. Isso não é problema se for manuseado ao ar livre mas pode ser perigoso se a pessoa estiver em um quarto fechado. Se estiver preocupado com a inalação desses gases ou de patógenos, use uma máscara também.
  2. Coloque o recipiente afastado. O cheiro pode ser desagradável para alguns e ele deve ser colocado em algum lugar inofensivo, como um galpão ou a parte de trás do jardim. Garanta que animais de estimação e crianças não tenham acesso a ele. Diga aos outros membros da família o que está fazendo e qual recipiente está sendo usado para que eles não fiquem enojados ou cometam o erro de tocar nele etc
  3. Deixe o esterco secar ao sol por vários dias, pelo menos uma semana. Ele pode ficar em campo aberto ou espalhado sobre uma lona em seu quintal mas não deve ser colocado em pilhas para que não demore demais a secar. Não faça isso utilizando esterco ainda líquido
  4. Colete o esterco já plenamente seco (não vai ter mais nenhum ‘matinho verde’ mais, bem como nenhuma ou pouquíssima humidade visível). Ainda, ele também não terá mais praticamente qualquer cheiro.
  5. Quebre o esterco em pequenos pedaços, não necessitando peneirar.
  6. Coloque os pedaços em um saco de rede ou de aniagem. O tipo de saco usado para vender cebolas ou laranjas é ideal, pois é grande. Aperte bem e encha até a boca.
  7. Pendure o saco em uma lixeira grande cheia de água, sem furos. Coloque a tampa para desencorajar as moscas e outros visitantes indesejados.
  8. Deixe o saco maturar durante três semanas. Isso permite bastante tempo para o adubo se decompor e ser distribuído pela água. Durante esse tempo, afunde gentilmente o saco para cima e para baixo, para ajudar a distribui o conteúdo conforme se decompõe.
  9. Dilua a solução do composto. Assim que se passarem as três semanas, faça a diluição que deve ser feita com nove 9 partes de água para uma 1 parte de adubo líquido. Esse fertilizante é adequado para a maioria das plantas, mesmo os brotos, pois é diluído.
  10. Utilize o seu fertilizante líquido. utilize o adubo líquido nas suas plantas. Antes, ele deve ser
Aqui nos referimos a esterco de gado mas você pode utilizar de qualquer animal de fazenda, como galinha, cavalo, cabra, avestruz… até de peixes se você conseguir coletar as fezes deles :) .
Dica – Você obterá mais benefícios com o adubo orgânico de esterco se utilizar uma solução mais fraca com mais frequência do que se utilizar uma solução mais forte menos vezes.
IMPORTANTE – Jamais use fezes de animais domésticos como gatos e muito menos cães. Elas são apenas dejetos, não adubo. Ainda, não se prestam para a  fertilização de plantas, pior, geralmente MATAM as plantas onde foram aplicadas.

Adubo de Húmus de Minhoca

Minhocas, compostagem, humus, adubo organicoVocê pode comprar ou fazer o seu próprio húmus. De todos os adubos orgânicos o húmus de minhoca é o mais completo e o que mais beneficia as plantas de uma maneira constante e permanente pois as minhocas farão a base das plantas a sua morada e sempre estarão fertilizando o solo, e as plantas.
É fácil e barato de fazer mas é também um assunto que pode ser bem extenso, portanto ficará para um próximo artigo. Em breve.

Resumo  – Adubo Caseiro, Agricultura Natural

Esse texto te ensinou, de forma prática mas apenas utilizando termos diferentes, as seguintes técnicas ecologicamente corretas:
Como fazer adubo orgânico para horta, produção de adubo orgânico, como adubar a terra, tipos de fertilizantes, adubo natural para plantas, como fazer adubo para plantas, como adubar horta, adubo orgânico compostagem, como fazer adubo para orquídeas, fertilizantes químicos, como fazer adubo em casa, como fazer adubo caseiro para horta, adubos nitrogenados, fertilizantes químicos, pó de café serve como adubo, como fazer adubo orgânico com folhas, adubo verde, vitamina para plantas, adubos e fertilizantes químicos, fabrica de adubos e fertilizantes, como fazer adubo líquido, adubo para horta domestica, como fazer adubo orgânico, como produzir adubo orgânico, adubação verde, adubo orgânico para orquídeas, adubo para arvores, como fazer adubo fácil e simples.
Nas próximos artigos: o que e compostagem, banheiro ecologico, processo de compostagem, composteira orgânica, fazer compostagem, compostagem orgânica domestica, como fazer adubo orgânico com folhas secas, como fazer uma composteira, como montar uma composteira, lixo orgânico na vermicompostagem, compostagem do lixo, como fazer composto orgânico, lixo compostagem, compostagem orgânica, fertilizantes a base de nitrogênio, fertilizante nitrogenado,


terça-feira, 1 de novembro de 2016

Dicas bacanas para evitar a erosão do barranco


erosao
Hoje é dia de dicas bacanas – e de lidar com o risco de erosão em terrenos que sofreram cortes

Tânia Rabello
O pessoal que faz terraplanagem – ou terraplenagem? – geralmente não está nem aí. Quando fazem cortes no terreno como o da foto – que, inclusive, devem ser autorizados pela entidade ambiental oficial local, é bom lembrar -, deveriam pensar em um meio de evitar a erosão natural do terreno cortado. Fazem o corte e deixam tudo lá, aí o barranco cortado, a terra nua, vira literalmente um escorregador de água. E de terra. Estou falando isso porque no sítio de uma amiga minha ela estava enfrentando um problemão no barranco, quando chovia. A terra vinha abaixo mesmo, ajudando a assorear os cursos d’água da região. Com algumas dicas, inclusive do colaborador do Portal Orgânico, o Guaraci Diniz (que escreve todas as quintas-feiras neste blog, contando a rotina do seu sítio, o Sítio Duas Cachoeiras), está sendo possível evitar a erosão do barranco e ainda fazer um paisagismo bacana por ali. A foto mostra o barranco já em fase de recuperação, com degraus cortados na própria terra, que em breve receberão vegetação. Já falo da vegetação, aliás.

 
Amendoim forrageiro
Amendoim forrageiro
Bem, o jeito certo de fazer é o seguinte: deve-se medir a altura máxima do barranco, dividir esta altura em 4 e marcar as linhas onde deverão ser feitos vários degraus neste barranco. Com enxada mesmo é possível fazer isso. A largura do degrau deve ser de uns 40 centímetros. O grande segredo é que a plataforma de cada degrau deve ser inclinada para dentro do barranco. Isso porque quando a água desce morro abaixo e cai no degrau, em vez de escorrer pro próximo degrau (formando uma cachoeira na escada), ela fica represada no degrau e sua infiltração na terra fica facilitada. Ou seja, mais água escorre para o fundo da terra, o que ajuda a encher o lençol freático e facilita a conservação da água e o surgimento de nascentes. Essa inclinação também serve para diminuir a velocidade da água – água que corre veloz carrega mais terra e ajuda no processo da erosão.
gramado de amendoim forrageiro

Feitos os degraus, agora é hora de plantar. Guaraci Diniz recomendou semear, em linhas, aveia preta e amendoim forrageiro. Uma linha de aveia preta e na linha seguinte, a 20 cm de distância uma da outra, o amendoim forrageiro. A aveia preta cresce rápido, vai enraizar, cobrir o barranco e protegê-lo rapidamente enquanto o amendoim forrageiro, de crescimento mais lento, porém perene, trata de se espalhar sobre a superfície. O amendoim forrageiro é inclusive ornamental. Dá umas florzinhas amarelas lindas. Quando o barranco estiver lindo, já “reflorestado”, mando outra foto para vocês verem a diferença. Se tiverem alguma dúvida e quiserem fazer o mesmo, é só entrar em contato com a gente, no Portal Orgânico.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Consórcios de espécies: lucro certo para pequenas propriedades



Milho mais leguminosa
O plantio de culturas consorciadas é uma prática da qual, principalmente o agricultor familiar não pode abrir mão. Com o consórcio o produtor minimiza os riscos de seu trabalho, em especial, onde as condições climáticas não são regularmente favoráveis. A monocultura não deve existir para ele, diversificar é uma questão de sobrevivência.

O cultivo de duas espécies numa mesma área, entre uma gramínea e uma leguminosa, conhecido como consórcio, é uma forma de aumentar a quantidade de nitrogênio no solo, através da fixação biológica do nitrogênio atmosférico pela leguminosa, com evidente aumento de produtividade pelas duas culturas.

Milho e feijão formam o consórcio mais antigo e também conhecido por pequenos agricultores, no entanto a incorporação de nitrogênio é pequena e as duas culturas têm ciclo curto, deixando o solo descoberto pelo restante do ano. O consórcio de milho com mucunas, feijão de porco ou feijão guandu tem se mostrado eficiente em diversos aspectos, principalmente para pequenos agricultores, no sentido de manter o solo coberto durante o ano todo, evitando a incidência de plantas daninhas e melhorando as propriedades do solo.
Gessi Ceccon, pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, participa do programa e destaca  que, com o consórcio, o agricultor terá a produção de grãos e de sementes de adubo verde além dos benefícios que a leguminosa traz para o solo da sua propriedade. “Um dos grandes problemas das pequenas propriedades é adquirir essa semente de adubo verde. É difícil alguém que seja produtor de sementes de adubo verde. Aí está o diferencial que garante um lucro certo nesse modelo de consórcio”, explica.
crotalária
A produção de sementes de adubos verdes em consórcio com milho é uma tecnologia que pode viabilizar o cultivo de grãos nas pequenas propriedades, além de aumentar o aporte de matéria orgânica ao solo, com maior fornecimento de nitrogênio e incremento na produtividade das culturas.

2007/07/16
15
Dalízia Aguiar
Email: dalizia@cpao.embrapa.br
Telefone: (67) 3425-5122
Embrapa Agropecuária Oeste

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

MELHORE, RECUPERE SEU SOLO! ALGUMAS espécies para adubação verde!

AMENDOIM FORRAGEIRO OU GRAMA AMENDOIM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

adubação verde

Devem ser escolhidas para esta prática, espécies que produzam PLANTAS que produzem grande quantidade de matéria seca, 
resistentes ao ataque de pragas e moléstias, que possuam sementes uniformes e de bom poder 
germinativo, com exigência relativamente baixa quanto ao preparo e fertilidade do solo, de rápido 
crescimento, precoce, de fácil manejo, de sistema radicular profundo e que dispensem tratos culturais.

As espécies utilizadas como adubo verde se dividem em plantas de verão, normalmente leguminosas 
plantadas no início das chuvas e manejadas até o final das chuvas, e as de inverno 
(leguminosas e gramíneas), plantadas no final das chuvas e manejadas quando em pleno florescimento.

Crotalária breviflora (Crotalaria breviflora): Leguminosa anual arbustiva de porte baixo (60 a 120 cm), 
de crescimento rápido e ciclo curto, pouco ramificada e eficiente na diminuição das populações de
 nematóides. As plantas não suportam geadas mas são pouco atacadas por pragas e doenças. 
O manejo se faz aos 100 dias, época do florescimento com roçadeira ou trituradores.

Crotalária juncea (Crotalaria juncea L.): Leguminosa anual de porte ereto, de crescimento rápido 
(mais de 3 m de altura), boa cobertura do solo e alta produção de fitomassa, caule semilenhoso, 
com efeito alelopático e/ou supressor de invasoras bastante expressivo, comportando-se bem em solos arenosos e argilosos, não suportando geadas e tombando com ventos fortes. Muito empregada em reforma de 
pomares e áreas com problemas de nematóides, apresentando boa resistência à seca, pois seu 
sistema radicular atinge até 4,6 m de profundidade, porém, 80% dele encontra-se nos primeiros 30 cm 
do solo. Apresenta ótimo rendimento em material verde, incorporando N, P2O5 e K2O. Do caule se
 extrai fibra para a indústria de papel, devendo ser manejada após a floração (110 a 140 dias).




Crotalária spectabilis
Crotalária spectabilis 
 (Crotalaria spectabilis Roth.): Leguminosa anual 
subarbustiva, de porte alto (1,0 a 1,5 m), 
apresenta dificuldade na germinação e 
crescimento inicial lento, controladora de algumas
 espécies de nematóides, possui raiz pivotante 
profunda, podendo romper camadas compactadas
. Não suporta geadas, mas comporta-se bem em 
solos argilosos e arenosos. O plantio convencional ocorre de setembro a dezembro e o florescimento, 
aos 120-140 dias. Não recomendada para 
alimentação animal, mas utilizada como planta 
atrativa de lagartas em cultivos consorciados.


Lab-lab (Dolichos lablab L. ou
 Lablab vulgaris Savi): Leguminosa anual ou
 bianual de hábito indeterminado. Adapta-se a 
solos argilosos a arenosos com melhor performance nos bem drenados e férteis, tolerando secas e
 resistente a geadas. Usada na alimentação animal como forragem verde ou ensilada com milho ou 
sorgo para bovinos e eqüinos. Semeadura convencional de setembro a dezembro e manejo
 recomendado no florescimento/início da formação de vagens (130 a 180 dias). Tem as desvantagens 
de ser suscetível ao ataque de vaquinha (Cerotoma sp, Diabrotica speciosa), não apresentar boa 
nodulação e ainda ser multiplicadora de populações de nematóides.


Feijão-de-porco (Canavalia ensiformis (L.) DC.): Leguminosa anual ou bianual herbácea, rústica,
 de crescimento inicial lento, ereto e hábito determinado (60 a 120 cm de altura), resistente a altas 
temperaturas e à seca. Tolerante a sombreamento parcial e a geada, adaptando-se a diferentes tipos 
de solo, inclusive solos pobres. Semeadura convencional de setembro a dezembro e manejo no 
florescimento/início da formação de vagens (100 a 120 dias). Promotora de boa cobertura do solo, 
com efeito alelopático às invasoras, atuando eficientemente no controle da tiririca (Cyperus sp). O 
avantajado tamanho das sementes leva a um gasto elevado na implantação. Esporadicamente sofre 
ataque de vaquinha (Diabrotica speciosa), sendo hospedeira da mosca-branca (Bemisia tabaci), 
transmissora do VMDF (vírus do mosaico dourado do feijoeiro) e de outras viroses do feijoeiro comum.


GUANDU
Guandu (Cajanus cajan L. Millsp): Leguminosa 
arbustiva anual, bianual ou semiperene, 
crescendo bem em solos argilosos e arenosos,
 tolerante à seca e não tolerante a umidade 
excessiva nas raízes. Planta rústica, pouco
 exigente em fertilidade, produtora de grãos e
 forrageira rica em proteínas para a alimentação
 animal (pastejo, corte, silagem e feno), 
com semeadura convencional de setembro a 
dezembro. O manejo para adubação verde deve 
ser feito aos 140 a 180 dias, fixando elevada
 quantidade de nitrogênio e grande produtora de
 fitomassa. Utilizada em rotação e associações 
de cultivos; em consorciação com gramíneas
 anuais e em cultivo intercalar a culturas perenes.
 Sistema radicular pivotante bastante agressivo, 
que penetra em solos compactados e adensados, capaz de reciclar grande quantidades de nutrientes no solo. Embora semiperene, deve ser cultivada por no máximo 
2 anos, devido ao engrossamento dos troncos, que se tornam muito lenhosos, dificultando o manejo 
do material para adubação verde, quando a mesma planta é cultivada por vários anos.

Guandu-Anão (Cajanus cajan L. Millsp): Leguminosa anual, de cilclo curto (90 a 120 dias), porte baixo
 (0,8 a 1,2m), crescimento rápido e arbustiva. Pode ser utilizada em rotação, consorciada e como 
forrageira. No caso do citros é mais usada no sistema intercalar, devido ao baixo porte, permitindo 
o trânsito dos equipamentos para operações de adubação e pulverização.

Mucuna-Preta (Stizolobium aterrimum = Mucuna aterrima): Leguminosa anual, de crescimento rasteiro
 e indeterminado, ramos extremamente trepadores, rústica, resistente à seca, sombra, temperaturas 
elevadas e ligeiramente resistente ao encharcamento, desenvolvendo-se bem em solos pobres e 
atuando no impedimento da multiplicação de nematóides. Semeadura convencional, de setembro a 
início de janeiro e manejo após o florescimento aos 140 a 170 dias. Utilizada como forrageira, os grãos
 são ricos em proteína para animais, porém as plantas são suscetíveis à cercosporiose e às viroses. 
Em citros deve ser bem manejada devido ao hábito trepador.

Mucuna-Anã (Mucuna deeringiana ou Stizolobium deeringianum, Steph e Bart = Mucuna pruriens): 
 Leguminosa anual herbácea, ereta, de crescimento determinado, com altura em torno de 40 a 80 cm,
 resistente à seca, desenvolvendo-se bem em solos argilosos e arenosos e de baixa fertilidade. 
Semeadura convencional, de setembro a janeiro e manejo devendo ser realizado do florescimento 
ao início do enchimento de vagens (80 a 100 dias). Recomendada para plantio intercalar, em função do
 hábito determinado e não-trepador e não apresentar problemas com pragas. Em algumas regiões 
 verifica-se suscetibilidade à cercosporiose, mas não a ponto de inviabilizar seu cultivo.

LAB LAB
Lab-lab (Dolichos lablab L. ou Lablab vulgaris Savi):
 Leguminosa anual ou bianual de hábito
 indeterminado. Adapta-se a solos argilosos a arenosos 
com melhor performance nos bem drenados e
 férteis, tolerando secas e resistente a geadas.
 Usada na alimentação animal como forragem verde ou 
ensilada com milho ou sorgo para bovinos e eqüinos. 
Semeadura convencional de setembro a 
dezembro e manejo recomendado no florescimento/
início da formação de vagens (130 a 180 dias). 
Tem as desvantagens de ser suscetível ao ataque de 
vaquinha (Cerotoma sp, Diabrotica speciosa), 
não apresentar boa nodulação e ainda ser multiplicadora 
de populações de nematóides.


Fonte: http://www.estacaoexperimental.com.br/documentos/BC_09.pdf

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Leguminosas consorciadas com café é alternativa no manejo de daninhas




amendoim forrageiro
amendoim forrageiro
A busca por alternativas ambientalmente corretas que contribuam para uma agricultura ecológica e sustentável cresce cada vez mais no cenário mundial. O controle de plantas daninhas usando leguminosas herbáceas consorciadas com a cultura do café vai ao encontro desse pensamento. Esse estudo foi desenvolvido pelo pesquisador da Embrapa Café, Julio Cesar Freitas Santos, em sua tese de doutorado, na área de Fitotecnia, realizada na Universidade Federal de Viçosa (UFV), projeto que teve apoio do Consórcio Pesquisa Café. Entre as conclusões do trabalho, Julio Cesar confirmou a possibilidade do cultivo de leguminosa, como lablabe, sirato, híbrido de Java ou amendoim forrageiro, fazer parte do manejo integrado da lavoura. “A leguminosa vem substituir ou complementar os métodos tradicionais de controle de plantas daninhas no cafezal”, diz.

A tecnologia consiste em utilizar uma dessas leguminosas herbáceas como cobertura viva de solo. “Existem as coberturas mortas como biomassa de culturas e casca de café, por exemplo, já utilizada por produtores. As leguminosas são coberturas vivas que contribuem para boas práticas agrícolas. Elas também podem ser utilizadas como cultivos intercalares com as culturas de arroz e feijão, que geralmente acontece em algumas lavouras”, explica. A supressão da infestação das plantas daninhas ocorre pelos efeitos de competição por sombreamento e de alelopatia, por compostos químicos liberados pelas leguminosas, proporcionando a maior cobertura do solo e o maior predomínio da vegetação sobre essas plantas infestantes. Os benefícios das leguminosas no solo apontados pelo pesquisador são também adicionais como: redução da compactação, controle da erosão, fixação de nitrogênio, propiciando economia com adubos e menos poluição do meio ambiente, aumento da matéria orgânica e incremento da biodiversidade.

lab lab
A pesquisa foi realizada na Zona da Mata e na Região do Cerrado, respectivamente em áreas de declive acentuado, com espaçamento estreito e mecanização limitada, e de relevo plano, com espaçamento largo e mecanização constante. Julio Cesar verificou que, na Zona da Mata, a lablabe e o sirato no primeiro ano e o amendoim forrageiro no segundo ano proporcionaram menor densidade e biomassa de plantas daninhas. No Cerrado, os mesmos resultados foram constatados pelo híbrido de Java no primeiro ano, que manteve a maior produção de biomassa, e pelo amendoim forrageiro no segundo, que expandiu a cobertura de solo. A longo prazo, o pesquisador verificou ainda que o amendoim apresenta maior capacidade de reduzir plantas daninhas por ser uma espécie perene, de porte baixo, rastejante e de fácil propagação vegetativa, tendo resistência ao período seco e bom revigoramento no período chuvoso, além de facilidade de regeneração após a realização de podas.


O pesquisador explica ainda que, na convivência das plantas daninhas com cafeeiros, ocorrem interações que propiciam benefícios ou prejuízos. “Em cultivo solteiro, principalmente em lavoura nova, sobram espaço e recurso, que facilitam a maior ocupação das plantas daninhas. Nos modelos de consórcios, essa ocupação é muito reduzida, devido à área ser preenchida por arranjos de espécies que exercem o controle cultural sobre essas plantas. A tecnologia contribui com as demandas das lavouras novas de café e das lavouras adultas do Cerrado e de regiões com declive acentuado, que são mais propícias à infestação por plantas daninhas”.

Segundo o pesquisador, a prática é recomendável para o produtor. “Um único sistema de manejo é inviável no controle das plantas daninhas, por isso esse manejo deve ser diversificado e dinâmico, como o próprio desenvolvimento da infestação dessas espécies”. 

“Em dois anos de avaliação das leguminosas, verificou-se que elas não influenciaram o crescimento vegetativo e a produtividade do cafeeiro”, ressalta Julio. Em meio a técnicas convencionais que utilizam práticas de capina com enxada ou roçadas mecanizadas para controle das plantas daninhas, a pesquisa comprovou na adoção das leguminosas como parte do manejo integrado, uma alternativa adequada às demandas de cafés de base ecológica, certificados e especiais pelo mundo. Na medida em que também está adequada aos interesses da agricultura de baixo carbono, limita o uso de produtos químicos (herbicidas) na lavoura, permite a recuperação de áreas e o aumento da área de vegetação entre cultivos perenes como café.

O resultado é uma tecnologia que contribui para a sustentabilidade da cafeicultura, com melhoria da qualidade do solo e do cafezal, redução de capinas e diminuição de custos. A continuação do projeto será com uma seleção de plantas leguminosas para inibição de plantas daninhas em lavouras de café nas regiões da Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.
Fonte: CBPeD/Café - Embrapa Café