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quarta-feira, 8 de maio de 2019

ADUBAÇÃO VERDE - Consórcio Leguminosas x Banana



Neste vídeo são apresentadas informações de um dos projetos de pesquisa desenvolvidos na Fazendinha Agroecológica de Palmas, da Fundação Universidade do Tocantins - UNITINS, em Palmas/TO.
- Projeto desenvolvido com apoio financeiro do Programa Primeiros Projetos - PPP CNPq/SEDECTI-TO.
- Adubação verde em consórcio com bananeira (var. Thap Maeo): Calopogônio e Feijão de Porco.
- Pesquisador: Dr. Arison José Pereira
- Maio/2013

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Consórcios de espécies: lucro certo para pequenas propriedades



Milho mais leguminosa
O plantio de culturas consorciadas é uma prática da qual, principalmente o agricultor familiar não pode abrir mão. Com o consórcio o produtor minimiza os riscos de seu trabalho, em especial, onde as condições climáticas não são regularmente favoráveis. A monocultura não deve existir para ele, diversificar é uma questão de sobrevivência.

O cultivo de duas espécies numa mesma área, entre uma gramínea e uma leguminosa, conhecido como consórcio, é uma forma de aumentar a quantidade de nitrogênio no solo, através da fixação biológica do nitrogênio atmosférico pela leguminosa, com evidente aumento de produtividade pelas duas culturas.

Milho e feijão formam o consórcio mais antigo e também conhecido por pequenos agricultores, no entanto a incorporação de nitrogênio é pequena e as duas culturas têm ciclo curto, deixando o solo descoberto pelo restante do ano. O consórcio de milho com mucunas, feijão de porco ou feijão guandu tem se mostrado eficiente em diversos aspectos, principalmente para pequenos agricultores, no sentido de manter o solo coberto durante o ano todo, evitando a incidência de plantas daninhas e melhorando as propriedades do solo.
Gessi Ceccon, pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, participa do programa e destaca  que, com o consórcio, o agricultor terá a produção de grãos e de sementes de adubo verde além dos benefícios que a leguminosa traz para o solo da sua propriedade. “Um dos grandes problemas das pequenas propriedades é adquirir essa semente de adubo verde. É difícil alguém que seja produtor de sementes de adubo verde. Aí está o diferencial que garante um lucro certo nesse modelo de consórcio”, explica.
crotalária
A produção de sementes de adubos verdes em consórcio com milho é uma tecnologia que pode viabilizar o cultivo de grãos nas pequenas propriedades, além de aumentar o aporte de matéria orgânica ao solo, com maior fornecimento de nitrogênio e incremento na produtividade das culturas.

2007/07/16
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Dalízia Aguiar
Email: dalizia@cpao.embrapa.br
Telefone: (67) 3425-5122
Embrapa Agropecuária Oeste

sábado, 9 de março de 2019

Pomar de caqui com cobertura de amendoim forrageiro

Pomar de caqui com cobertura de amendoim forrageiro
Emater-Rio estimula a produção de caqui em Trajano de Moraes




 Atualizado em 04/09/2012 - 13:22h



Dia de campo sobre a cultura da fruta reúne agricultores da microbacia Alto Macabu





A Emater-Rio, empresa vinculada à secretaria estadual de Agricultura, e a Prefeitura de Trajano de Moraes promoveram, na última sexta-feira (31/8), na localidade de Gravatá, na microbacia Alto Macabu, o terceiro encontro técnico do caqui. Os trabalhos foram conduzidos pelo engenheiro agrônomo e supervisor regional da Emater-Rio na Serra, Alexandre Jacintho Teixeira, autor de uma cartilha sobre cultivo do caqui, publicada pela Emater-Rio em parceria com o Sebrae-RJ.





Na ocasião, Alexandre explicou como é feito o controle fitossanitário e a prática de poda do caquizeiro. Durante a parte teórica, ele falou sobre as duas principais doenças que podem acometer a lavoura de caqui (cercosporiose e antracnose), além de algumas pragas como a lagarta dos frutos, tripes e cochonilhas.

A segunda parte foi prática, onde os participantes acompanharam as demonstrações de poda. Segundo Alexandre, após a poda é recomendável fazer dois procedimentos de pulverização no pé de caqui, utilizando defensivos agrícolas alternativos: o primeiro, com a calda bordalesa; e o segundo, após 30 dias, com a calda sulfocálcica.



- Essa técnica protege a planta e ajuda com eficiência no controle de pragas e doenças - afirmou.

Um das propriedades visitadas foi a da produtora rural Rosimar Fonseca Ouverney, que vive há 30 anos na região com a família. Há quatro anos, ela e o marido introduziram o amendoim forrageiro na lavoura do caqui, uma das técnicas sustentáveis de adubação incentivada pelo Programa Rio Rural.

- Se a poda não for realizada, os frutos tendem a ser mais fracos e suscetíveis a doenças. Além de facilitar a colheita, esse manejo aumenta a produtividade em longo prazo, já que a planta fica mais exposta à luminosidade - explicou a agricultora.

O próximo dia de campo sobre caqui está previsto para 6 de setembro (quinta-feira), às 10h, na localidade Tirol, em Trajano de Moraes.   fonte: http://www.rj.gov.br/web/seapec/exibeconteudo?article-id=1137457

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Restauração de solo do pomar com adubação verde usando amendoim forrageiro!!


O pomar do sítio tinha solo descoberto devido a capina e pastejo de animais.Solicitei várias vezes aos caseiros para plantar mudas de amendoim forrageiro, algumas poucas, mas sempre enrolavam dizendo ter esquecido, feito isso, aquilo, etc.... 

Após a saída do último caseiro em agosto de 2011, comecei a plantar algumas mudas e vejam só o que aconteceu depois de 3 anos! Uma cobertura excepcional no solo do pomar e já tenho uma fonte quase inesgotável de mudas, mesmo com a geada de -2 ºC do inverno de 2013, onde tudo ficou queimado.

 Também tenho utilizado o amendoim forrageiro na beira de um córrego que corta o sítio, para conter a erosão. Ele descompacta o solo pois as raízes chegam a 40 cm de profundidade. Serve para alimentação de galinhas, bovinos e equinos, conforme estudos científicos.

A fixação do nitrogênio do ar por esta leguminosa é fantástico e seu custo maior é a mão de obra no plantio, pois é muito difícil a coleta de sementes. Após 6 meses já podemos fazer mudas das plantas mães.

agosto 2011
novembro 2011


janeiro 2014


Quer adquirir mudas??? (Só para o RS)

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Você sabe Como adubar Suas Plantas?



extraído do site http://www.floresefolhagens.com.br/como-adubar-suas-plantas/

Como Adubar Suas Plantas
Adubação é a reposição dos nutrientes retirados do solo pelas plantas para o crescimento, floração, frutificação e a multiplicação.
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Como Adubar Suas Plantas
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Adubos Orgânicos – São aqueles provenientes de matéria de origem animal ou vegetal, tem uma composição química mais equilibrada, e incorporam ao solo doses mínimas de macro e micronutrientes. Melhoram a textura do solo, tendem a aumentar a flora bacteriana e a microfauna que dão vida a terra e são absorvidos lentamente pelas plantas.
Como Adubar Suas Plantas 1a
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Adubos Inorgânicos – São obtidos a partir da extração mineral ou do refino do petróleo. Por colocarem a disposição da planta os elementos químicos praticamente em condições de serem absorvidos, produzem efeito mais rápido.
Como Adubar Suas Plantas
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Algumas Dicas
 Como a concentração do adubo inorgânico é mais alta, em doses excessivas podem interferir no metabolismo vegetal, prejudicando o desenvolvimento e até queimando, quimicamente a planta. Procure respeitar as informações e indicações contidas nas embalagens.
 O adubo granulado precisa sempre ser incorporado ao solo. Ele não deve ficar exposto, nem próximo das raízes e do caule da planta, pois o contato pode causar danos.
 As adubações são feitas antes do período de florescimento e após a colheita ou poda, para compensar as perdas de nutrientes e preferêncialmente, nos períodos chuvosos.
 Durante o outono e inverno as plantas entram numa fase de dormência, caracterizada pela redução de sua atividade vegetativa. A fertilização durante este período deve ser diminuída ou evitada.
 Os adubos minerais não substituem as adubações orgânicas. Os adubos orgânicos dão vida ao solo, aumentando a quantidade de microorganismos, que auxiliam na alimentação das plantas.
 Deve-se intercalar adubações orgânicas e inorgânicas durante o ano.
  • Adubo orgânico nos meses secos.
  • Adubo inorgânicos nos meses chuvosos.
 Para saber a quantidade de adubo orgânico a ser utilizada, oriente-se pela tabela, considerando que um balde plástico, destes que se tem em casa, costuma ter capacidade para 20 litros.
Como Adubar Suas Plantas
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Como adubar
Árvores
É recomendado adubar árvores a cada seis meses.
Adubação orgânica – O adubo orgânico é aplicado sob a copa, incorporando-o de leve ao solo, com as seguintes medidas:
  • Árvores de grande porte – Usar 20 litros esterco de boi ou composto orgânico.
  • Árvores de médio porte – Usar 15 litros esterco de boi ou composto orgânico.
  • Árvores de pequeno porte – Usar 10 litros esterco de boi ou composto orgânico.
Árvores floríferas – usar a mesma quantidade anterior e acrescentar 100 gramas de farinha de osso.
Adubação Química – Por ser adubo químico granulado, o ideal e misturar o NPK a partes iguais de esterco de boi ou composto orgânico e areia, fazer de 6 a 10 buracos em volta da planta com 5 a 10cm de profundidade, preencher com com a mistura até a boca e cobrir com terra. Regar generosamente a seguir.
  • Árvores – Usar 100 gramas de NPK 10-10-10 por m².
  • Árvores floríferas – Usar 100 gramas NPK 4-14-8 por m² ou aproximado, não encontrando usar NPK 10-10-10 mais 100 gramas de farinha de osso por m².
Como Adubar Suas Plantas
Para calcular a área aproximada em metros quadrados coberta pela copa de uma árvore ou arbusto, meça a distância entre o tronco da planta e o perímetro da copa. Depois, multiplique o número encontrado por ele mesmo e o resultado por 3.
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Arbustos
Adubar arbustos de 2 a 3 vezes ao ano.
Adubação orgânica – O dubo orgânico e aplicado sob a copa, incorporando de leve ao solo, com as seguintes medidas:
  • Arbustos de folhagem – Usar 10 litros de esterco de boi bem curtido ou composto orgânico.
  • Arbusto florífero – Usar 10 litros de esterco de boi bem curtido ou composto e acrescentar 100 gramas de farinha de osso.
Adubação química – Por ser adubo químico granulado, o ideal e misturar o NPK a partes iguais de esterco de boi ou composto orgânico e areia, fazer de 6 a 10 buracos em volta da planta com 5 a 10cm de profundidade, preencher com com a mistura até a boca e cobrir com terra. Regar generosamente a seguir.
  • Arbustos de folhagem – Usar 100 gramas de NPK 10-10-10 por m².
  • Árbustos floríferos – Usar 100 gramas NPK 6-12-6 por m² ou aproximado. Não encontrando usar NPK 10-10-10 mais 100 gramas de farinha de osso por m².

Vasos
Deve-se adubar vasos todos os meses. Intercalando adubação orgânica e inorgânica.
Adubação orgânica – Incorpore 3 vezes ao ano fertilizantes orgânicos ao solo, aproveitando para afofar a terra dos vasos. Para plantas onde as folhas predominam, usar esterco de gado, torta de mamona, composto orgânico entre outros. Seguir orientação do fabricante, pois os vasos variam de tamanho.
Para plantas floríferas, usar o mesmo adubo anterior + farinha de osso. Regar generosamente a seguir.
Adubação química – Os adubos inorgânicos, podem ser em pó ou granulados. Faça pequenos furos no substrato com um lápis, quase na borda do vaso, coloque o adubo e cubra. Regar generosamente a seguir.
  • Plantas com folhagens – Usar NPK 10-10-10 ou fórmula aproximada desde que o N (nitrogenio seja maior), seguindo a orientação do fabricante.
  • Plantas floríferas – usar NPK 4-14-8 ou fórmula aproximada, não encontrando usar NPK 10-10-10 e acrescentar farinha de osso.
Plantas compradas em lojas, geralmente vem com um substrato muito leve, com poucos nutrientes, pois no cultivo usa-se muito a adubação líquida diluída na irrigação controlada, chamada de fertirrigação. O ideal é trocar a planta para um vaso com terra fértil, composto orgânico e com boa drenagem ou adubar frequentemente, pois em pouco tempo a planta definhará por falta de nutrientes.
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Samambaias
É recomendado adubar todos os meses.
Adubação orgânica – Usar todo mes 2 colheres de (sopa) torta de mamona em vasos médios, aumentar ou diminuir a quantidade dependendo do tamanho do vaso.
Ou fazer uma pasta com farinha de osso e farelo de mamona diluído em água. A mistura deve ser posta a secar, por duas a três semanas, em recipiente fechado. Resultará numa pasta a ser aplicada em pequenas porções, nas bordas internas do vaso.
Adubação química – Usar NPK 12-8-6 ou aproximado, ou adubo liquido apropriado para samambaia diluído em água e pulverize as folhas. Seguir a orientação do fabricante. Regar generosamente a seguir.
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Orquídeas
E recomendado adubar a cada três meses intercalando adubação orgânica e química.
Quando a orquídea for cultivada artificialmente em vasos, deve-se suprir suas necessidades de nutrientes artificialmente.
Adubação orgânica – Uma boa mistura são três partes de torta de manona, uma parte de farinha de osso e 1 parte de cinza de madeira. Usar uma colher de café em vasos pequenos e uma colher de chá em vasos grandes, longe das brotações e raízes novas. Regar generosamente a seguir.
Adubação química – No mercado a adubos químicos para orquídeas em forma de pó ou na forma líquida.
Distribuir esta solução nutritiva por toda a planta, inclusive nas raízes, através de pulverizações ou mergulhando o vaso por 2 a 3 minutos nesta solução. Seguir a orientação do fabricante.
Outra opção e usar NPK adequado para cada fase do desenvolvimento:
  • Durante a fase de crescimento, usar NPK rico em nitrogênio na fórmula 10-5-5 ou aproximado.
  • Para manutenção da planta adulta 14-14-14 ou aproximado.
  • Quando o pseudobulbo estiver quase formado e começar a aparecer as hastes florais, a planta precisará um NPK rico em fósforo, na fórmula 15-30-15 ou aproximado.
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Cactos
Adubar a cada tres meses.
Adubação orgânica – Para cactos até 15 cm, 1 colher de chá de torta de mamona e outra de farinha de osso.
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Rosas
Para roseiras o indicado é adubação de origem “orgânica”. Deve-se adubar 3 vezes ao ano.
  • A primeira na época da poda anual de junho a agosto.
  • A segunda em novembro.
  • A terceira em janeiro ou fevereiro.
Incorporando ao solo 15 litros de esterco curtido ou adubo orgânico, 200 gramas de farinha de osso e 100 gramas de torta de mamona.
Espalhe a mistura em volta da planta e incorpore-a ao solo, tomando cuidado para não aprofundar demais, de modo a evitar machucar as raízes.
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Gramados
Deve-se dubar 4 vezes ao ano.
Adubação orgânica – Fazer uma cobertura anual no inverno com 40% de terra, 30% de areia e 30% de adubo orgânico (estercos, torta de mamona, húmus de minhoca ou composto orgânico).
Adubação química – No início da primavera, verão e outono, espalhe em cada metro quadrado, na superfície do gramado,17 gramas de NPK 20-18-6, ou fórmula aproximada. Não encontrando esta fórmula, use 33 gramas de NPK 10-10-10. O NPK pode ser espalhado a lanço, com o cuidado de não acumular fertilizante em qualquer área, se isso ocorrer a grama desse local ficará queimada.
O melhor é fazer este trabalho no final da tarde ou em dia nublado.