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sexta-feira, 17 de março de 2017

Rio Rural adapta produção de hortaliças ao solo arenoso de São João da Barra

Pesquisa e tecnologias sustentáveis favorecem diversificação de culturas.

 
Uma unidade de pesquisa participativa do programa Rio Rural, da secretaria estadual de Agricultura, na localidade de Mato Escuro, em São João da Barra, no Noroeste do estado, está mostrando aos agricultores da região que, com o auxílio de tecnologias de produção sustentáveis, é possível plantar hortaliças em solo arenoso. Executada e coordenada pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro-Rio), a unidade implantada nas terras do agricultor familiar Elias Pereira de Almeida está produzindo entre 1.200 e 1.300 pés de alface por semana.

 O município litorâneo é tradicional na produção de maxixe e quiabo, culturas mais resistentes ao calor. O sucesso da lavoura, de acordo com o técnico responsável pelo trabalho, engenheiro agrônomo José Márcio Ferreira, é resultado da adoção do cultivo protegido, em estufa, e fertilização do solo com materiais orgânicos como o lodo de usina de cana-de-açúcar, esterco de curral e humus de minhoca. "Com o cultivo protegido, em pequenas áreas, é possível "construir" o solo mais favorável e produzir durante todo o ano, explicou. A modelo de adaptação da agricultura do Oriente Médio também foi citado como exemplo pelo técnico." "Não é preciso ir a Israel aprender a produzir na areia. Guardadas as proporções, com tecnologia é possível fazer muito por aqui. Além do cultivo protegido, temos um sistema integrado com o kit galinha, que consome as sobras da horta e produz humus de minhoca usado como adubo, afirmou ele.
 
 O uso de insumos químicos é cada vez menor na pesquisa, cuja meta é o cultivo agroecológico. Na última quinta-feira, um dia de campo demonstrou aos agricultores vizinhos técnicas utilizadas na propriedade, como a produção de mudas, através da semeadura com equipamentos, utilizando a quantidade certa de sementes e facilitando o plantio nos canteiros. A unidade de pesquisa é uma parceria entre o Governo do Estado e a LLX, empresa do grupo EBX que está construindo o Complexo Portuário do Açu, no mesmo município. 

 As pesquisas participativas do Rio Rural tem como meta testar tecnologias e formas de produção que sejam sustentáveis social, ambiental e economicamente, ajudando a valorizar a atividade agrícola e oferecer maior qualidade de vida no campo. 

fotos: Flavia Pizelli

quinta-feira, 16 de março de 2017

GABIROBA → DELÍCIA DE FRUTA NATIVA! VEJA *AQUI* PARA QUE SERVE




Fonte site: 

Gabiroba

Tem fruta que a gente nem sabe que existe, outras a gente até já ouviu o nome mas nunca cheirou, saboreou. E elas são nossas, frutas nativas das matas brasileiras - e não só pois também são nativas na Argentina, Uruguai e uma variedade de países latino-americanos.

O que é a gabiroba?

Gabiroba tem vários tipos, uma das matas tropicais úmidas conhecida como gabiroba-açu ou gabiroba-da-Amazônia, Campomanesia lineatifolia, outra que nasce no cerrado, a gabiroba miúda, comum e a mais saborosa, Campomanesia laurifolia.
Fora essas também há a gabiroba-do-campoCampomanesia adamantium, a gabiroba-do-litoral, Campomanesia guaviroba, que também é chamada de guavira e se dá na região de Mata Atlântica mais próximo dos rios. Campomanesia xanthocarpa, a gabiroba arbórea e, no entanto, a mais estudada para uso medicinal.
Como você pode ver, gabiroba, guavira, guabiroba e outros nomes semelhantes são espécies de Campomanesia, um gênero frutífero das Myrtaceae, família muito diversificada e abundante no nosso continente americano onde também estão outras frutas nativas.
Vale conhecer, provar, estudar essa nossa fruta nativa, uma das muitas ameaçadas de extinção pelo mau uso que fazemos dos recursos naturais.

Usos para a gabiroba

Cada região de gabiroba também tem seus usos preferidos - toda gabiroba é comestível, toda casca de gabiroba amarga na boca, toda gabiroba tem propriedades curativas mas, nem em todo lado é usada do mesmo jeito.
No Cerrado, usa-se todo tipo de fruta que aparece e a gabiroba não fica atrás. É preferida pelo sabor mais acentuado (o sol do cerrado contribui) para doces, licores, sorvetes e sucos.

Informações nutricionais

Gabiroba tem baixo teor calórico, muita fibra de boa qualidade, bastante ferro e cálcio.

Usos na medicina popular

gabiroba 2

Reduzir os níveis de glicose no sangue, para anemia e fraqueza

Na medicina populargabiroba é usada para reduzir os níveis de triglicerídeos e glicose no sangue, em casos de anemia e enfraquecimento generalizado.

Infusão da pele dos frutos para disenteria

A infusão da pele dos frutos da gabiroba é usada no tratamento de processos catarrais, diarreia, disenteria.

Chá de folhas: bom para a memória e muito mais

Das folhas se faz um chá para redução do colesterol e que também ajuda a fortalecer a memória, trata disenteria, regula o intestino e elimina catarro da bexiga e do útero. Com o mesmo chá de folhas se combatem os sintomas da gripe.

Infusão da casca da árvore para problemas urinários

A infusão da casca da árvore se usa para tratar problemas urinários diversos e, o banho de assento reduz as hemorroidas. Já o banho das folhas é um poderoso relaxante muscular.

Para feridas e infecções da boca

A medicina indígena aplica a gabiroba (folhas, casca do tronco e caules) para tratar feridas e infecções na boca, dor de dente, contusões, dor de barriga e induzir o parto.
Mas, não se deve mastigar a casca das frutas ou suas sementes pois, estas contêm compostos que são tóxicos ao nosso organismo.

Usos na mata

As gabirobas, árvores de porte baixo a médio (até 8 metros), são bastante usadas em paisagismo urbanos, na recuperação de áreas degradadas, como planta atrativa de abelhas e insetos polinizadores, na recuperação de matas ciliares.

terça-feira, 14 de março de 2017

Uso do óleo de neem como fungicida




Escrito por Annette Lyn O'neil Google | Traduzido por A. Araújo


Uso do óleo de neem como fungicida
A árvore de neem (neem image by fotomagic from Fotolia.com)
A árvore de neem (conhecida pelo nome científico Azadirachta indica) foi declarada pela ONU como a "Árvore do Século Vinte e Um" por seus benefícios ambientais e medicinais. Menos conhecido como margosa, o neem é reverenciado no subcontinente indiano, de onde é nativo, aparecendo em muitos remédios tradicionais da região. Uma das essências mais concentradas dessa árvore, é extraída de sementes maduras esmagadas. Esse óleo é, entre outras coisas, um potente e muito aplicável fungicida.

Histórico

O óleo de neem tem sido usado como fungicida há centenas de anos. O nome em sânscrito dessa árvore de folhas largas é "arishtha" -- "aliviadora de doenças" -- e antigos manuscritos hindus contém vários capítulos descrevendo as propriedades medicinais dos frutos, sementes, óleo, folhas, raiz e casca dessa árvore. Praticantes de medicina unani e ayurvédica usam o óleo de neem há séculos, para uma variedade de propósitos.

Para a saúde

O óleo de neem controla de forma eficaz certos fungos que podem crescer e habitar o corpo humano, de acordo com a National Academies Press. Como esses fungos desenvolveram resistência contra fungicidas sintéticos, tem sido mais difícil de controlá-los; com o neem, foi possível fazer esse controle de forma surpreendentemente fácil e sem efeitos colaterais. A planta é eficaz no tratamento de muitos fungos diferentes, incluindo o do "pé-de-atleta", que infecta pele e unhas, fungos dos intestinos, fungos que atacam as membranas mucosas e o fungo que causa a candidíase oral. O óleo de neem é usado em loções e tinturas que tratam doenças de pele, incluindo úlceras, escrófula e até mesmo a bactéria causadora da lepra.

Para jardinagem

O óleo de neem é um fungicida particularmente eficaz, seguro e ecologicamente correto. Em sua forma diluída, pode ser aplicado em forma de spray em rosas e árvores frutíferas para eliminar oídio e mancha negra. Por não ser tóxico, pode ser usado de forma segura em jardins de vegetais -- mesmo tomates e melões, onde o crescimento de fungos pode espalhar-se muito rapidamente para fungicidas sintéticos serem eficazes. Além de controlar fungos, a neem é muito eficaz para sufocar ovos de insetos e pragas como afídios, ácaros e moscas brancas.

Para animais de estimação

Assim como seres humanos, os animais também estão vulneráveis a infecções fungais dos pelos, pele, trato digestivo, membranas mucosas e unhas. O óleo de neem pode substituir fungicidas sintéticos para lidar com esses fungos. Infecções da pele (como aspergilose, malassezia e sarna) podem ser tratadas com spray de neem comercial ou banhos de neem. O óleo de neem pode ser acrescentado ao xampu para cães para tratar casos de micose, além de ser eficaz no controle de pulgas e carrapatos. Acrescentar uma pequena quantidade de óleo de neem na ração de seu animal de estimação pode ajudar a eliminar parasitas intestinais, estimular o fígado e a função imune para prevenir infecções de fungos.

Limitações

Há algumas limitações na utilidade do neem como fungicida; parte do motivo de ser ecologicamente seguro é que ele é rapidamente degradado pelo ambiente. Temperaturas extremas, exposição à luz ultravioleta, remoção pela chuva, neve ou outros fatores ambientais podem eliminar o óleo de neem ou reduzir sua eficácia, portanto, pode ser necessário repetir as aplicações mais vezes do que no caso de fungicidas sintéticos, mais perigosos. Além disso, altas concentrações de óleo de neem podem causar danos a plantas delicadas.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Couve é aliada da dieta e ajuda a prevenir o câncer


Verdura tem boas quantidades de ferro, cálcio, fibras, entre outros nutrientes

ARTIGO DE ESPECIALISTA ATUALIZADO EM 09/08/2016
foto especialista
Dr. Durval Ribas 
NUTROLOGIA - CRM 40093/SP
ESPECIALISTA MINHA VIDA
Couve é o nome popular de uma das verduras mais utilizadas na culinária brasileira e que pode ser encontrada em outras variedades também, sendo a couve-manteiga a mais comum delas. Além de fornecer nutrientes necessários ao nosso organismo, a planta participa diretamente de ações antioxidantes, antiliberação de radicais livres e de antienvelhecimento celular, benefícios que fazem dela um dos melhores alimentos a serem consumidos.
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O grupo das crucíferas, no qual a couve faz parte, contém pigmentos antioxidantes que previnem doenças crônico-degenerativas, incluindo o câncer, visto que essas substâncias induzem enzimas que favorecem ações anticarcinogenesis.
A couve é uma boa fonte de minerais como ferro, que ajuda a prevenir a anemia, fósforo, importante para os músculos e ossos, cobre, que ajuda na absorção de ferro, manganês e selênio, necessário para a tireoide e também um poderoso antioxidante.
O alimento também conta com os minerais potássio, um dos responsáveis pela manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico, contração muscular, funcionamento cardíaco e participa da transmissão dos impulsos nervosos, e zinco, importante tanto para a síntese de células imunológicas como em sua ação de defesa contra vírus, bactérias e fungos.
Esta verdura ainda fornece porções consideráveis de cálcio, que ajuda a fortalecer os ossos e dentes, e magnésio, importante para a constituição e bom funcionamento dos neurotransmissores. Apesar da presença desses minerais, a couve não é tão biodisponível quanto o do leite, pois, geralmente, nos produtos de origem animal a biodisponibilidade de alguns nutrientes é maior.
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A verdura é rica em fibras, que aumentam a sensação de saciedade, melhoram o trânsito intestinal e evitam picos de glicose, prevenindo assim o diabetes e glicosinolatos, fotoquímicos naturais que têm ação desintoxicante.
A vitamina A também está presente na couve. Este nutriente é essencial para a visão e para manter a integridade e função das células da pele e das mucosas, contribui para o crescimento, evita infecções e tem ação antioxidante.
Por ser pobre em calorias, ela é muito utilizada em dietas para redução de peso e tem recomendação diária de 100g, quantidade que possui apenas 25 calorias, e pode ser consumida crua ou cozida sem alterar seu valor nutricional.
A couve pode ser adicionada em sucos. Assim, é possível ingerir as outras vitaminas das frutas e combinar as fibras com líquidos, o que irá melhorar a ação do nutriente. Os chamados sucos verdes normalmente contém couve, uma fruta e pode ter grãos funcionais e líquidos como água, água de coco ou chás.

quarta-feira, 8 de março de 2017

11 ADUBOS OU FERTILIZANTES E DEFENSIVOS ORGÂNICOS FEITOS EM CASA





fertilizantes e pesticidas
Para quem tem desejo de cultivar, não importa se em uma varanda, um jardim ou em uma horta, o importante é fazê-lo! Mas muitas vezes plantar não é fácil e para complicar o trabalho, já duro e cansativo, chegam uma infinidade de insetos e parasitas que, se não forem controlados, podem estragar nossas plantas e frustrar nossos esforços.
Abaixo sugerimos algumas "receitas" para fazer fertilizantes e repelentes 100% orgânicos, que vão ajudar você a manter afastados insetos indesejáveis, respeitando plenamente a natureza.

1. O estrume

Existe maneira melhor para enriquecer o solo do seu jardim ou quintal que o bom e velho esterco? Você pode comprá-lo em lugares especializados ou, melhor ainda, produzi-lo, se você tiver animais como galinhas, cabras e coelhos. As fezes deste último são aquelas com a maior taxa de nitrogênio e podem ser usadas espalhando-as diretamente à terra. Aquelas dos outros animais, em geral, devem ser bem curtidas antes (composteiras).

2. Inseticida spray de alho

alho é um poderoso repelente natural, capaz de desencorajar muitos insetos e espantá-los para outros lugares. Para preparar o nosso inseticida, batemos no liquidificador uma cabeça de alho com alguns cravos da índia, juntamente com dois copos de água até obter um composto bem homogêneo. Deixe-o descansar por um dia para depois ser misturado em 3 litros d’água. A mistura assim obtida pode ser vaporizada com um spray, diretamente sobre as folhas das plantas.

3. Chá de Urtiga

Quantas vezes você, sem querer, acabou tocando uma folha de urtiga e ficou sentindo aquela coceira irritante? Bem, a urtiga pode não ser tão irritante assim quando se torna uma grande aliada para seus cultivos. Calce um par de luvas grossas e colha um pouco de urtiga. Coloque-as de molho em um balde cobrindo-as com água e deixe-as descansar por pelo menos uma semana e estará pronto o seu novo fertilizante líquido 100% orgânico.

4. Inseticida spray de tomate

As folhas de tomate são ricas em alcalóides, excelentes repelentes para pulgõesvermes e lagartas. Encha dois copos com folhas de tomate picadas e adicione água. Deixe descansar por pelo menos uma noite e dilua a mistura em outros dois copos d’água. Pronto! pode pulverizar seu spray de tomate sobre as plantas. Mantenha o repelente longe dos animais domésticos pois, pode ser tóxico à eles.

5. Cascas de ovos

As cascas de ovos são um ingrediente interessante para o nosso jardim. Elas possuem um duplo benefício, podem ser usadas seja como fertilizantes seja como repelentes, em pedaços ou trituradas. Se trituradas, polvilhe o pó sobre a base das suas plantas, ou use pedaços, criando uma espécie de anel na base da planta: esta barreira pode afastar os caracóis e algumas lagartas.

6. Tabaco macerado

A nicotina presente nas folhas de tabaco não cria dependência apenas em seres humanos, mas também em insetos, agindo como um ótimo repelente. Para preparar o tabaco macerado coloque 3 ou 4 cigarros em meio litro d’água. Deixe macerar por dois dias e depois filtre, ou passe o líquido obtido por uma peneira fina. Coloque-o em um spray e está pronto o seu inseticida natural.

7. Inseticida spray de pimenta

pimenta é um excelente repelente natural contra pragas. Para preparar o spray, bata no liquidificador em alta velocidade por 2 minutos, cerca de 6 a 10 pimentas (qualquer tipo) com dois copos d’água. Deixe a mistura descansar durante a noite. No dia seguinte, filtre-a e adicione um copo d’água. Despeje o líquido no pulverizador e pronto!

8. Adubação com ervas

Seu gramado não está tão verde como você gostaria? Não se preocupe, basta apenas um simples cuidado: quando você cortar a grama não a recolha, deixe-a no chão! Será uma valiosa fonte de nitrogênio. A grama recém-cortada, por ser muito curta, decompõe-se rapidamente, enriquecendo o solo de nutrientes e fazendo o seu gramado ficar mais verde do que nunca!

9. Adubação com a borra do café

Se você adora e bebe muito café, não jogue fora sua borra que é uma excelente fonte de nitrogênio para o solo, além de ser rica em antioxidantes. Adicione a borra à sua compostagem ou polvilhe-a diretamente sobre o solo.

10. Nematóides Amigos

Eu sei, pode parecer estranho existirem vermes amigos de seu jardim, mas è verdade! Muitas vezes, para controlar a população de pragas são necessárias outras pragas, ou melhor, outros insetos antagonistas. Este tipo de Nematóide bom é capaz de matar muitas de suas pragas do seu jardim, incluindo besouros, gorgulhos e muitos outros. Você pode comprá-los em lojas especializadas.

11. Façamos compostagens!

compostagem é definitivamente um dos métodos mais simples e eficazes para enriquecer o solo e fazer o seu jardim florescente e produtivo. O que você precisa é de restos de comida e de todas as substâncias ricas em nitrogênio, como grama, folhas ou palha. Você pode fazer a compostagem mesmo vivendo na cidade.
Como vimos, podemos fazer muito para preservar nossas lavouras sem o uso de produtos químicos e poluentes. Mais uma vez é a natureza que nos dá soluções para os problemas. Bom crescimento à todos!

site:https://www.greenme.com.br/

terça-feira, 7 de março de 2017

Plantas que afastam insetos! Cultive!!

Do site: lar natural

Citronela

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Esta com certeza você já deve ter ouvido falar! O óleo essencial de citronela, por exemplo, é largamente usado como repelente de insetos e também para desinfetar superfícies.
Recomendado por Lar Natural
Meu Lar Natural

O cheiro da citronela afugenta os insetos e lembra muito o do limão. A planta é super perfumada, há quem ame e há quem não goste tanto, mas uma coisa é certa: ela funciona como uma espécie de barreira para os insetos! Você pode tê-la em vasos ou no jardim, ela gosta de sol, hein?!

Manjericão

Plantas-que-afastam-mosquitos-majericão
Surpresa! Esta delícia culinária que deixa os pratos mais perfumados tem um cheiro desagradável para os insetos! Então, além de render pratos deliciosos, o manjericão ajuda a afugentar insetos indesejáveis como mosquitos e pernilongos.
Fácil de cultivar: quatro horinhas de sol por dia, um solo bem fértil com adubo orgânico e potinhos com furinhos para drenar o excesso de água.

Erva-cidreira

Plantas-que-afastam-mosquitos-erva-cidreira
Rende um chá calmante gostosinho e põe os insetos para correr. A erva-cidreira pode ser facilmente cultivada em casa, mesmo por quem não tem muito espaço. Basta receber sol e regar de 2 a 3 vezes por semana, vasinhos com furinhos para drenar o excesso de água são bem-vindos!

Cânfora

Plantas-que-afastam-mosquitos-canfora
Esta é uma velha conhecida de quem gosta de medicina natural, quem nunca viu nas farmácias (até mesmo nas comuns) pomadas e unguentos à base de cânfora para tratar dores nas pernas e picadas, entre tantas outras utilidades? Tem ação fungicida e repelente, pode ser plantada em vasinhos, precisa receber sol e ser regada de 2 a 3 vezes por semana, cuidado para não encharcar a terra.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Cinco mandamentos para salvar sua horta no verão





O excesso de sol, a seca e as chuvas fortes no verão podem colocar sua horta em risco. 

A drenagem, o uso do sombrite e o horário das regas são alguns dos cuidados 

que ajudarão no cultivo das suas hortaliças na estação mais quente do ano.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Em processo de ócio criativo !


Estamos em férias, caso queiras mudas, minhocas californianas ou minhocários, contate pelo email agropanerai@gmal.com.

Nossos conteúdos continuarão disponíveis, são mais de 1700 postagens. Pesquise por assunto no alto da página ou por tema semelhante no final de cada postagem.
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alexandre panerai
eng. agrônomo


‘Ócio criativo significa trabalhar, se divertir e aprender’, diz Domenico De Masi

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Barraginhas. Estratégia na estiagem de chuva ou seca



Um sistema simples que retém a água da chuva, evita erosão e alagamento. As Barraginhas têm feito sucesso entre os produtores da região de Magé, no Rio de Janeiro. A tecnologia social criada pela Embrapa está sendo reaplicada pela Fundação Banco do Brasil junto com outros parceiros. Conheça mais esta solução que ajuda a mudar a vida no campo. Saiba mais pelo site www.fbb.org.br

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Adubo Orgânico para a Lavoura - BIO JUCA

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tio JUCA

Agricultores substituem agrotóxicos por biofertilizantes.
Reportagem: Danuza Mattiazzi – Vida Orgânica
Fotos: Dilenio Enderle – Vida Orgânica

A agricultura orgânica não utiliza nenhum pesticida e fertilizante sintético. Como combater, então, possíveis pragas na lavoura e falta de nutrientes no solo, e ainda manter a produtividade sem aditivos químicos? Através dos biofertilizantes, adubos feitos de matéria orgânica vegetal. Eles nutrem o solo e deixam as árvores e plantas até mais saudáveis, segundo o agricultor Eliseu Rosa da Silva.
Em 1997, ele trocou os fertilizantes sintéticos do Sítio do Tio Juca, em Porto Alegre, por um insumo feito de esterco de animais, como galinha e cavalo. Há cinco anos, aprimorou o adubo, que passou a ser feito a partir de matéria vegetal: frutas e folhas que caem das árvores e resíduos vegetais retirados da roça na limpeza periódica, como picão e caruru.
O adubo orgânico do sítio faz com que os restos da roça voltem para ela em forma de nutrientes. A matéria vegetal é colocada em um tonel de 200 litros. Ali, fermenta e se transforma em uma massa que, no décimo dia, recebe água com cinzas para melhor retirada dos nutrientes. Em um ou dois meses, o composto está pronto.
As partes sólida e líquida são separadas. A massa recebe um pouco da cama de cavalo com serragem e é misturada no solo com cuidado, sem revirar muito a terra. “A camada superior do solo deve continuar em cima, porque já tem os micro-organismos necessários à planta”, explica o agricultor. O chorume é colocado em outro tonel, onde fermenta por mais alguns dias. Depois, é aplicado no pé das árvores e no canteiro da horta de legumes.
O biofertilizante do sítio não tem certificação que ateste a organicidade, mas é reconhecido pela Emater/RS como produto de qualidade. Eliseu ressalta que não foram realizados ainda estudos técnicos, mas que, por somente utilizar produtos da própria roça orgânica na fabricação e não adicionar nenhum produto químico à fermentação, é um insumo ecológico. “Às vezes, falta um pouco de nitrogênio no solo durante o inverno, mas logo o frio passa e isso se resolve”, diz ele, que busca sempre interação com a natureza.
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“Os quero-queros ficam sempre ao meu lado quando estou lidando na roça, eles comem os insetos que atacam as plantas e, assim, ajudam na qualidade da produção. Comem minhocas também, o que não é muito bom porque elas são essenciais ao solo, mas fazer o quê, eles são meus companheiros e também não comem todas elas”, conta o agricultor, sorrindo.
Eliseu – ou Juca, como é mais conhecido – se orgulha em dizer que não utiliza implementos agrícolas há quinze anos: “Os meus implementos são a inchada, a pá… Entro com meu corpo e o biofertilizante, e a produtividade é igual”. Ele defende um solo sadio e diz que o adubo orgânico garante isso: “O fertilizante ecológico é matéria viva, é comida para os micro-organismos do solo. Os produtos industrializados matam esses ‘bichinhos’ da terra, porque não servem de alimento para eles. Com os micro-organismos, o solo fica rico e livre de doenças e as plantas ficam melhores”.
O cheiro do adubo orgânico, ele reconhece, é forte, mas ressalta: “O cheiro é ruim mas não tem veneno. É um trabalho bom, basta querer fazer, a gente se entusiasma com o que faz”. Outra possibilidade a partir da produção de biofertilizantes é a obtenção de gás metano, que se forma a partir da fermentação do chorume. Com a instalação de um biodigestor, pode ser feita a retirada do metano e, assim, a utilização do gás na cozinha e até em carros.
Fertilizantes orgânicos também podem ser encontrados no mercado de insumos agrícolas. Uma empresa de Feliz, na serra gaúcha, produz um biofertilizante há oito anos. O registro no Ministério da Agricultura e na Ecocert, certificadora de orgânicos, aconteceu há três anos e foi, então, quando a empresa começou a vender o produto.
“Desenvolvemos o adubo orgânico pela demanda. Uma empresa de alimentos orgânicos pediu que produzíssemos e hoje o produto vende igual ou até mais que o adubo sintético”, diz um dos diretores da empresa, Samuel Bach. Ele conta que grandes empresas e cooperativas passaram a comprar o fertilizante orgânico: “Já conseguimos fazer com que cerca de três mil produtores trocassem os sintéticos pelo orgânico”.
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Grandes vinícolas e a indústria fumageira também estão utilizando o biofertilizante, pela segurança alimentar e ambiental que ele oferece. Samuel explica que os países compradores pressionam as empresas brasileiras a usar o produto ecológico, mesmo na produção de vinhos convencionais, por exemplo. “Quem almeja incluir o seu produto no mercado nacional e internacional tem essa pressão. E isso acaba sendo bom para o meio ambiente e para a alimentação”, conclui o empresário.
Samuel não revela a forma de fabricação do Ecomaster, mas explica que é feito a partir da fermentação de matéria orgânica de origem vegetal e enriquecido com micronutrientes: “É um produto bastante completo”. O preço, segundo ele, é praticamente o mesmo do adubo convencional. Mas o custo para o agricultor sai um pouco mais elevado com a opção pelo biofertilizante, porque a dose a ser diluída precisa ser maior.
Para cem litros de água, são utilizados cem mililitros de insumo convencional. Se for orgânico, são necessários de um a dois litros para a mesma quantidade de água. “O adubo ecológico não é muito concentrado, mas é tão efetivo quanto o sintético. Se eu pudesse, venderia somente o produto orgânico”, revela o empresário.
Fonte:

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Grumixama, a surpresa de Natal da Mata Atlântica


Autor: Carolina Catia Schaffer. Publicado em 23/12/2013.
site:http://www.apremavi.org.br/noticias/apremavi/828/grumixama-a-surpresa-de-natal-da-mata-atlantica

Grumixamas maduras, prontas para colheita. Foto: Miriam Prochnow
No Natal da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) uma coisa é certa: não pode faltar aquela cesta cheia de frutas deliciosas colhidas direto do Jardim das Florestas. Dentre as opções que enchem os nossos olhos e também o dos pássaros está a Grumixama (Eugenia brasiliensis).

Nativa da Mata Atlântica a Grumixama é uma árvore de porte médio, altamente resistente à variação climática, que ocorre do sul da Bahia até Santa Catarina.

É uma árvore elegante com flores brancas de muito perfume, dotada de copa densa e estreita. Quando adulta, pode alcançar até 15 metros de altura.

A madeira é própria para obras de marcenaria comum, carpintaria e forros. Podem também ser utilizadas para preparar sucos, licores, aguardentes, vinagres e doces (Veja abaixo receita de Cheescake).

Acredita-se que a Grumixama é rica em antioxidantes e tem alto teor de vitamina C, do complexo B (B1 e B2) e flavonoides. Pode ser usada como expectorante para cessar a tosse, quando feito um xarope com a sua casca e um pouco de mel.

A origem do nome Grumixama, segundo o vocabulário Tupi-Guarani, provém de “guamichã”: o que pega na língua. A fruta deve “pegar na língua” por ser bastante palatável e com sabor inigualável, misto de pitanga e jabuticaba.

Na época de frutificação (novembro-dezembro) são as árvores repletas de frutos que fazem o convite para o início da festa das crianças e também dos adultos, que depois experimentar in natura várias frutinhas (é impossível comer uma só!) ainda levam mais um pouco para casa.

Como toda frutífera nativa a grumixama serve como alimento para a fauna e, apesar do seu crescimento lento, é muito utilizada nos projetos de restauração florestal.

Neste Natal, enquanto a natureza nos mostra cada dia mais que devemos valorizar a nossa biodiversidade, a Apremavi convida você a apreciar a beleza e os sabores da Mata Atlântica.

Grumixama

Nome científicoEugenia brasiliensis Lam.
Família: Myrtaceae
Utilização: Madeira utilizada para obras de torno, carpintaria. Bom potencial para paisagismo. Bastante cultivada para produção de frutos, que são saborosos e consumidos principalmente ao natural. São atrativos para a avifauna.
Época de coleta de sementes: Novembro a dezembro.
Coleta de sementes: Diretamente da árvore ou no chão após a queda dos frutos.
Fruto: Amarelo, vermelho ou preto carnoso.
Flor: Branca.
Crescimento da muda: Médio.
Germinação: Normal.
Plantio: Mata ciliar, área aberta.

Fotos: Carolina Schaffer e Miriam Prochnow


Receita de cheesecake de Grumixama

Ingredientes

Para a base de biscoito:
200 gramas de biscoito doce tipo Maria
100 gramas de manteiga sem sal
Para a cheesecake:
400 gramas de cream cheese
3 ovos
1 gema
100 gramas de açúcar refinado
20 gramas de farinha de trigo
300 ml de leite
Essência de baunilha

Para a geleia de grumixama:
500 gramas de polpa de grumixama
100 gramas de açúcar refinado
Suco de 1 limão

Modo de Preparo

Base de biscoito
Triture os biscoitos-maria no liquidificador. Em seguida, derreta a manteiga e misture-a com a farinha de biscoito. Com essa massa, forre o fundo de uma assadeira redonda.

Cheesecake
Em uma batedeira, bata o cream cheese com os ovos, a gema e o açúcar refinado, e deixe homogeneizar um pouco. Depois, acrescente o leite, a essência de baunilha, e lentamente, a farinha. Continue batendo até obter um creme homogêneo e fofo.
Despeje, então, o creme sobre a base de biscoito e asse em forno aquecido a 180ºC por, aproximadamente, 45 minutos. Reserve.

Geleia de grumixama
Em uma panela, cozinhe todos os ingredientes até reduzir pela metade. Depois de frio é só jogar por cima do cheesecake e servir.

Para saber mais detalhes da receita, acesse: http://www.bemsimples.com/br/receitas/93708-cheesecake-de-grumixama.

Fontes de Pesquisa 

LORENZI, H. Árvores Brasileiras. Manual de Identificação e Cultivo de Plantas Arbóreas Nativas do Brasil. São Paulo: Instituto Plantarum, 2008.

PROCHNOW, M. No Jardim das Florestas. Rio do Sul: Apremavi, 2007.

MAGALI, A. Benefícios da Grumixama. Acessado em: http://www.frutasnobrasil.com/beneficios_grumixama.html.

RIGO, N. É hora de colher grumixama. Acessado em:
http://come-se.blogspot.com.br/2011/11/e-hora-de-colher-grumixama.html