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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Produção de rosas na zona urbana



Maio é conhecido pelo mês do dia das mães e mês das noivas. E flores sempre são bons presentes para as mulheres que são especiais em nossas vidas. E a nossa equipe foi até um local onde a produção de rosas, é a forma de renda da família Bicca.


Reportagem: Silvana Scaglioni
Imagens: Sérgio Tuninho
Edição: Silvana Scaglioni

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Faça uma jardineira reutilizando materiais de construção!


Blog coletivo verde

jardineira de material reutilizado

Este meu projeto foi desenvolvido para reaproveitar um tubo de PVC que sobrou em minha casa após uma obra. Vi que esse tudo estava inteiro e que não serviria mais, e para não jogá-lo fora simplesmente resolvi transformá-lo em uma jardineira.
projeto jardineira reciclada
Comprei 2 tampas na loja de material de construção para fechar os buracos dos lados do tubo. Com uma serra fiz um corte em todo o cano, deixando um espaço grande para as plantas crescerem.
jardineira de material reciclado
Quando retirei a tampa vi que poderia usá-la como pé, bastando apenas parafusá-la na base.
jardineira de material reutilizado
Ficou tão bom que resolvi compartilhá-la com todos. Espero que gostem.
jardineira reciclada
Também fiz esse vídeo para ver o movimento de minhas onze-horas durante 22h corridas, ficou muito bacana.
Projeto, imagens e texto por Rodrigo Alves

Sobre Tulio Kengi Malaspina ( @tuliomalaspina )

Formado em Marketing (ESPM-SP), tem diversos cursos voltados à redes sociais e sustentabilidade. É fundador da SustentaLab, editor no Atitude Eco e sócio fundador da Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade (Abraps).

 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Cultivo de flores pode gerar lucro para os pequenos

Cultivo de flores pode gerar lucros em pequenas propriedades familiares.

O cultivo de flores no Brasil, antes da década de 60, era realizado por pequenos produtores rurais, repassado de pai para filho, e de maneira artesanal. A partir desta década, com o domínio de tecnologias apropriadas, a floricultura teve um grande desenvolvimento. Com a valorização das terras e da mão de obra especializada , surgiu a necessidade de melhoria da qualidade e da produtividade, para que esta atividade se
tornasse competitiva. A partir dos anos 70, o comércio de flores começou a crescer, havendo necessidade de um abastecimento do mercado durante todo o ano.

Nos últimos 5 a 10 anos, o aumento do crescimento da floricultura foi bastante significativo, em torno de 20% ao ano, tornando-se uma das atividades agrícolas que mais tem crescido em relação a outros cultivos.
Nas regiões Sul e Sudeste ocorrem a maior concentração de produção de flores e plantas ornamentais com fins comerciais do Brasil.

O setor de floricultura brasileiro movimenta 1.200 milhões de dólares, sendo Holambra responsável por 71 milhões de dólares. Estima-se que o Brasil possui uma área de 4.500 ha cultivados e 3.600 produtores envolvidos nessa atividade. Comparando-se com o Japão, maior produtor mundial de flores e plantas ornamentais, a área brasileira é bem pequena, uma vez que naquele país, o qual possui apenas 13% de área agricultável, a floricultura ocupa uma área de 48.400 ha, com 149.000 produtores envolvidos na atividade.

Quanto à comercialização, têm-se aproximadamente 17.500 pontos de distribuição e venda do produto em todo o Brasil.
O consumo, per capita, de flores no Brasil é de 4 a 7 dólares, muito reduzido quando comparado com a Argentina, com um consumo de 25 dólares per capita. A Suíça, Alemanha, Suécia, Dinamarca têm um consumo aproximado de 100 dólares per capita. O Estado do Rio Grande do Sul tem um consumo diferenciado em relação aos outros Estados brasileiros, de aproximadamente 25 dólares per capita, próximo ao consumo da Argentina, fato este que pode ser atribuído à particularidades culturais deste Estado.

A região Sul e Sudeste detêm 70% da produção nacional de flores e plantas ornamentais, sendo o Estado de São Paulo o maior produtor, com cerca de 1.183 ha cultivados, seguido por Santa Catarina (342 ha), Minas Gerais juntamente com o Espírito Santo, com 336 ha e Rio Grande do Sul com aproximadamente 304 ha. Em Santa Catarina predomina o cultivo de plantas ornamentais, enquanto em São Paulo e Minas Gerais ocorre em maior proporção o cultivo de flores de corte, devido à localização das áreas de cultivo em altitudes mais elevadas. Os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo têm investido nesta atividade, com as culturas convencionais, tais como crisântemos e rosas, na região serrana e plantas ornamentais em região de baixada.


SEBRAE

Unidade produtora de flores de corte