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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Aprenda a Fazer um Jardim no Vaso Encantador

É indiscutível o fato de que um jardim deixa o nosso lar com mais vida. Pena que nem sempre temos um grande espaço com terra para cultivar. Nesse caso, usar um vaso para plantar pode ser a escolha ideal. Além de ser uma ótima forma de levar o verde para pequenos espaços, o jardim no vaso também é perfeito para decorar.
Criar um jardim no vaso é algo que qualquer pessoa pode fazer; afinal, o processo de montagem é bem simples e rápido. Para deixar esse momento ainda mais divertido, as crianças também podem participar. O contato com a natureza não só relaxa os adultos, mas como também contribui para a educação ambiental da criançada.
Por isso, vamos ensinar o passo a passo para que você consiga recriar essa ideia em casa. Vamos mostrar como preparar o solo, como plantar e como decorar o vaso.
O resultado desse tutorial é um mini jardim que mais parece ter saído de um conto de fadas! Se você gostou dessa ideia, continue com a gente para aprender todos os detalhes desse maravilhoso projeto de jardinagem.

Materiais Necessários

jardim no vaso
  • Vaso para plantas – grande e redondo
  • Terra vegetal
  • Substrato para plantas
  • Areia
  • Adubo
  • Gravetos pequenos
  • Flores pequenas – como Calêndulas, Margaridas e Violetas
  • Pazinha para jardinagem
Dicas: A maioria dos materiais necessários para montar o jardim podem ser encontrados em lojas de jardinagem e também em floriculturas.

Elementos decorativos

  • Mini arco feito de arame
  • Vasilha de água para pássaros
  • Borboletas de acetato
  • Musgo
  • Pedras para jardim
Dica: Os elementos decorativos sugeridos acima podem ser substituídos por aqueles que forem mais acessíveis para você. Uma sugestão é utilizar peças e brinquedos em miniatura, como bonequinhas, casinhas e regadores.

Passo a Passo

Prepare o solo

Para evitar carregar peso, prepare o solo no próprio lugar onde ficará o vaso – sugerimos a varanda ou a área privativa, espaço muito comum em apartamentos.
1. Em uma vasilha, misture partes iguais de terra vegetal, substrato e areia até obter a quantidade necessária para encher o vaso.
2. Junte um pouco de adubo e misture para que fique bem distribuído.
Dica: não exagere na quantidade de adubo. Na dúvida, verifique as recomendações de uso na embalagem do produto. 
3. Forre o fundo do vaso com gravetos para auxiliar na drenagem da água. Em seguida, despeje a mistura feita com a terra. Caso necessário, complete com terra vegetal pura.
4. Molhe o solo todos os dias, 15 dias depois ele estará pronto para receber as flores.

Monte o jardim

1. Para montar o jardim, distribua no vaso os elementos decorativos maiores. Em seguida, crie um caminho de pedras.
2. Coloque um pouco de musgo em volta do caminho de pedras. Se não tiver, substitua por serragem ou por brita fina.
Dica: Para segurar o musgo no lugar, até em dias de ventania, pregue o musgo na terra com palitos de dente.

3. Com a pazinha para jardinagem, faça algumas covinhas na terra e plante as flores. Aperte um pouco a terra para que a raiz fique firme.

4. Adicione as decorações menores no final, como mini borboletas de plástico ou pássaros decorativos.

5. Por último, molhe a terra e encha de água a vasilha dos pássaros.
Dica: Não se esqueça de trocar a água e de lavar a vasilha regularmente para evitar problemas com o mosquito da dengue.
Como resultado, você terá um encantador jardim no vaso. Como você deve ter percebido, nem é preciso muito espaço para montar esse pequeno oásis verde. Use nossas dicas, juntamente com sua criatividade, para montar um mini jardim com a sua cara.
Se você gostou desse tutorial de jardinagem, deixe seu recado pra gente nos comentários!

Mariana Barbosa

Formada em Letras pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, redatora na Revista Artesanato. Acredita que o aprendizado tem o poder de transformar a vida das pessoas.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Como transplantar sua orquídea?





Uma planta conhecida por sua bela flor, que pode ser de variadas cores, é a orquídea. Esta é uma planta que pode ser encontrada em quase todos os lugares do mundo – a única exceção é a Antártida. Por ser uma planta que se dá muito bem com o clima tropical, é uma ótima ideia cultivá-la nas terras brasileiras.
Uma orquídea bem tratada é uma planta que dá vida e cor para a casa. Mas, para chegar a este efeito, é necessário tomar alguns cuidados. Sobretudo com o replantio. Isso deve ser feito em algumas situações: quando o substrato está velho, quando a planta já não cabe no vaso ou quando a orquídea apresenta alguma doença.

Como transplantar a orquídea

Resultado de imagem para Como transplantar sua orquídea? 1. Escolha bem o vaso

Antes de tudo é preciso garantir que a planta se desenvolverá como o esperado no novo ambiente. Para isso, a dica é escolher o vaso certo. Para as orquídeas, o ideal é optar por um recipiente de material poroso, que drena bem a água.
Hoje temos algumas opções no mercado, para todos os gostos, como vasos auto irrigáveis e estacas de fibra de coco. É só usar a imaginação!

2. Prepare a orquídea

Antes de fazer o replantio, deixe sua planta de molho. O ideal é que a orquídea fique assim por algumas horas. Isso importante para que as raízes presas no antigo vaso se soltem com maior facilidade na hora de fazer a troca de recipiente.

3. Prepare o novo vaso

Enquanto a orquídea está de molho, aproveite para preparar o novo vaso. Faça uma camada com pedras pequenas no fundo. Isso vai ajudar a drenar a água. Depois, coloque terra especial para orquídeas no vaso. Para garantir uma planta vistosa e saudável, coloque também musgo lavado ou chips de fibra de coco no vaso. Molhe o solo do novo recipiente antes de fazer o replantio.

4. Remova a planta

Agora, é hora de trocar a orquídea de vaso. Segure a base da orquídea com as mãos e vire o vaso. A planta deve sair do vaso com facilidade. Caso alguma raiz fique presa, retire-a delicadamente com os dedos. Depois, é hora de preparar a planta para o replantio. Sacuda as raízes, para retirar todo o substrato velho. Você também pode enxaguar a planta em água corrente.

5. Retire as folhas danificadas

Também é importante retirar todas as folhas e caules que estejam danificados ou podres. Uma dica é passar um pouco de pó de canela, que é um cicatrizante natural, nos locais de corte.

6. Coloque a orquídea no novo vaso

Agora, é o momento de transplantar a orquídea. Para isso, encoste a parte posterior da planta no vaso, para firmar seu desenvolvimento. Como saber que parte é essa? É o oposto do lado em que nascem os novos brotos.

7. Espere que a planta se adapte ao novo ambiente

A orquídea demora cerca de sete dias para se adaptar ao novo ambiente. Nesse tempo, deixe a planta na sombra e use um borrifador para regá-la. Passado este tempo, a planta pode ser levada ao sol e molhada normalmente.
Dica de Fertilização:

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Tenha um jardim florido na primavera

Continuando com os artigos sobre a Primavera, conhecer as necessidades de cada espécie é fundamental para garantir seu bom desenvolvimento. Além de nutrição e meio de cultivo, também é preciso observar os seguintes fatores básicos:
Iluminação – dois fatores influenciam o desenvolvimento das plantas: intensidade da luz e duração da exposição. Assim, para determinar o local em que uma planta será cultivada deve ser considerados os fatores sol pleno (grande intensidade e duração), meia sombra (pequena intensidade e grande duração) e sombra (pequena intensidade e duração). Quando a luz é insuficiente, os caules crescem longos e fracos, as folhas pálidas, não produzem flores e podem até morrer. Já o excesso de iluminação provoca queimadura nas folhas.
Temperatura – a temperatura ambiente é um fator muito importante no desenvolvimento das plantas. Em geral, uma temperatura ambiente entre 18° e 21°C é ideal para a maioria das plantas domésticas.
Umidade do Ar – tão importante quanto a umidade do solo é a umidade do ar para as plantas. Por isso, conhecer as necessidades da espécie e a situação do ambiente escolhido para cultivo é fundamental. 

Posição geográfica – veja as indicações para cada um dos lados:
  • Norte – sofre grande variação de luminosidade com a mudança das estações. No inverno, a iluminação acontece durante todo o dia enquanto no verão ocorre em metade do dia.
  • Leste – é o lado com menor incidência solar no verão devido ao sol nascer diretamente no leste com ponto máximo ao meio dia.
  • Oeste – é o lado mais quente durante o verão. Plantas como cactos e suculentas convivem bem nessa época, mas não é lugar para plantas mais delicadas.
  • Sul – é o lado com pior luminosidade. Só coloque plantas que convivem bem com baixa luminosidade e temperatura.

Regas

A necessidade de água varia de acordo com as espécies. No entanto, a umidade leve costuma ser ideal para a maioria das plantas. É preciso um cuidado especial com as plantas que ficam dentro de casa, pois tendemos a regá-las mais do que o necessário. Já para plantas de área externa, o melhor horário para regá-las é de manhã cedo ou no final da tarde, sendo que as folhas nunca devem ser molhadas se estiverem com incidência direta do sol.

Adubação

A adubação é um item de extrema importância para o desenvolvimento das plantas. Sua função principal é enriquecer o solo quando existe alguma deficiência de nutrientes. Mas isso não significa que devemos usar muito adubo, pois o excesso de nutrientes também pode ser prejudicial, já que torna o ambiente propício a fungos e bactérias. O ideal é sempre observar a necessidade de cada planta (quantidade e periodicidade).
Os adubos podem ser sintéticos ou orgânicos. Os sintéticos são vendidos como sais simples ou em misturas já prontas, em pós líquido, pastilha ou granulado e liberam nutrientes de 1 a 3 meses. Os orgânicos (meus preferidos) são compostos de resíduos animais e vegetais e contém todos os macro e micro nutrientes que as plantas precisam, devendo ser curtidos antes do uso. Também liberaram os nutrientes ao longo do tempo, mas de forma mais permanente do que os adubos sintéticos. Nessa categoria incluímos o húmus de minhoca.

Pragas e doenças

A observação cuidadosa das plantas é fundamental para identificar e prevenir infestações. Entre os tipos mais comuns de pragas estão: formigas, pulgões, lagartas, cochinilhas, ácaros, percevejos, moscas brancas e tripés. Já as doenças são causadas por fungos, bactérias e vírus, que provocam mofos e manchas em folhas e outras partes das plantas, levando ao apodrecimento.
É possível tratar essas pragas com receitas naturais e de baixa toxidade. O cheiro proveniente das plantas como alfavaca, arruda, hortelã, manjericão e gerânio repelem moscas, mosquitos e outros insetos. Outras soluções são as receitas caseiras que relaciono abaixo:
  • Para doenças fúngicas e fungos de solo – Cavalinha – Ferver 50 g de cavalinha em 12 litro de água por 20 minutos. Coar, diluir em 10 litros de água e pulverizar sobre a planta.
  • Para pulgões, cochinilhas e ácaros – Arruda – Em 1 litro de água bater 1 ramo grande de arruda. Coar e pulverizar sobre a planta.
  • Para formigas – hortelã e salsa – Plantar hortelã e salsa próximo ao jardim evita a aproximação de formigas.
  • Para bactérias, fungos, nematóides e insetos em geral – Suco de Alho – Em 4 litros de água quente dissolver 50 g de sabão de coco. Juntar 2 cabeças de alho e 4 colheres (chá) de pimenta vermelha (deixar em infusão por algum tempo).  Coar e pulverizar.

Cuidados básicos para algumas plantas

Veja em seguida os cuidados básicos para alguns tipos de plantas:
Samambaia – deve ser regada 2 vezes por semana, com adubação a cada 2 meses. Não gosta de luz direta do sol nem vento.
Avenca – precisa de rega 3 vezes por semana, com adubação 1 vez ao mês. É mais delicada que a samambaia, não gostando de sol direto ou ventos. Precisa ser mantida em local mais protegido.
Antúrio, bromélia, filodentro, jibóia e orquídea – plantas que ficam dentro de casa devem receber rega 2 vezes por semana. As que ficam em área aberta precisam de rega diária. A adubação deve ser feita apenas no inverno e precisam receber pulverização a cada 40 dias contra fungos e insetos.
Cactos e suculentas – rega a cada 15 dias, somente nas raízes, com adubação 1 vez ao ano. Precisa de exposição diária ao sol.
Hera e trepadeiras – precisam de rega 1 vez por semana e adubação 2 vezes por ano. A cada 6 meses, pulverizar com calda bordalesa.

Lista de cuidados básicos

Conheça abaixo a lista de cuidados básicos com as plantas, sugerida pela Biomix:
  • Cuidados constantes – Observe seu jardim e suas plantas com regularidade!
  • Remova sempre as folhas velhas.
  • Corte as pontas das folhas escurecidas.
  • Utilize sempre substrato de boa qualidade.
  • Quando regar não molhe as folhas. Os fungos precisam de água para germinar.
  • Evite respigar água, os respingos são principais responsáveis pela transmissão de doenças entre as plantas.
  • Mantenha suas ferramentas sempre limpas e esterilizadas. Ferramentas cegas e/ou sujas prejudicam as plantas e transmitem doenças.
  • Cuide sempre da iluminação das plantas.
  • Isole plantas doentes das demais.
Diariamente
  • Verifique quais plantas precisam de água.
  • Remova as flores murchas.
  • Elimine folhas secas, deterioradas ou manchadas.
Semanalmente
  • Verifique a consistência do substrato, caso seja necessário complete o vaso ou canteiro.
  • Vire os vasos para que as plantas recebam luz por igual; se não fizer isso as plantas irão se desenvolver só para uma lado ficando deformadas.
  • Verifique as condições ambientais: temperatura, luminosidade, umidade atmosférica e ventilação.
Mensalmente
  • Faça a imersão em água das plantas que estão em vasos pendentes.
  • Faça muda dos exemplares mais bonitos.
  • Desponte as plantas que têm brotos fracos.
  • Corte a ponta dos ramos das plantas que você pretende deixar mais densas.
  • Pulverize ou passe um pano nas folhas para eliminar a poeira.
Trimestralmente
  • Verifique se as raízes estão saindo pelo furo de dreno do vaso, ou seja, se a planta precisa ser transferida para um vaso maior ou ser adaptada para o mesmo.
Anualmente
  • Faça podas.
  • Reenvase as plantas que necessitarem de novo recipiente ou de uma carga de substrato para renovar o meio de cultivo.

Considerações

Para concluir a série sobre a Primavera, indico a leitura do Manual de Jardinagem da Biomix, que foi uma das fontes usadas para os posts. É uma excelente e completa fonte de informação com muitas fotos e passo-a-passo sobre plantio, sementeiras e outros.
Índice de posts sobre o assunto
Referências
Jornal Plantas e Flores
Créditos pela foto: Јerry (cc by)

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Garoto de 4 anos ensina a por orquídea na árvore (+playlist)




Cultivar uma orquídea em árvore é uma boa maneira de enfeitar a casa com plantas 
sem precisar de muito paparico - nos primeiros meses, você vai regá-la mais vezes, 
mas, com o tempo, as raízes novas surgem e a orquídea quase não precisa de cuidados. 
A jardineira Carol Costa, do site Minhas Plantas, convidou o pequeno Fabricio para mostrar
 como é fácil prender uma Phalaenopsis num galho. 
Quem sabe agora o pessoal nos supermercados 
e floriculturas para de jogar planta no lixo e
 começa a doar para que elas enfeitem ruas e praças da cidade? 
Mais vídeos e informações sobre orquídeas em http://www.minhasplantas.com.br.



quarta-feira, 19 de julho de 2017

Como cultivar a Três Marias



Você conhece a Três Marias (Bougainvillea glabra)? 

Estas plantas têm um charme especial, pois decoram cidades antigas como Colônia do Sacramento, no Uruguai. 
Também ficam lindas em pergolados. Separamos algumas dicas para que você possa cultivar a sua Três Marias com sucesso:
- A Três Marias tem origem no sul do Brasil, sendo subtropical. Por isso, a planta suporta frio e geadas. Deve ser exposta a sol pleno; 
 
- Devem ser cultivadas em solo fértil, preparado com adubos orgânicos;

- As podas devem ser realizadas anualmente para estimular o florescimento e renovar a folhagem. A época ideal para a poda é a vegetativa, quando planta não está florida. 
 
- As flores podem ser nas cores branca, rosa claro, coral, carmim, púrpura, alaranjada e amarelo ouro; 
 
- Você também pode plantar a Três Marias perto de um posto ou outro suporte do tipo, para ir enrolando seu tronco e dando a ela o formato de uma árvore.
Três Marias
Crédito: blogdabiologaplantevida

terça-feira, 11 de julho de 2017

Aprenda em 06 passos a ter sucesso no Cultivo de Violetas

Fonte: site terral.agr.br

Há muito tempo as flores exercem um poder especial sobre as pessoas. Em formas de presentes, agradecimentos, pedido de desculpas, declarações de amor ou apenas um jeito de demonstrar carinho, elas falam o que jamais poderia ser dito através de palavras. As flores das violetas fascinam por suas flores, cores e formas e por serem umas das mais belas manifestações da natureza. A violeta africana é uma espécie florífera perene, percentence à família Gesneriaceae, a mesma das gloxíneas, na qual existem cerca de 25 espécies e acima de 8 mil variedades conhecidas, das quais 100 têm sido cultivadas comercialmente.
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Fonte da foto: www.evergreennursery.com

1º Passo: Replantio do vaso

Embora as violetas sejam normalmente comercializadas em vasos de plástico, o ideal é que elas sejam plantadas em vasos de barro. O vaso de barro tem a vantagem de absorver o excesso de água e permitir que as raízes da planta “respirem” adequadamente. As violetas são plantas com tecido interno rico em água e por isso são muito sensíveis ao excesso de umidade elas tendem a melar e apodrecer. 
O ideal é que após adquirir o vasinho de violeta este seja replantado em condicionador de solo "Classe A", produto rico em turfa (matéria orgânica capaz de reter água), nutrientes (as raízes das violetas precisam absorver para um bom desenvolvimento) e esterco (além de ser fonte de matéria orgânica e nutrientes também retém umidade). O substrato que as plantas são comercializadas, são produtos leves, aerados, isentos de matéria orgânica, nutrientes e incapazes de reter água, desidratam a planta rapidamente, dessa forma, é imporante fazer o replantio para que a planta cresça de forma bonita e saudável.
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Fonte da Foto: www.ipm.iastate.edu

2º Passo: Condições ideais de crescimento

As violetas são flores de interior, não suportam luz solar direta e devem ser mantidas rigorosamente à meia-sombra. Porém é importante que haja claridade e ventilação para que as folhas da planta possa realizar a fotossintese e respiração, caso contrário, as folhas ficam amareladas e as raízes ficam mais susceptíveis ao ataque de pragas e doenças. O contato com o sol direto deixa as folhas queimadas e desidratadas (Foto abaixo).
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Fonte da Foto: www.missouribotanicalgarden.org

3º Passo: Nutrição mineral

A violeta é uma planta sensível à adubação de fertilizantes químicos, sendo que, apenas os nutrientes contidos no Condicionador de Solo "Classe A" são suficientes para a nutrição de suas raízes. No entanto, se o plantio for feito em terra vegetal, pode-se fazer a complementação dos nutrientes com fontes naturais: cinzas de churrasqueira peneirada, casca de ovo seca e moída no liquidificador, esterco curtido e moído, húmus de minhoca, etc. Caso se use o NPK, deve-se ater às formulações com baixo percentual de nitrogênio, como o 04-14-08 (os percentuais da formulação são: 4% Nitrogênio, 14% Fósforo e 8% Potássio) muito usado para o plantio em geral. O nitrogênio, embora seja o nutriente do crescimento, para a violeta ele queima as raízes das plantas. Esta formulação deve ser misturada no condicionador de solo antes do plantio. Além disso, as folhas das violetas possuem pêlos que impedem o acúmulo de excesso de água em suas folhas, uma medida natural da planta de evitar a mela foliar, dessa forma, caso a adubação seja foliar, o que não for absorvido pelas folhas irá escorrer para o solo e ser absorvido pelas raízes. A adubação foliar é considerada a mais eficiente e por isso a mais indicada para as plantas envasadas.
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Fonte da Foto: www.seggleston.com

4º Passo: Reprodução

A violeta possui uma forma simples de reprodução vegetativa através do enraizamento da folha. Deve-se cortar o pedúnculo ("cabinho") da folha com faca, tesoura ou mesmo quebrá-la na base do caule. É importante nao deixar um pedunculo comprido pois ele irá apodrescer e há risco de contaminar a planta com alguma doença. O pedúnculo deve ser reduzido ao tamanho de 1 cm próximo à folha. Em um recipiente furado no fundo (caixa plástica comprida e rasa, copo plástico, vaso de cerâmica, etc.), deve-se completar com substrato (o mesmo de hortaliças) até a borda, apertar e molhar. Em seguida deve-se plantar as folhas cobrindo a base da folha com substrato. As folhas podem ser plantadas uma ao lado da outra, deixando uns 5 cm de distância da folha da frente para o crescimento das mudinhas. Esse recipiente deve ficar em um lugar sombreado. A umidade é fundamental para o enraizamento e brotamento das mudas. Para saber a hora de molhas basta enfiar o dedo, se estiver úmido, deve-se molhar. Com o tempo as mudinhas irão nascer na base da folha enraizar e estarão prontas para serem replantadas em vasos individuais. Aguarde o crescimento de mais de 5 folhas para fazer o transplantio. Utilize condicionador de solo "Classe  A" para o transplantio das novas mudinhas, elas precisarão de nutrientes, matéria organica e boa retenção de água no solo para crescerem saudáveis. Faça também uma boa adubação foliar para acelerar o crescimento das mesmas.
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Fonte da Foto: www.cutoutandkeep.net
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Fonte da foto: www.indoor-plants.net
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Fonte da Foto: www.plantcaretoday.com

5º Passo: Controle de pragas

Geralmente, as pragas atacam as plantas nos momentos de debilidade nutricional, excesso ou stress hídrico. É importante que as plantas estejam bem nutridas e regadas adequadamente para que possam tolerar ou rebrotar após o ataque. Além disso, é possível através de alguns produtos naturais, fazer um tratamento preventivo. O produto mais utilizado é o óleo de neem, porém dependendo da dosagem este óleo intoxica e até fecha os estômatos das folhas (pequenas bocas por onde as folhas respiram e se alimentam) prejudicando drasticamente o seu crescimento. Até o momento, para o combate orgânico, o produto mais eficiente disponível no mercado é o Inseticida Spruzit, da Empresa alemã Neudorff. Este produto é distribuído pela Terral em Minas Gerais e pode ser facilmente encontrado nos nossos parceiros. Além deste, seguindo a mesma linha de produtos orgânicos, temos o lesmicida Ferramol (único no mercado tóxico apenas para lesmas, caracóis e caramujos), as Armadilhas de Placas Amarelas (grande e pequena) onde a coloração é um atrativo para insetos voadores que ficam grudados ao pousarem na placa. Soluções simples, orgânicas e muito eficazes no combate de pragas de plantas.
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Fonte da Foto: www.en.allexperts.com

6º Passo: Coleção de belas plantas

Há muitas variedades de violetas disponíveis no mercado. É interessante se colecionar a variação de cores, tamanhos e formas de flores e cores de folhas. Um mix de cores que transforma o ambiente trazendo mais paz e harmonia para nossas casas.
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 Fonte da Foto: www.greenwomanmagazine.com
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Fonte da Foto: www.suggestkeyword.com
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Fonte da Foto: www.flickr.com
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Fonte da Foto: www.pinterest.com
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Fonte da Foto: www.debalconesyflores.es
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Fonte da Foto: www.ruhrnachrichten.de
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Fonte da Foto: www.giardinaggio.it
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Fonte da Foto: www.club.anflower.co.kr
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Fonte da Foto: www.pinterest.com

domingo, 9 de abril de 2017

Onde Plantar Orquídeas



Orquídeas são todas as plantas que compõem a família Orchidaceae, pertencente à ordem Asparagales, uma das maiores famílias de plantas existentes. Apresentam muitíssimas e variadas formas, cores e tamanhos e existem em todos os continentes, exceto na Antártida, predominando nas áreas tropicais

APRENDA CULTIVAR ORQUÍDEAS CLICANDO AQUI: http://bit.ly/2cvdb7O

1 - Onde Plantar Orquídeas ?

Para quem está iniciando na arte do cultivo às orquídeas a situação nem sempre é fácil, parece que encontramos um pouco de informação em cada lugar mas nunca temos acesso a informações completas sobre o assunto! 

Existem muitas espécies de orquídeas e cada uma delas parece possuir uma personalidade própria, com necessidades e exigências especiais. 

2 - Orquídeas - Como Cuidar? 

Quantas pessoas ganham orquídeas de presente para ver a florzinha morrer em breve, simplesmente pelo fato de não saber como cuidar? Cuidar de orquídeas é fácil e prazeroso, basta ter acesso às informações corretas; 

A maior parte das orquídeas acaba morrendo ou não dando flores por causa de erros bastante simples que cultivadores cometem. Estes erros podem ser evitados facilmente.

Para saber cuidar de orquídeas é preciso entender os sinais que a plantinha lhe fornece e você pode aprender a identificar o que precisa ser feito antes da planta sofrer. 

Existem métodos comprovados e que funcionam sempre para cuidar desta linda flor. Estes métodos podem ser utilizados por quem está começando agora ou mesmo por aqueles que já possuem algumas orquídeas! 

Cada orquídea tem uma personalidade especial e se você dedicar sua atenção para conhecê-la ela lhe retribuirá com as mais lindas flores que já viu! 

3- Onde Comprar Orquideas?

Descubra todos os SEGREDOS de como comprar a orquidea certa, saudável, além de cultivar orquídeas facilmente com explicações passo a passo! Transforme as orquídeas de seu jardim em orquídeas lindas de exposição.

Conheça o Manual Completo Como Cuidar de Orquídeas, feito por Alberto Schuman, cultivador de Orquideas a mais de 20 anos, o material é de ótima qualidade, completo, ilustrado e cheio de dicas especiais. 

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domingo, 26 de fevereiro de 2017

Flores Comestíveis